Perguntas do paciente (251)
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Poderia me explicar o que acontece quando uma pessoa com tpoc aborda na mente uma imagem intrusiva,
Poderia me explicar o que acontece quando uma pessoa com tpoc aborda na mente uma imagem intrusiva, sonho ou pensamento e que possíveis repercussões poderá ter a longo prazo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
TPOC (Transtorno de Personalidade Obsessivo-Compulsiva) é um transtorno mental caracterizado por padrões persistentes de pensamentos intrusivos, obsessões e comportamentos compulsivos. Quando uma pessoa com TPOC enfrenta uma imagem intrusiva, sonho ou pensamento, isso pode desencadear uma série de reações emocionais e comportamentais.
Reações emocionais: A pessoa pode experimentar uma ampla gama de emoções em resposta aos pensamentos intrusivos, como ansiedade, medo, culpa, vergonha ou repulsa. Essas emoções podem ser intensas e persistentes, causando sofrimento significativo.
Comportamentos compulsivos: Para lidar com os pensamentos intrusivos, a pessoa com TPOC pode sentir a necessidade de realizar comportamentos compulsivos, como rituais de verificação, limpeza ou contagem. Esses comportamentos são realizados na tentativa de aliviar a ansiedade associada aos pensamentos intrusivos, mas geralmente oferecem apenas alívio temporário e podem reforçar o ciclo obsessivo-compulsivo.
Impacto nas relações interpessoais: Os pensamentos intrusivos podem afetar as relações interpessoais da pessoa, levando-a a evitar situações sociais, se isolar ou se sentir desconectada dos outros. Isso pode resultar em dificuldades no trabalho, na escola e nos relacionamentos pessoais.
Estresse e prejuízo no funcionamento diário: Os pensamentos intrusivos podem causar um nível significativo de estresse e interferir no funcionamento diário da pessoa, prejudicando sua capacidade de realizar tarefas cotidianas, concentrar-se no trabalho ou nos estudos e desfrutar de atividades de lazer.
A longo prazo, os pensamentos intrusivos não tratados e os padrões compulsivos de comportamento podem ter várias repercussões:
Piora dos sintomas: Se não tratados, os sintomas do TPOC podem se tornar mais intensos e persistentes ao longo do tempo, dificultando ainda mais o funcionamento diário e o bem-estar emocional da pessoa.
Complicações de saúde mental: Os pensamentos intrusivos e os comportamentos compulsivos podem aumentar o risco de desenvolver outros transtornos de ansiedade, depressão ou problemas de saúde mental relacionados.
Impacto nas relações pessoais: Os padrões obsessivo-compulsivos de comportamento podem colocar pressão adicional nas relações interpessoais da pessoa, causando conflitos e dificuldades de comunicação.
É importante buscar ajuda profissional se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando pensamentos intrusivos e comportamentos compulsivos associados ao TPOC. A psicoterapia é uma forma eficaz de tratamento que pode ajudar a pessoa a aprender a lidar com os sintomas e a melhorar sua qualidade de vida. Medicamentos também podem ser prescritos em alguns casos para ajudar a controlar os sintomas. Te desejo um feliz dia!!!
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em uma tentativa de suicídio a piscicologa pode quebrar sigilo terapêutico após ocorrido?
em uma tentativa de suicídio a piscicologa pode quebrar sigilo terapêutico após ocorrido?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Em muitas jurisdições, os profissionais de saúde mental são obrigados por lei a manter o sigilo terapêutico, o que significa que não podem divulgar informações confidenciais compartilhadas por seus clientes durante o curso do tratamento, a menos que haja uma exceção legal específica. No entanto, quando há uma preocupação legítima com a segurança do paciente ou de terceiros, os terapeutas têm o dever ético e, em alguns casos, legal de tomar medidas para proteger a vida e a segurança da pessoa em perigo.
No contexto de uma tentativa de suicídio, se um psicólogo acreditar que há um risco iminente de danos graves ou morte, eles podem ser obrigados a quebrar o sigilo terapêutico para buscar ajuda ou informar as autoridades competentes. Isso geralmente envolve notificar os serviços de emergência ou os familiares do paciente para garantir que medidas de proteção apropriadas sejam tomadas para garantir a segurança do paciente.
É importante ressaltar que a quebra do sigilo terapêutico nessas circunstâncias é uma medida extrema e só deve ser tomada quando absolutamente necessário para proteger a vida e a segurança do paciente. Os terapeutas geralmente tentarão trabalhar em colaboração com o paciente para desenvolver um plano de segurança e buscar apoio adicional, antes de recorrer à quebra do sigilo. Te desejo um feliz dia!!!
