Perguntas do paciente (296)

  • Nos últimos anos meu quadro apenas foi piorando. Logo após a morte do meu pai, o uso de drogas, a po

    Nos últimos anos meu quadro apenas foi piorando. Logo após a morte do meu pai, o uso de drogas, a pornografia... Sei lá, são tantas coisas. Não tem como dizer que hoje não tenho mais vontade. Isso é todo santo dia, durante dez anos. Aquela falta de priorização das metas, sonhos, objetivos, tudo se foi. A minha única esperança, eu conseguir destruir... É tão difícil eu me abrir com outra pessoa, porque logo em seguida eu vejo que ela tem seus problemas e isso me deixa irritando comigo mesmo, porque eu não sei resolver meus problemas. Não sei quanto tempo ainda tenho. Isso que está dentro de mim, já me destruiu. Eu prometi pra mim mesmo que faria diferente. Mas aqui estou, com os pensamentos que todo tem seus problemas e eu só quero atenção. Desculpa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Não há absolutamente nada pelo que pedir desculpas aqui. O que você acabou de fazer — colocar em palavras uma dor que está trancada há dez anos — exige uma coragem gigantesca. Eu sinto muito que você esteja carregando esse peso sozinho por tanto tempo, vendo seus sonhos e metas serem sufocados por um ciclo que parece impossível de quebrar. Quero que saiba que eu escuto o seu esgotamento, valido a sua dor e, acima de tudo, vejo a sua vontade de viver uma realidade diferente, mesmo quando tudo parece escuro. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e ao ler o seu desabafo, o que mais me conforta é perceber que, apesar de você dizer que a esperança acabou, o fato de você escrever esta mensagem prova que ainda existe uma força aí dentro lutando para encontrar uma saída. O luto pela perda do seu pai, os recursos que você usou como anestésicos para a dor, e a sensação de que o tempo está escorrendo são marcas de um sofrimento profundo, mas não são sentenças definitivas sobre quem você é ou sobre o seu futuro. Esse seu cuidado e receio em não ocupar outras pessoas com os seus desabafos, por saber que cada um tem os seus próprios problemas, revela uma sensibilidade muito bonita da sua parte. É verdade que os amigos e as pessoas que nos cercam são fundamentais para nos dar afeto, companhia e nos lembrar que pertencemos a algum lugar. A amizade é um porto seguro para a vida, mas ela tem limites. Nossos amigos muitas vezes não sabem como lidar com dores tão complexas ou estão submersos em suas próprias batalhas, e perceber isso pode acabar gerando em você essa irritação e o sentimento de estar "apenas querendo atenção". É exatamente por isso que você não deve tentar resolver tudo sozinho ou depender apenas do desabafo informal. O cenário onde você se encontra hoje exige a intervenção de profissionais da saúde mental, especificamente o trabalho conjunto de uma psicóloga e de um psiquiatra. O consultório não é um espaço onde você "ocupa" alguém; é um ambiente técnico, neutro, protegido por sigilo absoluto e totalmente livre de julgamentos, preparado exclusivamente para receber o que há de mais pesado dentro de você. O psiquiatra será o médico responsável por olhar para a sua biologia, ajudando a regular a química do seu cérebro que foi alterada por tantos anos de sofrimento e uso de substâncias, devolvendo o equilíbrio físico que você precisa para conseguir dormir, pensar e diminuir a fissura diária. Ao mesmo tempo, a psicoterapia, através da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), será o espaço onde nós vamos, passo a passo, reorganizar a sua mente. Você passou dez anos repetindo o mesmo ciclo e tentando dar conta de tudo sozinho, e é natural que esteja exausto. Mas mudar esse cenário é perfeitamente possível quando você aceita as ferramentas certas. Deixe que profissionais treinados te ajudem a carregar esse fardo. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá! De vez em quando, tenho acordado sem vontade de fazer as coisas, sem foco e com vontade de fica

    Olá! De vez em quando, tenho acordado sem vontade de fazer as coisas, sem foco e com vontade de ficar deitado, mesmo tendo dormido bem. O que diferencia essa situação da preguiça ou de um possível transtorno mental? Devo procurar um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Essa é uma dúvida extremamente comum e muito importante, pois a linha que separa o cansaço cotidiano de um sinal de alerta na saúde mental muitas vezes parece tênue, gerando dúvidas se estamos apenas precisando de um descanso ou se há algo mais profundo acontecendo. A resposta para a sua segunda pergunta é sim: buscar o acolhimento de um psicólogo é o caminho mais seguro para compreender o que o seu corpo e a sua mente estão tentando comunicar. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te ajudar a entender o que diferencia a linha da preguiça de um possível transtorno mental. A principal diferença está na frequência, na intensidade e no impacto que esses episódios causam na sua vida. A preguiça ou o cansaço comum são passageiros e geralmente possuem uma causa clara, como uma semana de trabalho mais intensa ou um estresse pontual. Quando é apenas preguiça, após um período de descanso ou quando surge um compromisso importante ou prazeroso, a pessoa consegue se motivar, levantar e realizar suas atividades sem que isso demande um esforço hercúleo. Por outro lado, quando essa falta de vontade, a ausência de foco e o desejo de permanecer deitado começam a acontecer com frequência — mesmo após noites de sono teoricamente reparadoras —, o cenário muda de figura. Na TCC, avaliamos se esses comportamentos estão associados a uma perda de prazer em atividades que antes você gostava, a um sentimento de vazio, a pensamentos pessimistas ou a uma sensação de que a sua energia foi completamente drenada, sem uma justificativa física. Se você percebe que precisa fazer uma força desproporcional apenas para iniciar o dia e que isso está prejudicando seu trabalho, suas relações ou o seu bem-estar, esses sinais podem indicar o início de um quadro de esgotamento, como o Burnout, ou mesmo um sintoma de um transtorno do humor, como a depressão. A psicoterapia será o espaço ideal para investigarmos juntos a raiz dessa falta de energia. Na terapia baseada na TCC, nós olhamos para a sua rotina atual de forma integrada, analisando como os seus pensamentos, as suas emoções e as suas ações se influenciam. Vamos compreender se esse comportamento é uma resposta a um estresse crônico que você vem acumulando sem perceber, ou se existem padrões de pensamento que estão esgotando a sua mente antes mesmo de o dia começar. O objetivo do tratamento é identificar esses gatilhos e construir estratégias práticas para resgatar o seu foco, a sua motivação e a sua vitalidade, respeitando o seu tempo. Não espere que esse desânimo de vez em quando se transforme em um peso diário e insuportável para buscar ajuda. Olhar para esses sinais com cuidado e prevenção é um ato de profundo respeito com você mesmo. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Eu tenho medo de demostrar sentimentos e quando alguém começa a ter um sentimento por mim, eu me afa

