Perguntas do paciente (49)

  • Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fa

    Olá! Gostaria de um conselho, tenho bastante dificuldade em conversar com as pessoas, não consigo fazer amizades, isso tem me atrapalhado muito, principalmente em meus estudos, não consigo me aproximar de ninguém da sala, e nos trabalhos em grupo eu sempre fico de lado, sempre tenho problemas quando tenho que apresentar algum trabalho. Gostaria de saber o que posso fazer pra mudar essa situação,isso me entristece muito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Você pode marcar uma sessão de psicoterapia e iniciar um tratamento para o seu sofrimento.


  • O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lu

    O que fazer quando a culpa vem de mãos dadas com o luto? Minha vó faleceu ontem a tarde depois de lutar quase 3 meses contra um câncer. Não consigo superar, sei que ela agora descansa mas sinto que não passei tempo com ela porque estava muito mais ocupada mofando em meu quarto para tirar 15 minutos do meu dia para ir visitar ela quando ela ainda estava bem, eu tinha tantas coisas para falar para ela, eu prometi que, quando ela melhorasse, iria ir morar junto de mim e os meus pais, que eu a levaria na igreja como ela tanto queria, que faria um café do bom pra ela... Não vou poder mais ver ela, falar com ela, abraçar ela, falar o quanto eu a amava e cumprir as minhas promessas... Sinto como se meu coração estivesse se despedaçando e não tem nada que diminua a minha dor. O pior de tudo é que eu tive que ouvir do meu irmão e da minha mãe que agora eu estava chorando mas, quando ela estava viva, eu não me importava e isso só ajudou a me corroer por dentro.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Culpa e Luto precisam ser trabalhados em psicoterapia. Marque uma consulta na qual posso aprofundar como lidar com ambos.


  • Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    O Transtorno de Personalidade Narcisista é caracterizado por um padrão de comportamento persistente, como:

    - Necessidade exagerada de admiração — querem ser constantemente elogiados e reconhecidos.
    - Falta de empatia — têm dificuldade em se colocar no lugar dos outros e entender os sentimentos alheios.
    - Sensação de superioridade — acreditam que são especiais e únicos, e merecem tratamento especial.
    - Exploração das relações — manipulam ou tiram vantagem de outros para atingir seus objetivos.
    - Reação exagerada a críticas — podem reagir com raiva, desdém ou até afastamento quando são contrariados.

    Esses comportamentos afetam significativamente as relações pessoais e profissionais. Se você percebe esses padrões em alguém e isso está trazendo sofrimento, é importante procurar ajuda psicológica para orientação e avaliação adequada.


  • Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personal

    Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personalidade Narcisista ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Existem diferentes tipos de narcisismo:
    Narcisismo Grandioso: pessoa que se mostra confiante em excesso, quer sempre ser admirada, gosta de se sentir superior, desvaloriza os outros e tem dificuldade em reconhecer erros.
    Narcisismo Vulnerável: parece insegura, sensível e até carente, mas no fundo também busca se sentir especial. Pode fazer chantagem emocional e usar a culpa como forma de controle.
    Narcisismo Maligno: é o mais perigoso. Costuma ser frio, manipulador e até cruel, tendo prazer em dominar ou machucar emocionalmente quem está próximo.

    Sinais que costumam aparecer em pessoas com esse transtorno:
    - Manipulam os outros para conseguir o que querem, mesmo que isso machuque.
    - Usam a culpa, o silêncio, a comparação ou elogios falsos para manter controle.
    - Têm dificuldade em se colocar no lugar do outro (falta de empatia).
    - Se acham melhores do que os outros e não aceitam ser contrariados.
    - Não reconhecem seus erros — sempre há alguém para culpar.
    - Fazem você duvidar de si mesma(o) com frases sutis, mas constantes (isso se chama gaslighting).
    - Podem parecer muito carismáticos no início, mas depois surgem comportamentos frios, agressivos ou distantes.
    - Te fazem se sentir confusa(o), insuficiente ou emocionalmente exausta(o) com frequência.


  • Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    O narcisismo pode ter origem tanto em fatores biológicos quanto em vivências ao longo da vida.

    A pessoa já nasce assim?
    Algumas pessoas podem nascer com traços de personalidade que favorecem atitudes narcisistas, como baixa empatia ou necessidade constante de validação. Esses traços podem estar ligados a fatores genéticos e biológicos.

