Perguntas do paciente (254)
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Que a sexualidade é fluida eu sei, me considerava bi. Geralmente os relatos são pessoas heterossexua
Que a sexualidade é fluida eu sei, me considerava bi. Geralmente os relatos são pessoas heterossexuais se encontrando em outra sexualidades, ou bi se encontrando na homossexualidade, homo em no, e etc. É bastante confuso para mim, mas é possível que uma pessoa que se enxergava BI, perca o interesse e se enxergue somente como hetero ? A sexualidade pode mudar nesse sentido ?
Estava lendo sobre as linhas de terapia, qual é a mais indicada ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
A sexualidade é realmente algo complexo e pessoal. Ela pode, sim, ser fluida ao longo da vida, e é comum que as pessoas experimentem diferentes orientações e identidades ao longo do tempo. Não existe uma regra fixa que determine que o caminho da sexualidade seja sempre de uma forma específica. Você já se perguntou como suas experiências passadas influenciam sua percepção atual? Ou como você se sente ao explorar diferentes aspectos da sua identidade?
Cada trajetória é única, e é importante respeitar isso em você mesmo. Se você se vê passando por uma mudança na sua orientação, pode ser útil refletir sobre quais fatores emocionais ou contextuais estão presentes. Alguma mudança recente na sua vida contribuiu para essa nova percepção? Como você se sente em relação à forma como sua identidade está se desenvolvendo?
Quanto ao tipo de terapia, não há um único caminho que se encaixe para todos. No entanto, as abordagens como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem oferecer um espaço para explorar suas preocupações, ajudando a aceitar suas experiências e se comprometer com ações que reflitam seus valores e autopercepções. Já considerou como essas abordagens poderiam apoiar sua jornada de autodescoberta?
Lembre-se de que explorar sua sexualidade é um processo pessoal e, por vezes, desafiador, mas que pode levar a um entendimento mais profundo de si mesmo. Caso precise, estou à disposição.
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Qual é a melhor maneira de vencer um trauma de um acontecimento que traz medo ?
Qual é a melhor maneira de vencer um trauma de um acontecimento que traz medo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Lidar com o trauma é um processo complexo e profundamente pessoal. Cada indivíduo terá uma maneira única de experienciar e superar suas dificuldades. Você já se perguntou como o medo influencia as suas decisões diárias? Reconhecer o impacto do trauma é um passo inicial essencial. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser bastante útil nesse contexto, auxiliando na identificação e modificação de padrões de pensamento que mantêm o medo presente em sua vida.
Outra abordagem eficaz pode ser a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), que enfatiza a aceitação das suas emoções e pensamentos, em vez de lutar contra eles. Isso pode ajudar a diminuir o sofrimento. O que aconteceria se você permitisse que essas sensações viessem e passassem sem julgamento? Reflexões como essa podem abrir espaço para um processamento mais saudável das experiências traumáticas.
A prática de mindfulness também pode ser uma poderosa ferramenta, pois ensina a focar no momento presente, sem se deixar levar por pensamentos intrusivos relacionados ao trauma. Como seria para você explorar esse estado de presença e calma no dia a dia?
E se você já está em terapia, não hesite em discutir essas questões com seu terapeuta, considerando juntos novas estratégias. Caso precise, estou à disposição.
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Um criança de 4 anos com suspeita de tdah deve procurar qual especialista. A escola ajuda ou atrapal
Um criança de 4 anos com suspeita de tdah deve procurar qual especialista. A escola ajuda ou atrapalha antes de um diagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? A questão que você traz é muito importante e merece uma atenção especial. Para uma criança de 4 anos com suspeita de TDAH, o primeiro passo geralmente é consultar um pediatra, que pode ajudar a direcionar para um especialista mais adequado, como um psiquiatra infantil ou um neuropsicólogo. Esses profissionais são mais capacitados para realizar uma avaliação detalhada e considerar o diagnóstico de forma mais precisa.
Em relação à escola, ela pode desempenhar um papel tanto positivo quanto negativo nesse processo. Uma escola que oferece um ambiente acolhedor e estratégias adequadas pode ajudar a criança a se desenvolver e a se sentir mais segura. Entretanto, se a escola não tiver as ferramentas necessárias ou uma abordagem inclusiva, isso pode gerar frustração e dificuldades adicionais para a criança. Você já conversou com os educadores sobre suas observações? Como eles têm se envolvido na situação?
