Perguntas do paciente (148)
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Diferenças entre problemas neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?
Diferenças entre problemas neuropsiquiátricos e transtornos de pensamento ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Enquanto os problemas neuropsiquiátricos e neurológicos têm uma relação com as funções orgânicas, seja da formação cerebral ou seja do desempenho químico do sistema nervoso, os transtornos de peronalidade se relacionam com a subjetividade do indivíduo, se relacionando com o seu processo de desenvolvimento e aprendizado.
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Qual é a Importância da Avaliação Neuropsicológica na Identificação do Transtorno do Desenvolvimento
Qual é a Importância da Avaliação Neuropsicológica na Identificação do Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (TDI) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação fornece instrumentos capazes de identificar e quantificar se há algum comprometimento e qual o nível dele, além de direcionar o tratamento e indicar quais as ferramentas terapêuticas devem ser utilizadas no caso.
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Como os preconceitos sociais afetam a inclusão de pessoas com deficiência intelectual?
Como os preconceitos sociais afetam a inclusão de pessoas com deficiência intelectual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os diagnósticos envolvendo as funções psicológicas podem atuar de uma forma dicotômica no desenvolvimento do paciente que recebeu o laudo. Se por um lado o diagnóstico pode estimular maior atenção e especificidade no processo educativo dessa pessoa, por outro lado o estigma que o diagnóstico carrega pode ser um impedimento para os processos de socialização do indivíduo. Por isso é tão importante que o profissional responsável pelo caso faça uma avaliação minunciosa para evitar que o laudo cometa equívocos. Além disso, para mitigar os efeitos secundários do diagnóstico, é imporante que haja o acompanhamento com Psicólogo para desenvolvimento de habilidades complementares que diminuam o sofrimento psíquico do paciente e da família. Em caso de dúvidas, estou à disposição.
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Eu preciso de ajuda. Estou a Seis anos jogando sem parar, já perdi absolutamente tudo, não tenho mai
Eu preciso de ajuda. Estou a Seis anos jogando sem parar, já perdi absolutamente tudo, não tenho mais nenhum recurso financeiro. Hoje, deve agiotas, família e amigos. Preciso de ajuda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Eu sinto muito pela sua experiência. Isso se trata de um vício e busca incessante por prazer. É necessário pensar uma estratégia de redução de danos e fortalecer o seu autoconhecimento para que reconheça prazeres em outros lugares. Agende uma sessão psicoterápica.
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Quando vou cortar o cabelo, não sei se é cacoete ou algo parecido, não consigo conversar com a pesso
Quando vou cortar o cabelo, não sei se é cacoete ou algo parecido, não consigo conversar com a pessoa, olhar nos olhos, parece que dá um tique nervoso na cabeça. Quando vou à Igreja também, fico desconfortável, angustiado, vontade de sair correndo, o que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você descreve ao cortar o cabelo e ao frequentar a igreja podem ser indicativos de ansiedade social. A ansiedade social é caracterizada pelo desconforto em situações sociais e pode manifestar-se através de sintomas físicos, como tiques nervosos, inquietação e desejo de evitar essas situações. É recomendado buscar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo, para uma avaliação mais precisa e orientação adequada.
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Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e
Como ficar mais calma convivendo com pessoas explosivas que vivem somente para criticar os outros e são extremistas, além de se comportarem de maneira bastante infantil?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Conviver com pessoas explosivas, críticas e extremistas pode ser desafiador e impactar negativamente nosso bem-estar emocional. No entanto, existem algumas estratégias que você pode adotar para ajudar a lidar com essa situação de forma mais tranquila:
Estabeleça limites: Defina limites claros e saudáveis para si mesma. Isso inclui decidir o quanto você está disposta a tolerar e o que você considera aceitável em termos de comportamento e comunicação.
Pratique a empatia: Tente compreender que as pessoas explosivas podem estar lidando com suas próprias questões e emoções internas. Isso não justifica o comportamento delas, mas pode ajudar a reduzir a intensidade das emoções que você sente ao interagir com elas.
