Perguntas do paciente (148)

  • Estou em um relacionamento há quase 2 anos, nos vemos todos os finais de semana. Sou muito feliz e g

    Estou em um relacionamento há quase 2 anos, nos vemos todos os finais de semana. Sou muito feliz e grato pelo amor que recebo, mas vez ou outra dúvido da minha vontade de querer estar em um relacionamento. As vezes sinto saudades da vida de solteiro. Contudo esses pensamentos só ocorrem quando eu estou sozinho. Quando estou com ele, meu mundo é completamente diferente: como disse, me sinto a pessoa mais feliz e sortuda do mundo por ter do meu lado alguém como ele. Nada me incomoda no nosso relacionamento, mas tenho medo de que esses pensamentos e desejos irracionais possam acabar destruindo tudo o que construímos até aqui. Como evitá-los e assim preservar meu namoro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    É normal ter esses pensamentos de vez em quando, mesmo estando em um relacionamento feliz e saudável. É importante entender que ter esses pensamentos não significa necessariamente que você quer acabar com o relacionamento ou que você está infeliz nele.

    Para evitar que esses pensamentos atrapalhem o seu relacionamento, tente refletir sobre o que você realmente quer e o que te faz feliz. Se você sentir que a vida de solteiro é algo que você realmente quer experimentar novamente, converse com seu parceiro abertamente sobre isso. Pode ser que vocês consigam encontrar um meio termo que permita a você ter um tempo sozinho sem prejudicar o relacionamento.

    No entanto, se você perceber que esses pensamentos são passageiros e que, no geral, você é feliz no relacionamento, tente se concentrar nas coisas boas que vocês têm juntos e nos momentos felizes que vocês compartilham. Tente manter o diálogo aberto e honesto com seu parceiro sobre seus sentimentos e preocupações. Juntos, vocês podem encontrar maneiras de fortalecer seu relacionamento e torná-lo ainda mais satisfatório para ambos.


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  • Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi m

    Hoje eu e meu namorado tivemos uma conversa profunda, como sempre e rolou o assunto "término". Foi mais uma conversa sobre nosso relacionamento, sobre o que admiramos e não gostamos muito um no outro e sobre como, caso um dia terminemos, seguiremos nossas vidas e o que levaremos conosco. Foi uma ótima conversa, mas me deixou incomodada um pouco depois. Será que ele quer terminar e ainda não tomou coragem, ou talvez ainda não esteja certo sobre isso? Posso normalizar esse tipo de conversa ou devo me preocupar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    É normal ter conversas profundas e reflexivas sobre um relacionamento e seu futuro, incluindo a possibilidade de um término. Isso pode ser uma maneira saudável de explorar e entender melhor os sentimentos e necessidades de cada um, e de se preparar para qualquer eventualidade no futuro.

    No entanto, se a conversa te deixou incomodada ou preocupada, é importante falar com seu namorado sobre isso. Pergunte a ele diretamente se ele estava sugerindo um término ou se estava apenas refletindo sobre possibilidades no futuro. Comunicação aberta e honesta é fundamental em qualquer relacionamento saudável.

    Além disso, se essa conversa sobre término é algo recorrente e te deixa ansiosa ou preocupada, pode ser útil explorar por que isso está acontecendo. Talvez haja questões subjacentes no relacionamento que precisem ser abordadas ou talvez haja inseguranças pessoais que precisem ser trabalhadas.

    Em resumo, ter uma conversa profunda sobre o futuro do relacionamento e a possibilidade de um término não é necessariamente um sinal de que o relacionamento está chegando ao fim. No entanto, se essa conversa te deixa desconfortável ou preocupada, é importante ter uma comunicação aberta e honesta com seu parceiro para entender melhor seus sentimentos e necessidades, e para garantir que ambos estejam na mesma página.


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  • Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?