É fundamental que a comunicação entre a família e a escola seja clara e aberta, pois isso pode facilitar o suporte necessário para a criança. Além disso, pensar sobre como você se sente em relação a essas questões pode ser útil. Quais são suas principais preocupações nesse momento? Como você imagina que a criança está lidando com essa situação?
Se você sentir a necessidade de um acompanhamento mais próximo, considere agendar uma consulta com um profissional que possa oferecer suporte e orientação. Estou à disposição caso precise de mais informações ou queira conversar sobre isso.
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Sertralina pode causa dor e aperto no peito ??????
Sertralina pode causa dor e aperto no peito ??????
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Eu entendo que sentir dor e aperto no peito pode ser preocupante, especialmente quando você está tomando uma medicação como a Sertralina. Embora seja raro, algumas pessoas podem relatar sintomas como esses. É importante considerar se esses sintomas começaram logo após o início do uso da medicação ou se há outros fatores em sua vida que possam estar contribuindo.
Você já conversou com seu médico sobre esses sintomas? É sempre uma boa ideia discutir qualquer efeito colateral com o profissional que prescreveu a medicação. Ele poderá avaliar se a Sertralina é a melhor opção para você ou se talvez precise de ajustes na dosagem.
Além disso, você já explorou outras possíveis causas para esses sintomas? Às vezes, dores no peito também podem estar relacionadas a ansiedade ou estresse. Como você tem lidado com suas emoções ultimamente? Práticas de relaxamento ou mindfulness podem ser úteis.
Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental e física é um processo contínuo. Caso precise, estou à disposição.
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Minha filha tem 6 anos e perde todos os materiais escolar dela não sei mas o q fazer sou mãe de prim
Minha filha tem 6 anos e perde todos os materiais escolar dela não sei mas o q fazer sou mãe de primeira viagem
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? É compreensível que você esteja preocupada em relação aos materiais escolares da sua filha. Crianças dessa idade, especialmente as que estão começando a ter mais responsabilidades, podem ter dificuldades em administrar seus pertences. Isso é bastante comum e pode ser um reflexo da sua fase de desenvolvimento, onde ainda estão aprendendo a se organizar.
Uma abordagem que pode ser útil é tentar criar uma rotina de verificação dos materiais antes de sair de casa e ao final do dia, como um jogo, por exemplo. Você já tentou torná-la parte desse processo de forma divertida? Além disso, conversar com ela sobre a importância de cuidar de suas coisas pode ser uma boa maneira de envolvê-la nessa responsabilidade.
Outra possibilidade é considerar a personalização dos materiais, como colocar etiquetas com o nome dela, o que pode ajudar a aumentar a consciência sobre a propriedade e diminuir as chances de perda. Você já pensou em maneiras criativas de fazer isso?
Lembre-se de que essa fase pode ser desafiadora, mas também é uma oportunidade de aprendizado para vocês duas. Se perceber que a situação está causando muita frustração ou se houver outros comportamentos que a preocupem, pode ser interessante buscar a orientação de um profissional que possa ajudar a explorar essas questões mais a fundo. Estou à disposição para qualquer coisa que você precisar.
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Na minha adolescencia tive complexo de inferioridade, não gostava da minha letra e hoje minha mão fi
Na minha adolescencia tive complexo de inferioridade, não gostava da minha letra e hoje minha mão fica tremula ao escrever em publico. Mão direita. Tem algum remedio para aliviar esse constrangimento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
É compreensível que esta situação traga desconforto. O que você descreve pode ter raízes em experiências passadas e ter se transformado em uma resposta automática ao longo do tempo. A sensação de inferioridade e a preocupação com a opinião dos outros são questões que podem impactar significativamente nossa autoestima e confiança. Você já tentou identificar em que momentos específicos essa sensação se intensifica? Há algo nesses contextos que você percebe desencadeando esse tremor?
Em vez de focar somente na busca por um remédio, é importante considerar também explorar técnicas que ajudem a lidar com a ansiedade associada a essa situação. Mindfulness, por exemplo, pode ser uma ferramenta útil para trazer a atenção ao momento presente e reduzir a pressão que você sente ao escrever em público. Será que praticar a aceitação do seu traço, mesmo quando ele não sai como esperado, poderia fazer diferença?
Se a situação estiver gerando muito incômodo, uma boa opção é procurar um psicólogo para aprofundar esse tema e explorar estratégias que possam lhe ajudar a se sentir mais confortável. E, em paralelo, se houver a necessidade de medicamentos, um psiquiatra pode ser consultado para avaliar essa possibilidade.
