Perguntas do paciente (1323)
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Olá estou tomando sertralina 200mg quase 40 dias não vi resultado ainda tenho crises de choro consta
Olá estou tomando sertralina 200mg quase 40 dias não vi resultado ainda tenho crises de choro constante sem apetite pode ser que o remédio não esteja fazendo efeito teria que diminuir aumentar ou trocar por outro ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A permanência de crises de choro constantes e falta de apetite após quase 40 dias usando sertralina 200 mg merece uma reavaliação com sua psiquiatra. A sertralina pode levar algumas semanas para atingir seu efeito máximo, geralmente entre 6 e 12 semanas em alguns casos, mas a ausência de melhora significativa nesse período pode indicar que o tratamento precisa ser ajustado.
A dose de 200 mg/dia já é considerada uma dose alta (frequentemente a dose máxima utilizada), portanto aumentar ainda mais geralmente não é a primeira opção. O psiquiatra pode avaliar diferentes estratégias, como manter por mais tempo, ajustar a dose, associar outra medicação ou trocar o antidepressivo, dependendo do diagnóstico e da sua resposta anterior.
Também é importante investigar se os sintomas atuais estão relacionados apenas à depressão ou se existem outros fatores envolvidos, como ansiedade intensa, crises de ansiedade, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, alterações do sono, estresse ou outros sintomas associados.
Não reduza ou suspenda a sertralina por conta própria, pois mudanças abruptas podem causar piora dos sintomas ou sintomas de retirada.
Na consulta, informe sua médica sobre:
há quanto tempo está em 200 mg (se foi recente ou desde o início);
se houve alguma melhora parcial;
intensidade das crises de choro;
perda de peso ou dificuldade para se alimentar;
como estão sono, energia, ansiedade e pensamentos.
Se junto ao choro houver pensamentos de morte, vontade de se machucar ou sensação de não conseguir lidar com a situação, procure atendimento imediatamente. O objetivo do tratamento psiquiátrico é encontrar a estratégia mais eficaz para recuperar estabilidade emocional e qualidade de vida.
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Vou dormir e acordo com uma musica na cabeça, o que fazer? É normal?
Vou dormir e acordo com uma musica na cabeça, o que fazer? É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Acordar com uma música na cabeça é algo relativamente comum e, na maioria das vezes, não significa que exista algum problema neurológico ou psiquiátrico. Esse fenômeno é conhecido como imagética musical involuntária, quando o cérebro repete uma melodia ou trecho de música automaticamente, principalmente ao acordar, antes de dormir ou em momentos de maior cansaço.
Isso pode acontecer com mais frequência em períodos de estresse, ansiedade, preocupação excessiva, privação de sono ou maior exposição a músicas repetitivas durante o dia. Em pessoas com sintomas de ansiedade, crises de ansiedade, insônia ou pensamentos acelerados, o cérebro pode permanecer mais “ativo” mesmo durante os períodos de descanso.
Algumas estratégias podem ajudar:
manter uma rotina regular de sono;
evitar músicas muito repetitivas ou estimulantes perto do horário de dormir;
praticar técnicas de relaxamento antes de deitar;
ao acordar, mudar o foco para outra atividade (levantar, tomar água, iniciar uma tarefa).
Geralmente, não é preocupante quando você percebe que é apenas uma música “na sua mente”. Porém, vale conversar com um psiquiatra se isso vier acompanhado de insônia importante, pensamentos muito acelerados, agitação, aumento incomum de energia, ansiedade intensa ou sensação de ouvir sons como se viessem de fora da cabeça.
Se você faz uso de medicamentos para ansiedade, depressão, insônia ou transtornos de humor, também é importante comentar esse sintoma na consulta, pois pode ajudar na avaliação do tratamento.
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O psiquiatra está alterando minha medicação de escitalopram para fluvoxamina, porém, por enquanto, p
O psiquiatra está alterando minha medicação de escitalopram para fluvoxamina, porém, por enquanto, para que a suspensão seja gradual, ele prescreveu 15 mg de escitalopram pela manhã e 50 mg de fluvoxamina à noite. E também receitou alprazolam e lamotrigina. Estou com medo de síndrome serotoninérgica, será que o risco é grande nessa combinação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sua preocupação é compreensível, pois tanto o escitalopram quanto a fluvoxamina atuam no sistema da serotonina. Porém, quando essa troca é feita com acompanhamento psiquiátrico e ajuste gradual, como no esquema que você descreveu, o objetivo é justamente reduzir riscos e permitir uma transição mais confortável.
