Perguntas do paciente (222)

  • Bom dia estou frequentando uma casa de swing onde todos são liberal . Mais não consigo me soltar lá

    Bom dia estou frequentando uma casa de swing onde todos são liberal . Mais não consigo me soltar lá dentro minhas amigas amigas ficam no meu pé pra pegar as mulherada kkk mais não consigo chegar na pessoa e fazer elogios fico muito tensa me tremo não entendo o pq disso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Bom dia! O que você está experienciando é bastante comum em situações onde há um nível de pressão social ou de expectativas sobre como devemos agir. Mesmo em um ambiente que é aberto e liberal como uma casa de swing, algumas pessoas podem se sentir tensas ou desconfortáveis em se aproximar de outras, principalmente se houver uma expectativa de comportamento ou de interação mais "desinibida".

    Aqui estão alguns motivos que podem estar influenciando sua dificuldade de se soltar nesse ambiente e algumas sugestões para lidar com isso:

    1. Ansiedade Social
    A ansiedade social é uma condição onde a pessoa se sente extremamente desconfortável em situações sociais, especialmente quando precisa interagir com pessoas desconhecidas ou quando há um medo do julgamento dos outros. Mesmo em um ambiente liberal, o medo de ser julgado, de fazer algo "errado" ou de se expor pode gerar essa tensão.

    2. Pressão Externa
    Parece que suas amigas estão incentivando você a se envolver com as mulheres no ambiente, o que pode aumentar a sensação de pressão. Isso pode gerar um desconforto maior em relação ao que se espera de você e como você "deveria" agir. Essa pressão pode fazer com que você se sinta ainda mais tenso e hesitante.

    3. Desconforto com o Ambiente
    Embora a casa de swing seja um ambiente liberal, é possível que você ainda não se sinta totalmente à vontade, principalmente se for a sua primeira experiência nesse tipo de ambiente. Isso pode causar uma sensação de desconforto e nervosismo, já que você pode estar tentando se encaixar em algo que ainda não está completamente familiarizado.

    4. Falta de Confiança ou Autoestima
    Em alguns casos, a dificuldade em chegar em alguém, fazer elogios ou se soltar pode estar relacionada à autoestima. Você pode não se sentir confiante o suficiente para se aproximar de outra pessoa de forma descontraída, ou pode se preocupar com o que a outra pessoa vai pensar.

    5. Inexperiência ou Dúvidas Pessoais
    Se você ainda está se familiarizando com esse tipo de ambiente ou se é algo relativamente novo para você, pode ser normal sentir um certo nervosismo. Muitas pessoas passam por esse tipo de "bloqueio" quando estão em situações desconhecidas.

    Como lidar com isso:
    Permita-se ser você mesmo: Não existe uma maneira "certa" de se comportar em um ambiente como esse. Se você não se sente à vontade para se aproximar de alguém ou fazer elogios, tudo bem. Não force a situação. Se você sentir vontade de agir, faça isso no seu tempo, respeitando seus próprios limites e conforto.

    Desacelere: Em vez de se pressionar para se comportar de uma maneira específica ou de agir de acordo com o que suas amigas esperam, tire um tempo para observar, relaxar e entender o ambiente. Isso pode ajudar a aliviar a tensão e te permitir agir de forma mais natural, sem pressões externas.

    Converse com suas amigas: Se você sentir que suas amigas estão te pressionando ou te colocando em uma situação desconfortável, uma conversa franca pode ser útil. Elas podem não perceber o impacto de suas palavras ou ações e, ao falar sobre isso, você pode se sentir mais à vontade para agir da maneira que preferir.

    Pratique a confiança em si mesmo: Trabalhe em sua autoestima e confiança. Reconheça suas qualidades e o que você tem a oferecer em qualquer situação, sem se comparar com os outros ou se cobrar demais. Isso pode ajudar a diminuir o nervosismo e a ansiedade.

    Relaxe e aproveite o momento: O mais importante é que você se divirta e se sinta confortável. Se sentir que a pressão está te deixando tenso demais, é sempre bom se afastar um pouco, respirar fundo e lembrar que o ambiente é para se divertir, e não para se sentir sobrecarregado.

    Conclusão
    É normal se sentir tenso ou nervoso em situações novas ou quando há uma expectativa sobre como agir. A chave é dar a si mesmo tempo para se ajustar ao ambiente, respeitar seus próprios limites e agir de maneira autêntica, sem pressões externas. Não se sinta mal por não estar se soltando imediatamente – a confiança e a descontração vêm com o tempo e a prática, e o mais importante é que você se sinta bem consigo mesmo.

    Se você continuar se sentindo tenso ou se essa dificuldade estiver afetando seu bem-estar de forma significativa, considerar conversar com um terapeuta pode ser útil para explorar questões relacionadas à ansiedade ou à autoestima.


  • Olá bom dia ,tenho 27 anos mim chamo Marilene fico com um cara a quase 4 anos ,mas ele nunca mim ped

    Olá bom dia ,tenho 27 anos mim chamo Marilene fico com um cara a quase 4 anos ,mas ele nunca mim pediu em namoro ,ele não gosta de fazer sexo oral em mim, ele raramente vem aqui em casa atrás de mim ,sempre que paga as coisas quando saímos e eu ,já estou casando com essa falta de interesse dele comigo ,oque eu faço ?, já não aguento mais essa geito dele desenterresado, sim eu parti pra outro estou fazendo erado ??? Por favor mim ajuda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, Marilene, bom dia! Eu entendo o quanto você deve estar se sentindo frustrada e insegura em relação a essa situação. Quando estamos em um relacionamento e sentimos que a outra pessoa não está tão interessada ou comprometida como gostaríamos, isso pode gerar muitas dúvidas e até a sensação de estar sendo ignorada ou desvalorizada.

    Vou te dar algumas reflexões e sugestões para tentar te ajudar a entender melhor o que está acontecendo e, se necessário, tomar decisões mais claras para o seu bem-estar.

    1. Entenda o Comportamento Dele
    Primeiro, é importante tentar entender o que está acontecendo no relacionamento. O fato de ele nunca ter pedido namoro, de não ter tanta iniciativa com você, ou até de não demonstrar o interesse esperado, pode ser sinal de que ele tem dificuldades em se comprometer ou não tem as mesmas expectativas que você para o relacionamento.

    Algumas perguntas para refletir:

    Qual é o motivo dele não ter pedido namoro? Já conversaram sobre isso? Pode ser que ele não tenha o mesmo tipo de compromisso emocional ou não tenha as mesmas prioridades que você.
    Ele já expressou de alguma forma que não gosta de certos tipos de intimidade, como o sexo oral? Isso pode ser algo que ele não está confortável em fazer, ou pode indicar um distanciamento emocional da parte dele.
    2. A Comunicação é Fundamental
    A falta de comunicação pode estar criando uma desconexão entre vocês. O ideal é que você converse abertamente com ele sobre como está se sentindo. Fale de forma honesta, sem acusar, mas expressando suas necessidades e sentimentos.

    O que você pode dizer:

    "Eu sinto que a nossa relação não está fluindo como eu gostaria, e isso tem me deixado triste e insegura. Eu preciso entender o que você espera do nosso relacionamento, o que é importante para você."
    "Estou me sentindo desvalorizada, principalmente em relação ao sexo e à atenção que você me dá. Você pode me ajudar a entender melhor sua postura sobre isso?"
    Essas conversas podem ser difíceis, mas são essenciais para que ambos saibam onde estão e o que podem esperar um do outro.

    3. A Falta de Interesse e a Valorização Pessoal
    O fato dele não demonstrar tanto interesse ou não pagar atenção nas suas necessidades emocionais e físicas pode ser um reflexo de que ele não está totalmente comprometido ou que não te valoriza da maneira que você merece.

    Você tem todo o direito de esperar ser tratada com carinho, respeito e atenção. O amor e o respeito devem ser recíprocos. Se você sente que está fazendo muito esforço para manter o relacionamento e ele não corresponde da mesma forma, isso pode gerar uma sensação de desequilíbrio emocional.

    4. O "Partir Para Outro" - Está Errado?
    Sobre você ter "partido para outro", é importante que você reflita sobre o que isso significa para você. Quando estamos em um relacionamento onde nos sentimos negligenciadas ou ignoradas, podemos procurar atenção em outro lugar como uma forma de suprir uma carência emocional ou física.

    Porém, isso pode gerar confusão para você mesma, além de complicar ainda mais a situação com ele, caso decida seguir com esse relacionamento. O ideal seria resolver as questões com ele primeiro, de forma clara e direta. O "partir para outro" não é necessariamente errado, mas pode não ser a solução mais saudável se o que você quer realmente é resolver a insatisfação no relacionamento atual. Refletir sobre o que você deseja para sua vida e o que você merece é essencial para tomar decisões mais conscientes.

    5. O Que Fazer?
    Aqui estão algumas opções para você considerar:

    Converse abertamente com ele sobre seus sentimentos e sobre o que você espera de um relacionamento. Tente entender o que ele pensa sobre isso.
    Estabeleça seus limites e expectativas. Não tenha medo de pedir o que você precisa para se sentir amada, respeitada e valorizada.
    Avalie se ele está disposto a mudar ou a investir no relacionamento. Se ele continuar demonstrando desinteresse, você precisa pensar se esse relacionamento realmente te faz bem ou se está te deixando infeliz.
    Reflita sobre o que você deseja para sua vida amorosa. Se você sente que não está sendo tratada da maneira que merece, pode ser hora de considerar seguir em frente, mesmo que seja doloroso. Você merece um relacionamento onde suas necessidades emocionais e físicas sejam atendidas com respeito e amor.
    Conclusão
    Marilene, você está em um momento em que suas necessidades emocionais e físicas não estão sendo atendidas da forma como você gostaria. A melhor solução é se comunicar de forma clara e honesta com ele sobre como você se sente. Mas, acima de tudo, lembre-se de que você merece um relacionamento onde se sinta amada, respeitada e valorizada. Se, depois de uma conversa sincera, você perceber que ele não está disposto a se comprometer ou mudar, pode ser necessário pensar em sua felicidade a longo prazo e tomar decisões para o seu bem-estar.