Lembre-se que cada passo que você dá em direção a compreender essas emoções é um caminho para um maior bem-estar. Se precisar, estou à disposição.
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Grandes traumas psicológicos que acarretam ansiedade e depressão por mais de mês podem acarretar pro
Grandes traumas psicológicos que acarretam ansiedade e depressão por mais de mês podem acarretar problemas físicos e abalar o sistema imunológico, como gânglios e outros?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
É interessante pensar em como nosso corpo e mente estão conectados. Eventos traumáticos podem, sim, ter um impacto significativo na nossa saúde física, além do mental. Experiências de trauma que resultam em ansiedade e depressão persistentes podem desencadear respostas de estresse no corpo que, se prolongadas, têm o potencial de afetar o sistema imunológico, deixando-nos mais vulneráveis a doenças e outras condições físicas. Você já percebeu se situações de estresse resultaram em mudanças no seu corpo, como um aumento na frequência de resfriados ou outras condições?
O estresse crônico pode, por exemplo, causar inflamações no corpo e aumentar a produção de hormônios como o cortisol, que pode interferir na função imunológica. É um pouco como se nosso corpo estivesse constantemente preparado para uma emergência, o que, a longo prazo, pode ser exaustivo e prejudicial. Existe alguma prática de autocuidado que você já tentou para diminuir esses impactos?
Refletir sobre como você lida com o estresse diário e buscar maneiras de promover o relaxamento pode ajudar a mitigar esses efeitos negativos. Estratégias como mindfulness e técnicas de respiração têm sido úteis para muitas pessoas. Há algo novo que você gostaria de experimentar para ajudar a manter a sua saúde mental e física em equilíbrio?
Caso precise, estou à disposição.
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Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão
Meu filho tem 3 anos só aceita comida líquida (papinha) ... Não aceita de forma alguma arroz, feijão e assim por diante ...demais alimentos como pão, biscoito e demais ele come normalmente mais almoço ele até vomita se insisto. Qual especialidade devo leva-lo para tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Entendo que isso pode ser muito preocupante para você. Nesse caso, é importante explorar as razões pelas quais seu filho se recusa a comer alimentos sólidos durante as refeições principais. Pode ser útil observar se ele tem alguma dificuldade ao mastigar ou se apresenta sinais de desconforto quando está diante de alimentos sólidos. Já notou se ele tem alguma preferência de sabor ou textura específica?
Uma especialidade que poderia auxiliar nesse processo é a fonoaudiologia, especificamente na área de motricidade oral, pois pode haver questões sensoriais ou motoras envolvidas. Além disso, um nutricionista pediátrico também pode fornecer orientações sobre como diversificar a dieta dele de maneira segura e gradual.
Na psicologia, também podemos ajudar a identificar se há algum componente emocional ou comportamental associado a essa recusa alimentar. Por exemplo, existem situações em que a alimentação pode estar relacionada a ansiedade ou a necessidade de controle. Como você se sente ao lidar com essa situação no dia a dia? Seu filho costuma demonstrar algum tipo de resistência em outras situações além da alimentação?
É importante que esse processo seja conduzido com carinho e paciência, respeitando o tempo do seu filho. Caso precise, estou à disposição.
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Meu nome é Sandra, e descobrimos a doença de parkinson do meu esposo há 01 ano, mas na verdade os si
Meu nome é Sandra, e descobrimos a doença de parkinson do meu esposo há 01 ano, mas na verdade os sintomas já existiam bem antes, mas ele nunca aceitou opiniões a respeito. Diagnóstico dado, e ele não aceita a doença, minha vida virou um inferno, pois ele não quer que ninguém saiba, e tenho que segurar esta barra sozinha, ele está agressivo, mal educado e desconta tudo em casa com o seu mau humor, estou a ponto de enlouquecer, me ajudem por favor, devo pedir socorro a familiares mesmo sem a autorização dele?, Meu maior receio é que ele entre em depressão profunda, aí já era mesmo, ele sempre foi muito vaidoso, e isto para ele é o fim.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Sandra, entendo quão desafiadora e desgastante essa situação pode ser. Quando alguém enfrenta uma condição como a Doença de Parkinson, é comum experimentar sentimentos de negação e resistência. Isso pode se manifestar de diversas formas, incluindo agressividade e mau humor. Como você está se sentindo nessa situação? Você tem dado atenção às suas próprias necessidades?