Durante uma troca entre antidepressivos da mesma classe (ISRS), pode ser utilizada uma estratégia de redução progressiva de um medicamento enquanto se inicia o outro em dose baixa, chamada de troca cruzada (cross-taper). A dose de fluvoxamina 50 mg costuma ser uma dose inicial, e o psiquiatra avalia a resposta e a tolerabilidade antes de realizar novos ajustes.
A síndrome serotoninérgica é uma condição rara, geralmente associada a excesso de atividade serotoninérgica, principalmente em combinações específicas, doses elevadas ou uso concomitante de vários medicamentos serotoninérgicos. Os sinais de alerta incluem agitação intensa, confusão, febre, sudorese excessiva, tremores importantes, rigidez muscular, diarreia intensa, batimentos acelerados ou piora súbita do estado geral.
A lamotrigina não é um medicamento que aumenta serotonina de forma significativa e não costuma contribuir para síndrome serotoninérgica. O alprazolam também não possui esse mecanismo; ele atua principalmente reduzindo ansiedade e hiperativação do sistema nervoso.
Não interrompa ou altere as doses por conta própria, pois a troca planejada pelo psiquiatra tem como objetivo equilibrar segurança e eficácia. Mantenha contato com o médico se surgirem sintomas novos ou intensos durante a transição.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial para ajustar o tratamento de ansiedade, depressão, transtorno do pânico, transtornos de humor, insônia e sintomas emocionais, buscando melhora clínica com o menor risco de efeitos adversos.
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Tomei quetiapina por dez.dias mais parei pq nao estava me fazendo bem tem algum problema?
Tomei quetiapina por dez.dias mais parei pq nao estava me fazendo bem tem algum problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A suspensão da quetiapina após apenas 10 dias de uso geralmente apresenta baixo risco de sintomas de retirada importantes, principalmente se a dose era baixa. Porém, isso depende da dose utilizada, do motivo pelo qual foi prescrita e da sensibilidade individual de cada pessoa.
Algumas pessoas podem perceber após a interrupção sintomas como dificuldade para dormir, ansiedade, irritabilidade, agitação ou retorno dos sintomas que estavam sendo tratados, especialmente quando a quetiapina estava ajudando no controle de ansiedade intensa, insônia, alterações de humor ou sintomas de desregulação emocional.
O ideal é informar ao psiquiatra que você interrompeu e explicar quais efeitos fizeram você parar. A quetiapina pode causar em algumas pessoas efeitos como sonolência excessiva, aumento do apetite, tontura, sensação de lentificação ou mal-estar, e o médico pode avaliar se é necessário ajustar a dose, mudar o horário ou considerar outra alternativa.
Evite reiniciar ou modificar o tratamento sem orientação, principalmente se a medicação foi indicada para transtorno bipolar, transtornos de humor, ansiedade, irritabilidade ou sintomas psiquiátricos associados. O acompanhamento psiquiátrico permite encontrar uma estratégia que controle os sintomas com melhor tolerabilidade e preserve sua qualidade de vida.
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É normal desmaiar no período de adaptação da bupropiona?(nesses 27 dias que estou usando o remédio a
É normal desmaiar no período de adaptação da bupropiona?(nesses 27 dias que estou usando o remédio aconteceu só uma vez)
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desmaio (síncope) não é um efeito colateral comum da bupropiona, mesmo durante o período inicial de adaptação. Como você está usando há 27 dias e isso aconteceu apenas uma vez, pode ter sido um episódio isolado relacionado a outros fatores, como queda de pressão, jejum prolongado, desidratação, calor, estresse, ansiedade intensa ou uma resposta vasovagal.
A bupropiona pode, em algumas pessoas, causar efeitos como tontura, sensação de fraqueza, alteração da pressão, palpitações, ansiedade ou agitação, principalmente no início do tratamento, mas um desmaio verdadeiro precisa ser comunicado ao médico para avaliar se houve alguma relação com a medicação ou se existe outra causa.
É importante observar como foi o episódio: se houve perda completa de consciência, quanto tempo durou, se ocorreu em pé ou após levantar rapidamente, se houve palpitações, dor no peito, falta de ar, convulsão, confusão após o evento ou algum outro sintoma associado.
