Perguntas do paciente (2444)

  • Tomei 1 comprimido de seakalm hj de manhã, posso beber ainda hj?

    Tomei 1 comprimido de seakalm hj de manhã, posso beber ainda hj?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O Seakalm é um fitoterápico à base de Passiflora incarnata, utilizado para sintomas leves de ansiedade, estresse, irritabilidade, insônia e tensão nervosa. Em geral, ele pode causar leve sonolência em algumas pessoas, embora seja considerado um medicamento de baixo risco. O consumo de álcool no mesmo dia não é formalmente proibido, mas não é recomendado, pois a associação pode potencializar efeitos como sonolência, tontura, redução da atenção e reflexos, aumentando o risco de mal-estar ou acidentes. Em pessoas mais sensíveis ou com histórico de transtorno de ansiedade, depressão, ataques de pânico ou insônia, esses efeitos podem ser mais intensos. Portanto, o mais seguro é evitar o álcool no mesmo dia do uso. Uma avaliação médica pode ajudar a orientar o manejo adequado de ansiedade e sono, promovendo mais segurança, saúde mental e qualidade de vida. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Gostaria de saber se posso tomar sertralina no começo da gravidez sem risco de malformacao para o be

    Gostaria de saber se posso tomar sertralina no começo da gravidez sem risco de malformacao para o bebê

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A sertralina é um antidepressivo da classe dos ISRS, frequentemente utilizado no tratamento da ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos de humor. De modo geral, ela é considerada um dos antidepressivos mais estudados durante a gestação e, quando há necessidade clínica, pode ser mantida sob acompanhamento médico.

    Os estudos disponíveis não demonstram um aumento importante do risco de malformações congênitas na maioria das gestantes que utilizam sertralina no início da gravidez. No entanto, nenhuma medicação é considerada totalmente isenta de riscos, e a decisão deve sempre levar em conta o equilíbrio entre os possíveis riscos do medicamento e os riscos de uma ansiedade ou depressão não tratadas durante a gestação.

    Por isso, não é recomendado iniciar, suspender ou ajustar a sertralina por conta própria. Uma avaliação psiquiátrica individualizada, em conjunto com o acompanhamento obstétrico, permite definir a conduta mais segura para a mãe e para o bebê. Estou à disposição para acompanhar esse processo e ajudar a construir um plano de tratamento seguro, preservando a saúde mental, o equilíbrio emocional e a qualidade de vida durante a gestação.


  • A médica passou respiridona pra meu esposo junto com a amipritilina, pois não estava conseguindo dor

    A médica passou respiridona pra meu esposo junto com a amipritilina, pois não estava conseguindo dormir. Achei esse medicamento muito forte.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A risperidona (Risperidona) é um antipsicótico que, em doses baixas, pode ser utilizada de forma adjuvante para ajudar em sintomas como agitação, ansiedade intensa e, em alguns casos, insônia refratária. Já a amitriptilina é um antidepressivo tricíclico que também pode ter efeito sedativo, sendo utilizada em depressão, dor crônica e distúrbios do sono. A associação pode ser prescrita pelo médico quando há insônia importante associada a ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, estresse ou outros transtornos de humor. Apesar de a risperidona parecer “forte”, o que define o risco é a dose e a indicação clínica individual. Em idosos ou pessoas sensíveis, é necessário cuidado com efeitos como sonolência excessiva, tontura, rigidez, alterações metabólicas e risco de quedas. Por isso, o acompanhamento próximo é fundamental para ajustar doses e garantir segurança. Uma avaliação médica permite reavaliar a necessidade da associação e buscar o melhor equilíbrio entre sono, saúde mental e qualidade de vida. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Ao pingar clonazepam (em gotas) embaixo da língua, ele terá o mesmo efeito que o clonazepam sublingu

