Perguntas do paciente (3614)

  • Olá! Tenho um filho de 1 ano e 3 meses que nunca teve um sono tranquilo. Na madrugada, não dorme nem

    Olá! Tenho um filho de 1 ano e 3 meses que nunca teve um sono tranquilo. Na madrugada, não dorme nem 2 horas seguidas, fica sempre mexendo de um lado para o outro, na cama ou no berço e quando acorda só volta a dormir no peito ou ninando.
    Ele dorme sempre entre as 19:30 e 20:15 mas até meia noite ele já acorda umas 2 vezes e só volta a dormir quando pego do berço e fica no colo.
    As sonecas também não são fáceis, resiste bastante e quando dorme, as vezes acorda bem rápido.
    O dia a dia dele é normal, parece que não se sente cansado por não dormir.
    É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação com o sono do seu filho. O sono dos bebês é um desafio comum para muitas famílias, especialmente nos primeiros anos de vida, quando o padrão de sono ainda está se desenvolvendo. No caso de crianças de 1 ano e 3 meses, o sono costuma ser irregular e depende muito de rotinas consistentes e do ambiente em que a criança dorme.

    O comportamento que você descreve — acordar com frequência, resistir a dormir e só voltar ao sono com ajuda — é relativamente comum. Bebês nessa idade ainda estão aprendendo a associar o sono a condições que promovem relaxamento e segurança. Quando dormem sempre sendo ninados ou amamentados, acabam associando essas práticas ao ato de dormir. Isso não é "errado", mas pode dificultar que desenvolvam a habilidade de adormecer sozinhos, sem auxílio.

    Criar uma rotina consistente e calma antes de dormir é fundamental. Isso pode incluir um banho relaxante, leitura de um livro ou ouvir uma música suave no quarto com luz baixa. É importante que essas atividades sejam sempre as mesmas e no mesmo horário, para que o bebê comece a associar o ritual com o momento de dormir. Evite estímulos intensos, como telas, perto do horário de descanso. Além disso, tente estabelecer o berço como o local onde ele adormece, mesmo que isso demande paciência no início.

    Se ele ainda precisa do peito ou do colo para voltar a dormir, experimente ir retirando esses estímulos de forma gradual, substituindo por outras formas de conforto, como um carinho suave. A consistência aqui é chave. Pode demorar um pouco para que ele aprenda a se acalmar sozinho, mas, com o tempo, o esforço compensa.

    Vale lembrar que, embora o comportamento que você descreveu pareça parte do desenvolvimento esperado, é sempre importante observar se há outros sinais que possam indicar alguma questão no neurodesenvolvimento, como dificuldades de interação, atraso na comunicação ou comportamentos repetitivos. Se algo assim lhe chamar atenção, não hesite em buscar orientação profissional.

    Agendar uma teleconsulta pode ser uma ótima forma de explorar mais a fundo esses aspectos. Além de prático e seguro, especialmente em tempos de doenças infectocontagiosas, como COVID-19, a telemedicina proporciona um atendimento tranquilo, sem sair de casa, economizando seu tempo e evitando transtornos com deslocamentos e salas de espera. Caso precise, posso ajudar nesse processo, seja com orientações sobre o sono do seu filho ou com uma avaliação inicial do desenvolvimento dele. Inclusive, você pode acessar meu perfil no Doctoralia, onde encontrará mais informações e poderá agendar uma consulta de forma prática e segura. A plataforma oferece acesso aos melhores profissionais, permitindo que você escolha com confiança.

    Estamos vivendo a revolução da saúde digital, e é um privilégio poder ajudar você e sua família com os recursos que a Telemedicina e a Inteligência Artificial oferecem. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil e guarde nosso contato. Sempre que houver dúvidas, estou aqui para ajudar.


  • Boa tarde, meu filho toma Ritalina, ele mastiga o comprimido e engoli, isso é certo?

    Boa tarde, meu filho toma Ritalina, ele mastiga o comprimido e engoli, isso é certo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação com o uso correto da medicação. A Ritalina, em sua apresentação comum (comprimidos), pode ser engolida inteira ou, em alguns casos, mastigada, desde que isso não comprometa a eficácia. Ou seja, não há grandes problemas se o seu filho mastigar e depois engolir o comprimido, embora o mais adequado seja engolir inteiro com água, para garantir que a absorção ocorra de forma ideal.

    No entanto, se a medicação for na apresentação de liberação prolongada (cápsulas LA), o comprimido não deve ser mastigado ou aberto. Isso pode interferir no mecanismo de liberação do medicamento no organismo, comprometendo sua eficácia ao liberar a substância de forma inadequada. Nesse caso, ele deve engolir a cápsula inteira.

    Caso ele tenha dificuldade em engolir os comprimidos, é importante conversar com o médico responsável. Existem estratégias para facilitar a deglutição, além de outras opções terapêuticas que podem ser discutidas. A ingestão correta da medicação é essencial para que o tratamento seja eficiente e seguro.

    Uma teleconsulta pode ajudar a tirar dúvidas adicionais e orientar sobre a administração adequada da medicação. Na plataforma Doctoralia, você encontra médicos bem avaliados e capacitados para esse acompanhamento, o que é ainda mais importante em tempos de doenças como COVID-19, Monkeypox (MPOX) e outras infecções. O atendimento online mantém você e sua família seguros, economiza tempo e evita deslocamentos desnecessários. A revolução da Telemedicina está aqui para facilitar sua vida. Basta acessar o perfil do profissional e agendar.


  • Ola ,bom dia meu filho toma 30 gotas de fenobarbital todo dia ele tem 2 anos e 10 meses está certo a

    Ola ,bom dia meu filho toma 30 gotas de fenobarbital todo dia ele tem 2 anos e 10 meses está certo a dosagem ? Coloco menos de ml de água

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, e é muito importante garantir que a medicação do seu filho seja administrada de forma correta. O fenobarbital, como outros medicamentos, deve ter sua dose ajustada principalmente com base no peso da criança, na resposta clínica ao tratamento e na tolerância aos possíveis efeitos colaterais. A dosagem habitual varia de 3 a 5 gotas por quilograma de peso corporal, administradas geralmente à noite.

