Perguntas do paciente (2484)
-
Meu médico mandou eu tomar fluxetina de 60mg cedo e nortriptilina 50mg a noite é seguro ?
Meu médico mandou eu tomar fluxetina de 60mg cedo e nortriptilina 50mg a noite é seguro ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma dúvida comum entre pacientes em tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, transtorno depressivo, transtornos de humor, além de sintomas como crise de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout e TDAH em adultos. A combinação de fluoxetina e nortriptilina pode ser utilizada em alguns casos específicos e mais complexos, principalmente quando há resposta parcial ao tratamento ou associação de sintomas depressivos e ansiosos mais resistentes.
No entanto, trata-se de uma associação que exige atenção médica cuidadosa, pois a fluoxetina pode aumentar os níveis da nortriptilina no organismo ao interferir no seu metabolismo hepático, o que pode elevar o risco de efeitos colaterais como boca seca, sonolência, tremores, alterações cardíacas e outros efeitos anticolinérgicos. Por isso, essa combinação costuma ser feita com doses ajustadas e acompanhamento clínico próximo, podendo inclusive ser necessário monitorização em alguns casos.
Se foi prescrito pelo seu médico, significa que ele avaliou o benefício terapêutico frente aos riscos no seu caso específico. Ainda assim, é fundamental relatar qualquer sintoma novo como palpitações, tontura, agitação ou sonolência excessiva.
Em consulta podemos avaliar de forma individualizada seu quadro clínico, saúde mental, metabolismo, emagrecimento e obesidade, ajustando o tratamento de forma segura e acompanhando sua evolução com foco em eficácia e qualidade de vida.
-
Tenho que tomar ritalina e bup de manhã, posso tomar os 2 ao mesmo tempo?
Tenho que tomar ritalina e bup de manhã, posso tomar os 2 ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática clínica. Em geral, a Ritalina (metilfenidato) e a bupropiona podem ser tomadas no mesmo período da manhã e, em muitos casos, inclusive são prescritas juntas. Não existe uma contraindicação absoluta para o uso simultâneo.
Porém, é importante considerar que ambos os medicamentos têm efeito estimulante no sistema nervoso central, o que pode aumentar em algumas pessoas efeitos como: ansiedade, irritabilidade, insônia, palpitações, tremor leve, agitação e dificuldade para relaxar. Isso pode ser mais sensível em quem já tem ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse ou transtornos de humor.
Na prática, alguns médicos orientam tomar juntos, enquanto outros preferem separar por alguns minutos ou ajustar horários para melhor tolerabilidade — isso depende da resposta individual.
Além disso, sintomas como falta de motivação, dificuldade de foco, burnout e TDAH em adultos são justamente os alvos desses medicamentos, então o ajuste fino da dose e do horário faz diferença na resposta.
De forma geral: sim, podem ser tomados no mesmo horário, mas o ideal é seguir a orientação do seu médico e observar como seu corpo reage. Se houver aumento de ansiedade, insônia ou desconforto, vale reavaliar a estratégia com o psiquiatra.
-
Bom dia eu fui diagnosticado com ansiedade, foi receitado fluoxetina de 20mg tô com medo dos efeitos
Bom dia eu fui diagnosticado com ansiedade, foi receitado fluoxetina de 20mg tô com medo dos efeitos colaterais, no meu caso o de 10mg serve? É os efeitos dele é menor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma dúvida comum entre pacientes que recebem diagnóstico de ansiedade, transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtornos de humor, transtorno depressivo e TDAH em adultos, especialmente ao iniciar a fluoxetina. A fluoxetina é um antidepressivo da classe dos ISRS e atua aumentando a serotonina, ajudando no controle da ansiedade ao longo das semanas.
Sobre a dose, em alguns casos o médico pode iniciar com 10 mg para reduzir a chance de efeitos colaterais iniciais, como náusea, leve agitação, insônia ou desconforto gastrointestinal, principalmente em pessoas mais sensíveis. Porém, a apresentação mais comum e estudada para ansiedade é a de 20 mg, que muitas vezes é a dose terapêutica inicial padrão. A dose de 10 mg pode ser usada como estratégia de adaptação, mas nem sempre é suficiente como tratamento definitivo.