    Ao pingar clonazepam (em gotas) embaixo da língua, ele terá o mesmo efeito que o clonazepam sublingual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O clonazepam em gotas é uma formulação de uso oral, e não foi desenvolvido especificamente como apresentação sublingual. Quando colocado sob a língua, pode até ocorrer alguma absorção pela mucosa oral, mas o efeito principal continua sendo o da via oral, ou seja, absorvido pelo trato gastrointestinal após deglutição. Já os medicamentos realmente sublinguais são formulados para absorção mais rápida e direta na corrente sanguínea, com início de ação mais previsível. Por isso, pingar as gotas sob a língua não garante o mesmo efeito nem a mesma velocidade de ação de uma formulação sublingual verdadeira. O clonazepam é utilizado no tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico, insônia e outros transtornos de humor, e seu uso deve sempre ser orientado para evitar sedação excessiva, dependência e efeitos adversos como sonolência e prejuízo cognitivo. Uma avaliação psiquiátrica permite ajustar a forma e a dose mais seguras para cada caso. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Estou tomando fluoxetina a 1 semana, e estou com um pouco de dor de cabeça, tensão nervosa, um pouco

    Estou tomando fluoxetina a 1 semana, e estou com um pouco de dor de cabeça, tensão nervosa, um pouco de rigidez no pescoço, ansiedade, confusão mental e o peito acelerado. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. Na primeira semana de uso da fluoxetina, que é um antidepressivo da classe dos ISRS utilizado no tratamento de depressão, transtorno depressivo, ansiedade, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade e ataques de pânico, podem ocorrer efeitos adversos iniciais enquanto o organismo se adapta ao medicamento. Sintomas como dor de cabeça, aumento da ansiedade, sensação de tensão, leve confusão mental, insônia e palpitações podem acontecer no início do tratamento e tendem a melhorar ao longo de 2 a 3 semanas. No entanto, rigidez importante no pescoço, piora intensa da ansiedade, agitação significativa ou sensação de batimento cardíaco muito acelerado devem ser avaliados com atenção, pois podem indicar intolerância ao medicamento ou necessidade de ajuste de dose. Em casos como estresse intenso, transtorno de ansiedade ou transtornos de humor, o acompanhamento próximo é essencial para garantir segurança e eficácia. Uma consulta médica permite diferenciar adaptação esperada de efeitos adversos mais importantes e orientar a melhor conduta. Estou à disposição para acompanhar esse processo e auxiliar na sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Troquei o zoloft pelo tolrest e com 4 dias alguns sintomas da depressão voltaram. Pode ter a ver com

    Troquei o zoloft pelo tolrest e com 4 dias alguns sintomas da depressão voltaram. Pode ter a ver com essa troca de medicação ou será apenas uma coincidência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. O Zoloft (sertralina) e o Tolrest (também sertralina em outra formulação/genérico) têm o mesmo princípio ativo, então, em teoria, não deveria haver perda de efeito terapêutico pela troca.

    Quando sintomas de depressão retornam poucos dias após a mudança, geralmente isso se relaciona mais a outros fatores do que à molécula em si, como: adaptação emocional ao momento, variações de rotina, estresse, ansiedade associada à mudança do medicamento ou até percepção aumentada dos sintomas nesse período de transição.

    Em alguns casos raros, pode haver diferença de tolerabilidade entre marcas ou percepção subjetiva de efeito, mas não é o mais comum do ponto de vista farmacológico.

    Pacientes com depressão, ansiedade, insônia, burnout, tristeza profunda, irritabilidade e transtornos de humor podem apresentar oscilações clínicas mesmo com medicação estável, principalmente em fases de mudança ou estresse.

    O ideal é não interromper nem trocar novamente por conta própria. Em consulta psiquiátrica é possível avaliar se há recaída do quadro, efeito psicológico da troca ou necessidade de ajuste da dose, garantindo estabilidade emocional e melhor resposta ao tratamento.


  • Olá, tomo zolpidem a mais de 4 anos, é possível ter uma reação alérgica dele agr? Coceira no corpo,

    Olá, tomo zolpidem a mais de 4 anos, é possível ter uma reação alérgica dele agora? Coceira no corpo, principalmente no braço esquerdo
    Tomo outros medicamentos psiquiátricos mas a maioria também já tem um tempo
    O único novo é a amitriptilina, além de fatores externos, é possível que seja o zolpidem a causa dessa alergia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. Em teoria, uma reação alérgica a medicamentos pode surgir mesmo após uso prolongado, mas isso é relativamente incomum com o zolpidem após anos de tolerância. Quando aparecem sintomas como coceira na pele, é importante considerar outras possibilidades além do medicamento “antigo”.