Não suspenda a bupropiona por conta própria, pois ela pode estar sendo utilizada para tratamento de depressão, falta de motivação, baixa energia, ansiedade associada, transtornos de humor ou outros sintomas emocionais. O ideal é informar o psiquiatra que prescreveu para decidir se é necessário investigar, manter a dose ou realizar algum ajuste.
Se ocorrer novo desmaio, principalmente acompanhado de dor no peito, falta de ar, alteração dos batimentos cardíacos, confusão ou sintomas neurológicos, é recomendado procurar avaliação médica com prioridade.
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Como saber se preciso tomar Carbonato de LITIUM ? Minha mãe toma, desde sempre porque é diagnostica
Como saber se preciso tomar Carbonato de LITIUM ? Minha mãe toma, desde sempre porque é diagnosticada com Bipolaridade. Será que eu como filha preciso observar a quantidade Litium no organismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ter uma mãe com diagnóstico de transtorno bipolar aumenta a sua predisposição genética para desenvolver alterações de humor, mas não significa que você precise tomar carbonato de lítio ou fazer dosagem de lítio no sangue. O lítio não é usado como prevenção em pessoas que não apresentam indicação clínica.
A necessidade de usar carbonato de lítio é definida após uma avaliação psiquiátrica, considerando principalmente a presença de episódios de mania ou hipomania, alterações importantes de humor, períodos de energia excessiva com pouca necessidade de sono, impulsividade, irritabilidade intensa, pensamentos acelerados ou episódios depressivos recorrentes compatíveis com transtorno bipolar.
A dosagem de lítio no sangue é um exame feito em pessoas que já utilizam o medicamento, pois é necessário manter uma faixa terapêutica adequada e acompanhar possíveis efeitos sobre função renal, tireoide e eletrólitos. Quem não usa lítio não precisa medir “a quantidade de lítio no organismo”.
Como filha de uma pessoa com bipolaridade, é interessante observar seu próprio padrão de humor ao longo da vida e procurar avaliação psiquiátrica se houver sintomas como depressão, ansiedade, crises de ansiedade, alterações marcantes de energia, insônia persistente, irritabilidade intensa ou mudanças de comportamento fora do habitual.
O acompanhamento com psiquiatra permite avaliar seu histórico pessoal e familiar, diferenciando sintomas de transtornos de humor, transtorno bipolar, transtorno de ansiedade e transtorno depressivo, e indicar o tratamento adequado quando necessário.
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tive uma nova crise de ansiedade após anos de estabilidade, atualmente estou com: venla 225mg (já de
tive uma nova crise de ansiedade após anos de estabilidade, atualmente estou com: venla 225mg (já de longa data, n modificada) + quetiapina 25mg (adc há 13 dias) + alprazolam 0,25mg duas vezes ao dia (em programação de desmame qnd estabilidade e período sem sintomas ansiosos) . Permaneço com sintomas q incomodam princ. desrealização / despersonalização, sensação de estar indo no piloto automático, ansiedade antecipatória, medo de “perder o controle” ou n dar conta etc. Apesar da melhora em mts fatores: apetite, sono, ausência de novas “crises” de fato ou angústia, to vindo trabalhar apesar do desconforto…
Minha psiq orientou esperar um pouco mais antes de pensar em ajustar a quetiapina. Vou ter q esperar mais ou menos 4 semanas novamente pra avaliar resposta? Até agr a quet me ajudou no sono q está continuo e na redução da ansiedade diurna. Mas durante o dia ainda tenho essas oscilações e sintomas q citei.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, parece que houve uma resposta inicial positiva, mas ainda incompleta. A melhora do sono, do apetite, a redução das crises intensas e o fato de você conseguir manter o trabalho são sinais favoráveis. Entretanto, sintomas como desrealização, despersonalização, sensação de estar no “piloto automático”, ansiedade antecipatória e medo de perder o controle podem ser alguns dos últimos sintomas a melhorar em quadros de ansiedade.
Com apenas 13 dias de quetiapina 25 mg, ainda é cedo para concluir o efeito completo. Em muitos pacientes, a avaliação mais adequada ocorre após algumas semanas, frequentemente em torno de 4 a 6 semanas, dependendo do objetivo do uso, da dose e da resposta individual. A quetiapina em dose baixa costuma ter inicialmente um efeito mais evidente sobre sono, redução da hiperativação e ansiedade, enquanto outros sintomas podem precisar de mais tempo.