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porque tenho medo de sair de casa se não tenho sindrome de panico
porque tenho medo de sair de casa se não tenho sindrome de panico
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
É compreensível que você esteja experimentando medo de sair de casa, mesmo sem ter sido diagnosticado com síndrome do pânico. O medo de sair de casa pode ser causado por uma variedade de fatores, e nem sempre está relacionado especificamente à síndrome do pânico. Aqui estão algumas possíveis razões para esse medo:
Ansiedade geral: A ansiedade pode se manifestar de várias maneiras e não se limita à síndrome do pânico. Pessoas com outros transtornos de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada (TAG) ou transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), podem experimentar medo de sair de casa devido à preocupação com eventos futuros, sensação de perigo iminente ou desconforto em situações sociais.
Agorafobia: Embora a agorafobia seja frequentemente associada à síndrome do pânico, também pode ocorrer como um transtorno de ansiedade independente. Pessoas com agorafobia podem ter medo de sair de casa ou se aventurar em lugares onde se sentem inseguras, como multidões, espaços abertos ou locais desconhecidos.
Fobia específica: O medo de sair de casa também pode ser causado por uma fobia específica, como claustrofobia (medo de espaços fechados) ou antrofobia (medo de multidões). Essas fobias podem levar alguém a evitar sair de casa para evitar situações que desencadeiem sua ansiedade.
Experiências passadas: Experiências passadas traumáticas, como assaltos, acidentes ou eventos estressantes, podem contribuir para o medo de sair de casa. Essas experiências podem criar associações negativas com ambientes externos e causar apreensão em relação a sair de casa.
Depressão: A depressão pode causar falta de motivação, energia e interesse em participar de atividades externas. Pessoas com depressão podem se sentir desanimadas ou desesperançosas em relação ao mundo exterior e preferir ficar em casa, onde se sentem seguras e confortáveis.
Se você está enfrentando medo de sair de casa e isso está impactando sua qualidade de vida, é importante procurar apoio profissional de um terapeuta, psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudá-lo a entender as causas subjacentes do seu medo e desenvolver estratégias eficazes para enfrentá-lo e superá-lo. Lembre-se de que você não está sozinho e que há suporte disponível para ajudá-lo a lidar com seus desafios. te desejo um feliz dia!!!
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Não sei se isto que acontece é normal mas em relação à ansiedade, parece que o meu cérebro me quer e
Não sei se isto que acontece é normal mas em relação à ansiedade, parece que o meu cérebro me quer enganar e fazer pensar que as emoções de ansiedade que estou a sentir não são emoções de ansiedade mas sim emoções de agrado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
É bastante comum que a ansiedade se manifeste de formas diferentes em cada pessoa e, por vezes, pode ser confundida com outras emoções. Isso ocorre porque algumas das sensações físicas da ansiedade, como o aumento da frequência cardíaca, da respiração ou da sudorese, podem ser semelhantes às sensações associadas a emoções positivas.
Se está a sentir-se confusa em relação às suas emoções, é importante prestar atenção aos pensamentos e às sensações físicas que acompanham essas emoções. Se possível, tente identificar os gatilhos ou as situações que desencadeiam essas emoções, e considere procurar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, para explorar e compreender melhor o que está a sentir. Te desejo um feliz dia?
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Bom, eu tenho 21 anos e desde os 12 que eu comecei a perceber que eu sou gay. No início até tentei n
Bom, eu tenho 21 anos e desde os 12 que eu comecei a perceber que eu sou gay. No início até tentei namorar uma colega aos 14 mas não deu certo (por motivos óbvios) e depois eu me obriguei a não ficar com ninguém e viver pra estudar/trabalhar, tanto que só saio de casa pra isso desde então e abri mão de interações sociais.
Mas volta e meia esse assunto me assombra e sinto que isso está se estendendo pra outras áreas da minha vida pois ando ficando cada vez mais ansioso (sou diagnosticado mas não me trato), mais estressado e com muita desesperança com relação a vida profissional. Como posso deixar que esse meu lado não me afete mais?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, como vai??