    No seu caso, um ponto importante é que a amitriptilina é a medicação mais recentemente introduzida, e ela pode, em algumas pessoas, causar efeitos dermatológicos como coceira, sensibilidade cutânea ou reações alérgicas leves. Além disso, fatores externos como alergias ambientais, estresse, alterações hepáticas, ou até quadros dermatológicos independentes também podem estar relacionados.

    Em pacientes que já usam múltiplos psicotrópicos, como em quadros de ansiedade, depressão, insônia, burnout ou transtornos de humor, é fundamental avaliar cuidadosamente o conjunto de medicações e o timing do sintoma.

    O ideal é não suspender por conta própria. Em consulta psiquiátrica (e, se necessário, avaliação clínica/dermatológica) é possível identificar a causa mais provável, ajustar o tratamento de forma segura e evitar interrupções que possam piorar o sono, ansiedade ou crise de pânico.


  • Estou tomando risperidona , 4 mg /dia , em duas vezes . Já fazia uso de um medicamento homeopático

    Estou tomando risperidona , 4 mg /dia , em duas vezes .
    Já fazia uso de um medicamento homeopático , mas como todo medicamento homeopático tem sua diluição alcoólica , fiquei com uma dúvida : só as gotas do medicamento pode causar alguma interação ou é insignificante ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. Em geral, as soluções homeopáticas que utilizam álcool como veículo contêm quantidades muito pequenas de etanol, e essa quantidade costuma ser clinicamente irrelevante, não sendo suficiente para gerar interação significativa com a risperidona na maioria dos casos.

    A risperidona pode causar efeitos como sonolência, rigidez, alterações motoras, aumento do apetite e, em alguns pacientes, sedação ou lentificação. Pequenas quantidades de álcool presentes em gotas homeopáticas geralmente não são capazes de potencializar de forma relevante esses efeitos.

    No entanto, dois pontos são importantes:

    Se o paciente tiver maior sensibilidade a sedativos, qualquer substância com álcool pode teoricamente aumentar leve sonolência.
    O mais importante é avaliar o quadro clínico como um todo (ansiedade, depressão, transtornos de humor, psicose, insônia, burnout), e não apenas a interação isolada.

    Em consulta psiquiátrica é possível revisar todas as medicações em uso, inclusive complementares ou “naturais”, garantindo segurança, estabilidade emocional e melhor resposta ao tratamento com menos efeitos colaterais.


  • Olá boa noite foi prescrito pra eu tomar as duas medicações juntas sertralina 50 mg e fluoxetina 20

    Olá boa noite foi prescrito pra eu tomar as duas medicações juntas sertralina 50 mg e fluoxetina 20 mg depois do café da manhã pode me acarretar algum efeito colateral?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A sertralina 50 mg e a fluoxetina 20 mg pertencem à mesma classe de medicamentos, os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), utilizados no tratamento da ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico e outros transtornos de humor.

    Embora existam situações específicas em que um psiquiatra possa prescrever temporariamente as duas medicações juntas, geralmente durante uma transição de tratamento, essa associação exige acompanhamento cuidadoso. O uso concomitante pode aumentar o risco de efeitos colaterais como náuseas, diarreia, insônia, sonolência, tremores, agitação, irritabilidade, sudorese excessiva, palpitações e piora temporária da ansiedade.

    Em casos mais raros, pode ocorrer excesso de serotonina no organismo (síndrome serotoninérgica), que pode causar sintomas como agitação intensa, febre, tremores, sudorese importante, aumento da frequência cardíaca e alterações da pressão arterial.

    Se foi seu psiquiatra quem orientou essa combinação, é importante seguir exatamente a prescrição e esclarecer se o objetivo é uma troca gradual entre os medicamentos. Não suspenda nem altere as doses por conta própria.

    Uma consulta de acompanhamento permite avaliar a adaptação ao tratamento, monitorar possíveis efeitos adversos e ajustar a medicação quando necessário. Estou à disposição para acompanhar esse processo e auxiliar na busca por mais equilíbrio emocional, saúde mental e qualidade de vida.