A sensação de estar sozinha pode ser avassaladora. Conversar com familiares pode ser importante, não necessariamente para expor a situação do seu marido, mas para buscar apoio e alívio para você mesma. Como você acha que seus familiares reagiriam se soubessem? Será que eles poderiam oferecer o suporte emocional que você está precisando?
A vaidade e o medo da vulnerabilidade podem ser fatores significativos para o seu esposo. Será que encontrar maneiras de abordar a situação que respeitem a autoestima dele poderia ajudar? Por exemplo, há alguma atividade ou terapia que pudesse aliviar os sintomas de forma discreta para ele? O apoio de um profissional pode ser essencial, não só para ele, mas também para sua saúde mental. Como você se sentiria em buscar suporte para si mesma?
Lembre-se que, assim como ele precisa de cuidado, você também merece atenção e carinho neste processo. Caso precise, estou à disposição.
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a partir de reconhecimento dos outros sinto me amado ou nao e isso faz os meus dias infelizes, achou
a partir de reconhecimento dos outros sinto me amado ou nao e isso faz os meus dias infelizes, achou que tenho dependencia emocional pelo que he verificado. A psicologia poderia me ajudar com traumas da infancia e a superar esta dependencia emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
É um passo significativo você estar reconhecendo como o reconhecimento dos outros afeta seus sentimentos de amor próprio. Isso demonstra uma autoconsciência valiosa e o desejo de entender mais sobre si mesmo. Muitas vezes, a busca incessante por validação externa pode estar enraizada em experiências passadas. Você já parou para refletir sobre quais momentos da sua infância podem ter contribuído para essa necessidade de aprovação externa?
A psicologia pode, de fato, ajudar nesse processo. Abordagens como a Terapia dos Esquemas e a teoria do apego exploram como padrões formados na infância podem influenciar nosso comportamento atual. Você já considerou como seria experimentar validar suas próprias conquistas, sem esperar que os outros o façam? Aprender a encontrar essa validação internamente pode ser uma jornada transformadora.
Se há traumas da infância que ainda ressoam em sua vida adulta, explorar essas memórias com um psicólogo pode ser bastante libertador. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) também pode ser útil, pois trabalha com a aceitação dos seus sentimentos e o comprometimento em seguir seus valores pessoais. Que tal pensar sobre quais são os valores que você gostaria de priorizar na sua vida?
Lembre-se, enfrentar essas questões é um caminho de coragem e autodescoberta. Caso precise, estou à disposição.
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Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventila
Não consigo respirar quando está ventando muito, ou por exemplo, quando fico de frente de um ventilador muito forte. É como se os pulmões se contraíssem. Vi que pode ter a ver com uma resposta instintiva do corpo chamada de 'diving reflex', que confunde o fluxo de ar com a água. Como pode ser tratado este problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Essa sensação de dificuldade em respirar diante de um vento forte ou de um ventilador pode ser realmente angustiante. Interessante você mencionar o "diving reflex". Acontece que nosso corpo, às vezes, reage de maneira inesperada a estímulos que considera ameaçadores, mesmo que não sejam. E embora o "diving reflex" seja um fenômeno verdadeiro, ele é mais especificamente relacionado à imersão em água fria e não tanto ao vento.
Diante disso, é válido pensar: como você se sente emocionalmente quando essas situações ocorrem? Há algum outro momento em sua vida onde você se sentiu sem ar, talvez em contextos emocionais? Identificar padrões pode ser um passo importante para entender melhor o que está acontecendo. Técnicas de respiração e mindfulness podem ajudar a acalmar o corpo e a mente nesses momentos.
Se essa situação estiver impactando muito a sua vida, considerar a possibilidade de explorar essas experiências em terapia pode ser útil. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por exemplo, pode oferecer estratégias eficazes para lidar com questões psicossomáticas ao trabalhar a conexão entre pensamentos, emoções e reações físicas. Qual seria o impacto de ressignificar essa experiência para você?
Caso precise, estou à disposição.
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Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer
Preciso fazer exame médico admissional , mas sou muito ansiosa e as vezes altera a pressão , oq fazer para não fica ansiosa na hora do exame ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Entendo que esse momento pode causar apreensão e ansiedade, afinal, é um passo importante na sua trajetória. A ansiedade pode, de fato, influenciar nosso corpo de maneiras inesperadas. Primeiramente, como você percebe a ansiedade surgindo? Quais são os sinais que seu corpo dá? Identificar esses sinais pode ser o primeiro passo para lidar com eles.