    Estou aqui se precisar de mais ajuda ou quiser conversar mais sobre isso.


  • Estou namorado a 3 meses, e minha namorada reclama que eu sou muito intenso, e até demais. Tivem

    Estou namorado a 3 meses, e minha namorada reclama que eu sou muito intenso, e até demais.

    Tivemos já conversas sobre mas ela reclama que as vezes eu faço demais, e acaba “se afastando”

    Tento fazer de tudo. Pagar um jantar, convidar pra sair, ficar junto, dou presentes.

    Faço de tudo para ser um bom namorado e ser presente, porem, isso me dá muito incômodo e medo e perder ela

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Eu entendo o que você está sentindo, e é muito comum que em relacionamentos, especialmente nos primeiros meses, as pessoas tentem agradar demais ou se esforcem para fazer tudo para o outro, o que pode, às vezes, criar um desequilíbrio. O fato de você querer ser um bom namorado e mostrar carinho é muito válido, mas a sua namorada provavelmente está pedindo por um tipo de equilíbrio entre a dedicação e o espaço para que ambos possam crescer de maneira saudável, tanto como indivíduos quanto como casal.

    Aqui estão alguns pontos que podem ajudar a entender melhor a dinâmica do relacionamento:

    1. Intensidade e Espaço
    Muitas vezes, as pessoas que são muito intensas em relacionamentos podem estar buscando segurança, amor e afeto, especialmente se têm um medo de perda, como você mencionou. Porém, esse comportamento, quando é excessivo, pode gerar um sentimento de sufocamento para a outra pessoa. Ela pode sentir que não está tendo o espaço necessário para ser ela mesma e para respirar, e isso pode levar a um certo afastamento emocional.

    O que pode ajudar: Tente encontrar um equilíbrio entre mostrar carinho e também respeitar o espaço dela. Permita que ela tenha momentos para si mesma, para seus próprios hobbies, amigos ou até mesmo para refletir sobre o relacionamento. Isso não significa que você precisa "dar espaço" no sentido de afastamento, mas sim dar a liberdade de ser ela mesma, sem a pressão constante de "fazer demais" para agradá-la.

    2. Evitar a Ansiedade da Perda
    O medo de perder alguém pode gerar comportamentos que, mesmo que bem-intencionados, acabam passando uma sensação de insegurança. Quando você se sente inseguro, tenta compensar isso com gestos grandiosos, presentes e demonstrações constantes de carinho, mas isso pode fazer com que a pessoa perceba isso como uma tentativa de "comprar" seu afeto ou fazer com que ela se sinta pressionada.

    O que pode ajudar: Tente focar em fortalecer sua autoconfiança e segurança emocional. Relacionamentos saudáveis não são baseados na ansiedade de perder o outro, mas sim na confiança mútua. É importante lembrar que, ao dar o seu melhor, você não precisa "garantir" que ela fique com você o tempo todo. Às vezes, a confiança no relacionamento vai sendo construída com o tempo, e as demonstrações de afeto, sem tanta pressão, podem ser mais eficazes.

    3. Compreender as Necessidades dela
    A sua namorada pode ter uma maneira diferente de demonstrar afeto ou de vivenciar o relacionamento. Talvez ela não precise de tantas demonstrações intensas o tempo inteiro. Algumas pessoas preferem momentos mais calmos e equilibrados, sem tanta sobrecarga de gestos ou surpresas. Pode ser útil conversar com ela de uma forma aberta, para entender melhor as necessidades dela, o que ela realmente valoriza e como você pode ser o melhor parceiro para ela sem se perder de si mesmo.

    O que pode ajudar: Pergunte a ela o que ela mais gosta nas suas demonstrações de carinho, mas também pergunte o que ela sente que é demais. A comunicação aberta é fundamental para ajustar as expectativas e criar um relacionamento mais equilibrado e satisfatório para ambos.

    4. Focar na Qualidade, não na Quantidade
    A preocupação excessiva em ser o "melhor namorado" com gestos grandiosos pode acabar tirando o foco do mais importante: o relacionamento saudável e genuíno. Pequenos gestos diários de carinho e atenção podem ser mais valiosos do que grandes surpresas, e ela provavelmente vai valorizar muito mais a qualidade dos momentos que passam juntos do que uma pressão constante para agradá-la.

    O que pode ajudar: Foque em momentos simples, como conversas profundas, atenção plena ao que ela diz, ou até um pequeno gesto de carinho que mostre que você se importa, sem precisar exagerar. Às vezes, o que realmente importa é estar presente de uma forma tranquila e natural.

    5. Trabalhar em sua própria confiança
    Você mencionou o medo de perder sua namorada, o que é completamente natural, mas esse medo pode gerar uma pressão desnecessária. Se você sentir que está colocando uma responsabilidade muito grande sobre você para “fazer tudo certo” o tempo todo, isso pode resultar em desgaste emocional para você e para o relacionamento.

    O que pode ajudar: Tente trabalhar em sua autoconfiança e lembre-se de que um relacionamento saudável é feito de troca e respeito mútuo. A ansiedade constante sobre o futuro pode criar um ciclo de preocupação. Acredite que o que você já faz e quem você é são suficientes, sem precisar de uma "performance" o tempo todo.

    Conclusão:
    É muito legal que você queira ser um bom namorado e fazer o melhor pelo relacionamento, mas é importante equilibrar isso com as necessidades do outro e também com o seu próprio bem-estar emocional. Uma boa comunicação é a chave, e entender que ambos têm maneiras diferentes de se expressar e de viver o relacionamento vai ajudá-los a encontrar um equilíbrio que funcione.

    Não tenha medo de buscar esse equilíbrio, sem pressões excessivas e com mais espaço para ambos crescerem juntos, sem abrir mão de quem vocês são individualmente. Se você tiver mais dúvidas ou quiser conversar mais sobre isso, estarei por aqui!


  • Mesmo estando tudo bem em um relacionamento ou algo do tipo, uma pessoa fica procurando problema em

    Mesmo estando tudo bem em um relacionamento ou algo do tipo, uma pessoa fica procurando problema em tudo, seja em ações ou palavras. É exagerada e dramática. O que pode ser isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Quando uma pessoa começa a "procurar problemas" em tudo, mesmo em um relacionamento que aparentemente está bem, isso pode ser sinal de várias questões emocionais ou psicológicas que precisam ser analisadas com cuidado. Aqui estão algumas possíveis razões para esse comportamento:

    1. Insegurança Emocional
    A insegurança é uma das causas mais comuns para alguém que constantemente procura problemas ou cria drama, mesmo quando não há motivo real para isso. A pessoa pode sentir que não merece estar em um relacionamento saudável ou tem medo de ser abandonada, traída ou negligenciada. Isso pode fazer com que ela interprete qualquer situação de forma exagerada, buscando indícios de que algo está errado, mesmo que não esteja.

    Exemplo: Se seu parceiro diz algo neutro ou sem intenção negativa, a pessoa pode imediatamente achar que isso é uma crítica ou um sinal de que a relação está em perigo.

    2. Medo de Abandono ou Rejeição
    Algumas pessoas têm um medo profundo de serem rejeitadas ou abandonadas, e isso pode fazer com que elas se tornem muito sensíveis a qualquer possível sinal de distanciamento. Esse medo pode ser fruto de experiências passadas, como relacionamentos que terminaram de forma dolorosa ou experiências de rejeição na infância.

    Exemplo: Mesmo quando tudo parece estar bem, a pessoa pode começar a questionar se o parceiro realmente a ama ou se vai deixá-la, criando cenários negativos na cabeça dela sem motivo real.

    3. Transtornos de Ansiedade
    A ansiedade pode fazer com que a pessoa se preocupe excessivamente com coisas pequenas e tente antecipar problemas que nem existem. Isso pode gerar uma sensação constante de desconforto ou desconexão, fazendo com que a pessoa interprete situações normais como ameaças ao relacionamento.

    Exemplo: A pessoa pode ficar ansiosa com pequenas atitudes do parceiro, como uma mudança de tom de voz ou uma resposta rápida, e interpretar isso como um sinal de que algo está errado.

    4. Baixa Autoestima
    Quem tem baixa autoestima pode, muitas vezes, se sentir inferior ou não merecedor de coisas boas, incluindo um relacionamento estável e feliz. Isso pode levar a um comportamento onde a pessoa começa a "procurar problemas" como uma forma de confirmar seus próprios medos ou crenças negativas sobre si mesma.

    Exemplo: A pessoa pode pensar que o parceiro está agindo de forma diferente ou distante porque não a acha interessante ou valiosa o suficiente, mesmo que isso não seja verdade.

    5. Padrões de Comportamento Aprendidos
    Se alguém cresceu em um ambiente onde havia muitos conflitos, discussões ou relações disfuncionais, essa pessoa pode, inconscientemente, repetir esses padrões em seus próprios relacionamentos. Para ela, o drama e os conflitos podem parecer "normais", e ela pode buscar essa dinâmica em situações onde não há motivo para isso.

