Perguntas do paciente (2444)

  • Tomo haldol e fernegam juntos e sentralina, engordei 12 kilo, não tenho ânimo pra nada, só como e de

    Tomo haldol e fernegam juntos e sentralina, engordei 12 kilo, não tenho ânimo pra nada, só como e deito, estou com vontade de para de tomar os remédios, o que vc me aconselha e qual a substituição desses medicamentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. A combinação de Haldol (haloperidol), Fenergan (prometazina) e sertralina pode, em algumas pessoas, causar efeitos importantes como sedação, aumento do apetite, lentificação, ganho de peso e redução de energia. O haloperidol pode também contribuir para sintomas de apatia, rigidez emocional e diminuição da motivação, enquanto a prometazina é bastante sedativa e pode intensificar sonolência e desânimo.

    O quadro que você descreve — ganho de peso, falta de ânimo, aumento da ingestão alimentar e desejo de ficar deitado — pode estar relacionado tanto aos efeitos colaterais das medicações quanto à própria evolução do quadro psiquiátrico de base, como depressão, transtornos de humor ou burnout.

    Não é recomendado suspender os medicamentos por conta própria, pois isso pode piorar os sintomas ou gerar descompensação. O ideal é uma reavaliação psiquiátrica detalhada para ajustar o tratamento. Em muitos casos, é possível substituir por medicações com melhor perfil metabólico e menor sedação, além de otimizar o antidepressivo ou reorganizar as doses.

    Em consulta psiquiátrica é possível individualizar a conduta, reduzir efeitos colaterais como ganho de peso e falta de energia, e melhorar sintomas como depressão, ansiedade, insônia, irritabilidade e desmotivação, buscando mais qualidade de vida e funcionalidade.


  • Olá estou tomando sertralina já algum tempo no início perdi peso mais agora engordei tudo de novo. C

    Olá estou tomando sertralina já algum tempo no início perdi peso mais agora engordei tudo de novo. Como faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. A sertralina pode, em algumas pessoas, causar alterações no apetite e no metabolismo ao longo do tempo. No início do tratamento é relativamente comum haver redução do apetite e até perda de peso, mas com a estabilização do humor e melhora da ansiedade, depressão, insônia, burnout e compulsão emocional, pode ocorrer retorno do apetite e consequente ganho de peso.

    Além disso, a própria melhora do sofrimento psíquico pode levar a maior ingestão alimentar, especialmente em pessoas que utilizavam a comida como forma de compensação emocional. Em alguns casos, fatores hormonais, sedentarismo e mudanças metabólicas também contribuem para o ganho de peso.

    O mais importante é não interromper a medicação por conta própria. Em consulta psiquiátrica é possível avaliar se há necessidade de ajuste de dose, troca do antidepressivo ou associação com estratégias para controle de peso, sempre equilibrando saúde mental e física. Também pode ser necessário investigar fatores clínicos associados como alterações hormonais ou metabólicas.


  • Boa noite a todos, desde que eu parei de tomar o rispiridona eu não consigo dormir bem, por exemplo,

    Boa noite a todos, desde que eu parei de tomar o rispiridona eu não consigo dormir bem, por exemplo, ontem acordei 2:45 é não consegui voltar a dormir, hoje acordei 3:48 também não consegui dormir mais, além de não conseguir dormir eu estou ficando muito emotivo, isso pode ser por conta do rispiridona ter sido tirado abruptamente? Posso estar com síndrome de abstinência? Meu maior medo sempre foi viciar em remédios.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. A risperidona não causa “vício” no sentido clássico, mas a interrupção abrupta pode sim levar a um efeito rebote ou síndrome de descontinuação, especialmente quando ela era utilizada para regular sono, ansiedade, irritabilidade ou instabilidade emocional.

    Quando o medicamento é suspenso de forma rápida, pode ocorrer piora do sono, despertares precoces, aumento da sensibilidade emocional, ansiedade, irritabilidade e até sensação de desorganização do humor. Isso não significa dependência química, mas sim que o cérebro estava adaptado ao efeito da medicação e precisa de tempo para reequilíbrio.

    Pacientes com ansiedade, depressão, transtorno do pânico, burnout, insônia e transtornos de humor podem ser mais sensíveis a esse processo, principalmente se a risperidona estava ajudando indiretamente no sono.