  • Meu filho toma Paroxetina de 20mg a 10 meses. Consegui uma caixa de Pondera XR de 12,5mg e uma de 2

    Meu filho toma Paroxetina de 20mg a 10 meses.
    Consegui uma caixa de Pondera XR de 12,5mg e uma de 25mg. Qual desses poderá substituir a Paroxetina de 20mg?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria, mas é importante ter muito cuidado aqui. Paroxetina e Pondera XR (paroxetina de liberação controlada) são o mesmo princípio ativo, porém com formas diferentes de liberação, absorção e perfil de efeitos.

    A equivalência não é direta em miligramas simples, e a troca entre formulações imediatas e XR pode mudar tolerabilidade, sono, ansiedade e efeitos colaterais. Além disso, a paroxetina tem perfil de retirada e ajuste bastante sensível, especialmente após uso prolongado de 10 meses, como no caso do seu filho.

    De forma geral:

    Pondera XR 12,5 mg e 25 mg não correspondem exatamente a 20 mg da paroxetina comum
    A substituição deve ser feita com orientação médica, idealmente com plano de transição
    A troca inadequada pode causar piora de ansiedade, irritabilidade, insônia ou sintomas de descontinuação

    Pacientes em tratamento com ansiedade, depressão, transtorno do pânico, irritabilidade, insônia, crises de ansiedade ou instabilidade emocional precisam de ajuste fino e individualizado. Em crianças e adolescentes isso é ainda mais importante.

    O mais seguro é confirmar com o psiquiatra que acompanha seu filho antes de qualquer substituição, para garantir estabilidade emocional e evitar recaídas ou efeitos adversos desnecessários.


  • Zinnat tira o efeito do anti depressivo?! Médico prescreveu Zinnat para sinusite

    Zinnat tira o efeito do anti depressivo?!
    Médico prescreveu Zinnat para sinusite

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na prática clínica. O Zinnat (cefuroxima) é um antibiótico da classe das cefalosporinas e não interfere de forma significativa na ação dos antidepressivos, como sertralina, escitalopram, venlafaxina ou outros ISRS/IRSN.

    Ou seja, em geral, ele não “corta o efeito” do antidepressivo nem reduz sua eficácia. Pode ser usado com segurança na maioria dos casos de sinusite bacteriana em pacientes em tratamento psiquiátrico.

    O que pode acontecer é algumas pessoas apresentarem efeitos inespecíficos durante infecções ou uso de antibiótico, como cansaço, tontura, alteração gastrointestinal ou aumento da ansiedade — o que pode dar a impressão de mudança no efeito do antidepressivo, mas não é uma interação direta.

    Pacientes com ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, burnout e transtornos de humor podem ser mais sensíveis a essas variações físicas durante infecções. Em consulta psiquiátrica é possível orientar melhor o uso combinado de medicações e diferenciar efeitos da doença, do antibiótico ou do quadro emocional, garantindo mais segurança e tranquilidade no tratamento.


  • Olá. Estou tomando escitalopram, tenho pedra na vesícula, este é um fator para rever a troca ou não

    Olá. Estou tomando escitalopram, tenho pedra na vesícula, este é um fator para rever a troca ou não mexe com vesícula ou fígado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. O escitalopram é um antidepressivo da classe dos ISRS, utilizado no tratamento de ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade e outros transtornos de humor. Em geral, ele não tem relação direta com a formação de cálculos na vesícula e não costuma piorar a “pedra na vesícula”. O metabolismo do escitalopram ocorre principalmente no fígado, mas ele raramente causa lesão hepática significativa em pessoas sem doença hepática prévia. Já a pedra na vesícula (colelitíase) é uma condição relacionada ao acúmulo de cálculos biliares e não costuma ser influenciada por esse tipo de medicação. Portanto, na maioria dos casos, não há necessidade de troca do antidepressivo apenas por esse motivo. No entanto, se houver dor abdominal importante, náuseas frequentes ou alteração de exames hepáticos, isso deve ser investigado. Uma avaliação médica permite acompanhar de forma integrada as condições clínicas e psiquiátricas, garantindo segurança no tratamento e melhor qualidade de vida. Estou à disposição para acompanhar esse processo.