    Ou ela se torna assim?
    Sim, o ambiente em que a pessoa cresce faz toda a diferença.
    Por exemplo:
    - Pais que supervalorizam ou, ao contrário, desvalorizam muito a criança.
    - Falta de afeto ou limites claros na infância.
    - Experiências de rejeição, abandono ou comparação constante.
    - Crescer em ambientes onde o valor pessoal está sempre ligado a aparência, sucesso ou desempenho.

    Essas situações podem levar a pessoa a desenvolver uma postura de defesa emocional, criando uma imagem exagerada de si mesma para esconder sentimentos de insegurança, inferioridade ou medo de não ser amada.


  • A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua emp

    A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua empatia com os outros prejudicada. Quais são os principais sintomas desse transtorno e como ele pode afetar os relacionamentos interpessoais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Fico feliz que esteja buscando entender mais sobre as dinâmicas ao seu redor, mas quero convidá-la a pensar também em como cuidar de si mesma nesse processo. Em vez de focar tanto nos sintomas ou comportamentos dos outros, é importante refletir sobre como você se sente e como pode se fortalecer emocionalmente.

    Estar ao lado de alguém com Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) pode ser desafiador. As pessoas com esse transtorno tendem a ser manipuladoras, exigentes e podem não oferecer a empatia ou o apoio que você precisa. Isso pode levar a sentimentos de desvalorização, frustração e até insegurança. Aqui estão algumas considerações para ajudá-la a cuidar de si enquanto lida com isso:

    Reflita sobre seus limites: Estar ao lado de alguém com TPN pode fazer você se sentir constantemente pressionada a agradar ou se submeter às necessidades dessa pessoa. Pense em como você pode estabelecer limites saudáveis para preservar sua paz emocional.
    Fortaleça sua autoestima: Focar em sua autoconfiança e no que você realmente precisa para se sentir bem consigo mesma é fundamental. Não permita que a validação do outro seja a única fonte de sua autoestima.
    Busque apoio emocional: Se perceber que estar com alguém com essas características está impactando sua saúde mental, é importante procurar suporte psicológico. Ter alguém com quem conversar pode ajudar a entender melhor suas emoções e a encontrar caminhos para lidar com a situação.
    Lembre-se de que cuidar de si mesma deve ser sempre uma prioridade, e isso inclui saber como se proteger emocionalmente quando necessário.

    Se precisar de mais ajuda ou quiser conversar sobre isso, estou à disposição!


  • É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    É possível sim notar traços narcisistas ainda na infância ou adolescência, como: dificuldade de reconhecer erros, manipular para conseguir o que quer, necessidade constante de ser o centro das atenções, pouca empatia ou arrogância.

    Mas atenção: durante essas fases é comum que certos comportamentos façam parte do desenvolvimento e não indiquem um transtorno. Só podemos falar em Transtorno de Personalidade Narcisista depois dos 18 anos, quando a personalidade está mais consolidada.

    Observar cedo e oferecer apoio emocional pode fazer muita diferença na prevenção. Se tiver dúvidas ou quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição.


  • eu tenho uma pergunta.. sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!

    eu tenho uma pergunta..
    sentir os sintomas da ansiedade e ter paz psicológica e emocional é normal!?
    eu pensei que estava ficando de virose, mas quando eu tomei o sertralina os sintomas sumiram e eu fiquei sem entender nada até hj.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Sim, é possível sentir sintomas físicos de ansiedade mesmo se sentindo em paz emocionalmente. Às vezes, o corpo fala o que a mente ainda não elaborou.

    A sertralina ajuda a amenizar os sintomas, mas não trata a causa emocional do problema. Ela alivia a dor, mas se nada for trabalhado internamente, essa dor pode voltar — muitas vezes como um novo sintoma físico ou um adoecimento emocional mais intenso.


  • Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais

    Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Sim, o Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) pode ter uma relação com outros transtornos mentais, especialmente em termos de comorbidade, ou seja, quando duas condições coexistem.

    Alguns transtornos frequentemente associados ao TPH incluem:

    - Transtornos de Ansiedade: Pessoas com TPH podem ter uma grande necessidade de aprovação e reconhecimento, o que pode gerar ansiedade social e insegurança.
    - Transtornos Depressivos: A constante busca por atenção e o medo da rejeição podem resultar em sentimentos de vazio e, eventualmente, em quadros depressivos.
    - Transtorno de Personalidade Borderline: Embora sejam distintos, o TPH e o transtorno borderline compartilham algumas características, como instabilidade emocional e dificuldades em manter relações estáveis. No entanto, o TPH é mais centrado na busca por atenção e aprovação, enquanto o transtorno borderline está mais relacionado a instabilidade afetiva e comportamental.
    - Transtornos de Comportamento Impulsivo: Pessoas com TPH podem apresentar comportamentos impulsivos ou dramáticos, em busca de atenção, o que pode ser confundido com traços de transtornos impulsivos.

