Perguntas do paciente (60)
-
"Quais achados neuropsicológicos levantam hipótese de transtornos psiquiátricos primários ou comórbi
"Quais achados neuropsicológicos levantam hipótese de transtornos psiquiátricos primários ou comórbidos, demandando encaminhamento para avaliação psiquiátrica e diagnóstico diferencial?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Achados como déficits cognitivos incompatíveis com a idade ou escolaridade, alterações importantes de atenção, memória e funções executivas, associados a sintomas de humor, ansiedade, psicose, impulsividade, alterações da percepção, ideação suicida ou prejuízo funcional significativo, podem levantar hipótese de transtornos psiquiátricos primários ou comórbidos. Nesses casos, o encaminhamento para avaliação psiquiátrica é indicado para diagnóstico diferencial e definição da conduta terapêutica.
-
"Quais achados cognitivos, comportamentais e neurofuncionais, identificados na avaliação neuropsicol
"Quais achados cognitivos, comportamentais e neurofuncionais, identificados na avaliação neuropsicológica, indicam a necessidade de encaminhamento do paciente para avaliação psiquiátrica?"
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A necessidade de encaminhamento para avaliação psiquiátrica deve ser considerada quando a avaliação neuropsicológica identifica alterações cognitivas significativas associadas a sintomas comportamentais ou emocionais importantes, como ideação suicida, sintomas psicóticos, episódios de mania, depressão moderada a grave, ansiedade incapacitante, impulsividade intensa, prejuízo importante no funcionamento diário ou suspeita de transtornos mentais que demandem diagnóstico médico e possível tratamento medicamentoso. A decisão deve integrar os achados neuropsicológicos e o contexto clínico do paciente.
-
O que é o "Pensamento Dicotômico" no ciúme? .
O que é o "Pensamento Dicotômico" no ciúme? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pensamento dicotômico (ou “tudo ou nada”) no ciúme é uma forma de interpretar a realidade de maneira extrema, sem nuances.
A pessoa tende a pensar, por exemplo: “se não demonstra o tempo todo, então não ama” ou “se falou com outra pessoa, está me traindo”.
Esse padrão cognitivo é descrito na Terapia Cognitivo-Comportamental como uma distorção que aumenta a insegurança, a ansiedade e os conflitos no relacionamento. Trabalhar essas interpretações ajuda a desenvolver uma visão mais realista e equilibrada das situações.
-
O que significa, exatamente, ser de "alta reatividade basal"?
O que significa, exatamente, ser de "alta reatividade basal"?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Alta reatividade basal significa que o sistema emocional da pessoa já funciona em um nível elevado de sensibilidade, mesmo em situações neutras.
Do ponto de vista neurobiológico, há maior ativação de estruturas como a amígdala e menor modulação do córtex pré-frontal, o que faz com que estímulos pequenos sejam percebidos como mais intensos.
Na prática, isso se traduz em respostas emocionais mais rápidas, intensas e duradouras, sem que isso seja uma escolha consciente, mas sim uma característica do funcionamento emocional.
-
Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso
Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo não é frescura nem preguiça. É uma resposta intensa de ansiedade, com sinais físicos claros de ativação do sistema de ameaça, como insônia, náusea, alteração intestinal, falta de ar e dor no peito.
Quando a ansiedade atinge esse nível, o corpo entra em estado de alerta constante. O cérebro interpreta o compromisso como risco, ativa a amígdala e reduz a capacidade do córtex pré-frontal de organizar pensamentos. Por isso você não consegue se concentrar, descansar ou sentir alívio.
Alguns pontos importantes, de forma direta:
Primeiro, seu corpo precisa desacelerar. Mesmo que a mente esteja acelerada, tente intervenções fisiológicas simples. Respiração lenta, inspirando pelo nariz em 4 segundos e soltando pela boca em 6 a 8 segundos, por alguns minutos. Isso ajuda a reduzir a ativação do sistema nervoso.
Segundo, reduza a antecipação. O sofrimento está acontecendo antes da experiência real. Tente focar apenas no primeiro passo, como ir no primeiro dia, sem pensar no futuro inteiro.
Terceiro, acolha o sintoma sem se atacar. Pensar que “todo mundo consegue e eu não” aumenta ainda mais a ansiedade e reforça o ciclo de medo.
Quarto, seu nível de sofrimento já indica a necessidade de ajuda profissional. Um acompanhamento psicológico é fundamental, e uma avaliação psiquiátrica pode ser importante para estabilizar esses sintomas, principalmente pela privação de sono e alimentação.
Quinto, sobre o emprego, desistir agora pode aliviar no curto prazo, mas tende a reforçar o medo no longo prazo. O ideal é tentar com suporte, não sozinha, ajustando o ritmo se possível.
Se a falta de ar, dor no peito ou a exaustão aumentarem, procure um serviço de saúde. Seu corpo está pedindo cuidado.
Você não está fracassando. Você está sobrecarregada. E isso tem tratamento.
-
Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) passa da intensidade para o reba
Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) passa da intensidade para o rebaixamento emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, há uma desregulação emocional importante. O cérebro reage de forma mais intensa aos estímulos, com maior ativação da amígdala e menor modulação do córtex pré-frontal.
