Perguntas do paciente (637)
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Uso desve, depois de um tempo tomei coca cola e fumei. Tive um “princípio” de taquicardia e n conseg
Uso desve, depois de um tempo tomei coca cola e fumei. Tive um “princípio” de taquicardia e n consegui dormi, oq eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa reação pode acontecer nessa combinação.
A desvenlafaxina pode aumentar um pouco a ativação do organismo, e o uso de estimulantes como cafeína e nicotina pode potencializar sintomas como taquicardia, ansiedade e dificuldade para dormir.
Isso explica essa sensação de coração acelerado e insônia após o consumo.
Na prática, esses sintomas costumam ser transitórios e tendem a melhorar conforme o efeito dos estimulantes passa.
Evitar cafeína e cigarro, principalmente próximo ao horário de dormir, pode ajudar a prevenir novas crises.
Se os sintomas não estiverem melhorando ou se repetirem com frequência, é possível ajustar a condução para maior conforto e segurança.
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Comecei o uso do escitalopram em gotas, mas tenho problemas de anemia, gostaria de saber se posso to
Comecei o uso do escitalopram em gotas, mas tenho problemas de anemia, gostaria de saber se posso tomar sulfato ferroso, noripurum mastigável, há alguma interação entre os medicamentos??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O escitalopram pode, em geral, ser usado junto com sulfato ferroso ou Noripurum, sem uma interação direta relevante entre eles.
O principal cuidado é que o ferro pode causar desconforto gastrointestinal, e isso pode se somar a efeitos iniciais do escitalopram, como náusea.
Na prática, muitas pessoas usam essa combinação sem problemas.
Se houver desconforto, dá para ajustar o horário das medicações para melhorar a tolerabilidade.
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Pode tomar o Vatis e Trazodona juntos? Tomo Trazodona para depressão e induzir o sono Tenho arritmi
Pode tomar o Vatis e Trazodona juntos? Tomo Trazodona para depressão e induzir o sono
Tenho arritmia cardíaca tomo o VatisRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ssa associação precisa de atenção.
A trazodona pode influenciar o ritmo cardíaco em alguns casos, e quando associada a medicações usadas para arritmia, como o Vatis, pode haver aumento do risco de alterações no ritmo, dependendo do tipo específico do medicamento.
Isso não significa que não possa ser usada, mas exige avaliação cuidadosa e, em alguns casos, acompanhamento com exames como eletrocardiograma.
Na prática, essa combinação pode ser feita em situações selecionadas, com monitoramento adequado.
Antes de manter ou iniciar o uso conjunto, é importante alinhar com os médicos envolvidos para garantir mais segurança.
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estou tomando bupropiona há uma semana e me sentindo muito irritada, esse efeito passa? além disso,
estou tomando bupropiona há uma semana e me sentindo muito irritada, esse efeito passa?
além disso, sinto minha cabeça leve... como se qualquer movimento pudesse me levar a tontura. É norma? Passa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Essa reação pode acontecer no início do uso.
A bupropiona pode aumentar a ativação do organismo nas primeiras semanas, o que pode gerar irritabilidade, sensação de cabeça leve e tendência à tontura, especialmente no começo do tratamento.
Isso acontece porque o cérebro ainda está se ajustando à medicação.
Na prática, esses sintomas costumam melhorar ao longo de alguns dias até cerca de 1 a 2 semanas, conforme o corpo se adapta.
Se não estiver melhorando como esperado ou estiver muito incômodo, dá para ajustar a condução para tornar essa fase mais confortável.
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Estou tomando ozalapina 5,mg e estou tento febre e dor no corpo muscular ? É normal ? Esse efe
Estou tomando ozalapina 5,mg e estou tento febre e dor no corpo muscular ?
É normal ?
Esse efeito colateral dura quanto tempo ?
Se reduzir a dose será que esse efeito colateral passa ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa não é uma reação comum e merece atenção.
A olanzapina pode causar alguns efeitos como sonolência e ganho de apetite, mas febre associada a dor muscular não é um efeito típico e precisa ser avaliada, principalmente se surgiu após iniciar a medicação.
É importante considerar também outras causas, como infecções ou, mais raramente, reações adversas que exigem avaliação médica.
Na prática, não é esperado simplesmente aguardar passar sem investigar.
Se a febre e a dor persistirem ou estiverem intensas, o ideal é procurar avaliação para entender a causa antes de pensar em ajuste de dose.