    Por exemplo, se o seu filho pesa 10 kg, a dose pode variar de 30 a 50 gotas. Porém, isso não significa que o máximo sempre será necessário. A dose mais baixa que controle os sintomas deve ser priorizada, pois minimiza os efeitos colaterais, como sonolência excessiva ou irritabilidade.

    Quanto à diluição em água, não há obrigatoriedade de usar uma quantidade específica de líquido. Pode ser menos de 1 ml de água, desde que seja suficiente para facilitar a administração. O essencial é que ele tome toda a dose. Algumas crianças aceitam melhor o medicamento puro ou misturado com uma pequena quantidade de suco ou outro líquido, mas sempre com orientação do pediatra ou neuropediatra.

    Recomendo fortemente que você entre em contato com o médico que prescreveu o fenobarbital para confirmar se a dosagem atual é a mais adequada, especialmente se houve alterações recentes no peso ou nos sintomas do seu filho. Esse ajuste fino é fundamental para garantir o melhor efeito terapêutico.

    Por meio de uma teleconsulta, é possível revisar toda a história clínica, ajustar a dose, esclarecer dúvidas e evitar deslocamentos desnecessários. Plataformas como a Doctoralia oferecem acesso a médicos experientes e bem avaliados, permitindo que você encontre o profissional ideal para acompanhar seu filho com segurança e conforto. Em tempos de tantas doenças infecciosas, o atendimento online protege sua família e otimiza seu tempo, integrando você à revolução da saúde digital.

    Caso precise de mais orientações ou ajustes na dosagem, fico à disposição para ajudar em uma teleconsulta. Guarde meu contato e visite meu perfil. A telemedicina é uma ferramenta segura e prática para o cuidado da saúde, e posso te apoiar nessa jornada para garantir o bem-estar do seu filho.


  • Pedido de exame de tomografia com contraste, criança de 1 ano e meio, com suspeita de aneurisma. Por

    Pedido de exame de tomografia com contraste, criança de 1 ano e meio, com suspeita de aneurisma. Porque permitir que uma criança essa idade passe por esse exame? Quais são os benefícios desse exame. E riscos? É seguro ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Permitir que uma criança de um ano e meio passe por um exame de imagem, especialmente se existe a suspeita de um aneurisma, não é uma decisão tomada de maneira leviana. Nessa idade, o cérebro e as estruturas vasculares são extremamente delicados, e a detecção precoce de um aneurisma pode significar a diferença entre um tratamento eficaz e o risco de complicações sérias. Embora a tomografia computadorizada com contraste seja muitas vezes realizada, na maioria dos casos, a angiografia por ressonância magnética (MRA) é preferida exatamente por não utilizar radiação. Isso é importante porque, em crianças, evitamos ao máximo a exposição a qualquer tipo de radiação ionizante, já que o organismo ainda está em desenvolvimento, e qualquer risco adicional de danos celulares deve ser minimizado.

    Além disso, a MRA costuma fornecer imagens mais detalhadas dos vasos sanguíneos, ajudando os médicos a planejar tratamentos e cirurgias, se necessário. O principal benefício é a precisão do diagnóstico, que permite entender a anatomia do aneurisma, seu tamanho e localização, orientando a melhor abordagem. Se o médico insistir na necessidade de um exame como esse, é porque acredita que o benefício de visualizar claramente um possível aneurisma supera os riscos potenciais.

    A segurança do exame, por sua vez, depende muito da técnica escolhida. A MRA, por não envolver radiação, reduz boa parte da preocupação. Ainda assim, pode haver a necessidade de leve sedação para que a criança permaneça parada, já que qualquer movimento prejudica a qualidade das imagens. Essa sedação, quando usada, é feita com o máximo cuidado por anestesistas especializados em pediatria. Embora haja o risco associado à sedação, é um procedimento controlado e comum em hospitais preparados.

    Para um acompanhamento mais próximo e detalhado, uma teleconsulta é a melhor forma de tirar dúvidas sobre o caso. Plataformas como a Doctoralia dispõem de perfis de médicos bem avaliados, permitindo uma orientação precisa e segura, sem precisar sair de casa. Isso é ainda mais relevante diante de doenças infectocontagiosas como a COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19 e tantas outras, pois você evita o risco de exposição em consultórios e hospitais, reduz o tempo de deslocamento e aproveita melhor o seu dia. Hoje, com a transformação digital e a incorporação da Inteligência Artificial no campo da saúde, a telemedicina se tornou uma ferramenta confiável, prática e eficaz, que coloca você em contato com especialistas em poucos cliques. Inclusive, posso auxiliá-lo em uma teleconsulta, o que qualquer médico capacitado pode e deve fazer, principalmente nessa fase inicial em que você busca esclarecimentos sobre a saúde de seu filho. Caso não necessite agora, recomendo visitar meu perfil, acompanhar minhas redes sociais e manter meu contato para consultas futuras. A segunda opinião médica por telemedicina também está ao seu alcance, de forma rápida, segura e discreta, bastando acessar o perfil do especialista de sua preferência.


  • Meu filho tem 2 anos fez a cirurgia de hérnia inguinal faz 1 mês o saquinho está inchado e tipo um n

    Meu filho tem 2 anos fez a cirurgia de hérnia inguinal faz 1 mês o saquinho está inchado e tipo um nódulo é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação. Depois de uma cirurgia de hérnia inguinal em crianças pequenas, é comum que os pais fiquem atentos a qualquer alteração na região operada. O inchaço no saco escrotal, especialmente com a formação de algo que parece um nódulo, pode ser uma reação normal no processo de recuperação, mas exige atenção.

    Após o procedimento, pode ocorrer um leve acúmulo de líquido na área, chamado hidrocele reacional, que geralmente desaparece sozinho com o tempo. Além disso, o tecido na região pode demorar um pouco para desinchar completamente, especialmente em crianças, cujo organismo ainda está em pleno desenvolvimento. No entanto, se esse inchaço estiver aumentando, se houver dor, vermelhidão, calor local ou febre, pode ser um sinal de inflamação ou outra complicação, e é importante procurar o médico que realizou a cirurgia o quanto antes.

    Mesmo sem outros sinais de alerta, recomendo que agende uma consulta, de preferência uma teleconsulta, para avaliar melhor a situação. Assim, é possível que o cirurgião ou um especialista examine os sintomas relatados e oriente se é necessário algum exame adicional ou uma consulta presencial. A Telemedicina é uma alternativa segura e eficaz, especialmente para a avaliação inicial, poupando você e sua família de deslocamentos desnecessários e do risco de exposição a infecções em ambientes hospitalares.