Após picos emocionais intensos, ocorre um esgotamento do sistema, levando ao rebaixamento, como vazio ou apatia. Não é falta de controle, mas uma dificuldade real de regular emoções, influenciada também por experiências de invalidação e vínculos inseguros.
-
Por que a terapia EMDR é o melhor tratamento para trauma?
Por que a terapia EMDR é o melhor tratamento para trauma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é correto dizer que é “o melhor” para todos os casos. A EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares) é uma das abordagens mais eficazes para trauma, com forte evidência científica, assim como outras terapias.
Ela se destaca porque:
• Ajuda a reprocessar memórias traumáticas
• Pode reduzir sintomas de forma relativamente rápida
• Não exige detalhar o trauma em excesso
Mas a escolha depende de cada paciente. Outras abordagens, como a Terapia Cognitivo-Comportamental focada em trauma, também são muito eficazes.
O mais importante é individualizar o tratamento.
-
Quando o paciente começa a aceitar o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), co
Quando o paciente começa a aceitar o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), como isso pode influenciar sua disposição para praticar o autocuidado e comprometer-se com o tratamento? O que pode motivá-los a tomar mais responsabilidade por sua saúde mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando o paciente começa a aceitar o diagnóstico, geralmente há mais consciência dos próprios padrões, o que aumenta a disposição para o autocuidado e a adesão ao tratamento.
Isso favorece:
• Maior responsabilidade sobre suas emoções e comportamentos
• Mais abertura para aprender e praticar habilidades
• Redução de resistência e abandono terapêutico
O que motiva:
• Compreender o próprio sofrimento
• Perceber melhora com pequenas mudanças
• Sentir-se validado e acolhido
• Ter um vínculo terapêutico seguro
A mudança costuma vir quando o paciente começa a ver sentido no processo, não apenas no diagnóstico.
-
A instabilidade emocional é uma característica central do Transtorno de Personalidade Borderline (TP
A instabilidade emocional é uma característica central do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Como a negação do diagnóstico pode afetar a capacidade do paciente de entender e regular suas emoções? Como podemos ajudá-los a desenvolver habilidades de regulação emocional, mesmo que ainda não aceitem completamente o diagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A negação dificulta o reconhecimento das emoções e dos padrões, o que reduz a capacidade de regular o que sente e aumenta impulsividade e crises.
Para ajudar, mesmo sem aceitar o diagnóstico:
• Focar nas emoções e situações concretas, não no rótulo
• Ensinar habilidades de regulação emocional (ex: identificar, nomear e tolerar emoções)
• Psicoeducação gradual
• Validar a experiência emocional
• Manter consistência no vínculo terapêutico
O desenvolvimento acontece pela prática das habilidades, mesmo antes da aceitação do diagnóstico.
-
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter uma resistência significativa a
Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem ter uma resistência significativa ao autocuidado, especialmente se não aceitam o diagnóstico. Como podemos ajudá-los a superar essa resistência e adotar práticas de autocuidado como parte de sua jornada terapêutica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum no TPB. A resistência ao autocuidado geralmente vem de dor emocional, medo de rejeição e baixa autoestima, não de falta de vontade.
Para ajudar:
• Validar o que o paciente sente antes de orientar
• Explicar o transtorno de forma simples
• Começar com pequenos hábitos possíveis
• Mostrar que autocuidado ajuda a reduzir crises
• Fortalecer o vínculo terapêutico
O autocuidado precisa fazer sentido para o paciente, não ser imposto.
-
Como trabalhar com pacientes que negam o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
Como trabalhar com pacientes que negam o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas ainda experienciam emoções intensas e comportamentos impulsivos? Quais abordagens podem ajudar a lidar com esses sintomas enquanto ainda não aceitam o diagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em casos de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) com negação do diagnóstico, o manejo clínico não deve focar na aceitação do rótulo, mas no cuidado com o sofrimento apresentado.
O mais eficaz é trabalhar pelos sintomas e pela experiência emocional, utilizando abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), a Terapia Baseada em Mentalização (MBT) e a Terapia do Esquema. Essas abordagens ajudam o paciente a:
Desenvolver regulação emocional (redução da intensidade das emoções)
Diminuir impulsividade com treino de habilidades práticas
Ampliar a consciência sobre pensamentos e reações
Melhorar relações interpessoais
Clinicamente, é essencial:
Evitar confronto direto sobre o diagnóstico no início
Validar a experiência emocional do paciente
Construir uma aliança terapêutica segura
Introduzir psicoeducação de forma gradual
Com o tempo, ao se sentir compreendido e mais regulado, o paciente tende a desenvolver maior autorreflexão, e a possível aceitação do diagnóstico surge como consequência, não como ponto de partida.
-
Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Bo
Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o terapeuta? Como o terapeuta pode garantir uma relação de confiança enquanto o paciente nega seu diagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A negação pode gerar resistência, desconfiança e oscilação no vínculo, dificultando adesão e continuidade do processo.