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Nos últimos seis meses vinha tomando Fluvoxamina de 150mg com aprazolan divido em doses de 1mg três
Nos últimos seis meses vinha tomando Fluvoxamina de 150mg com aprazolan divido em doses de 1mg três vezes ao dia e quetiapina a noite de 25mg. Mas durante esses seis meses sempre vinham recaídas de ansiedade. Fui ao médico agora dia 23 de março e ele mudou o antidepressivo. Fiquei sete dias tomando 50mg de Fluvoxamina e 50mg de Sertralina, porém estou no 10 dia e agora só com a Sertralina, mas esses últimos dois dias foi pesado. Tá judiando mesmo. E querendo chorar, ansiedade e aperto no peito, os medos voltaram e estou me segurando nas doses de aprazolan. É normal sentir isso? Estou apreensivo, pois como falei está judiando. Estou ativo, mas está bem difícil.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto isso pode ser difícil nesse momento.
Na troca de antidepressivo, especialmente ao sair da fluvoxamina e entrar na sertralina, é comum ocorrer uma fase de instabilidade, com aumento da ansiedade, vontade de chorar, aperto no peito e retorno de medos, principalmente nas primeiras semanas.
Isso acontece porque o organismo está se ajustando à retirada de uma medicação e ao início de outra ao mesmo tempo.
Na prática, essa fase costuma ser transitória e tende a melhorar ao longo de 2 a 4 semanas, conforme a sertralina começa a fazer efeito mais consistente.
O uso do alprazolam pode ajudar nesse período, mas se estiver muito difícil de tolerar, isso indica que pode ser necessário ajustar a estratégia.
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Tomei bupropiona por quatro meses com clonazepam 1 mg. Tive crises de ansiedade muito fortes. A psiq
Tomei bupropiona por quatro meses com clonazepam 1 mg. Tive crises de ansiedade muito fortes. A psiquiatra me indicou tomar junto, escitalopram de 10 mg e mesmo assim continuo muito depressivo e com crises de ansiedade, além de estar cada vez mais dependente do clonazepam. Tenho tido pensamentos que não gostaria de ter. Gostaria de tentar voltar a não depender de nenhuma medicação, pois parece que o meu discernimento era maior quando apenas tinha depressão e não fazia uso de medicamentos, além de não ter "pensamentos ruins", nesse período tinha forças pra fazer exercícios físicos regularmente, mas não me sinto forte o suficiente pra parar de tomar o clonazepam.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa sensação pode acontecer quando o tratamento ainda não está bem ajustado.
A bupropiona pode aumentar ansiedade em algumas pessoas, e mesmo com a entrada do escitalopram pode levar algumas semanas até estabilizar melhor o humor e reduzir as crises.
O uso contínuo de clonazepam pode dar alívio imediato, mas com o tempo pode gerar dependência e sensação de perda de controle, além de não tratar a causa da ansiedade.
Esses “pensamentos ruins” e a piora do bem-estar indicam que o momento pede ajuste do tratamento, não necessariamente retirada total por conta própria.
Na prática, é possível reduzir e até retirar medicações como o clonazepam, mas isso precisa ser feito de forma gradual e com suporte, enquanto se organiza uma base mais estável para ansiedade e humor.
Se está difícil de lidar dessa forma, dá para reorganizar a condução para recuperar mais clareza, estabilidade e autonomia ao longo do tempo.
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Estou há 22 dias tratando o TAG com 15 mg de escitalopram e já obtive melhoras nos efeitos colaterai
Estou há 22 dias tratando o TAG com 15 mg de escitalopram e já obtive melhoras nos efeitos colaterais iniciais, porém não houve uma melhora significativa, que realmente busco, no medo desproporcional em determinadas situações (evitação) e na ansiedade antecipatória. Gostaria de saber se ainda notarei uma melhora que realmente me traga tranquilidade e consequentemente minha paz mental e qual o tempo estimado para isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Com 22 dias ainda é cedo para o efeito completo.
Escitalopram costuma melhorar mais entre 4 a 6 semanas, às vezes até um pouco mais.
Ansiedade antecipatória e evitação são os últimos sintomas a ceder.
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Posso tomar pregabalina para ansiedade enquanto tomo lisinopril para tensão e atorvastatina para col
Posso tomar pregabalina para ansiedade enquanto tomo lisinopril para tensão e atorvastatina para colesterol?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
oa tarde,
Essa dúvida pode surgir ao associar medicações para diferentes condições.
A pregabalina pode, em geral, ser usada junto com lisinopril e atorvastatina, sem uma interação direta relevante entre elas.
O principal cuidado é que a pregabalina pode causar tontura, sonolência ou sensação de fraqueza, o que pode somar com possíveis efeitos da pressão, especialmente no início.
Na prática, essa combinação costuma ser bem tolerada, mas é importante observar como você se sente nos primeiros dias.