    Na plataforma Doctoralia, você pode buscar médicos bem avaliados para tirar suas dúvidas e receber orientações rápidas e confiáveis. Investir nesse acompanhamento é fundamental para garantir a saúde e o bem-estar do seu filho. A tecnologia atual permite que você tenha acesso aos melhores especialistas, de forma prática, discreta e segura. Se precisar de orientação para o próximo passo, um profissional qualificado estará pronto para ajudar.


  • Meu filho é autista tem 4 anos e tá esquentando muito a cabeça e queixa de dor de cabeça mas o corpo

    Meu filho é autista tem 4 anos e tá esquentando muito a cabeça e queixa de dor de cabeça mas o corpo está em temperatura normal o que poder ser ???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação e como é angustiante ver seu filho passando por isso. Crianças autistas muitas vezes têm dificuldades em expressar o que sentem, o que pode tornar sintomas como dor de cabeça mais desafiadores de compreender. É importante considerar que ele pode estar lidando com uma sobrecarga sensorial, especialmente se estiver em ambientes barulhentos, muito iluminados ou com estímulos intensos. Isso é comum em crianças no espectro autista e pode causar desconforto, até mesmo dores de cabeça.

    Outro ponto relevante é observar o comportamento dele. Se ele esfrega a cabeça ou a testa com frequência, pode ser uma forma de comunicar dor ou incômodo. Além disso, fatores como estresse, ansiedade ou até mesmo alterações no sono podem estar contribuindo. Algumas crianças também têm sensibilidade à luz, ao som ou a certos alimentos, o que pode desencadear ou piorar dores de cabeça.

    Embora o corpo dele esteja com temperatura normal, a sensação de "cabeça quente" pode ser interpretada como uma percepção subjetiva dele, talvez ligada à dor ou a algum desconforto interno. Isso pode estar associado a fatores como tensão muscular, alergias ou até mesmo questões neurológicas mais específicas que exigem investigação. Não podemos descartar a possibilidade de algo físico, como sinusite ou outros problemas que afetam a região da cabeça.

    É essencial procurar um médico, de preferência um neuropediatra, para avaliar o quadro de forma detalhada. Ele pode solicitar exames para descartar condições médicas subjacentes e oferecer orientações mais personalizadas. Enquanto isso, tente manter o ambiente calmo e observe se há algum gatilho específico que possa estar causando ou agravando o problema, como ruídos ou mudanças na rotina.

    Uma teleconsulta pode ser a melhor alternativa para iniciar esse acompanhamento. É um recurso seguro e conveniente, especialmente em tempos de tantas preocupações com doenças transmissíveis. Plataformas como a Doctoralia oferecem acesso a neuropediatras experientes, com avaliações de outros pacientes que podem ajudar você a escolher o profissional ideal. Sem sair de casa, você ganha tempo e protege a saúde de sua família. Se precisar, agendar uma consulta é rápido e simples. Assim, você estará investindo no bem-estar do seu filho com segurança e praticidade.


  • Gostaria de saber o valor da consulta com neuropediatra

    Gostaria de saber o valor da consulta com neuropediatra

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua dúvida sobre o valor da consulta com um neuropediatra, especialmente porque cuidar da saúde de uma criança é uma prioridade para qualquer família. Infelizmente, os valores podem variar bastante dependendo de fatores como localização geográfica, experiência do médico e a estrutura do consultório ou clínica onde ele atende. Por exemplo, em grandes centros urbanos, é comum que os preços sejam mais elevados em comparação a cidades menores. Além disso, consultas em clínicas particulares geralmente possuem valores diferentes daqueles praticados por planos de saúde ou pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que oferece atendimento gratuito em muitas regiões.

    Outro ponto importante é que muitos profissionais oferecem atendimento online por meio da telemedicina, o que pode impactar no custo final. Além de ser uma solução mais acessível em muitos casos, a teleconsulta elimina despesas com deslocamento, estacionamento e tempo perdido no trânsito ou em salas de espera. Isso traz praticidade e segurança, especialmente em tempos de maior risco de infecções virais e bacterianas.

    Recomendo buscar um neuropediatra bem avaliado em plataformas como Doctoralia, onde você pode comparar perfis, ver avaliações de outros pacientes e até consultar preços médios de consultas. Lembre-se de que a saúde do seu filho merece um acompanhamento de qualidade, e a escolha de um profissional experiente pode fazer toda a diferença no diagnóstico e no tratamento.

    Aproveite as vantagens da tecnologia e considere agendar uma teleconsulta. Além de ser uma forma segura de obter orientações, você pode esclarecer dúvidas iniciais de forma prática e confortável, direto da sua casa. Caso precise de uma segunda opinião ou acompanhamento contínuo, a telemedicina oferece acesso rápido e confiável a excelentes profissionais, garantindo um cuidado mais personalizado para o que você precisa.


  • Meu filho tem LPV, quais atrasos ela pode apresentar? Ele tem muita dificuldade motora mas ela se de

    Meu filho tem LPV, quais atrasos ela pode apresentar? Ele tem muita dificuldade motora mas ela se desenvolvendo bem, e astigmatismo tem relação com LPV?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação com o desenvolvimento do seu filho e sei como é angustiante lidar com incertezas sobre o futuro. A leucomalácia periventricular (LPV) é uma condição neurológica em que há lesões na substância branca do cérebro, geralmente em bebês prematuros ou que enfrentaram complicações durante o nascimento. Essas áreas do cérebro são importantes para a comunicação entre diferentes regiões cerebrais e podem impactar o desenvolvimento motor, cognitivo e visual da criança.

    Os atrasos que podem ocorrer variam bastante, dependendo da extensão das lesões e de outros fatores como estimulação precoce e reabilitação. A dificuldade motora que você menciona é um dos sinais mais comuns. Muitas crianças com LPV podem apresentar algum grau de paralisia cerebral, que afeta o tônus muscular e a coordenação dos movimentos. No entanto, o fato de você notar progresso no desenvolvimento motor é muito positivo. Isso mostra que, com o estímulo certo, o cérebro tem capacidade de adaptação.