É compreensível que a luta interna em relação à sua identidade sexual possa estar afetando sua saúde mental e bem-estar emocional. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-lo a lidar com esses desafios e encontrar paz em relação à sua orientação sexual:
Aceitação de si mesmo: Aceitar e abraçar sua identidade sexual é um passo fundamental para encontrar paz interior e autoaceitação. Reconheça que ser gay faz parte de quem você é, e não algo a ser negado ou envergonhado.
Buscar apoio: Considerar procurar apoio de amigos de confiança, familiares solidários ou grupos de apoio LGBTQ+ pode ser reconfortante e ajudá-lo a se sentir menos isolado. Conversar com pessoas que compartilham experiências semelhantes pode oferecer uma sensação de comunidade e apoio.
Explorar a terapia: A terapia individual com um profissional de saúde mental qualificado pode ser uma ferramenta valiosa para explorar seus sentimentos, desafios e objetivos relacionados à sua identidade sexual e outros aspectos da sua vida. Um terapeuta pode oferecer apoio, orientação e estratégias práticas para lidar com a ansiedade, o estresse e a desesperança que você está enfrentando.
Autocuidado: Priorize o autocuidado e o bem-estar emocional em sua vida diária. Isso pode incluir atividades como exercícios físicos, meditação, hobbies relaxantes, tempo ao ar livre e conectando-se com pessoas que você ama e confia.
Definir metas realistas: Ao enfrentar desafios profissionais ou acadêmicos, defina metas realistas e alcançáveis para si mesmo. Concentre-se no progresso, não na perfeição, e lembre-se de que está tudo bem pedir ajuda quando necessário.
Explorar sua identidade: Tire um tempo para explorar e celebrar sua identidade sexual. Leia livros, assista filmes ou séries, participe de eventos LGBTQ+ e envolva-se em comunidades online ou presenciais que celebram a diversidade sexual e de gênero.
Lembre-se de que você não está sozinho e que há recursos e apoio disponíveis para ajudá-lo a enfrentar esses desafios. Você merece amor, aceitação e felicidade, independentemente da sua orientação sexual. te desejo um feliz dia!!!
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bom, em 2020 eu tive uma pequena crise de ter consciência que eu respiro, eu controlava minha respir
bom, em 2020 eu tive uma pequena crise de ter consciência que eu respiro, eu controlava minha respiração toda hora e não conseguia parar, mas com o tempo eu esqueci isso, mas esse ano, o meu cachorrinho acabou enfrentando um problema, que fez com que eu tivesse um pânico e lembrasse disso denovo, fiquei desde do dia 10 assim, respirando conscientemente e não deixando meu corpo fazer isso normal, porém eu sabia que eu ia passar disso, mas anteontem eu tive uma crise enorme de ansiedade, e agora eu não consigo mais fazer nada que eu costumava fazer sem pensar nisso, sem relaxar, e me distrair, tem sendo horrível, qual clínico eu deveria procurar? :(
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Diante dos sintomas que você está enfrentando, é recomendável procurar um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada e apoio especializado. Um psiquiatra ou um psicólogo clínico são profissionais capacitados para ajudar no tratamento de transtornos de ansiedade, como crises de consciência da respiração e ataques de pânico.
Aqui estão algumas opções a considerar:
Psiquiatra: Um psiquiatra é um médico especializado em diagnóstico, tratamento e manejo de transtornos mentais. Eles podem prescrever medicamentos, se necessário, e oferecer orientação sobre tratamentos para transtornos de ansiedade.
Psicólogo clínico: Um psicólogo clínico é um profissional treinado em avaliação psicológica, diagnóstico e tratamento de transtornos mentais por meio de terapia psicológica. Possui abordagens terapêuticas eficazes para lidar com a ansiedade e os sintomas relacionados.
te desejo um feliz dia!!!
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Olá! É normal um medo em relação a algo nos causar pensamentos, imagens ou até sonhos intrusivos?
Olá!
É normal um medo em relação a algo nos causar pensamentos, imagens ou até sonhos intrusivos?
Fui diagnosticada recente com um transtorno de personalidade obsessiva compulsiva e não percebo ainda muito bem como este tipo de personalidade atua no meu cérebro.
Outra pergunta, se não for incomoda, o formigamento pode aparecer em qualquer área do corpo e pode ser ocasiaonado pelo stress ou ansiedade ou até medo?
Obrigada ☺️.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Olá! Sim, é comum que o medo em relação a algo desencadeie pensamentos, imagens ou até sonhos intrusivos. Estes são sintomas comuns do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), que é caracterizado por padrões recorrentes de pensamentos indesejados, sentimentos ou imagens (obsessões) que levam a comportamentos repetitivos ou rituais (compulsões) para aliviar a ansiedade associada.