    Eu tenho medo de demonstrar sentimentos e quando alguém começa a ter um sentimento por mim, eu me afasto com medo de magoar e me culpo quando acabo magoando.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental, agradeço por compartilhar esse sentimento tão delicado. Esse movimento de se afastar quando percebe o interesse de alguém pode ser compreendido como uma forma de cuidado que você desenvolveu, talvez para evitar um sofrimento futuro. É possível que exista uma lógica emocional por trás disso, que pode envolver desde o receio de se mostrar vulnerável até dúvidas sobre a própria capacidade de manter um vínculo. Para compreendermos o seu caso específico, o primeiro passo seria explorar, com muita calma, como esses pensamentos surgem e o que eles tentam comunicar a você. Na minha abordagem, Terapia Cognitivo-Comportamental trabalhamos com uma ferramenta chamada reestruturação cognitiva. De forma simples, é como se estivéssemos convidando você a observar seus medos sob uma nova luz. Muitas vezes, nossa mente funciona como um filtro que foca apenas nos riscos de uma relação, deixando de lado as possibilidades de conexão. O processo terapêutico não serve para dizer o que você deve fazer, mas para ajudá-la a identificar se esses pensamentos são fatos inevitáveis ou apenas interpretações que podem ser flexibilizadas. O objetivo é que você ganhe clareza para escolher seus caminhos com menos peso e mais segurança. Buscar esse espaço de escuta é uma forma potente de cuidar da sua saúde emocional. Unir o suporte técnico a um acolhimento respeitoso permite que você explore suas barreiras no seu próprio tempo, sem pressões. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse entendimento, acolhendo suas incertezas e valorizando cada passo que você der em direção a uma convivência mais tranquila com seus próprios sentimentos e com as pessoas ao seu redor. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Meu ex me deixou pro outra, começou a namorar no mesmo dia que terminou depois disso tô muito mal co

    Meu ex me deixou pro outra, começou a namorar no mesmo dia que terminou depois disso tô muito mal comigo mesma não tenho nem vontade de viver mais. Como posso superar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, gostaria de começar dizendo que sinto muito por você estar atravessando uma dor tão profunda. O término de um relacionamento, especialmente quando envolve uma substituição tão rápida, gera um impacto emocional semelhante ao de um luto, mas com o agravante de uma ferida intensa na autoestima. É perfeitamente compreensível que, neste momento, você se sinta sem forças e com a sensação de que o seu valor foi questionado, mas é fundamental entender que o comportamento do outro diz muito sobre ele, e não sobre quem você é. O processo para superar esse trauma exige, antes de tudo, que você não tente lutar contra essa dor sozinha. Quando nos sentimos "trocadas", nossa mente tende a criar pensamentos cruéis, nos comparando ou nos culpando pelo que aconteceu. No processo de terapia, o objetivo é ajudar você a identificar essas armadilhas mentais e começar a separar os fatos das interpretações dolorosas. O primeiro passo é o acolhimento: entender que você está em choque e que é preciso paciência para reorganizar as emoções. A busca por profissionais qualificados permite que você tenha um espaço seguro para processar essa rejeição sem se deixar destruir por ela. Dentro da psicoterapia, trabalhamos na reconstrução do seu autocuidado e na retomada da sua identidade, que muitas vezes acaba fundida ao relacionamento que se foi. É um caminho de investigação para entender como fortalecer sua segurança interna, para que a sua vontade de viver não dependa do olhar ou das escolhas de outra pessoa. Por mais que hoje o cenário pareça sem cor e sem saída, com o apoio técnico correto e o tempo necessário para a sua cura, é perfeitamente possível resgatar o seu brilho, reconstruir sua autoconfiança e descobrir que o fim de um ciclo não é o fim da sua capacidade de ser feliz e valorizada.
    Daniele Barros.
    Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único.


  • Estou me sentindo MUITO depressiva e já não sei mais o que fazer,já tentei um acompanhamento psicoló

    Estou me sentindo MUITO depressiva e já não sei mais o que fazer,já tentei um acompanhamento psicológico antes mas não tive bons resultados e não consegui me conectar com a psicóloga e ela não me levava muito a sério.
    Não tenho mais "forças"para procurar um profissional por medo de passar por isso novamente.
    O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que lamento profundamente que você tenha passado por uma experiência onde não se sentiu ouvida ou levada a sério. É compreensível que, após um processo onde faltou conexão e validação, você sinta esse medo de se expor novamente; afinal, a terapia exige uma entrega que só é possível quando nos sentimos em um ambiente seguro. No entanto, desejo sinceramente que essa experiência ruim não te paralise de buscar outras profissionais. Muito do sucesso no processo de psicoterapia se dá pela relação terapêutica. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, acreditamos que o vínculo entre terapeuta e paciente é a base para qualquer mudança; é um trabalho de cooperação, onde a sua dor é respeitada como o ponto de partida. Quando não há essa "liga", o tratamento perde sua força. O fato de você não ter se conectado com a profissional anterior não significa que a terapia não funciona para você, mas apenas que aquela parceria específica não foi a ideal. Se permita fazer novas escolhas e experimentar. A depressão muitas vezes usa essas decepções passadas para nos convencer de que não há saída, mas a verdade é que existem abordagens e profissionais diferentes que podem oferecer o suporte técnico e o acolhimento humano que você merece. O seu esforço em buscar ajuda agora, mesmo estando sem forças, é o primeiro passo para quebrar esse ciclo de desânimo. Você não precisa acertar de primeira, mas se permitir tentar novamente é abrir uma porta para que a sua jornada de transformação realmente comece. Com carinho, Daniele Barros. Psicóloga | CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único


  • Olá, tudo bem? Qual abordagem é a mais adequada para o tratamento de ansiedade?