    Sobre o astigmatismo, ele pode estar relacionado à LPV, mas não diretamente. Lesões na substância branca podem interferir nas conexões entre o cérebro e os olhos, aumentando o risco de problemas visuais, como estrabismo e dificuldade na coordenação olho-mão. Já o astigmatismo em si é causado por alterações na curvatura da córnea ou no cristalino, sendo mais comum em crianças prematuras, independentemente da presença de LPV.

    O acompanhamento multidisciplinar é essencial. Terapias ocupacionais, fisioterapia e fonoaudiologia ajudam a maximizar o desenvolvimento motor, social e cognitivo. O oftalmologista também desempenha um papel importante, monitorando e corrigindo problemas de visão para otimizar o aprendizado e a interação com o ambiente.

    Em uma teleconsulta, você pode discutir em detalhe as necessidades específicas do seu filho com especialistas, de forma segura e sem sair de casa. Plataformas como a Doctoralia permitem encontrar médicos altamente avaliados que podem oferecer orientação personalizada. Além disso, com a Telemedicina, é possível obter segundas opiniões de maneira rápida e discreta, o que pode ajudar a traçar o melhor plano de cuidado para o seu filho e aliviar suas preocupações. Não hesite em explorar essa opção para garantir o melhor para ele.


  • Meu filho de 5 anos começou tem cinco dias tomar trileptal, e está reclamando de dor de cabeça ao ac

    Meu filho de 5 anos começou tem cinco dias tomar trileptal, e está reclamando de dor de cabeça ao acordar e quando faz atividade. E teve dois episódios de travar as pernas. Será efeito do remédio?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    O Trileptal (oxcarbazepina) é um medicamento antiepiléptico que, especialmente nos primeiros dias de uso, pode causar alguns efeitos colaterais. Entre os mais comuns, estão dor de cabeça, tontura, cansaço, e, em alguns casos, sintomas mais específicos como fraqueza muscular ou “travar” das pernas, como você mencionou.

    Esses sintomas iniciais muitas vezes acontecem porque o corpo ainda está se adaptando ao medicamento. A dor de cabeça pode ser um sinal dessa adaptação, mas também pode indicar que a dose precisa ser ajustada ou que seu filho está sensível ao medicamento. Já os episódios de “travar as pernas” e fraqueza muscular são menos comuns, mas podem ocorrer e merecem atenção. Se esses sintomas persistirem ou piorarem, é muito importante relatar ao médico para avaliar se uma adaptação na dosagem, um ajuste no horário da medicação ou até uma troca de medicamento é necessária.

    Além disso, lembre-se de observar se surgem outros sintomas, como alterações no humor, sonolência excessiva, ou problemas de equilíbrio, e informe ao neuropediatra. Cada criança reage de forma única aos medicamentos, e o acompanhamento de perto é fundamental para garantir que ele esteja bem.

    Recomendo agendar uma teleconsulta com um neuropediatra experiente pela plataforma Doctoralia para discutir esses sintomas e receber orientações precisas sobre o melhor manejo.


  • Bom dia meu filho toma gadernal desde 1 ano hj tem 4 anos e esses dias percebi risco de sangue nas f

    Bom dia meu filho toma gadernal desde 1 ano hj tem 4 anos e esses dias percebi risco de sangue nas fezes bem discreto.
    Gostaria de saber se é algum efeito colateral do medicamento ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Lamento que esteja passando por essa preocupação com seu filho. Quando notamos qualquer alteração nas crianças, especialmente algo delicado como sangue nas fezes, é natural sentir-se apreensivo e buscar respostas. No caso do uso do Gadernal (fenobarbital), que seu filho toma desde cedo, é importante saber que ele é um medicamento bastante seguro e amplamente utilizado em pediatria para tratar convulsões e outras condições neurológicas. Em geral, os efeitos colaterais mais comuns do Gadernal estão relacionados ao sistema nervoso, como sonolência, irritabilidade ou alterações de humor. A presença de sangue nas fezes, ainda que em pequenas quantidades, normalmente não é uma reação associada ao uso desse medicamento.

    O mais provável é que o sangramento seja decorrente de outras causas, como uma pequena fissura anal, que pode acontecer em crianças devido ao esforço para evacuar, especialmente se houver episódios de constipação. Outra possibilidade, ainda que menos comum, é uma irritação intestinal leve, às vezes causada por alimentos ou infecções gastrointestinais. Sangramentos discretos também podem acontecer de forma passageira, sem indicar algo grave, mas sempre é importante observar.

    É recomendável ficar atento a qualquer outro sintoma que ele possa apresentar, como dores abdominais, febre ou alterações no comportamento e, se o sangramento persistir ou aumentar, procurar atendimento para uma avaliação mais detalhada. Uma consulta com um pediatra é fundamental para que a causa do sangramento seja corretamente identificada e, assim, você possa ter mais tranquilidade.

    Em uma teleconsulta, é possível conversar com um especialista que possa te orientar com mais precisão e segurança. A Doctoralia oferece a vantagem de encontrar médicos altamente recomendados e bem avaliados, e o atendimento online hoje em dia é uma excelente alternativa para garantir segurança contra infecções como COVID-19, MPOX, entre outras. Assim, você evita deslocamentos, economiza tempo e mantém seu filho seguro. As teleconsultas também possibilitam uma segunda opinião médica de forma prática e discreta, caso tenha dúvidas adicionais.

    Se precisar, estarei à disposição para uma orientação inicial e um acompanhamento mais próximo na plataforma.


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    Teleconsulta

  • Meu filho toma a ritalina de 10 mg metade manhã e metade meio dia e risperidona 2 mg a noite,porém e

    Meu filho toma a ritalina de 10 mg metade manhã e metade meio dia e risperidona 2 mg a noite,porém ele está muito agitado o que eu faço

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação em ver seu filho agitado, especialmente considerando que ele já está em tratamento com Ritalina e Risperidona, medicamentos que, em conjunto, ajudam no controle da atenção e no comportamento. A agitação que você observa pode ter diversas causas, desde o ajuste inadequado da dose até fatores externos, como mudanças na rotina, estresse, ou até mesmo uma sensibilidade individual aos medicamentos.