No TOC, esses pensamentos intrusivos podem ser persistentes e difíceis de controlar, causando angústia significativa e interferindo nas atividades diárias. A compreensão de como este tipo de personalidade atua no seu cérebro pode ser um processo contínuo e complexo, mas muitas vezes envolve uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.
Quanto à sua segunda pergunta, sim, o formigamento pode ocorrer em qualquer área do corpo e pode ser desencadeado por diversos fatores, incluindo stress, ansiedade e medo. O formigamento é uma sensação comum que ocorre quando os nervos são estimulados, e o stress e a ansiedade podem desencadear uma resposta do sistema nervoso que leva a essa sensação. No entanto, é importante notar que o formigamento também pode ser causado por outros problemas médicos, por isso, se estiver a experienciar formigamento frequentemente ou de forma persistente, é aconselhável consultar um médico para avaliação e diagnóstico adequados. Te desejo um feliz dia!!
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Dr,sinto dor física quando vejo alguém se machucando,é semelhante a dor de um choque elétrico,existe
Dr,sinto dor física quando vejo alguém se machucando,é semelhante a dor de um choque elétrico,existe alguma explicação pra isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
O que está a descrevendo é conhecido como dor empática ou dor emocional. A dor empática ocorre quando observamos alguém sofrendo e sentimos uma resposta física ou emocional semelhante à dor que a pessoa está experienciando. Esta resposta pode manifestar-se de várias formas, desde uma sensação física de desconforto até uma experiência emocional intensa.
A explicação para este fenómeno está relacionada com a forma como o cérebro processa a empatia e a conexão com os outros. Quando observamos alguém em sofrimento, o nosso cérebro pode ativar as mesmas áreas que seriam ativadas se estivéssemos a experienciar essa dor nós mesmos. Isso pode resultar numa resposta física semelhante à dor, como a sensação de um choque elétrico ou de desconforto físico.
A dor empática é uma resposta natural e saudável à percepção do sofrimento alheio e é uma parte importante da empatia humana. No entanto, se estiver a sentir esta dor de forma intensa ou frequente, pode ser útil discuti-la com um profissional de saúde mental para explorar formas de lidar com essa resposta emocional e garantir o seu bem-estar emocional. Te desejo um feliz dia!!!
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Laudo emitido por psicólogo e laudo emitido por psiquiatra é a mesma coisa? Tenho uma salpingectomia
Laudo emitido por psicólogo e laudo emitido por psiquiatra é a mesma coisa? Tenho uma salpingectomia pra fazer e pediram laudo de psiquiatra. Gostaria de saber se laudo de psicólogo seria a mesma coisa...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não são exatamente a mesma coisa! O laudo de um psiquiatra é um documento médico, já que ele é um profissional da área da medicina especializado em saúde mental. O psicólogo, por outro lado, pode emitir um laudo psicológico, que tem um enfoque mais voltado para aspectos emocionais e comportamentais.
No seu caso, como pediram especificamente um laudo psiquiátrico para a salpingectomia, é provável que seja necessário um documento emitido por um médico psiquiatra. Mas nada impede que você entre em contato com quem solicitou o laudo e pergunte se o de um psicólogo também seria aceito. Assim, você evita qualquer dúvida antes do procedimento
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Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato
Eu odeio morar em prédio pq a portaria sabe minha rotina, tenho impressão de ser “vigiado” pelo fato de passar pela portaria, passar pelo porteiro toda vez que saio e entro me incomoda, isso seria algum tipo de fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
A sensação de desconforto ou ansiedade ao passar pela portaria de um prédio e interagir com o porteiro pode ser uma manifestação de fobia social, mas também pode estar relacionada a outros fatores, como questões de privacidade, segurança ou até mesmo experiências persecutórias.
A fobia social é um transtorno caracterizado por um medo intenso e persistente de situações sociais ou de desempenho, onde a pessoa teme ser julgada, criticada ou humilhada pelos outros. Embora seja mais comumente associada a situações como falar em público, conhecer novas pessoas ou participar de eventos sociais, também pode se manifestar em contextos mais específicos, como interações com o porteiro do prédio.
Se esta sensação de desconforto está afetando a sua qualidade de vida ou interferindo nas suas atividades diárias, pode ser útil falar com um psicólogo para avaliar melhor a situação. Um psicólogo pode ajudá-lo a entender as causas subjacentes desse desconforto, desenvolver estratégias para lidar com ele e, se necessário, trabalhar para superá-lo gradualmente.