Mantenha a calma: Quando confrontada com críticas ou explosões verbais, procure manter a calma e não se envolver em discussões acaloradas. Responder de forma tranquila e assertiva pode ajudar a desarmar a situação e evitar que as emoções se intensifiquem ainda mais.
Foque em você mesma: Concentre-se em seu próprio crescimento pessoal e em manter uma atitude positiva. Lembre-se de que você não pode controlar o comportamento dos outros, mas pode controlar suas próprias reações e perspectivas.
Busque apoio: Procure apoio de pessoas que possam entender suas dificuldades e oferecer suporte emocional. Isso pode incluir amigos, familiares ou até mesmo grupos de apoio.
Pratique o autocuidado: Dedique tempo para cuidar de si mesma e fortalecer sua saúde mental. Isso pode envolver atividades que você goste, como exercícios físicos, meditação, hobbies, entre outros.
Considere buscar a ajuda de um profissional: Se a convivência com pessoas explosivas está afetando significativamente sua saúde mental e bem-estar, pode ser útil buscar a orientação de um psicólogo. Um profissional pode ajudá-la a desenvolver estratégias específicas para lidar com essa situação e fortalecer sua resiliência emocional.
Lembrando que cada situação é única, e pode ser útil adaptar essas estratégias às suas necessidades individuais.
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boa tarde uma pergunta mulheres com borderline se perceberem que estão sendo amadas por outra mulher
boa tarde uma pergunta mulheres com borderline se perceberem que estão sendo amadas por outra mulher aceitam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de personalidade borderline (TPB) é uma condição complexa que afeta a maneira como uma pessoa pensa, sente e se relaciona com os outros. É importante lembrar que cada pessoa com TPB é única, e suas reações e comportamentos podem variar.
No caso específico de relacionamentos românticos entre mulheres, não é possível fazer generalizações sobre como as mulheres com TPB responderiam ao serem amadas por outra mulher. O TPB afeta as emoções, a autoimagem e os padrões de relacionamento de uma pessoa, o que pode tornar os relacionamentos desafiadores.
Além disso, o TPB pode envolver medo de abandono, impulsividade, insegurança e instabilidade emocional intensa. Esses fatores podem influenciar a forma como uma pessoa com TPB lida com o amor e a intimidade, independentemente do gênero do parceiro.
Cada indivíduo com TPB terá suas próprias experiências, desafios e capacidades de lidar com relacionamentos saudáveis. É importante que as pessoas com TPB recebam apoio e tratamento adequados, como terapia individual ou grupal, para ajudá-las a desenvolver habilidades de regulação emocional, melhorar a autoestima e construir relacionamentos mais saudáveis.
Se você ou alguém que você conhece está enfrentando dificuldades relacionadas ao TPB ou a qualquer outro transtorno mental, é recomendado buscar a orientação de um profissional de saúde mental para obter uma avaliação precisa e um plano de tratamento adequado.
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Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como
Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como eu posso lidar com eles???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com pensamentos intrusivos pode ser desafiador, mas existem estratégias que podem ajudar no manejo da ansiedade. Aqui estão algumas sugestões:
Reconheça e aceite os pensamentos intrusivos: Reconhecer que esses pensamentos são um sintoma da ansiedade e que não definem quem você é pode ajudar a reduzir o seu impacto emocional.
Pratique a atenção plena (mindfulness): Aprender técnicas de mindfulness pode ajudar a trazer sua atenção para o momento presente e afastá-la dos pensamentos intrusivos. A respiração consciente e a focalização nos sentidos são exemplos de exercícios de mindfulness.
Distorça os pensamentos intrusivos: Tente distorcer ou desafiar os pensamentos negativos e irracionais. Pergunte-se se esses pensamentos são realmente verdadeiros ou se existe uma interpretação mais equilibrada e realista da situação.
Redirecione sua atenção: Quando os pensamentos intrusivos surgirem, redirecione sua atenção para uma atividade que exija concentração, como ler um livro, fazer uma tarefa doméstica ou praticar um hobby.
Pratique técnicas de relaxamento: Aprenda técnicas de relaxamento, como a respiração profunda, exercícios de relaxamento muscular progressivo ou meditação. Essas práticas podem ajudar a acalmar a mente e reduzir a ansiedade.