    A Ritalina, por exemplo, é um estimulante usado para ajudar na atenção e controle de impulsividade, mas, em algumas crianças, pode aumentar a agitação. Já a Risperidona, que costuma ajudar a estabilizar o humor e reduzir comportamentos impulsivos, também pode ter efeitos variáveis dependendo da dose e da resposta individual de cada pessoa. Por vezes, a combinação desses medicamentos requer ajustes para alcançar o efeito desejado, e isso é normal no início do tratamento ou durante as fases de crescimento e desenvolvimento.

    Recomendo que você observe se há momentos específicos do dia em que a agitação está mais intensa e se a rotina do sono ou a alimentação dele sofreu alguma alteração. Essas informações podem ajudar o médico a ajustar o tratamento de forma mais personalizada. Evitar estímulos como o excesso de telas ou atividades muito excitantes próximo ao horário de dormir também pode ajudar a reduzir a agitação.

    É essencial conversar com o neuropediatra ou psiquiatra infantil que acompanha seu filho. Esse especialista poderá avaliar se é necessário ajustar a dose ou o horário da medicação, ou até mesmo considerar alternativas de tratamento. Em uma teleconsulta, você poderá discutir essas questões de maneira prática, segura e no conforto de casa, especialmente em tempos de pandemia, onde o atendimento online é uma solução que evita exposições desnecessárias.

    Na Doctoralia, você encontra médicos com perfis bem avaliados, prontos para dar uma segunda opinião se necessário. A plataforma oferece conveniência e segurança, além de possibilitar que você busque uma orientação mais detalhada e rápida, sem precisar sair de casa.


  • Meu filho autista tá tomando o remédio Arpejo 20mg em gotas. Esta medicação tem que ser diluída em á

    Meu filho autista tá tomando o remédio Arpejo 20mg em gotas. Esta medicação tem que ser diluída em água ou tem que dá puro mesmo na colher?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Compreendo sua dúvida sobre a melhor forma de administrar o Arpejo (aripiprazol) em gotas para seu filho. Esse medicamento pode ser dado diretamente na colher, mas se isso for difícil para ele ou se ele não aceitar o sabor, pode ser misturado com pequenas quantidades de água ou outros líquidos claros, como água de coco ou sucos naturais. Essa diluição ajuda a facilitar a administração sem comprometer a eficácia do medicamento.

    Evite misturar com leites ou líquidos mais densos, pois pode alterar a absorção ou a estabilidade do medicamento. E lembre-se de que, ao misturar em água ou suco, é importante oferecer toda a quantidade rapidamente, para garantir que ele receba a dose completa.

    Se ainda tiver dúvidas sobre o uso do medicamento ou precisar de orientações específicas sobre a administração para crianças autistas, uma teleconsulta com um neuropediatra pode ajudar. Na plataforma Doctoralia, você encontra médicos com experiência e avaliações de outros pais, prontos para oferecer suporte online, com segurança e conforto.


  • Neuleptil 4% causa algum tipo de alucinações? Meu filho começou a tomar e percebi que ele mudou o

    Neuleptil 4% causa algum tipo de alucinações?
    Meu filho começou a tomar e percebi que ele mudou o comportamento vive c medo de tudo e fica falando que está vendo um monstro

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a sua preocupação ao ver mudanças no comportamento do seu filho após o início do Neuleptil (periciazina). Esse medicamento, usado principalmente para tratar agitação e outros sintomas comportamentais, pode, em alguns casos, ter efeitos colaterais, incluindo alterações de humor e até aumento de medos ou sensação de inquietação. No entanto, alucinações visuais, como ver "monstros" ou figuras estranhas, são incomuns com o Neuleptil. Ainda assim, crianças no espectro autista podem experimentar essas percepções sensoriais alteradas, que se assemelham a alucinações, mas não são propriamente isso.

    Vou compartilhar um caso semelhante. Tive um paciente autista que relatava a presença de um "menino" que via em casa. Essa "visão" era constante e aumentava sua ansiedade. Esse fenômeno é descrito em algumas crianças como uma forma de percepção sensorial atípica, conhecida como “metamorfose perceptiva” (ou perception metamorphosis phenomenon, PMP). Nessas situações, elas podem ver ou sentir o ambiente de maneira única e intensa, como se captassem detalhes invisíveis para nós. São percepções reais para elas, mesmo que para outros não existam. Em crianças com TEA, essas percepções podem ser uma maneira peculiar de traduzir medos, angústias ou simplesmente de processar o mundo ao redor, que às vezes é complexo e confuso.

    Para o caso do seu filho, essas mudanças comportamentais podem ser uma combinação dos efeitos da medicação com o modo particular como ele vivencia o ambiente. É importante comunicar essas mudanças ao neuropediatra ou psiquiatra infantil que acompanha o tratamento dele. Eles poderão avaliar se é o caso de ajustar a dose, considerar outra medicação ou adotar estratégias de apoio psicológico para lidar com essas percepções.

    Uma teleconsulta pode ser muito útil e conveniente para discutir esses sintomas sem necessidade de deslocamento. Em plataformas como a Doctoralia, é possível encontrar especialistas altamente recomendados, prontos para oferecer uma segunda opinião ou orientações práticas para casos como esse.


  • Toda vez que vou amamentar o meu bebe a minha filha de 5 anos fica em cima dele puxando querendo bri

    Toda vez que vou amamentar o meu bebe a minha filha de 5 anos fica em cima dele puxando querendo brincar, me deixando fora de si e atormentada pois ele me morde quando ele fica agitado. Eu já sentei conversei com ela expliquei para não fazer isso, e não adianta. Eu peço pra ela parar e nada adianta. Todo dia a mesma história. Eu tenho que gritar com ela ou chutar com o pé, só assim ela consegue parar. Eu não estou mais aguentando esse estresse. Eu posso falar para parar 30 vezes não adianta. Isso tá acabando com minha saúde mental. Fora que faz anos que ela não come nada direito. Já fiz tudo gastei horrores com nutricionista pediatra exames, nada dá, ela simplesmente não gosta de comer. Eu já sofri con luto pois o pai dela morreu qdo eu estava grávida. E é um pesadelo que vivo. Ninguem consegue me ajudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    É compreensível o quanto essa situação está desgastante para você, principalmente considerando toda a carga emocional e física envolvida. Parece que você tem se esforçado muito para manter a paz em casa e proporcionar o melhor para seus filhos, mesmo diante de uma situação extremamente desafiadora. Vamos dividir isso em algumas partes para tentar encontrar maneiras de aliviar um pouco do estresse que você está sentindo e talvez ajudar a melhorar essa dinâmica familiar.