Como sua psiquiatra orientou aguardar antes de ajustar a medicação, essa conduta é compatível com o acompanhamento habitual, especialmente porque você já percebe benefícios. Ajustar a dose muito precocemente pode dificultar entender o quanto a medicação atual ainda pode ajudar.
O uso do alprazolam como suporte temporário também é algo frequentemente planejado enquanto o tratamento de base ganha efeito, com redução gradual posteriormente para evitar sintomas de retirada.
Continue observando a evolução e leve para sua psiquiatra informações objetivas: intensidade da ansiedade ao longo do dia, duração dos episódios de desrealização, qualidade do sono, funcionamento no trabalho e necessidade do alprazolam.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial para o manejo de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtorno de ansiedade, estresse, irritabilidade, transtornos de humor e transtorno depressivo, buscando estabilidade e recuperação da qualidade de vida.
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O Aripiprazol é um bom estabilizador de humor quando junto com o lítio?
O Aripiprazol é um bom estabilizador de humor quando junto com o lítio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O aripiprazol pode ser uma boa opção em associação com o lítio em alguns pacientes com transtorno bipolar, mas é importante entender que eles têm papéis diferentes no tratamento.
O lítio é considerado um dos principais estabilizadores do humor, com ampla evidência para prevenção de recaídas, especialmente de episódios de mania e para manutenção da estabilidade no transtorno bipolar. O aripiprazol é um antipsicótico de segunda geração que também possui propriedades estabilizadoras do humor, sendo bastante utilizado principalmente para tratamento e prevenção de episódios maníacos e mistos e, em alguns casos, como complemento ao lítio quando há resposta insuficiente.
A combinação lítio + aripiprazol pode ser indicada quando a pessoa apresenta sintomas persistentes, histórico de recaídas ou necessidade de maior proteção contra oscilações de humor. A escolha depende do perfil individual, incluindo tipo de transtorno bipolar, predominância de sintomas depressivos ou maníacos, histórico de resposta a medicamentos e tolerância aos efeitos colaterais.
Uma característica do aripiprazol é que costuma apresentar menor risco de ganho de peso e sedação em comparação com alguns outros antipsicóticos, mas pode causar efeitos como inquietação interna (acatisia), ansiedade, dificuldade para dormir ou sensação de agitação em algumas pessoas.
O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para ajustar doses, monitorar exames quando necessário e avaliar sintomas de transtorno bipolar, transtornos de humor, ansiedade, depressão e alterações comportamentais, buscando estabilidade emocional e qualidade de vida.
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Estou tendo taquicardia com o uso de lamotrigina e litio. Isso é normal?
Estou tendo taquicardia com o uso de lamotrigina e litio. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A taquicardia (coração acelerado) não é um efeito dos mais comuns da combinação lamotrigina + lítio, mas pode ocorrer em algumas pessoas e deve ser avaliada, principalmente se começou após iniciar, aumentar doses ou alterar horários das medicações.
O lítio merece atenção especial, pois alterações nos níveis sanguíneos podem causar efeitos no organismo, incluindo palpitações, alterações do ritmo cardíaco, tremores, náuseas, diarreia, fraqueza ou sensação de mal-estar. Por isso, quem utiliza lítio geralmente precisa de acompanhamento com dosagem sérica do lítio, além de avaliação de função renal, tireoide e eletrólitos.
A lamotrigina costuma ser bem tolerada, mas em algumas situações pode estar associada a alterações cardíacas, especialmente em pessoas com predisposição, doenças cardíacas prévias ou uso de outros medicamentos que influenciem o ritmo cardíaco.
Também é importante considerar outras causas de taquicardia, como ansiedade, crises de ansiedade, cafeína, desidratação, alterações da tireoide, anemia ou distúrbios de sais minerais.
Não suspenda lítio ou lamotrigina por conta própria. O ideal é conversar com seu psiquiatra para avaliar a necessidade de exames, como nível sérico do lítio, TSH/T4 livre, função renal, eletrólitos e, se indicado, eletrocardiograma.
Se a taquicardia vier acompanhada de dor no peito, falta de ar, desmaio, tontura intensa ou batimentos irregulares, procure atendimento médico.
O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para manter a estabilidade do transtorno bipolar, transtornos de humor, ansiedade, depressão e prevenção de crises, garantindo que o tratamento seja eficaz e seguro.
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Pode associar fluvoxamina e vortioxetina em quem tem epilepsia e trata com lamotrigina?