Os efeitos colaterais tendem a ser mais relacionados à fase inicial do tratamento e à sensibilidade individual do paciente do que apenas à dose, embora doses menores possam ser melhor toleradas em alguns casos. O mais importante é não ajustar ou suspender por conta própria, pois isso pode prejudicar a resposta ao tratamento.
Em consulta podemos avaliar de forma individualizada seu quadro de ansiedade, saúde mental, metabolismo, emagrecimento e obesidade, ajustando a medicação de forma segura e buscando o melhor equilíbrio entre eficácia e tolerabilidade.
-
Olá, o aumento da dose do escitalopram pode causar efeitos colaterais? Como dor de cabeça, náuseas?
Olá, o aumento da dose do escitalopram pode causar efeitos colaterais? Como dor de cabeça, náuseas? Estava tomando 10mg e o médico aumentou para 15mg
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática clínica. Sim, o aumento da dose do escitalopram pode causar efeitos colaterais transitórios, especialmente nas primeiras semanas após o ajuste. Sintomas como dor de cabeça, náuseas, tontura, leve aumento da ansiedade, alteração do sono (insônia ou sonolência) e desconforto gastrointestinal são relativamente comuns nesse período de adaptação.
Isso ocorre porque o sistema serotoninérgico precisa de tempo para se reajustar à nova dose. Em muitos pacientes, esses efeitos são leves e tendem a melhorar espontaneamente em alguns dias a poucas semanas.
Além disso, quadros de ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno de ansiedade podem também contribuir para a intensificação desses sintomas, dificultando diferenciar efeito da medicação e manifestação do próprio quadro clínico.
De forma geral, se os sintomas forem leves e temporários, costuma-se manter a medicação e acompanhar a adaptação. Porém, se houver piora importante, persistência dos efeitos ou prejuízo significativo no dia a dia, é interessante retornar ao médico para reavaliação da dose ou estratégia terapêutica.
-
Bom dia, faço tratamento com QUET e DESVENLAFAXINA DE 50mg, gostaria de saber se posso tomar umas ce
Bom dia, faço tratamento com QUET e DESVENLAFAXINA DE 50mg, gostaria de saber se posso tomar umas cervejinhas no final de semana, ou quantos dias antes posso parar de tomar os medicamentos e beber cervejas
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática clínica. A quetiapina (QUET) e a desvenlafaxina não exigem suspensão antes do consumo de álcool, e não é recomendado interromper os medicamentos por conta própria para beber, pois isso pode causar piora da ansiedade, insônia, instabilidade do humor e até sintomas de descontinuação.
Em relação ao álcool, ele não é proibido de forma absoluta, mas deve ser evitado ou usado com muita cautela, porque pode potencializar efeitos como sonolência, tontura, redução da atenção, piora da coordenação e aumento da instabilidade emocional. No caso da quetiapina, esse efeito sedativo pode ser mais evidente. Já a desvenlafaxina pode ter sua ação prejudicada pelo álcool, além de aumentar irritabilidade, ansiedade e piora do sono.
Além disso, em pacientes em tratamento para ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, o álcool pode piorar significativamente os sintomas emocionais no dia seguinte, mesmo em pequenas quantidades.
De forma geral, se houver consumo, ele deve ser ocasional, moderado e com acompanhamento da própria resposta do seu corpo, sem suspensão dos medicamentos. O ideal é conversar com seu psiquiatra para uma orientação personalizada ao seu caso e à sua dose atual.