Se surgirem sintomas como tontura importante ou mal-estar, é possível ajustar a condução para manter o tratamento com mais conforto e segurança.
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Eu tomo Desvenfalexina 100 mg e esqueci de tomar um dia e fiquei muito mal mas mesmo retomando ainda
Eu tomo Desvenfalexina 100 mg e esqueci de tomar um dia e fiquei muito mal mas mesmo retomando ainda continuo com sintomas de enjoo, tensão, chorona e já se passaram 4 dias , quando q vai passar esses sintomas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Isso pode acontecer após esquecer a medicação.
A desvenlafaxina tem um perfil em que a falta de uma dose pode gerar sintomas de retirada, como enjoo, tensão, irritabilidade e maior sensibilidade emocional, mesmo após retomar o uso.
Isso ocorre porque há uma queda rápida dos níveis no organismo, e o corpo leva um tempo para se reequilibrar.
Na prática, esses sintomas costumam melhorar gradualmente ao longo de alguns dias até cerca de 1 semana após a retomada regular.
Se não estiver melhorando como esperado ou estiver muito intenso, é possível ajustar a condução para aliviar esses sintomas com mais conforto.
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Oi. Duloxetina e gabapentina podem ser usadas juntas? OBG.
Oi.
Duloxetina e gabapentina podem ser usadas juntas? OBG.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Essa dúvida pode surgir ao associar medicações.
A duloxetina e a gabapentina podem, em geral, ser usadas juntas, e essa combinação é relativamente comum em alguns quadros, como dor crônica e ansiedade.
O principal ponto é que ambas podem causar sonolência, tontura ou sensação de lentificação, especialmente no início ou após ajustes de dose.
Na prática, costuma ser uma associação bem tolerada, desde que acompanhada e ajustada conforme a resposta.
Se surgirem efeitos incômodos, é possível ajustar a condução para manter o tratamento com mais conforto e segurança.
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Olá estou na 4 semana do Afax 50mg, as três primeiras semanas senti bastante apatia, estava calma e
Olá estou na 4 semana do Afax 50mg, as três primeiras semanas senti bastante apatia, estava calma e tranquila com coisas absurdas, e agr essa semana voltei mais ansiosa do que já era, e estou bem imperativa, tenho consulta de retorno com meu psiquiatra mas gostaria de saber se faz parte do remédio
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá estou na 4 semana do Afax 50mg, as três primeiras semanas senti bastante apatia, estava calma e tranquila com coisas absurdas, e agr essa semana voltei mais ansiosa do que já era, e estou bem imperativa, tenho consulta de retorno com meu psiquiatra mas gostaria de saber se faz parte do remédio.
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Tenho crises de compulsão alimentar praticamente todos os dias. Já fiz tratamento psiquiátrico com t
Tenho crises de compulsão alimentar praticamente todos os dias. Já fiz tratamento psiquiátrico com topiramato, bupropiona e fluoxetina e não adiantou nada. Quadro tem se agravado, em um ponto que penso em comida 24h por dia, inclusive dormindo/nos sonhos. Tenho imc normal porque aprendi a comer somente alimentos baixíssimos em caloria devido ao volume absurdo que como. Não consigo comprar nada para deixar em casa, pois sei que vou consumir tudo no mesmo dia. Não se trata de preferência por um alimento palatável, minhas crises como quilos de vegetais como chuchu sem nada, ou mesmo alface em quantidades cavalares, vegetais congelados.... Ainda assim, preciso me exercitar para não ganhar peso, mas estou psicologicamente exausta e está destruindo minha vida o food noise. Quando começo a comer, não consigo parar até acabar tudo, ficando com uma sensação de que meu estômago vai explodir. Algum médico poderia me ajudar? Já fiz acompanhamento com psicólogo mas no momento preciso de algo que realmente me tire desse buraco. Qual especialidade devo procurar: psiquiatra ou nutrólogo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Entendo o quanto esse quadro pode ser exaustivo e difícil de controlar.
O que você descreve é compatível com um padrão de compulsão alimentar com perda de controle e pensamento persistente em comida, mesmo sem relação com fome ou tipo específico de alimento, o que costuma estar mais ligado a mecanismos neurobiológicos e emocionais do que apenas comportamento alimentar.
Por isso, o psiquiatra costuma ser o principal profissional nesse momento, pois pode avaliar melhor o funcionamento do quadro, revisar estratégias e ajustar medicações de forma mais direcionada, especialmente quando já houve tentativas sem resposta.
O nutrólogo ou nutricionista pode ajudar como complemento, principalmente na organização alimentar, mas não costuma ser suficiente isoladamente nesse tipo de situação.