Busque apoio profissional: Considere a possibilidade de buscar a ajuda de um psicólogo ou terapeuta especializado em ansiedade. Eles podem fornecer orientação específica e técnicas de enfrentamento adaptadas às suas necessidades.
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Quantos sintomas preciso ter para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade?
Como é diagnosticado uma pessoa com ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diagnóstico da ansiedade é feito por profissionais de saúde mental, como psicólogos, psiquiatras ou médicos clínicos. Geralmente, o processo de diagnóstico envolve as seguintes etapas:
Avaliação inicial: O profissional realizará uma entrevista inicial para obter informações sobre os sintomas, a frequência e a duração deles, bem como sobre os impactos na vida cotidiana. Serão feitas perguntas sobre os sintomas físicos, emocionais e comportamentais relacionados à ansiedade.
Critérios diagnósticos: O profissional usará critérios diagnósticos estabelecidos para transtornos de ansiedade, como aqueles descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) ou na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Esses critérios ajudam a determinar se os sintomas se enquadram em um diagnóstico específico, como transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, transtorno de ansiedade social, entre outros.
Exclusão de outras condições médicas: O profissional também pode realizar uma avaliação para descartar causas médicas dos sintomas de ansiedade. Algumas condições médicas, como problemas cardíacos, problemas da tireoide ou efeitos colaterais de medicamentos, podem apresentar sintomas semelhantes aos da ansiedade.
Histórico pessoal e familiar: O profissional pode perguntar sobre o histórico pessoal e familiar de problemas de saúde mental, incluindo transtornos de ansiedade ou outros transtornos relacionados.
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Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perc
Estou normal e do nada começo a sentir uma angustia muito grande, um desanimo, vazio, tristeza, perco a vontade de fazer qualquer coisa e sinto uma enorme vontade de chorar. Isso pode ser sintoma de ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esses sintomas podem ser indicativos de ansiedade. A ansiedade pode se manifestar de diferentes formas em diferentes pessoas e pode incluir sintomas como angústia, desânimo, vazio, tristeza, perda de interesse nas atividades diárias e choro fácil.
A ansiedade é uma resposta normal do corpo ao estresse e pode ser uma reação útil para ajudar a lidar com situações desafiadoras. No entanto, quando a ansiedade é persistente e interfere na qualidade de vida e na capacidade de realizar tarefas cotidianas, pode ser necessário buscar ajuda profissional.
Eu recomendo que você considere falar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para obter uma avaliação mais precisa e receber um tratamento apropriado. A terapia pode ajudá-lo a aprender estratégias de gerenciamento de ansiedade e a lidar com os sintomas que você está experimentando. Além disso, existem tratamentos medicamentosos disponíveis para ajudar a controlar a ansiedade em casos mais graves.
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Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outra
Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outras pessoas com segundas intenções por ser muito imaturo na época, ela soube e me deu uma segunda chance e eu jurei que aquilo jamais aconteceria e de fato não aconteceu, cortava qualquer tipo de contato mínimo que tivesse segundas intenções. Noivamos e após cerca de dois anos vivendo bem acabamos terminando pois ela se sentia insegura com essas questões do inicio e tinha medo que depois de muitos anos juntos voltasse a acontecer, até tentamos reatar mas acabamos novamente pelo mesmo motivo, algumas semanas depois ainda tentei pela ultima vez antes de deixar isso pra trás, ela me falou a mesma coisa, aquelas situações do inicio ainda a magoavam e foi um fim definitivo. Eu errei, pedi perdão, fui perdoado e mudei esse comportamento, isso jamais aconteceu, porém as vezes me pego sentindo culpa, já aceitei que não tem mais volta e estou seguindo minha vida mas gostaria de saber como trabalhar essa culpa e me perdoar de uma vez por todas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a culpa após um relacionamento pode ser um processo desafiador, mas é importante lembrar que todos cometemos erros e é possível buscar o perdão e o autocuidado. Aqui estão algumas sugestões para ajudar a trabalhar com a culpa e se perdoar:
Reconheça e aceite seus erros: É importante reconhecer as suas ações e assumir a responsabilidade por elas. Aceite que cometeu erros no passado, mas lembre-se de que isso não define quem você é como pessoa.
