Perguntas do paciente (49)
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Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo
Olá está bem difícil por aqui, pois minha filha está ficando bem irritada , as coisa Tenque ser tudo do jeito dela , arruma uma cama tenq ser do jeito que ela bota se muda pronto já faz escândalo começa a jogar os brinquedos pro alto , as vezes que me bater me morde , as vezes colocar uma meia no pé a meia estando certa ela cisma que está errada aí começa o choro os gritos, está bem difícil até na rua agora ela está fazendo essas coisas ela tem 3 anos , ela fica tão irritada aí ponto até da cara dela ficar cm algumas placas vermelhas. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa situação pode ser desgastante para você. Aos 3 anos, é comum que as crianças tenham dificuldades para lidar com frustrações, mas, quando as crises são muito intensas, frequentes ou começam a interferir na rotina da criança e da família, vale a pena buscar uma avaliação.
O profissional mais indicado para iniciar essa investigação é um psicólogo infantil, mas talvez também seja necessário um pediatra ou neuropediatra, vai depender da avaliação do psicólogo. Penso que você também deva procurar ajuda, uma vez que sofre com o que está acontecendo.
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Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissiona
Suspeito estar no espectro autista, possuir TDAH, e, potencialmente, depressão. Com qual profissional deveria falar primeiro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um Neuropsicólogo faz avaliações, irá diagnosticar corretamente e também indicar o tratamento adequado. O tratamento tanto pode ser com ele mesmo como com um outro profissional que trabalhe com outras abordagens como, por exemplo, Psicanálise.
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Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.
Fico lembrando o tempo todo, de pessoas conhecidas que já morreu, fico com sentimento de pena.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pensar com frequência em pessoas que já morreram e sentir tristeza ou pena pode fazer parte da experiência humana, especialmente quando essas lembranças despertam reflexões sobre a perda e a finitude. Pela perspectiva da psicanálise, essas recordações também podem estar ligadas a sentimentos e experiências da própria história da pessoa. Se esses pensamentos são muito frequentes, causam sofrimento ou começam a interferir na sua rotina, vale a pena buscar um acompanhamento psicológico. Um processo terapêutico pode ajudar a compreender o significado dessas lembranças e a relação que elas têm com a sua vida emocional.
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Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando
Sinto que depois que minha esposa engravidou eu comecei a ficar mais tempo preso ao celular rolando feed, depois de um tempo comecei a buscar tbm uma necessidade em pornografia que acabou se tornando uma compulsão, olhava no trabalho ou sempre que ela não estava por perto, qual a melhor ajuda profissional a se buscar e geralmente como é o tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O primeiro passo é reconhecer que esse comportamento está causando sofrimento e interferindo na sua vida, e isso você já está fazendo. O aumento do uso do celular e da pornografia pode estar relacionado a diferentes fatores, como ansiedade, estresse, mudanças importantes na vida ou dificuldades emocionais, e não apenas à pornografia em si. O profissional mais indicado para iniciar essa avaliação é um psicólogo, mas na conversa com este profissional ele poderá sugerir um psiquiatra para entrar com medicação, se necessário. Dependendo do caso a medicação pode ser apenas até que haja um equilíbrio emocional, seguindo depois com a psicoterapia. Você pergunta "como é o tratamento", vai depender do profissional e da abordagem por ele usada, são muitas (Psicanálise, Comportamental, Humanista, Sistêmica, etc.) e você escolherá aquela em que se sentir confortável.
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Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, n
Há alguns anos cometi uma infidelidade no meu relacionamento. Meu parceiro soube de tudo na época, nós conversamos sobre o assunto e ele decidiu me perdoar. No entanto, eu não consigo me perdoar. Frequentemente surgem lembranças daquele período, acompanhadas de culpa e remorso intensos. Mesmo já tendo contado o que aconteceu, sinto uma necessidade constante de voltar ao assunto e confirmar se ele realmente me perdoa, como se eu precisasse repetir a história ou acrescentar detalhes para ter certeza disso. Essa necessidade me causa muito sofrimento. Isso pode estar relacionado à ansiedade ou ao TOC? É possível superar essa culpa e essa necessidade de buscar confirmação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou a outras formas de sofrimento psíquico, mas não é possível afirmar isso apenas pelo seu relato. Pela perspectiva da psicanálise, chama atenção que, mesmo tendo recebido o perdão do seu parceiro, parece haver uma dificuldade em conceder esse perdão a si mesma. A necessidade de buscar repetidamente essa confirmação pode indicar que existe algo dessa experiência que ainda não encontrou um lugar na sua história. Em um processo terapêutico, é possível compreender melhor o significado dessa culpa e construir uma relação menos sofrida com ela. O sofrimento não precisa ser vivido sozinho, e ele pode ser elaborado.