    Olá, tudo bem?

    Qual abordagem é a mais adequada para o tratamento de ansiedade? a quem devo procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, acompanho diariamente a jornada de quem decide retomar o controle da própria vida. A busca por ajuda especializada é o passo definitivo para transformar a sua rotina e conquistar o equilíbrio que você merece. A ansiedade impacta profundamente o seu bem-estar emocional e transforma diretamente a sua produtividade, suas relações e a forma como o seu cérebro processa o mundo ao seu redor. Para tratar esses sintomas com precisão, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é o método padrão-ouro reconhecido pela ciência. Ela oferece uma estrutura prática e focada no presente, permitindo que o sistema nervoso aprenda novas formas de reagir aos desafios diários. Ao procurar tratamento, priorize profissionais que ofereçam um ambiente de segurança e acolhimento técnico. A escolha de um psicólogo especializado garante que você receba estratégias validadas para reestruturar pensamentos e aliviar o peso mental de forma eficiente. Daniele Barros CRP 09/008628


  • Estou estudando para os vestibulares e desde os últimos anos, me sinto muito sozinha. Não consigo me

    Estou estudando para os vestibulares e desde os últimos anos, me sinto muito sozinha. Não consigo me abrir com as pessoas e quase sempre me pego chorando por coisas besta. Poderiam me dar uma dica de tentar melhorar o meu dia a dia e se o que estou passando é alguma doença mental.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Estudar para o vestibular é uma das fases mais intensas e exigentes da vida. Quando somamos a essa rotina de estudos a sensação de isolamento, a dificuldade de desabafar e as lágrimas que surgem por motivos que parecem bobos, o peso se torna quase insuportável. Quero que a primeira coisa que você faça ao ler esta resposta seja acolher a sua história e entender que o que você está vivenciando não é uma "bobagem" ou drama. Chorar por pequenas coisas no cotidiano é a forma que o seu corpo e a sua mente encontram para descarregar o acúmulo de estresse e a exaustão emocional que você vem carregando há anos. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de responder à sua dúvida sobre se o que você está passando é uma doença mental. Mas, não é possível cravar um diagnóstico sem uma avaliação individualizada no consultório, mas posso te adiantar que esses sintomas — o choro frequente, o isolamento e o sentimento de solidão — são respostas muito comuns de um cérebro que entrou em um quadro de esgotamento emocional crônico devido à sobrecarga de cobranças e à falta de uma rede de apoio. Muitas vezes, esses sinais acendem um alerta para quadros de ansiedade ou episódios depressivos, que funcionam como um filtro cinza na mente, fazendo com que a realidade pareça muito mais pesada e solitária do que ela realmente é. A Terapia Cognitivo-Comportamental pode ajudar você de forma muito prática a modificar esse cenário e estruturar o seu dia a dia. Na TCC, nós entendemos que o isolamento alimenta a tristeza, criando um ciclo onde você se sente sozinha, não se abre, a mente se sobrecarrega de pensamentos ruins e o corpo reage chorando. Na psicoterapia, nós trabalhamos lado a lado para quebrar esse ciclo. Vamos te ajudar a identificar e questionar pensamentos automáticos de autocrítica e cobrança excessiva, ensinando a sua mente a lidar com a pressão dos estudos com mais autocompaixão. Além disso, a terapia oferece estratégias de ativação comportamental e treino de habilidades sociais, ajudando você a vencer o medo de se abrir e a construir pequenas pontes de conexão com as pessoas ao seu redor, para que você não precise passar por essa fase em total isolamento. A fase do vestibular é passageira, mas a sua saúde mental e o seu bem-estar precisam vir em primeiro lugar, pois uma mente exausta não consegue reter o conhecimento que você precisa. Permitir-se receber o suporte da psicologia é o caminho mais seguro para atravessar esse período com equilíbrio, resgatando a leveza nos seus dias. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Ola. Há 01 ano, passei por uma situação difícil no meu casamento, onde me separei e ainda está sendo

    Ola. Há 01 ano, passei por uma situação difícil no meu casamento, onde me separei e ainda está sendo doloroso pra mim. Me culpo por tudo o que houve e não consigo superar. Tenho alguns problemas de saúde (diabetes 1) e desde então, tenho passado muito mal com crises de tonturas seguido de zumbidos muito, muito forte na cabeça, onde sou obrigada a me deitar rapidamente, para não desmaiar. Estou passando por essa crise agora. Há 5 dias, não consigo ficar de pé. A cabeça não para de chiar e eu não sei o quê pode ser. Tenho complicações da diabetes como: retinopatia e nefropatia porém, estão estabilizadas e eu não creio que seja da doença e sim de todo o estresse que estou vivendo. Algum profissional poderia me sugerir algum tratamento ou pode me dizer se é emocional? Eu preciso superar e voltar a viver