Na prática, quando há esse nível de intensidade e prejuízo, é comum precisar de um manejo mais estruturado e específico para reduzir o “food noise” e recuperar o controle.
Se não estiver melhorando com as abordagens anteriores, uma avaliação mais próxima pode ajudar a reorganizar o tratamento e te tirar desse ciclo de forma mais eficaz.
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Pode tomar magnésio treonato e complexo b com a mirtazapina?
Pode tomar magnésio treonato e complexo b com a mirtazapina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Essa dúvida pode surgir ao associar suplementos com medicação.
O magnésio (incluindo o treonato) e o complexo B podem, em geral, ser usados junto com a mirtazapina, sem interação direta relevante na maioria dos casos.
O principal ponto é que o magnésio pode aumentar um pouco o relaxamento ou a sonolência, o que pode somar com o efeito da mirtazapina, especialmente à noite.
Na prática, essa combinação costuma ser bem tolerada.
Se notar sonolência excessiva ou algum desconforto, é possível ajustar a condução para manter o uso com mais conforto e segurança.
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Estou tomando velafaxina 75mg a 19 dias não tô me sentindo muito triste mas também não me sinto empo
Estou tomando velafaxina 75mg a 19 dias não tô me sentindo muito triste mas também não me sinto empolgado e nem muito feliz no dia a dia
O que esperar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde,
Essa percepção pode acontecer nessa fase do tratamento.
Com cerca de 2 a 3 semanas de uso, a venlafaxina pode começar a reduzir sintomas mais intensos, como tristeza, mas ainda não atingir plenamente aspectos como motivação, prazer e disposição.
Isso acontece porque a resposta do organismo é gradual, e diferentes sintomas melhoram em tempos diferentes.
Na prática, o efeito mais completo costuma aparecer entre 4 a 6 semanas, podendo haver evolução progressiva após esse período.
Se não houver melhora mais clara ou estiver insatisfeito com o resultado, é possível ajustar a condução para alcançar um efeito mais completo.
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A abordagem farmacológica é eficaz no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
A abordagem farmacológica é eficaz no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde. A abordagem farmacológica no Transtorno de Personalidade Borderline tem um papel limitado e não é considerada o tratamento principal. Diferente de outros transtornos, não existe uma medicação específica que trate o TPB de forma global. Os medicamentos são utilizados de forma complementar, com foco em sintomas-alvo como impulsividade, instabilidade de humor, ansiedade ou sintomas depressivos.
A base do tratamento do TPB é psicoterápica, especialmente abordagens estruturadas, que atuam diretamente nos padrões emocionais e comportamentais do transtorno. A medicação pode ajudar em momentos específicos, mas isoladamente não costuma trazer resolução significativa do quadro.
Por isso, o mais importante é uma avaliação individualizada para definir quais sintomas estão mais evidentes e se há benefício no uso de medicação como suporte dentro de um plano terapêutico mais amplo.
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Meu psiquiatra quer remover o escitalopram de 20mg que tomo há 6 anos, que não está mais surtindo ef
Meu psiquiatra quer remover o escitalopram de 20mg que tomo há 6 anos, que não está mais surtindo efeito, pela paroxetina 25mg (pondera)… como essa troca deve ser feita de forma segura? ele simplesmente quer trocar de forma abrupta, sem desmame, não sei se é o certo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde. A troca do escitalopram pela paroxetina pode ser feita de diferentes formas, e a substituição direta (sem desmame) é uma estratégia utilizada em alguns casos, especialmente por se tratarem de antidepressivos da mesma classe (ISRS), o que reduz o risco de descontinuação importante. No entanto, isso não é uma regra absoluta. O escitalopram tem meia-vida relativamente curta e, após uso prolongado como no seu caso, pode sim haver sintomas de descontinuação se retirado abruptamente, como irritabilidade, tontura, ansiedade ou desconforto físico.
Por outro lado, a paroxetina também tem perfil mais propenso a efeitos de adaptação inicial, o que pode somar desconfortos se a transição não for bem tolerada. Por isso, embora a troca direta seja possível do ponto de vista técnico, a melhor estratégia depende da sensibilidade individual, histórico de resposta e tolerabilidade.
O ponto central aqui não é apenas “pode ou não pode trocar direto”, mas se essa estratégia é a mais confortável e segura para você. Em muitos casos, uma transição mais gradual pode reduzir efeitos indesejáveis.
Vale uma avaliação mais cuidadosa para ajustar essa troca de forma individualizada e minimizar desconfortos durante o processo.
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Boa noite. Depois de terminado o desmame do escitalopram, sensações de raiva e impaciência aparecem
Boa noite.