    É importante lembrar que, embora haja essa relação, um diagnóstico correto depende de uma avaliação detalhada com um profissional da saúde mental. Se você suspeita de algum desses padrões em você ou em alguém, procurar orientação psicológica pode ser o primeiro passo para uma compreensão mais profunda.

    Se precisar de mais informações ou quiser conversar sobre isso, estou à disposição!


  • O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    O Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) é geralmente mais diagnosticado em mulheres, mas isso não significa que seja exclusivo de um gênero. Estima-se que as mulheres tendem a ser mais diagnosticadas com esse transtorno, possivelmente devido a estereótipos culturais e expectativas sociais em torno de comportamentos expressivos e emocionais. No entanto, homens também podem ter esse transtorno, embora, em alguns casos, os sintomas possam se manifestar de maneira diferente, possivelmente com mais ênfase em comportamentos impulsivos ou dramáticos, por exemplo.

    Em ambos os gêneros, o TPH está relacionado à busca excessiva de atenção, validação e aprovação dos outros, frequentemente acompanhada por uma instabilidade emocional e dificuldades em manter relacionamentos saudáveis.


  • Qual é eficácia da hipnose no tratamento do Transtorno Da Personalidade Histriônica (TPH) ?

    Qual é eficácia da hipnose no tratamento do Transtorno Da Personalidade Histriônica (TPH) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Nenhuma eficácia.


  • Como é a Manutenção da Saúde Mental em Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline ?

    Como é a Manutenção da Saúde Mental em Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    A manutenção da saúde mental em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline requer um cuidado constante e multidimensional. Aqui estão três pilares fundamentais:

    Psicoterapia regular – O acompanhamento psicológico é essencial para desenvolver estratégias de autorregulação emocional, melhorar os relacionamentos e fortalecer a autoestima.
    Alimentação saudável – Um acompanhamento nutricional pode ajudar a manter o equilíbrio do organismo e favorecer o bem-estar mental. O que comemos afeta diretamente nosso humor e disposição.
    Atividade física constante – Exercícios regulares ajudam a reduzir a ansiedade, melhorar o humor e fortalecer a resiliência emocional. Afinal, uma mente forte também habita em um corpo bem cuidado.
    Esses três cuidados, juntos, contribuem de forma significativa para o equilíbrio emocional e para uma vida com mais qualidade. Se precisar de orientação nesse processo, estou à disposição para ajudar.


  • Quais são as possíveis complicações do transtorno de personalidade histriônica?

    Quais são as possíveis complicações do transtorno de personalidade histriônica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    O Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) pode trazer algumas complicações, especialmente se não for tratado. Algumas das principais são:

    - Dificuldades nos relacionamentos interpessoais: A busca constante por atenção e validação pode causar conflitos em amizades, relacionamentos familiares e amorosos, já que as pessoas com TPH podem ser vistas como manipuladoras ou excessivamente dramáticas.
    - Baixa autoestima e dependência emocional: Apesar de aparentarem ser confiantes, muitas pessoas com TPH têm uma autoestima frágil e dependem muito da aprovação dos outros, o que pode levar a sentimentos de insegurança e vazio quando não recebem a atenção desejada.
    - Depressão e ansiedade: A constante busca por validação externa pode gerar ansiedade social, estresse e até quadros depressivos, especialmente quando as expectativas não são atendidas ou há rejeição.
    - Comportamentos impulsivos: A necessidade de ser o centro das atenções pode levar a comportamentos impulsivos, como atitudes dramáticas, exageradas ou até prejudiciais em busca de atenção.
    - Dificuldade em lidar com críticas: Pessoas com TPH podem reagir de forma excessiva a críticas ou rejeições, o que pode prejudicar a capacidade de lidar com feedbacks construtivos, tanto em ambientes pessoais quanto profissionais.

    Por isso, é importante procurar ajuda psicológica para trabalhar essas questões e melhorar a qualidade de vida e os relacionamentos.


  • Prezados(as) Profissionais de Psicologia, Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas

    Prezados(as) Profissionais de Psicologia,

    Busco informações gerais sobre abordagens terapêuticas e escolha de profissional para adultos que apresentam histórico de trauma complexo na infância e manifestam dificuldades emocionais como dissociação, manejo da raiva e desafios interpessoais (incluindo padrões manipulativos).