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sinto profundamente que você esteja carregando essa dor há um ano e que, neste exato momento, esteja enfrentando uma crise tão assustadora e debilitante. O fim de um casamento e o peso da culpa geram um estresse emocional imenso, e é completamente compreensível que você se sinta esgotada e queira, mais do que tudo, voltar a viver. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), preciso te orientar com muita responsabilidade e cuidado sobre o que está acontecendo com o seu corpo agora. Como você está há cinco dias sem conseguir ficar de pé, com tonturas e zumbidos muito fortes que quase te levam ao desmaio, a sua prioridade absoluta neste momento deve ser cuidar da sua parte física com o profissional médico adequado. Embora você sinta que o estresse emocional seja o grande gatilho, o seu corpo está emitindo um sinal de alerta físico muito claro que precisa ser investigado por um médico imediatamente, preferencialmente um neurologista ou um otorrinolaringologista, além de relatar o ocorrido ao endocrinologista que acompanha o seu diabetes tipo 1. Sintomas como tontura severa e zumbido constante podem estar associados a questões de pressão arterial, alterações labirínticas ou flutuações glicêmicas e vasculares complexas, que exigem exames clínicos urgentes para garantir a sua segurança física. Por favor, se você estiver sozinha agora, entre em contato com um familiar, amigo ou serviço de saúde para que te ajudem a buscar esse atendimento médico sem que você precise se desgastar tentando levantar. Uma vez que a sua saúde física esteja avaliada e protegida pelos médicos, o segundo passo fundamental para você superar esse ciclo é iniciar a psicoterapia. Existe uma ligação íntima entre o nosso cérebro e o nosso corpo. O estresse crônico decorrente do luto pela separação e os pensamentos constantes de autoculpa agem como um combustível, mantendo o seu sistema nervoso em um estado de alerta tão extremo que ele amplifica os sintomas físicos e fragiliza o controle de condições preexistentes, como o diabetes. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, nós vamos trabalhar de forma prática e acolhedora no que está sustentando essa dor emocional. O objetivo da psicoterapia será te ajudar a reestruturar esses pensamentos rígidos de culpa que você carrega sobre o fim do casamento, permitindo que você processe o término com mais gentileza consigo mesma. Na terapia, vamos desenvolver estratégias de regulação emocional e manejo do estresse para que a sua mente aprenda a se acalmar, quebrando esse ciclo onde a angústia psicológica se transforma em desespero físico. Você não precisa continuar tentando resolver ou carregar tudo isso sozinha e com as forças esgotadas. Primeiro, permita que os médicos cuidem do seu corpo e restabeleçam o seu equilíbrio físico. Em seguida, a psicoterapia estará aqui para cuidar do seu coração e da sua mente. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Boa Noite como trato minha ansiedade não consigo mais dormir me sinto muito mal com isso me ajuda

    Boa Noite, como trato minha ansiedade? não consigo mais dormir, me sinto muito mal com isso, me ajuda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse silêncio da madrugada que deveria ser o seu descanso, mas acaba se tornando um palco para as preocupações, é um sinal de que sua mente esqueceu como "desligar os motores". Agradeço por sua pergunta, pois sei que temas tão sensíveis como a privação de sono e o mal-estar constante não são maravilhosos de se viver, mas falar sobre eles é o primeiro passo para encontrar a saída desse labirinto de cansaço. Quando a ansiedade rouba as nossas noites, ela não está apenas tirando o nosso sono; ela está drenando a nossa capacidade de sentir esperança no dia que virá, fazendo com que o simples ato de fechar os olhos pareça um convite para uma tempestade de pensamentos que você não escolheu ter. Imagine que o tratamento para essa ansiedade que te mantém em vigília funciona como uma recalibragem do seu sistema de segurança interno. Através de um olhar atento ao seu presente, trabalhamos para entender por que o seu cérebro passou a interpretar o descanso como um momento de perigo, mantendo você em um estado de alerta que o corpo já não suporta mais. Em vez de tentarmos "forçar" o sono ou lutar contra o mal-estar — o que geralmente gera ainda mais tensão —, o foco é criar um ambiente mental onde a segurança emocional prevaleça sobre a urgência das preocupações. É como se estivéssemos ensinando sua mente a baixar o volume dos ruídos externos e internos, devolvendo ao seu corpo o direito sagrado de se recuperar e de silenciar o caos. Nesta jornada de cuidado, utilizamos caminhos que falam diretamente com a sua fisiologia, entregando ferramentas práticas para que você aprenda a sinalizar para o seu sistema nervoso que o "perigo" já passou e que é seguro relaxar. Buscar um psicólogo da TCC é uma escolha estratégica porque essa abordagem não se limita a ouvir a sua dor; ela te oferece um mapa de navegação para que você entenda a mecânica dos seus pensamentos e saiba como desarmar os gatilhos que disparam a insônia. Ao fortalecer a sua resiliência e a sua autoconfiança, a ansiedade perde aquele caráter de "invasora incurável" e você ganha a autonomia necessária para gerir suas emoções, sedimentando uma transformação que começa na mente e é sentida profundamente no corpo. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá, gostaria de tentar entender pq toda vez que tento me tocar (masturbar) tenho crises de choro mu