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Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no t
Meu namorado diz que não é viciado em pornografia,mas recentemente descobri que ele assisti até no trabalho ou simplesmente se eu ficar fora de casa 2,3 h, isso me deixou um pouco triste e confusa, seria uma compulsão ou é coisa da minha cabeça?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo que essa situação tenha despertado tristeza e dúvidas em você. Pelo seu relato, não é possível dizer se se trata de uma compulsão, pois isso exige uma avaliação mais cuidadosa. Na psicanálise, mais do que a frequência do comportamento, buscamos compreender o lugar que ele ocupa na vida da pessoa e o sofrimento que ele provoca, tanto para ela quanto para o relacionamento. Também é importante olhar para os sentimentos que essa descoberta despertou em você e para a possibilidade de um diálogo aberto entre vocês. Se esse tema tem gerado sofrimento persistente, um acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo com cada um.
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Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixon
Recebi pouco afeto na minha criação, percebo que às vezes tenho dificuldade de ver quando me apaixono por alguém e uma vez percebi que gostei de uma pessoa quando ele cortou o contanto quando tive uma coragem pra falar com ele. É possível eu conseguir não só amar como também identificar com mais facilidade esse sentimento e qual seria a relação de amar com a força pra seguir nas minhas metas pessoais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso é possível. A forma como vivemos os primeiros vínculos pode influenciar a maneira como reconhecemos e expressamos nossos sentimentos na vida adulta. Pela perspectiva da psicanálise, quando houve pouco afeto na infância, às vezes a pessoa pode ter dificuldade em identificar o que sente ou só perceber a importância de alguém diante da perda. Isso não significa que ela seja incapaz de amar, mas que sua forma de se relacionar pode estar marcada por essas experiências. Ao longo de um processo terapêutico, é possível compreender esses padrões, reconhecer melhor os próprios afetos e construir relações mais conscientes. Quando nos conhecemos melhor, também costuma ser mais fácil investir energia nos nossos projetos e objetivos pessoais.
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Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar
Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Essa é uma dúvida bastante comum. Alguns psicólogos utilizam materiais de apoio entre as sessões, especialmente dependendo da abordagem em que trabalham, a TCC, por exemplo. Na psicanálise, porém, o principal instrumento terapêutico é o espaço de fala e de escuta, pois a ansiedade e a angústia vividas entre uma sessão e outra também fazem parte do processo e podem trazer elementos importantes para serem compreendidos na terapia. Se esses momentos têm sido muito difíceis para você, vale a pena conversar sobre isso com seu terapeuta. Juntos, vocês poderão pensar na melhor forma de atravessar esse período, respeitando as necessidades do seu tratamento.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. O vínculo com um animal de estimação pode ser muito profundo, e o luto por essa relação merece ser acolhido. Pela perspectiva da psicanálise, é comum que, diante de uma perda importante, surjam pensamentos de culpa e a sensação de que poderíamos ter feito mais, mesmo quando isso não corresponde à realidade. O tempo do luto é singular, e não existe um prazo para que ele termine. Se essa dor continua muito intensa e tem dificultado sua vida, um processo terapêutico pode ajudá-la a elaborar essa perda e a encontrar, aos poucos, uma forma menos sofrida de manter essa lembrança tão importante.
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa sensação de que tudo depende de você pode ser muito cansativa e solitária. Muitas vezes, quando uma pessoa se acostuma a carregar muitas responsabilidades ou sente que precisa dar conta de tudo, ela pode acabar vivendo como se não houvesse espaço para receber apoio ou para simplesmente existir sem estar sempre resolvendo algo.
