Perguntas do paciente (148)
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Bom tenho 18 anos e ando todo durao Na rua,minha familia disse q tbm eu ando as vezes meio q pulan
Bom tenho 18 anos e ando todo durao
Na rua,minha familia disse q tbm eu ando as vezes meio q pulando meus amigos tbm ja falaram e ja me zoaram muito por causa disso e riram de mim,por causa disso nao saio de casa faz muito tempo
mesmo,nao sei se e psicologico ou se e um poblema fisico,isso me deixa muito triste mesmo queria viver normalmente e queria ser feliz,sofro muito bullyng porcausa disso,quero poder trabalhar
entre outas coisas,e meu andar so piora quando percebo quando eu to andando um pessoa atras de mim ai q fico desesperado e nao ando direito.isso e psicologico ou seria um poblema com meus ossos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que você esteja preocupado com a forma como anda e como isso tem afetado sua vida cotidiana, incluindo seu bem-estar emocional e sua capacidade de se envolver em atividades sociais. A forma como você anda pode ser influenciada por vários fatores, incluindo fatores psicológicos e físicos.
Em relação aos aspectos psicológicos, o bullying e a zombaria que você tem enfrentado podem ter um impacto negativo na sua autoestima e confiança, o que pode afetar sua forma de andar e seu comportamento em público. A ansiedade social, o medo de ser ridicularizado ou julgado pelos outros, pode levar a um comportamento de autoproteção, como andar de forma tensa ou ficar mais atento à presença de outras pessoas ao seu redor.
Por outro lado, também é possível que possa haver fatores físicos ou biomecânicos que estejam contribuindo para a forma como você anda. Alterações na postura, na marcha ou no alinhamento do corpo podem influenciar a maneira como você anda. Algumas condições médicas, como problemas musculares, articulares ou neurológicos, podem afetar a forma como você se movimenta.
Para obter uma avaliação mais precisa, é importante buscar uma avaliação médica adequada. Um médico, como um ortopedista, neurologista ou fisioterapeuta, pode realizar uma avaliação clínica e, se necessário, solicitar exames complementares para avaliar sua saúde física e determinar se há algum problema biomecânico ou médico subjacente que possa estar afetando sua forma de andar.
Além disso, também é importante considerar o suporte emocional para lidar com o impacto psicológico do bullying e zombaria que você tem enfrentado. A terapia psicológica pode ajudar a trabalhar questões emocionais, como a ansiedade social, a baixa autoestima e a falta de confiança em si mesmo.
Lembre-se de que você não está sozinho e que é possível buscar ajuda e apoio para lidar com essa situação. Conversar com um profissional de saúde, como um médico ou um psicólogo, pode ser o primeiro passo para entender melhor o que pode estar acontecendo e desenvolver estratégias para lidar com isso de forma saudável.
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é normal ter ataques de raiva na depressão? Tipo não conseguir controlar a raiva Quebrando as coisas
é normal ter ataques de raiva na depressão? Tipo não conseguir controlar a raiva Quebrando as coisas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão muitas vezes envolve uma luta interna entre desejos, expectativas e sentimentos contraditórios, o que pode levar a uma sensação de frustração intensa e falta de controle emocional. Esses ataques de raiva podem ser uma forma de expressão e liberação dessas emoções reprimidas.
É importante destacar que cada indivíduo é único e as experiências podem variar. Além disso, a psicanálise não considera esses comportamentos como "normais" ou "anormais", mas busca compreendê-los dentro do contexto individual de cada pessoa.
Se você está passando por isso, é recomendado buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista, que possa ajudá-lo a explorar esses sentimentos e encontrar maneiras saudáveis de lidar com eles. A terapia psicanalítica pode oferecer um espaço seguro para investigar as raízes dessas emoções e trabalhar na resolução dos conflitos internos.