    Primeiro, é importante reconhecer que sua filha de cinco anos ainda é pequena e provavelmente também sente os impactos emocionais da perda do pai, além da chegada do irmãozinho, que pode ser interpretada por ela como uma "ameaça" à atenção que ela recebe. Ela parece estar expressando isso ao buscar constantemente o seu olhar, mesmo que através de comportamentos que te estressam. Esse comportamento, na verdade, é uma forma de ela buscar atenção e segurança, ainda que não saiba expressar isso diretamente. Talvez ela precise de momentos dedicados exclusivamente a ela, mesmo que curtos, onde ela se sinta única e acolhida. Esses pequenos momentos podem reduzir a necessidade dela de chamar a atenção em momentos como a amamentação do irmãozinho.

    Para o momento da amamentação, uma sugestão é criar uma rotina onde ela tenha uma atividade especial só dela, que possa fazer enquanto você amamenta. Por exemplo, preparar uma "caixinha de atividades" com brinquedos que ela goste e que só pode abrir durante a amamentação, ou até incluir uma recompensa por "ajudar" enquanto o irmão mama. Se possível, envolva alguém de confiança, que possa estar com ela nesses momentos e redirecionar a atenção dela.

    Sobre a alimentação, crianças pequenas podem ter dificuldades alimentares variadas, e muitos fatores influenciam nisso, como o estado emocional e as próprias sensações internas da criança. Às vezes, a relação com a comida também carrega a carga de ansiedade que vem de querer que ela coma "bem" e "direito". Algo que ajuda é desassociar a comida de qualquer cobrança ou pressão, oferecendo alimentos de forma leve e, se possível, em conjunto, onde todos estejam comendo como uma atividade sem foco nela.

    Não subestime o impacto do luto e do acúmulo de responsabilidades que você carrega sozinha. Isso realmente pesa. Sua saúde mental precisa de atenção, e buscar apoio psicológico, se possível, pode ser muito valioso para você encontrar caminhos de lidar com esse luto, com a sobrecarga e também com a dinâmica com as crianças. Cada passo pequeno que você der para se fortalecer será um ganho na relação com seus filhos e, principalmente, com você mesma.

    Você não está sozinha. Muitas mães enfrentam situações parecidas e buscar ajuda de um neuropediatra ou terapeuta pode abrir possibilidades para entender melhor o comportamento da sua filha e encontrar estratégias que realmente funcionem.


  • Boa noite, pode tomar risperidona quando está febril?Obrigada.

    Boa noite, pode tomar risperidona quando está febril?Obrigada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Boa noite! Sim, a risperidona pode ser tomada mesmo em situações de febre, pois a febre em si geralmente não interfere diretamente com o uso desse medicamento. No entanto, é sempre importante observar o estado geral da criança. Se a febre for acompanhada de outros sintomas mais intensos, como letargia ou mudanças de comportamento, é fundamental relatar esses sinais ao pediatra, pois pode ser um indicativo de alguma infecção ou outra condição que merece atenção especial.

    Se a criança estiver usando a risperidona por indicação médica para uma condição específica, é recomendável monitorar e comunicar qualquer alteração no comportamento ou nos sintomas ao profissional responsável pelo tratamento. Isso ajuda a garantir que ela esteja segura e recebendo o cuidado ideal, especialmente durante episódios de febre.

    Lembro também que uma teleconsulta com o neuropediatra pode ser uma boa oportunidade para esclarecer dúvidas e ajustar o acompanhamento.


  • Minha filha toma carbamazepina de 12 em 12 horas, 8 da manhã e 20 da noite, mais quando eu dou há el

    Minha filha toma carbamazepina de 12 em 12 horas, 8 da manhã e 20 da noite, mais quando eu dou há ela pela manhã ela chora muito se irrita, grita, chora bastante, vejo q ela sofre com essa medicação, eu não sei o q fazer mais tem horas q choro junto pois essa medicação tem feito ela sofrer muito mais por um lado ela a medicação tem evitado dela não convulsionar ela tem 3 anos e pesa 14 kilos. Queria trocar essa medicação será q é possível isso. Pois ela tem chorado todos os dias por causa do efeito da carbamazepina.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Sinto muito por essa situação tão difícil que você e sua filha estão enfrentando. É realmente desafiador ver um filho sofrer com os efeitos de uma medicação, especialmente em uma idade tão pequena. A carbamazepina é um medicamento eficaz para controlar crises convulsivas, mas, como você percebeu, pode ter efeitos colaterais desconfortáveis, que variam muito de pessoa para pessoa.

    Os efeitos que você descreveu — irritabilidade, choro intenso e desconforto — podem ser indicativos de que a carbamazepina está causando reações adversas na sua filha. Em casos como o dela, é possível que o médico neuropediatra considere ajustar a dose, o horário de administração ou até mesmo trocar a medicação por outra que seja melhor tolerada e que ofereça o mesmo controle das crises.

    Existem outras opções de medicamentos anticonvulsivantes que podem ser indicadas para crianças e que podem causar menos efeitos colaterais, dependendo das características da epilepsia da sua filha. No entanto, essa decisão deve ser tomada com muita cautela e sempre sob a orientação do neuropediatra, pois cada organismo reage de maneira única às diferentes medicações.

    Eu recomendo que você faça uma teleconsulta com um neuropediatra qualificado o quanto antes, de preferência um que possa revisar o histórico da sua filha e avaliar a possibilidade de trocar a medicação ou ajustar o tratamento atual. Além disso, o neuropediatra pode sugerir medidas para aliviar os sintomas até que uma mudança segura seja possível.