Encontrar maneiras de estabelecer limites saudáveis e proteger a sua privacidade pode ser uma parte importante do processo de lidar com esse desconforto. sugiro buscar ajuda profissional para melhor avaliar suas demandas trazidas.
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Olá! Meu filho de 15 anos tem uma insegurança e timidez extrema. Com a família é uma adolescente no
Olá!
Meu filho de 15 anos tem uma insegurança e timidez extrema. Com a família é uma adolescente normal, porém com desconhecidos ou pessoas mais afastadas ele tem dificuldade até de olhar nos olhos. No shopping ele anda de cabeça baixa simulando estar no celular para não encarar as pessoas. Tem dificuldade em se entrosar na escola, fazer amizades. Por conta disso ele está com fobia social, evitando ao máximo sair de casa. Também tem problemas quanto a imagem dele. Ele é bem aparentado, mas se enxerga totalmente diferente do que é. Tem 4 anos que ele não tira uma foto sequer, e até para fazer o RG dele foi um dificuldade por conta que ia ter de tirar foto. Chegou ao ponto de não querer me mostrar o RG por conta da foto, mesmo eu sendo o pai dele.
Isso me deixa muito triste, pois vejo que ele sofre bastante com essa situação, e também penso que isso irá atrapalhar bastante ele durante a vida adulta.
Qual especialidade eu devo procurar para ajudar meu filho nisso?
Grato desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como Está?
É compreensível que você esteja preocupado com a situação do seu filho e queira ajudá-lo a lidar com suas dificuldades de insegurança, timidez e fobia social. Para obter o melhor apoio possível para ele, você pode considerar procurar um psicólogo especializado em crianças e adolescentes, especialmente aqueles que têm experiência no tratamento de ansiedade social e questões de autoimagem.
Além disso, dependendo da gravidade dos sintomas e da avaliação do psicólogo, pode ser necessário considerar uma consulta com um psiquiatra para avaliação e possível prescrição de medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos, para ajudar no tratamento da ansiedade social.
Lembre-se de que a jornada para superar a fobia social pode levar tempo e exigir paciência e apoio contínuo. É importante estar presente para seu filho, ouvir suas preocupações e incentivá-lo a procurar ajuda profissional. Com o apoio adequado, ele pode aprender a lidar com sua ansiedade social e desenvolver confiança em si mesmo ao longo do tempo. Te desejo um feliz dia!!!
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O psicólogo trata misofonia ? qual melhor abordagem psicólogico pra esse problema?
O psicólogo trata misofonia ? qual melhor abordagem psicólogico pra esse problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Sim, um psicólogo pode ajudar no tratamento da misofonia. A misofonia é uma condição em que certos sons, muitas vezes relacionados à boca, mastigação, respiração ou outros ruídos corporais, desencadeiam uma forte reação emocional ou física, como raiva, ansiedade ou até mesmo repulsa. Embora a misofonia não seja amplamente compreendida, a terapia psicológica pode ser útil para aprender a lidar com os sintomas e reduzir o impacto que têm na vida diária.
Uma das abordagens psicológicas comuns para o tratamento da misofonia é a terapia cognitivo-comportamental (TCC). A TCC pode ajudar a identificar pensamentos distorcidos ou crenças irracionais associadas aos sons desencadeadores, além de desenvolver estratégias de enfrentamento e técnicas de relaxamento para lidar com a ansiedade e a raiva associadas aos sintomas. Outras abordagens psicológicas, como a terapia de exposição e dessensibilização, também podem ser utilizadas para ajudar a diminuir a sensibilidade aos sons desencadeadores ao longo do tempo.
É importante trabalhar em conjunto com um psicólogo para desenvolver um plano de tratamento individualizado que leve em consideração as suas necessidades e circunstâncias específicas. Além disso, um psicólogo pode ajudar a fornecer suporte emocional e orientação durante o processo de tratamento da misofonia. te desejo um feliz dia!!!
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Boa noite a tadalafila ajudar ao homem ficar mais tempo sem ejacular
Boa noite a tadalafila ajudar ao homem ficar mais tempo sem ejacular
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
A tadalafila é um medicamento usado principalmente no tratamento da disfunção erétil, ajudando a melhorar a capacidade de obter e manter uma ereção durante a estimulação sexual. Embora a tadalafila não tenha sido originalmente desenvolvida para tratar a ejaculação precoce, alguns estudos indicam que ela pode ter um efeito modesto no aumento do tempo até a ejaculação em homens que também sofrem de disfunção erétil e ejaculação precoce.