    O ideal é comunicar o psiquiatra, pois muitas vezes é necessário reduzir de forma gradual ou ajustar outra estratégia para estabilizar o sono. Em consulta psiquiátrica é possível diferenciar abstinência de recaída do quadro de base e definir o melhor manejo para recuperar sono, estabilidade emocional e qualidade de vida com segurança.


  • Quais antidepressivos e ansioliticos não tem lactose?

    Quais antidepressivos e ansioliticos não tem lactose?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na prática clínica, principalmente em pacientes com intolerância à lactose ou suspeita de sensibilidade a excipientes. Na psiquiatria, é importante entender que não existe uma lista universal fixa de “antidepressivos sem lactose”, porque os excipientes podem variar entre fabricantes, genéricos e versões diferentes do mesmo princípio ativo.

    De forma geral, muitos antidepressivos e ansiolíticos podem existir em formulações sem lactose, mas isso depende da marca específica. Exemplos de princípios ativos que frequentemente têm apresentações sem lactose em algumas versões incluem:

    Sertralina
    Escitalopram
    Fluoxetina
    Paroxetina
    Venlafaxina
    Bupropiona
    Clonazepam
    Alprazolam

    Porém, o ponto mais importante é: o que define a presença de lactose não é o medicamento em si, mas o fabricante e a formulação específica (genérico, referência ou similar).

    Pacientes com ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, burnout e transtornos de humor frequentemente apresentam preocupação com efeitos físicos dos medicamentos, e isso deve ser individualizado para evitar interrupções desnecessárias do tratamento.

    Em consulta psiquiátrica ou com o farmacêutico é possível verificar exatamente a composição de cada marca disponível e escolher uma opção compatível, garantindo segurança, tolerabilidade e continuidade do tratamento sem desconforto gastrointestinal.


  • Tomo 2 comprimidos de lítio 300 mg ao dia, há uns 3 anos. De um tempo pra cá, estou sentindo muito s

    Tomo 2 comprimidos de lítio 300 mg ao dia, há uns 3 anos. De um tempo pra cá, estou sentindo muito sono e com o raciocínio lento demais. Isso é normal? Não consigo sair da cama e nem fazer nada...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. O lítio, especialmente em uso prolongado, pode estar associado a efeitos como lentificação do pensamento, sonolência excessiva, fadiga, redução da energia e dificuldade de concentração. Esses sintomas podem aparecer por ajuste da dose ao longo do tempo, sensibilidade individual ou até por níveis séricos elevados do medicamento.

    Em uso contínuo por anos, também é importante investigar causas associadas, como alterações da função tireoidiana (hipotireoidismo induzido pelo lítio), função renal, desidratação ou interação com outras medicações. O hipotireoidismo, em particular, é uma causa comum de cansaço intenso e “mente lenta” em pacientes em uso de lítio.

    Esse quadro não deve ser considerado simplesmente “normal” sem avaliação. É fundamental revisar níveis de lítio no sangue e exames de tireoide e rim, além de uma reavaliação psiquiátrica para ajustar dose ou estratégia terapêutica.

    Pacientes com transtornos de humor, depressão, instabilidade emocional, burnout e insônia precisam de acompanhamento contínuo, e em consulta psiquiátrica é possível individualizar o tratamento para reduzir efeitos colaterais e melhorar energia, cognição e qualidade de vida com segurança.


  • Boa noite! Estou tomando o escitolapram a mais de três meses e nesse tempo minha imunidade está muit

    Boa noite! Estou tomando o escitolapram a mais de três meses e nesse tempo minha imunidade está muito baixa, fiquei gripada várias vezes. É possível o antidepressivo esteja baixando minha imunidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. O escitalopram não é considerado um medicamento que “baixa a imunidade” de forma direta. Ele atua principalmente na serotonina e no sistema nervoso central, sendo utilizado no tratamento de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, transtorno do pânico, burnout, insônia e transtornos de humor.

    O que pode acontecer é uma associação indireta: pessoas em estresse crônico, ansiedade persistente ou depressão podem ter maior vulnerabilidade a infecções por alterações do sono, alimentação, níveis de cortisol e desgaste geral do organismo. Além disso, coincidências temporais com viroses respiratórias são comuns, especialmente em determinados períodos do ano.

    Outro ponto importante é que sintomas como cansaço, alteração do sono ou sensação de “queda de resistência” podem ser percebidos durante o tratamento inicial ou ajustes, mas não significam imunossupressão real causada pelo medicamento.

    Em consulta psiquiátrica é possível avaliar se há efeitos colaterais, se o quadro emocional está bem controlado e se existem outras causas clínicas para as infecções recorrentes, garantindo uma abordagem mais completa da saúde física e mental.


