Perguntas do paciente (41)
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Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout )
Pessoas rígidas são mais propensas ao esgotamento a Síndrome do Esgotamento Profissional (Burnout ) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a rigidez mental é um dos principais fatores de risco para o Burnout. Pessoas muito exigentes consigo mesmas ou com dificuldade de delegar acabam ignorando os próprios limites em busca de uma perfeição que é, muitas vezes, insustentável.
No consultório, foco justamente em ajudar profissionais a desenvolverem flexibilidade psicológica — aprendendo a equilibrar a carreira com a preservação da saúde mental, sem perder a eficiência.
Se você sente que a autocobrança está te levando ao limite, te convido a visitar meu perfil aqui no Doctoralia e agendar uma conversa. Vamos trabalhar juntos para ressignificar essa relação com o seu trabalho.
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Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se
Quais sintomas ajudam a diferenciar burnout de estresse comum no trabalho e quando é recomendável se afastar para recuperação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora parecidos, a grande diferença está na capacidade de recuperação e no sentimento em relação ao trabalho.
No Estresse: Você se sente acelerado e sobrecarregado, mas após um fim de semana ou férias, consegue se desligar e recuperar as energias. O foco ainda é 'dar conta de tudo'.
No Burnout: O descanso não é mais suficiente. Existe uma exaustão profunda acompanhada de cinismo (indiferença com o trabalho) e uma sensação de que você não é mais capaz, mesmo sendo produtivo. É o colapso do seu sistema de enfrentamento.
Quando se afastar? O afastamento é recomendável quando o trabalho gera sintomas físicos limitantes (como crises de pânico, perda de memória ou insônia grave) e quando você percebe que não consegue mais separar sua identidade do sofrimento profissional. O afastamento serve para interromper o ciclo de estressor e permitir que o tratamento faça efeito.
Se você sente que o cansaço virou um peso insuportável e o trabalho perdeu o sentido, te convido a visitar meu perfil e agendar uma conversa. Como especialista em carreira, posso te ajudar a diferenciar esses sinais e recuperar sua saúde mental.
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Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po
Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Crises de ansiedade e falta de ar no trabalho mostram que você atingiu seu limite emocional. O fato de ter revelado o namoro à gerente foi um 'vazamento' da sua dor, não uma traição deliberada, mas ainda assim é uma quebra de combinado.
Para lidar com isso e tentar salvar a relação:
Assuma o erro com maturidade: Peça desculpas pela quebra do sigilo sem tentar se justificar. Mostre que você entende o peso que isso trouxe para ela, especialmente com os problemas familiares que ela já enfrenta.
Respeite o espaço dela: Se ela pediu tempo, o melhor jeito de mostrar que você a ama é respeitando esse limite. Pressionar agora só aumentará o desgaste.
Trate a causa das crises: O seu foco imediato precisa ser cuidar da sua saúde mental para que o seu profissionalismo não seja ainda mais prejudicado.
O relacionamento pode ter volta, mas você precisa estar equilibrado para passar segurança novamente.
Se você está com dificuldade de gerenciar essa ansiedade no ambiente corporativo e teme perder o controle das suas emoções, te convido a visitar meu perfil. Vamos trabalhar esse equilíbrio para que você recupere sua estabilidade emocional e sua relação.
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Estou namorando a 7 meses , minha namorada tem dois filhos pequenos de um relacionamento que a deixo
Estou namorando a 7 meses , minha namorada tem dois filhos pequenos de um relacionamento que a deixou muitas marcas pois o ex era abusivo , batia e torturava psicologicamente, eu tento fazer de tudo digo que amo e faço de tudo mas ela já me falou que não consegue mais amar ninguém por causa do sofrimento que ela teve mas que está tentando me amar mas não promete nada e nem a me tratar bem , fico sem saber o que fazer pq tem hora que estamos bem mas tem hora que ela se distância, estou tendo paciência, agora vamos morar juntos o que eu devo fazer ? Estou confuso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por essa confusão. Relacionar-se com alguém que carrega marcas de violência doméstica exige uma compreensão profunda sobre como o trauma funciona: muitas vezes, o distanciamento emocional é um mecanismo de defesa que a pessoa utiliza para não sofrer novamente.