No entanto, é importante notar que a tadalafila não é especificamente destinada a tratar a ejaculação precoce e não é tão eficaz quanto outros medicamentos desenvolvidos especificamente para esse fim, como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) ou os anestésicos locais. Se esta enfrentando problemas de ejaculação precoce, é recomendável discutir com um médico ou urologista para avaliar as opções de tratamento mais adequadas para si. te desejo um feliz dia!!!
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Olá! A anos frequento psiquiatra e psicólogo por questões de ansiedade e depressão, ambos com foco
Olá!
A anos frequento psiquiatra e psicólogo por questões de ansiedade e depressão, ambos com foco em problemas de socialização.
Nos últimos anos, os profissionais que me acompanham falaram que a uma alta probabilidade de que eu seja autista pelo histórico familiar, meus relatos e a ineficácia de tratamentos com remédios.
Como tenho 31 anos, e dependo do SUS, não vejo como posso proceguir pois estou desesperada por respostas. E no particular é bem difícil, sou de baixa renda e não consigo arcar com muitas sessões.
Gostaria de saber quantas sessões são para o profissional neuropsicólogo diagnosticar o TEA? Se é possível detectar com 1 ou 2 sessões?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Entendo a sua preocupação e quero ajudá-la da melhor forma possível. O diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) em adultos pode ser um processo complexo e geralmente requer uma avaliação abrangente que vai além de uma ou duas sessões. Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:
Avaliação Inicial: Normalmente, a primeira sessão é dedicada a uma entrevista inicial para coletar informações detalhadas sobre o seu histórico, sintomas, e dificuldades. Isso ajuda o profissional a ter uma visão geral da sua situação.
Testes e Observações: Dependendo da complexidade do caso, várias ferramentas de avaliação podem ser usadas, como questionários, escalas de comportamento, e observações clínicas. Esses testes podem precisar de mais de uma sessão para serem aplicados e analisados.
Histórico Familiar e Relatos: A coleta de informações de familiares e outras pessoas que convivem com você também pode ser parte do processo, o que pode demandar sessões adicionais.
Feedback e Discussão: Após a avaliação completa, o profissional irá discutir os resultados com você e fornecer um diagnóstico, se apropriado, juntamente com recomendações para tratamento ou intervenção.
Possibilidade de Diagnóstico em Sessões Limitadas: Embora seja possível obter uma indicação inicial em uma ou duas sessões, um diagnóstico completo de TEA normalmente requer mais tempo devido à necessidade de uma avaliação detalhada e precisa. A pressa pode comprometer a precisão do diagnóstico.
Alternativas no SUS: Como você depende do SUS, é recomendável buscar informações sobre serviços especializados na sua região. Alguns centros de referência e universidades oferecem serviços de avaliação neuropsicológica e podem ter listas de espera, mas ainda assim são uma opção viável.
Sugestões Adicionais:
Procure grupos de apoio e ONGs que lidam com TEA, pois podem oferecer recursos e orientações.
Verifique se há programas específicos de atendimento a adultos com suspeita de TEA no SUS na sua região.
Espero que essas informações sejam úteis e que você encontre o suporte necessário para obter o diagnóstico e o tratamento adequados.
Desejo a você muita sorte. Se você tiver uma proposta de valor reduzida, podemos conversar e ver um valor bom para ambas as partes. Fico por aqui!
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Tenho dificuldade em fazer tudo, sempre acabo deixando pra depois. Mesmo para me alimentar, só lembr
Tenho dificuldade em fazer tudo, sempre acabo deixando pra depois. Mesmo para me alimentar, só lembro quando começo a passar mal. Já tentei desligar tudo que tira a minha atenção, mas a minha mente parece não me deixar fazer as coisas mesmo quando eu sei que devo fazer.
Isso está me deixando ansiosa, o que pode ser?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Parece que você esteja com dificuldades de procrastinação e falta de motivação para realizar tarefas, o que está a causar ansiedade. Essa dificuldade pode ter várias causas e é importante explorar algumas possibilidades:
Problemas de saúde mental: A procrastinação excessiva e a falta de motivação podem ser sintomas de condições como depressão, transtorno de ansiedade ou TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Se suspeitar que a sua saúde mental está a contribuir para esses problemas, é importante procurar ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.