Aprenda com a experiência: Reflita sobre o que aconteceu e identifique as lições que você pode tirar dessa situação. Use essa experiência como uma oportunidade de crescimento e aprendizado para evitar cometer os mesmos erros no futuro.
Faça as pazes consigo mesmo: Permita-se perdoar. Reconheça que você é humano e que todos nós cometemos erros. Pratique a autocompaixão e seja gentil consigo mesmo.
Busque apoio: Compartilhar seus sentimentos com amigos de confiança, familiares ou até mesmo um terapeuta pode ser muito útil. Eles podem oferecer uma perspectiva objetiva, conselhos e apoio emocional durante esse processo de cura.
Concentre-se no presente: É importante viver o presente e não se prender ao passado. Foque em suas metas, interesses e atividades que lhe tragam felicidade e realização pessoal.
Lembre-se de que o processo de perdão e cura leva tempo e é diferente para cada pessoa. Se sentir que a culpa persiste e está afetando significativamente sua vida, considerar a busca por ajuda profissional, como um psicólogo, pode ser benéfico para trabalhar essas questões mais profundamente.
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É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
É normal uma pessoa com ansiedade ter pensamentos perturbadores?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum que pessoas com ansiedade tenham pensamentos perturbadores. Muitas vezes, esses pensamentos são reflexo da ansiedade e podem incluir preocupações excessivas com a saúde, segurança pessoal, relacionamentos ou outras áreas da vida. Além disso, a ansiedade pode fazer com que a pessoa tenha pensamentos catastróficos ou irracionais que podem ser muito perturbadores.
É importante lembrar que ter pensamentos perturbadores não significa que você seja uma pessoa ruim ou que suas preocupações sejam verdadeiras. Na verdade, esses pensamentos são comuns e podem ser tratados com terapia, medicação ou outras estratégias para gerenciar a ansiedade. Se você está tendo pensamentos perturbadores, é importante procurar ajuda profissional para aprender a lidar com eles e reduzir sua ansiedade.
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Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e n
Não desejo me matar, mas gostaria de não existir, não tenho esperança, me sinto presa (não tenho e nem quero ter religiosidade), não vejo sentido em existir, acho que sou um fracasso e é tarde demais para deixar de ser. Mas não quero morrer, quero melhorar e deixar de me sentir assim só que não vejo como isso seria possível, já fiz tratamento para depressão, tomei medicamentos e fiz terapia, resolveu por um tempo e depois voltou pior. Existe algum jeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um momento difícil. É importante que você saiba que você não está sozinha e que existem opções para ajudá-la a melhorar e a superar esses sentimentos negativos.
Primeiramente, é importante que você fale com um profissional de saúde mental para avaliar a sua situação atual e discutir opções de tratamento. Alguns tratamentos que podem ser úteis incluem medicamentos antidepressivos, psicoterapia, terapia cognitivo-comportamental e outras formas de terapia. É importante encontrar um tratamento que funcione para você e que possa ajudá-la a aliviar seus sintomas.
Além disso, existem outras estratégias que podem ajudá-la a melhorar sua saúde mental. Isso pode incluir atividades de autocuidado, como praticar exercícios físicos regulares, ter uma dieta saudável, dormir bem, praticar meditação ou técnicas de relaxamento, entre outros. É importante encontrar o que funciona para você e incorporar essas práticas em sua rotina diária.
Lembre-se de que a recuperação pode levar tempo e que é normal ter altos e baixos ao longo do caminho. Mas com ajuda profissional e estratégias de autocuidado, é possível se sentir melhor e recuperar sua qualidade de vida. Não desista e continue procurando ajuda.
