Perguntas do paciente (51)

  • Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por a

    Olá, minha mãe vem enfrentando problemas de insônia e tremores nas mãos. Isso pode ser causado por ansiedade? Qual o profissional adequado para tratar esse tipo de problemas: Psiquiatra, psicólogo ou neurologista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    A ansiedade pode contribuir para sintomas como insônia, inquietação e até tremores, especialmente em momentos de tensão emocional. No entanto, tremores nas mãos também podem estar relacionados a diversas condições neurológicas, metabólicas, hormonais ou ao uso de determinados medicamentos.

    Por isso, não é possível concluir a causa apenas pelos sintomas descritos.

    Em geral, quando há tremores persistentes, uma avaliação médica é recomendada para investigar possíveis causas físicas. Dependendo da situação, o neurologista pode ser um profissional importante nesse processo.

    Caso seja identificada participação significativa de fatores emocionais, o acompanhamento com psicólogo e, quando necessário, psiquiatra também pode ser indicado.

    O ideal é não assumir que tudo se deve à ansiedade antes de uma avaliação adequada. Uma investigação cuidadosa ajuda a direcionar o tratamento mais apropriado.

    Espero ter ajudado! @Heyde.psi


  • Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reap

    Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reaparecer depois de terem desaparecido por anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Sim. Os sintomas do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) podem reaparecer após meses ou até anos de remissão.

    Algumas pessoas passam longos períodos sem apresentar sintomas significativos e, em determinado momento, voltam a experimentar pesadelos, lembranças intrusivas, hipervigilância, reações intensas a gatilhos ou sofrimento emocional relacionado ao trauma.

    Por exemplo, alguém que vivenciou um acidente grave pode passar anos sem sintomas importantes. No entanto, ao enfrentar uma situação semelhante, uma perda significativa, um período de estresse intenso ou até ao entrar em contato com imagens, sons ou situações que remetam ao trauma, os sintomas podem ressurgir.

    Isso não significa necessariamente que a pessoa "voltou à estaca zero" ou que o tratamento anterior não funcionou. Muitas vezes, o reaparecimento dos sintomas indica que determinadas memórias traumáticas foram reativadas por circunstâncias atuais da vida.

    A boa notícia é que existem tratamentos eficazes para o TEPT. Abordagens baseadas em evidências, como a Terapia Cognitivo-Comportamental focada em trauma, podem ajudar a pessoa a compreender os gatilhos envolvidos, processar as memórias traumáticas e desenvolver estratégias para reduzir o impacto dos sintomas.

    Se os pesadelos recorrentes ou outros sintomas estiverem causando sofrimento ou prejuízo no dia a dia, é recomendável buscar avaliação com um psicólogo ou psiquiatra para uma investigação mais aprofundada.

    Espero ter ajudado!
    @Heyde.psi


  • Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Sentimentos de insegurança, preocupação e medo podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na terceira idade. Mudanças relacionadas à saúde, aposentadoria, perdas, adaptações familiares e novas responsabilidades podem contribuir para essas emoções.

    O primeiro passo é buscar acolhimento e avaliação profissional. Psicólogos e psiquiatras podem ajudar a identificar se esses sentimentos fazem parte de uma adaptação natural às mudanças da vida ou se estão relacionados a algum transtorno emocional.

    Por exemplo, uma pessoa pode começar a evitar atividades que antes realizava normalmente por medo excessivo ou preocupações constantes.

    A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender essas dificuldades, fortalecer recursos emocionais e promover mais qualidade de vida, autonomia e bem-estar durante o envelhecimento.

    Espero ter ajudado! @Heyde.psi


  • Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu

    Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
    Isso é um problema neurológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Olá! Como psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), agradeço por compartilhar sua experiência de forma tão clara. Sua pergunta é extremamente pertinente, pois toca na complexa intersecção entre biologia (menopausa), emoção e comportamento.

    Respondendo a sua pergunta: Não é um problema neurológico, mas afeta a sua saúde biopsicossocial .

    O especialista mais apropriado seria um endocrinologista para cuidar do fator hormonal - A menopausa está relacionada ao fim do período fértil da mulher, que envolve um queda acentuada nos níveis de estrogênio e progesterona, impactando a neuroquímica do cérebro. causando oscilação de humor, desregulação das emoções, como a irritabilidade, anedonia (falta de prazer) e também a vida sexual da pessoa. Na avaliação médica, será testado os níveis hormonais e será disponibilizado o tratamento ideal para a paciente, como exemplo: terapia de reposição hormonal (TRH).