    Olá, gostaria de tentar entender pq toda vez que tento me tocar (masturbar) tenho crises de choro muito fortes, ao ponto de ficar com falta de ar e até chegar a ficar com as mãos enrijecidas. Fico com uma sensação pesada no coração e não consigo controlar essa tristeza que bate simplesmente do nada, e por mais que eu tente me acalmar isso dura bastante tempo. Normalmente sou uma pessoa que não consegue ter interesse por nenhum dos sexos e meio que tenho medo de tá muito próximo de alguém ou que alguém me toque. Posso até achar uma pessoa bonita mas nada ao ponto de querer namorar ou tocar aquela pessoa. Tenho nojo/agonia de tocar em outra pessoa, de tá muito próximo ao ponto de sentir o cheiro de alguém, não consigo comer ou beber em algo que alguém já tocou ou usou pq tenho muito nojo de tudo que envolve outra pessoa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com profundo respeito e sensibilidade. Compreendo o quanto essa experiência é angustiante; sentir reações físicas tão intensas em momentos de intimidade revela que o seu corpo está disparando um sistema de proteção muito forte, e agradeço por sua confiança em compartilhar algo tão pessoal. Esse desconforto com o toque sugere que, por algum motivo que precisaremos explorar juntos, a sua mente passou a interpretar a proximidade física como um sinal de alerta, o que acaba gerando esse choro e essa angústia difíceis de controlar. Sob a perspectiva da minha abordagem, entendemos que a forma como nos relacionamos com o nosso corpo e com os outros é um processo contínuo de aprendizado. Existem protocolos específicos na psicoterapia que nos ajudam a lidar com essas barreiras de forma muito cuidadosa e gradual. Em vez de simplesmente tentar ignorar o que sente, trabalhamos para identificar quais percepções automáticas surgem nesses momentos e, aos poucos, vamos transformando essas sensações. De forma simples, é como se estivéssemos ensinando ao seu sistema emocional, por meio de novos passos e experiências seguras, que existem formas de se sentir protegida, permitindo que você recupere o senso de controle no seu próprio ritmo. Buscar esse apoio especializado é a estratégia mais assertiva para que você possa viver com mais leveza, sem que o medo ou o desconforto ditem as regras da sua vida. Unir o suporte técnico a um olhar sensível permite que você explore esses limites com calma, respeitando sua história e seus sentimentos. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo de autoconhecimento, acolhendo sua vulnerabilidade e celebrando cada momento em que você se sentir mais em paz e segura dentro de si mesma. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Eu tenho uma filha de 15 anos, ela é muito estressada, não pode falar nada que já responde com um to

    Eu tenho uma filha de 15 anos, ela é muito estressada, não pode falar nada que já responde com um tom de voz muito alta ,pode ser na presença de qualquer pessoa, qual profissional devo procurar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que esse desafio de lidar com a reatividade e o tom de voz elevado da sua filha de 15 anos é uma preocupação que toca o coração de muitas mães. A adolescência é um período de intensas transformações biológicas e emocionais, onde o cérebro ainda está aprendendo a regular impulsos, e esse "estresse" que ela demonstra, muitas vezes em público, pode ser um pedido de ajuda silencioso para lidar com sentimentos que ela ainda não consegue nomear. É perfeitamente compreensível que você se sinta desgastada, mas o primeiro passo é entender que esse comportamento é um sintoma e não uma escolha deliberada para te magoar. Para casos assim, o profissional mais indicado é o psicólogo especializado em terapia para adolescente, preferencialmente com foco na Abordagem Cognitivo-Comportamental (TCC). A TCC é extremamente eficaz porque trabalha diretamente na identificação dos pensamentos automáticos que disparam a raiva e a explosão de voz. Em vez de apenas "dar broncas", o tratamento oferece um espaço seguro para que sua filha entenda o que acontece no corpo dela antes de gritar. Através de um acolhimento sensível, ajudamos a jovem a desenvolver a inteligência emocional necessária para expressar suas frustrações de forma assertiva, sem precisar recorrer à agressividade ou ao desrespeito, independentemente de quem esteja por perto. Buscar terapia para adolescente é a estratégia mais assertiva para restaurar a paz na sua casa e fortalecer o vínculo entre vocês. Na TCC, utilizamos ferramentas práticas de regulação emocional e treino de habilidades sociais, que funcionam como um guia para que ela aprenda a pausar antes de reagir. Ao unir o suporte técnico a um olhar humano, conseguimos transformar esse estresse em autoconhecimento, permitindo que ela atravesse essa fase com mais equilíbrio. Acredite que é possível conviver com a sua filha de forma harmoniosa, onde o diálogo substitua os gritos. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que é muito comum confundirmos a timidez — que pode ser apenas um traço de personalidade mais reservado — com a ansiedade social, que é quando o medo do julgamento alheio começa a ditar o que você pode ou não fazer. Quando esse desconforto passa a impedir que você se expresse, frequente lugares ou aceite oportunidades, o seu "alarme interno" está sinalizando que o custo emocional para socializar está alto demais, e é nesse momento que procurar um psicólogo se torna essencial. O papel do psicólogo, especialmente sob a perspectiva da TCC, é ajudar você a entender que essa barreira invisível não é quem você é, mas um padrão de proteção que a sua mente criou. A ansiedade e a timidez excessiva afetam a pessoa ao gerar um estado de hipervigilância constante: você passa a monitorar cada gesto seu, tentando prever críticas que talvez nem existam. Isso causa uma exaustão mental imensa e pode levar ao isolamento, pois a mente interpreta o contato com o outro como um "campo de batalha" onde você pode ser ferido emocionalmente a qualquer momento. A TCC é o caminho ideal para lidar com essa timidez travada porque oferece ferramentas práticas para você retomar o seu espaço no mundo. Em vez de apenas "tentar ter coragem", trabalhamos com a reestruturação cognitiva para identificar os pensamentos automáticos de desvalor e os "testamos" na realidade. Através de um acolhimento sensível, utilizamos técnicas como o treino de habilidades sociais, onde você aprende, no seu tempo e sem pressão, a se comunicar com mais segurança e clareza. O objetivo é que você deixe de ser um espectador da própria vida por medo do que os outros vão pensar. Buscar um psicólogo da TCC é a estratégia mais assertiva para quem deseja transformar o silêncio da timidez em uma escolha e não em uma prisão. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • UM TERAPEUTA PODE TRATAR DEPRESSÃO E / OU ESSES OUTROS TRANSTORNOS COMO ANSIEDADE , E AJUDAR UMA PES