-
Qual a dosagem máxima para alprazolam? Tomo a medicação a 13 anos, porém notei que ultimamente as cr
Qual a dosagem máxima para alprazolam? Tomo a medicação a 13 anos, porém notei que ultimamente as crises de Pânico não tem diminuído com os 1mg habituais, sendo assim passei para 1,5mg e hoje tive de tomar 2mg, meu psiquiatra não quer mudar a medicação... Até hoje não notei nenhum problema de memória ou qualquer outro sintoma, apenas a abstinência muito forte após 6 a 8 horas sem a medicação
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática psiquiátrica. O alprazolam é um benzodiazepínico utilizado no tratamento de ansiedade e transtorno do pânico, com efeito rápido, porém com risco de tolerância e dependência ao uso prolongado.
Em termos gerais, a dose máxima habitual em adultos pode chegar a aproximadamente 4 mg por dia para transtorno do pânico, podendo variar conforme protocolos e avaliação médica individual. No entanto, mais importante do que a “dose máxima teórica” é o fato de que, após uso prolongado (como no seu caso, 13 anos), é comum ocorrer tolerância, ou seja, necessidade de doses maiores para obter o mesmo efeito, além de dependência fisiológica, o que explica a abstinência após 6–8 horas.
Esse padrão que você descreve (redução do efeito, aumento progressivo da dose e sintomas de abstinência entre doses) é um fenômeno bem conhecido na prática clínica e indica que o organismo está adaptado ao medicamento.
Além disso, o uso crônico de benzodiazepínicos pode, mesmo sem sintomas evidentes no início, estar associado a impactos sutis em memória, atenção, energia, qualidade do sono e regulação emocional, especialmente em longo prazo.
O ponto mais importante não é apenas aumentar a dose, mas reavaliar a estratégia de tratamento do transtorno de pânico. Em geral, diretrizes atuais priorizam antidepressivos (como ISRS ou IRSN) e psicoterapia (especialmente TCC) como base do tratamento, deixando benzodiazepínicos para uso temporário ou adjuvante.
Por isso, é interessante discutir novamente com seu psiquiatra uma reavaliação do plano terapêutico, não apenas ajuste de dose, mas também alternativas para reduzir a dependência e melhorar o controle das crises de forma mais estável e segura.
-
Estou tomando paroxetina 20 mg ao deitar há 7 meses, me adaptei mto bem com a medicação, porém no in
Estou tomando paroxetina 20 mg ao deitar há 7 meses, me adaptei mto bem com a medicação, porém no início do tratamento senti sensação de queimação como se chegasse uma chama em algumas partes aleatórias do corpo. Com o tempo passou porém, vez ou outra, sinto rapidamente. De uns tempos pra cá comecei a ter suor noturno é perigoso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática clínica. A paroxetina (20 mg) é um antidepressivo da classe dos ISRS e, em alguns pacientes, pode causar efeitos colaterais como sudorese aumentada, inclusive suor noturno, mesmo após meses de uso. Esse efeito pode estar relacionado à ação serotoninérgica do medicamento sobre a regulação da temperatura corporal.
A sensação inicial de “queimação” ou sensação de calor em partes do corpo pode ocorrer no início do tratamento como um efeito transitório de adaptação neurológica e, como você descreve, tende mesmo a desaparecer com o tempo, embora possa retornar de forma esporádica em algumas pessoas.
O suor noturno isolado, na maioria dos casos, não é considerado algo perigoso quando leve e sem outros sintomas associados. Porém, merece atenção se vier acompanhado de perda de peso, febre, mal-estar importante, piora do sono, ansiedade intensa, crise de ansiedade, insônia ou alterações importantes do humor, como em quadros de transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno de ansiedade ou transtorno do pânico.
Também é importante lembrar que estresse, ansiedade, burnout, irritabilidade e alterações hormonais podem contribuir para sudorese noturna.
De modo geral, se o sintoma for leve e esporádico, costuma ser apenas um efeito colateral tolerável. Porém, se estiver aumentando ou causando desconforto significativo, é interessante conversar com seu psiquiatra para avaliar ajuste de dose, horário ou alternativas terapêuticas.
-
Posso trocar venlafaxina 150 mg por mirtazapina 30 mg sem necessidade de desmame?