No entanto, é fundamental refletirmos sobre alguns pontos éticos e emocionais antes de um passo tão grande como morar juntos:
A cura é um processo individual: O apoio de um parceiro é valioso, mas o amor não substitui o tratamento psicoterapêutico. O trauma de um relacionamento abusivo precisa de espaço profissional para ser elaborado, para que a pessoa consiga, aos poucos, se sentir segura para amar novamente.
A importância do limite: Compreender a dor do outro é um ato de empatia, mas isso não deve significar a aceitação de um tratamento que te desvalorize. Um relacionamento saudável precisa de reciprocidade e respeito, mesmo em tempos de dificuldade.
O cuidado com você: Quando nos dedicamos muito a 'ajudar' o outro a se curar, corremos o risco de negligenciar nossas próprias necessidades e limites emocionais.
Morar junto deve ser uma construção baseada na segurança mútua. Se o momento atual é de incerteza e distância, talvez seja importante fortalecer o diálogo e o autocuidado antes dessa mudança.
Se você sente que está sobrecarregado emocionalmente e precisa de um espaço para entender seus limites e fortalecer sua autoconfiança, te convido a visitar meu perfil. Vamos trabalhar juntos para que você possa cuidar de si enquanto navega por essa relação.
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meu esposo falou uma vez pra mim que não queria saber da ex mulher do filho dele não queria abri con
meu esposo falou uma vez pra mim que não queria saber da ex mulher do filho dele não queria abri conversas sobre assunto q não levava ao assunto do filho a ex dele postou uma foto do filho e ele comentou q parece com ele e ela respondeu com sim e ele reagiu com um coração pra ela.... fiquei pensando se ele não quer assunto com ela então pq ele comentou na foto pq a criança só tem 5 anos ela não vai olha o comentário e também já q ele não quer saber dela pq ele tem salvo o contato dela. Como lidar com isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que gera o conflito nessa situação não é apenas a rede social, mas a incoerência. Quando o que é dito não condiz com o que é feito, a confiança fica abalada.
Para lidar com isso, o caminho é a clareza:
Recalibre os combinados: O que ele entende por 'não ter assunto' pode ser diferente do que você entende. É preciso definir limites claros sobre interações públicas.
Foque no sentimento, não no contato: Ter o número salvo é funcional (pelo filho), mas a interação afetiva (coração) é uma escolha. Exponha como essa quebra de expectativa te faz sentir.
Saia da suposição: Pergunte diretamente o que aquela interação significou para ele, sem acusações, buscando entender se as visões de vocês sobre respeito ainda estão alinhadas.
Se essa insegurança está desgastando você, te convido a visitar meu perfil e agendar uma sessão. Vamos trabalhar sua autoconfiança e como estabelecer limites saudáveis no seu relacionamento.
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Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira. Isso tá
Sinto que procrastino demais, até para coisas que gosto de fazsr, mesmo que eu não queira.
Isso tá me atrapalhando bastante, principalmente porque deixo de fazer as coisas que preciso fazer e “deixo para depois”. Mesmo que eu quero parar eu não consigo. Faço tudo na ultima hora ou nem faço. Qual a melhor orientação?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você não está sozinho(a). A procrastinação é mais comum do que parece — e, ao contrário do que muitos pensam, não é falta de vontade ou disciplina, mas sim um comportamento aprendido para evitar desconfortos emocionais como ansiedade, medo de errar, pressão interna ou excesso de autocrítica.
Na abordagem da Terapia Comportamental, trabalhamos juntos para:
Entender o que está por trás do seu padrão de adiamento;
Desenvolver estratégias práticas e realistas para retomar sua produtividade;
Reduzir a autossabotagem e fortalecer sua autoconfiança;
Criar um plano de ação que funcione para o seu ritmo e estilo de vida.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a) nem esperar “se sentir pronto(a)” para mudar.
Agendar uma sessão é um passo importante para retomar o controle da sua rotina e do seu bem-estar.
Se você sente que isso tem atrapalhado sua vida pessoal, profissional ou emocional, marque uma consulta — será um prazer te acompanhar nesse processo de mudança.
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Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com am
Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com amor e sem mágoas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma pergunta delicada e muito importante. Tecnicamente falando, as chances de reconstrução de um relacionamento que já passou por agressões físicas e verbais são muito limitadas — e cercadas de riscos.