    Buscar por ajuda de uma psicóloga de TCC - Porque pode apresentar vários sintomas, inclusive vir a desencadear ansiedade e depressão, e/ou, os sintomas da menopausa também podem mascarar o adoecimento mental.

    A TCC é altamente recomendada para tratar os sintomas emocionais e comportamentais ligados à menopausa, pois é uma abordagem focada, prática e colaborativa, que lhe dará ferramentas concretas para:
    • Gerenciar a irritabilidade no momento em que ela surge / Combater a falta de vontade através de ações planejadas / Reorganizar sua rotina para incluir atividades que, de fato, nutrem seu bem-estar, em vez de apenas distraí-lo.

    Sobre a leitura excessiva: A leitura em si não é o problema, mas o exagero no tempo dedicado a ela, sugere que se tornou um mecanismo de fuga ou evitação. Em vez de lidar com a irritação ou a tristeza, você pode estar usando a leitura como uma distração poderosa para "desligar" as emoções desconfortáveis. Para iniciarmos a identificação desses padrões emocionais e comportamentais, e desenvolvermos as ferramentas da TCC, estou à disposição para agendar a sua primeira sessão de avaliação.

    Vamos dar o primeiro passo para o seu reequilíbrio?

    Um abraço,
    Heyde Medeiros


  • não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou n

    não consigo conversar com a minha mulher, parece que não tenho assunto, e quando ela fala eu estou no mundo da lua e sempre falo algo que não tem nada a ver com oque que ele falou ou mudo de assunto ou fico desligado do mundo. que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Essa dificuldade pode estar relacionada a diferentes fatores e não necessariamente significa falta de interesse pela sua parceira.
    Situações como estresse, excesso de preocupações, ansiedade, cansaço mental, problemas de atenção, dificuldades emocionais ou até conflitos no relacionamento podem afetar a qualidade da escuta e da comunicação.
    Por exemplo, quando a mente está ocupada com preocupações constantes, a pessoa pode até ouvir as palavras, mas não conseguir processar adequadamente o que foi dito.
    Uma boa estratégia inicial é observar em quais situações isso acontece, se ocorre apenas com sua esposa ou também em outras conversas e se existem fatores como ansiedade, distrações ou preocupações excessivas envolvidos.
    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), investigamos os fatores que podem estar interferindo na atenção e na comunicação, além de trabalhar habilidades de escuta ativa, presença no momento e estratégias para melhorar a qualidade das interações interpessoais.

    Espero ter ajudado!
    @Heyde.psi


  • Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    Qual tipo de psicologo devo procurar para tratar timidez , insegurança.?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Olá! É uma ótima pergunta e dou-lhe os parabéns por buscar o tipo de apoio certo.

    Para lidar com timidez e insegurança, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens mais indicadas e com maior evidência científica de eficácia.

    Por que a TCC funciona nesse caso?
    Foco em Pensamentos (Cognições): A timidez e a insegurança são frequentemente alimentadas por crenças negativas (ex: 'Vou errar', 'Vão me julgar'). Na TCC, trabalhamos para identificar e substituir esses pensamentos por interpretações mais realistas e funcionais.
    Foco em Comportamentos (Ações): A TCC utiliza técnicas como o treino de habilidades sociais e a exposição gradual. Isso significa que vamos trabalhar juntos para você enfrentar, passo a passo, as situações que hoje você evita, construindo confiança a cada nova experiência bem-sucedida.
    O psicólogo TCC oferece um tratamento estruturado e focado na ação, ajudando você a desenvolver o autoconhecimento e as habilidades práticas necessárias para interagir com mais confiança e segurança. Você terá um papel ativo no processo!

    Recomendo buscar um profissional com experiência comprovada em ansiedade social e habilidades sociais.
    Se precisar, pode entrar em contato.


  • Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse

    Boa tarde! Tenho sofrido de uma ansiedade severa. Porém, não sei se é sobre só ansiedade ou estresse. Como faço para fazer uma avaliação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    "Olá! Sua pergunta é de grande valia e pode ajudar muitas pessoas que passam pelo mesmo dilema.

    A melhor orientação é: busque uma psicóloga(o) para realizar essa avaliação de maneira técnica e segura. Só um profissional pode fazer o diagnóstico diferencial correto.

    Vou diferenciar os termos: Ansiedade vs. Estresse

    Estresse: Geralmente ligado a situações externas e pontuais (provas, metas, rotina). O foco é na exigência atual e tende a melhorar quando o problema é resolvido.

    Ansiedade: Uma resposta emocional de medo e preocupação futura, que pode surgir sem um fator óbvio. É uma apreensão intensa e frequente que causa prejuízos na sua funcionalidade. O foco é na ameaça incerta ('E se eu falhar?').