Posso trocar venlafaxina 150 mg por mirtazapina 30 mg sem necessidade de desmame?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática psiquiátrica. Em geral, não é recomendado fazer a troca da venlafaxina 150 mg para mirtazapina 30 mg sem algum tipo de estratégia de transição, especialmente em doses como 150 mg, que já têm ação relevante sobre serotonina e noradrenalina.
A venlafaxina está associada a um risco relativamente conhecido de sintomas de descontinuação quando interrompida de forma abrupta, como tontura, “choques elétricos”, irritabilidade, ansiedade, insônia, crise de ansiedade e mal-estar geral. Por isso, muitas vezes é necessário um desmame gradual ou uma troca cruzada (cross-taper), em que uma medicação é reduzida enquanto a outra é introduzida progressivamente, dependendo do objetivo clínico.
A mirtazapina, por outro lado, tem perfil diferente, com maior efeito sedativo e impacto em sono, apetite, ansiedade e sintomas como insônia, irritabilidade, estresse e sintomas depressivos, podendo ser útil em alguns perfis de pacientes com transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno de ansiedade.
Além disso, a decisão de troca depende de fatores como resposta prévia, efeitos colaterais, presença de ansiedade, depressão, burnout, transtorno do pânico, ataques de pânico e TDAH em adultos.
Portanto, o mais seguro é não fazer a troca de forma abrupta sem orientação médica. O ideal é que o psiquiatra defina se será feita redução gradual, troca cruzada ou substituição direta em casos selecionados, garantindo segurança e menor risco de piora dos sintomas.
-
Meu filho começou a toma respiratóna 3meses agora ele está reclamando que não sente mas alegria não
Meu filho começou a toma respiratóna 3meses agora ele está reclamando que não sente mas alegria não tem vontade de fazer nada e normal mexer com a memória
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa mudança de comportamento merece atenção e não deve ser ignorada. Não ficou claro qual é exatamente o medicamento “Respiratóna”, mas alguns remédios podem causar efeitos no humor, disposição, concentração e até na memória, principalmente em crianças e adolescentes. Quando a pessoa começa a ficar sem alegria, sem motivação, mais isolada, apática ou diferente do comportamento habitual, é importante avaliar se isso pode estar relacionado ao medicamento, à dose utilizada ou até a alguma condição emocional associada.
Alguns medicamentos podem provocar sonolência, lentificação, dificuldade de concentração, alterações emocionais, irritabilidade ou sensação de “desânimo”. Em outros casos, o próprio quadro de ansiedade, depressão, estresse ou alterações do sono pode afetar memória e disposição. Em crianças e adolescentes isso merece acompanhamento ainda mais cuidadoso.
O ideal é não suspender o remédio por conta própria até conversar com o médico que prescreveu. Observar quando os sintomas começaram, se pioram após tomar a medicação e se existem outras mudanças no comportamento pode ajudar muito na avaliação.
Uma consulta médica permite analisar se os sintomas fazem parte de um efeito adverso, necessidade de ajuste da dose ou até investigação de outras causas. Estou disponível para acompanhar essa evolução de forma cuidadosa, acolhedora e individualizada.
-
Comecei tomar carbolitium agora esse mês, mas me disseram que ele causa prisão de ventre,eu já te
Comecei tomar carbolitium agora esse mês, mas me disseram que ele causa prisão de ventre, eu já tenho ressecamento constante, posso tomar laxante? estando tomando lítio ?o médico não me falou nada sobre isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida frequente entre pacientes em uso de carbolitium (lítio).
O lítio pode sim causar efeitos gastrointestinais, como desconforto abdominal, náusea e, em algumas pessoas, alteração do trânsito intestinal — inclusive prisão de ventre, embora isso não seja o efeito mais comum.
ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico, TDAH em adultos
Sobre o uso de laxantes:
Em geral, pode ser usado laxante em pacientes que fazem uso de lítio, mas com cautela. O ponto mais importante não é a interação direta com o intestino, e sim que alguns fatores podem alterar os níveis de lítio no sangue, especialmente:
desidratação
uso de diuréticos
vômitos ou diarreia intensa
alterações importantes de sal (sódio)
Por isso:
laxantes leves e ocasionais costumam ser aceitáveis
evitar uso contínuo sem orientação
manter boa hidratação é fundamental
não usar laxantes “fortes” ou em excesso por conta própria
No seu caso, como você já tem tendência a ressecamento, o ideal é também considerar:
aumento de fibras na dieta
ingestão adequada de água
atividade física leve
avaliação médica se o quadro for persistente
Em resumo: em geral pode usar laxante sim, mas com moderação e orientação, e sempre cuidando da hidratação para não interferir no lítio.
Se quiser, posso te dizer quais laxantes costumam ser mais seguros nesse contexto e quais devem ser evitados.
-
Faz 13 dias que eu faço uso da sertralina, a médica mandou eu começar tomando 25 mg e ir aumentando,
Faz 13 dias que eu faço uso da sertralina, a médica mandou eu começar tomando 25 mg e ir aumentando, quando chegou em 75 mg dois dias depois comecei a passar mal, tenho tido vômito, diarréia, perda de apetite e minha barriga não para de fazer barulho. Será que é o remédio ou devo me preocupar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida frequente entre pacientes em início de uso da sertralina, especialmente durante a fase de aumento de dose.
A sertralina pode causar efeitos gastrointestinais como náuseas, vômitos, diarreia, perda de apetite e “borborigmos” (barulhos intestinais), principalmente nas primeiras semanas ou após aumentos de dose. Isso acontece porque a serotonina também atua no intestino, e o sistema digestivo pode ficar mais sensível nesse período de adaptação.
ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico, TDAH em adultos
No seu caso, o fato de os sintomas terem começado logo após subir para 75 mg sugere uma relação provável com o aumento da dose.
Em muitos pacientes:
esses efeitos são transitórios e melhoram em 1 a 2 semanas
o organismo tende a se adaptar gradualmente
às vezes é necessário reduzir a dose temporariamente e subir mais devagar
Porém, é importante atenção se houver:
vômitos persistentes ou incapacidade de se alimentar
sinais de desidratação (fraqueza intensa, tontura, pouca urina)
febre ou dor abdominal forte
Nesses casos, é necessário contato médico mais rápido para ajuste.
Em resumo: provavelmente é efeito do aumento da sertralina, mas como está intenso, precisa ser comunicado ao seu psiquiatra para ajustar a subida de dose de forma mais lenta ou temporariamente reduzir.
Se quiser, posso te explicar como costuma ser o esquema de adaptação “mais leve” da sertralina para evitar exatamente esse tipo de reação.
-
É normal uma pessoa que tem asiedade ter frequentes crises com menos de 15 dias de uso das medicaçõe
É normal uma pessoa que tem asiedade ter frequentes crises com menos de 15 dias de uso das medicações ou já ñ era pra ter mais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer e é uma dúvida muito comum no início do tratamento da ansiedade. Medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos nem sempre fazem efeito imediato. Em muitos casos, principalmente com remédios como Sertralina, Escitalopram ou Paroxetina, é esperado que ainda existam crises de ansiedade, ataques de pânico, irritabilidade, insônia e sintomas físicos nas primeiras semanas. Algumas pessoas inclusive sentem uma piora transitória antes da melhora acontecer.
Geralmente os medicamentos começam a apresentar benefício mais consistente entre 3 a 6 semanas, embora isso varie conforme dose, organismo, intensidade do transtorno de ansiedade e adesão ao tratamento. Com menos de 15 dias, ainda é considerado um período inicial de adaptação para muitos pacientes.
Além disso, fatores como estresse, privação de sono, excesso de cafeína, medo das crises e tensão emocional podem manter os sintomas mesmo já usando a medicação. Em pacientes com depressão, burnout, transtornos de humor, tristeza profunda, falta de motivação ou TDAH em adultos, o controle pode levar ainda mais tempo.
O mais importante é não interromper o tratamento por conta própria e manter acompanhamento médico. Uma avaliação adequada ajuda a entender se a evolução está dentro do esperado ou se existe necessidade de ajuste da dose, associação de outro medicamento ou mudança da estratégia terapêutica. Estou disponível para acompanhar sua evolução de forma cuidadosa e humanizada.