  • Tomo duloxetina 60mg pela manhã. Posso tomar bupropiona 150mg juntos

    Tomo duloxetina 60mg pela manhã.
    Posso tomar bupropiona 150mg juntos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A duloxetina e a bupropiona são medicamentos utilizados no tratamento de condições como depressão, transtorno depressivo, ansiedade, transtorno de ansiedade, falta de motivação e alguns outros transtornos de humor. Em determinadas situações, a associação de duloxetina 60 mg com bupropiona 150 mg pode ser prescrita pelo psiquiatra, inclusive no mesmo período do dia, quando há indicação clínica. No entanto, essa combinação exige acompanhamento médico, pois pode aumentar o risco de efeitos adversos como insônia, agitação, irritabilidade, ansiedade, elevação da pressão arterial e outros sintomas. Cada paciente possui características individuais, histórico clínico e uso de outras medicações que precisam ser considerados antes de realizar qualquer ajuste. Se você apresenta crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, tristeza profunda ou sintomas persistentes, uma avaliação psiquiátrica é a melhor forma de definir o tratamento mais adequado. Estou à disposição para acompanhar esse processo e ajudar na construção de uma estratégia terapêutica segura, baseada em evidências e voltada para sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Oq eu faço para o escitalopran não prender o intestino ,? Pois ele é o único anciolitico q me dou be

    Oq eu faço para o escitalopran não prender o intestino ,? Pois ele é o único anciolitico q me dou bem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O escitalopram é um medicamento amplamente utilizado no tratamento da ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos de humor. Embora seja bem tolerado por muitas pessoas, algumas podem apresentar constipação intestinal como efeito adverso. Medidas como aumentar a ingestão de água, consumir alimentos ricos em fibras (frutas, verduras, legumes e cereais integrais) e praticar atividade física regularmente podem ajudar a melhorar o funcionamento intestinal. Em alguns casos, pode ser necessário avaliar outras causas da constipação ou considerar estratégias complementares. Sintomas como insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação e TDAH em adultos também devem ser acompanhados durante o tratamento, pois influenciam a saúde mental de forma global. Uma consulta psiquiátrica permite avaliar os benefícios da medicação, os efeitos adversos e definir a melhor conduta para manter o controle dos sintomas com segurança. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo e auxiliar na busca por mais equilíbrio emocional, bem-estar e qualidade de vida.


  • Comecei a tomar Sertralina a uma semana, é normal fazer bastante xixi e sentir dor na urina?

    Comecei a tomar Sertralina a uma semana, é normal fazer bastante xixi e sentir dor na urina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A sertralina é um antidepressivo frequentemente utilizado no tratamento da ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos de humor. Embora possa causar alguns efeitos adversos nas primeiras semanas, como náuseas, insônia, sonolência ou alterações gastrointestinais, urinar com mais frequência e sentir dor ao urinar não estão entre os efeitos mais comuns da medicação. Esses sintomas podem estar relacionados a infecção urinária, irritação do trato urinário ou outras condições que merecem investigação. Caso haja ardência importante, urgência urinária, febre, sangue na urina ou piora dos sintomas, é recomendável procurar avaliação médica. Além disso, sintomas como estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação e TDAH em adultos devem ser analisados de forma individualizada para garantir o melhor tratamento. Uma consulta psiquiátrica permite avaliar possíveis efeitos adversos, acompanhar a adaptação à medicação e ajustar a conduta quando necessário. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo, promovendo saúde mental, equilíbrio emocional e qualidade de vida.


  • Tenho alergia a dipirona, posso tomar oxalato de escitalopram?

    Tenho alergia a dipirona, posso tomar oxalato de escitalopram?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A alergia à dipirona não significa, necessariamente, que haverá alergia ao oxalato de escitalopram, pois são medicamentos de classes diferentes e com estruturas químicas distintas. O escitalopram é um antidepressivo amplamente utilizado no tratamento da ansiedade, depressão, transtorno de ansiedade, transtorno do pânico, crises de ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos de humor. Entretanto, qualquer medicamento pode causar reações adversas ou alérgicas em pessoas suscetíveis. Por isso, é importante informar ao médico todo o seu histórico de alergias antes de iniciar o tratamento. Além disso, sintomas como insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda e falta de motivação devem ser avaliados de forma individualizada para definir a melhor abordagem terapêutica. Uma consulta psiquiátrica permite analisar seu histórico clínico, esclarecer dúvidas sobre medicações e oferecer um tratamento seguro e baseado em evidências. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo e auxiliar na busca por mais equilíbrio emocional, saúde mental e qualidade de vida.