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Floral de Bach ajuda a diminuir a angústia? COMO ELE FUNCIONA NO CORPO? Posso toma-lo junto com o an
Floral de Bach ajuda a diminuir a angústia? COMO ELE FUNCIONA NO CORPO? Posso toma-lo junto com o antidepressivo? Estou no segundo mês do Imense 50mg,ele me tirou a ansiedade,porém no lugar trouxe uma tristeza enorme,na alma,no peito,insuportável. A minha consulta é só daqui um mês. Posso tomar floral de Bach até lá pra diminuir essa angústia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os Florais de Bach são uma forma de terapia complementar que utiliza essências de flores para ajudar a equilibrar as emoções e promover o bem-estar emocional. Eles foram desenvolvidos pelo médico britânico Edward Bach na década de 1930 e são amplamente utilizados como um método natural de cuidado emocional.
Os Florais de Bach são baseados na crença de que as emoções negativas podem afetar a saúde física e mental de uma pessoa. As essências florais são preparadas a partir de flores silvestres e plantas, e são diluídas em água e conservadas em solução alcoólica. Cada essência floral é associada a uma emoção específica e é destinada a ajudar a equilibrar essa emoção.
É importante observar que os Florais de Bach não são medicamentos e não têm efeito direto no corpo ou no sistema nervoso central. Em vez disso, eles são considerados uma forma de terapia complementar que trabalha em um nível sutil, ajudando a equilibrar as emoções e promover um estado emocional mais saudável.
Quanto à sua pergunta sobre tomar Florais de Bach junto com um antidepressivo, é sempre importante consultar o seu médico ou profissional de saúde mental antes de adicionar ou alterar qualquer forma de medicação ou suplemento em seu regime de tratamento. Alguns antidepressivos podem interagir com outras substâncias, incluindo os Florais de Bach, e é importante ter uma orientação adequada para evitar possíveis efeitos colaterais ou interações indesejadas.
Se você está enfrentando uma tristeza intensa e angústia após o início de um antidepressivo, é fundamental discutir esses sintomas com o seu médico ou profissional de saúde mental. Eles podem fornecer orientação adequada sobre como lidar com esses sintomas e ajustar o seu plano de tratamento, se necessário. A terapia com Florais de Bach pode ser uma opção complementar a ser considerada, mas é importante sempre buscar orientação profissional antes de fazer qualquer alteração em seu tratamento
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Como pode surgir o ódio de si mesmo? Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decis
Como pode surgir o ódio de si mesmo?
Ele pode estar por trás da falta de iniciativa em tomar decisões para o futuro? E também por algumas lesões físicas ou estéticas, como quebrar fios de cabelo e começou unhas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O ódio de si mesmo, também conhecido como autodepreciação, pode ter várias origens e é um tema complexo na psicologia. Pode estar relacionado a experiências traumáticas, baixa autoestima, autocrítica excessiva, pressões sociais, crenças negativas internalizadas ou outros fatores emocionais, cognitivos e comportamentais.
É possível que o ódio de si mesmo possa afetar a falta de iniciativa em tomar decisões para o futuro. Quando uma pessoa se sente profundamente negativa em relação a si mesma, pode haver uma diminuição da autoconfiança e autoestima, levando a uma falta de motivação ou senso de esperança em relação ao futuro. A autodepreciação pode minar a capacidade de uma pessoa em acreditar em si mesma e em suas habilidades, o que pode impactar negativamente sua capacidade de fazer escolhas e tomar decisões para o futuro.
Além disso, o ódio de si mesmo também pode se manifestar em comportamentos autodestrutivos, como a quebra de fios de cabelo, unhas e outros comportamentos compulsivos. Esses comportamentos podem ser uma forma de expressar a angústia emocional interna, uma maneira de lidar com a ansiedade, o estresse ou a frustração. Esses comportamentos podem oferecer uma sensação temporária de alívio ou controle, mas geralmente não são saudáveis e podem ter consequências negativas para a saúde física e mental.
É importante destacar que o ódio de si mesmo não é uma emoção ou comportamento saudável. Se você está enfrentando sentimentos intensos de ódio de si mesmo ou comportamentos autodestrutivos, é importante buscar ajuda profissional. Um psicólogo ou terapeuta pode ajudar a identificar as origens desses sentimentos, trabalhar na construção de uma autoestima saudável, desenvolver estratégias de enfrentamento mais adaptativas e auxiliar na tomada de decisões para o futuro.
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Boa noite. Desrealização e despersonalização tem tratamento/cura?