-
Eu tomo cloridrato de sertralina quando acordo e cloridrato de amitriptilina e estou tendo espasmos
Eu tomo cloridrato de sertralina quando acordo e cloridrato de amitriptilina e estou tendo espasmos e gaguejando, qual deles que está causando isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida frequente em pacientes que usam sertralina associada à amitriptilina.
Os sintomas que você descreve — espasmos, tremores e gagueira ou dificuldade de fala — podem estar relacionados principalmente a efeitos no sistema nervoso central e precisam de atenção.
Entre os dois medicamentos:
Sertralina: pode causar tremores, agitação, contrações musculares leves, principalmente no início ou em aumento de dose.
Amitriptilina: também pode causar efeitos neurológicos como tremor, lentificação, confusão leve e, em alguns casos, alteração da coordenação.
Porém, quando aparecem espasmos + alteração de fala (como gagueira ou dificuldade de articular palavras), é importante considerar algo mais relevante:
possível efeito adverso neurológico importante
ou início de excesso de serotonina (síndrome serotoninérgica leve), principalmente quando há combinação de antidepressivos que atuam na serotonina
ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico, TDAH em adultos
Atenção especial se houver junto:
suor excessivo
taquicardia
agitação
diarreia
febre
tremores mais fortes
Esses sinais exigem avaliação médica rápida.
Em resumo:
Não dá para afirmar qual dos dois isoladamente está causando, mas a combinação pode sim aumentar efeitos neurológicos, e os seus sintomas merecem ser comunicados ao seu psiquiatra o quanto antes para ajuste de dose ou esquema.
Não é recomendado suspender por conta própria, mas também não é um sintoma para ignorar.
Se quiser, posso te ajudar a diferenciar efeitos leves comuns vs sinais de alerta mais importantes nesse tipo de combinação.
-
Eu tomo desvenlafaxina. Eu posso consumir álcool socialmente? Ex. Uma taça de vinho ou uma cerveja?
Eu tomo desvenlafaxina. Eu posso consumir álcool socialmente? Ex. Uma taça de vinho ou uma cerveja? Se sim, eu preciso deixar de tomar o remédio no dia que beber?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática psiquiátrica. A desvenlafaxina pode interagir com o álcool, principalmente aumentando efeitos como tontura, sonolência, redução da atenção e piora da instabilidade emocional em algumas pessoas. Em geral, pequenas quantidades de álcool, como uma taça de vinho ou uma cerveja, podem não causar problemas importantes em alguns pacientes, mas isso varia conforme a dose da medicação, sensibilidade individual e presença de outras doenças ou medicamentos.
Não é recomendado suspender a desvenlafaxina por conta própria no dia em que for consumir álcool. Interromper antidepressivos de forma irregular pode causar sintomas desagradáveis e prejudicar o tratamento da ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno do pânico.
Além disso, pacientes com TDAH em adultos e quadros emocionais associados podem apresentar maior vulnerabilidade aos efeitos do álcool. É interessante conversar com seu psiquiatra para receber orientação individualizada e segura conforme seu tratamento e histórico clínico.
-
Tomo donaren de 50mg por dia gostaria de tomar um remédio natural dizem que esse remédio causa demên
Tomo donaren de 50mg por dia, gostaria de tomar um remédio natural, dizem que esse remédio causa demência, meu pai morreu de alzaimer, posso parar e e tomar um floral?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática psiquiátrica. O Donaren (trazodona) é um medicamento utilizado principalmente para ansiedade, depressão e insônia, e atualmente não existe comprovação científica consistente de que ele cause Alzheimer ou demência. O fato de haver histórico familiar de Alzheimer naturalmente aumenta a preocupação, mas isso não significa que o uso da medicação levará ao mesmo problema.
Floral e outros produtos naturais podem proporcionar sensação subjetiva de relaxamento em algumas pessoas, porém não substituem tratamentos com eficácia comprovada para ansiedade, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout e TDAH em adultos.