    Tenho 2 meses que tive bebe, e estou cm crises de pensamentos negativos,isso pode ser pós parto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Sim, é possível que você esteja passando por uma condição chamada de "depressão pós-parto" (DPP), que é uma forma de depressão que afeta muitas mulheres após o parto. A DPP pode causar sentimentos de tristeza, ansiedade, fadiga, irritabilidade, falta de concentração, alterações no apetite e no sono, bem como pensamentos negativos sobre si mesma e sobre o bebê.

    A DPP pode afetar qualquer mulher, independentemente de sua idade, etnia ou status socioeconômico, e é causada por mudanças hormonais e outros fatores físicos e emocionais relacionados à gravidez e ao parto. Felizmente, a DPP é tratável e a maioria das mulheres melhora com o tratamento adequado.

    Se você está enfrentando esses sintomas, é importante que você fale com um profissional de saúde. Eles podem diagnosticar e tratar a DPP com medicamentos, terapia ou uma combinação de ambos. Além disso, também é importante que você fale com seu parceiro, amigos e familiares sobre o que está sentindo e peça ajuda e suporte quando precisar.

    Lembre-se de que a DPP é uma condição comum e que não há nada de errado em procurar ajuda. Com o tratamento adequado, você pode superar a DPP e desfrutar de um relacionamento saudável com seu bebê e sua família.


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  • Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio

    Estou em tratamento de ansiedade com paroxetina há 9 dias. Minha médica recomendou que tomasse meio comprimido por 4 dias e após tomasse um comprimido inteiro de 10 mg, porém tive muitos efeitos colaterais e não consegui mudar a dose. Nos últimos dois dias estou sentindo uma tristeza profunda, sensação de estar vendo a vida como um filme após tomar o remédio, e a ansiedade voltou. Isso pode ser causado por eu não ter aumentado a dose do remédio? Devo aumentar a dose?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    É possível que a sensação de tristeza profunda e ansiedade que você está experimentando sejam efeitos colaterais do medicamento, especialmente se esses sintomas surgiram após o início do tratamento com paroxetina. É importante que você informe sua médica sobre esses sintomas para que ela possa avaliar se é necessário ajustar a dose ou mudar o medicamento.

    No entanto, não é recomendado que você faça ajustes na dose do medicamento sem consultar sua médica. A paroxetina é um medicamento que precisa ser introduzido gradualmente para minimizar os efeitos colaterais, e qualquer mudança na dose deve ser feita com orientação médica.

    Além disso, é importante lembrar que a medicação para ansiedade é apenas um aspecto do tratamento. É recomendável que você também procure terapia com um profissional especializado em saúde mental para ajudá-lo a aprender estratégias para lidar com a ansiedade e outros sintomas relacionados.

    Em resumo, informe sua médica sobre seus sintomas e siga as orientações dela em relação ao tratamento com a paroxetina. Considere também procurar terapia para complementar o tratamento com medicamentos.


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  • Toda vez que alguém demonstra sentimentos eu acabo fugindo, de alguma forma eu abalo a pessoa e ela

    Toda vez que alguém demonstra sentimentos eu acabo fugindo, de alguma forma eu abalo a pessoa e ela vai embora, por mais que eu goste dela, mas quando fica próxima demais eu acabo fugindo, por que?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    A tendência de fugir ou se afastar quando alguém demonstra sentimentos pode ser indicativa de padrões de comportamento ou estratégias de enfrentamento que foram desenvolvidos como uma forma de autoproteção ou defesa emocional. Existem várias possíveis razões pelas quais isso pode estar acontecendo, e é importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter suas próprias experiências e motivos subjacentes.

    Uma possível explicação é o medo da intimidade emocional. Se você teve experiências passadas de relacionamentos que foram negativas, traumáticas ou que resultaram em ferimentos emocionais, pode ter desenvolvido uma aversão inconsciente a se aproximar emocionalmente das pessoas. Como mecanismo de proteção, você pode estar se afastando para evitar a possibilidade de se machucar novamente.