    Quais tipos de abordagens terapêuticas são consideradas eficazes para trabalhar com essa combinação de histórico e dificuldades? E quais fatores gerais devem ser considerados ao recomendar ou buscar um profissional qualificado e experiente nesta área, especialmente ao se pensar na compatibilidade e na acessibilidade do tratamento?

    Agradeço por compartilhar conhecimento que ajude a orientar a busca por ajuda para pessoas com essas características.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Muito importante a sua busca por informações sobre esse tipo de acompanhamento. Históricos de trauma na infância, somados a dificuldades como dissociação, manejo da raiva e desafios nos relacionamentos, merecem um cuidado especializado, mas também sensível à complexidade de cada vivência.

    Dentre as abordagens que costumam ser eficazes nesses casos, destaco:

    Terapia Humanista Existencial, que acolhe a pessoa em sua totalidade, promovendo autorreflexão e autonomia emocional.
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), útil para trabalhar pensamentos e comportamentos disfuncionais.
    Terapia do Esquema e Terapia Somática, que integram aspectos do trauma, especialmente em casos de trauma complexo.
    A escolha de um profissional deve considerar alguns pontos importantes:
    - Formação e experiência com traumas e dificuldades emocionais profundas.
    - Abordagem com a qual você (ou a pessoa em questão) se sinta mais à vontade.
    - Compatibilidade na comunicação e no acolhimento.
    - Acessibilidade financeira e disponibilidade para um processo que exige continuidade.


  • O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?

    O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Entendo sua dúvida e é importante refletirmos sobre esse tipo de comportamento. A submissão excessiva pode, de fato, estar ligada a uma baixa autoestima, onde a pessoa deixa de se valorizar em função das necessidades ou expectativas do outro. Isso pode levar a sentimentos de insegurança e afetar a saúde emocional, além de estar relacionado a dificuldades em estabelecer relações saudáveis e equilibradas.

    Lembre-se que é essencial cuidar de si mesma, aprender a se respeitar e estabelecer limites saudáveis. A autovalorização é um passo importante para criar relações mais equilibradas, em que ambos os parceiros possam crescer juntos, com respeito mútuo. Se sentir que isso está impactando sua vida, buscar apoio emocional pode ser muito útil para fortalecer sua autoestima e bem-estar.

    Estou à disposição para continuar essa conversa, caso queira!


  • Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos,

    Vou direto ao ponto. Sou viciado em masturbação desde de meus 11 anos de idade. Hoje tenho 29 anos, e durante toda a minha trajetória fui consumindo diferentes tipos de pornografia. Toda vez que enjoava de um gênero, ia para outro. Já consumi praticamente tudo que a legalidade permite. O problema é que agora estou consumindo pornografia amadora, algo que não existe controle. Posso estar vendo um casal liberal que quis postar o vídeo ou posso estar vendo algo postado sem o consentimento da pessoa. Queria saber como parar ou pelo menos me policiar ao tipo de conteúdo que consumo. Já fui a um psicólogo, mas parei por questões financeiras (desempregado). Já participei do NoFap e consegui ficar 4 meses sem me masturbar, mas depois voltei com muito mais intensidade. Sei que a masturbação não é o problema, e sim a dessensibilizarão que meu cérebro cria ao se acostumar com algo novo. E aí, tem solução?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Sim, tem solução. Mas a pergunta mais importante agora é: você está disposto a encarar esse processo com seriedade e constância?

    O que você descreve não é incomum e pode ser tratado, sim, com psicoterapia. Não se trata só de parar um comportamento, mas de compreender o que está por trás dele, ressignificar padrões e fortalecer sua autonomia emocional.

    Se estiver realmente pronto para isso, posso te ajudar.


  • Meu namorado é viciado em pornografia, estou a 1 ano com ele, descobri depois de um tempo vendo o hi

    Meu namorado é viciado em pornografia, estou a 1 ano com ele, descobri depois de um tempo vendo o histórico dele, começamos a conversar sobre, mais depois de um tempo, isso não parou, quase todos os dias, ele se masturbava, e os desejos foram piorando, como sentir fetiches diferentes, cockold(acho que é assim) foi um deles, e depois de várias conversas, ele pediu pra eu ajudar ele, que profissional posso procurar? Quero ajudar, mais eu também nao entendo muito e estou vendo formas para isso, isso está afetando nosso relacionamento, quando lembro fico um pouco mal e perco o prazer, e quando algo acontece com ele também, ele usa a masturbaçao e o porno como uma forma de escape

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Você está certa em buscar ajuda — esse comportamento já está impactando o relacionamento e sua saúde emocional. O vício em pornografia costuma ser um sintoma, não a raiz do problema. É um escape, como você mesma percebeu, e geralmente está ligado a questões emocionais mais profundas.