Além disso, interromper o Donaren abruptamente pode provocar piora da insônia, ansiedade e outros sintomas emocionais. Por isso, não é recomendado suspender a medicação por conta própria. É interessante procurar acompanhamento com psiquiatra para avaliar seus sintomas, histórico familiar e discutir opções terapêuticas seguras, incluindo possíveis alternativas medicamentosas ou estratégias complementares.
-
Flouxetina faz mal pro rim?,possuo um rim só queria tirar essa dúvida
Flouxetina faz mal pro rim?,possuo um rim só queria tirar essa dúvida
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito importante, principalmente para quem possui apenas um rim. A Fluoxetina geralmente não é considerada um medicamento que “faz mal diretamente ao rim” na maioria das pessoas, e costuma ser utilizada inclusive em pacientes com alterações renais. Porém, quem tem rim único precisa de acompanhamento mais cuidadoso, porque qualquer medicamento deve ser avaliado de forma individualizada.
Na maior parte dos casos, a fluoxetina é metabolizada principalmente pelo fígado, e não pelos rins. Ainda assim, situações como desidratação, uso de vários remédios ao mesmo tempo, pressão alta, diabetes ou doença renal prévia podem aumentar riscos e exigir monitoramento. Algumas pessoas também podem apresentar efeitos como náusea, alteração do apetite, tontura, ansiedade, insônia ou retenção de líquidos, que merecem atenção durante o tratamento.
O mais importante é nunca usar ou suspender antidepressivos sem orientação médica, especialmente em pacientes com transtorno de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtornos de humor ou burnout. Em muitos casos, o médico pode solicitar exames periódicos para acompanhar a função renal e garantir maior segurança no uso da medicação.
Uma avaliação individualizada ajuda a entender seu histórico clínico, outros medicamentos em uso e a função do seu rim, trazendo mais segurança para o tratamento. Estou disponível para acompanhar sua evolução de forma cuidadosa e humanizada.
-
Eu tô tomando 50mg de lamotrigina e sinto dor nos olhos e sinto latejando. Sinto o coração bater mai
Eu tô tomando 50mg de lamotrigina e sinto dor nos olhos e sinto latejando. Sinto o coração bater mais forte e a noite muita confusão. Eu tenho insônia. Antes eu dormia até demais. Agora eu durmo e acordo o tempo todo e muito cansada.
Junto com esse remédio eu tomo 150mg de desvenlafaxina. Como proceder?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática psiquiátrica. A lamotrigina e a desvenlafaxina podem causar efeitos colaterais em algumas pessoas, especialmente no início do tratamento ou após ajustes de dose. Sintomas como insônia, sensação de coração acelerado, agitação, confusão mental, piora do sono, cansaço, dor ou pressão nos olhos e sensação de latejamento merecem atenção e avaliação médica, principalmente se surgiram após iniciar ou aumentar a medicação.
Além disso, ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo e burnout também podem contribuir para alterações do sono e sintomas físicos. A desvenlafaxina pode aumentar ativação e dificultar o descanso em alguns pacientes, enquanto a lamotrigina pode provocar efeitos neurológicos em determinadas situações.
É importante não interromper os medicamentos por conta própria. Caso os sintomas estejam intensos, persistentes ou piorando, o ideal é procurar seu psiquiatra o quanto antes para reavaliar doses, horários de uso e necessidade de ajustes. Em alguns casos, também pode ser necessária avaliação oftalmológica, principalmente pela dor ocular relatada.
-
Estou tomando a dois dias e estou com dor de cabeça devo parar o bupropiona?
Estou tomando a dois dias e estou com dor de cabeça, devo parar o bupropiona?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma dúvida comum entre pacientes que iniciam a bupropiona no tratamento de quadros como depressão, transtorno depressivo, transtornos de humor, ansiedade, transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout e TDAH em adultos. A bupropiona atua principalmente na dopamina e noradrenalina e, nos primeiros dias de uso, pode causar efeitos colaterais iniciais como dor de cabeça, leve aumento da ansiedade, insônia, boca seca e sensação de agitação. Em muitos casos, esses sintomas são transitórios e tendem a melhorar após 1 a 2 semanas de adaptação do organismo.