    Outra explicação possível é o medo da vulnerabilidade. Aproximar-se emocionalmente de alguém envolve abrir-se e expor-se emocionalmente, o que pode ser assustador para algumas pessoas. Medo de ser julgado, rejeitado ou de perder o controle emocional podem levar a uma tendência de se afastar quando alguém se aproxima emocionalmente.

    Autoestima e autoimagem também podem desempenhar um papel. Se você tem baixa autoestima, pode ter dificuldade em acreditar que alguém possa gostar de você ou aceitá-lo, o que pode levar ao afastamento como uma forma de se proteger de possíveis rejeições ou desapontamentos.

    É importante considerar que esses padrões de comportamento podem ter origens complexas e podem ser influenciados por experiências passadas, crenças pessoais, traços de personalidade, entre outros fatores. É recomendado buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou terapeuta, para uma avaliação e compreensão mais aprofundada dos motivos subjacentes a esse padrão de comportamento. Através da terapia, é possível explorar e trabalhar com esses padrões de comportamento, desenvolver estratégias de enfrentamento saudáveis e promover relacionamentos mais satisfatórios e significativos.


  • Boa noite tenho 33 anos tive dois casamentos e não deram certo,não consigo ter afeto canso rápido da

    Boa noite tenho 33 anos tive dois casamentos e não deram certo,não consigo ter afeto canso rápido da pessoa. Gosto muito de viver sozinha é normal isso ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Sim, é normal gostar de viver sozinho e não ter interesse em relacionamentos românticos ou casamentos. Algumas pessoas preferem ter mais independência, liberdade e privacidade em suas vidas e não sentem a necessidade de ter um relacionamento romântico ou compromisso sério.

    No entanto, é importante que você também esteja ciente de suas próprias necessidades e desejos, e se questione se a solidão que está sentindo é uma escolha saudável ou se pode estar relacionada a outras questões pessoais, como medo de intimidade, baixa autoestima, dificuldades de comunicação, entre outros.

    Se você se sentir bem e feliz com sua vida solteira, não há nada de errado nisso. No entanto, se você está preocupada ou tem dúvidas sobre seus sentimentos em relação a relacionamentos, é importante conversar com um profissional de saúde mental ou terapeuta para ajudá-la a entender suas emoções e explorar suas opções.


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  • Chorar desesperado é um dos sintomas de ansiedade?

    Chorar desesperado é um dos sintomas de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Chorar desesperadamente pode ser um sintoma associado à ansiedade em algumas pessoas, mas nem sempre é exclusivamente indicativo de ansiedade. A ansiedade é um transtorno mental que pode se manifestar de várias maneiras, e os sintomas podem variar de pessoa para pessoa.

    Chorar é uma resposta emocional natural e pode ocorrer em muitas situações diferentes, incluindo momentos de ansiedade intensa. Algumas pessoas podem chorar como uma forma de expressar emoções intensas e liberar a tensão acumulada associada à ansiedade. Isso pode acontecer em situações de crise, ataques de ansiedade, ou quando a ansiedade se torna avassaladora.

    No entanto, é importante ter em mente que nem todas as pessoas com ansiedade choram desesperadamente como um sintoma. A ansiedade pode se manifestar de diversas maneiras, como preocupação excessiva, irritabilidade, inquietação, problemas de sono, sintomas físicos como palpitações, sudorese, falta de ar, e outros sintomas emocionais e cognitivos.

    Além disso, chorar desesperadamente também pode ser um sintoma de outros transtornos de saúde mental, como a depressão, o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ou outros distúrbios de humor.

    Se você está enfrentando sintomas de ansiedade, é importante buscar o apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação adequada e um plano de tratamento adequado. Cada pessoa é única e o tratamento pode variar de acordo com a gravidade dos sintomas, a história clínica e as necessidades individuais.