  • Para o tratamento da depressão, qual a diferença do Assert (Cloridrato de Sertralina) e o Luvox (Flu

    Para o tratamento da depressão, qual a diferença do Assert (Cloridrato de Sertralina) e o Luvox (Fluvoxamina) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida muito frequente. O Assert® (sertralina) e o Luvox® (fluvoxamina) pertencem à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), sendo utilizados no tratamento da depressão, transtorno depressivo, transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtornos de humor e outras condições psiquiátricas.

    Embora tenham mecanismos de ação semelhantes, existem diferenças importantes. A sertralina costuma ser uma das medicações mais prescritas devido à sua eficácia, boa tolerabilidade e menor potencial de interações medicamentosas. Já a fluvoxamina também apresenta excelentes resultados, especialmente em casos de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), mas pode interagir com um número maior de medicamentos.

    Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, alterações do sono, desconforto gastrointestinal, sudorese, diminuição da libido e atraso do orgasmo. Em algumas pessoas, pode ocorrer aumento temporário da ansiedade no início do tratamento.

    Não existe um medicamento que seja universalmente melhor. A escolha depende dos sintomas apresentados, histórico clínico, outras medicações em uso e resposta individual de cada paciente. Por isso, uma avaliação psiquiátrica é fundamental para definir o tratamento mais adequado, acompanhar a evolução dos sintomas e promover melhora da saúde mental, qualidade de vida e bem-estar emocional.

    Além de quadros como ansiedade, depressão, insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno do pânico e TDAH em adultos, cada paciente possui necessidades específicas que devem ser avaliadas de forma individualizada. Estou à disposição para ajudar.


  • Fiz um tratamento com desvenlafaxina por 6 meses e tive anorgasmia como efeito colateral. A psiquiat

    Fiz um tratamento com desvenlafaxina por 6 meses e tive anorgasmia como efeito colateral. A psiquiatra mudou o medicamento para sertralina, mas eu continuo com anorgasmia, embora ela não esteja listada nos efeitos colaterais da sertralina. O efeito colateral da desvenlafaxina pode estar perdurando após meses sem tomar o medicamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A anorgasmia (dificuldade ou incapacidade de atingir o orgasmo) é um efeito colateral conhecido tanto da desvenlafaxina quanto da sertralina. Embora algumas pessoas acreditem que a sertralina não cause esse efeito, os antidepressivos que atuam na serotonina frequentemente podem provocar redução da libido, diminuição da excitação sexual, atraso do orgasmo ou anorgasmia.

    Após interromper a desvenlafaxina, o mais comum é que os efeitos sexuais melhorem ao longo das semanas ou meses seguintes. No entanto, em algumas pessoas, os sintomas podem persistir por mais tempo, especialmente quando há continuidade do tratamento com outro antidepressivo serotoninérgico, como a sertralina. Além disso, fatores como ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, estresse, insônia, transtornos de humor e alterações hormonais também podem contribuir para a disfunção sexual.

    Por esse motivo, nem sempre é possível afirmar que o sintoma atual seja exclusivamente um efeito residual da desvenlafaxina. Muitas vezes, a própria sertralina ou outros fatores clínicos podem estar envolvidos. Existem estratégias terapêuticas que podem ser consideradas, incluindo ajustes de dose, troca de medicação ou associação de tratamentos específicos, sempre sob supervisão médica.

    Uma avaliação psiquiátrica detalhada permite identificar a causa mais provável da anorgasmia e definir a melhor abordagem para preservar tanto a saúde mental quanto a qualidade de vida sexual. Estou à disposição para acompanhar esse processo e auxiliar na busca pelo melhor equilíbrio entre tratamento e bem-estar.


  • Estou tomando setarlina a uma semana e estou sentindo muita ardencia e queimação no corpo e não esto

    Estou tomando setarlina a uma semana e estou sentindo muita ardencia e queimação no corpo e não estou conseguindo dormir. É normal isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. Na primeira semana de uso da sertralina, é relativamente comum ocorrer uma fase de adaptação do organismo, em que podem aparecer sintomas como aumento da ansiedade, insônia, agitação, sensação de “corpo acelerado”, desconfortos físicos e, em alguns casos, sensações de formigamento ou queimação. Isso acontece por uma alteração inicial na modulação da serotonina no sistema nervoso central.