No entanto, não é recomendado suspender a medicação por conta própria após apenas dois dias, pois ainda não houve tempo suficiente para avaliar a resposta terapêutica e a adaptação ao tratamento. A decisão de manter, ajustar dose ou trocar o medicamento deve ser feita com acompanhamento médico, especialmente se a dor de cabeça for intensa, persistente ou acompanhada de outros sintomas.
Em consulta podemos avaliar de forma individualizada sua resposta ao tratamento, saúde mental, metabolismo, emagrecimento e obesidade, ajustando a estratégia terapêutica de forma segura e eficaz, sempre com foco em bem-estar e qualidade de vida.
-
Faço uso de escitalopram 5mg há 22 dias,não me sinto bem,quero parar como fazer desmame? Tenho 65 a
Faço uso de escitalopram 5mg há 22 dias, não me sinto bem, quero parar como fazer desmame?
Tenho 65 anos, tomei para ansiedadeRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É uma dúvida comum entre pacientes que iniciam escitalopram no tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, insônia, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtornos de humor, transtorno depressivo e TDAH em adultos, especialmente nas primeiras semanas de uso. Com 22 dias de tratamento, ainda estamos dentro de um período inicial em que o organismo está se adaptando ao medicamento, e é relativamente frequente o paciente ainda não perceber melhora ou até sentir efeitos desconfortáveis transitórios.
O escitalopram não deve ser suspenso de forma abrupta, mesmo em dose baixa como 5 mg, pois pode haver sintomas de descontinuação, como tontura, piora da ansiedade, irritabilidade e alterações do sono. O desmame ideal deve ser orientado pelo médico assistente, podendo envolver redução gradual da dose ou ajuste para outra estratégia terapêutica mais adequada ao seu perfil clínico e idade, especialmente considerando que você tem 65 anos, o que exige ainda mais cautela na adaptação medicamentosa.
O mais importante neste momento é reavaliar se a medicação é a melhor opção ou se há necessidade de ajuste de dose, troca ou associação terapêutica. Em consulta podemos avaliar de forma individualizada seu quadro de ansiedade, saúde mental, metabolismo, emagrecimento e obesidade, buscando um tratamento mais confortável, seguro e eficaz para sua qualidade de vida.
-
2 dias de início com Ritalina, sentindo sono no final. Normal ?
2 dias de início com Ritalina, sentindo sono no final. Normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida bastante frequente na prática clínica. No início do uso da Ritalina (metilfenidato), algumas pessoas podem apresentar uma resposta paradoxal, como sonolência no final do efeito, cansaço ou “queda” de energia quando o medicamento começa a sair do organismo. Isso pode acontecer principalmente nos primeiros dias de adaptação.
A Ritalina é um estimulante do sistema nervoso central e costuma melhorar foco, atenção e reduzir sintomas de TDAH em adultos, falta de motivação e burnout. Porém, no começo do tratamento, o organismo ainda está se ajustando, e podem ocorrer variações de humor, irritabilidade, leve ansiedade, insônia ou cansaço no “rebote” do efeito.
Além disso, sintomas como ansiedade, depressão, estresse, insônia, transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno de ansiedade também podem influenciar a percepção de fadiga ao longo do dia, independentemente da medicação.
De forma geral, dois dias ainda é muito pouco tempo para avaliar resposta definitiva. O ideal é observar por alguns dias a semanas e relatar ao médico como está o padrão de efeito ao longo do dia, especialmente se a sonolência estiver atrapalhando a rotina. Em alguns casos, pode ser necessário ajuste de dose ou horário.
Autor
Perguntas frequentes
-
Olá! Um médico dermatologista pode tratar uma verruga na região perianal? notei uma pequena verruga
Se for uma "verruga", pode sim. Se for diagnóstico proctológico,…