Perguntas do paciente (49)
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Estar em um trabalho onde você faz interações constantes com as pessoas já demonstra o quão corajosa você é. Pela perspectiva da psicanálise, cuidar da ansiedade não significa deixar de ser uma pessoa mais reservada, mas viver essa característica com menos sofrimento e menos medo do julgamento. Talvez não deva falar em cura, simplesmente porque não há nada a ser curado. O fato não é ser diferente de quem você é mas entender melhor o que você é, e assim conquistar a liberdade que merece. Possivelmente, com o passar do tempo os comentários sobre você ser tímida irão perdendo a importância e passará a ouvi-los com naturalidade.
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Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico
Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito que você esteja passando por um momento tão difícil. Quando estamos sofrendo, é natural buscarmos respostas, mas, às vezes, o excesso de pesquisas acaba alimentando ainda mais o medo e a sensação de que algo ruim está acontecendo. Pela perspectiva psicanalítica, essa busca constante pode ser uma tentativa de encontrar segurança diante da angústia, mas acaba prendendo a pessoa em um ciclo de preocupação.
É importante lembrar que você já deu um passo importante ao iniciar o tratamento, ainda que diga que online não serve, o que o leva para terapia presencial. Procure conversar com um profissional sobre esse aumento da ansiedade e, se possível, reduza gradualmente as pesquisas sobre os sintomas. Com o tratamento adequado e apoio, é possível recuperar a confiança e voltar, aos poucos, às atividades que hoje parecem tão difíceis.
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Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
Dormir com a mão do t-rex significa algum transtorno? Ou algum problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não necessariamente. Dormir com as mãos flexionadas, na chamada posição de "mão de T-rex", é algo que pode acontecer de forma natural e, na maioria das vezes, não indica nenhum transtorno. Essa posição costuma estar relacionada ao relaxamento muscular durante o sono ou ao hábito de dormir de determinada maneira.
Se ela vier acompanhada de dor, dormência, fraqueza, rigidez ou outros sintomas, é importante procurar uma avaliação médica. Caso contrário, isoladamente, essa posição não costuma ser considerada um sinal de doença.
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pesquisar sintomas pode acabar aumentando a ansiedade e fazer com que você fique ainda mais atento(a) aos sinais do corpo e aos seus medos, o que pode intensificar o sofrimento. Isso não significa que você tenha a condição que encontrou na internet, mas que a busca por respostas pode alimentar esse ciclo.
A terapia pode ajudar a compreender o que está acontecendo, lidar com esses medos e recuperar a confiança para retomar sua rotina. Quanto ao escitalopram, é importante lembrar que ele costuma levar algumas semanas para apresentar efeito, por isso siga o acompanhamento com o médico e não interrompa o tratamento por conta própria.
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia, Em vez de se cobrar para voltar a ser como antes, talvez valha a pena observar o que tem ocupado sua mente e como você tem se sentido. Pequenas mudanças na rotina e uma relação mais consciente com as redes sociais podem ajudar, mas, se essa dificuldade tem persistido e impactado sua vida acadêmica, buscar um acompanhamento psicológico pode ser um passo importante para compreender o que está acontecendo e encontrar formas mais consistentes de lidar com isso.
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A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion
A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, antes de tudo, sinto muito que você esteja passando por tudo isso. O que você descreve é um sofrimento intenso e merece ser acolhido com cuidado. Alguns dos sintomas que você relata podem estar presentes na depressão, na ansiedade ou em outras condições, mas não é possível fazer um diagnóstico apenas por esse relato.
O mais importante é que você não enfrente isso sozinha. Procure conversar com alguém de confiança e, se possível, busque atendimento com um psicólogo e um médico ou psiquiatra para uma avaliação. Há tratamento, e muitas pessoas conseguem melhorar significativamente com o acompanhamento adequado.
Se em algum momento você sentir que não consegue mais suportar esse sofrimento ou tiver pensamentos de machucar a si mesma, procure ajuda imediatamente com um familiar, um serviço de saúde ou o pronto atendimento mais próximo.
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Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins
Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.
Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.
As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.
Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Antes de tudo, sinto muito pelo que estás passando. Sim, pode ser bastante natural, depois de ter passado por dias felizes. Tente acolher esse sentimento sem se preocupar em interpretá-lo como um sinal de que algo está errado. Conversar com alguém que você confia é importante. Se os sentimentos persistirem é legal procurar um profissional.
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Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in
Olá, tudo bem?
Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Na psicoterapia, é natural que sentimentos intensos pelo terapeuta apareçam. O mais importante não é tentar classificá-los, mas levá-los para a sessão e falar sobre eles com sinceridade. Um psicólogo está preparado para acolher esse tema sem julgamentos, e essa conversa costuma ajudar a compreender melhor o significado desses sentimentos e o que eles revelam sobre sua forma de se relacionar. Mais do que descobrir uma posição técnica, o importante é dividir o que sente com ela, a terapia é para isso, dividir TUDO com nosso terapeuta. Espero que tenha ajudado.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de tudo, sinto muito que você tenha passado por essas experiências. O que está acontecendo com você não significa que seja "defeituosa," aliás, ninguém é defeituoso. Vivências de abuso podem deixar marcas profundas e fazer com que momentos de intimidade despertem medo, tristeza e lembranças dolorosas.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Um acompanhamento psicológico pode ajudá-la a elaborar esses traumas com segurança, e, se as crises de pânico e as lembranças estiverem muito intensas, também é importante procurar avaliação médica ou psiquiátrica. Se sentir que consegue, converse com seu namorado sobre seus limites e respeite o seu tempo. Há tratamento, e é possível construir relações íntimas de forma mais tranquila à medida que esse sofrimento é cuidado. Muito importante é olhar para este abuso, não esquecer, porque isto é impossível, mas dar um outro olhar em que você consiga lidar com ele.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desejo de construir um vínculo profundo faz parte da experiência humana e não há nada de fútil nisso. Ter 25 anos e ainda se perguntar sobre relacionamentos é perfeitamente natural, você é muito jovem e ainda há muito que viver e aprender.
Não é preciso esperar que tudo esteja resolvido para viver um relacionamento, assim como um relacionamento, por si só, também não garante felicidade ou estabilidade. Talvez a questão não seja apenas "quando vou encontrar alguém?", mas também compreender o que você busca em um vínculo e como tem vivido suas relações até aqui. Se essa angústia tem sido frequente, conversar com alguém, até mesmo um psicólogo, vai te ajudar a se entender melhor.
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Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Descobrir uma gravidez pode despertar sentimentos muito diferentes. O estereótipo de que "toda mulher tem que ser mãe," vai de encontro à realidade, nem todas as mulheres querem ser mães e está tudo bem.Ter dúvidas, medo ou dificuldade para aceitar essa nova realidade não significa, necessariamente, que você esteja rejeitando o bebê.
Aceitar a gravidez é um processo, e cada pessoa vive esse momento de um jeito. O mais importante é acolher o que você está sentindo, sem se culpar, e procurar um espaço seguro para falar sobre essas emoções.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando já vivemos um episódio de depressão, é natural ficar com receio de que ela volte diante de momentos difíceis. Nem todo sofrimento significa uma recaída, mas algumas pessoas podem ficar mais vulneráveis após situações de estresse, perdas ou mudanças importantes.
Por isso, é importante observar como você está se sentindo e procurar ajuda se perceber que os sintomas persistem ou começam a interferir na sua rotina. Cuidar da saúde mental de forma contínua pode ajudar a reconhecer os sinais precocemente e reduzir o impacto de uma possível recaída. Espero ter ajudado, podes perguntar quanto quiser.
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Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo
Passei um inferno em um antigo trabalho por 3 anos e minha mãe não acreditou no que eu disse dizendo que eu tinha mania de perseguição, que estava exagerando, etc. Fiquei tão mal que no trabalho quase desmaiei e tive problemas de estômago. Saí dele recentemente e ainda tenho sentimento de abandono e traição e concluo com isso que a maioria das pessoas não prestam e são falsas. Como lidar com o sentimento de abandono e traição vindo da mãe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que mais machuca, muitas vezes, não é apenas a experiência difícil que vivemos, mas sentir que quem esperávamos que nos acolhesse não conseguiu compreender o nosso sofrimento. Isso pode despertar sentimentos profundos de abandono, traição e dificuldade em confiar nas pessoas.
Esses sentimentos merecem ser escutados com cuidado, sem que você precise concluir que todas as pessoas agirão da mesma forma. Aos poucos, é possível compreender como essa experiência afetou sua forma de se relacionar e reconstruir a confiança. Se esse sofrimento ainda está muito presente, um acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a elaborar essa vivência e encontrar novas maneiras de lidar com ela. Espero ter ajudado, se sentir necessidade, podes perguntar quanto quiser.
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Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo
Sou muito impulsivo, sou viciado em livro/curso e isso tem atrapalhado meu trabalho pois nao consigo ficar o tempo necessario trsbalhando, sempre me distraio com conteúdos/perfeccionismo. A TCC ou psicoterapia podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A TCC é uma das abordagens da Psicologia, você escolhe em qual tu te sentires melhor, mais confortável (TCC, Psicanálise, Humanista, Psicologia Positiva, Sistêmica, etc.). Como Psicanalista posso pensar que a busca intensa por conhecimento e perfeccionismo pode ser uma fuga de uma realidade que o assusta.