Pela perspectiva psicanalítica, é importante olhar com cuidado para esse sentimento e compreender de onde ele vem, pois ele pode estar ligado a experiências em que você precisou se adaptar, se responsabilizar ou cuidar mais do que gostaria. Antes de tentar eliminar essa sensação, talvez seja importante acolher o quanto ela tem sido pesada para você.
Um processo terapêutico pode ajudar a construir um espaço onde você não precise carregar tudo sozinho(a) e possa compreender novas formas de se relacionar com suas responsabilidades, limites e necessidades.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto, pois envolve a perda de um vínculo, de expectativas e de projetos construídos com o outro. Pela perspectiva da psicanálise, essa dor faz parte do trabalho psíquico de elaborar a perda e ressignificar o lugar que essa relação ocupava na sua vida. Não existe um tempo certo para isso acontecer, pois cada pessoa vive o luto de maneira singular. Se o sofrimento se torna muito intenso ou persistente, um processo terapêutico pode ajudar a compreender essa experiência e favorecer uma elaboração mais saudável da perda.
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Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A perda de objetos da infância pode trazer um sofrimento muito significativo, pois muitas vezes esses objetos carregam lembranças, afetos e partes da nossa própria história. Pela perspectiva da psicanálise, não estamos falando apenas de coisas materiais, mas dos significados e vínculos emocionais que foram construídos ao redor delas. Quando essa perda acontece sem a nossa autorização, pode surgir também uma sensação de desrespeito, impotência ou de que uma parte da nossa história foi retirada. A elaboração desse sentimento envolve reconhecer a importância que esses objetos tinham para você e encontrar novas formas de preservar essas memórias. Um processo terapêutico pode ajudar a compreender melhor essa dor e o lugar que essas lembranças ocupam na sua vida.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve vai muito além de uma simples timidez e merece ser acolhido com seriedade. Não é possível dizer, apenas pelo seu relato, do que se trata, mas esse sofrimento pode ser compreendido e tratado. Pela perspectiva da psicanálise, esses momentos de intensa ansiedade nas interações não são vistos como um defeito da pessoa, mas como uma forma de expressar um sofrimento que tem uma história e um significado. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Procurar um psicólogo é um passo importante, e, se os sintomas forem muito intensos, uma avaliação com um psiquiatra também pode ser indicada. O fato de você temer não ser levada a sério já mostra o quanto essa experiência tem sido dolorosa. Seu sofrimento é legítimo e merece cuidado.
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Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a
Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Para pessoas trans maiores de idade, a necessidade de um laudo psicológico e de um tempo mínimo de acompanhamento depende das normas vigentes e também do serviço ou da equipe médica responsável. Atualmente, não existe uma exigência nacional de um tempo mínimo de psicoterapia para todas as situações, e a psicoterapia, embora possa ser muito importante, não é considerada um requisito obrigatório pelas diretrizes internacionais. Alguns serviços, no entanto, podem adotar protocolos próprios e solicitar documentos específicos. Confesso que não sou especialista nesta parte legal, mas aconselho fortemente que a pessoa faça terapia antes de iniciar o tratamento hormonal, ou mesmo se já tenha iniciado o tratamento.
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Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando
Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de você perceber que isso tem lhe causado prejuízos já é um passo importante. Pela perspectiva da psicanálise, a necessidade de estar sempre certo pode ter diferentes significados e, muitas vezes, funciona como uma forma de proteger algo mais sensível, como o medo de errar, de ser criticado ou de se sentir desvalorizado. Não se trata apenas de mudar de opinião, mas de compreender o que torna tão difícil abrir mão dela. Um processo terapêutico pode ajudar você a entender essas dinâmicas e desenvolver uma forma mais flexível de se relacionar consigo mesmo e com os outros, sem perder sua capacidade de defender suas ideias.