    O ideal é que ele procure psicoterapia, de preferência com um profissional que tenha experiência em dependência sexual ou comportamental. O foco será entender o que está por trás do comportamento repetitivo e trabalhar estratégias para que ele recupere o controle.

    Mas um ponto importante: você também precisa cuidar de você. Relações afetivas com alguém em sofrimento também adoecem quem está ao lado. Talvez seja interessante você também fazer um acompanhamento psicológico, mesmo que breve, para se fortalecer emocionalmente.

    Se ele quiser ajuda, ótimo. Mas não deixe sua saúde depender da decisão dele.


  • Prezados(as) Psicólogos(as), Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou h

    Prezados(as) Psicólogos(as),

    Busco orientação profissional sobre um caso. O indivíduo vivenciou histórico de trauma na infância e apresenta dificuldades emocionais (dissociação, manipulação, episódios de raiva). Avaliação exploratória inicial identificou traços que demandam investigação aprofundada.

    Gostaria de informações sobre abordagens terapêuticas e fatores relevantes na escolha de profissional para acompanhamento psicológico neste tipo de situação, considerando a acessibilidade financeira do tratamento.

    Há um relatório exploratório disponível para consulta, se profissional considerar relevante.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Obrigada por compartilhar o seu caso. Quando se trata de questões emocionais complexas como o histórico de trauma, dissociação, manipulação e episódios de raiva, é essencial uma abordagem terapêutica que considere o contexto e as necessidades individuais da pessoa. Diversas abordagens podem ser eficazes, mas é importante que o tratamento seja adaptado para promover um ambiente de segurança emocional e crescimento.

    Na minha prática, tenho obtido bons resultados com a Abordagem Humanista Existencial, que foca na compreensão do ser humano em sua totalidade, respeitando o ritmo do paciente e favorecendo o autoconhecimento e a superação das dificuldades. Essa abordagem valoriza o aspecto emocional e a construção de uma relação terapêutica de confiança, fundamental para o tratamento de traumas.

    Quanto à acessibilidade financeira, é importante que você se sinta confortável tanto com a abordagem quanto com as condições do tratamento. Caso deseje, posso fornecer mais informações sobre como funciona o acompanhamento nesse modelo terapêutico.

    Se achar útil, posso também revisar o relatório exploratório para um melhor entendimento do caso.


  • quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalm

    quando estou em casa eu fico estressado sem motivos as vezes fico calado não conversor, perdi totalmente o foco que eu tinha antes de quere crescer não consigo mais fazer as coisas que eu gostava de fazer por exemplo empreende estou com a mente bloqueada as coisas que faço sempre com desmotivação .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Olá, espero que, apesar disso, você esteja bem.

    Devido aos sintomas apresentados, é necessário iniciar um processo psicoterapêutico, ou seja, fazer psicoterapia para entender melhor a causa desses sintomas e entrar em um processo de cura e tratamento. Você pode estar sobrecarregado com sentimentos e emoções não elaborados, com dificuldade de se livrar de alguma culpa ou medo, bem como de perdoar a si mesmo e ao outro. Tudo isso pode levar à sensação de mente bloqueada, desmotivação constante e perda de interesse nas atividades que antes gostava. Cuidado, esses são sintomas que necessitam de atenção. Busque ajuda! Se precisar, estou aqui para ajudar.

    Um abraço, se cuide!


  • Gostaria de saber se é normal sentir nojo e raiva pelas pessoas, animais e tudo que a meu redor.

    Gostaria de saber se é normal sentir nojo e raiva pelas pessoas, animais e tudo que a meu redor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fernanda Maria Oliveira da Costa

    Sentir nojo e raiva em relação às pessoas, animais e ao que está ao seu redor pode ser um reflexo da maneira como você enxerga o seu mundo interior. Esses sentimentos muitas vezes estão ligados a questões mais profundas que podem precisar de atenção e cuidado.

    Buscar o autoamor, a autocompaixão e o autoperdão pode ser um caminho importante para se sentir mais em paz consigo mesma e com o mundo ao seu redor. A terapia oferece um espaço seguro para desenvolver o autoconhecimento e a autoestima, que são fundamentais para lidar com esses sentimentos. Durante o processo terapêutico, você pode explorar as raízes dessas emoções e trabalhar em estratégias para transformá-las.

    Estou aqui para apoiar sua jornada em direção a uma vida mais equilibrada e satisfatória.


    Te convidamos para uma consulta

    Psicoterapia

Perguntas frequentes

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