    Exemplo: Mesmo em um relacionamento saudável, a pessoa pode criar conflitos ou "dramas" porque acredita que esse é o único jeito de se conectar emocionalmente ou de manter o relacionamento interessante.

    6. Busca por Atenção
    Em alguns casos, uma pessoa pode procurar problemas ou criar drama porque, de alguma forma, isso a faz sentir que está sendo notada ou recebendo atenção, mesmo que seja de forma negativa. Às vezes, a busca constante por atenção pode gerar essa necessidade de fazer tempestade em copo d'água.

    Exemplo: Quando tudo está calmo, a pessoa pode criar uma situação de conflito para receber uma resposta emocional forte do parceiro, seja por medo de ser ignorada ou por um desejo de ser o centro das atenções.

    O Que Pode Ser Feito?
    Conversar Abertamente: Tente ter uma conversa sincera e calma com a pessoa sobre o comportamento dela. Pergunte sobre o que está sentindo e tente entender as razões por trás dessa necessidade de criar problemas. Isso pode ajudar a entender se há questões emocionais ou inseguranças não resolvidas.

    Apoio Profissional: Se o comportamento se torna frequente ou se há indícios de que isso está relacionado a inseguranças profundas, como ansiedade, medo de abandono ou baixa autoestima, procurar a ajuda de um terapeuta pode ser uma excelente maneira de lidar com esses sentimentos e entender de onde eles vêm.

    Estabelecer Limites Saudáveis: Se você está em um relacionamento com alguém que constantemente cria drama sem motivos reais, é importante também estabelecer limites. Deixe claro que você está disposto a ouvir e entender as preocupações dela, mas que também é essencial ter um relacionamento baseado em confiança, respeito e comunicação saudável.

    Ser Empático: Se a pessoa está lidando com ansiedade ou insegurança, ser empático e paciente é importante. No entanto, também é necessário que ela se comprometa a trabalhar nessas questões, de forma que não prejudique o relacionamento de forma contínua.

    Conclusão:
    Procurar problemas ou criar drama pode ser resultado de uma série de questões emocionais, como insegurança, medo de rejeição, baixa autoestima ou até padrões aprendidos de relações passadas. O mais importante é a comunicação aberta para entender os motivos por trás desse comportamento e, se necessário, buscar ajuda profissional. Seja paciente e compreensivo, mas também proteja o seu próprio bem-estar emocional, estabelecendo limites saudáveis no relacionamento.


  • Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de c

    Olá primeiramente me desculpem pelos erros gramáticos , ultimamente sentindo muito medo ao sair de casar e estudar . Sinto um medo constante que me impede de agir é de seguir em frente . Vivo me comparando as outras pessoas , e como a vida delas são interessantes, as vezes tenho pensamentos depreciativos . Eu tento praticar meditação mais não estou sentindo resultado , as vezes sempre tento controlar o que falo e penso . As vezes espero muito das outras pessoas e acabo me chateando

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Oi, não se preocupe com os erros gramaticais, o que importa é que você está compartilhando seus sentimentos e buscando ajuda para entender o que está acontecendo. Isso é um passo muito importante!

    Pelo que você descreve, parece que você está passando por uma combinação de inseguranças, medos e comparações constantes com os outros, que podem gerar uma sensação de bloqueio e dificuldade para seguir em frente. Esses sentimentos são mais comuns do que você imagina, e o fato de você estar tentando trabalhar nisso já é um grande passo!

    Vou tentar te ajudar a refletir sobre algumas das questões que você mencionou e oferecer algumas sugestões que podem ser úteis.

    1. Medo e Bloqueios
    O medo que você sente ao sair de casa e estudar, de agir e seguir em frente, é muito comum quando estamos lidando com inseguranças e ansiedade. Muitas vezes, o medo vem de uma sensação de não estar pronta ou de achar que algo ruim pode acontecer caso nos arrisquemos. Esse tipo de bloqueio pode paralisar nossas ações e criar um ciclo de procrastinação e frustração.

    O que pode ajudar:

    Pequenos passos: Em vez de tentar fazer tudo de uma vez ou enfrentar grandes desafios logo de cara, comece com pequenas ações. Dê um passo de cada vez, e celebre cada pequena conquista. Isso vai ajudar a quebrar a paralisia e a aumentar sua confiança.
    Enfrentar o medo com coragem: Entenda que o medo faz parte do processo de crescimento, e, muitas vezes, a melhor forma de superá-lo é indo além dele, mesmo que com passos pequenos. A sensação de medo vai diminuir à medida que você for praticando ações, mesmo que não tenha a certeza total.
    2. Comparações com os Outros
    Você mencionou que se compara muito às outras pessoas e sente que as vidas delas são mais interessantes. Isso é algo muito comum hoje em dia, especialmente com as redes sociais, onde as pessoas tendem a mostrar apenas o lado "bom" ou idealizado de suas vidas.

    O que pode ajudar:

    Focar em sua própria jornada: A sua vida é única, com seus próprios desafios, aprendizados e experiências. Tente não comparar suas conquistas e dificuldades com as dos outros, pois cada pessoa tem seu próprio tempo e história. Uma forma de lidar com isso é se concentrar no seu próprio progresso e celebrar suas vitórias, mesmo que pequenas.
    Redefinir o sucesso: O que é "interessante" para outras pessoas pode não ser o que é relevante para você. Defina seus próprios objetivos e prioridades, sem se deixar influenciar pelo que os outros estão fazendo. Lembre-se de que todo mundo tem suas próprias lutas, mesmo que nem sempre seja visível.
    3. Pensamentos Depreciativos
    Ter pensamentos negativos sobre si mesma é algo que muitas pessoas enfrentam, e isso pode ser ainda mais intenso quando estamos passando por períodos de insegurança ou ansiedade. Esses pensamentos podem tornar o dia a dia mais difícil e até paralisante.

    O que pode ajudar:

    Desafiar os pensamentos negativos: Quando perceber um pensamento depreciativo, tente questioná-lo. Pergunte a si mesma: "Isso é realmente verdade?" ou "Eu diria isso a um amigo?" Muitas vezes, somos mais gentis e compreensivas com os outros do que com nós mesmas.
    Praticar a autocompaixão: Em vez de se criticar, tente ser mais gentil consigo mesma. O que você está vivendo é difícil, e é normal sentir medo ou insegurança. Reconheça seus sentimentos sem se julgar, e lembre-se de que você merece o mesmo carinho e compreensão que dá aos outros.
    4. Dificuldade com a Meditação
    A meditação pode ser muito eficaz para ajudar a reduzir a ansiedade e os pensamentos negativos, mas também é algo que requer prática e paciência. Não é raro que as pessoas não sintam resultados imediatos, e o processo pode ser gradual.

    O que pode ajudar:

    Seja paciente com a meditação: A prática pode ser difícil no começo. Se você sente que não está obtendo resultados, tente mudar a abordagem. Comece com sessões mais curtas, de 5 a 10 minutos, e foque na respiração ou em práticas de mindfulness simples, que ajudam a trazer sua atenção para o momento presente. Existem aplicativos de meditação guiada que podem ser úteis.
    Diversifique as práticas de relaxamento: Além da meditação, explore outras formas de relaxamento, como respiração profunda, yoga ou até caminhadas ao ar livre. Às vezes, atividades físicas também podem ajudar a liberar o estresse e a ansiedade.
    5. Expectativas em Relação aos Outros
    Você mencionou que espera muito das outras pessoas e acaba se chateando quando não vê essas expectativas atendidas. É natural desejar que os outros nos compreendam e atendam nossas necessidades, mas isso pode gerar frustração quando as expectativas não são correspondidas.

    O que pode ajudar:

    Estabeleça expectativas realistas: Todos têm suas próprias limitações e formas de lidar com a vida. Tente entender que as pessoas não têm sempre o poder de atender a todas as nossas necessidades ou expectativas. Isso não significa que você não é importante para elas, mas que cada um tem seus próprios desafios e prioridades.
    Comunique suas necessidades: Em vez de esperar que os outros adivinhem o que você precisa, tente expressar seus sentimentos e necessidades de forma clara e assertiva. Isso pode ajudar a evitar frustrações e a promover uma comunicação mais aberta e saudável.
    Conclusão
    Marilene, o que você está sentindo é totalmente válido e muito comum, principalmente quando estamos lidando com inseguranças e uma sensação de bloqueio. A prática da meditação e a tentativa de controle dos pensamentos são tentativas valiosas, mas também é importante ser gentil consigo mesma, dar-se espaço para crescer e, ao mesmo tempo, buscar apoio quando necessário.

    Lembre-se de que você está em um processo de aprendizado e evolução, e não precisa ser perfeita. Ao dar pequenos passos, praticar a autocompaixão e estabelecer objetivos realistas, você vai conseguir lidar melhor com o medo e a ansiedade, e começar a perceber as mudanças positivas ao longo do tempo.

    Se precisar de mais apoio ou quiser conversar mais sobre isso, estou aqui para te ajudar!


  • Meu Namorado, foi diagnosticado com transtorno de personalidade esquizoide. Ele nao demonstra quase

    Meu Namorado foi diagnosticado com transtorno de personalidade esquizoide. Ele nao demonstra quase nada de amor por mim. Pessoas com esse transtorno são capazes de amar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Eu entendo como você deve estar se sentindo, e é muito importante que você busque respostas para entender melhor a situação com seu namorado e o transtorno dele. O transtorno de personalidade esquizoide pode realmente impactar a maneira como a pessoa se relaciona emocionalmente, mas isso não significa que a pessoa seja incapaz de amar ou de se importar com os outros. Vamos explorar isso com mais detalhes.