Falta de clareza de objetivos: Às vezes, a procrastinação ocorre quando não temos metas claras ou quando as tarefas parecem esmagadoras. Tente definir objetivos específicos e dividir as tarefas em etapas menores e mais gerenciáveis.
Se estas estratégias não ajudarem ou se a sua ansiedade continuar a aumentar, é fundamental procurar apoio profissional. Um psicólogo pode ajudar a identificar a causa subjacente da procrastinação e desenvolver estratégias personalizadas para lidar com ela. Lembre-se de que é possível superar a procrastinação e alcançar os seus objetivos com paciência, prática e apoio adequado. te desejo um feliz dia!!!
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Boa noite! Faz muito tempo que quando cochilo rápido ( questão de segundos) eu vejo pessoas , cenas
Boa noite! Faz muito tempo que quando cochilo rápido ( questão de segundos) eu vejo pessoas , cenas , ouço pessoas falando....Mas TD muito rápido. E pior de cochilo muitas e muitas vezes por dia . Se estiver assistindo a tv , então , cochilo o tempo todo e sempre com essas visões de segundos. O que isso significa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Obrigada por compartilhar a sua experiência. O que você descreveu pode estar relacionado a um fenômeno conhecido como alucinações hipnagógicas. Estas são experiências sensoriais que ocorrem na transição entre a vigília e o sono, especialmente durante cochilos curtos ou quando estamos prestes a adormecer.
Espero que essa informação tenha sido útil. Caso tenha mais perguntas ou precise de mais apoio, estou à disposição para ajudar.
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Pessoas que como eu não conseguem resolver problemas de raciocínio lógico têm algum tipo de transtor
Pessoas que como eu não conseguem resolver problemas de raciocínio lógico têm algum tipo de transtorno ou déficit?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Não necessariamente. Dificuldades em resolver problemas de raciocínio lógico podem ter diversas origens e não estão necessariamente ligadas a transtornos ou déficits específicos. Algumas pessoas podem ter dificuldades com raciocínio lógico devido a diferenças individuais no funcionamento cognitivo, experiências de aprendizagem, falta de exposição a esse tipo de habilidade, falta de prática ou simplesmente por preferirem outros tipos de atividades.
No entanto, em alguns casos, dificuldades persistentes em resolver problemas de raciocínio lógico podem estar associadas a condições como transtorno do espectro autista (TEA), transtornos específicos de aprendizagem, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) ou outras condições que afetam o funcionamento cognitivo.
Se você está enfrentando dificuldades significativas em resolver problemas de raciocínio lógico e isso está causando impacto em sua vida cotidiana, é uma boa ideia procurar uma avaliação de um profissional de saúde mental para ajudar a identificar a origem dessas dificuldades e desenvolver estratégias para lidar com elas. Esses profissionais podem oferecer suporte e orientação personalizada para melhorar suas habilidades e superar desafios específicos que você possa enfrentar. Que você tenha um feliz dia!!
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Muitos de nós crescemos com a crença (religiosa, principalmente) de que relacionamento homoafetivo é
Muitos de nós crescemos com a crença (religiosa, principalmente) de que relacionamento homoafetivo é errado. Tenho dúvidas se desejar alguém do mesmo sexo é realmente algo natural ao ser humano e medo de sentir culpa por viver algo homoafetivo.
Como ter certeza de que é um sistema de crenças que foi criado no sentido de proibir tais relações?
Agradeço os esclarecimentosRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, como vai?
É compreensível que muitas pessoas enfrentem conflitos internos em relação à sua orientação sexual devido a crenças religiosas, culturais ou sociais que foram internalizadas ao longo da vida. No entanto, é importante reconhecer que a orientação sexual é uma parte natural da diversidade humana e que desejos homoafetivos são tão naturais quanto os desejos heterossexuais.
A sexualidade humana é complexa e diversa, e não existe uma única resposta sobre o que é "natural". A pesquisa científica sugere que a orientação sexual é influenciada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e sociais. Não há evidências que sugiram que a orientação sexual seja uma escolha ou algo que possa ser mudado.
Quanto à culpa associada aos desejos homoafetivos, é importante reconhecer que sentir atração por pessoas do mesmo sexo não é algo que precise ser julgado ou condenado. Sentir-se culpado por desejos ou sentimentos naturais pode causar sofrimento emocional e interferir no bem-estar psicológico. É importante desafiar e questionar as crenças internalizadas que podem estar contribuindo para essa culpa e buscar apoio emocional, se necessário, para explorar e aceitar plenamente a sua orientação sexual.
