Perguntas do paciente (1323)

  • No contexto de compulsão alimentar gravíssima, bupropiona é uma medicação segura e eficaz para quem

    No contexto de compulsão alimentar gravíssima, bupropiona é uma medicação segura e eficaz para quem está tentando engravidar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A bupropiona pode ser considerada em algumas situações para mulheres com compulsão alimentar, depressão ou outros transtornos psiquiátricos que desejam engravidar, mas a decisão deve ser individualizada pelo médico, avaliando cuidadosamente a relação entre benefícios e possíveis riscos.

    Em relação à gestação, os dados disponíveis até o momento não demonstram um grande aumento de malformações com o uso de bupropiona, mas a quantidade de evidências é menor do que para alguns antidepressivos mais estudados. Por isso, ela não é automaticamente contraindicada, porém deve ser utilizada quando houver uma indicação clara e com acompanhamento médico, especialmente no período de tentativa de gravidez.

    No contexto de compulsão alimentar grave, é importante avaliar a intensidade dos episódios, impacto na saúde, risco metabólico, presença de ansiedade, depressão, baixa motivação, transtornos de humor e histórico de resposta a outros tratamentos. A própria compulsão alimentar não tratada também pode trazer consequências para a saúde materna e para uma futura gestação.

    A bupropiona atua principalmente nos sistemas de noradrenalina e dopamina, podendo ajudar alguns pacientes no controle de impulsividade alimentar, energia e sintomas depressivos, mas não é considerada uma medicação de primeira escolha para todos os casos de compulsão alimentar.

    O ideal é realizar um planejamento conjunto entre psiquiatra e obstetra/endocrinologista, avaliando alternativas terapêuticas, psicoterapia focada em compulsão alimentar, acompanhamento nutricional e a melhor estratégia antes da concepção. O objetivo é tratar adequadamente a compulsão alimentar, ansiedade, depressão e transtornos de humor, garantindo segurança para a mãe e para o bebê.


  • Ciclotimia pode ser grave e ter depressão grave? Fui diagnosticada e n consigo entender pois a minha

    Ciclotimia pode ser grave e ter depressão grave? Fui diagnosticada e n consigo entender pois a minha depressão é severa

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A ciclotimia é um transtorno do espectro bipolar caracterizado por oscilações crônicas do humor, com períodos de sintomas depressivos e períodos de sintomas de elevação do humor (como aumento de energia, redução da necessidade de sono, maior impulsividade ou aceleração), porém sem preencher completamente os critérios para episódios de depressão maior ou mania/hipomania.

    Por definição, a ciclotimia geralmente envolve sintomas depressivos mais leves ou moderados, e não um episódio de depressão maior grave. Portanto, quando uma pessoa apresenta uma depressão severa, com grande prejuízo funcional, sofrimento intenso, perda importante de energia, incapacidade de realizar atividades, alterações marcantes de sono/apetite ou outros sintomas importantes, o psiquiatra costuma reavaliar o diagnóstico, pois pode haver outro transtorno associado ou uma evolução para outro diagnóstico do espectro bipolar, como Transtorno Bipolar tipo II ou Transtorno Bipolar tipo I com episódios depressivos.

    Também é importante considerar que diagnósticos psiquiátricos podem ser refinados ao longo do acompanhamento, conforme o médico observa a evolução dos sintomas, histórico de vida, resposta aos tratamentos e presença de períodos de alteração do humor.

    Uma avaliação completa deve investigar sintomas como depressão, ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda, falta de motivação, alterações de energia, impulsividade e oscilações de humor. Se a sua depressão está sendo descrita como severa, vale conversar com seu psiquiatra e relatar exatamente a intensidade dos sintomas para confirmar se o diagnóstico atual continua sendo o mais adequado e se o tratamento está direcionado corretamente.


