Perguntas do paciente (41)

  • Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar

    Boatarde gostaria de tirar uma dúvida sobre o processo terapêutico. Sinto muita dificuldade em lidar com a ansiedade e angústia nos dias em que não tenho sessão. Queria saber se é uma prática comum na psicologia os profissionais entregarem algum tipo de material físico para o paciente levar para casa, como cartões com mensagens de apoio, blocos de exercícios rápidos ou lembretes para momentos difíceis? E isso realmente ajuda na eficácia do tratamento durante a semana?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    É bastante comum que pessoas que convivem com ansiedade ou angústia percebam um aumento desses sentimentos nos intervalos entre as sessões. Isso não significa que a terapia não esteja funcionando. Muitas vezes, faz parte do próprio processo de aprender novas formas de lidar com as emoções no dia a dia.

    Sobre a sua dúvida, alguns psicólogos utilizam materiais de apoio entre as sessões, no entanto isso não é uma prática obrigatória. O mais importante é que as estratégias façam sentido para a pessoa e estejam alinhadas aos objetivos do processo terapêutico.

    Se você sente que os dias sem atendimento são especialmente difíceis, vale a pena conversar abertamente com seu psicólogo sobre isso. Juntos, vocês podem pensar em estratégias para tornar esse intervalo mais acolhedor e manejável, respeitando as suas necessidades e a forma como você vivencia a ansiedade.

    Lembre-se de que cada pessoa possui uma história e necessidades próprias, por isso a avaliação individual é importante quando o sofrimento persiste. Caso sinta necessidade de acompanhamento psicológico, fico à disposição para ajudar. Abraço!


  • Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com

    Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    O que você está sentindo é compreensível. Sair de casa representa uma mudança importante e, quando envolve um familiar que ficará sozinho, é natural que surjam sentimentos difíceis de lidar.

    Ao mesmo tempo, é importante lembrar que cuidar da própria vida e construir novos projetos não significa, necessariamente, abandonar quem amamos. Muitas vezes, é possível encontrar formas de manter uma presença afetiva, como combinar visitas frequentes, ligações, organizar uma rede de apoio ou pensar, junto com sua mãe, em estratégias que tragam mais segurança e companhia para ela.

    Vale também refletir sobre o quanto dessa dor está relacionada aos riscos reais da situação e o quanto pode estar ligada ao medo de decepcionar alguém ou ao sentimento de responsabilidade excessiva. Essa é uma diferença importante e que pode ser explorada com mais profundidade no processo terapêutico.

    Procure conversar abertamente com sua mãe sobre esse momento. Compartilhar sentimentos, expectativas e preocupações pode ajudar vocês dois a atravessarem essa transição de forma mais acolhedora.

    Espero ter contribuído para esclarecer sua dúvida. Caso sinta necessidade de um espaço de escuta e acolhimento para compreender melhor o que está vivendo, fico à disposição. Abraço!


  • Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia

    Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Agradeço pela sua coragem de se abrir sobre uma perda tão difícil. O vínculo que construímos com os bichinhos de estimação pode ser muito profundo, e a dor da despedida merece ser acolhida com a mesma seriedade que qualquer outro processo de luto.

    Os pensamentos que você trouxe são bastante comuns. Muitas vezes, nossa mente tenta encontrar explicações ou formas de recuperar a sensação de controle diante de algo que nos trouxe muito sofrimento. No entanto, isso não significa que você tenha falhado ou que seja responsável pelo que aconteceu.

    O luto não acontece em um tempo determinado. O fato de ainda sentir essa dor não significa que você esteja vivendo esse processo de forma "errada". Aos poucos, a tendência é que o sofrimento deixe de ocupar tanto espaço, permitindo que as lembranças também sejam acompanhadas de carinho e gratidão pela história que vocês construíram juntos.

    Se você perceber que essa culpa ou tristeza permaneçam muito intensas ou estão dificultando sua rotina, buscar acompanhamento psicológico pode ser uma forma importante de atravessar esse momento com acolhimento e apoio.

    Espero que esta resposta tenha trazido um pouco de conforto e esclarecimento. Caso sinta necessidade de acompanhamento psicológico, fico à disposição para ajudar. Abraço.


  • Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A sensação de que "tudo depende de mim" pode ser bastante desgastante e, muitas vezes, vem acompanhada de ansiedade, sobrecarga e dificuldade para descansar. Quando acreditamos que precisamos dar conta de tudo, é comum sentirmos que qualquer erro ou imprevisto pode ter grandes consequências.

    Ao mesmo tempo, essa percepção pode ter diferentes origens. Em alguns casos, ela está relacionada às responsabilidades que realmente enfrentamos; em outros, pode envolver uma tendência a assumir mais do que seria possível ou necessário. Por isso, vale a pena refletir: o quanto dessa responsabilidade é realmente sua e o quanto você acabou assumindo ao longo do tempo?

    Se essa sensação tem sido frequente e está trazendo sofrimento, o processo terapêutico pode ajudar a compreender de onde ela vem e a construir maneiras mais saudáveis de lidar com as responsabilidades do dia a dia.

    Espero que essa resposta tenha sido útil. Se sentir necessidade de um acompanhamento individual, fico à disposição. Abraço!


  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Sim, o término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto. Afinal, além da perda da convivência com a outra pessoa, muitas vezes também nos despedimos de planos, expectativas, sonhos e de formas de imaginar o futuro.

    Embora seja comum querer encontrar a "melhor forma de superar" essa dor rapidamente, o luto costuma ser um processo que precisa ser vivido e elaborado. Isso não significa permanecer preso ao sofrimento, mas permitir-se reconhecer o que foi perdido, acolher as próprias emoções e, aos poucos, construir novos significados para essa experiência.

    Nesse período, cuidar da rotina, manter contato com pessoas de confiança, respeitar o próprio tempo e evitar cobranças excessivas pode contribuir para atravessar esse momento com mais acolhimento.

    Se você perceber que a dor permanece muito intensa, persiste por um longo período ou está comprometendo significativamente sua qualidade de vida, a psicoterapia pode oferecer um espaço seguro para compreender esse sofrimento e encontrar formas mais saudáveis de lidar com ele.

    Espero que você consiga atravessar esse momento com o acolhimento e o cuidado de que precisa. Caso sinta necessidade de um acompanhamento psicológico, fico à disposição para ajudar. Abraço!


  • Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Perder objetos que fizeram parte da infância pode ser muito doloroso, principalmente quando isso acontece sem o seu consentimento. Muitas vezes, esses objetos representam lembranças, momentos importantes da vida e um vínculo com a própria história. Por isso, o sofrimento não está apenas na perda do objeto em si, mas também no significado afetivo que ele carregava. É natural que, diante dessa situação, surjam sentimentos como tristeza, raiva, frustração ou até a sensação de que uma parte importante da sua história foi perdida.

    Embora os objetos não possam ser recuperados, as memórias, os aprendizados e os afetos vividos com eles continuam fazendo parte de quem você é. Com o tempo, pode ser acolhedor encontrar outras formas de manter viva essa história, como escrever sobre essas lembranças, conversar com pessoas que fizeram parte dessa fase da vida ou guardar fotografias e registros que tenham significado para você.

    Se essa perda continua provocando um sofrimento intenso ou despertando outras questões emocionais, a psicoterapia pode ajudar a compreender o impacto dessa experiência e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com ela.

    Desejo que você consiga acolher esse momento com gentileza. Caso sinta necessidade de um acompanhamento psicológico, fico à disposição para ajudar. Abraço!


  • Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes)

    Eu já tive umas conversas com o irmão do meu namorado antes de conhecer meu namorado (2 anos antes) e eu descobri ontem com um ano juntos q eles são irmãos, e meu namorado pediu um tempo. Estou com medo de terminarmos, eu me sinto muito culpada. E ele é o único apoio que tenho (eu tenho autismo e depressão) e sem ele sinto que tudo vai desmoronar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Imagino o quanto essa situação possa estar sendo angustiante para você. Quando existe o medo de perder alguém importante, é natural que surjam sentimentos como culpa, ansiedade e insegurança, especialmente em um momento de incerteza como um pedido de tempo no relacionamento.

    Independentemente do que venha a acontecer entre vocês, talvez seja importante evitar assumir a responsabilidade pela situação antes que ela seja compreendida e conversada entre ambos.

    Você também menciona que seu namorado é o seu único apoio. Quando sentimos que toda a nossa segurança emocional está concentrada em uma única pessoa, a possibilidade de perdê-la pode gerar sofrimentos muito intensos. Por isso, além de cuidar desse relacionamento, pode ser importante fortalecer outras fontes de apoio, como familiares, amigos ou um acompanhamento psicológico, para que você não precise enfrentar momentos difíceis sozinha.