  • O neu filho tona o escitaloprám 20mg à 6 meses 1 por dia. Atualmente não lhe está a fazer nada. Tenh

    O meu filho tona o escitalopram 20mg à 6 meses 1 por dia. Atualmente não lhe está a fazer nada. Tenho tido crises de ansiedade todas as semanas. Vou iniciar psicoterapia, se precisar de fazer o desmame sempre por aconselhamento médico como faço? Agradeco resposta Obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. O escitalopram em 20 mg é uma dose terapêutica habitual, mas nem sempre todos os pacientes respondem da mesma forma. Em alguns casos pode haver resposta parcial, estabilização inicial e depois sensação de “perda de efeito”, o que pode acontecer em quadros de ansiedade, depressão, transtorno do pânico, burnout, insônia e estresse crônico.

    Antes de pensar em desmame, é importante confirmar com o psiquiatra se realmente não há mais benefício da medicação ou se há necessidade de ajuste de dose, troca ou associação com psicoterapia — que, inclusive, é uma parte muito importante do tratamento e pode potencializar bastante a melhora.

    Se o médico decidir pelo desmame, ele deve ser feito de forma gradual e individualizada, geralmente reduzindo a dose em etapas (por exemplo, 20 mg → 10 mg → 5 mg → suspensão), com intervalos adequados entre cada redução, sempre monitorando sintomas como ansiedade, irritabilidade, tristeza, crises de ansiedade ou insônia. Nunca deve ser interrompido de forma abrupta.

    Em consulta psiquiátrica é possível avaliar se há falha terapêutica, ajustar o tratamento de forma mais eficaz e conduzir um desmame seguro, garantindo estabilidade emocional e melhor qualidade de vida.


  • Frontal xr tbm é sublingual? Tomava o frontal normal mais a dra mudou pra esse e não me explicou ..

    Frontal xr tbm é sublingual?
    Tomava o frontal normal mais a dra mudou pra esse e não me explicou ..achei ele maior..

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. O Frontal XR (alprazolam de liberação prolongada) não é sublingual. Ele é um comprimido de uso oral comum, para ser engolido inteiro com água, assim como o Frontal “normal”, mas com tecnologia de liberação lenta ao longo do dia.

    A diferença principal é que:

    Frontal comum (alprazolam) tem ação mais rápida e duração mais curta
    Frontal XR tem liberação gradual, com efeito mais estável e prolongado, ajudando a reduzir picos de ansiedade e flutuações ao longo do dia

    Ele pode parecer maior justamente por causa dessa formulação de liberação prolongada.

    Pacientes com ansiedade, crise de ansiedade, transtorno do pânico, insônia, burnout e estresse intenso podem receber essa troca para melhorar estabilidade dos sintomas.

    Em consulta psiquiátrica é possível ajustar o tipo de formulação, avaliar resposta clínica e garantir que o tratamento esteja adequado às suas necessidades, com mais controle da ansiedade e melhor qualidade de vida.


  • Minha mãe toma haloperidol e tem muitos efeitos colaterais, mesmo tomando o bipirideno... às vezes p

    Minha mãe toma haloperidol e tem muitos efeitos colaterais, mesmo tomando o bipirideno... às vezes parece que esse bipirideno não presta pra nada. Existe alguma forma de controlar os efeitos colaterais do haloperidol? Ela tem movimentos involuntários nos dedos e coisas como mastigar a língua ou fazer outras coisas com a boca. Isso me dá muita agonia e me pergunto se tem algum remédio pra eu parar de sentir essa agonia também (principalmente dos barulhos).. é muito difícil :(

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida muito frequente na psiquiatria, e o que você descreve é importante de ser levado a sério. O haloperidol é um antipsicótico típico que pode causar efeitos extrapiramidais, mesmo com o uso de biperideno. Os movimentos involuntários nos dedos e na boca (como mastigação, estalos ou movimentos repetitivos) podem sugerir discinesia tardia ou sintomas extrapiramidais persistentes, que nem sempre respondem bem ao biperideno.

    O biperideno ajuda mais em efeitos como rigidez, tremor e distonia aguda, mas pode ser pouco eficaz em discinesia tardia, que está mais relacionada ao uso prolongado do antipsicótico.