Na psicologia comportamental, consideramos que comportamentos agressivos (verbais ou físicos) são padrões aprendidos e mantidos ao longo do tempo, muitas vezes associados a controle, impulsividade, abuso de poder ou dificuldades emocionais não elaboradas. Esses padrões dificilmente se desfazem apenas com promessas ou arrependimentos pontuais.
Para que exista alguma chance real de mudança, seria necessário que a pessoa agressora reconhecesse profundamente o problema, se responsabilizasse pelos atos e buscasse tratamento contínuo (como psicoterapia focada em controle da raiva e comportamento agressivo). Além disso, a pessoa que foi ferida também precisaria de acolhimento psicológico, para tratar os traumas e resgatar a autoestima.
Mesmo nesses casos, a reconstrução do vínculo afetivo é extremamente complexa. As marcas da violência, físicas e emocionais, muitas vezes geram medo, insegurança e mágoas profundas — o que compromete a base da confiança.
Portanto, embora algumas pessoas tentem reconstruir, é fundamental perguntar:
Existe respeito mútuo e mudança consistente de comportamento?
Ou apenas culpa, medo da solidão ou esperança de que "dessa vez vai ser diferente"?
A prioridade sempre deve ser sua integridade física e emocional. Em situações de violência, a recomendação ética e clínica é o afastamento do ciclo abusivo e o fortalecimento da vítima, não a reconstrução da relação.
Se você vive ou viveu algo assim, saiba que você merece relações seguras, respeitosas e livres de medo. A psicoterapia pode ser uma aliada nesse processo de fortalecimento e tomada de decisão com clareza.
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Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu nã
Eu gosto de ser a parte frágil e dominado pela parceira, mas vejo que muitas pessoas acham que eu não faço o meu "papel de homem" isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é absolutamente normal — e mais do que isso: é legítimo você desejar se expressar emocional e afetivamente dessa forma em seus relacionamentos. O que você descreve pode estar relacionado a dinâmicas afetivas e sexuais que envolvem vulnerabilidade, entrega e confiança, e isso não diminui em nada seu valor ou identidade como homem.
O incômodo que você sente vem, provavelmente, de um conflito com expectativas sociais sobre como um “homem deve ser”. Durante muito tempo, fomos ensinados que homens precisam ser fortes, racionais, dominantes e nunca demonstrar fragilidade — mas essas ideias são estereótipos de masculinidade que não representam a complexidade real das emoções humanas.
Na psicologia comportamental, a questão importante é: sua forma de se relacionar traz bem-estar, afeto, conexão e respeito mútuo? Se sim, ela é válida e saudável. O mais importante é que você esteja em relacionamentos nos quais possa ser você mesmo, sem medo de julgamento ou repressão.
Permitir-se ser vulnerável não te enfraquece — te humaniza.
Se essas dúvidas têm gerado sofrimento ou impacto na autoestima, a psicoterapia pode ser um espaço seguro para você refletir sobre isso, construir segurança emocional e lidar com os preconceitos externos sem deixar de ser quem você é.
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Minha namorada sente muito ódio da minha ex, isso está afetando nosso relacionamento por consequênci
Minha namorada sente muito ódio da minha ex, isso está afetando nosso relacionamento por consequência ela está distante do meu filho também o que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma situação delicada que envolve emoções intensas, como ciúmes, ressentimento e dificuldades em lidar com a história afetiva do(a) parceiro(a). Esses sentimentos, quando não são reconhecidos e trabalhados, podem gerar conflitos no relacionamento atual e até afetar vínculos importantes — como o laço com seu filho.
Na psicoterapia comportamental, trabalho com você para identificar padrões de pensamento e comportamento que estejam contribuindo para esse distanciamento. Também desenvolvemos juntos estratégias de comunicação mais assertiva, habilidades de regulação emocional e caminhos para fortalecer os relacionamentos de forma saudável.
Se você sente que isso está impactando seu bem-estar ou sua família, saiba que buscar ajuda é um passo importante. Estou aqui para te apoiar nesse processo com acolhimento e técnica.