  • Estou em depressão bipolar sem ideação suicida mas sem vontade de fazer as coisas não tenho ânimo me

    Estou em depressão bipolar sem ideação suicida mas sem vontade de fazer as coisas não tenho ânimo meu médico me deu diagnóstico de tab 1 estou em fase de depressão ele diz não ser grave e sim moderado o grau minha pergunta é depakene serve pra fazer de depressão sozinho estou tomando a uma semana fiz exame pra dosar o depakene no sangue médico disse que tá numa faixa boa tomo 2.500 mg três vezes ao dia minha pergunta depakene serve pra depressão bipolar ? E com quantos dias para fazer efeito total ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Percebi que você reenviou o texto. Caso a intenção seja uma revisão, segue uma versão mais acadêmica e organizada:

    O Depakene® (ácido valproico/valproato) é um estabilizador do humor amplamente utilizado no Transtorno Bipolar tipo 1 (TAB 1), apresentando maior evidência no tratamento e prevenção de episódios de mania, além de contribuir para a manutenção da estabilidade do humor e redução do risco de novas oscilações.

    Na fase depressiva bipolar, o valproato pode auxiliar alguns pacientes por meio da estabilização do humor, melhora da regularidade do sono e redução da variabilidade emocional. Entretanto, quando predominam sintomas como anedonia (perda do prazer), baixa energia, falta de motivação, tristeza persistente e redução da iniciativa, sua ação antidepressiva isolada pode ser limitada, sendo necessário que o psiquiatra avalie individualmente a necessidade de outras estratégias terapêuticas.

    O início da resposta ao tratamento varia conforme cada paciente. Alguns efeitos podem ser percebidos nas primeiras semanas, mas uma avaliação mais adequada da resposta clínica geralmente ocorre após um período maior de uso contínuo, frequentemente entre 4 e 8 semanas. A dosagem sérica do valproato auxilia na confirmação de que o medicamento está em uma faixa terapêutica adequada, mas a resposta clínica e a evolução dos sintomas são os principais parâmetros para ajuste do tratamento.

    Durante o acompanhamento, é importante observar a evolução de sintomas como depressão, ansiedade, insônia, irritabilidade, estresse, falta de motivação e alterações do humor. O tratamento do TAB 1 deve ser individualizado, buscando equilíbrio entre controle dos episódios depressivos e prevenção de novos episódios de mania. O uso do Depakene não deve ser interrompido ou ajustado sem orientação do psiquiatra.


  • Depois de quanto tempo utilizando a quetiapina 25mg, adicionada a venlafaxina 225mg, é prudente aval

    Depois de quanto tempo utilizando a quetiapina 25mg, adicionada a venlafaxina 225mg, é prudente avaliar a resposta ou a necessidade de aumento ?
    Venla já de longa data e quet adicionada após nova crise.
    Transtorno do pânico de base / TAG.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A quetiapina em associação à venlafaxina pode ser considerada em alguns casos de transtornos de ansiedade, como transtorno do pânico e transtorno de ansiedade generalizada (TAG), especialmente quando há sintomas persistentes, piora das crises, insônia ou resposta incompleta ao tratamento de base. A dose de 25 mg costuma ter principalmente efeito sedativo e ansiolítico inicial, enquanto doses maiores podem ter outras finalidades terapêuticas conforme a avaliação psiquiátrica.

    Em geral, é prudente avaliar a resposta após algumas semanas de uso contínuo, frequentemente entre 4 e 8 semanas, observando redução das crises de ansiedade, ataques de pânico, sintomas físicos, qualidade do sono e funcionamento diário. A decisão de aumentar a dose depende da resposta individual, tolerabilidade e objetivo do tratamento.

    Como a venlafaxina 225 mg já é uma dose terapêutica elevada e vinha sendo usada há longo prazo, a introdução da quetiapina provavelmente busca controlar sintomas residuais ou uma descompensação recente. O acompanhamento com o psiquiatra é fundamental para avaliar se a melhora está se consolidando ou se é necessário ajustar a estratégia. Também é importante associar medidas psicoterapêuticas, especialmente Terapia Cognitivo-Comportamental, que apresenta boa evidência para TAG e transtorno do pânico.