Pode associar fluvoxamina e vortioxetina em quem tem epilepsia e trata com lamotrigina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de fluvoxamina e vortioxetina em uma pessoa com epilepsia em tratamento com lamotrigina exige bastante cautela e deve ser feita apenas com acompanhamento do psiquiatra e, quando necessário, do neurologista.
Tanto a fluvoxamina quanto a vortioxetina atuam no sistema da serotonina. A combinação pode aumentar o risco de efeitos serotoninérgicos, como agitação, tremores, suor excessivo, diarreia, inquietação, alteração do sono e, raramente, síndrome serotoninérgica. Além disso, a associação de dois antidepressivos serotoninérgicos nem sempre traz benefício adicional e precisa ter uma justificativa clínica clara.
Em relação à epilepsia, muitos antidepressivos podem ser usados com segurança em pacientes controlados, mas a escolha deve considerar o tipo de epilepsia, frequência das crises, histórico individual e os medicamentos associados. A lamotrigina é frequentemente utilizada em epilepsia e também no transtorno bipolar, porém é necessário avaliar possíveis interações e monitorar o controle das crises.
A fluvoxamina pode interferir em enzimas hepáticas responsáveis pelo metabolismo de alguns medicamentos, enquanto a vortioxetina também possui metabolismo hepático, o que torna importante uma avaliação individualizada.
Não inicie ou combine essas medicações sem confirmação médica. O psiquiatra poderá avaliar a melhor estratégia para sintomas como depressão, ansiedade, crise de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno do pânico, mantendo o controle adequado da epilepsia e a segurança do tratamento.
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Psiquiatra trocou fluoxetina genérica por Daforin. Há diferença?
Psiquiatra trocou fluoxetina genérica por Daforin. Há diferença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Daforin® e a fluoxetina genérica possuem o mesmo princípio ativo: fluoxetina. Portanto, em relação ao mecanismo de ação, indicação e efeito esperado, eles são considerados equivalentes, desde que estejam na mesma dose.
A principal diferença está no fabricante e nos excipientes (componentes inativos da fórmula). Algumas pessoas podem perceber diferenças ao trocar entre marcas, principalmente em relação à tolerabilidade, como náuseas, desconforto gastrointestinal, sono, ansiedade inicial ou sensação subjetiva de resposta, mas isso não significa que um seja necessariamente mais forte ou mais eficaz.
Se o psiquiatra fez a troca, geralmente é uma mudança segura e costuma ter como objetivo manter o tratamento com uma apresentação específica ou melhorar a adaptação ao medicamento. É importante manter a mesma dose prescrita e observar a evolução nas próximas semanas, pois a fluoxetina pode levar algumas semanas para demonstrar plenamente seus efeitos.
Não faça alterações ou interrupções sem orientação médica. O acompanhamento psiquiátrico é essencial para avaliar a resposta no tratamento de depressão, ansiedade, crise de ansiedade, transtorno depressivo, transtornos de humor e outros sintomas emocionais, ajustando a medicação quando necessário.
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Daforin pode funcionar melhor do que o medicamento genérico?
Daforin pode funcionar melhor do que o medicamento genérico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Daforin® pode parecer funcionar melhor do que a fluoxetina genérica para algumas pessoas, mas isso não significa que ele seja farmacologicamente mais forte ou superior. Os dois medicamentos têm o mesmo princípio ativo (fluoxetina) e, quando produzidos seguindo as normas regulatórias, devem apresentar a mesma eficácia e segurança esperadas.
Na prática clínica, alguns pacientes relatam perceber diferenças ao trocar de fabricante, principalmente por causa dos excipientes (componentes inativos), da formulação ou da própria adaptação individual ao medicamento. Essas diferenças podem influenciar tolerabilidade, como náuseas, desconforto gastrointestinal, ansiedade inicial ou sensação subjetiva de melhora, mas não significam que a molécula da marca seja diferente.
Quando um psiquiatra troca a apresentação, pode ser porque deseja manter uma marca específica, melhorar a adesão, observar melhor a resposta ou porque o paciente relatou alguma diferença com o genérico. O ideal é avaliar a evolução por algumas semanas, pois a fluoxetina tem efeito gradual.
Se o tratamento é para depressão, ansiedade, crise de ansiedade, transtorno depressivo, transtornos de humor ou transtorno do pânico, o mais importante é a resposta clínica ao longo do tempo, a dose adequada e o acompanhamento psiquiátrico, e não apenas o nome comercial do medicamento.