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A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me f
A ansiedade pode mudar minha percepção quanto a realidade? Eu tenho um pensamento e minha mente me faz acreditar que aquilo que eu pensei é real de forma que eu consigo até sentir em sensações no meu corpo. Eu penso em algo e minha cabeça tira aquilo totalmente de contexto e isso me deixa muito ansiosa, porque eu não me sinto assim quando não tô ansiosa, não sinto essas coisas que penso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode afetar a sua percepção da realidade e fazer com que você interprete e sinta as coisas de forma diferente do que seria considerado como realidade objetiva. Isso pode ocorrer devido a uma série de fatores, como a interpretação seletiva de informações, o foco excessivo em pensamentos negativos, a hipervigilância em relação a ameaças percebidas e a expectativa de resultados negativos.
Quando a ansiedade está presente, é comum que os pensamentos negativos sejam amplificados e ganhem uma importância desproporcional em relação ao que realmente está acontecendo. Isso pode levar a uma interpretação errada da situação e até mesmo a uma sensação física de desconforto ou mal-estar.
Por isso, é importante buscar ajuda profissional para aprender a lidar com a ansiedade e aperfeiçoar suas habilidades de percepção e interpretação da realidade. Um psicólogo pode ajudar a identificar padrões de pensamento negativos e distorcidos, bem como a desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e melhorar a percepção da realidade.
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Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acont
Tenho medo de falar o que penso, fico com medo do vão pensar e de como vão reagir. Normalmente acontece quando vou falar o que quero, o que desejo.
Ex: cortes de cabelo, fico nervosa e falo que o que a pessoa quiser eu vou usar, não consigo me decidir.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Parece que você está sofrendo com a ansiedade social, que é um medo intenso de ser julgado ou rejeitado pelos outros em situações sociais. É uma condição comum e tratável, e muitas pessoas a experimentam em algum momento da vida. Algumas estratégias que podem ajudar incluem:
Identifique seus pensamentos negativos: Observe seus pensamentos e tente identificar quais são os pensamentos que te fazem sentir ansiosa e com medo de se expressar. Tente questionar se esses pensamentos são realistas ou se são apenas um reflexo da sua ansiedade.
Pratique a exposição gradual: Comece expondo-se a situações sociais que você se sente um pouco desconfortável, e aos poucos vá aumentando a exposição. Por exemplo, comece falando com uma pessoa que você conhece bem e depois vá aumentando o grau de desconhecimento da pessoa.
Fale com alguém de confiança: Conversar com alguém de confiança sobre seus medos e preocupações pode ajudá-lo a se sentir mais seguro e confiante em situações sociais.
Busque ajuda profissional: Se a ansiedade social está afetando significativamente sua vida, pode ser útil buscar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, que pode ajudá-lo a identificar e tratar os sintomas de ansiedade.
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Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, E
Bom dia! Não tenho ânimo para fazer nada, quero ficar deitada o dia todo, meus projetos; Trabalho, Estudos, atividades do lar não quero fazer nada. Tento reagir , retomar, mas não tenho ânimo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Sinto muito ouvir que você esteja passando por esse momento difícil. A falta de ânimo e motivação para realizar atividades que antes eram prazerosas pode ser um sinal de diversos fatores, incluindo estresse, esgotamento emocional, ansiedade ou até mesmo depressão.
Aqui estão algumas sugestões para ajudar a lidar com essa situação:
Autoaceitação: Reconheça que é normal passar por momentos de baixa energia e desânimo. Não se culpe por sentir dessa forma.
Pequenos passos: Comece com pequenas atividades diárias que você se sinta capaz de fazer, mesmo que sejam simples. Aos poucos, você pode ir aumentando o ritmo.
Estabeleça uma rotina: Ter uma rotina diária pode ajudar a criar uma sensação de estabilidade e normalidade, o que pode ser benéfico para o seu ânimo.
Fale com alguém: Compartilhar o que está sentindo com amigos, familiares ou um profissional pode ser reconfortante e oferecer uma perspectiva externa sobre a situação.
Procure ajuda profissional: Se você vem se sentindo assim por um período prolongado ou se esses sentimentos estão afetando significativamente sua vida diária, considere procurar um psicólogo ou terapeuta. Eles podem ajudar a identificar possíveis causas subjacentes e oferecer suporte e orientação adequados.
Pratique atividades relaxantes: Meditação, ioga, exercícios físicos leves e outras técnicas de relaxamento podem ser úteis para aliviar o estresse e melhorar o ânimo.