Boa noite.
Desrealização e despersonalização tem tratamento/cura?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização e despersonalização são sintomas psicológicos que podem ser tratados com a ajuda de profissionais de saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras. Embora não haja uma cura definitiva para esses sintomas, eles podem ser gerenciados e tratados com sucesso em muitos casos.
O tratamento para desrealização e despersonalização pode variar, dependendo da causa subjacente e da gravidade dos sintomas. Algumas opções de tratamento podem incluir:
Terapia cognitivo-comportamental (TCC): A TCC é uma abordagem terapêutica que pode ajudar a identificar e modificar padrões de pensamentos negativos e comportamentos disfuncionais associados à desrealização e despersonalização.
Terapia de exposição: Essa abordagem terapêutica pode ser útil para expor gradualmente a pessoa a situações que desencadeiam os sintomas de desrealização ou despersonalização, permitindo que ela aprenda a lidar com esses sintomas de forma mais adaptativa.
Medicamentos: Em alguns casos, medicamentos podem ser prescritos, como antidepressivos, ansiolíticos ou antipsicóticos, para ajudar a reduzir os sintomas de desrealização e despersonalização.
Manejo do estresse: Estratégias de gerenciamento do estresse, como técnicas de relaxamento, práticas de mindfulness e cuidados com a saúde física, podem ser incorporadas ao tratamento para ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas.
É importante procurar ajuda profissional se você estiver enfrentando desrealização e despersonalização. Um profissional de saúde mental pode avaliar adequadamente seus sintomas, determinar a causa subjacente e desenvolver um plano de tratamento adequado às suas necessidades individuais.
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Oi, Bom dia! Sobre TPB ( Transtorno de Personalidade Borderline). Gostaria de entender as alteraçõe
Oi, Bom dia!
Sobre TPB ( Transtorno de Personalidade Borderline). Gostaria de entender as alterações na sensação e na percepção que esse transtorno trás.
Grata.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é um transtorno de personalidade que afeta a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta, levando a padrões de comportamento instáveis e intensos. Algumas das alterações na sensação e na percepção que o TPB pode trazer incluem:
Alterações na percepção de si mesmo: As pessoas com TPB podem experimentar uma sensação de vazio interno e uma falta de identidade clara. Elas podem ter dificuldade em definir quem são e podem ter uma autoimagem instável.
Alterações na percepção de outros: As pessoas com TPB podem ter dificuldade em entender as intenções dos outros e podem interpretar erroneamente as ações das outras pessoas como hostis ou críticas. Elas podem ter medo de abandono e podem lutar para manter relacionamentos saudáveis.
Alterações na percepção do mundo ao redor: As pessoas com TPB podem ter uma visão instável do mundo ao seu redor, alternando entre uma idealização excessiva e uma desvalorização extrema das coisas e das pessoas.
Sensações físicas intensas: As pessoas com TPB podem experimentar sensações físicas intensas em resposta a estímulos emocionais, como ansiedade, medo, raiva ou tristeza. Elas podem experimentar sintomas físicos, como sudorese, palpitações cardíacas, tonturas e tremores.
Reações emocionais intensas: As pessoas com TPB podem experimentar emoções intensas e mudanças rápidas de humor, o que pode levar a comportamentos impulsivos e destrutivos, como automutilação ou tentativas de suicídio.
Dissociação: As pessoas com TPB podem experimentar episódios de dissociação, onde se sentem desconectadas do mundo ao seu redor, como se estivessem em um sonho ou assistindo a si mesmas de fora do próprio corpo.
Essas alterações na sensação e na percepção podem levar a dificuldades em vários aspectos da vida, como relacionamentos, trabalho e saúde mental. O tratamento para o TPB geralmente envolve uma combinação de terapia e medicamentos, para ajudar a pessoa a regular as emoções, a compreender e a lidar com as alterações na sensação e na percepção, a desenvolver relacionamentos saudáveis e a melhorar a qualidade de vida geral.
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O que um borderline pode fazer por si mesmo para melhor lidar com o ciúme?