    O que é o Transtorno de Personalidade Esquizoide?
    O transtorno de personalidade esquizoide é caracterizado por um padrão de distanciamento social e uma gama limitada de expressões emocionais nas interações com outras pessoas. Pessoas com esse transtorno tendem a ser mais isoladas e preferem ficar sozinhas, muitas vezes demonstrando pouco ou nenhum interesse por relacionamentos sociais ou afetivos.

    Alguns dos sintomas mais comuns incluem:

    Pouca expressão de emoções ou sentimentos.
    Falta de interesse por relacionamentos interpessoais.
    Tendência a se isolar socialmente.
    Dificuldade em demonstrar afeto ou empatia.
    Esses comportamentos podem ser interpretados como "frieza" ou "indiferença", mas é importante entender que, para pessoas com esse transtorno, as emoções e os relacionamentos são vividos de uma maneira muito diferente da de pessoas sem o transtorno.

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Esquizoide Podem Amar?
    Sim, pessoas com transtorno de personalidade esquizoide são capazes de sentir amor e carinho, mas a forma como expressam esses sentimentos pode ser muito diferente daquilo que você espera ou está acostumada a ver. Eles podem ter dificuldades em demonstrar afeto de maneiras convencionais, como abraços, beijos, palavras de carinho, ou gestos românticos.

    No entanto, isso não significa que não se importam ou não amam. A diferença está na maneira como essas emoções são expressas. Muitas vezes, pessoas com esse transtorno podem mostrar seu amor de formas mais sutis ou de maneiras que não envolvem tanta demonstração emocional ou física.

    Como o Transtorno Pode Afetar o Relacionamento?
    Dificuldade em Expressar Afeto: Seu namorado pode ter dificuldades em expressar amor de maneira verbal ou física. Ele pode parecer distante ou indiferente, o que pode ser frustrante e doloroso para você, especialmente se você tem necessidades emocionais que envolvem mais demonstração de afeto.

    Falta de Empatia ou Interesse Social: Pessoas com transtorno esquizoide podem não demonstrar empatia da mesma forma que outras, o que pode ser interpretado como falta de interesse ou cuidado. Isso pode fazer você se sentir negligenciada, mesmo que ele tenha sentimentos por você.

    Necessidade de Espaço: Elas podem precisar de mais espaço e tempo sozinhas, o que pode ser confundido com falta de desejo de estar com a pessoa amada. Isso não significa que ele não te ame, mas sim que ele pode precisar de mais solidão para se sentir confortável.

    O Que Você Pode Fazer?
    1. Comunicação Aberta e Empática: Conversar com ele de forma clara e sensível sobre como você se sente em relação ao comportamento dele pode ser muito importante. Tente expressar seus sentimentos sem julgamentos e, ao mesmo tempo, procure entender as limitações dele devido ao transtorno.

    2. Estabelecer Expectativas Realistas: Entender que o relacionamento pode ser diferente do que você espera é importante. Você pode precisar ajustar suas expectativas sobre como ele demonstra afeto. Isso não significa que você não possa receber amor ou apoio, mas ele pode expressá-lo de formas mais sutis.

    3. Terapia de Casal: Se ambos estiverem dispostos, a terapia pode ser muito útil. Um terapeuta pode ajudar a mediar a comunicação entre vocês, ajudando a entender melhor os comportamentos dele e oferecendo estratégias para lidar com as dificuldades no relacionamento.

    4. Cuide de Suas Necessidades Emocionais: Em um relacionamento, é importante que suas próprias necessidades emocionais sejam atendidas também. Se o comportamento dele está causando dor ou frustração, você precisa expressar isso e avaliar se o relacionamento está atendendo ao que você precisa. Cuidar de si mesma e garantir que suas necessidades emocionais sejam respeitadas é fundamental.

    Conclusão
    Pessoas com transtorno de personalidade esquizoide são capazes de amar, mas a maneira como demonstram esse amor pode ser diferente daquilo que você espera ou de outras experiências que você teve. É importante ter paciência, comunicação aberta e realismo sobre as limitações desse transtorno. A relação pode ser desafiadora, mas, com compreensão mútua e ajustes nas expectativas, é possível ter um relacionamento saudável e satisfatório, mesmo com essas diferenças.

    Se você sentir que a situação está te afetando emocionalmente, não hesite em buscar apoio, seja por meio de terapia ou conversas abertas e sinceras com seu namorado.


  • Quando fico nervosa ou agitada com algum assunto, me distraio fácil. Que profissional procurar?

    Quando fico nervosa ou agitada com algum assunto, me distraio fácil.
    Que profissional procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Quando você se sente nervosa ou agitada com algum assunto e percebe que está se distraindo facilmente, isso pode ser um sinal de que sua mente está tentando lidar com emoções difíceis ou um estresse excessivo. Isso é bastante comum, mas se está se tornando um problema frequente e afetando sua vida de forma negativa, procurar o apoio de um profissional pode ser muito útil. Aqui estão alguns profissionais que podem te ajudar com isso:

    1. Psicólogo
    O psicólogo é um profissional especializado em ajudar as pessoas a lidar com questões emocionais, comportamentais e mentais. Eles podem te ajudar a entender melhor por que você fica nervosa ou agitada e a identificar estratégias para lidar com isso de forma mais saudável. No caso da distração, pode ser útil explorar técnicas para gerenciar a ansiedade, melhorar o foco e desenvolver habilidades de regulação emocional.

    Técnicas que um psicólogo pode usar:

    Terapia cognitivo-comportamental (TCC): Ajuda a identificar padrões de pensamento negativos e trabalhar para substituí-los por formas mais saudáveis de pensar, o que pode reduzir a ansiedade e melhorar o foco.
    Mindfulness ou Atenção Plena: Ensina técnicas para estar mais no momento presente e lidar com emoções de maneira mais equilibrada, reduzindo a distração.
    2. Psiquiatra
    O psiquiatra é um médico especializado em saúde mental e pode diagnosticar condições como ansiedade, depressão ou transtornos do humor, que podem estar contribuindo para suas dificuldades de concentração ou agitação. Caso haja uma condição clínica subjacente, o psiquiatra pode recomendar tratamentos, como medicamentos ou terapias específicas, para te ajudar a controlar melhor os sintomas.

    Quando procurar um psiquiatra:

    Se você sentir que a agitação e distração estão afetando muito a sua vida, como no trabalho, nos estudos ou em relacionamentos.
    Se a ansiedade for constante ou intensa e você sentir que não está conseguindo controlar por conta própria.
    Se houver sintomas adicionais, como insônia, alterações de humor, ou pensamentos persistentes de preocupação.
    3. Coach de Vida ou Coach Emocional
    O coach pode ser uma boa opção se você busca estratégias práticas para lidar com distrações e aumentar sua produtividade ou foco. Eles podem ajudar a estabelecer metas, melhorar a gestão do tempo e desenvolver técnicas para lidar com a ansiedade de forma construtiva.

    O trabalho de um coach pode incluir:

    Definição de metas e planos de ação para melhorar o foco e a concentração.
    Técnicas de organização e produtividade para reduzir o estresse.
    Desenvolvimento de habilidades de resiliência emocional.
    4. Terapeuta Ocupacional
    Se você sente que as distrações estão relacionadas a uma dificuldade de concentração mais persistente, o terapeuta ocupacional pode ajudar a trabalhar questões relacionadas à organização e ao foco. Embora esse profissional seja mais comum para questões físicas, muitos também se especializam em ajudar as pessoas a desenvolverem habilidades cognitivas e de atenção, especialmente quando o estresse ou a ansiedade interferem nesses processos.

    O Que Você Pode Fazer Agora:
    Identificar o que causa a agitação: Quando você perceber que está ficando nervosa, tente observar o que está desencadeando isso. Isso pode ajudar a identificar padrões e determinar se é algo específico (como um evento, uma conversa ou um problema) ou se há algo mais relacionado ao seu bem-estar emocional.

    Praticar técnicas de autocuidado: Tente incorporar práticas simples para acalmar a mente, como respiração profunda, pausas regulares, ou até mesmo exercícios leves. Essas estratégias podem ajudar a melhorar sua capacidade de lidar com o estresse e reduzir a distração.

    Refletir sobre os hábitos diários: Às vezes, fatores como falta de sono, alimentação inadequada ou excesso de estímulos também podem afetar o foco e aumentar a agitação. Avaliar esses fatores pode ser uma forma de começar a melhorar a sua concentração.

    Conclusão
    Se você está tendo dificuldades para lidar com nervosismo, agitação e distração, procurar um psicólogo pode ser um bom primeiro passo. Se os sintomas forem mais intensos ou persistentes, um psiquiatra pode ser necessário para avaliar a possibilidade de um transtorno subjacente. O importante é não se sentir sozinha nesse processo — existem muitas opções de ajuda para você lidar com essas questões e encontrar formas mais saudáveis de administrar suas emoções e pensamentos.

    Se precisar de mais informações sobre como procurar um desses profissionais, posso te ajudar a entender o que esperar de cada tipo de atendimento!


  • Ola, comecei fazer terapia com psicóloga e psiquiatra estou medicada, mas parece que não está fazend

    Ola, comecei fazer terapia com psicóloga e psiquiatra estou medicada, mas parece que não está fazendo efeito continuo sentindo muita vontade de sumir de desaparecer; entrar dentro de um buraco e ficar lá, solidão e tristeza.
    Por favor me explica por que não consigo melhorar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, lamento muito que você esteja se sentindo assim, e entendo como deve ser difícil lidar com esses sentimentos. Primeiramente, é muito importante que você esteja buscando ajuda e tenha começado a terapia e o acompanhamento psiquiátrico. Isso já é um grande passo na direção de melhorar a sua saúde mental.