A psicoterapia pode ajudá-lo a compreender o que está por trás dessa impulsividade e desse perfeccionismo. Buscar ajuda é um passo importante quando esse padrão começa a interferir no trabalho e na qualidade de vida.
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Repetir uma pequena frase ou uma palavra por algumas dezenas de minutos tem mesmo efeito relaxamento
Repetir uma pequena frase ou uma palavra por algumas dezenas de minutos tem mesmo efeito relaxamento e calmante na mente e faz alterar as ondas cerebrais rápidas para as mais lentas?
Mas pode ser verbalmente? Ou funciona melhor se for Mentalmente
Muito obrigado psicólogos do Doctoralia tomara que me respondamRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não há como afirmar que isso (a repetição de palavras), por si só, altere as ondas cerebrais de maneira clinicamente significativa, nem que funcione da mesma forma para todas as pessoas e nem que funcione. Precisas ver porque tens essa necessidade. O que seria "fazer do jeito certo?" Qual é o jeito certo? e existe um único jeito certo de se fazer as coisas? Talvez deva fazer mais perguntas do que necessariamente buscar as respostas. Estou à disposição para ajudá-lo a fazer mais perguntas...
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Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d
Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.
Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.
Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.
Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve merece uma avaliação cuidadosa. Esses pensamentos e imagens involuntárias podem estar relacionados a diferentes condições, como transtornos de ansiedade, pensamentos obsessivos (TOC), experiências perceptivas ou, mais raramente, alterações neurológicas. Não é possível saber a causa apenas pelo seu relato.
O profissional mais indicado para iniciar essa investigação é um psiquiatra, que poderá avaliar seus sintomas e, se necessário, solicitar exames ou encaminhá-lo também para um neurologista. Um acompanhamento com um psicólogo também pode ser importante para compreender como essas experiências têm afetado sua vida e ajudá-lo a lidar com elas. Como os sintomas são frequentes e relativamente recentes, procure essa avaliação o quanto antes para que você possa receber um diagnóstico e tratamento adequados.
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Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento. Há alguns anos comet
Olá. Tenho TOC diagnosticado e uma dúvida que tem me causado muito sofrimento.
Há alguns anos cometi uma infidelidade com uma pessoa do meu passado. Meu companheiro me perdoou e seguimos juntos, mas eu nunca consegui me perdoar.
Recentemente imaginei como minha vida poderia ter sido se eu tivesse ficado com essa pessoa. Foi apenas um pensamento hipotético, e logo pensei que sou feliz no meu relacionamento atual. Mesmo assim, senti uma culpa muito intensa, como se esse pensamento significasse que fiz algo errado novamente.
Esse tipo de pensamento pode ser uma manifestação do TOC ou pode indicar que ainda tenho algum sentimento por essa pessoa? Como lidar com essa culpa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com TOC costumam sofrer muito porque tendem a atribuir um significado muito maior aos próprios pensamentos do que eles realmente têm. Imaginar uma situação hipotética não significa, por si só, que exista um desejo oculto ou que você tenha feito algo errado novamente.
Também não é possível concluir, apenas por esse pensamento, que você ainda tenha sentimentos por essa pessoa. O mais importante é observar como você reage a ele. Se a culpa leva você a analisar repetidamente o pensamento, buscar certezas ou tentar provar para si mesmo o que ele "realmente significa", esse pode ser justamente o ciclo que mantém o sofrimento.
Leve essa questão para a terapia e explore não apenas o conteúdo do pensamento, mas também a necessidade de ter certeza absoluta sobre o seu significado. Muitas vezes, mais do que encontrar uma resposta definitiva, é importante compreender por que essa dúvida se tornou tão angustiante para você.
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Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansi
Olá, estou em uso de Sertralina 50mg há 22 dias. Neste período já noto melhora significativa na ansiedade, nunca mais tive as crises. Porém, estou me sentindo "muito tranquila", o que me causa até certa estranheza. Comentei com a psiquiatra que acompanha meu tratamento e a mesma afirmou que isso é comum e o organismo tende a acostumar, com o passar das semanas está é a nova sensação que será presente, a de bem-estar. Comentei o mesmo com minha psicóloga e ela aponta que isto é comum e justamente o bjetivo da medicação e que essa nova sensação de tranquilidade deve ser trabalhada em terapia, para que eu aprenda a lidar com ela e finalmente "descansar a cabeça" e que esta estranheza é comum pois vivi muitos anos com TAG e devo me readequar a este novo funcionamento. Ao mesmo tempo, quando paro, acabo me sentindo agoniada, pois parece que "não sou eu" e acabo me sentindo triste com isto.
