Perguntas do paciente (22)

  • Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    Como saber se tenho síndrome de ansiedade ou síndrome do pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jhonatan de Moura Miranda

    Oi, a diferença entre ansiedade e síndrome do pânico está principalmente na intensidade e na forma como os sintomas aparecem.
    - Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): envolve preocupação constante, tensão e irritabilidade, que duram a maior parte do tempo e não estão ligadas a um evento específico.
    - Transtorno do pânico: se caracteriza por crises súbitas e intensas de medo, acompanhadas de sintomas físicos como falta de ar, palpitação, tontura, sensação de descontrole ou medo de morrer.

    O diagnóstico preciso só pode ser feito por um profissional de saúde mental, que vai avaliar seus sintomas, frequência e impacto na vida diária. Se os sintomas estiverem atrapalhando o dia a dia, é indicado buscar essa avaliação.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Jhonatan de Moura Miranda

    O que você está sentindo faz todo sentido, considerando tudo o que passou com sua mãe. É normal que a medicação, sozinha, nem sempre dê conta, e a terapia pode ser um espaço seguro para você processar esses sentimentos sem julgamentos. Entendo que você tenha resistências por experiências passadas, mas nem todos os terapeutas ou abordagens são iguais — vale a pena tentar encontrar alguém com quem se sinta à vontade.

    Enquanto isso, cuide de pequenas coisas que te dão algum conforto, mantenha contato com pessoas de confiança e não hesite em falar com seu psiquiatra se os sintomas piorarem. Você não precisa passar por isso sozinha.


Perguntas frequentes

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