O que um borderline pode fazer por si mesmo para melhor lidar com o ciúme?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como um transtorno de personalidade complexo, o transtorno de personalidade borderline (TPB) pode afetar a maneira como uma pessoa lida com o ciúme. Aqui estão algumas estratégias que um indivíduo com TPB pode considerar para lidar melhor com o ciúme:
Aumentar a autoconsciência: É importante que uma pessoa com TPB trabalhe para entender suas emoções e comportamentos em relação ao ciúme. Isso pode envolver identificar gatilhos emocionais e pensamentos distorcidos relacionados ao ciúme. Aumentar a autoconsciência pode ajudar a pessoa a reconhecer quando o ciúme está surgindo e a desenvolver estratégias para lidar com isso de forma mais saudável.
Desenvolver habilidades de regulação emocional: Pessoas com TPB muitas vezes lutam com a regulação emocional, o que pode levar a reações intensas e impulsivas em relação ao ciúme. Aprender estratégias de regulação emocional, como a respiração profunda, a prática de mindfulness ou técnicas de relaxamento muscular, pode ajudar a pessoa a lidar com a intensidade emocional associada ao ciúme.
Desafiar pensamentos negativos: O ciúme muitas vezes é alimentado por pensamentos negativos e distorcidos, como suposições, crenças irracionais ou interpretações equivocadas. É importante que a pessoa com TPB trabalhe para identificar e desafiar esses pensamentos negativos. Isso pode envolver questionar a validade dos pensamentos, buscar evidências para apoiá-los ou considerar perspectivas alternativas.
Comunicar abertamente: A comunicação aberta e honesta com o parceiro ou pessoa alvo do ciúme pode ser benéfica. Expressar preocupações e medos de forma calma e assertiva pode ajudar a pessoa a obter uma compreensão mais clara da situação e a obter apoio e reassurance.
Focar em atividades saudáveis: Engajar-se em atividades saudáveis e prazerosas pode ser uma maneira eficaz de lidar com o ciúme. Isso pode incluir exercícios físicos, hobbies, passatempos, tempo com amigos e familiares, ou outras atividades que tragam alegria e satisfação.
Buscar apoio profissional: A terapia individual, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), pode ser útil para ajudar uma pessoa com TPB a entender e lidar com o ciúme de forma mais saudável. Um terapeuta pode fornecer técnicas de regulação emocional, ajudar a identificar pensamentos negativos distorcidos e fornecer apoio e orientação para lidar com o ciúme de forma eficaz.
Lembrando que cada pessoa é única, e pode ser útil trabalhar com um profissional de saúde mental para desenvolver estratégias de enfrentamento específicas e adaptadas às necessidades individuais. É importante ter em mente que a melhoria pode ser um processo gradual e que a paciência e a compaixão consigo mesmo são fundamentais durante esse processo.
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Uma pessoa com boderline tem condições de tomar decisões tão drásticas como a separação?
Uma pessoa com boderline tem condições de tomar decisões tão drásticas como a separação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) podem ter dificuldades em lidar com emoções intensas e impulsividade, o que pode levar a comportamentos impulsivos ou drásticos, incluindo decisões de separação. No entanto, a capacidade de tomar decisões pode variar de pessoa para pessoa e também depende de outros fatores, como a gravidade dos sintomas do TPB, o suporte emocional disponível e a capacidade de regulação emocional.
É importante notar que tomar decisões drásticas, como a separação de um relacionamento, pode ter consequências significativas e duradouras na vida de uma pessoa e nas vidas dos outros envolvidos. Portanto, é fundamental que uma pessoa com TPB tome decisões importantes com cuidado e considere as consequências potenciais.
Um terapeuta pode trabalhar com a pessoa para ajudá-la a compreender as motivações por trás das decisões impulsivas e a desenvolver habilidades para enfrentar esses impulsos de forma mais construtiva.
Além disso, ter uma rede de apoio confiável, como amigos, familiares e profissionais de saúde mental, pode ser valioso para fornecer uma perspectiva externa, apoio emocional e orientação durante momentos de tomada de decisões importantes. É importante que a pessoa com TPB busque o apoio apropriado quando se deparar com decisões difíceis, como a separação, para garantir que suas ações sejam baseadas em uma perspectiva mais equilibrada e cuidadosa.
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