    Como você relata conviver com autismo e depressão, esse período pode ser ainda mais desafiador emocionalmente. Procure acolher o que está sentindo e não hesite em buscar ajuda de pessoas de confiança e dos profissionais que acompanham você.

    Desejo que você consiga atravessar esse momento com o acolhimento e o cuidado de que precisa. Caso sinta necessidade de um acompanhamento psicológico, fico à disposição para ajudar. Abraço.


  • Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança

    Que tipo de profissional (terapeuta ou psicólogo ou psiquiatra) devo buscar? Tenho alta desconfiança de ter ansiedade desde a adolescência, tenho muitos traumas de infância que ainda me afetam (como agressão dos pais, problemas de atenção, bullying (psicológico) por colegas da escola e familiares, solidão, isolamento e muitas fugas da realidade por divagação), também sou bem paranoica desde criança, insegura, tenho crises de pânico e choro repentinas, estresses severos que me dão enxaqueca forte e vômito ou refluxo no estômago e trauma de chorar. Recentemente, finalmente estou criando coragem e juntando dinheiro para começar a me tratar e descobrir meus reais problemas, mas não faço ideia de qual profissional especifico eu deveria ir, já que tem tantas vertentes e tipos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Antes de tudo, é importante dizer que buscar ajuda já é um passo muito significativo, especialmente depois de tantas experiências difíceis.

    Pelo que você descreve, começar com um psicólogo pode ser um bom caminho. Na terapia você terá um espaço seguro de escuta e acolhimento, ajudando a compreender melhor sua história, suas emoções e os impactos dessas vivências ao longo do tempo.

    Em paralelo, pode ser importante também a avaliação com um psiquiatra, principalmente por conta das crises de pânico, da ansiedade intensa e dos sintomas físicos. Caso seja necessário, o uso de medicação pode ajudar a trazer mais estabilidade para que o processo terapêutico aconteça com mais suporte.

    Você não precisa ter todas as respostas agora. O processo começa justamente com alguém disposto a te ouvir, no seu ritmo, com respeito e sem julgamentos.


  • Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com comportamento manipul

    Por que o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com comportamento manipulativo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser confundido com comportamento manipulativo porque algumas reações (como mudanças intensas de humor, impulsividade ou medo de abandono) podem parecer, de fora, tentativas de controlar situações ou pessoas.

    No entanto, na maioria das vezes, esses comportamentos não são intencionais, mas sim formas de lidar com emoções muito intensas e difíceis de regular.

    Um trabalho importante da terapia é compreender essas atitudes como expressões de sofrimento, e não como “manipulação”. O foco é ajudar o paciente a desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar consigo mesma e com os outros.


  • O que é dependência terapêutica no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    O que é dependência terapêutica no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A dependência terapêutica, no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), acontece quando a pessoa passa a sentir que só consegue lidar com suas emoções ou tomar decisões com o apoio constante do terapeuta.

    Isso geralmente está ligado a dificuldades intensas de regulação emocional e ao medo de abandono, comuns nesse quadro.

    Na abordagem humanista, buscamos compreender essa dependência sem julgamento, como uma tentativa legítima de encontrar segurança. Ao longo do processo, o objetivo é fortalecer a autonomia do paciente, para que ele desenvolva mais confiança em si mesmo e em seus próprios recursos internos.


  • Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com

    Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a dor de rejeição e a construir uma maior resistência emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a dor de rejeição costuma ser vivida de forma muito intensa e profunda. O terapeuta pode ajudar oferecendo um espaço seguro, de escuta e acolhimento, onde essas experiências possam ser compreendidas sem julgamento.

    A partir disso, o trabalho envolve reconhecer e nomear emoções, fortalecer a autoestima e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com sentimentos difíceis, sem agir de maneira impulsiva.

    Na abordagem humanista, a relação terapêutica é central: ao vivenciar um vínculo consistente e confiável, o paciente pode, gradualmente, construir mais segurança interna e ampliar sua capacidade de lidar com frustrações e possíveis rejeições.


  • Qual é o Impacto da insegurança emocional na vida das pessoas ?