    Em muitas pessoas, esses efeitos tendem a reduzir após 1 a 3 semanas, enquanto o efeito terapêutico para ansiedade, depressão, crise de ansiedade, transtorno do pânico, burnout e insônia começa a se estabilizar de forma progressiva.

    No entanto, quando a sensação de queimação no corpo é intensa, persistente ou acompanhada de importante piora da insônia e sofrimento, isso deve ser reavaliado pelo psiquiatra. Pode ser necessário ajuste de dose, mudança de horário ou até troca da medicação em alguns casos.

    Em consulta psiquiátrica é possível individualizar o tratamento, reduzir efeitos colaterais e garantir uma adaptação mais segura, promovendo melhora da ansiedade e da qualidade de vida com mais conforto.


  • Estou tomando bupropiona 150mg parar de fumar mais está doendo meu estômago é normal

    Estou tomando bupropiona 150mg para parar de fumar mais está doendo meu estômago, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida frequente na psiquiatria. A bupropiona 150 mg pode causar efeitos gastrointestinais, especialmente nas primeiras semanas de uso, como dor ou desconforto no estômago, náuseas, azia e sensação de “peso” abdominal. Esses sintomas acontecem porque a medicação atua no sistema nervoso central, mas também pode influenciar o trato gastrointestinal durante o período de adaptação do organismo.

    Na maioria dos casos, esses efeitos tendem a ser transitórios e melhoram após alguns dias a semanas de uso contínuo. Tomar o medicamento após alimentação pode ajudar a reduzir o desconforto.

    No entanto, se a dor for intensa, persistente ou associada a outros sintomas como vômitos, perda de apetite importante ou piora progressiva, é importante reavaliar com o médico para ajustar a estratégia de tratamento.

    Pacientes em tratamento para cessação do tabagismo frequentemente apresentam também sintomas de abstinência da nicotina, como ansiedade, irritabilidade, insônia e alterações gastrointestinais, o que pode se somar aos efeitos da medicação.

    Em consulta psiquiátrica é possível individualizar o tratamento, melhorar tolerabilidade e aumentar as chances de sucesso na parada do cigarro com mais segurança e conforto.


  • Estou a 10 anos na menopausa,tomo sertralina e estou a 2 snos sem nada de libido. Reposição hormonal

    Estou a 10 anos na menopausa,tomo sertralina e estou a 2 anos sem nada de libido. Existe tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. A perda de libido após a menopausa pode ter múltiplas causas e, muitas vezes, resulta da combinação de fatores hormonais, emocionais e medicamentosos. A redução dos níveis de estrogênio e testosterona na menopausa pode contribuir para diminuição do desejo sexual, ressecamento vaginal e desconforto nas relações.

    Além disso, a sertralina pode causar redução da libido, dificuldade de excitação e alterações na função sexual em algumas pessoas. Isso não significa que você deva interromper o medicamento por conta própria, especialmente se ele estiver ajudando no controle da ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade ou outros transtornos de humor.

    A boa notícia é que existem opções de tratamento. Dependendo do caso, podem ser avaliados ajustes na medicação, psicoterapia, tratamento de sintomas da menopausa, reposição hormonal quando indicada e segura, além da investigação de fatores como estresse, insônia, irritabilidade, doenças clínicas e alterações hormonais associadas.

    Como você relata ausência de libido há cerca de dois anos, vale a pena realizar uma avaliação mais detalhada. Uma consulta permite investigar as possíveis causas, solicitar exames quando necessário e definir um plano de tratamento individualizado. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo e ajudar a recuperar sua qualidade de vida, bem-estar e saúde sexual.