    Em relação à sua dúvida, existem várias razões pelas quais o processo de melhora pode demorar mais do que você espera, mesmo quando você está recebendo tratamento. Vou tentar explicar alguns pontos que podem ajudar a entender por que você ainda está se sentindo assim, mesmo após buscar ajuda profissional.

    1. Tempo de Ação do Tratamento
    Tanto a terapia quanto a medicação podem levar um tempo para mostrar resultados significativos. Isso é normal e parte do processo de recuperação. A medicação, por exemplo, pode levar algumas semanas para começar a fazer efeito completo no seu corpo, e o tipo de medicação que você está tomando pode precisar ser ajustado até encontrar a combinação certa.

    Além disso, os efeitos da terapia também podem ser gradativos. A psicoterapia é um processo que envolve trabalhar com questões profundas e, às vezes, dolorosas, o que pode ser desconfortável no início. As mudanças nas formas de pensar, lidar com emoções e se comportar geralmente acontecem de maneira gradual.

    2. Aprofundamento nas Causas Subjacentes
    Mesmo com a terapia e a medicação, é possível que as causas subjacentes do seu sofrimento emocional ainda não tenham sido totalmente abordadas. Por exemplo, se há um histórico de traumas, questões de autoestima, ou padrões de pensamento que reforçam o sofrimento, isso pode exigir mais tempo e um trabalho mais intenso para ser trabalhado. É importante que você tenha paciência consigo mesma durante esse processo.

    Às vezes, um tratamento precisa se concentrar em temas mais específicos, como trabalhar na resolução de traumas do passado ou entender padrões de pensamento negativos que são automáticos, como a ideia de "sumir" ou desaparecer, por exemplo.

    3. Expectativas sobre a Melhora
    É comum que, ao iniciar o tratamento, a pessoa espere uma melhora rápida. No entanto, a recuperação emocional não é linear — haverá dias bons e dias ruins. Isso não significa que o tratamento não está funcionando, mas sim que o processo de cura pode ser mais complexo e demorado do que gostaríamos. Também é importante entender que pequenas melhorias já são grandes vitórias no longo prazo.

    4. Fatores Externos e Contextuais
    Muitas vezes, fatores externos, como estresse contínuo, mudanças na vida, problemas relacionais ou dificuldades com a situação em que você está vivendo, podem impactar negativamente o seu bem-estar emocional. Mesmo com terapia e medicação, esses fatores podem continuar a afetar seu estado emocional até que consigamos trabalhar neles de forma mais eficaz.

    Por exemplo, o ambiente em que você está ou situações estressantes em sua vida podem estar alimentando sentimentos de solidão e tristeza, e isso pode precisar ser ajustado ao longo do tempo com a ajuda dos profissionais.

    5. Questões de Ajuste de Medicação
    A medicação pode ser um fator importante, mas é essencial que ela seja ajustada corretamente para se adequar ao seu corpo e às suas necessidades. Às vezes, o tipo de medicamento ou a dosagem inicial pode não ser o mais adequado para você, e pode ser necessário algum tempo para encontrar o melhor tratamento farmacológico para os seus sintomas. O psiquiatra pode precisar avaliar e ajustar a medicação até que você encontre o melhor equilíbrio.

    O Que Você Pode Fazer Agora?
    Seja paciente consigo mesma: A recuperação emocional leva tempo e paciência. Se o tratamento está começando agora ou se você ainda está ajustando a medicação, continue mantendo a comunicação aberta com seus profissionais para ajustar o que for necessário. É comum que o processo de cura não seja rápido e tenha altos e baixos.

    Fale sobre seus sentimentos com seus profissionais: Como você está se sentindo, e especialmente a vontade de desaparecer, é muito importante ser honesta com seu psicólogo e psiquiatra sobre esses pensamentos. Isso pode ajudar a ajustar o tratamento ou a abordagem terapêutica. Não hesite em comunicar suas preocupações, pois eles podem precisar adaptar o plano de tratamento.

    Apoio constante: Além da terapia, se possível, busque apoio de pessoas próximas (amigos ou familiares), mesmo que seja de forma limitada. Ter alguém para conversar ou simplesmente não se sentir sozinha pode ser um alicerce importante, mesmo nos momentos mais difíceis.

    Mantenha atividades que te ajudem a se conectar com o mundo de forma gradual: Mesmo que você não sinta vontade de fazer isso, tentar realizar atividades simples como sair para uma caminhada, fazer algo que você gostava (mesmo que de forma pequena) ou tentar algo novo pode ajudar. Atividades que envolvem movimento, relaxamento ou distração mental podem aliviar a tensão emocional, mas é importante respeitar seu tempo e não se forçar demais.

    Priorize sua segurança: Se em algum momento você sentir que esses sentimentos de querer sumir ou desaparecer estão se tornando mais intensos ou perigosos, é fundamental procurar ajuda imediatamente. Isso pode incluir entrar em contato com sua equipe de saúde mental ou procurar apoio de um pronto atendimento especializado.

    Conclusão
    É perfeitamente compreensível se sentir frustrada com a lentidão do processo de melhora, mas lembre-se de que a jornada de tratamento pode ser mais longa do que gostaríamos. Cada pessoa tem um ritmo de recuperação diferente, e o importante é continuar seguindo em frente com o apoio que você já está recebendo.

    Se você sentir que a situação está se tornando insuportável, nunca hesite em comunicar isso aos seus profissionais de saúde. Eles estão lá para ajudar, e ajustar o tratamento ou explorar outras formas de apoio pode ser essencial para o seu bem-estar.

    Lembre-se de que, embora o caminho para a recuperação possa ser desafiador, cada passo que você dá em direção à cura é uma vitória. Você não está sozinha nesse processo.


  • No começo do ano pensei que tinha algum problema no coração e fiz exames, ecocardiograma, dopler, ho

    No começo do ano pensei que tinha algum problema no coração e fiz exames, ecocardiograma, dopler, holter 24, mapa 24h e teste ergometrico, deu tudo normal graças a Deus. Pesquisando sobre esses sintomas parece que tenho ansiedade desde criança. Revendo tudo o que eu já senti no passado até hoje cheguei nessa conclusão, na infância deixei uma parte da minha cabeça careca de tanto arrancar cabelos e além disso machucava o couro cabeludo, sempre comi as unhas.
    Sinto batimentos muito rápidos, sinto muita falta de paciência, muita raiva do nada, penso sempre no pior ou imagino coisas ruins, que nunca aconteceram, como minha unhas, especialmente no dedo indicador, preciso sentir a dor na unha. Fico pensando em várias coisas ao mesmo tempo, e uma coisa que acontece comigo é que eu não consigo relaxar de forma alguma para medir minha pressão ou ver meus batimentos no oximetro, eu fico extremamente nervoso, todo esse quadro me deixa muito ansioso pois penso nele o tempo todo e começo a achar que os exames não deram certo. Quero melhorar, deixar de sentir essas coisas.
    Eu tinha dores fortíssimas na nuca que me faziam vomitar e essa dor subia para os lados da cabeça e até dentro do olho, mas essa dor consegui resolver depois que descobri que era tensão após entrar para a academia, meus ombros e músculos da nuca estavam super rígidos e haviam até os tais nós nos músculos. Eu sinto bem mais coisas do que relatei aqui.
    O que posso fazer? Isso é ansiedade mesmo? Devo fazer todos os exames novamente? Fiz em abril.
    Isso me deixa num desânimo e numa angústia grande.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, lamento muito que você esteja se sentindo dessa forma. Fico feliz que seus exames de coração tenham dado normais, mas entendo como esses sintomas que você está enfrentando podem ser angustiantes e confusos. Com base nos sintomas que você descreveu, é possível que a ansiedade esteja, de fato, sendo uma parte importante do que você está experimentando. Vamos explorar isso e tentar oferecer algumas orientações.

    Ansiedade e os Sintomas que Você Relatou
    A ansiedade pode se manifestar de várias maneiras, e parece que muitos dos sintomas que você mencionou são típicos de quadros de ansiedade. Vou explicar um pouco mais sobre como a ansiedade pode afetar seu corpo e sua mente:

    Batimentos Rápidos e Sintomas Físicos: A sensação de batimento cardíaco acelerado é muito comum em pessoas com ansiedade. O sistema nervoso fica em um estado de alerta constante, e isso pode aumentar a frequência cardíaca, mesmo quando você não está em movimento ou em uma situação de estresse direto. Outros sintomas físicos, como a dor no pescoço, rigidez muscular e tensão, também podem ser sinais de ansiedade, pois o corpo reage com tensão quando estamos em um estado de estresse ou ansiedade prolongada.

    Comportamentos Compulsivos (arrancar cabelo, roer unhas): Esses comportamentos podem estar relacionados à ansiedade. O ato de arrancar cabelo (tricotilomania) e roer unhas (onicofagia) são conhecidos como comportamentos repetitivos e compulsivos que muitas vezes surgem como uma tentativa de aliviar o estresse ou a tensão emocional. Quando estamos ansiosos, o cérebro pode recorrer a esses comportamentos como uma forma de tentar se acalmar, mas a longo prazo, eles podem agravar ainda mais a ansiedade.