    Existem outras estratégias possíveis, dependendo do caso:

    redução gradual da dose do haloperidol
    troca por antipsicóticos com menor risco de efeitos motores
    uso de medicamentos específicos para discinesia (em alguns casos, como valbenazina ou deutetrabenazina, quando disponíveis)
    reavaliação diagnóstica e da necessidade do antipsicótico

    Sobre a sua “agonia” com os movimentos e sons: isso pode ser uma reação emocional intensa à observação repetida desses movimentos, algo que também pode gerar ansiedade, irritabilidade e até sintomas de hipersensibilidade a estímulos. Isso é compreensível em quem convive de perto com esse tipo de situação, mas também pode ser trabalhado para reduzir sofrimento.

    Pacientes e familiares em contextos de transtornos psiquiátricos, especialmente envolvendo psicose, ansiedade, depressão, burnout e sobrecarga emocional, frequentemente precisam de suporte conjunto. Em consulta psiquiátrica é possível ajustar o tratamento da sua mãe e também orientar estratégias para reduzir esse impacto emocional em você, melhorando qualidade de vida de ambos.


  • Faço o uso do alprazolam,estou sem libido nenhum Oq eu faço ?

    Faço o uso do alprazolam,estou sem libido nenhum
    Oq eu faço ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O alprazolam é um medicamento da classe dos benzodiazepínicos, utilizado no tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico e, em alguns casos, insônia e estresse. Apesar de ser eficaz no controle dos sintomas agudos, pode causar efeitos colaterais como sonolência, redução da motivação, diminuição do desejo sexual e prejuízo da libido em algumas pessoas, especialmente com uso contínuo. A baixa libido também pode estar relacionada ao próprio quadro de ansiedade ou depressão, transtornos de humor, tristeza profunda, falta de motivação e até TDAH em adultos, e não apenas ao medicamento. Por isso, é importante uma avaliação individualizada para identificar a causa principal. Em alguns casos, o médico pode ajustar a dose, trocar a medicação ou associar outras estratégias terapêuticas. Uma consulta psiquiátrica permite avaliar com segurança o equilíbrio entre benefícios e efeitos colaterais, buscando melhorar qualidade de vida, saúde mental e bem-estar global. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Quem toma zolpidem pode doar sangue??? Essa é a minha dúvida

    Quem toma zolpidem pode doar sangue?
    Essa é a minha dúvida

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O zolpidem é um medicamento utilizado no tratamento da insônia e distúrbios do sono, pertencente à classe dos hipnóticos. Em geral, o uso de zolpidem não é uma contraindicação absoluta para doação de sangue, mas a aptidão depende de critérios dos hemocentros, como a presença de sonolência residual, uso contínuo de medicamentos, condição clínica de base e avaliação no momento da triagem. Normalmente, o mais importante é que o candidato esteja em boas condições de saúde, sem efeitos do medicamento no momento da doação e sem doenças descompensadas como ansiedade intensa, transtorno de ansiedade, depressão ou outros transtornos de humor em fase aguda. Em caso de dúvidas, o hemocentro faz uma avaliação individual antes da coleta. Uma avaliação médica pode ajudar a esclarecer o uso seguro de medicações e orientar sobre qualidade de vida, sono adequado e saúde mental. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Olá de novo, a Mirtazapina pode ser tomada em conjunto com Sertralina? Questiono porque ao ler a bul

    Olá, a Mirtazapina pode ser tomada em conjunto com Sertralina? Questiono porque ao ler a bula da Mirtazapina diz “Não utilizar mirtazapina concomitante a medicamentos antidepressivos do tipo inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) (que é o caso da sertralina) ”?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A mirtazapina e a sertralina podem, em alguns casos, ser usadas em conjunto na prática clínica, especialmente em quadros de depressão, transtorno depressivo, ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico, insônia e outros transtornos de humor. Apesar de a bula alertar para o uso concomitante com ISRS como a sertralina, essa recomendação é de cautela, pois existe risco teórico de aumento de serotonina no sistema nervoso central. Na prática médica, essa associação pode ser feita de forma criteriosa e com acompanhamento próximo, quando os benefícios superam os riscos. Em alguns pacientes, a combinação pode até ser útil, principalmente quando há insônia importante ou resposta parcial ao tratamento. No entanto, deve sempre ser individualizada e monitorada para sinais de efeitos adversos como agitação, tremores, sudorese, diarreia ou piora da ansiedade. Uma avaliação psiquiátrica é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica com segurança. Estou à disposição para acompanhar esse processo e auxiliar na sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Estou tomando escitalopram a duas semanas, posso tomar aciclovir?