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  • Estou iniciando um relacionamento (3 meses). Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais boni

    Estou iniciando um relacionamento (3 meses).
    Vi ele comentar a foto de uma outra mulher , mais bonita, mais independente , mais interessante, bem mais estruturada etc… tbm vi ela retribuir o comentário , ele demonstra gostar de mim mas agora estou muito insegura com auto estima baixa, me causa ansiedade, fico stakeando ela, oq me deixa me sentindo mais pra baixo ainda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Compreendo como essa situação pode estar afetando sua autoestima e aumentando sua ansiedade. No entanto, é importante lembrar que comentários em fotos de outras pessoas não necessariamente significam que o seu parceiro esteja interessado nelas ou que você é menos valiosa ou atraente para ele.

    Tente conversar com ele sobre como você se sente em relação a isso e deixe claro que isso está te causando ansiedade e insegurança. É importante que ele saiba como você está se sentindo e possa oferecer suporte e compreensão.

    Além disso, lembre-se de trabalhar em sua autoestima e focar em suas próprias qualidades e virtudes. Comparar-se com outras pessoas pode ser prejudicial e não reflete sua verdadeira beleza e valor. Tente se concentrar em coisas que você gosta em si mesma e nas coisas positivas em seu relacionamento.

    Se essa situação está causando muito sofrimento emocional, é importante procurar ajuda profissional de um terapeuta ou psicólogo para ajudá-la a lidar com esses sentimentos e trabalhar em sua autoestima e confiança.


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  • Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, poré

    Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, porém ela parou de tomar os medicamentos, que ela acredita e eu tbm que Deus a curou, porém alguns fatos me faz pensar que ela ainda está com esse transtorno, tipo, agressões comigo, oscilações de humor, mentiras , pq acho que ela mente pra mim? Pq não confio nela ainda ? Depois de dez anos de casado? Pq ela perdeu a vontade de ter relações sexuais comigo ? é normal uma mulher ficar meses sem ter relação ? Pq me sinto como se não fosse suficiente pra ela? Enfim .... Obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Olá! Lamento ouvir que você esteja passando por essa situação difícil em seu casamento. O transtorno de personalidade borderline pode ser uma condição desafiadora para a pessoa que o tem e para aqueles que estão próximos a ela.

    É importante lembrar que o tratamento para o transtorno de personalidade borderline geralmente envolve uma combinação de medicação e terapia. Embora algumas pessoas possam ter uma remissão completa dos sintomas, é improvável que a condição desapareça completamente sem tratamento.

    Com relação às suas perguntas, é importante lembrar que cada pessoa é única e pode ter diferentes razões para seu comportamento. No entanto, a agressão, oscilações de humor e mentiras são características comuns do transtorno de personalidade borderline.

    Quanto à falta de relações sexuais e sentimentos de inadequação, isso também pode ser uma questão complexa e pode ter várias causas. É importante lembrar que a falta de desejo sexual pode ser influenciada por muitos fatores, incluindo estresse, cansaço, problemas emocionais e problemas médicos.

    Eu recomendo que você considere buscar ajuda profissional, como um terapeuta individual ou um terapeuta de casais, para discutir essas questões em mais detalhes. Um profissional de saúde mental qualificado pode ajudá-lo a explorar suas preocupações, desenvolver estratégias para lidar com a situação e fornecer suporte emocional durante este tempo difícil.


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  • Tenho Síndrome do Pânico! Tomo Alprazolan 1 mg e citalopram. Ultimamente mesmo tomando a medicação,

    Tenho Síndrome do Pânico! Tomo Alprazolan 1 mg e citalopram. Ultimamente mesmo tomando a medicação, eu tenho algumas crises. Fico dias sem querer sair da cama! Sei que estou precisando de ajuda! Mas não consigo decidir entre um Psicólogo ou Terapeuta.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Ambos psicólogos e terapeutas podem ser úteis no tratamento da Síndrome do Pânico, mas existem algumas diferenças importantes entre os dois.

    Os psicólogos são profissionais treinados para ajudar a tratar problemas emocionais e comportamentais por meio de terapia. Eles podem usar diferentes abordagens terapêuticas, como a terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia psicodinâmica, terapia de grupo, entre outras. Os psicólogos são especialistas em entender o comportamento humano e como ele é afetado por fatores emocionais, cognitivos e ambientais.