Se estiver a lidar com essas questões, pode ser útil conversar com um psicólogo que seja sensível às questões de orientação sexual e que possa ajudá-lo a explorar esses sentimentos de uma forma segura e respeitosa. Lembre-se de que você tem o direito de ser quem você é e de amar quem você ama, independentemente da orientação sexual. te desejo um feliz dia!!!
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Quando a pessoa tem distorção de imagem e pensar ser de um jeito, o corpo passa a mudar e ficar como
Quando a pessoa tem distorção de imagem e pensar ser de um jeito, o corpo passa a mudar e ficar como a pessoa pensa ser?
Ex pensar ter braço grosso por muito tempo, faz vc ficar com o braço grosso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A distorção da imagem corporal é uma condição em que a pessoa tem uma percepção distorcida de como seu corpo realmente é. Isso é comum em transtornos como a dismorfia corporal e pode causar muito sofrimento. No entanto, a forma como você percebe seu corpo não muda fisicamente as partes do seu corpo de maneira direta.
Efeitos da Percepção na Realidade Física:
Percepção vs. Realidade Física: Acreditar que uma parte do seu corpo é de um certo jeito (por exemplo, acreditar que seus braços são mais grossos do que realmente são) não faz com que essa parte mude fisicamente apenas pela força do pensamento. A percepção é uma construção mental e não uma transformação física.
Influência Indireta: No entanto, a percepção que você tem do seu corpo pode influenciar seu comportamento. Por exemplo, se você acredita que seus braços são finos e decide fazer exercícios específicos para aumentar a musculatura dos braços, com o tempo, você pode realmente desenvolver braços mais musculosos. Nesse caso, a mudança física ocorre devido à ação (exercício) e não apenas ao pensamento.
Impacto Psicológico e Comportamental: A distorção da imagem corporal pode levar a comportamentos que, ao longo do tempo, podem causar mudanças físicas indiretas. Por exemplo, evitar certos alimentos ou praticar exercícios excessivamente por acreditar que uma parte do corpo é inadequada.
Importância do Tratamento:
É importante abordar a distorção da imagem corporal através de intervenções psicológicas. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para ajudar a ajustar a percepção da imagem corporal e desenvolver uma relação mais saudável com o próprio corpo.
Caso esteja enfrentando dificuldades com a sua imagem corporal, recomendo fortemente buscar apoio psicológico. Isso pode ajudar a melhorar sua qualidade de vida e seu bem-estar geral.
Espero que esta informação tenha sido útil. Se precisar de mais esclarecimentos, estou à disposição.
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Tenho TOC, há 5 anos. Tenho a sensação de que não quero servir a Deus e isso me causa muita angústia
Tenho TOC, há 5 anos. Tenho a sensação de que não quero servir a Deus e isso me causa muita angústia. Estou passando por um momento de confusão mental e sinto que é minha vontade mesmo não servir a Deus. O Toc pode mesmo fazer parecer que eu não quero mais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode causar pensamentos intrusivos e indesejados que podem ser extremamente perturbadores e angustiantes. Esses pensamentos podem abordar uma variedade de temas, incluindo questões religiosas e espirituais.
No seu caso, é possível que os pensamentos intrusivos relacionados à sua fé estejam a ser intensificados pelo TOC, causando uma grande angústia e confusão mental.
É importante reconhecer que esses pensamentos intrusivos não refletem necessariamente os seus verdadeiros desejos ou convicções. Eles são um sintoma do TOC e não devem ser interpretados como uma expressão genuína da sua vontade ou caráter.
Procurar ajuda profissional de um psicólogo ou terapeuta especializado em TOC pode ser muito útil para aprender a lidar com esses pensamentos intrusivos. A terapia cognitivo-comportamental (TCC), em particular, tem sido eficaz no tratamento do TOC, ajudando os indivíduos a reconhecer e desafiar pensamentos distorcidos, bem como a desenvolver estratégias de enfrentamento para lidar com a ansiedade associada.
Além disso, é importante lembrar que é normal ter dúvidas e questionamentos sobre a fé de tempos em tempos, mesmo sem o TOC. Esses questionamentos fazem parte do crescimento espiritual e podem levar a uma compreensão mais profunda das suas crenças e valores. Se sentir que precisa de apoio adicional em relação à sua fé, considere falar com um líder espiritual ou conselheiro religioso em quem confie.
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Perguntas frequentes
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