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É normal duvidar e questionar em um relacionamento? Eu estou a quase 6 mêses em um relacionamento on
É normal duvidar e questionar em um relacionamento? Eu estou a quase 6 mêses em um relacionamento onde moramos perto mas nunca se vimos. Sempre acontece algo que nos impede de se ver, relacionado a estado mental, contratempos e imprevistos.
Ja ocorreram alguns questionamentos mas sempre nos entendemos, recentemente eu questionei sobre ter visto um cabelo azul em video q ela me mandou e ela disse q era uma manta q ela estava usando e acabou aparecendo, pedi q me mostrasse essa manta para q eu entendesse melhor e agora ela esta me bombardeando de mensagens por ter que se provar e eu ainda duvidar dela. gostaria de saber se ela precisa se provar todas as vezes que eu questionar, pq quando ela me questiona eu faço de tudo pra provar e tranquilizar ela.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É absolutamente normal ter dúvidas e questionamentos em um relacionamento — especialmente quando existem limitações de convivência presencial, como no seu caso. No entanto, quando essas dúvidas se tornam recorrentes e começam a gerar tensão, insegurança e a necessidade constante de “provar” algo, é importante observar o que está por trás desse padrão.
Na psicoterapia comportamental, buscamos entender os comportamentos e as emoções envolvidos em situações como essa. Questionar não é o problema em si — o ponto central é como o casal lida com essas dúvidas. Quando uma das partes se sente constantemente cobrada a se justificar, isso pode gerar desgaste, sensação de vigilância ou desconfiança excessiva.
Relacionamentos saudáveis se baseiam na construção mútua de confiança e em uma comunicação aberta, em que ambos se sintam seguros. Se você percebe que esse tipo de dinâmica está gerando sofrimento ou conflito, pode ser um sinal de que vocês precisam de apoio para ajustar expectativas, limites e formas de se comunicar.
Se quiser trabalhar essas questões de forma mais profunda, estou à disposição para te ajudar nesse processo.
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Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse
Acho que eu estou com dependência emocional. Meu ex é tóxico? O que eu devo fazer para superar esse término? Nós namoramos por 10 meses, ele é mais novo do que eu. Eu sempre orei a Deus pedindo um homem de tal aparência, de tal jeito, de tal pensamento, e foi quando ele apareceu. Do jeito que eu sempre pedi. Na verdade, era o que eu achava. Começamos a namorar rápido demais, ele não me pediu em namoro de forma formal, em menos de um mês conversando ele já queria namorar e pediu pra eu escolher uma data. Estranhei, mas escolhi. Infelizmente, escolhi a data do meu aniversário. Traumático. Ele sempre foi muito carinhoso, cuidadoso, cuidava de mim nos mínimos detalhes, se preocupava comigo, se esforçava pra me deixar na parada todos os dias e buscar, mesmo tão tarde da noite. Me dava flores e presentes quase todos os dias. Sonhávamos em nos casar formar uma família, crescer juntos. Eu amo muito ele, foi meu primeiro namorado. Acho que eu tenho uma visão distorcida de relacionamento porque eu sinto que as coisas que ele fazia, por mais que sejam raras, é o mínimo. Eu mais chorei nesse relacionamento do que fiquei feliz, mas nesse pós término eu estou muito apegada aos momentos bons, esquecendo os momentos ruins, porque: Ele não deixava eu usar biquíni; Ele não deixava eu usar calça skinny, saias coladas (mesmo que sejam saias longas), short, e eu só podia usar blusa de gola alta; Ele me proibiu de escutar certas músicas; Ele não deixava eu ir para eventos cristãos porque tinha muita gente; Ele não deixava eu levantar a perna porque, de acordo com ele, era antiético; Ele não deixava eu tomar refrigerante; Ele não deixava eu ficar de costas para ninguém; Ele não deixava eu andar em pé no ônibus, mesmo o próximo demorando muito, ele ainda queria que eu esperasse, sabendo que eu moro longe e que estava ficando tarde; Ele não deixava quase ninguém chegar perto de mim: Ele não ligava para minha família e para os meus amigos, me fez me afastar de todos eles; Ele não deixava eu correr ou fazer academia; Ele nunca me compreendeu, sabendo das minhas limitações emocionais e mesmo assim me forçava a fazer coisas que não me resumia como pessoa; Eu implorava pra ele parar e ele nunca parou, me forçando a mandar fotos e coisas que eu nunca quis. Eu fazia por ele, com medo dele terminar