    Os terapeutas, por outro lado, são profissionais que ajudam a tratar problemas emocionais, psicológicos e comportamentais, mas podem ter uma formação menos ampla do que apenas em psicologia.


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  • Tive uma crise nervosa e não consigo lembrar do que aconteceu. Mas há quem diga que fiquei violento,

    Tive uma crise nervosa e não consigo lembrar do que aconteceu. Mas há quem diga que fiquei violento, mas sempre fui uma pessoa pacífica. Isso é possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Tive uma crise nervosa e não consigo lembrar do que aconteceu. Mas há quem diga que fiquei violento, mas sempre fui uma pessoa pacífica. Isso é possível?


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  • O embotamento pode ser ocasionado devo uma perda afetiva?

    O embotamento pode ser ocasionado devido a uma perda afetiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    O embotamento pode ser ocasionado devido a uma perda afetiva?


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  • Ola tenho claustrofobia estou gravida e com muito medo de fazer cesaria como poderia vencer isso.

    Ola tenho claustrofobia, estou gravida e com muito medo de fazer cesaria, como poderia vencer isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    A claustrofobia é um medo intenso e irracional de lugares ou situações que podem parecer difíceis de escapar ou onde você se sente preso. É compreensível que a perspectiva de passar por uma cesariana possa ser assustadora para quem sofre de claustrofobia.

    No entanto, existem algumas estratégias que você pode tentar para ajudar a controlar a sua claustrofobia durante a cesariana:

    Fale com o seu médico: É importante informar o seu obstetra/anestesista sobre sua claustrofobia. Eles podem oferecer sugestões e soluções para ajudá-lo a se sentir mais confortável durante a cirurgia.

    Técnicas de respiração: Aprender a controlar a respiração pode ajudar a reduzir a ansiedade e o medo durante a cesariana. Pratique técnicas de respiração profunda, como inspirar profundamente e contar até cinco antes de expirar lentamente.

    Visualização: Imagine um lugar que você se sinta confortável e seguro, como uma praia ou um lugar ao ar livre, enquanto se prepara para a cirurgia. A visualização pode ajudá-lo a se concentrar em pensamentos positivos e tranquilizadores.

    Sedação: Em casos graves de claustrofobia, pode ser necessário utilizar sedação antes da cirurgia para ajudá-lo a se sentir mais confortável e menos ansioso.

    Lembre-se de que a cesariana é um procedimento comum e seguro que é realizado todos os dias. Converse com o seu médico e equipe médica sobre as opções disponíveis e siga as orientações para ajudá-lo a se sentir o mais confortável possível.


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  • Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial (psicopatia) pode ter como comorbidade a ansi

    Uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial (psicopatia) pode ter como comorbidade a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Sim, é possível que uma pessoa com transtorno de personalidade antissocial, que também é conhecido como psicopatia, tenha como comorbidade a ansiedade. Embora os indivíduos com psicopatia sejam frequentemente caracterizados como destituídos de emoções, estudos têm mostrado que eles podem experimentar sentimentos de ansiedade e estresse, especialmente em situações em que correm o risco de serem punidos ou descobertos por suas ações.

    Além disso, as pessoas com transtorno de personalidade antissocial muitas vezes têm um histórico de comportamento impulsivo e de risco, o que pode levar a sentimentos de ansiedade e preocupação sobre as consequências de suas ações.

    É importante ressaltar que a comorbidade da ansiedade com o transtorno de personalidade antissocial pode tornar o tratamento mais desafiador, pois a psicopatia é uma condição que geralmente é resistente à mudança e que pode envolver comportamentos antiéticos ou criminosos. No entanto, abordagens terapêuticas que abordam a ansiedade e trabalham para desenvolver habilidades sociais e de comunicação podem ajudar a melhorar o funcionamento geral do indivíduo e reduzir o risco de comportamentos problemáticos.