    Qual é o Impacto da insegurança emocional na vida das pessoas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A insegurança emocional pode gerar medo em níveis variados, podendo ser medos leves ou medos tão fortes que a pessoa se vê incapaz de enfrenta-lo. Se não trabalhada, a insegurança emocional pode sair de controle e se tornar uma barreira ao desenvolvimento de habilidades e recursos essenciais para o bom convívio com os outros e consigo mesmo.


  • Como a Inibição Comportamental pode ser Tratada? .

    Como a Inibição Comportamental pode ser Tratada? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A inibição comportamental pode ser tratada através da psicoterapia, identificando os medos e ansiedades e trabalhando a inteligência emocional, com o objetivo de aprender a lidar com esses sentimentos.
    Só encontramos a cura quando aceitamos uma dificuldade e olhamos para ela, por isso a psicoterapia é essencial.


  • Quais são as causas da Inibição Comportamental ? .

    Quais são as causas da Inibição Comportamental ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A inibição comportamental pode ocorrer tanto no nascimento quanto na vivência em um ambiente de medo ou ansiedade. Por isso é essencial o papel dos pais de trazerem segurança para os filhos e psicoterapia para enfrentar as dificuldades emocionais.


  • Como posso melhorar as minhas funções cognitivas?

    Como posso melhorar as minhas funções cognitivas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A função cognitiva e a mente funcionam como os nossos músculos: se não os exercitamos eles atrofiam. Por isso é essencial realizar atividades que exercitam a mente, como leituras, reflexões, conversar com as pessoas, psicoterapia, dentre outras.
    Também é essencial cuidar da saúde física, pois ela pode afetar o emocional, que por sua vez também afeta o cognitivo.


  • Como a psicoterapia pode ajudar no controle inibitório de pessoas com personalidade borderline (TPB)

    Como a psicoterapia pode ajudar no controle inibitório de pessoas com personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A psicoterapia pode ajudar no processo do autoconhecimento. Os indivíduos com personalidade borderline muitas vezes tem dificuldade de construir o amor próprio, então se dedicam intensamente nos outros, pois é o que gostariam que acontecesse com eles mesmos. O problema é que nem sempre irão encontrar reciprocidade.
    Por isso a psicoterapia pode auxiliar o indivíduo a compreender quais meios e elementos da sua vida lhes darão reciprocidade, assim como o afeto que buscam.


  • Qual é a relação entre habilidades sociais e inteligência emocional?

    Qual é a relação entre habilidades sociais e inteligência emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    A inteligência emocional envolve a forma como lidamos com as nossas emoções e as emoções dos outros. Muitas vezes as pessoas enxergam o lado emocional como algo irracional, porém existe lógica em como as emoções funcionam.
    Ao desenvolver a inteligência emocional o indivíduo passa compreender melhor as emoções das pessoas e de si mesmo, melhorando o convívio com ambos.


  • Como substituir pensamentos disfuncionais por pensamentos saudáveis?

    Como substituir pensamentos disfuncionais por pensamentos saudáveis?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    Primeiramente é importante olharmos mais a fundo para os pensamentos disfuncionais, pois se eles se mostram presentes é porque são importantes. As vezes um pensamento que parece puramente irracional pode ser a manifestação de um desejo reprimido, ou de um sofrimento que não foi trabalhado.
    Entendo que seria bom simplesmente trocarmos os pensamentos disfuncionais pelos saudáveis parar não sofrermos mais, porém somente ao aceitarmos e olharmos para o nosso sofrimento que conseguiremos deixar ele ir embora. A terapia é indicada para auxiliar esse processo.


  • O que fazer após identificar um pensamento disfuncional?

    O que fazer após identificar um pensamento disfuncional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    É indicado acessar esse pensamento e conversar sobre ele com pessoas que não irão te julgar. Quando olhamos para as nossas dificuldades e conversamos sobre elas iniciamos o processo terapêutico.


  • Quais são as consequências da falta de saúde mental?

    Quais são as consequências da falta de saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ian Keyske Takahashi Meylan

    As consequências são múltiplas e variadas. Ao ter sua saúde mental fragilizada uma pessoa pode encarar problemas de saúde física, pode ter dificuldade de se relacionar com o mundo e com seu interno. A saúde mental está diretamente atrelada à saúde física, então deve-se olhar para ela com a mesma importância.


Perguntas frequentes

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