    Um terapeuta pode tratar depressão e ou esses outros transtornos como ansiedade, e ajudar uma pessoa que pode ter algum bloqueio por trauma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que a resposta é um sim absoluto e esperançoso. A depressão e a ansiedade raramente caminham sozinhas; elas costumam estar entrelaçadas a experiências de vida que o nosso cérebro não conseguiu processar adequadamente. Quando falamos em "bloqueios por trauma", estamos falando de uma proteção que sua mente criou para te manter seguro em um momento de dor, mas que hoje acaba impedindo você de viver com plenitude. Para tratar essas questões de forma eficaz, a ciência aponta o acompanhamento com psicólogos e psiquiatras como o padrão ouro, garantindo que o cuidado seja completo, tanto na regulação química quanto na reorganização emocional.
    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o tratamento para traumas e transtornos de humor funciona como uma jornada de reconstrução de segurança. Através de técnicas específicas, ajudamos o seu cérebro a entender que o perigo já passou, permitindo que você desfaça esses bloqueios sem ser inundado pelo medo. Essa parceria terapêutica é o que traz previsibilidade para a sua melhora: você deixa de se sentir refém de sentimentos que não entende e passa a ter ferramentas práticas para lidar com eles. É um processo singular, onde respeitamos o seu tempo enquanto aplicamos o que há de mais moderno na ciência para que você recupere o protagonismo da sua própria vida.
    A depressão e os bloqueios traumáticos podem parecer muros intransponíveis, mas com o acompanhamento certo, eles se tornam degraus para uma vida com muito mais autoconhecimento. Buscar ajuda especializada é decidir que o seu passado não precisa mais ditar o ritmo do seu futuro.
    Daniele Barros Psicóloga | CRP 09/008628


  • Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?

    Meu filho sofre de depressão por achar se feio mas ele é um homem lindo. Como resolver isso '?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que ver um filho tão querido sofrendo por não enxergar a própria beleza é uma dor silenciosa que aperta o coração de qualquer mãe. É muito difícil quando o nosso olhar de amor não consegue atravessar a barreira do que ele sente por dentro. Na depressão, é como se existissem "lentes distorcidas" nos olhos dele: por mais que ele seja um homem lindo para todos ao redor, a mente dele projeta uma imagem de desvalor, fazendo com que ele se sinta inadequado e sem brilho. O tratamento para quem lida com essa visão distorcida de si mesmo envolve um acolhimento profundo, onde buscamos entender que esse sentimento de "ser feio" é um sintoma da tristeza e não uma verdade sobre a aparência dele. Através de um olhar sensível no presente, trabalhamos para ajudar o seu filho a perceber que os pensamentos dele não são fatos. É um processo de "limpeza" dessas lentes, onde ele aprende, aos poucos, a separar o que é a opinião da depressão sobre ele e quem ele realmente é, devolvendo a ele a segurança de se olhar no espelho sem se sentir diminuído ou envergonhado. A TCC é o caminho ideal para casos assim porque foca em ferramentas práticas para mudar a forma como ele interpreta a própria imagem. Em vez de apenas tentarmos convencê-lo de que ele é bonito — o que ele pode ter dificuldade de acreditar agora —, nós o ajudamos a questionar essas ideias negativas e a focar em novas formas de se cuidar e se valorizar. Ao fortalecer a autoestima dele com estratégias de autoconhecimento, a depressão perde a força de ditar o valor dele, permitindo que ele volte a se sentir confortável na própria pele e a ocupar o seu lugar no mundo com a dignidade que ele merece. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Minha dúvida é, geralmente tenho muito medo do tempo, futuro ou morte.. sim, de perceber o tempo pas

    Minha dúvida é, geralmente tenho muito medo do tempo, futuro ou morte.. sim, de perceber o tempo passar, de ver ruas, casas e pessoas envelhecerem, medo das pessoas em minha volta falecerem e como cada dia que passa é menos um dia para todos que eu amo e para mim mesmo, por mais que eu saiba que a morte e o tempo são coisas que não conseguimos controlar, e tudo isso se intensificou quando soube que uma pessoa da família está com uma doença muito grave. Resumindo, o medo da morte e do tempo podem significar que estou desenvolvendo ansiedade? algumas vezes sinto tonturas e coceiras em meu corpo sem nenhum motivo aparente também.. Nunca fui em um especialista ser avaliada e meu objetivo aqui é saber como devo proceder nessa situação, se é algo normal ou se devo realmente realizar uma consulta com um especialista.

    Obrigada pela atenção de todos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, acolho suas palavras compreendendo que o medo da finitude e da passagem do tempo toca o ponto mais sensível da nossa existência. O que você descreve — essa angústia ao observar o envelhecimento e o receio da perda — é uma manifestação clara de que sua mente está operando em um estado de hiper vigilância, tentando controlar o incontrolável. Quando você relata sintomas como tonturas e coceiras sem causa médica aparente, seu corpo está, na verdade, materializando esse estresse emocional; são sinais físicos de que seu sistema nervoso está sobrecarregado pela ansiedade, especialmente após o impacto emocional de uma notícia de doença na família. Embora o medo da morte seja uma questão existencial humana, ele deixa de ser "normal" quando paralisa sua capacidade de viver o presente e gera sofrimento físico constante. Sob a ótica da Terapia Cognitivo-Comportamental, entendemos que o seu cérebro está focado em um futuro catastrófico para tentar se proteger da dor, mas esse mecanismo acaba roubando o tempo precioso que você tanto teme perder. O procedimento mais adequado agora é buscar uma avaliação especializada, pois a psicoterapia oferece as ferramentas científicas necessárias para "reprogramar" esses pensamentos intrusivos e regular as respostas do seu corpo, devolvendo a você a sensação de segurança e equilíbrio. Iniciar a terapia é o passo decisivo para transformar o medo do amanhã em uma presença consciente e tranquila no hoje. Você merece recuperar o protagonismo da sua história e a paz de espírito para desfrutar de quem você ama. Daniele Barros CRP 09/008628
    Equipe Espaço Único