Cuide da sua saúde física: Uma alimentação equilibrada, sono adequado e atividade física regular podem ter um impacto positivo no seu bem-estar emocional.
Lembre-se de que é importante ser gentil consigo mesma nesse processo. O autocuidado é essencial, e não há problema em buscar ajuda quando necessário. Se sentir que está lutando para sair dessa situação sozinha, não hesite em procurar apoio profissional.
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o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?
o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode causar depressão ou sintomas depressivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode contribuir para o desenvolvimento de sintomas depressivos, especialmente quando esse uso está associado a outros fatores de risco ou desencadeantes da depressão. Algumas formas pelas quais o uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode afetar o bem-estar mental incluem:
Isolamento social: O uso excessivo de dispositivos eletrônicos pode levar ao isolamento social, reduzindo o tempo dedicado a interações pessoais e conexões sociais significativas. A falta de conexões interpessoais pode aumentar o risco de depressão.
Comparação social: As redes sociais podem contribuir para sentimentos de inadequação e baixa autoestima, uma vez que as pessoas tendem a compartilhar apenas os aspectos mais positivos de suas vidas, levando outros a se compararem e se sentirem insuficientes.
Sono prejudicado: A exposição à luz azul dos dispositivos eletrônicos antes de dormir pode interferir no sono, o que está associado ao aumento do risco de depressão.
Sedentarismo: O uso excessivo de aparelhos eletrônicos pode levar ao sedentarismo e à falta de atividade física, o que pode afetar negativamente o humor e o bem-estar emocional.
Sobrecarga de informações: O acesso constante a notícias e informações pode causar estresse e ansiedade, que são fatores de risco para a depressão.
É importante notar que o uso de aparelhos eletrônicos em si não causa depressão, mas pode ser um fator de risco ou contribuir para agravar os sintomas em pessoas predispostas. Equilibrar o uso de dispositivos eletrônicos com outras atividades significativas, interações sociais e práticas de autocuidado pode ajudar a mitigar esses efeitos negativos. Se alguém estiver enfrentando sintomas depressivos significativos, é fundamental procurar ajuda profissional de um psicólogo ou profissional de saúde mental para avaliação e suporte adequados.
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Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos
Minha filha de 11 anos desde novembro de 2022, apresenta uma falta de apetite, come poucos alimentos e passa maior do dia sem se alimentar, alegando não ter fome. Ela se alimentava bem até os 5 anos, foi grudar um pedaço de carne no dente dela e começou a parar de se alimentar direito, sendo seletiva com a alimentação e evitando muitos outros. Há 2 anos atrás teve crise de ansiedade pós pandemia e agora essa seleção absurda, não querendo comer nada! Desde 6 anos não come arroz e feijão, carne não come feita em casa, só come se for na esfiha de carne do Habib's. Em casa só come macarrão, batata comum e as vezes milho. Não come frutas, somente morango, banana e uva verde sem semente, só se for com chocolate derretido ( fondue). A maioria dos alimentos ela rejeita. E muitas vezes acorda e não se alimenta. Tenho percebido que isso só piorou após ela ter amizade com uma menina muito depressiva, inclusive é a única amizade dela, minha filha se acha feia, ela é muito tímida e não dorme direito, dorme muito tarde e acorda muito tarde. As refeições dela, está sendo no máximo 2 por dia. Estou muito preocupada, qual profissional devo procurar? Qual psicólogo, especializado em qual área, devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diante da preocupação com a falta de apetite, seletividade alimentar e alterações no sono e na autoimagem da sua filha, é recomendado buscar a avaliação de um profissional da área da saúde, como um pediatra ou um médico de família, para descartar possíveis causas físicas para esses sintomas. Além disso, é importante considerar a busca por um psicólogo infantil ou um psicólogo especializado em infância e adolescência, para avaliar e tratar aspectos emocionais e comportamentais que possam estar contribuindo para esses problemas alimentares. O psicólogo poderá realizar uma avaliação completa da situação e, se necessário, encaminhar para outros profissionais especializados, conforme a demanda.