  • Tenho uma filha de 7 anos, já levei em neuropediatra e disse que ela tinha atraso de desenvolvimento

    Tenho uma filha de 7 anos, já levei em neuropediatra e disse que ela tinha atraso de desenvolvimento, conversei na escola e disse que era impossível ela ter algum tipo de atraso no desenvolvimento pois é uma criança inteligente, ela vai na psicóloga a mais de 1 ano, e ela disse que é inteligente e acha não ter nenhum tipo de TEA ou atraso no desenvolvimento, porém não sabe conversar fala coisa com coisa, suspeita de um possível TDH, faz T.O. também a mais de 1 ano, e a T.O diz que ela é uma criança muito impaciente, não tem nenhuma autonomia e pede pra que deixemos ela fazer tudo sozinha. Só que ela não consegue fazer nada, mesmo que estamos ali perto só olhando, temos que intervir porque ela não faz, se irrita, quando corrigimos ela, começa a rir, fica balançando a cabeça, meche onde não deve e se pedimos para parar ela não escuta e continua, tem seletividade alimentar, não aceita nem experimentar pra ver se vai gostar ou não, é muito agitada, quer comer toda hora, não sabe formar frases longas e explicar situações que ocorreu com ela na escola, as vezes começa a falar coisas sem sentindo, além dela tenho uma bebê de 1 ano 9 meses, e ela as vezes pirraça a irmã dela, imita a irmã dela, faz também muita birra, chora por tudo, não cumprimenta as pessoas quando alguém cumprimenta ela, sempre de cara fechada, mas gosta muito de estar com crianças, faz um escândalo pra pensar cabelo, não gosta de escovar dentes, não consegue ficar parada nos lugares, tudo meche, eu olho pra ela e vejo que tem algo errado, mas não sei onde ir ou o que fazer, já está exaustivo, é frustante ver e não saber o que fazer, de ver pessoas se desfazendo dela pelo jeito dela, rejeitando.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    É compreensível o quanto essa situação está te exaurindo e, ao mesmo tempo, causando uma mistura de preocupações e frustrações. O comportamento e as dificuldades que você descreve em sua filha de 7 anos realmente sugerem um quadro mais complexo, que provavelmente exige uma avaliação cuidadosa e multidisciplinar para um entendimento mais claro do que pode estar acontecendo.

    Primeiro, sobre o atraso de desenvolvimento e a suspeita de TDH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade), é comum que algumas características possam ser confundidas com comportamentos típicos de crianças que estão se desenvolvendo normalmente. Contudo, o fato de ela apresentar dificuldades em realizar atividades básicas de forma autônoma, mesmo após incentivo e apoio, somado à sua impaciência, agitação e dificuldades de comunicação, levanta alguns pontos importantes. Muitas vezes, o atraso de desenvolvimento pode estar relacionado a dificuldades em diversas áreas, e não necessariamente implica uma baixa inteligência ou incapacidade cognitiva. Por isso, uma criança pode ser bastante inteligente, mas ainda apresentar certos atrasos em habilidades específicas.

    Sua filha está sendo acompanhada por uma psicóloga e uma terapeuta ocupacional, o que é excelente. A T.O. sugeriu que vocês incentivem a autonomia dela, o que realmente é fundamental, pois crianças com dificuldades de autonomia precisam de um ambiente seguro para praticar suas habilidades. No entanto, a frustração que ela sente ao tentar realizar atividades sozinha é algo que indica uma dificuldade maior, e o ideal é continuar incentivando com atividades que estejam no nível de desenvolvimento dela. Pequenos passos, mesmo que lentos, são muito valiosos para o progresso.

    O fato de ela ser seletiva com alimentos, apresentar comportamentos repetitivos como balançar a cabeça, rir em momentos de correção e resistir a atividades rotineiras (como escovar os dentes e pentear o cabelo), são aspectos observados em diversos quadros, incluindo o TEA (Transtorno do Espectro Autista) e até mesmo algumas comorbidades de TDAH. Esses comportamentos podem ser manifestações de dificuldades sensoriais ou de autorregulação emocional, comuns em crianças com esses diagnósticos.

    A próxima etapa poderia ser buscar um neuropediatra especializado em desenvolvimento infantil, talvez para uma segunda opinião, e pedir uma avaliação mais aprofundada que leve em conta todas essas áreas: comportamental, social, cognitiva e sensorial. Cada uma dessas áreas pode fornecer pistas importantes sobre o que está acontecendo e permitir uma abordagem mais assertiva.

    Quanto à questão da socialização e do contato com outras crianças, é positivo que ela goste de estar com outras crianças, mas a dificuldade em interagir de forma adequada e as respostas que ela dá ao ambiente, como a birra e o choro frequente, podem ser formas de ela lidar com a frustração de não ser compreendida ou de não conseguir expressar o que sente ou quer.

    Essa situação realmente não é fácil, e você está fazendo o seu melhor para buscar ajuda e entender o que está acontecendo. É natural que o cansaço e a frustração apareçam, e, assim como você busca apoio para sua filha, lembre-se de que ter suporte psicológico para você também pode ajudar a atravessar esses momentos de maneira mais leve. Uma teleconsulta com um neuropediatra qualificado, que leve em consideração o contexto todo e a história de desenvolvimento da sua filha, pode ser um excelente próximo passo.


  • Minha filha de 2 anos tomou 2,5ml de risperidona dosagem do irmãozinho por engano e não para de dorm

    Minha filha de 2 anos tomou 2,5ml de risperidona dosagem do irmãozinho por engano e não para de dormir fiquei preocupada, é normal ela dormir tendo em vista que nunca fez uso dessa medicação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo a sua preocupação. Acidentes como esse podem acontecer e são sempre angustiantes para os pais. A risperidona é um medicamento antipsicótico que age no sistema nervoso central, ajudando a equilibrar certos neurotransmissores no cérebro. Quando uma criança que nunca usou esse remédio toma uma dose, ainda que pequena, como 2,5 ml, pode sim apresentar sonolência intensa, que é um efeito colateral comum. Esse estado de sonolência ocorre porque o organismo da criança ainda não está acostumado a metabolizar a substância, e seu sistema nervoso, sendo mais sensível, responde com uma espécie de "desligamento", buscando estabilidade.

    No entanto, mesmo que a sonolência seja um efeito esperado, é importante monitorar outros sinais, como a frequência respiratória, se a criança está respondendo a estímulos e se consegue engolir normalmente. A risperidona em doses maiores pode provocar uma leve diminuição na frequência respiratória e uma queda na pressão arterial, o que justifica a necessidade de vigilância contínua nas próximas horas.