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durante o período de recuperação de uma crise de ansiedade, é normal vários sintomas terem melhorado
durante o período de recuperação de uma crise de ansiedade, é normal vários sintomas terem melhorado (funcionalidade, vindo trabalhar, socializando, sono, despertar sem angústia, ausência de novas crises, apetite….) mas ainda permanecerem alguns do tipo despersonalização / sensação de estar agindo no “piloto automático” mesmo sem crises de fato ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer durante a recuperação de uma crise de ansiedade. É relativamente comum que alguns sintomas melhorem antes de outros. Muitas vezes, aspectos mais evidentes, como crises intensas, angústia ao acordar, alteração do sono, apetite, isolamento e dificuldade de funcionamento, começam a melhorar primeiro, enquanto sintomas mais sutis, como despersonalização, desrealização, sensação de estar no “piloto automático”, estranheza consigo mesmo ou medo de perder o controle, podem permanecer por mais tempo.
A despersonalização e a desrealização geralmente estão associadas a períodos de hiperativação do sistema de estresse. Mesmo quando a pessoa já está retomando a rotina, o cérebro pode continuar em um estado de alerta aumentado, mantendo essa sensação de distanciamento ou de “não estar 100% presente”. O fato de você conseguir trabalhar, socializar, dormir melhor e não estar tendo novas crises são sinais de recuperação, mesmo que ainda exista algum desconforto residual.
A melhora desses sintomas costuma ser gradual. Muitas pessoas percebem que eles vão ficando menos frequentes, menos intensos e deixam de chamar tanta atenção conforme a confiança retorna e a ansiedade basal diminui. Evitar checar constantemente a sensação ou interpretar o sintoma como sinal de perigo também pode ajudar, pois o medo da própria sensação pode mantê-la ativa.
Continue seguindo o tratamento orientado pelo seu psiquiatra e observe a evolução ao longo das semanas. A recuperação de quadros de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtorno de ansiedade, estresse, irritabilidade e transtornos de humor geralmente ocorre em etapas, e a presença de alguns sintomas residuais não significa necessariamente uma recaída ou falha do tratamento.
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Consigo receita para ritalina online? Poderiam retirar essa duvida, antes de fazer a consulta?
Consigo receita para ritalina online? Poderiam retirar essa duvida, antes de fazer a consulta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A prescrição de Ritalina® (metilfenidato) depende de uma avaliação médica, pois é um medicamento de controle especial indicado principalmente para casos como TDAH em adultos e crianças. Durante a consulta, o psiquiatra precisa avaliar sintomas, histórico clínico, funcionamento diário, possíveis diagnósticos associados e riscos antes de decidir se há indicação e qual seria a melhor estratégia de tratamento.
A consulta online pode ser uma modalidade válida de avaliação psiquiátrica, desde que realizada por profissional habilitado e seguindo as normas vigentes para prescrição de medicamentos controlados. Porém, não é possível garantir uma receita antes da consulta, pois a prescrição só deve ocorrer após uma avaliação adequada.
O psiquiatra pode investigar sintomas como desatenção, impulsividade, dificuldade de organização, falta de motivação, ansiedade, depressão, insônia e alterações do humor, diferenciando TDAH em adultos de outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes. O objetivo é estabelecer um tratamento seguro e individualizado, buscando melhora da concentração, desempenho e qualidade de vida.
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Quantos mg tem 0.25 de rivotril e tambem 1 mg de alprasolan Causam dependência?
Quantos mg tem 0.25 de rivotril e tambem 1 mg de alprasolan
Causam dependência?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Rivotril (clonazepam) e o alprazolam pertencem à classe dos benzodiazepínicos, medicamentos utilizados principalmente para sintomas como ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico e insônia, mas que exigem acompanhamento devido ao risco de dependência. A equivalência entre eles é aproximada: 0,25 mg de clonazepam (Rivotril) corresponde a cerca de 5 mg de diazepam, enquanto 1 mg de alprazolam corresponde aproximadamente a 10 mg de diazepam em potência ansiolítica.
Sim, ambos podem causar dependência, principalmente quando usados diariamente por períodos prolongados, em doses elevadas ou quando interrompidos de forma abrupta. O risco depende também do tempo de uso, características individuais e histórico de saúde mental. O acompanhamento com um psiquiatra é fundamental para avaliar a necessidade da medicação, ajustar doses com segurança e buscar estratégias para o tratamento de transtornos de ansiedade e outros transtornos de humor quando necessário.
