Perguntas do paciente (319)

  • Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz

    Eu tava tomando sertralina parei uma semana, voltei tomar tem 14 dias tô sentindo dor de cabeça faz 6 dias e não passa é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A dor de cabeça pode ocorrer como efeito colateral da sertralina, especialmente no início ou após mudanças no tratamento. Além disso, interromper a sertralina por uma semana e depois reiniciá-la pode provocar sintomas relacionados tanto à interrupção quanto à readaptação ao medicamento.
    Porém, uma dor de cabeça persistente há 6 dias não deve ser simplesmente considerada normal ou atribuída à sertralina sem avaliação. Entre em contato com o médico ou psiquiatra que prescreveu o antidepressivo para avaliar o sintoma e orientar a continuidade do tratamento. Não interrompa, reinicie ou altere a dose da sertralina por conta própria.
    Se a dor for muito intensa ou diferente do habitual, surgir de forma súbita, ou vier acompanhada de febre, rigidez no pescoço, confusão, desmaio, alteração da visão, fraqueza, dificuldade para falar ou outros sintomas neurológicos, procure atendimento médico com urgência.
    Além do acompanhamento psiquiátrico, se a sertralina estiver sendo utilizada para ansiedade, depressão ou outros sintomas emocionais a psicoterapia é necessária para trabalhar as causas e os padrões emocionais envolvidos, e não apenas os sintomas. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental e a Terapia do Esquema podem fazer parte de um tratamento individualizado. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • A meditação de olhar na vela ela pode acalmar um sentimento muito forte de depressão ou de uma vergo

    A meditação de olhar na vela ela pode acalmar um sentimento muito forte de depressão ou de uma vergonha? Tipo ter bebido anoite e acordar com aquela melancolia de lembrar coisas feias que fiz? e ela altera as ondas cerebrais também ? ou permanece em Beta??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A meditação olhando para uma vela pode proporcionar alguns minutos de relaxamento e ajudar a direcionar a atenção, mas não é dessa forma que tratamos sentimentos intensos de vergonha, culpa, melancolia ou sintomas de depressão.
    Quando você acorda depois de beber e fica revivendo situações que considera constrangedoras, é importante compreender o que existe por trás dessa vergonha, como você interpreta o que aconteceu e por que essas lembranças provocam tanto sofrimento. Isso é algo para ser trabalhado em psicoterapia.
    A Terapia do Esquema permite investigar padrões mais profundos relacionados à vergonha, inadequação, autocrítica e medo do julgamento, além de desenvolver formas mais saudáveis de lidar com essas emoções. Se essa melancolia ou depressão é frequente ou intensa, recomendo procurar acompanhamento psicológico e realizar uma avaliação adequada.
    Sobre as ondas cerebrais, não é possível afirmar que olhar para uma vela fará seu cérebro simplesmente “sair de Beta” e entrar em outra frequência específica. Estudos sobre meditação mostram alterações na atividade cerebral que variam conforme o tipo de prática, experiência da pessoa e método utilizado, mas isso não significa que uma determinada onda cerebral seja responsável por tratar vergonha ou depressão.
    A meditação pode ser uma ferramenta complementar de regulação emocional, mas não substitui a psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coi

    Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coisas das revistas que tive ou tenho e costumo anotar num papel, antes eu guardava mas agora jogo fora,e isso está me deixando ansiosa,pois eu esqueço das coisas importantes, mesmo sabendo que essas coisas não são reais eu sinto tipo um impulso pra isso, isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    O que você descreve pode estar relacionado à ansiedade, pensamentos repetitivos e comportamentos impulsivos especialmente quando sente que precisa anotar determinados pensamentos para não esquecê-los e fica ansiosa quando não consegue fazer isso.
    Mais importante do que saber se é “normal” é compreender qual função esse comportamento tem para você. Anotar traz alívio? Você sente medo ou desconforto se não registrar? Precisa lembrar ou organizar perfeitamente determinadas coisas? Esses comportamentos podem funcionar como uma tentativa de diminuir a ansiedade e recuperar uma sensação de controle.
    A Terapia do Esquema pode ser especialmente importante para investigar os padrões emocionais mais profundos envolvidos, como necessidade de aprovação, comparação, perfeccionismo, insegurança ou sensação de inadequação. Também é possível trabalhar estratégias específicas para os pensamentos repetitivos e para a ansiedade.
    Como esse comportamento já está causando sofrimento, recomendo uma avaliação psicológica individualizada. Na psicoterapia, podemos compreender a origem desse padrão e trabalhar para que esses pensamentos deixem de ocupar tanto espaço e gerar ansiedade. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b

    Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    O medo de rejeição e do julgamento social pode fazer com que você esconda características importantes da sua personalidade para evitar críticas, zombarias ou a sensação de não pertencer. O problema é que, quando você começa a diminuir quem é para garantir aceitação, pode acabar fortalecendo a crença de que ser autêntico não é seguro.
    Na psicoterapia, é possível trabalhar tanto o medo da rejeição e da crítica quanto a necessidade de aprovação. A Terapia do Esquema ajuda a compreender padrões mais profundos de rejeição, vergonha ou busca de aprovação, enquanto estratégias da TCC ajudam a questionar previsões negativas e experimentar, gradualmente, formas mais autênticas de se posicionar nas relações.
    Dedicação, inteligência, cuidado com a aparência ou objetividade não precisam ser escondidos para que você seja aceito. O trabalho está em desenvolver autoestima e segurança emocional suficientes para reconhecer que nem todas as pessoas gostarão de você, sem transformar isso em uma ameaça ao seu valor pessoal.
    Se o medo de julgamento tem limitado sua espontaneidade e seus relacionamentos, vale investir em psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Ser uma pessoa interessante e atraente para si mesmo começa menos pela tentativa de impressionar e mais pela construção de uma vida que faça sentido para você. Isso envolve desenvolver autoconhecimento, autoestima, interesses próprios, curiosidade, autonomia, cuidado pessoal e relações que permitam autenticidade.
    Quando existe uma necessidade intensa de ser interessante para os outros, pode haver por trás dela medo de rejeição, comparação, baixa autoestima ou busca excessiva por aprovação. A Terapia do Esquema ajuda a compreender a origem desses padrões, enquanto a TCC pode trabalhar pensamentos e comportamentos que fazem seu valor depender da validação externa.
    Na psicoterapia, o objetivo não é ensinar você a se tornar alguém que agrade a todos, mas ajudá-lo a construir uma identidade da qual você mesmo goste e uma vida que desperte seu próprio interesse. Paradoxalmente, quanto menos precisamos performar para sermos aceitos, mais espaço existe para espontaneidade e conexão genuína.
    Se você percebe que sua autoestima e necessidade de aprovação estão condicionando a maneira como se enxerga e se relaciona, a psicoterapia pode ajudar. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    O perfeccionismo, a ansiedade e a necessidade de certeza absoluta podem estar relacionados, mas não significam necessariamente Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). A suspeita aumenta quando existem pensamentos obsessivos, intrusivos e recorrentes e/ou compulsões, inclusive mentais, como checar, revisar, ruminar, repetir ou buscar garantias constantemente para aliviar a ansiedade.
    Quando a intolerância à incerteza, o perfeccionismo e os comportamentos obsessivos já provocam sofrimento, a psicoterapia é necessária, independentemente de haver ou não um diagnóstico de TOC. Não é preciso esperar os sintomas piorarem ou ter certeza do diagnóstico para buscar tratamento.
    Um psicólogo poderá avaliar cuidadosamente se estamos diante de TOC, ansiedade, perfeccionismo disfuncional ou outros padrões emocionais, além de desenvolver um tratamento personalizado. A TCC possui estratégias específicas para sintomas obsessivo-compulsivos, enquanto a Terapia do Esquema pode aprofundar crenças e padrões relacionados à exigência, controle e medo de errar.
    Portanto, diante dos sintomas que você descreve, procure psicoterapia. A avaliação profissional é justamente o caminho para compreender o que está acontecendo e aprender ferramentas adequadas para lidar com a ansiedade e a necessidade de certeza. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após