    Medo de Exames e Falta de Relaxamento: A dificuldade em relaxar para medir a pressão ou ver os batimentos no oxímetro pode ser uma manifestação clássica de hipocondria, que é uma preocupação excessiva com a saúde. Esse tipo de ansiedade pode fazer com que você se concentre de forma exagerada em sintomas físicos, mesmo que eles não indiquem um problema grave. Isso gera um ciclo de ansiedade em que você continua pensando na possibilidade de algo dar errado, o que acaba aumentando ainda mais a tensão.

    Padrões de Pensamento Negativos: Pensar sempre no pior, se preocupar com situações que podem não acontecer, e se sentir extremamente nervoso ou tenso, são sintomas típicos de um transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Esse transtorno faz com que você se preocupe excessivamente com várias coisas ao mesmo tempo e tenha dificuldades para controlar esses pensamentos.

    O Que Você Pode Fazer Agora
    Continuar o Tratamento para Ansiedade: Como você já está medicado e fazendo acompanhamento com psicólogos ou psiquiatras, é importante continuar esse tratamento. O medicamento pode ser necessário para controlar os sintomas enquanto você trabalha em mudanças de hábitos e pensamentos com a terapia. Caso você perceba que os sintomas não estão melhorando, converse com seu psiquiatra sobre possíveis ajustes na medicação.

    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é uma das formas mais eficazes de tratamento para ansiedade. Ela ajuda você a identificar e mudar padrões de pensamento negativos que alimentam a ansiedade e também ensina técnicas para controlar os sintomas físicos da ansiedade, como a respiração e o relaxamento muscular. Considerando que você tem sintomas tanto físicos quanto mentais, a TCC pode ser muito útil para entender como os pensamentos influenciam suas sensações corporais e como quebrar esse ciclo.

    Mindfulness e Técnicas de Relaxamento: Como você mencionou dificuldade em relaxar e medir a pressão ou batimentos cardíacos, práticas como o mindfulness podem ser muito úteis. A meditação e o mindfulness ensinam a ficar presente no momento, sem se deixar levar por pensamentos ansiosos. Isso pode ajudar a reduzir a tensão e melhorar sua capacidade de relaxar. Existem aplicativos e vídeos online que podem guiá-lo nessas práticas, como o Headspace ou o Calm.

    Exercícios Físicos Regulares: A prática de atividade física, como você já experimentou com a academia, é excelente para aliviar a tensão muscular, reduzir os sintomas de ansiedade e melhorar o bem-estar mental. Continuar a se exercitar, com foco no alongamento e no relaxamento muscular, pode ajudar a reduzir dores físicas e melhorar seu estado emocional.

    Evitar Focar Excessivamente em Exames e Sintomas: Considerando que você já fez exames completos e eles não mostraram nada de anormal, pode ser útil conversar com seu médico sobre sua preocupação constante com a saúde. Às vezes, os médicos recomendam limitar o foco em exames repetidos, a menos que haja sinais clínicos claros de que algo mudou. Continuar fazendo exames pode apenas reforçar a preocupação com a saúde, o que alimenta ainda mais a ansiedade.

    Procure Apoio de Pessoas Próximas: Conversar com amigos ou familiares que você confia sobre o que está sentindo pode ser uma forma de aliviar a carga emocional. O apoio social é muito importante na gestão da ansiedade. Mesmo que você não queira compartilhar todos os detalhes, apenas falar sobre como se sente já pode trazer algum alívio.

    Devo Fazer Todos os Exames Novamente?
    Com base no que você descreveu, parece que seus exames de saúde já estão em ordem, o que é um alívio. Não é necessário refazer os exames, a menos que surjam novos sintomas ou que seu médico considere que eles sejam necessários. Quando estamos muito ansiosos, é fácil se fixar em sintomas físicos e achar que algo está errado com nosso corpo, mas como os exames não mostraram nada preocupante, é mais provável que esses sintomas estejam relacionados à ansiedade.

    Se a angústia e o medo de que algo esteja errado com sua saúde persistirem, converse com seu psiquiatra ou terapeuta sobre esses sentimentos. Eles podem ajudar você a lidar com a hipocondria e ensinar estratégias para quebrar esse ciclo de preocupação excessiva.

    Conclusão
    A ansiedade pode se manifestar de formas complexas, envolvendo tanto sintomas físicos quanto emocionais. Você já deu passos importantes ao procurar tratamento e ao refletir sobre os sintomas, e agora é importante continuar com a terapia e o acompanhamento médico. Lembre-se de que, com o tempo e o tratamento adequado, é possível melhorar e reduzir a intensidade desses sintomas. Seja gentil consigo mesmo e continue buscando o apoio necessário para se sentir melhor. Não hesite em conversar com seus profissionais sobre os desafios que está enfrentando.

    Se precisar de mais orientações ou tiver mais perguntas, estarei por aqui. Cuide-se bem!


  • Olá gostaria de saber porque sempre que me envolvo com alguém eu começo a ficar triste, ansioso, imp

    Olá gostaria de saber porque sempre que me envolvo com alguém eu começo a ficar triste, ansioso, impaciente, sem saber o que fazer, com paranoias etc. Muitas vezes por a pessoa demorar responder uma msg minha ou não responder ou comentar algo que eu falei isso me deixa angustiado, mas quando estou com a pessoa pessoalmente me sinto bem, mas quando estou longe parece que fico sentindo a necessidade da pessoa demonstrar que gosta de mim. Todos os meus relacionamentos sempre foram desse jeito. Observação, eu tenho TOC.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, entendo que você está enfrentando uma série de sentimentos difíceis nos seus relacionamentos e isso parece causar bastante angústia. O que você descreve, especialmente em relação à ansiedade, angústia, impaciência e as "paranoias" sobre as mensagens e a necessidade de constante validação, pode estar ligado a várias questões emocionais, e o fato de você ter TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) pode amplificar esses sentimentos.

    Aqui estão algumas possíveis explicações e formas de lidar com isso:

    1. TOC e Seus Efeitos nos Relacionamentos
    O Transtorno Obsessivo-Compulsivo pode causar uma série de sintomas que afetam a maneira como você se relaciona com os outros, especialmente em relação a pensamentos obsessivos e a necessidade de controle. No seu caso, você pode estar experienciando pensamentos obsessivos sobre a relação, como "será que a pessoa gosta de mim?" ou "o que ela quis dizer com isso?", que são comuns em quem tem TOC.

    Esses pensamentos podem se tornar intrusivos, e como você sente a necessidade de buscar respostas ou segurança (como esperar por uma mensagem ou uma resposta de alguém), isso pode gerar grande ansiedade e desconforto emocional. Esse ciclo de obsessão e busca por segurança é um dos comportamentos típicos do TOC, onde a pessoa tenta aliviar a ansiedade causada por essas obsessões, mas muitas vezes isso acaba tornando o ciclo mais intenso.

    2. Necessidade de Validação
    A necessidade constante de receber demonstrações de afeto e aprovação pode ser um reflexo de baixa autoestima ou insegurança emocional. Quando você está fisicamente com a pessoa, se sente bem, porque o contato físico e as interações diretas podem trazer mais segurança. Porém, quando está longe, esses sentimentos de insegurança podem aumentar, principalmente se você não recebe a validação que precisa, como uma resposta rápida ou uma confirmação de carinho.

    Esse desejo de constante validação pode ser muito angustiante e cria uma sensação de dependência emocional. Quando não há essa validação, você pode ficar preocupado, angustiado ou até com raiva, o que pode intensificar a ansiedade.

    3. Medo de Abandono ou Rejeição
    O medo de ser rejeitado ou abandonado pode estar presente no seu comportamento. Esse medo pode ser amplificado em momentos em que você não tem controle sobre a situação, como a falta de resposta de uma mensagem ou a não correspondência da pessoa em dar a atenção que você espera. Esse medo é comum em pessoas que têm dificuldades de lidar com a incerteza, especialmente se já houver um histórico de experiências emocionais difíceis ou de insegurança em relações anteriores.

    4. Ciclo de Ansiedade e Comportamentos de Verificação
    Você pode entrar em um ciclo de verificação constante (por exemplo, checar se a pessoa viu a mensagem, se respondeu, etc.), o que é típico do TOC. Esse tipo de comportamento de verificação tem como objetivo aliviar a ansiedade momentaneamente, mas muitas vezes apenas reforça a insegurança e a necessidade de confirmação.

    O Que Você Pode Fazer para Melhorar?
    Tratamento para o TOC: O tratamento adequado para o TOC pode ajudar muito a reduzir os pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a mais eficaz, especialmente quando usada com uma técnica chamada Exposição e Prevenção de Resposta (EPR). Essa abordagem visa ajudar a pessoa a lidar com a ansiedade provocada pelos pensamentos obsessivos sem ceder aos comportamentos compulsivos (como checar as mensagens ou esperar por respostas imediatas). A medicação também pode ser útil para controlar os sintomas.

    Desenvolver a Autoestima e Autoconfiança: Trabalhar sua autoestima e sua capacidade de se sentir seguro e completo sem a necessidade de validação constante de outra pessoa é um passo fundamental. Ter momentos de reflexão pessoal sobre o que você realmente precisa e se sentir bem consigo mesmo é uma forma de criar uma base emocional mais sólida.

    Comunicação aberta no relacionamento: É importante conversar com a pessoa com quem você está envolvido sobre como você se sente. A comunicação aberta pode ajudar a aliviar parte da ansiedade, pois você poderá explicar que, embora precise de um certo nível de segurança emocional, também está trabalhando para melhorar isso. Dessa forma, a outra pessoa poderá ser mais compreensiva e paciente, ajudando a criar um espaço saudável no relacionamento.