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Faço uso de fluoxetina pela manhã e clonazepam à noite. Posso tomar vinagre de maçã orgânico diluído
Faço uso de fluoxetina pela manhã e clonazepam à noite. Posso tomar vinagre de maçã orgânico diluído?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, o uso de vinagre de maçã orgânico diluído não apresenta uma interação medicamentosa conhecida com a fluoxetina ou o clonazepam. Entretanto, é importante ter alguns cuidados: por ser uma substância ácida, o vinagre pode causar azia, refluxo, irritação no estômago ou piora de gastrite em algumas pessoas. O ideal é utilizá-lo sempre bem diluído e evitar consumo em excesso.
A fluoxetina é um antidepressivo indicado em situações como depressão, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, transtornos de humor e outros quadros psiquiátricos, enquanto o clonazepam atua principalmente no controle de sintomas ansiosos e insônia, devendo ser usado com acompanhamento devido ao risco de dependência em uso prolongado.
Se você utiliza essas medicações regularmente, é recomendado informar ao seu psiquiatra sobre o uso de suplementos ou produtos naturais, principalmente se houver outros problemas de saúde associados. O acompanhamento psiquiátrico permite avaliar a resposta ao tratamento, ajustar medicamentos quando necessário e promover melhor equilíbrio emocional e qualidade de vida.
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Tive crise psicotica e não recebi um diagnóstico concreto ainda. Me receitou risperidona, atualmente
Tive crise psicotica e não recebi um diagnóstico concreto ainda. Me receitou risperidona, atualmente tomo 4mg de noite. Fui em uma nova psiquiatra pois o outro saiu do lugar que me atendia. Ela manteve a resperidona e receitou o quetiapina 25mg pois relatei que não estou dormindo muito bem. É seguro eu tomar estou um pouco receoso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Após um episódio psicótico, é comum que o psiquiatra mantenha um antipsicótico como a risperidona e faça ajustes conforme a evolução dos sintomas, do sono e da tolerância ao tratamento. A quetiapina 25 mg é uma dose baixa e frequentemente utilizada como auxiliar para insônia, ansiedade, agitação ou dificuldade de estabilização do sono, devido ao seu efeito sedativo em doses iniciais.
A associação entre risperidona e quetiapina pode ser indicada em algumas situações, mas deve ser acompanhada pelo psiquiatra, pois pode aumentar efeitos como sonolência, tontura, queda de pressão, alterações metabólicas e outros efeitos adversos. Como você ainda está em investigação diagnóstica, o acompanhamento regular é essencial para compreender melhor o quadro e ajustar o tratamento de forma individualizada.
Não suspenda ou altere as medicações por conta própria. Converse com sua psiquiatra sobre suas preocupações, pois ela poderá explicar o objetivo da associação e acompanhar sua resposta. O tratamento adequado busca controlar sintomas psicóticos, melhorar o sono, reduzir ansiedade e preservar sua qualidade de vida e saúde mental.
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Dor de cabeça constante, enjoo confusão mental Tomo remédio passa mas volta a doer novamente
Dor de cabeça constante, enjoo confusão mental
Tomo remédio passa mas volta a doer novamente. O que fazer? Devo retornar ao médico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Dor de cabeça persistente associada a enjoo e confusão mental deve ser avaliada com atenção, principalmente quando melhora apenas temporariamente com analgésicos e depois retorna. Esses sintomas podem estar relacionados a diversas causas, como enxaqueca, alterações neurológicas, problemas metabólicos, efeitos de medicamentos, alterações do sono, estresse ou quadros de ansiedade que podem intensificar sintomas físicos.
Sim, é recomendado retornar ao médico para uma nova avaliação, especialmente pela presença de confusão mental, para investigar a causa e definir o tratamento adequado. O profissional poderá realizar uma avaliação clínica completa e, se necessário, solicitar exames complementares ou encaminhar para avaliação neurológica. Procure atendimento com maior urgência se houver piora súbita da dor, fraqueza, alteração da fala, desmaio, perda de força, febre ou alteração visual. O acompanhamento adequado é essencial para cuidar da saúde física e mental e evitar apenas o uso repetido de medicamentos para dor sem investigar a origem do problema.