comigo; Ele sempre manipulou as situações pra eu sempre pedir desculpas e ceder, sempre foi assim. Eu sempre cedi. Meu relacionamento foi baseado mais nisso, em ceder, com medo dele ficar triste. Teve momentos que eu me exaltava e falava coisas horríveis, mas é porque ele me colocava naquela situação, naquela humilhação, eu chorando e implorando, eu recorria a defensiva. E ele terminou comigo do nada, dizendo que não me amava mais, que tínhamos divergências familiares (sou de família humilde e ele de família rica). Ele disse que os pais queriam que ele ficasse ao lado de alguém de boa família, porque meus pais nao tem profissão. Além disso, disse que ele obedece os pais e se os pais pedissem pra ele terminar comigo, ele terminaria sem pensar duas vezes. Foi quando eu percebi que ele nunca me colocou na posição de prioridade, de escolha. Nunca lutou por mim, nunca teve consideração. Ele não me escolheu. E eu larguei meu eu, minha família, meus amigos, meus hábitos, cedi em tudo, obedeci ele em tudo, pra no final ele me largar como se eu fosse nada. Acho que ele nunca me amou. Isso não é amor. E é tão difícil essa situação porque eu quero superar ele mas sinto que nunca vou achar alguém como ele. Mesmo que ele tenha errado com essas exigências, ele também tinha qualidades que eu sempre busquei em alguém. E eu sinto que nunca mais vou achar. Faz um mês que ele terminou e eu choro todos os dias. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está vivendo é um processo muito doloroso, e a sua dor é totalmente válida. Pelo seu relato, é possível perceber sinais claros de uma relação abusiva — marcada por controle, manipulação emocional, isolamento social e imposições que invadiram sua autonomia, seus limites e sua liberdade individual.
Esse tipo de vínculo pode gerar dependência emocional, porque a pessoa que abusa também alterna comportamentos de carinho, presentes, promessas e idealizações — o que causa muita confusão emocional. É comum que, mesmo após o término, o apego aos momentos “bons” fale mais alto do que a lembrança do sofrimento vivido. Isso acontece porque o cérebro, em um contexto de vínculo tóxico, pode associar o abuso com afeto e segurança, distorcendo a percepção do que é um relacionamento saudável.
Você abriu mão de si mesma para tentar ser amada, e isso não é amor — é submissão, muitas vezes imposta por medo, culpa e pressão emocional. É comum achar que "nunca mais vai encontrar alguém como ele", mas a verdade é que você não precisa encontrar alguém assim de novo. O que você precisa agora é olhar para si com compaixão, reconstruir sua identidade, retomar seus vínculos saudáveis e resgatar sua autoestima.
Na psicoterapia comportamental, trabalhamos justamente esse resgate: identificar os padrões de pensamento e comportamento que te mantêm presa a esse ciclo de sofrimento, desenvolver estratégias para reestruturar sua vida emocional, e fortalecer sua autonomia para que você volte a ser protagonista da sua história.
Você não está sozinha. Buscar ajuda é um passo corajoso — e transformador. Quando estiver pronta, estarei aqui para caminhar com você.
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Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina
Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina pela rede social
Estou com medo, não sei lidar com tudo isto e preciso de orientação para mim e ela.
Gratidão
MãeRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É natural sentir dúvidas e preocupações ao lidar com novas descobertas dos filhos. O mais importante nesse momento é manter um diálogo aberto e acolhedor, demonstrando interesse pelos sentimentos dela sem julgamentos.
Algumas orientações:
Escute com empatia – Pergunte como ela se sente e valide suas emoções.
Oriente sobre segurança online – Converse sobre os riscos de relacionamentos virtuais.
Dê tempo para ela e para você – A adolescência é um período de descobertas, e o apoio familiar é essencial.
Mantenha um espaço de confiança – Mostrar que ela pode contar com você fortalecerá a relação de vocês.
Se precisar de mais suporte, buscar informações ou ajuda profissional pode ser um bom caminho.
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Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa
Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Superar um ex pode ser desafiador, mas é possível com algumas mudanças de foco. Para seguir em frente:
Aceite seus sentimentos, mas não os alimente – Permita-se sentir, mas sem reviver o passado.