    Lembre-se: sentir-se ansioso(a) ou estressado(a) é normal. São respostas biológicas de 'luta ou fuga' que, em níveis saudáveis, nos motivam. O sinal de alerta é quando a frequência e a intensidade começam a impactar negativamente sua rotina e saúde.

    Se isso está acontecendo, é um sinal de desequilíbrio. O ideal é realmente buscar ajuda profissional.

    Estou à disposição para iniciarmos essa avaliação e ajudá-la a retomar o seu equilíbrio."


  • Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul

    Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Se você percebe que suas emoções, pensamentos ou comportamentos estão causando sofrimento ou prejudicando sua rotina, um bom ponto de partida é procurar um psicólogo ou um psiquiatra.
    O psicólogo realiza uma avaliação clínica, investiga fatores emocionais, comportamentais e contextuais, além de oferecer tratamento por meio da psicoterapia. Já o psiquiatra é o médico especializado em saúde mental, podendo avaliar a necessidade de medicação quando indicado.
    Por exemplo, sintomas como tristeza persistente, preocupação excessiva, insônia, irritabilidade, falta de energia ou dificuldade de concentração podem estar relacionados a diferentes condições, não apenas ansiedade ou depressão.
    Na prática, muitas pessoas iniciam a avaliação com um psicólogo. Durante o processo, caso seja necessário, o profissional poderá indicar encaminhamento para outros especialistas. O mais importante é não tentar se autodiagnosticar e buscar uma avaliação adequada para compreender o que está acontecendo.

    Espero ter ajudado!
    @Heyde.psi


  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Embora possam compartilhar alguns sintomas, não são exatamente a mesma coisa.
    Os transtornos de ansiedade costumam envolver preocupação excessiva, tensão, inquietação, dificuldade para relaxar e antecipação constante de problemas.
    Já o Transtorno do Pânico é caracterizado por crises intensas e súbitas de medo ou desconforto, acompanhadas de sintomas como palpitações, falta de ar, tontura, tremores, sensação de perda de controle ou medo de morrer.
    Por exemplo, uma pessoa com ansiedade generalizada pode passar o dia preocupada com diferentes situações. Já alguém com transtorno do pânico pode apresentar episódios abruptos de intenso sofrimento físico e emocional.

    Somente uma avaliação profissional de psicologia ou psiquiatria pode determinar a origem dos sintomas e indicar o tratamento mais adequado.
    Espero ter ajudado! @Heyde.psi


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Olá, Obrigada por compartilhar sua dúvida.

    Sua situação é muito comum e demonstra uma grande empatia, mas também um sinal de sobrecarga emocional. É essencial que você priorize sua própria saúde mental, especialmente porque você está apresentando sintomas (confusão, choro, tristeza constante) que indicam que o custo de ajudar os outros está sendo muito alto para você.

    Primeiro, você deve buscar por ajuda, pois o choro recorrente, tristeza a maior parte do tempo pode ser sinais de que se disponibilizar demais esteja causando fadiga por compaixão.
    É importante no cuidado com o outro estabelecer limites, justamente para não ser afetada pelo adoecimento de sua amiga. Ela deve procurar por ajuda, se ela for criança ou adolescente, assim como você, seria importante conversar com os responsáveis, com a escola. Lembre-se, o seu cuidado e bem estar é fundamental.

    Procure fazer coisas ou se envolver em atividades que lhe faça se sentir bem. Fazer exercícios físicos, praticar seu Hobbie, ouvir músicas, dançar, cantar, tocar algum instrumento musical etc.

    Espero ter ajudado.
    Um abraço


  • Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Heyde Medeiros

    Se você suspeita que está enfrentando Burnout, o ideal é procurar um psicólogo ou um psiquiatra para uma avaliação adequada.
    A Síndrome de Burnout está relacionada ao estresse crônico no contexto do trabalho e pode causar exaustão física e emocional, sensação de esgotamento, irritabilidade, dificuldade de concentração, queda de produtividade e distanciamento emocional das atividades profissionais.
    Por exemplo, algumas pessoas começam a sentir que não têm mais energia para realizar tarefas que antes executavam normalmente e passam a encarar o trabalho com sofrimento constante.
    O tratamento depende de cada caso, mas geralmente envolve psicoterapia, mudanças nos fatores que contribuem para o adoecimento e, em algumas situações, acompanhamento psiquiátrico. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos estratégias para manejo do estresse, limites saudáveis, regulação emocional e desenvolvimento de habilidades para lidar com as demandas do trabalho de forma mais equilibrada.
    Espero ter ajudado! @Heyde.psi


Perguntas frequentes

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