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estou no 9° dia de introdução da quetiapina (25mg) associada a venlafaxina (225mg) para controle de
estou no 9° dia de introdução da quetiapina (25mg) associada a venlafaxina (225mg) para controle de sintomas residuais e desconfortáveis após uma nova crise de pânico - estádio lotado, deflagrada por uma vasovagal. Já vinha em uso da venla há mais de 2 anos com a ansiedade mto bem controlada.
tem me ajudado a dormir rápido, a noite toda, e a acordar sem angústia / taquicardia. Pouca sonolência diurna se tomada cedo da noite.
essa resposta positiva inicial sugere que 25mg serão suficientes para controlar os sintomas ansiosos após atingir o tempo necessário de ação, ou é um efeito esperado pros primeiros dias independente da dose (sonolência / menos hiper ativação matinal) ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A resposta positiva que você percebeu nos primeiros dias com quetiapina 25 mg associada à venlafaxina é um achado interessante, mas ainda não permite afirmar com certeza se essa será a dose definitiva para controle completo dos sintomas ansiosos. A melhora inicial, especialmente em sono, redução da hiperativação noturna, despertar com menos angústia e menor taquicardia, pode ocorrer principalmente pelo efeito inicial da quetiapina sobre receptores como os de histamina (H1) e outros sistemas relacionados à sedação e regulação do estado de alerta.
Em doses baixas, como 25 mg, a quetiapina frequentemente exerce mais um efeito de redução da ativação fisiológica, melhora do sono e diminuição da ansiedade associada à hiperalerta do que um efeito estabilizador amplo de humor ou antipsicótico, que geralmente depende de doses maiores. Portanto, parte dessa melhora pode ser esperada nos primeiros dias independentemente da dose.
Por outro lado, o fato de você já perceber melhora de sintomas como despertar angustiado, tensão corporal e dificuldade de desligar o sistema de alerta pode indicar que existe uma boa sensibilidade individual ao medicamento. O efeito ansiolítico mais consolidado costuma ser avaliado ao longo de algumas semanas, especialmente quando o objetivo é tratar sintomas residuais após uma crise de pânico.
Como você já vinha bem controlado com venlafaxina 225 mg há mais de 2 anos, é possível que a quetiapina esteja atuando como uma estratégia complementar para reduzir a hiperativação após esse episódio específico. A decisão de manter 25 mg ou ajustar deve considerar evolução dos sintomas, efeitos colaterais, funcionamento diário e resposta ao longo do tempo.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial para diferenciar sintomas residuais de transtorno do pânico, crise de ansiedade, sintomas dissociativos, ansiedade antecipatória e hiperalerta, ajustando o tratamento para recuperar estabilidade emocional e qualidade de vida.
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Boa tarde! Eu tomo anticoncepcional desogestrel 75mcg, na parte da tarde, de noite tomo amytril 75mg
Boa tarde! Eu tomo anticoncepcional desogestrel 75mcg, na parte da tarde, de noite tomo amytril 75mg e neuleptil 10mg, mas acontece que estou dormindo pouco, só 4 horas por noite e, costumo dormir 8 horas com o amytril e o neuleptil. Será que o desogestrel está interferindo no efeito dos remédios que eu durmo e, fazendo eu dormir pouco? Algum médico psiquiatra pode tirar a minha duvida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O desogestrel 75 mcg (anticoncepcional apenas com progestagênio) não costuma apresentar uma interação conhecida que reduza o efeito sedativo do Amitriptilina (Amytril®) ou do Neuleptil® (periciazina) a ponto de causar uma redução importante do sono. Portanto, é menos provável que o anticoncepcional esteja “cortando” o efeito dos medicamentos noturnos.
Entretanto, a redução do sono de 8 horas para cerca de 4 horas por noite merece avaliação, principalmente porque você já utiliza medicações com ação no sono e no humor. Podem existir outros fatores envolvidos, como alterações de ansiedade, estresse, mudanças de rotina, tolerância aos medicamentos, horário das tomadas, interação com outras substâncias ou evolução do quadro psiquiátrico de base.
O ideal é conversar com o psiquiatra que acompanha seu tratamento para avaliar a causa dessa mudança no padrão de sono. Ele poderá revisar a combinação de amitriptilina e neuleptil, a dose, os horários e investigar sintomas associados, como ansiedade, irritabilidade, agitação, pensamentos acelerados, depressão, insônia ou alterações de humor.
Não faça ajustes ou suspensão das medicações por conta própria. O acompanhamento especializado permite encontrar a melhor estratégia para recuperar um sono reparador e manter o controle dos sintomas emocionais com segurança.
Perguntas frequentes
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