    É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Sim, crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais podem ser modificadas pela psicoterapia.
    Na TCC, o paciente aprende a identificar, questionar e flexibilizar crenças como “não sou bom o suficiente”, “preciso fazer tudo perfeitamente” ou “se alguém me rejeitar, significa que não tenho valor”. A Terapia do Esquema aprofunda esse processo, trabalhando padrões emocionais antigos, suas origens e as formas de enfrentamento que continuam mantendo essas crenças.
    Uma crença antiga pode ser reativada por determinados gatilhos, mas, após um tratamento consistente, a pessoa pode reconhecê-la mais rapidamente e deixar de tratá-la como uma verdade absoluta. Por isso, prevenção de recaídas também faz parte da psicoterapia.
    Se suas crenças disfuncionais estão causando ansiedade, baixa autoestima, depressão ou dificuldades nos relacionamentos, é importante fazer psicoterapia em vez de tentar modificar padrões tão profundos sozinho. Um psicólogo pode avaliar quais crenças estão presentes, compreender suas origens e desenvolver um tratamento personalizado para construir mudanças mais consistentes e duradouras. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,

    Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A venlafaxina pode ajudar no tratamento da ansiedade e da depressão, mas o retorno de sintomas como angústia, coração acelerado e crises de ansiedade, mesmo após meses de melhora, merece ser comunicado ao psiquiatra que acompanha você. Não aumente, reduza ou interrompa a medicação por conta própria.
    Além do tratamento medicamentoso, a psicoterapia é fundamental para trabalhar os fatores emocionais e os padrões que podem estar relacionados às crises. A Terapia do Esquema ajuda a compreender crenças e padrões emocionais profundos, enquanto ferramentas de regulação emocional e abordagens somáticas, aprendidas em um bom processo de terapia, ajudam a reconhecer e lidar com a ansiedade.
    Procure ajuda na psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

    Olá, boa noite.
    Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
    Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
    Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
    Eu deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Sim, é importante procurar ajuda psicológica. Sensações persistentes de vazio, perda de interesse, estranhamento em relação às próprias experiências e pensamentos de “acabar com tudo” merecem atenção e não devem ser enfrentados sozinho.
    Esses sintomas podem aparecer em diferentes situações, como depressão, ansiedade, experiências traumáticas, crises existenciais ou dificuldades relacionadas à identidade e ao sentido da vida. Não é possível determinar a causa apenas por esse relato; uma avaliação individualizada em psicoterapia é necessária.
    A Terapia do Esquema pode ajudar a compreender padrões emocionais profundos, necessidades não atendidas e a origem desse vazio. Na psicoterapia, também podemos utilizar mindfulness e ferramentas de regulação emocional para desenvolver maior presença, estabilidade e capacidade de lidar com pensamentos e emoções difíceis.
    Como você mencionou pensamentos de acabar com tudo, procure ajuda profissional o quanto antes. Se sentir que pode agir sobre esses pensamentos ou que não consegue se manter seguro, procure imediatamente um serviço de emergência e fique próximo de alguém de confiança.
    Procure ajuda na psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Quando você decide que é melhor ser totalmente autossuficiente, desapegado e evitar vínculos profundos porque as pessoas podem ir embora, isso é uma defesa emocional contra a dor do abandono e da perda. A lógica interna é: “se eu não me apegar, não sofrerei quando alguém partir”. O problema é que essa defesa impede intimidade, conexão e relações significativas.
    A Terapia do Esquema pode ajudar a trabalhar profundamente esquemas de abandono, privação emocional e rejeição, além das estratégias defensivas desenvolvidas para evitar vulnerabilidade. Na psicoterapia, também podem ser utilizadas ferramentas de regulação emocional e mindfulness para aprender a atravessar separações e mudanças sem precisar se fechar afetivamente.
    Relacionamentos podem terminar ou se transformar e ainda assim terem sido valiosos. Autonomia emocional não significa não precisar de ninguém; significa conseguir criar vínculos sem abandonar a si mesmo.
    Se essa necessidade de desapego está levando ao isolamento, procure psicoterapia e Terapia do Esquema para compreender e transformar esse padrão de forma personalizada. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "cert

    Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "certo" mas as vezes esqueço por 1 a 2 horas no MÁXIMO, além disso eu sempre uso camisinha do início ao fim e também faço coito interrompido, existe alguma chance mesmo assim de engravidar? Sou muito paranóica com isso e acho que as vezes acabo estragando o momento por pensar demais e ficar com medo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Em relação ao risco de gravidez usando anticoncepcional, é importante confirmar com sua médica como funciona especificamente o anticoncepcional que você utiliza, pois orientações sobre atrasos, pausa e eficácia podem variar conforme o medicamento. Pelo uso concomitante de camisinha do início ao fim, você já acrescenta outro método contraceptivo, mas dúvidas sobre eficácia e possíveis falhas devem ser esclarecidas com a ginecologista.
    Já o medo excessivo de engravidar, a necessidade constante de verificar se “fez tudo certo” e a ansiedade que chega a prejudicar sua vida sexual merecem atenção psicológica. Quando a preocupação permanece mesmo diante de medidas de proteção, buscar repetidamente certeza pode acabar alimentando ainda mais a ansiedade.
    A psicoterapia pode ajudar a trabalhar pensamentos catastróficos, necessidade de controle, intolerância à incerteza e comportamentos de checagem. Abordagens como TCC e Terapia do Esquema também ajudam a compreender os padrões emocionais que sustentam esse medo. Se essa ansiedade está atrapalhando seus relacionamentos ou sua sexualidade, procure acompanhamento psicológico para trabalhar essa questão de forma individualizada. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode trabalhar de forma integrada a baixa autoestima, ansiedade social e depressão, já que esses problemas frequentemente envolvem pensamentos e crenças negativas como “sou inútil”, “ninguém vai me amar”, “não sou bom o suficiente”, “todos são melhores do que eu” ou “estão me julgando”.
    Na TCC, são utilizadas estratégias como reestruturação cognitiva, experimentos comportamentais e exposição gradual, ajudando a questionar pensamentos automáticos, reduzir a necessidade de aprovação e desenvolver comportamentos mais seguros.
    A Terapia do Esquema pode aprofundar esse processo ao investigar crenças centrais e padrões emocionais construídos ao longo da história de vida (os esquemas), como padrões de sentimentos persistentes de inadequação, rejeição, fracasso ou necessidade de agradar. Assim, o tratamento não trabalha apenas os sintomas atuais, mas também padrões mais profundos que podem estar mantendo a baixa autoestima, a depressão e a ansiedade social.
    Se essas dificuldades estão limitando sua vida, a psicoterapia personalizada pode ajudar a compreender e transformar esses padrões. Procure ajuda na psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode trabalhar conjuntamente baixa autoestima, ansiedade social e depressão, pois essas dificuldades frequentemente são mantidas por pensamentos e crenças negativas sobre si mesmo, como “não sou bom o suficiente”, “ninguém gosta de mim” ou “estão me julgando”. A TCC utiliza técnicas como reestruturação cognitiva, exposição gradual e experimentos comportamentais para modificar esses padrões.
    A Terapia do Esquema aprofunda esse trabalho ao investigar crenças e padrões emocionais mais antigos, muitas vezes desenvolvidos a partir das experiências da infância e dos relacionamentos, como sentimentos de inadequação, rejeição, fracasso ou necessidade excessiva de aprovação.
    A integração entre TCC e Terapia do Esquema pode ajudar não apenas a reduzir sintomas de ansiedade social e depressão, mas também a fortalecer a autoestima e transformar padrões emocionais persistentes. Se essas dificuldades estão prejudicando sua vida, a psicoterapia personalizada pode ajudar a compreender suas causas e construir novas formas de pensar, sentir e se relacionar. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e c

    Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a depressão, anedonia, falta de motivação e falta de energia atuando tanto nos pensamentos quanto nos comportamentos que podem manter o quadro. Estratégias como ativação comportamental, reestruturação cognitiva e planejamento gradual de atividades ajudam a recuperar envolvimento, prazer e senso de realização.
    A TCC também identifica e questiona crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais, como “sou incapaz”, “não sou bom o suficiente” ou “se eu falhar, significa que não tenho valor”.
    A Terapia do Esquema pode aprofundar esse trabalho ao investigar a origem e a manutenção de padrões emocionais mais antigos, como fracasso, defectividade/vergonha, abandono, privação emocional ou padrões inflexíveis, utilizando técnicas cognitivas, emocionais e experienciais.
    Assim, TCC e Terapia do Esquema podem ser integradas para trabalhar tanto os sintomas atuais da depressão quanto padrões emocionais mais profundos, favorecendo mudanças mais consistentes na autoestima, motivação e maneira de se relacionar consigo mesmo. Procure ajuda na psicoterapia, você não precisa passar por isso sozinho (a). Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

    Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    É possível sentir ambivalência na gravidez: amar ou desejar cuidar do bebê e, ao mesmo tempo, sentir medo de perder liberdade, identidade e possibilidades de vida. Esses pensamentos não significam necessariamente rejeição ao bebê ou falta de amor.
    No seu relato, parece existir também uma questão anterior à gestação: dificuldade de construir uma vida própria, objetivos, autonomia e vínculos sociais. A chegada do bebê pode ter intensificado a sensação de que sua vida será definida pelas necessidades de outra pessoa antes mesmo de você descobrir o que deseja para si. O que é natural, pois você além de ser muito jovem, não havia planejado essa gestação.
    A psicoterapia durante a gravidez pode ajudar a trabalhar ansiedade, identidade, relação com a maternidade, autonomia e projetos pessoais, construindo espaço para duas coisas coexistirem: ser mãe e continuar desenvolvendo sua própria vida. Diante desse sofrimento psicológico, procure acompanhamento profissional; você não precisa organizar todas essas mudanças sozinha.
    A ambivalência na gravidez pode coexistir com amor pelo bebê, mas o sofrimento merece apoio profissional e um plano concreto para preservar sua identidade, incluindo um roteiro de conversa com sua mãe e metas pessoais para os próximos três meses. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou

    Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou 100mg de sertralina, mas não resolveu. Faz 3 anos que eu não vou a escola por conta dessa ansiedade. Tenho medo do julgamento, medo do que os outros estão pensando, medo de ser rejeitado, criticado, medo de desagradar alguém, autoestima baixa. Quando alguém me chama para sair, ir em algum evento, festas ou um jogo de futebol, eu nunca vou por conta dessa ansiedade. Já passei por 2 psicólogas da TCC, mas eu parei de fazer terapia porque eu achei que não estava resolvendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A ansiedade social pode envolver medo intenso de julgamento, rejeição, críticas e de desagradar, além de baixa autoestima e evitação de situações sociais. Quando esse padrão já impede a pessoa de estudar, sair, participar de eventos ou manter uma vida social, é muito importante buscar tratamento psicológico especializado e personalizado.
    Além da TCC, a Terapia do Esquema pode ser especialmente interessante quando existem crenças profundas e persistentes como “não sou bom o suficiente”, “vou ser rejeitado”, “as pessoas vão me julgar” ou “preciso agradar para ser aceito”. A terapia trabalha não apenas os sintomas da ansiedade, mas também os esquemas emocionais, experiências anteriores e padrões de evitação que podem estar mantendo o problema.
    Como você já tentou tratamentos anteriores sem a melhora esperada, procure um psicólogo com experiência em ansiedade social e Terapia do Esquema para uma nova avaliação e um plano terapêutico individualizado. A medicação também deve continuar sendo acompanhada pelo psiquiatra. Você não precisa tentar superar uma ansiedade social tão limitante sozinho; o acompanhamento profissional é parte importante do tratamento.
    A Terapia do Esquema pode ajudar a compreender crenças profundas que mantêm a ansiedade social, mas a recuperação exige um plano personalizado; procure um psicólogo especializado para avaliar seu caso e combinar Terapia do Esquema com estratégias adequadas para retomar gradualmente a escola e a vida social. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediá

    A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais sozinho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Sim. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o psicólogo não apenas ajuda o paciente a identificar e modificar crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais; ele também ensina estratégias para que a pessoa desenvolva progressivamente essa capacidade sozinha.
    Por meio de técnicas como reestruturação cognitiva, questionamento socrático e experimentos comportamentais, o paciente aprende a reconhecer padrões de pensamento, avaliar evidências e construir crenças mais flexíveis e funcionais.
    Um dos objetivos da TCC e da psicoterapia é justamente aumentar a autonomia do paciente para que ele consiga aplicar essas habilidades também fora das sessões.
    Na TCC, o objetivo é desenvolver autonomia, para que o paciente aprenda a identificar e modificar sozinho suas crenças disfuncionais com as estratégias praticadas em terapia. Procure ajude na psicoterapia, você não precisar passar pelo que está passando sozinho(a). Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessid

    Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessidade de agradar a todos, crenças como: "eu tenho que agradar todo mundo", "se eu não agradar todo mundo, ninguém vai gostar de mim". Esses medos e essas crenças estão me atrapalhando muito na minha vida pessoal e nos esportes também

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha o medo de julgamento, crítica e rejeição identificando e modificando pensamentos e crenças como: “preciso agradar todo mundo” ou “se alguém não gostar de mim, significa que há algo errado comigo”.
    Na terapia, são utilizadas estratégias como reestruturação cognitiva, exposição gradual às situações temidas, experimentos comportamentais e desenvolvimento de habilidades de enfrentamento. O objetivo é aprender a tolerar críticas e desaprovação sem depender constantemente da validação dos outros.
    Esses padrões podem afetar relacionamentos, autoestima, desempenho profissional e esportivo. A psicoterapia para medo de rejeição, necessidade de aprovação e ansiedade pode ajudar a desenvolver mais segurança, autonomia e liberdade emocional.
    A TCC reduz o medo de julgamento ao testar, na prática, a crença de que
    você precisa agradar a todos para ser aceito, inclusive nos esportes, fortalecendo autoestima, tolerância à crítica e autonomia. Procure ajuda em um bom processo de psicoterapia. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • bom sou canhota e tem muita dificuldade em fazer o teste palograficos retos , em todos teste eu re

    bom sou canhota e tem muita dificuldade em fazer o teste palograficos retos , em todos teste eu reprovo , o que posso fazer para melhorar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Ser canhota, por si só, não significa ter pior desempenho no Teste Palográfico. Esse é um teste psicológico utilizado para avaliar características comportamentais e de personalidade, e não simplesmente a capacidade de produzir traços perfeitamente retos.
    Tentar “treinar” especificamente para reproduzir determinado padrão pode, inclusive, interferir na finalidade da avaliação. Se você percebe dificuldade recorrente em coordenação motora ou escrita, vale conversar com o profissional responsável pela aplicação para que essa característica seja considerada adequadamente.
    Se as reprovações estão provocando ansiedade, medo de falhar ou insegurança em avaliações psicológicas, a psicoterapia pode ajudar a trabalhar esses aspectos e desenvolver maior segurança emocional diante de situações avaliativas. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


  • Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico

    Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.

    Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Isadora Klamt

    Isso, por si só, não caracteriza traição. Querer parecer bonita, interessante ou bem-sucedida diante de alguém do passado pode estar relacionado à necessidade de aprovação, baixa autoestima, ansiedade ou preocupação excessiva com a opinião dos outros.
    Quando, porém, surge uma culpa desproporcional e a pessoa começa a analisar repetidamente seus pensamentos e comportamentos para descobrir se “traiu” ou não, também pode ser importante investigar TOC, pensamentos obsessivos ou ansiedade. Ter um pensamento ou querer causar uma boa impressão não equivale a desejar ou cometer uma infidelidade.
    A psicoterapia pode ajudar a compreender a origem dessa culpa e diminuir a necessidade de monitorar constantemente pensamentos e sentimentos. Procure ajuda, você não precisa e nem deve passar por isso sozinha. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.