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  • Ola ! Aparentemente não tenho motivos para me sentir triste e desanimada, mas tem alguns meses que a

    Ola ! Aparentemente não tenho motivos para me sentir triste e desanimada, mas tem alguns meses que ando triste, insegura não sinto mais felicidade e isto vem afetando a minha vida matrimonial e até mesmo como mãe e também no social. Ando pegando birras de algumas pessoas talvez até sem motivo aparente . Gostaria de um feedback

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Olá! É importante reconhecer que a tristeza e a falta de motivação podem ser sintomas de um possível transtorno de saúde mental, mesmo que você não identifique motivos aparentes para se sentir dessa maneira. A depressão, por exemplo, é uma condição de saúde mental que pode causar sintomas como tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, insegurança, irritabilidade, alterações no sono e no apetite, e dificuldade em se concentrar, entre outros.

    É comum que a depressão e outros transtornos de saúde mental afetem diversos aspectos da vida, incluindo relacionamentos interpessoais, como o casamento e a parentalidade, e a habilidade de se relacionar socialmente. Mudanças comportamentais, emocionais e cognitivas podem ocorrer como resultado de um desequilíbrio químico no cérebro e outros fatores biopsicossociais.

    É importante buscar ajuda profissional para uma avaliação adequada se você está enfrentando esses sintomas. Um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou um psiquiatra, pode avaliar a sua situação de forma abrangente e fornecer um diagnóstico correto, bem como um plano de tratamento apropriado. O tratamento pode incluir psicoterapia, medicação, mudanças no estilo de vida, e outras abordagens terapêuticas, dependendo da gravidade dos sintomas e das necessidades individuais.

    Lembrando que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de autocuidado. Cuidar da sua saúde mental é fundamental para o seu bem-estar geral e pode ter um impacto positivo em vários aspectos da sua vida. Não hesite em procurar apoio profissional se você estiver se sentindo triste, insegura e isso estiver afetando sua vida de forma significativa.


  • Olá! Eu fui casada por 7 anos e quando tive meu bebê, ele ficou na UTI por complicações do parto. Qu

    Olá! Eu fui casada por 7 anos e quando tive meu bebê, ele ficou na UTI por complicações do parto. Quando ele teve alta, o pai dele nos deixou. Logo assumiu relacionamento com outra mulher. Ja se passaram 4 anos e eu não consigo me aprofundar em relacionamentos com ninguém. Só tive relações superficiais, sinto medo da intimidade e da convivência, sempre acabo fugindo dos rapazes e sinto uma grande angústia quando penso nesse assunto de relacionamentos. Como posso vencer isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Olá! Lamento muito pela sua situação e entendo que deve ser difícil para você lidar com essas emoções e sentimentos. É importante buscar ajuda profissional para lidar com essa situação e superar essas barreiras emocionais.

    Você pode considerar a terapia individual para trabalhar suas questões emocionais e de autoconhecimento. Um psicólogo pode ajudá-la a identificar os padrões de comportamento que a impedem de se aprofundar em relacionamentos e desenvolver estratégias para superá-los.

    Também pode ser útil participar de grupos de apoio de pessoas que passaram por situações semelhantes. Conhecer outras pessoas que enfrentaram situações parecidas pode ajudar a sentir menos isolada e a obter novas perspectivas e estratégias de enfrentamento.

    Por fim, é importante ter paciência e ser gentil consigo mesma. Superar traumas e medos pode levar tempo, mas com ajuda profissional e suporte emocional, é possível trabalhar essas questões e seguir em frente.


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  • estou com muita ansiedade, minha falta de ar começou nos ultimos 6 meses de emprego, muitas cobrança

    estou com muita ansiedade, minha falta de ar começou nos ultimos 6 meses de emprego, muitas cobranças, pressão, metas e tudo mais, hoje tem 2 meses que estou desempregado e essa falta de ar continua todos os dias, no momento estou estudando e sofro muito com isso nao sei mais o que fazer, alguma dica de como controlar, ou tratar o que fazer ????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Sinto muito que esteja passando por isso. A ansiedade pode causar uma série de sintomas físicos, incluindo falta de ar, e pode ser especialmente difícil de lidar quando se está lidando com pressão no trabalho ou outras fontes de estresse.