Rompa os laços – Evite contato, redes sociais e lembranças que te prendam.
Cuide de si mesma – Invista em novos hobbies, cuide do corpo e da mente.
Fortaleça sua autoestima – Lembre-se do seu valor e do que te faz única.
Reforce sua rede social – Passe tempo com amigos e conheça novas pessoas.
Não idealize o passado – Reflita sobre os motivos da separação.
Busque ajuda, se necessário – A terapia pode ser um ótimo suporte nesse processo.
Como psicóloga, posso te ajudar a ressignificar essa experiência e reconstruir sua autoestima para que você siga em frente com leveza e confiança.
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TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Em
TCC ou Psicanálise? Qual delas é mais indicada para trabalhar questões relacionadas à Dependência Emocional, como ansiedade, medo da solidão, do abandono no fim de um relacionamento etc.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ambas as abordagens podem ser eficazes para trabalhar questões relacionadas à dependência emocional, mas possuem focos e métodos diferentes:
Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): É indicada para quem busca resultados mais práticos e objetivos a curto prazo. Foca em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento que alimentam a dependência emocional, como ansiedade e medo do abandono.
Psicanálise: Ideal para quem deseja explorar profundamente as raízes dessas questões emocionais. Investiga experiências passadas e inconscientes que podem estar influenciando os relacionamentos e o medo da solidão.
A escolha depende de seus objetivos e do estilo de terapia com o qual você se sente mais confortável. Um profissional qualificado pode ajudar a avaliar qual abordagem é mais adequada para o seu caso.
Lembre-se: buscar ajuda já é um grande passo, e você não precisa enfrentar isso sozinho.
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Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me faz
Estou casada a 34 anos, meu marido nunca me dava a devida atenção , não me valorizava, sempre me fazendo cobrança, me deixando fora dos seus programas, tudo isso me bloqueou, a gente brigou muito, só que ele não quer a separação, me sinto mal com tudo isso, ele quer ter relação sexual comigo, mas eu não consigo, não sei o que fazer
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa situação reflete anos de insatisfação e desconexão emocional, que podem gerar bloqueios profundos na relação. Aqui estão alguns passos que podem ajudar:
Reconheça Suas Emoções: É importante validar o que você sente – mágoa, desvalorização ou bloqueio emocional. Esses sentimentos têm raízes no histórico do relacionamento e não devem ser ignorados.
Converse Abertamente: Tente explicar ao seu marido como você se sente. Fale sobre como as atitudes dele ao longo do tempo afetaram sua autoestima e a conexão entre vocês. Use uma abordagem tranquila e assertiva, focando em seus sentimentos, e não apenas nas ações dele.
Busque Reconstruir a Conexão: Relações sexuais saudáveis dependem de uma boa conexão emocional. Antes de tentar reestabelecer a intimidade física, é importante trabalhar a proximidade emocional. Isso pode incluir momentos de conversa, atividades juntos ou até mesmo revisitar boas memórias.
Considere Terapia de Casal: Um profissional pode mediar as conversas entre vocês e ajudar a trabalhar as mágoas acumuladas, oferecendo ferramentas para reconstruir o vínculo e melhorar a comunicação.
Cuide de Si Mesma: Priorize seu bem-estar emocional. Terapia individual pode ser uma oportunidade de entender seus bloqueios, fortalecer sua autoestima e tomar decisões mais claras sobre o que deseja para o futuro do relacionamento.
Lembre-se: sua felicidade e saúde emocional são tão importantes quanto qualquer esforço para manter o casamento. Se precisar, estou à disposição para ajudar nesse processo.
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O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?
O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) pode se desenvolver por uma combinação de fatores biológicos, aprendizados prévios e experiências de vida. Algumas pessoas têm predisposição genética para respostas ansiosas mais intensas. Ao longo da vida, podem aprender que preocupar-se constantemente as protege de problemas, reforçando esse comportamento. Além disso, situações de estresse contínuo e esquiva de situações temidas alimentam o ciclo de ansiedade. Pela abordagem comportamental, tratamos o TAG ajudando a pessoa a enfrentar gradualmente seus medos e a lidar de forma mais funcional com situações que causam ansiedade.
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É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?