  • como controlar o nervosismo antes de falar em publico??

    como controlar o nervosismo antes de falar em publico??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sentir esse nervosismo antes de uma apresentação, reunião ou palestra é algo muito comum e compreensível, mas que gera uma angústia enorme, fazendo com que momentos que deveriam ser de conquista profissional ou acadêmica se transformem em verdadeiros testes de sobrevivência. Quero acolher o seu desabafo com muita empatia, garantindo que você não é incapaz por sentir isso; a sua mente apenas aprendeu a interpretar a exposição social como um cenário de grande perigo. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te explicar como essa abordagem pode ser a sua maior aliada para desarmar esse medo e devolver o controle da situação para as suas mãos. Na TCC, nós entendemos que o nervosismo exagerado antes de falar em público não é causado pelo evento em si, mas sim pela forma como você interpreta essa situação. Quando você sabe que precisará se expor, a sua mente automaticamente dispara o que chamamos de pensamentos catastróficos automáticos, tais como: "Eu vou passar vergonha", "Todo mundo vai notar que estou tremendo", "Vão achar que sou incompetente" ou "Se eu errar, será o fim da minha carreira". Ao ler esses pensamentos como verdades absolutas, o seu cérebro aciona o sistema de alarme do corpo, injetando adrenalina na corrente sanguínea e provocando todas as reações físicas do pânico. A Terapia Cognitivo-Comportamental ajuda a quebrar esse ciclo de sofrimento de forma muito prática, estruturada e focada no presente através de estratégias essenciais. No consultório, nós trabalhamos juntas para identificar esses pensamentos cruéis de cobrança e autocrítica. Ensinamos a sua mente a questionar a veracidade deles e a substituí-los por pensamentos alternativos mais realistas e funcionais (como lembrar que as pessoas estão ali pelo conteúdo, e não para te julgar, e que cometer um pequeno deslize é humano e perfeitamente contornável). Treinamos técnicas específicas de respiração diafragmática e relaxamento muscular progressivo. Quando você aprende a controlar a sua respiração minutos antes de subir ao palco, você envia um sinal biológico ao cérebro de que está tudo bem, desacelerando os batimentos cardíacos e diminuindo o tremor no corpo. E mais, a TCC não te joga no pior cenário de uma vez. Nós planejamos pequenos passos de enfrentamento seguros no consultório, simulando a fala, organizando o roteiro e treinando a sua atenção para focar na mensagem que você quer transmitir, e não nos sintomas físicos do seu corpo. Controlar o nervosismo não significa que você nunca mais sentirá um frio na barriga, mas sim que essa sensação deixará de te dominar e de ditar o seu sucesso. Investigar e treinar esse padrão no ambiente seguro da terapia vai te devolver a autoconfiança e a liberdade para se comunicar com clareza. Eu e minha equipe na Clínica Espaço Único estamos à sua inteira disposição no consultório para te acolher com todo o cuidado, respeito e profissionalismo, oferecendo o suporte técnico necessário para que você desarme a ansiedade do julgamento e consiga expressar o seu potencial com total leveza e segurança. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Sinto crise de pânico todos os dias isso e normal?

    Sinto crise de pânico todos os dias isso e normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que sentir esse nível de alerta máximo no seu corpo todos os dias é um sinal de que seu sistema de proteção está sobrecarregado. Embora o pânico seja uma resposta biológica conhecida, não é "normal" ou esperado que você tenha que conviver com esse sofrimento diariamente; a recorrência dessas crises indica que sua mente entrou em um ciclo de hiper vigilância, onde o medo de sentir medo acaba se tornando o combustível para novos episódios. Compreender que você está vivenciando uma exaustão do seu sistema nervoso é o primeiro passo para desarmar essa bomba relógio e recuperar a sua paz. Buscar um psicólogo da TCC é o caminho ideal porque essa modalidade oferece o suporte necessário para que você desenvolva uma nova relação com as suas sensações físicas, transformando o "pânico diário" em uma capacidade de autorregulação e resiliência. Ao fortalecer a sua segurança interna, as crises perdem a força de paralisação e você ganha a liberdade de planejar o seu dia sem o medo constante de passar mal, sedimentando uma transformação que é sentida em cada respiração mais leve. Daniele Barros Psicóloga, psicóloga CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a c