    Aqui estão algumas dicas que podem ajudá-lo a controlar sua ansiedade e lidar com a falta de ar:

    Pratique técnicas de respiração: Tente se concentrar em sua respiração e pratique exercícios de respiração profunda ou de relaxamento para ajudar a controlar a sensação de falta de ar. Existem muitas técnicas de respiração diferentes que podem ajudar a acalmar a mente e o corpo, como a respiração diafragmática.

    Faça exercícios físicos regulares: O exercício pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar a saúde geral. Considere fazer caminhadas, corridas ou outros exercícios de baixo impacto que possam ajudá-lo a relaxar e aliviar o estresse.

    Encontre maneiras de relaxar: Reserve um tempo para atividades relaxantes, como meditação, yoga, ou simplesmente ouvir música relaxante. A prática regular de atividades relaxantes pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o bem-estar geral.

    Considere a terapia: Falar com um profissional de saúde mental pode ajudá-lo a identificar e lidar com os gatilhos da ansiedade e desenvolver estratégias para lidar com a falta de ar e outros sintomas relacionados.

    Considere a medicação: Se a ansiedade estiver afetando significativamente sua qualidade de vida, um profissional de saúde mental pode prescrever medicamentos que ajudem a controlar a ansiedade e os sintomas relacionados.

    Lembre-se de que a ansiedade é tratável, e que existem muitas opções de tratamento disponíveis para ajudá-lo a lidar com a falta de ar e outros sintomas relacionados. Não hesite em buscar ajuda profissional se estiver lutando com a ansiedade.


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  • Oi gente tudo bom? Preciso muito de um feedback...agradeço a atenção. Bom, é aquele classico, sa

    Oi gente tudo bom? Preciso muito de um feedback...agradeço a atenção.

    Bom, é aquele classico, sabe? não tenho vontade de fazer quase nada, não vejo sentido nas coisas, em planos futuros porque sinto que o que devia ser importante pra mim nao é. Me isolo das pessoas que podia ser mais amiga, sou muito medrosa. Eu não sou conhecedora de coisas populares que as sabem e nem tenho muito desejo de conhecer, só sei falar bobagem. Não tenho gostos series/musicas/filmes favoritos.

    Eu me sinto diferente dos outros, meio distante, sinto que os outros conseguem se distrair mais fácil. Com uma letra de musica triste, eu fico noiada achando que aquilo deve ter algum significado para minha vida.Perdi minha personalidade fazem 7 anos em um relacionamento abusivo de 1 ano.

    Eu era inteligente, perseverante, um pouco mais confiante, tinha hobbies e paixões, desenhava muito, lia sempre algum livro, escrevia muito bem, falava muito bem, me vestia como eu queria, cheia de inspiração.
    Agora eu não sei quem eu sou, não gosto de ler, meus desenhos não me agradam mais tanto, não escrevo nada com nada e me visto no automático.
    Eu não vejo sentido nem muita alegria na vida, além de estar namorando um cara muito gentil e do bem.
    Enfim, me sinto incompleta, quebrada, por favor me ajudem, abraços!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Sinto muito por tudo o que você passou em seu relacionamento abusivo. É normal sentir-se perdida após um trauma emocional, e é importante que você saiba que você não está sozinha nessa luta.

    Para ajudá-la a encontrar uma saída para essa situação, aqui estão algumas sugestões:

    Busque ajuda profissional: Uma boa maneira de começar a lidar com esses sentimentos é buscar ajuda profissional. Psicólogos e terapeutas podem ajudá-la a trabalhar com esses sentimentos e desenvolver habilidades para lidar com eles. Eles podem ajudá-la a entender como o trauma afetou você e trabalhar com você para ajudá-la a encontrar sua identidade novamente.