Uma técnica que pode ajudar é a prática de respiração profunda. Antes do exame, tire alguns minutos para sentar em um lugar tranquilo, feche os olhos e concentre-se na sua respiração. Inspire profundamente pelo nariz, segure por alguns segundos e expire lentamente pela boca. Isso pode ajudar a acalmar o sistema nervoso e estabilizar sua pressão arterial. Você já tentou alguma técnica de relaxamento antes? Como foi a experiência?
Outra abordagem é a reestruturação cognitiva, uma técnica da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Muitas vezes, nossos pensamentos podem intensificar a ansiedade. Pergunte-se: "O que eu estou pensando que está me deixando ansiosa?" e "Esse pensamento é realmente preciso?". Tente substituir pensamentos ansiosos por afirmações mais realistas e tranquilizadoras.
Lembre-se, esse momento é apenas uma etapa e não define quem você é. Encare como uma oportunidade de crescimento e aprendizado. Caso precise, estou à disposição.
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Nunca fui um bom aluno na escola, concluí o meu ensino há 10 anos, mas não sei nada além do básico,
Nunca fui um bom aluno na escola, concluí o meu ensino há 10 anos, mas não sei nada além do básico, tento estudar, mas sou letárgico e postergo as coisas, tenho dificuldade para aprender, o que devo fazer, qual tratamento devo buscar e com quais especialistas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Entender o que pode estar por trás de sua dificuldade em aprender é um ótimo primeiro passo. É comum essa sensação de letargia e procrastinação quando nos sentimos presos ou desmotivados. Pode ser útil refletir sobre o que exatamente você considera como "dificuldade para aprender". Existe algum padrão ou tema específico que a torna mais desafiadora para você? Ou será que há outros fatores, como ansiedade ou falta de interesse, que agravam essa percepção?
Além disso, pode ser interessante explorar como você se sente em relação ao aprendizado em si. Será que você se sente pressionado a aprender rapidamente ou de uma determinada maneira? Às vezes, padrões antigos podem influenciar a forma como encaramos novas experiências. Que estratégias ou métodos você já tentou e como eles impactaram sua jornada de aprendizado?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens que pode ajudar a identificar e modificar crenças e padrões de comportamento que contribuem para a procrastinação e dificuldades de concentração. Também pode ser proveitoso considerar a possibilidade de avaliação com um neuropsicólogo, que pode oferecer uma visão mais detalhada sobre suas habilidades cognitivas e sugerir estratégias específicas.
Se já estiver em terapia, leve essas reflexões para seu psicólogo. Caso ainda não tenha um acompanhamento terapêutico, considere iniciar esse processo para explorar mais a fundo essas questões e encontrar caminhos que façam sentido para você. Caso precise, estou à disposição.
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Meu filho tem 3 anos e 8 meses. Ele está na escola e faz troca de alguns fonemas. Ele troca o g pelo
Meu filho tem 3 anos e 8 meses. Ele está na escola e faz troca de alguns fonemas. Ele troca o g pelo d. Ele troca o c pelo t. Não é em todas as palavras. Devo já procurar uma fono ou é ainda normal nessa idade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
OLÁ, TUDO BEM?
Aos 3 anos e 8 meses, é comum que algumas crianças ainda façam trocas de fonemas, como parte do desenvolvimento normal da linguagem. Cada criança tem seu próprio ritmo, mas é natural se preocupar e querer garantir o melhor suporte para seu filho. Como está a comunicação dele de forma geral? Ele compreende bem as instruções e se comunica com clareza, mesmo com essas trocas?
Se você notar que essas trocas estão afetando a comunicação dele ou se a escola tiver algum feedback nesse sentido, pode ser interessante consultar um fonoaudiólogo. Este profissional poderá avaliar se essas trocas estão dentro do esperado para a idade ou se seria benéfico algum tipo de intervenção. Também seria útil observar se existem outras dificuldades associadas, como na compreensão ou na socialização.
É importante lembrar que, identificar e trabalhar qualquer dificuldade desde cedo, pode fazer uma grande diferença no desenvolvimento. Como você se sente em relação a essas trocas? Elas geram preocupação ou ansiedade no dia a dia de vocês?
Caso precise, estou à disposição.
Perguntas frequentes
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Bom dia, Já passei por diversos psiquiatras, mas sinto que nenhum deles acertou no diagnósticos. Já
Entendo seu desânimo; passar por vários psiquiatras, experimentar muitos…