    Focar em atividades que lhe tragam bem-estar: Praticar atividades que ajudem a aliviar a ansiedade, como exercícios físicos, meditação, ioga ou hobbies que você goste, pode ser um bom caminho para tirar o foco da insegurança no relacionamento. Quando você está envolvido em algo que lhe traz prazer e satisfação, é mais fácil lidar com as incertezas que surgem nos relacionamentos.

    Evitar a "supervalorização" das pequenas situações: Tente não dar tanta importância a uma resposta demorada ou a uma pequena mudança no comportamento da outra pessoa. Muitas vezes, esses pequenos eventos podem ser interpretados de forma exagerada em um estado de ansiedade. A prática de mindfulness pode ajudar a viver mais no presente e a perceber essas situações de maneira mais equilibrada.

    Conclusão
    Parece que a combinação do TOC, a ansiedade e a necessidade de validação constante estão gerando um ciclo difícil de lidar em seus relacionamentos. A boa notícia é que existem tratamentos eficazes para o TOC e para a ansiedade, e com o apoio certo, você pode aprender a lidar melhor com esses sentimentos e a viver relações mais saudáveis e equilibradas. O processo de melhorar pode levar tempo, mas com paciência e as ferramentas certas, é possível alcançar o bem-estar emocional.

    Se você ainda não iniciou um tratamento específico para o TOC, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, considere procurar um profissional que possa te ajudar a lidar com esses sintomas. Além disso, a comunicação com as pessoas envolvidas em sua vida também pode ser um passo importante para reduzir a ansiedade e criar um espaço mais seguro para o relacionamento.

    Se precisar de mais ajuda ou quiser continuar a conversa, estou à disposição!


  • Parei o tratamento, com os antidepressivos.E sinto ansiedade forte sem apetite e fico querendo puxar

    Parei o tratamento, com os antidepressivos.E sinto ansiedade forte sem apetite e fico querendo puxar vômito, é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Primeiramente, é importante reconhecer que a interrupção de medicamentos antidepressivos deve sempre ser feita sob orientação médica, pois os antidepressivos têm efeitos tanto no equilíbrio químico do cérebro quanto em seu estado emocional. Quando se interrompe esse tipo de medicação de forma abrupta ou sem supervisão adequada, é possível que surjam sintomas desconfortáveis, como os que você está descrevendo.

    Aqui estão alguns motivos pelos quais você pode estar sentindo isso:

    1. Sintomas de Descontinuação (Efeitos de "Desmame")
    A interrupção repentina dos antidepressivos pode causar efeitos colaterais conhecidos como síndrome de descontinuação. Isso acontece porque o cérebro e o corpo se acostumam com a presença da medicação, e, ao parar de tomá-la de forma abrupta, o sistema nervoso pode passar por um período de adaptação. Alguns dos sintomas comuns dessa síndrome incluem:

    Ansiedade ou nervosismo.
    Dores de cabeça.
    Náuseas ou vômitos.
    Tontura.
    Alterações no apetite.
    Irritabilidade.
    A sensação de querer vomitar pode estar ligada a essas reações fisiológicas do corpo ao "faltar" a medicação que estava controlando alguns dos seus sintomas.

    2. Ansiedade e Falta de Apetite
    A ansiedade forte que você está sentindo também pode afetar seu sistema digestivo. A ansiedade pode reduzir o apetite, especialmente se ela for intensa. A sensação de falta de apetite e a vontade de vomitar podem ser uma resposta do corpo à ansiedade extrema, que afeta a digestão e a função intestinal.

    Além disso, quando estamos ansiosos, o corpo pode gerar uma sensação de "nó no estômago" ou outros desconfortos físicos, que podem aumentar a sensação de náusea.

    3. Risco de Recaída na Ansiedade ou Depressão
    Se você interrompeu os antidepressivos porque se sentia bem, mas agora está experimentando uma recaída de sintomas (como ansiedade forte, náusea, falta de apetite), isso pode indicar que a condição subjacente (como ansiedade ou depressão) ainda não está completamente controlada. Às vezes, os antidepressivos ajudam a manter esses sintomas equilibrados, e a interrupção pode levar a um retorno dos mesmos.

    O Que Fazer Agora?
    Procure orientação médica imediatamente: É essencial que você converse com seu médico ou psiquiatra sobre esses sintomas. Eles poderão avaliar o impacto da interrupção dos medicamentos e, se necessário, ajustar o tratamento. Em muitos casos, o profissional pode recomendar uma reintrodução gradual da medicação ou sugerir alternativas.

    Evite autoajustes na medicação: Não é recomendado ajustar a dosagem ou retomar os medicamentos sem a supervisão de um médico. O uso indevido de antidepressivos pode ter efeitos adversos e aumentar os sintomas.

    Gerenciamento da Ansiedade: Enquanto você trabalha com o seu médico, pode ser útil explorar outras formas de aliviar a ansiedade, como a prática de técnicas de relaxamento (respiração profunda, mindfulness, meditação), que podem ajudar a reduzir os sintomas físicos e emocionais.

    Alimentação e Hidratação: Tente se manter hidratada e comer alimentos leves, mesmo que sua vontade de comer seja reduzida. Isso pode ajudar a minimizar a sensação de náusea.

    Conclusão
    O que você está experimentando não é incomum após a interrupção abrupta de antidepressivos, mas não deve ser ignorado. A melhor forma de lidar com isso é retomar o acompanhamento médico, pois sua saúde mental e emocional precisa de atenção contínua. É possível ajustar o tratamento para que você se sinta melhor e, ao mesmo tempo, evitar sintomas desconfortáveis como a ansiedade e as náuseas.

    Por favor, procure seu médico o mais rápido possível para avaliar a situação. Estou à disposição para conversar mais, se você precisar de apoio.


  • Olá, sou um jovem rapaz de 22 anos. Não consigo me aproximar das pessoas sempre procurei motivos par

    Olá, sou um jovem rapaz de 22 anos. Não consigo me aproximar das pessoas sempre procurei motivos para me afastar delas, seja homens ou mulheres. É normal? Sempre senti um ódio sem sentido para todas as pessoas, e ao mesmo tempo inveja? Não compreendo minha própria mente e sempre me mantive isolados com meus pensamentos. Eu necessito de ajuda ou dar para viver sem problemas maiores?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Olá, obrigado por compartilhar seus sentimentos e suas reflexões. O que você está vivenciando, embora doloroso, não é incomum, e é importante que você busque entender melhor essas questões para lidar com elas de forma saudável. Vamos abordar suas preocupações para tentar entender o que pode estar acontecendo.

    1. Dificuldade em se aproximar das pessoas
    É comum em algumas fases da vida, especialmente na adolescência e nos primeiros anos da fase adulta, experimentar dificuldades para se conectar com os outros. Porém, quando isso se torna um padrão contínuo e uma sensação de "afastamento" se intensifica, pode estar relacionado a diferentes fatores, como:

    Ansiedade social: Medo de julgamento, de ser rejeitado ou de não ser aceito pelos outros pode fazer com que uma pessoa prefira se manter distante.
    Falta de confiança em si mesmo: Dúvidas sobre o próprio valor e capacidade de se conectar com os outros podem gerar o desejo de se afastar, para evitar possíveis decepções ou desconfortos.
    Experiências passadas: Se você teve experiências de rejeição ou frustração ao tentar se aproximar de outras pessoas, isso pode gerar um bloqueio emocional e um desejo de evitar o risco de novas decepções.
    2. Sentimentos de ódio e inveja
    Sentir ódio e inveja pode ser um reflexo de emoções complexas e, muitas vezes, não compreendidas. Esses sentimentos podem ocorrer por várias razões, incluindo:

    Frustração ou insegurança interna: Às vezes, sentimentos de ódio e inveja surgem quando a pessoa sente que está ficando para trás ou não atingiu certos objetivos na vida, o que gera a sensação de que os outros estão "melhores" ou "conquistando mais".
    Baixa autoestima: Sentir-se inferior ou desvalorizado pode gerar uma resposta emocional negativa em relação aos outros. A inveja pode ser uma forma de comparar o que você tem com o que os outros aparentam ter.
    Falta de compreensão emocional: Quando não conseguimos entender ou lidar com nossas próprias emoções de maneira saudável, isso pode levar a sentimentos mais intensos e até contraditórios, como o ódio e a inveja.
    3. Isolamento e Reflexão Interna
    O isolamento com seus próprios pensamentos pode ser uma forma de lidar com essas emoções, mas também pode intensificar a sensação de solidão e desconexão. Quando ficamos muito focados em nossos próprios sentimentos sem uma interação saudável com os outros, isso pode nos levar a um ciclo de autocrítica e distanciamento. No entanto, é importante observar que o isolamento prolongado pode aumentar os sintomas de ansiedade, depressão ou outras questões emocionais.

    4. Eu preciso de ajuda?
    É totalmente compreensível e saudável pedir ajuda quando nos sentimos confusos ou sobrecarregados com nossos próprios sentimentos. O fato de você estar questionando suas emoções e buscando entender o que está acontecendo já é um grande passo. Isso indica que você tem a disposição de melhorar, e isso é positivo!

    Como lidar com isso?
    Considerar Terapia: Buscar ajuda profissional, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ser muito útil. A TCC trabalha com a identificação de pensamentos automáticos e padrões de comportamento que podem estar alimentando esses sentimentos. A terapia pode ajudá-lo a entender melhor o que está causando esses pensamentos negativos e a desenvolver novas maneiras de lidar com eles.

    Explorar a Autoestima: Trabalhar na sua autoestima pode ser um passo importante. Isso envolve aprender a se valorizar e se aceitar como você é, sem comparações constantes com os outros. Isso também pode ajudar a reduzir a inveja e o ódio.