É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade patológica pode causar problemas no sono. Quando a mente está constantemente preocupada ou em alerta, pode ser difícil relaxar o suficiente para adormecer. Isso acontece porque a ansiedade ativa o sistema de resposta ao estresse, liberando hormônios como o cortisol, que mantêm o corpo em estado de vigilância.
Além disso, pensamentos acelerados, preocupações excessivas e o medo do futuro são sintomas comuns da ansiedade que interferem diretamente na capacidade de "desligar" a mente à noite. Esses fatores podem levar à insônia, dificuldade em permanecer dormindo ou sono não reparador.
Tratar a ansiedade, seja com terapia, mudanças no estilo de vida ou, em alguns casos, medicação, pode ajudar a melhorar a qualidade do sono.
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É possível controlar a ansiedade patológica sem medicação?
É possível controlar a ansiedade patológica sem medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a terapia comportamental pode ajudar a controlar a ansiedade sem medicação por meio de estratégias como:
Exposição gradual: Enfrentar os medos de forma progressiva.
Reforço positivo: Recompensar comportamentos de enfrentamento.
Técnicas de relaxamento: Usar respiração controlada para reduzir sintomas físicos.
Treinamento de habilidades: Aprender formas práticas de lidar com situações difíceis.
Essas técnicas ensinam a enfrentar a ansiedade e a desenvolver respostas mais saudáveis às situações temidas.
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Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta
Tenho dificuldade de decidir minha vida deixar uma pessoa ele perto naobgosto ele longe sinto falta e isso ele me calsa problemas porque não consigo ficar quieta num lugar
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa ambivalência emocional — de não querer a pessoa por perto, mas sentir falta quando ela se afasta — é muito comum quando estamos vivendo uma relação marcada por insegurança, instabilidade ou confusão interna.
É como se uma parte sua quisesse se proteger e se afastar, enquanto outra parte ainda se agarra à ideia do vínculo, mesmo que ele te cause sofrimento. Isso pode estar relacionado a padrões de apego, medo de ficar sozinha, baixa autoestima ou experiências anteriores que reforçaram a ideia de que é preciso “aguentar” certas situações para não perder alguém.
Além disso, essa agitação constante, essa sensação de não conseguir ficar em paz em nenhum lugar, pode ser um reflexo da ansiedade gerada por esse conflito interno. E viver nesse estado de incerteza emocional é extremamente desgastante.
Na psicoterapia comportamental, trabalhamos justamente isso: ajudar você a identificar os padrões de pensamento e comportamento que estão te mantendo presa nesse ciclo e desenvolver clareza, autonomia e segurança emocional para tomar decisões que respeitem quem você é.
Se você sente que está se perdendo de si mesma nessa história, saiba que é possível resgatar o seu centro. E eu posso te ajudar nesse caminho.
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É normal terminar um relacionamento e não ter brigas e muito menos vontade de voltar? Isso é pq não
É normal terminar um relacionamento e não ter brigas e muito menos vontade de voltar?
Isso é pq não se amavam de verdade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma dúvida muito comum — e sim, é absolutamente normal terminar um relacionamento sem brigas e sem vontade de voltar. Isso não significa, necessariamente, que não houve amor.
Na psicologia comportamental, compreendemos que os relacionamentos são mantidos ou encerrados com base em uma série de fatores, como: qualidade da convivência, compatibilidade de valores, reforços positivos e negativos trocados no dia a dia, e o que cada um espera da relação.
Um término tranquilo pode indicar que:
Ambos já estavam emocionalmente preparados para seguir em frente;
A relação cumpriu seu ciclo, e o vínculo afetivo já havia se transformado;
Houve maturidade emocional para encerrar sem conflito;
O apego já havia diminuído gradualmente, o que reduz a vontade de voltar.
Não é a intensidade do término que define se houve amor. O amor pode ter existido sim, mas nem todo amor é suficiente para sustentar uma vida a dois de forma saudável. Às vezes, o afeto existe, mas não há mais desejo de seguir junto — e reconhecer isso também é uma forma de respeito e maturidade.
Se essa dúvida ainda te causa incômodo ou confusão emocional, a psicoterapia pode ajudar a entender melhor seus sentimentos, elaborar o luto do término e fortalecer sua autoestima emocional.
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Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
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