  • Boa noite, estava tomando pondera 12,5 mg e o médico aumentou minha dose para 25mg, mas tenho muitas

    Boa noite, estava tomando pondera 12,5 mg e o médico aumentou minha dose para 25mg, mas tenho muitas caixas do de 12,5mg sobrando, eu poderia tomar 2 comprimidos de 12,5mg para totalizar as 25mg?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. Em muitos casos, quando o médico ajusta a dose de um medicamento como o Pondera (paroxetina), pode ser possível atingir a nova dose utilizando comprimidos de menor dosagem, como tomar dois de 12,5 mg para totalizar 25 mg, desde que o comprimido permita essa divisão ou associação e que o médico responsável tenha orientado essa equivalência. No entanto, nem todas as formulações devem ser manipuladas sem orientação específica, pois isso pode interferir na liberação do medicamento e na tolerância individual. A paroxetina é utilizada no tratamento de condições como ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse, irritabilidade e outros transtornos de humor. Por isso, qualquer ajuste deve ser feito com acompanhamento médico para garantir segurança e eficácia. Uma consulta psiquiátrica permite revisar a prescrição, evitar erros de dose e otimizar o tratamento. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo e contribuir para sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Faz 4 dia hoje q tomo esse medicamento to com muita tontura e normal e dor de cabeça lezeira

    Faz 4 dias q tomo esse medicamento, to com muita tontura e dor de cabeça, leseira, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    Essa é uma dúvida bastante comum. Nos primeiros dias após o início de um medicamento psiquiátrico, especialmente antidepressivos como escitalopram, sertralina, fluoxetina ou similares, podem surgir efeitos adversos transitórios, incluindo tontura, dor de cabeça, sensação de lentidão, sonolência, mal-estar e dificuldade de concentração. Em muitos casos, esses sintomas tendem a diminuir ao longo das primeiras semanas de adaptação do organismo. Entretanto, a intensidade dos sintomas e o tipo de medicamento utilizado precisam ser considerados individualmente. Se a tontura for intensa, estiver piorando ou vier acompanhada de desmaios, alterações visuais ou outros sintomas importantes, é recomendável procurar avaliação médica. Condições como ansiedade, transtorno de ansiedade, depressão, transtorno depressivo, crises de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout e TDAH em adultos exigem acompanhamento adequado para que o tratamento seja seguro e eficaz. Uma consulta psiquiátrica permite avaliar se os sintomas fazem parte da adaptação esperada ou se há necessidade de ajustes. Estou à disposição para acompanhar você nesse processo e auxiliar na sua saúde mental e qualidade de vida.


  • Bom dia, minha filha, que está com sintomas de depressão e ansiedade, começou a tomar Escitalopram f

    Bom dia, minha filha, que está com sintomas de depressão e ansiedade, começou a tomar Escitalopram faz um mês, e agora está se recusando a tomar. Faz 3 dias que não toma e insiste que não irá mais tomar, porque tem a sensação de dopada. A consulta com o psiquiatra, para avaliação, ficou para julho. O que posso dizer a ela para convencê-la de voltar a tomar? O que pode acontecer com ela? Ela está tendo episódios de autolesão, com certa frequência. Tem 14 anos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Flávia Barbieri

    A recusa em continuar o escitalopram após um mês de tratamento pode ocorrer quando o paciente percebe efeitos colaterais como sonolência, sensação de estar "dopada", lentificação ou desconforto emocional. Nesses casos, o mais importante é validar o que ela está sentindo e comunicar essas informações ao psiquiatra, pois muitas vezes é possível ajustar a dose, o horário da medicação ou até considerar outras opções terapêuticas.

    Entretanto, a situação merece atenção especial porque sua filha tem 14 anos, apresenta sintomas de ansiedade, depressão, transtorno de ansiedade e episódios frequentes de autolesão. A interrupção abrupta do tratamento pode favorecer piora da ansiedade, crise de ansiedade, irritabilidade, insônia, tristeza profunda, falta de motivação e agravamento do sofrimento emocional em alguns pacientes.

    Mais importante do que convencê-la a tomar a medicação é buscar uma reavaliação psiquiátrica o mais breve possível, sem aguardar passivamente até julho, especialmente devido às autolesões. Caso ela apresente piora importante dos sintomas, fale sobre morte, demonstre desejo de não viver, aumente a frequência das autolesões ou exista qualquer preocupação com sua segurança, é recomendada avaliação presencial urgente.

    O tratamento de adolescentes com depressão, transtorno depressivo, ataques de pânico, transtorno do pânico, ansiedade e transtornos de humor deve ser individualizado e acompanhado de perto, principalmente quando há comportamento autolesivo. Nesses casos, o acompanhamento especializado precoce é fundamental para reduzir riscos e promover uma recuperação mais segura.


Perguntas frequentes

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