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Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit
Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que esse pensamento gere frustração. Pela perspectiva da psicanálise, muitas vezes sofremos não apenas pela realidade, mas também pela comparação entre o tempo da nossa vida e o tempo que imaginamos que deveríamos seguir. Cada pessoa tem uma história singular, e transformar a própria trajetória em uma corrida contra a dos outros costuma aumentar o sofrimento. Vale a pena se perguntar de onde vem essa ideia de que existe uma idade "certa" para começar a viver. Um processo terapêutico pode ajudar a compreender essas expectativas e a construir uma relação mais gentil com o seu próprio tempo, sem perder de vista os seus projetos e desejos.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma pergunta muito importante, principalmente porque a perda do respeito dentro de uma relação costuma deixar marcas profundas em ambos. Quando um casal passa anos em conflitos, críticas e ofensas, é comum que surjam mágoas, ressentimentos e uma sensação de afastamento emocional.
Pela perspectiva da psicanálise, o respeito pode ser reconstruído, mas isso geralmente exige que o casal consiga reconhecer a dor envolvida nessa história e olhar para a forma como cada um participa dessa dinâmica. Não se trata apenas de esquecer o que aconteceu, mas de elaborar as feridas que foram construídas ao longo do tempo.
Para que uma relação se transforme, é importante que exista disponibilidade de ambos para escutar, reconhecer responsabilidades e reconstruir uma forma mais cuidadosa de se relacionar. Quando esse movimento parece impossível de ser feito sozinho, um acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço para compreender melhor o vínculo e os caminhos possíveis. A terapia vincular (terapia de casal) seria de ajuda importante, após o fim desta terapia, seria bom que cada um fizesse a sua de forma individual.
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Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de
Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve merece ser acolhido com cuidado e você merece ser ouvida. Pela perspectiva da psicanálise, nem sempre conseguimos identificar imediatamente a origem da tristeza, mas isso não significa que ela não tenha um sentido. O fato de você relacionar esses momentos à sensação de não ser compreendida ou de precisar "pisar em ovos" para se expressar pode ser um aspecto importante a ser explorado. Quando sentimentos se repetem em determinadas situações, eles podem revelar algo da forma como você tem vivido suas relações. Um processo terapêutico pode ajudá-la a compreender melhor essa experiência, dar significado ao que está sentindo e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com esse sofrimento.
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Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos
Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.
O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.
Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.
Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece ser uma situação de grande sofrimento para toda a família. Pela perspectiva da psicanálise, mais do que decidir rapidamente entre permanecer ou se afastar, é importante compreender a dinâmica que o casal vem repetindo e o lugar que cada um ocupa nesses conflitos. O fato de você reconhecer a sua participação já é um passo importante, mas uma relação só pode ser reconstruída quando ambos estão dispostos a refletir sobre o que acontece entre eles. Quando as discussões se tornam frequentes, envolvem ofensas e passam a afetar os filhos, é fundamental buscar ajuda profissional. Um acompanhamento psicológico, individual e, quando houver disponibilidade de ambos, também de casal - conhecida como terapia vincular - pode ajudar a avaliar os caminhos possíveis. Em alguns casos, um afastamento temporário pode ser uma alternativa para reduzir o sofrimento e permitir uma reflexão mais cuidadosa, mas essa decisão merece ser tomada com apoio e não apenas no auge do desgaste emocional. Qualquer decisão que tomar é importante que seja informado ao parceiro (a), melhor ainda se decidida conjuntamente.
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Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas
Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.
Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.
Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece estar relacionado a um vínculo emocional que se tornou muito significativo para você. Pela perspectiva da psicanálise, mesmo quando uma relação não acontece de forma presencial, ela pode ocupar um lugar importante na vida psíquica da pessoa, envolvendo identificações, desejos, fantasias e sentimentos de pertencimento. A dor que você sente não deve ser vista como algo "sem sentido", pois esse vínculo pode estar representando necessidades emocionais importantes, especialmente em um momento de maior isolamento social.
Com o tempo, esses sentimentos podem se transformar e se tornar menos intensos, principalmente quando outras experiências e vínculos também passam a ocupar espaço na sua vida. Um processo terapêutico pode ajudar a compreender o significado dessa ligação e o que ela representa para você, sem precisar desvalorizar o carinho ou a importância que esse grupo teve na sua história.
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Perguntas frequentes
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Comecei a tomar amplictil com depakene a3dias e estou sentindo muita dor de cabeça por que?
Olá. Como vai? Pode haver relação com o início do tratamento. A cefaleia…