    Caso observe que a sonolência persiste por mais de 12 horas ou, se ela apresentar dificuldade para respirar, diminuição acentuada na resposta a estímulos ou fraqueza excessiva, é fundamental procurar um atendimento médico o quanto antes. Nesses casos, mesmo uma ida ao pronto-socorro pode ser necessária para garantir que a recuperação dela seja totalmente segura.

    Atualmente, a telemedicina é uma excelente opção para consultas rápidas e seguras, onde você pode ser orientada por um médico em tempo real sem precisar expor sua filha ou a família a riscos desnecessários de contaminação em hospitais e prontos-socorros. Plataformas como a Doctoralia disponibilizam especialistas em plantão que podem ajudar você a decidir com segurança o que fazer, poupando tempo e evitando deslocamentos. Uma teleconsulta é uma forma eficaz de obter a segunda opinião de um profissional qualificado, seja para aliviar sua preocupação ou para encaminhamentos adicionais, tudo de maneira prática e segura, permitindo que você continue próxima da sua filha e a monitore.

    Se precisar de mais orientações, acesse o perfil de médicos com alta avaliação e recomendação de atendimento para teleconsultas, sempre com a conveniência de estar em casa, segura e bem acompanhada.


  • Gostaria de perguntar como é feito o diagnóstico de paralisia cerebral?

    Gostaria de perguntar como é feito o diagnóstico de paralisia cerebral?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação, e fico feliz por você estar buscando informações sobre o diagnóstico de paralisia cerebral, uma condição que pode gerar muitas dúvidas e incertezas.

    O diagnóstico de paralisia cerebral é um processo que exige atenção aos detalhes e envolve várias etapas para garantir que a avaliação seja precisa e precoce. Tudo começa com uma conversa cuidadosa sobre o histórico da criança e a realização de um exame neurológico detalhado. Alguns fatores de risco, como prematuridade ou complicações no nascimento, ajudam os médicos a ficarem atentos a sinais de paralisia cerebral, pois são situações que podem aumentar a chance de a criança desenvolver a condição.

    Depois dessa análise inicial, um exame de imagem, geralmente uma ressonância magnética, é solicitado. Ela permite ver com clareza o cérebro da criança e identificar se houve algum tipo de lesão ou má-formação. Esse exame é muito importante, pois ajuda a entender a causa da condição em mais de 80% dos casos.

    Outro passo crucial é a avaliação dos movimentos da criança, especialmente nos primeiros meses de vida. Existem testes específicos, como a avaliação dos movimentos gerais, que são extremamente sensíveis em detectar sinais de risco antes dos cinco meses de idade corrigida, especialmente se a criança não apresentar certos movimentos típicos, chamados de "movimentos fidgety". Também usamos um exame neurológico chamado HINE, que avalia o desenvolvimento neurológico e tem alta precisão tanto em crianças muito pequenas quanto em idades um pouco mais avançadas.

    Esses métodos, quando usados juntos — história clínica, ressonância e avaliações motoras —, tornam o diagnóstico muito mais confiável. Em alguns casos, especialmente quando a causa não é evidente, podem ser recomendados testes genéticos para investigar se há alguma alteração genética que contribua para a paralisia cerebral.

    É importante lembrar que o diagnóstico precoce faz toda a diferença. Quanto mais cedo conseguimos identificar o problema, mais rápido podemos iniciar tratamentos e intervenções que vão ajudar a criança a se desenvolver da melhor maneira possível.

    Agora, com as facilidades da Telemedicina, você pode obter uma segunda opinião ou discutir essas questões sem sair de casa. Em tempos de doenças infecciosas como COVID-19 e outras, essa modalidade é a forma mais segura de cuidar da sua saúde e da de sua família. Uma teleconsulta pode te ajudar a entender melhor os próximos passos e discutir o caso com um especialista de confiança. Na plataforma Doctoralia, você pode encontrar médicos com excelente avaliação que oferecem atendimento online, seguro e sem complicações. Assim, você economiza tempo, evita trânsito e filas, e ainda se mantém atualizado com as inovações da saúde digital.

    Se precisar, posso te orientar por uma teleconsulta. Não deixe de considerar essa opção, e mesmo que agora não seja o momento, recomendo que guarde meu contato para o futuro.


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  • tenho intolerância a lactose gostaria de saber se posso tomar a risperidona sem ter dores por conta

    tenho intolerância a lactose gostaria de saber se posso tomar a risperidona sem ter dores por conta da lactose na composição?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Gustavo Holanda

    Entendo sua preocupação sobre a lactose na composição da risperidona, principalmente se você tem intolerância. A risperidona realmente contém lactose, e isso pode causar desconforto em algumas pessoas sensíveis. No entanto, a intensidade dos sintomas de intolerância varia bastante de pessoa para pessoa. Algumas podem tolerar pequenas quantidades de lactose sem sentir efeitos, enquanto outras podem ter desconfortos como dores abdominais, inchaço ou diarreia, mesmo com doses pequenas.

    Se você sabe que sua intolerância é mais severa, há algumas opções a serem discutidas com seu médico. Uma delas é considerar a substituição por outro medicamento que não contenha lactose. Em alguns casos, tomar a risperidona junto com enzimas lactase pode ajudar a minimizar os sintomas, mas isso também depende do grau da sua intolerância.

    Além disso, vale sempre lembrar que a risperidona, como qualquer medicamento, pode ter efeitos colaterais importantes, como os que você mencionou, como contrações involuntárias na face e febre alta. Por isso, é fundamental que o uso seja sempre acompanhado de perto por um profissional.

    Numa teleconsulta, podemos conversar mais sobre a melhor abordagem para o seu caso específico e tirar todas as suas dúvidas. Atualmente, a telemedicina oferece um meio seguro e eficiente para esse tipo de acompanhamento, especialmente em tempos de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX e outras, permitindo que você cuide da sua saúde sem sair de casa, economizando tempo e evitando o desgaste com deslocamentos.

    A plataforma Doctoralia é excelente para isso, pois oferece perfis de médicos altamente recomendados e com grande satisfação dos pacientes. E, claro, eu mesmo posso te orientar por teleconsulta, ajudando a encontrar soluções adequadas para seu caso. A telemedicina é uma ferramenta valiosa para consultas de segunda opinião, de forma rápida e segura. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que guarde nosso contato para futuras necessidades.

    Fique à vontade para visitar meu perfil, e, caso queira, basta clicar para marcar sua consulta.


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