Depois de terminado o desmame do escitalopram, sensações de raiva e impaciência aparecem comumente mas tendem a passar? O cérebro está pedindo pela "droga"? Médica diz ser transitório. OBG por responder.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. Após o desmame do escitalopram, é comum surgirem sintomas como irritabilidade e impaciência, geralmente relacionados à adaptação do organismo à retirada da medicação. Na maioria das vezes, são transitórios. No entanto, é importante avaliar se se trata apenas de efeito de descontinuação ou início de recaída, o que só é possível com uma análise individualizada. Recomendo agendar uma consulta para uma avaliação mais precisa e orientação adequada ao seu caso.
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Estou tomando olanzapina de 10mg vai fazer 2 meses e percebi que minha memória de curto prazo e abso
Estou tomando olanzapina de 10mg vai fazer 2 meses e percebi que minha memória de curto prazo e absorção de conhecimento estão prejudicadas (estou meio esquecida também). Senti isso agravar muito quando estava batendo 3 semanas de olanzapina de 10mg. Também estou com uma leve dificuldade de trazer ideias e externalizar como as coisas estão na minha mente pois fica um pouco difícil de estruturar. Não estou sentindo sono pelo dia. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa noite. O uso da olanzapina pode, em alguns casos, estar associado a efeitos cognitivos como lentificação do pensamento, dificuldade de concentração e queixas de memória, especialmente nas primeiras semanas ou após aumento de dose. Esses sintomas podem ocorrer mesmo na ausência de sonolência evidente.
Em muitos casos, há uma tendência de melhora com o tempo, à medida que o organismo se adapta à medicação. No entanto, é importante avaliar a intensidade dos sintomas, o impacto no dia a dia e a relação com a dose utilizada.
Recomendo agendar uma consulta para uma avaliação individualizada, a fim de verificar se os sintomas são esperados, se há necessidade de ajuste de dose ou até mesmo reconsideração da medicação, garantindo melhor equilíbrio entre benefícios e efeitos colaterais.
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Olá, tenho 19 anos - TDAH e Tea nivel 1 - tomo venvanse por volta de uns 2 anos, mas sempre senti mu
Olá, tenho 19 anos - TDAH e Tea nivel 1 - tomo venvanse por volta de uns 2 anos, mas sempre senti muito ansiedade pela manha, melhorando só de tarde, mas era suportável, acontece que por circustancias da vida muito mais corrida por conta da faculdade (trato ansiedade com desvenlafaxina), minha ansiedade piorou muito, quase todo dia de manha por volta das 11 tenho uma crise de ansiedade e estresse, querendo bater nas coisas/me machucar - isso é todo santo dia, uma ansiedade tremenda sem motivo nenhum, mesmo estando sem nenhum problema. Eu estava tomando 30mg, ele abaixou para 15mg e nos primeiros dias senti um alivio da ansiedade, mas agora voltou e voltou muito forte. Eu tomo o venvanse, por volta das 6 e sinto crise de ansiedade das 8 da manha até as 15 da tarde, sem interrupção. Eu irei voltar no médico obviamente, mas queria ouvir uma outra opinião. Será que o venvanse não ta servindo? Por que eu sinto que o que me atrapalha mais hoje é ansiedade mesmo e não os sintomas do TDAH, por que eu não sinto uma paz com o venvanse igual é relatado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. O que você descreve é compatível com um quadro de piora significativa de ansiedade possivelmente relacionado ao uso do Venvanse, especialmente pelo padrão bem marcado de início após a medicação e duração ao longo da manhã e início da tarde. Estimulantes podem aumentar liberação de dopamina e noradrenalina, o que em algumas pessoas, principalmente com ansiedade associada, pode gerar exatamente esse tipo de reação: ansiedade intensa, agitação, irritabilidade e até impulsos de autoagressão, mesmo sem gatilho claro. O fato de ter melhorado ao reduzir a dose e depois piorado novamente sugere que pode não ser apenas questão de dose, mas de sensibilidade ao medicamento ou até inadequação para o seu perfil atual, principalmente considerando que hoje a ansiedade parece ser o sintoma predominante e mais incapacitante do que o TDAH em si. Nesses casos, insistir no estimulante nem sempre é a melhor estratégia, e existem outras abordagens possíveis que equilibram melhor foco e ansiedade. Vale uma avaliação mais aprofundada para ajustar isso de forma mais precisa e evitar esse sofrimento diário.
Perguntas frequentes
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Quando eu vou jogar futebol, principalmente com pessoas mais velhas, eu sinto muito medo e ansiedade
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
Sim, a…