    Desafiar os Pensamentos: Se você percebe que está se afastando das pessoas por motivos sem um fundamento claro, tente desafiar esses pensamentos. Pergunte a si mesmo por que está agindo dessa maneira e se isso está te ajudando de fato. A mudança começa com pequenas reflexões e ajustes na forma como você se relaciona consigo mesmo e com os outros.

    Praticar a Empatia: A empatia pode ser um ótimo caminho para reduzir sentimentos negativos. Tente se colocar no lugar dos outros e ver as coisas de diferentes perspectivas. Isso pode ajudar a reduzir a inveja e o ódio, permitindo que você se conecte de forma mais saudável com as pessoas.

    Interação Gradual com os Outros: Comece com interações simples e gradativas. Não precisa se forçar a se abrir com todos de uma vez, mas procure se envolver em pequenos momentos de socialização que você consiga controlar. Isso pode ser, por exemplo, um café com um amigo ou participar de um grupo com interesses semelhantes aos seus.

    Conclusão
    O que você está vivendo é compreensível e você não está sozinho nisso. Muitas pessoas passam por momentos de desconexão e dificuldade de se aproximar dos outros, mas isso não significa que seja impossível mudar. O primeiro passo é reconhecer que algo não está bem e buscar formas de entender e lidar com isso, como a terapia e o autocuidado.

    Eu recomendaria buscar a ajuda de um profissional de saúde mental para aprofundar essa reflexão e desenvolver maneiras mais saudáveis de lidar com esses sentimentos. O fato de você estar questionando e buscando melhorar já é um grande passo na direção certa. Se precisar conversar mais, estou à disposição!


  • Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa me

    Por que eu tenho ansiedade se eu não tenho motivos pra estar ansiosa? Isso é um defeito da pessoa mesmo? Pelo o que ela pode ser causada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    A preocupação pode surgir mesmo sem motivos aparentes, e isso não é um defeito pessoal. A ansiedade pode ser causada por uma combinação de fatores, incluindo predisposição genética, desequilíbrios químicos no cérebro, traumas passados, estresse atual e influências ambientais. Não é culpa da pessoa e não indica falha. A boa notícia é que a ansiedade é tratável com terapia, apoio emocional e, em alguns casos, medicação. Buscar ajuda de um profissional de saúde mental pode ser um passo importante para entender e lidar com a ansiedade


  • Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob es

    Tenho 46 anos, estou grávida de 6 meses, primeira gestação e casada há 6 meses. Estou vivendo sob estresse por causa dos incômodos da gravidez, da vida a dois e da pandemia. Devo procurar um psicólogo, psicanalista ou psiquiatra para me ajudar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    É claro que você está passando por um período desafiador com tantas mudanças acontecendo em sua vida. Para lidar com o estresse durante a gravidez e outros desafios emocionais, é silencioso procurar um psicólogo ou psicanalista. Eles podem oferecer suporte emocional, estratégias de enfrentamento e uma abordagem terapêutica para lidar com os sentimentos de estresse, ansiedade e as mudanças na vida pessoal. Se necessário, um psicólogo pode encaminhá-la a um psiquiatra para avaliar a necessidade de medicação, mas a terapia é frequentemente uma primeira abordagem para lidar com essas questões.


  • Oi! Quais esportes indicados para quem tem ansiedade?

    Oi! Quais esportes indicados para quem tem ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Escolher um esporte para quem tem ansiedade pode depender do indivíduo e de como a ansiedade se manifesta. No geral, os esportes podem ser uma excelente maneira de ajudar a reduzir os níveis de ansiedade, pois promovem exercício físico, interação social positiva e foco mental. Aqui estão alguns esportes que podem ser especialmente benéficos:

    1. **Yoga**: Yoga combina técnicas de respiração, meditação e movimentos suaves que podem ajudar a relaxar o corpo e a mente, reduzindo a ansiedade e o estresse.

    2. **Natação**: A natação é um exercício aeróbico de baixo impacto que pode ser relaxante e terapêutico. A imersão na água e o movimento podem ajudar a aliviar a tensão muscular e promover uma sensação de calma.

    3. **Corrida ou caminhada**: Exercícios aeróbicos como correr ou caminhar ao ar livre podem ser ótimos para reduzir a ansiedade, pois liberam endorfinas e melhoram o humor.

    4. **Dança**: A dança não apenas é divertida, mas também promove exercício físico, coordenação e expressão emocional, o que pode ser positivo para quem lida com ansiedade.

    5. **Artes marciais**: Artes marciais como o tai chi ou o judô não só oferecem um exercício físico vigoroso, mas também enfatizam a concentração mental, controle emocional e técnicas de respiração que podem ser úteis para gerenciar a ansiedade.

    6. **Esportes em equipe de baixa competição**: Participar de esportes como vôlei de praia, softball, ou basquete recreativo pode proporcionar interação social positiva e uma sensação de pertencimento, além de exercício físico.

    7. **Escalada**: Escalada indoor ou outdoor pode ser desafiadora fisicamente e mentalmente, proporcionando uma oportunidade de superar medos e construir confiança.

    8. **Pilates**: Similar ao yoga, o pilates foca no fortalecimento do corpo e da mente através de movimentos controlados e técnicas de respiração.

    Ao escolher um esporte, é importante considerar os interesses pessoais, nível de condicionamento físico e preferências em termos de ambiente (indoor ou outdoor). Além disso, o acompanhamento de um profissional de saúde mental pode ser útil para determinar qual atividade física pode ser mais benéfica para o seu caso específico de ansiedade.


  • Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e

    Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e etc mas o que me incomoda é que essa transferência é pesada e começou já na terceira ou quarta sessão, e até hoje não cessou. Já conversei com ela sobre isso, mas o sentimento não muda. Não queria deixar a terapia pois além de tudo minha psicóloga é uma excelente profissional. Tem algo que eu possa fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    É claro que você está passando por uma intensa experiência de transferência na terapia. Esse tipo de sentimento é relativamente comum e pode ser explorado de maneira terapêutica. Aqui estão algumas sugestões:

    Continue a comunicação: Continue a discutir seus sentimentos de transferência com sua psicóloga. A comunicação aberta é fundamental.

    Exploração em terapia: Use uma oportunidade terapêutica para entender melhor a origem desses sentimentos intensos em relação à sua psicóloga.

    Trabalhe as questões subjacentes: A transferência muitas vezes reflete questões não resolvidas em sua vida pessoal. Trabalhar essas questões em terapia pode ajudar a aliviar os sentimentos intensos em relação à sua psicóloga.

    Avalie suas expectativas: Pergunte a si mesmo quais são suas expectativas em relação à sua psicóloga e à terapia. Às vezes, expectativas irrealistas podem contribuir para sentimentos intensos de transferência.

    Autoconhecimento: Use essa oportunidade para aprender mais sobre você mesma, suas dinâmicas emocionais e suas relações interpessoais.

    Lembre-se de que a transferência é uma parte normal do processo terapêutico e pode ser explorada e informada com a ajuda de sua psicóloga. Se você acredita que ela é uma excelente profissional e a terapia é benéfica para você, trabalhar esses sentimentos na terapia pode ser muito valioso.






  • Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e r

    Bom dia, gostaria de saber qual tipo de terapia procurar para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso? Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Bom Dia! Para tratar fortes sentimentos de culpa e remorso, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma abordagem eficaz. A TCC ajuda a identificar e reestruturar pensamentos negativos e irracionais associados à culpa, promovendo uma visão mais saudável de si mesmo e do passado. Além disso, terapeutas especializados em terapia de facilidade e compromisso (ACT) podem ajudar a desenvolver habilidades para aceitar esses sentimentos e avançar na direção ao bem-estar emocional. A escolha do terapeuta e abordagem terapêutica deve ser personalizada de acordo com suas necessidades específicas.


  • Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    A dificuldade em falar com mulheres pode estar relacionada a várias questões, como ansiedade social, falta de confiança ou experiências passadas. Independentemente de sua orientação sexual, é importante aprender a se comunicar e interagir com pessoas de todos os gêneros de maneira saudável e respeitosa. Buscar ajuda profissional, como terapia, pode ser particularmente benéfico para abordar essas questões e desenvolver habilidades interpessoais saudáveis, independentemente de sua orientação sexual. O importante é se esforçar para melhorar suas habilidades de comunicação e se sentir mais confortável nas interações sociais.


  • Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    Autoestima baixa pode significar depressão? Para aumentar a autoestima o que pode ser feito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    A autoestima baixa pode ser um sintoma de depressão, mas não é necessariamente um indicativo exclusivo dessa condição. Ela também pode estar relacionada a outros problemas emocionais, de autoimagem ou de estresse. Aumentar a autoestima envolve trabalhar na construção de uma visão mais positiva de si mesmo. Lembre-se de que a construção da autoestima é um processo gradual e pode exigir esforço contínuo. Se sua autoestima estiver causando sofrimento significativo, consulte a ajuda de um terapeuta pode ser uma opção valiosa.


  • Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reap

    Os sintomas do transtorno de estresse pos-traumatico (pesadelos recorrentes, por exemplo) podem reaparecer depois de terem desaparecido por anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Isabella Iuli

    Sim, os sintomas do transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), como pesadelos recorrentes, podem ressurgir após terem desaparecido por um período. Isso pode ocorrer devido a eventos estressantes adicionais, desencadeadores ou simplesmente emocionais da natureza do TEPT, que podem ter sintomas recorrentes e remissões. É importante buscar apoio e tratamento se os sintomas reaparecerem, para aprender a lidar com eles e promover o bem-estar emocional.


Perguntas frequentes

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