    Experimente novas atividades: Tente experimentar novas atividades e hobbies. Isso pode ajudá-la a descobrir novos interesses e a encontrar novas formas de expressão. Alguns exemplos podem incluir arte, culinária, fotografia, dança, esportes, jardinagem, entre outras atividades.

    Converse com amigos e familiares: Conversar com amigos e familiares de confiança pode ser uma ótima maneira de se conectar com os outros e se sentir menos sozinha. Eles podem oferecer apoio e ajudá-la a se sentir mais positiva sobre si mesma.

    Desenvolva uma rotina saudável: Cuidar de si mesma fisicamente pode ajudá-la a se sentir melhor emocionalmente. Tente desenvolver uma rotina saudável que inclua exercícios regulares, uma alimentação balanceada e um sono adequado.

    Lembre-se de que a recuperação é um processo que leva tempo e que pode haver altos e baixos. Não se desanime se as coisas não melhorarem imediatamente. Com o tempo e com a ajuda de profissionais e amigos, você pode encontrar uma nova identidade e sentido de propósito em sua vida.






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  • Faz um tempo q sinto que preciso deixar certas coisas de um jeito, como, vou dormir e tenho que deix

    Faz um tempo q sinto que preciso deixar certas coisas de um jeito, como, vou dormir e tenho que deixar a porta fechada de um certo modo se não aquilo vai me incomodar, ou antes de dormir tenho q ficar limpando a tela do meu celular até algo em mim falar "ok, pode guardar ele" se não fico com o sentimento que vai acontecer algo de ruim com alguém da minha família... Antes era só com a porta, agora é com literalmente tudo em que eu toco e eu não sei do pq.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    O que você descreve parece ser um comportamento obsessivo-compulsivo (TOC). Esse transtorno se caracteriza por pensamentos repetitivos e intrusivos, que geram ansiedade, e comportamentos repetitivos (compulsões), que visam reduzir essa ansiedade.

    É importante lembrar que o TOC é um transtorno de ansiedade que pode ser tratado com sucesso. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem terapêutica que se mostra eficaz no tratamento do TOC. É possível também que o médico psiquiatra prescreva medicamentos para ajudar a controlar os sintomas.

    Portanto, é importante que você procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para avaliação e tratamento adequado. O tratamento pode ajudá-lo a retomar o controle sobre seus pensamentos e comportamentos e melhorar sua qualidade de vida.


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  • BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA

    BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA COM A TENDENCIA DE REAPARECER COM MESSAGENS DE WATSAPP (CICLO DE AMOR E ODIO), EU DECIDI SAIR DE VEZ DO RELACIONAMENTO( CONTATO ZERO ) MAIS ELA SEMPRE DA UM JEITO DE ENVIAR ISCAS. ESTA CONDUTA NO BORDER ( REAPARECER ) E ASSIM MESMO ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Evelin Rodrigues

    Olá! Lamento ouvir sobre sua situação difícil com sua ex-esposa. Borderline de alto funcionamento pode ser uma condição desafiadora de lidar, especialmente quando a pessoa em questão não aceita o diagnóstico ou busca tratamento.

    A tendência de reaparecer com mensagens de WhatsApp, como você descreve, pode ser uma forma comum de comportamento para pessoas com transtorno de personalidade borderline. Eles podem oscilar entre amar e odiar a pessoa com quem estão envolvidos, e isso pode levar a um ciclo de relacionamento instável.

    No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e pode se comportar de maneiras diferentes, mesmo que tenham o mesmo diagnóstico. É essencial que sua ex-esposa busque tratamento se ela estiver sofrendo e que você se proteja, definindo limites saudáveis ​​para si mesmo.

    Ao decidir sair do relacionamento e adotar o contato zero, você está tomando uma decisão saudável para si mesmo. É importante manter esses limites, mesmo que sua ex-esposa tente entrar em contato com você. Se você se sentir incapaz de lidar com a situação sozinho, considere procurar ajuda profissional, como a terapia individual ou o aconselhamento familiar.


    Te convidamos para uma consulta


Perguntas frequentes

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