Perguntas do paciente (62)

  • Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que conti

    Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que continuam a tratá-los como crianças ? Com total controle sobre a vida deles, chegando a sofrer quando um arruma uma companheira e tentando sabotar cada relacionamento; tentando convencer o outro mais velho (48) a voltar para casa e outro de 46 que é complexado e nunca chegou a trabalhar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Doralice Otaviano

    A situação de pais idosos (70 e 68 anos) que mantêm um controle rígido sobre filhos adultos (acima de 40 anos) é um fenômeno psicológico que envolve dependência emocional mútua, medo do ninho vazio e, em muitos casos, a infantilização dos filhos para manter o papel de cuidado dos pais.Nesta configuração, os pais costumam ver a autonomia dos filhos como uma "ameaça" ou um "abandono". Isso gera comportamentos específicos:

    Sabotagem de Relacionamentos: Os pais sentem que a companheira do filho é uma "rival" que vai roubar a atenção e o controle que eles detêm.
    Pressão para o Retorno (Filho de 48 anos): Uma tentativa de recuperar o status de "família completa" sob o teto dos pais, ignorando a necessidade de independência do adulto.
    o ideal seria que esta familia fosse atendida por um terapeuta de familia.


  • Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mão

    Minha filha teve uma crise de nervoso, ela tinha um ódio de algo ou alguém , socava o chão, suas mãos fecharam. Qual a melhor maneira de se tratar e como lhe dar com isso nessas horas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Doralice Otaviano

    Lamento muito que você e sua filha tenham passado por esse momento tão difícil. Crises de raiva intensa, onde a pessoa chega a ferir as próprias mãos ou socar objetos, indicam um transbordamento emocional onde as palavras já não são suficientes para expressar a dor ou o ódio que ela sente.Essa crise da sua filha pode ser um grito por socorro ou uma explosão de sentimentos que ela não consegue mais conter. É importante que, após ela se acalmar, vocês possam conversar (sem julgamentos ou brigas) sobre o que realmente causou esse ódio, possivelmente com a ajuda de um terapeuta.


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