    Estou tomando escitalopram a duas semanas, posso tomar aciclovir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. Em geral, não há interação medicamentosa grave conhecida entre escitalopram e aciclovir, e essas medicações podem ser utilizadas juntas em muitos casos com segurança. O aciclovir é um antiviral utilizado principalmente para herpes simples e herpes-zóster, enquanto o escitalopram atua no tratamento de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, transtorno do pânico, burnout e insônia.

    Mesmo assim, algumas pessoas podem apresentar efeitos como náuseas, tontura, sonolência ou desconforto gastrointestinal, especialmente no início do uso do antidepressivo, o que pode gerar confusão sobre a origem dos sintomas.

    Pacientes em adaptação ao escitalopram frequentemente apresentam maior sensibilidade corporal nas primeiras semanas. Em consulta psiquiátrica é possível avaliar interações, ajustar horários das medicações e individualizar o tratamento para reduzir efeitos colaterais e melhorar recuperação emocional e qualidade de vida com mais segurança.


  • Olá boa tarde, tomo venlafaxina de 150 MG e meu esperma está saindo marrom e normal?

    Olá boa tarde, tomo venlafaxina de 150 MG e meu esperma está saindo marrom, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na prática clínica e precisa ser levada a sério. A venlafaxina não é uma causa comum de alteração na cor do sêmen, mas alguns antidepressivos podem, em casos raros, estar associados a alterações sexuais como disfunção ejaculatória, alterações de libido e mudanças na percepção do orgasmo.

    No entanto, esperma marrom não é considerado um efeito colateral típico da venlafaxina. Essa coloração geralmente sugere a presença de sangue no sêmen (hematospermia), que pode ocorrer por causas mais frequentes como inflamações da próstata ou vesículas seminais, infecções urinárias, traumas, esforço físico intenso ou alterações urológicas.

    Por isso, esse sintoma deve ser avaliado prioritariamente por um urologista ou clínico geral, especialmente se estiver se repetindo, acompanhado de dor, ardor ao urinar, febre ou desconforto pélvico.

    Em consulta médica é possível investigar a causa com exames simples, descartar infecções e orientar o tratamento adequado. Não é recomendado atribuir automaticamente esse achado ao antidepressivo sem uma avaliação completa.


  • É verdade que o esc engorda em poucos meses? Esc 10 mg?

    o esc engorda em poucos meses? Esc 10 mg?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O escitalopram (ESC 10 mg) é um antidepressivo da classe dos ISRS, utilizado no tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico, estresse e outros transtornos de humor. Em alguns pacientes, pode haver alteração de peso ao longo dos meses de uso, mas isso não ocorre em todos os casos e não é um efeito imediato. No início do tratamento, algumas pessoas podem até reduzir o apetite, enquanto outras podem ter aumento do apetite e leve ganho de peso com o uso prolongado, geralmente relacionado também à melhora da ansiedade, compulsão alimentar e mudanças no estilo de vida. Cada organismo responde de forma diferente. Em idosos e pacientes com comorbidades, como diabetes e alterações hormonais, esse acompanhamento deve ser ainda mais individualizado. Uma avaliação psiquiátrica permite ajustar a medicação quando necessário e orientar estratégias para manter equilíbrio emocional, saúde mental e qualidade de vida. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • A Mirtazapina pode ser tomada em conjunto com Sertralina?

    A Mirtazapina pode ser tomada em conjunto com Sertralina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A mirtazapina e a sertralina podem, em alguns casos, ser utilizadas em conjunto no tratamento de depressão, transtorno depressivo, ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico, insônia e outros transtornos de humor. Apesar de a bula alertar para cautela no uso concomitante com ISRS como a sertralina, essa associação pode ser feita na prática clínica quando há indicação médica, especialmente em casos de resposta parcial ao tratamento ou insônia importante. No entanto, exige acompanhamento próximo devido ao risco de efeitos adversos relacionados ao aumento de serotonina, como agitação, tremores, sudorese, diarreia e piora da ansiedade. A decisão deve ser sempre individualizada, avaliando histórico clínico, outras medicações em uso e perfil do paciente. Uma avaliação psiquiátrica permite ajustar o tratamento com segurança e eficácia, promovendo equilíbrio emocional, saúde mental e qualidade de vida. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


Perguntas frequentes

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