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Boa noite. Meu noivo tem uma filha de 9 anos, que fica com ele a cada 15 dias... Estamos juntos a 3
Boa noite.
Meu noivo tem uma filha de 9 anos, que fica com ele a cada 15 dias... Estamos juntos a 3 anos, até a gte se conhecer ele tratava ela como uma namorada, usava o tempo deles juntos para ficarem grudados, fazia dela a mulher da vida dele, até aí acho q é assim mesmo, mas desde q ficamos juntos, até hoje ele me afasta da relação quando ela chega, chegou até a pedir pra eu dormir no sofá pra ela poder dormir na cama com ele, quando estamos juntos, anda de mão dada com ela e não dá a mão pra mim, e hoje eu coloquei um colchão ao lado da nossa cama para ela dormir,e quando ele chegou do trabalho quase infartou dizendo que ela tem q dormir na cama abraçada com ele.
No início achava q ela tinha ataque de ciúmes comigo pq eu cheguei depois na vida deles,e pensava q ela como criança não entendia e fazia birra, mas hoje eu percebo q as birras dela são alimentadas por como ele a trata, no nosso convívio ele faz questão de mostrar pra ela que eu estou em segundo plano.
Preciso muito de ajuda, tenho medo de estar errada na minha opinião.
Já até conversamos c ela sobre o pai dela ter eu como namorada,e ela entendeu, e longe dele ela é um amor,mas quando ele está perto ele faz questão de se isolar c ela a ponto de deixar ela realmente pensando que ela é a namorada dele. Agora já começo a crer q ele é quem tá tomando atitude errada em tratá-la como a namorada ee excluir na frente dela.as ele não percebe, e me acusa de estar c ciúmes.
Por favor,o que eu faço???
Não tenho ciúmes, acho certo ele tratar bem a filha, mas colocá-la no lugar de namorada tratá-la romanticamente e me excluir da vida dele toda vez q ela vem, acho q não tá certo. Não sei como convencê-lo de estar errado.
Afinal quem está errando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja se sentindo desconfortável com essa situação, já que o comportamento do seu noivo pode ser interpretado como inadequado e confuso para a filha dele. Pode ser útil para você ter uma conversa sincera com ele, explicando como se sente e como tem interpretado as atitudes dele com a filha. Tente não acusá-lo ou culpá-lo, mas sim expressar suas preocupações e sentimentos de forma respeitosa.
É importante que vocês dois trabalhem juntos para encontrar um equilíbrio saudável na relação entre ele, a filha e você. Uma possibilidade é buscar ajuda profissional de um terapeuta familiar ou de casal, para que possam discutir a situação de forma mais objetiva e encontrar soluções juntos.
Além disso, pode ser útil lembrar seu noivo da importância do papel dele como pai, e como suas atitudes podem afetar a filha a longo prazo. Tente ajudá-lo a encontrar maneiras mais saudáveis de demonstrar amor e afeto pela filha, que não envolvam excluir você da vida dele.
Em última análise, é importante lembrar que não há uma resposta única para essa situação e que cada relacionamento é único. O importante é que vocês estejam dispostos a dialogar e encontrar uma solução que funcione para todos.
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Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do
Sou casada a 18 anos e sofro com a dependência emocional,meu marido è manipulador,quer as coisas do jeito dele.Sai com os amigos,mais quando saiu com os meus ele se isola,fecha a cara.Passamos dias sem se falar,e na maioria das vezes eu que procuro pra dialogar,mesmo não estando errada.O que fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Procure ajuda profissional: Se o seu parceiro tiver problemas emocionais ou psicológicos que estão afetando a capacidade dele de ser independente, pode ser útil procurar ajuda profissional. Um terapeuta pode ajudá-lo a desenvolver habilidades para lidar com a dependência.
Lidar com um parceiro dependente pode ser desafiador, mas com uma comunicação aberta e um esforço para estabelecer limites saudáveis, vocês podem trabalhar juntos para criar um relacionamento mais equilibrado e satisfatório.
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Tenho o DIU de prata com cobre há 5 anos. Ele venceu há três meses e, neste mês, fiz uma tomografi
Como o DIU está além do período recomendado de uso e foi identificado em…