Com o andar do tratamento, a tendência é que esta sensação seja comum e "meu novo normal"?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é uma experiência relativamente comum no início do tratamento. Quando a ansiedade esteve presente por muito tempo, a sensação de tranquilidade pode parecer estranha, como se você ainda estivesse se adaptando a uma nova forma de funcionar. Isso não significa, necessariamente, que você "não seja mais você".
Como sua psiquiatra e sua psicóloga já orientaram, a tendência é que, com o tempo, essa sensação se torne mais familiar, à medida que seu organismo se adapta à medicação e você também vai se apropriando desse novo estado emocional. É importante continuar acompanhando essa percepção nas consultas e falar sobre a tristeza ou estranheza que ela desperta. A terapia pode ajudá-la justamente a reconhecer que viver com menos ansiedade não significa perder sua identidade, mas criar espaço para experimentar a vida com mais tranquilidade. O fato de expressar verbalmente essa estranheza para sua terapeuta irá lhe ajudar muito, a terapia se dá quando nós nos ouvimos falar para o outro, assim tiramos nossas próprias conclusões. Fico à disposição para aprofundar tuas demandas.
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Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gosta
Sou diagnosticada com TDAH e Bipolaridade e sempre fiz TCC, mas nao sinto que me ajuda muito. Gostaria de saber se a Terapia DBT é adequada, mesmo que eu não tenha borderline.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Embora a DBT tenha sido desenvolvida inicialmente para pessoas com transtorno de personalidade borderline, hoje ela também é utilizada em outras condições, especialmente quando há dificuldade em regular emoções, impulsividade e sofrimento intenso. Em algumas situações, pode ser uma abordagem útil para pessoas com TDAH e transtorno bipolar, desde que seja indicada após uma avaliação individual.
Se você sente que a TCC não tem atendido às suas necessidades, vale conversar com seu terapeuta ou buscar um profissional que trabalhe com DBT para entender se essa abordagem faz sentido para o seu caso. O mais importante é encontrar um tratamento com o qual você se identifique e que se sinta confortável ao falar de si. Não há nenhum problema você experimentar outras abordagens.
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Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém. Recorro a porno eventualmente (fico meses s
Sou mulher, 45 anos e sem experiência sexual com alguém.
Recorro a porno eventualmente (fico meses sem acessar, não tenho vontade).
Em 2015 me deparei com vídeos mais bizarros, como de zoo por exemplo e parei ali mesmo. Mas isso desencadeou uma crise enorme em mim.
Na época procurei ajuda com um terapeuta sexual, mas depois que relatei o que estou dizendo aqui, a primeira pergunta dele foi: Ninguém nunca quis transar com você?! Não voltei mais.
Desde 2021 sou acompanhada por uma psiquiatra, diagnosticada com depressão e ansiedade.
Minha libido é baixa, mas semana passada, por tédio, resolvi ver alguma coisa e me deparei novamente com algo bizarro. Se fiquei 5min foi muito, perdi a vontade na hora e desde então estou muito mal.
Me sinto culpada, suja, angustiada. Como uma viciada com recaída depois de 11 anos.
Sei que preciso de terapia, mas podem me dar uma luz, por favor?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de tudo, sinto muito pela experiência que você teve com aquele profissional. Você merecia ter sido acolhida, não julgada. Pelo que você relata, o fato de ter se deparado com esse tipo de conteúdo e sentir repulsa, interromper a visualização e ficar tomada pela culpa não significa, por si só, que você seja viciada ou que isso represente um desejo seu. A culpa intensa e a autocrítica parecem estar causando muito mais sofrimento do que o episódio em si.
Você já está em acompanhamento psiquiátrico. Buscar psicoterapia pode ser um passo importante para compreender essa culpa, sua relação com a sexualidade e construir um espaço seguro para falar sobre isso sem julgamentos. Não enfrente esse sofrimento sozinha. Há maneiras de elaborar essa experiência e de desenvolver uma relação mais tranquila consigo mesma. A Psicanálise é uma ótima opção, exige tempo, persistência e coragem para falar de coisas tão íntimas, mas com um(a) terapeuta acolhedor(a) você terá bons resultados. Espero que fiques bem.
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Perguntas frequentes
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Comecei a tomar amplictil com depakene a3dias e estou sentindo muita dor de cabeça por que?
Olá. Como vai? Pode haver relação com o início do tratamento. A cefaleia…