Para manter a confiança:
• Validar o sofrimento, sem confrontar o diagnóstico diretamente
• Focar nos sintomas e no que incomoda, não no rótulo
• Psicoeducar de forma gradual
• Manter consistência e limites claros
• Fortalecer o vínculo terapêutico
A confiança vem mais da experiência de acolhimento do que da aceitação imediata do diagnóstico.
-
Quais terapias são mais eficazes para pacientes com negação do diagnóstico de Transtorno de Personal
Quais terapias são mais eficazes para pacientes com negação do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) , e como elas podem ajudar a melhorar a autorreflexão do paciente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As abordagens com maior evidência científica para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline que apresentam negação do diagnóstico são a Terapia Comportamental Dialética (DBT), a Terapia Baseada em Mentalização (MBT) e a Terapia do Esquema.
Essas terapias não confrontam diretamente a negação. Em vez disso, trabalham com validação emocional, fortalecimento do vínculo terapêutico e desenvolvimento gradual da consciência sobre pensamentos, emoções e comportamentos. Com o tempo, isso favorece a autorreflexão, permitindo que o paciente compreenda melhor seu funcionamento psicológico de forma mais segura e menos defensiva.
-
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma incapacidade de ver soluções para os
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode levar a uma incapacidade de ver soluções para os problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O Transtorno de Personalidade Borderline pode dificultar a percepção de soluções, especialmente em momentos de emoção intensa.
A desregulação emocional, o pensamento “tudo ou nada” e a impulsividade reduzem a clareza para analisar alternativas. Com tratamento adequado, essa capacidade pode ser desenvolvida e ampliada.
-
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer com que a pessoa tenha uma percepção instá
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer com que a pessoa tenha uma percepção instável de si mesma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. O Transtorno de Personalidade Borderline está associado a uma instabilidade na autoimagem.
A pessoa pode apresentar mudanças frequentes na forma como se percebe, alternando entre visões muito negativas e idealizadas de si. O que impacta decisões, emoções e relacionamentos. Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver uma identidade mais estável e integrada.
-
Quais são algumas das maneiras pelas quais a negação se manifesta em indivíduos com Transtorno de Pe
Quais são algumas das maneiras pelas quais a negação se manifesta em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No TPB, a negação pode aparecer de formas como:
• Minimizar o sofrimento (“não é tão grave”)
• Culpar apenas os outros pelos conflitos
• Recusar ou questionar o diagnóstico
• Abandonar ou evitar o tratamento
• Oscilar entre idealizar e desvalorizar o terapeuta
Em geral, são formas de proteção diante de emoções muito intensas.
-
A negação do tratamento é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
A negação do tratamento é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é relativamente comum no TPB.
A negação do tratamento pode acontecer por medo de julgamento, dificuldade em reconhecer o sofrimento ou instabilidade emocional.
Por isso, o foco inicial costuma ser acolher, validar e construir confiança, favorecendo a adesão ao longo do tempo.
-
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem desenvolver uma visão distorcida dos
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem desenvolver uma visão distorcida dos outros?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem apresentar uma percepção instável e, por vezes, distorcida dos outros.
Isso ocorre principalmente pelo padrão de idealização e desvalorização, em que o outro pode ser visto como totalmente bom ou totalmente ruim, de forma rápida e intensa. Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver uma percepção mais realista e equilibrada das relações.
-
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se envolver em relacionamentos abusiv
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se envolver em relacionamentos abusivos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem estar mais vulneráveis a se envolver em relacionamentos abusivos.
Isso pode ocorrer devido ao medo intenso de abandono, à instabilidade emocional e à tendência a idealizar e desvalorizar relações. Esses fatores podem dificultar a percepção de limites e a permanência em vínculos saudáveis. Com acompanhamento psicológico, é possível fortalecer a autoestima, os limites e a qualidade das relações.
-
Eu sofri um acidente de moto há alguns anos atras onde perfurei o dorso da mao e bati contra um carr
Eu sofri um acidente de moto há alguns anos atras onde perfurei o dorso da mao e bati contra um carro, na época so viram que não tinha fratura e fizeram a sutura, atualmente noto que o tendão na hora de fechar a mao vai para o lado com um estalo, isso me causa dor e perde de força na mao. Fiz um teste palografico e meu resultado ficou abaixo do esperado isso pode ter haver com o problema na mao?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você passou por um trauma importante na mão, e esses sinais atuais como dor, estalo e perda de força, merecem uma avaliação médica mais detalhada, pois podem estar relacionados a alguma alteração funcional decorrente do acidente. Sobre o teste palográfico, é importante considerar que ele avalia aspectos emocionais e de funcionamento psicológico, mas também pode ser influenciado por condições físicas, como dor ou limitação motora no momento da execução. Por isso, o ideal é compreender o resultado de forma contextualizada, sem conclusões isoladas. Cuidar da sua saúde física e emocional de forma integrada pode te ajudar a ter uma visão mais clara do que está acontecendo.
Autor
Perguntas frequentes
-
Olá! A pessoa pode ter autismo e TDAH juntos? Tenho depressão e tomo clobazam 150 mg. Melhorei da de
sim, seria uma boa ideia sua mãe ir com voce para relatar sobre os marcos…