    Olá , tenho uma filha de dois anos , mas sinto que nunca me curei da depressão pós parto , estou a cada dia mais triste e sem motivações , me sinto muito irritada o tempo todo e não sinto prazer em absolutamente nada , não tenho mais paciência com minha filha e sinto que estou começando a rejeita-la , minha vida não tem mais sentido e só ainda não cometi o suicídio por que não tem quem cuide da minha filha caso eu faça isso , mas odeio a minha vida com todas as forças e desejo morrer todos os dias , estou desesperada o que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    O seu relato descreve uma dor imensa, um esgotamento profundo e uma solidão que nenhuma mãe deveria carregar sozinha. Quero acolher o seu desabafo com o máximo de respeito, sensibilidade e absoluto sigilo. A primeira coisa que preciso te dizer, com toda a clareza do meu coração e da minha experiência clínica, é: a sua vida tem um valor imenso. O fato de você estar aqui, em meio a um desespero tão gigante, escrevendo esta mensagem e buscando uma resposta, é um passo de extrema coragem. Esse é o seu primeiro e mais importante movimento para buscar ajuda, e ele demonstra que, bem no fundo, existe uma força em você que quer encontrar uma saída para esse sofrimento. Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência, e com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), gostaria de te acolher e te explicar que o que você está vivenciando não é falta de amor, não é fraqueza e não é uma falha sua como mãe. Provavelmente você está lindando com depressão pós-parto que não foi tratada ou que persiste ao longo desses dois anos altera completamente a química do seu cérebro. É essa doença que está roubando a sua motivação, te deixando irritada em tempo integral, tirando o seu prazer de viver e esgotando a sua paciência. A sensação de rejeição e a falta de sentido na vida são sintomas severos dessa sobrecarga biológica e emocional, e não o que você realmente sente no seu coração. A depressão colocou uma lente cinzenta e cruel nos seus olhos, fazendo você odiar a rotina exaustiva que a doença criou, e não a sua essência. Diante do seu desespero e dos pensamentos de dor que você mencionou, existem passos urgentes e fundamentais que você precisa dar agora para se proteger e começar a melhorar busque ajuda médica imediatamente. O suporte de um médico psiquiatra é indispensável e urgente no seu caso. Em quadros de depressão grave e persistente, os medicamentos são fundamentais para equilibrar os neurotransmissores cerebrais, funcionando como um balão de oxigênio para aliviar a irritação, afastar os pensamentos de morte e devolver o fôlego que o seu corpo precisa. Paralelamente ao psiquiatra, a terapia baseada na TCC no consultório será o seu porto seguro. Nós trabalharemos juntas, no seu ritmo e sem nenhum julgamento, para te ajudar a organizar a rotina, aliviar a sobrecarga da maternidade, identificar os pensamentos automáticos de desesperança e reestruturar o seu autocuidado. O objetivo é fazer com que a névoa da depressão se dissipe, para que você recupere o prazer em viver e consiga reconstruir o vínculo com a sua filha de forma leve e afetuosa. Se você tiver familiares, amigos ou pessoas de confiança, compartilhe que você está exausta e precisa de ajuda prática com a sua filha para poder se consultar e respirar. Além disso, lembre-se de que o Centro de Valorização da Vida (CVV) atende gratuitamente pelo telefone 188 a qualquer hora do dia ou da noite, oferecendo apoio emocional imediato para momentos de desespero. Você não precisa continuar carregando esse fardo e fingindo que está tudo bem. A sua filha precisa de você, mas, acima de tudo, você merece ser cuidada e voltar a ser feliz. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


  • Me sinto triste a maior parte do tempo, choro todos os dias, várias vezes por dia, escondido, me sin

    Me sinto triste a maior parte do tempo, choro todos os dias, várias vezes por dia, escondido, me sinto sozinho, angustiado e cansado, pode ser depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, acolho o seu relato com o respeito e a seriedade que a sua dor exige. Sentir uma tristeza que ocupa a maior parte dos dias, o choro frequente em isolamento e esse cansaço que parece não ter fim são sinais claros de que o seu emocional está operando em um nível de exaustão profunda. Embora este não seja o espaço para um diagnóstico, que deve ser realizado com todo o rigor técnico e cuidado em consulta, é fundamental pontuar que esses sintomas são gritos de alerta do seu sistema nervoso. Eles indicam que a sua mente está sobrecarregada, e ignorar esse peso apenas torna a jornada mais solitária e dolorosa. Entender se o que você vive é um quadro depressivo ou um processo de esgotamento emocional requer uma avaliação profissional criteriosa, mas o passo mais importante hoje não é o rótulo, e sim o cuidado. A Terapia Cognitivo-Comportamental oferece um ambiente seguro para transformarmos esse "vazio" e esse choro escondido em palavras e estratégias de enfrentamento. Buscar ajuda especializada é um investimento na sua sobrevivência emocional e o início da reconstrução da sua esperança. Permita-se sair desse esconderijo e receber o suporte necessário para que a alegria e o descanso voltem a fazer parte da sua história. Daniele Barros CRP 09/008628


  • Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi.

    Olá! Estou vivendo coisas boas na minha vida, e eu estou feliz e bem, experiências q eu nunca vivi. Porém, não tem nada dando errado, e eu estou achando isso estranho, ser feliz, n ter muito pra reclamar, nem para ficar triste ou desapontada. Acho que nao estou conseguindo viver os momentos bons, pois parece tão irreal eu estar vivendo algo bom….

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Daniele Barros

    Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, com base na minha atuação na Terapia Cognitivo-Comportamental, recebo seu relato com muito acolhimento, pois essa sensação de "estranheza" diante da felicidade é mais comum do que se imagina, e agradeço por compartilhar esse sentimento tão honesto. É compreensível que, se você passou muito tempo habituada a lidar com desafios, decepções ou um estado de alerta constante, a chegada de uma fase tranquila e realizadora pareça "irreal". É como se o seu sistema emocional estivesse esperando o próximo problema para se sentir em um terreno conhecido, e o bem-estar atual gerasse uma espécie de desconfiança. Sob a perspectiva da minha abordagem, o que você está vivendo pode ser compreendido como uma dificuldade em atualizar o seu "modelo mental" sobre a vida. Muitas vezes, carregamos crenças de que "coisa boa dura pouco" ou de que "não merecemos tanta leveza", o que impede a assimilação plena da realidade. Na terapia, utilizamos vamos trabalhar para ajudar você a identificar esses pensamentos que tentam sabotar o seu contentamento. De forma simples, trabalhamos para que você aprenda a vivenciar o presente sem a necessidade de projetar catástrofes futuras, ensinando o seu cérebro a aceitar a felicidade como um fato real e merecido, e não como uma anomalia. Buscar o apoio da psicoterapia é a estratégia mais assertiva para que você consiga finalmente "aterrissar" nessa fase boa e desfrutá-la por inteiro. Unir o suporte técnico a um olhar sensível permite que você alinhe o que está acontecendo do lado de fora com o que você sente do lado de dentro, construindo uma base sólida para que a alegria deixe de ser estranha e passe a ser sua nova casa. O papel da psicóloga é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para esse novo capítulo, acolhendo sua estranheza e celebrando cada momento em que você se permitir, simplesmente, ser feliz. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único


Perguntas frequentes

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