  • Deixei de tomar Zolpidem, mas ainda não recuperei o sono. Vou para a cama antes das 23:30 e só adorm

    Deixei de tomar Zolpidem, mas ainda não recuperei o sono. Vou para a cama antes das 23:30 e só adormeço perto da 1:00, depois acordo às 4 e qualquer coisa. Demora muito tempo para dormir uma noite inteira? Tomei o Zolpidem mais ou menos 1 mês.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A suspensão do zolpidem após cerca de um mês de uso pode ser acompanhada por um período de adaptação do organismo, principalmente se o medicamento estava ajudando a iniciar ou manter o sono. Algumas pessoas apresentam uma insônia de rebote ou piora temporária do padrão de sono, com dificuldade para adormecer, despertares precoces e sensação de sono não reparador.

    O tempo para o sono se reorganizar varia bastante. Em muitos casos, há melhora progressiva ao longo de algumas semanas, mas isso depende de fatores como nível de ansiedade, estresse, rotina de sono, hábitos diários e presença de condições associadas, como transtorno de ansiedade, depressão ou outros transtornos do sono.

    É importante evitar criar uma preocupação excessiva com o sono, pois a ansiedade antecipatória (“será que vou dormir hoje?”) pode manter o ciclo de insônia. Medidas como manter horários regulares, evitar ficar muito tempo acordado na cama, reduzir telas à noite e praticar técnicas de relaxamento podem ajudar.

    Caso a dificuldade permaneça, uma avaliação psiquiátrica pode identificar se existe uma causa de base, como ansiedade, depressão, estresse ou outro fator, e orientar estratégias como terapia cognitivo-comportamental para insônia ou ajustes no tratamento. O objetivo é recuperar um sono adequado de forma sustentável, sem depender exclusivamente de medicações para dormir.


  • Bom dia! Gostaria de saber se eu tomar 2 comprimidos de desvenlafaxina 50mg, isso equivale a 1 compr

    Bom dia! Gostaria de saber se eu tomar 2 comprimidos de desvenlafaxina 50mg, isso equivale a 1 comprimido de 100mg. Tomo o desve de 100mg mas estou com uma caixa de 50mg e como esse medicamento é de *liberação prolongada*, tenho dúvida se isso pode ser feito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A desvenlafaxina é um antidepressivo da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), utilizado no tratamento de depressão, ansiedade e sintomas associados. Em relação à dose, 2 comprimidos de 50 mg podem corresponder à mesma quantidade total de princípio ativo de 1 comprimido de 100 mg, desde que sejam da mesma formulação de liberação prolongada e tenham a mesma orientação de uso.

    Porém, por se tratar de uma medicação de liberação prolongada, é importante confirmar a apresentação específica do medicamento, pois pequenas diferenças entre formulações podem alterar a liberação do princípio ativo ao longo do dia. Não é recomendado partir, triturar ou modificar os comprimidos, pois isso pode interferir no mecanismo de liberação.

    Como você já utiliza 100 mg e está apenas substituindo temporariamente por comprimidos de 50 mg, o ideal é confirmar com o psiquiatra ou farmacêutico se a apresentação permite essa equivalência. Também é importante observar possíveis sintomas de alteração de dose, como aumento de ansiedade, irritabilidade, insônia, tontura ou mal-estar. O acompanhamento psiquiátrico garante maior segurança no tratamento dos transtornos depressivos e ansiosos.


  • Fui diagnosticada com esquizofrenia paranoide , no laudo consta como sem possibilidade de cura . Me

    Fui diagnosticada com esquizofrenia paranoide , no laudo consta como sem possibilidade de cura .
    Meu sonho é cursar psicologia ,porém penso que mesmo aprovada pela graduação não poderei trabalhar como psicóloga . Isso, porque tentarei uma aposentaria por invalidez . Tenho a opção de estudar pra ter apenas autoconhecimento .
    Estou triste e desanimada pois eu penso que poderia ajudar as pessoas ,mas sei que não poderei .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Receber um diagnóstico de esquizofrenia paranoide pode trazer muitas dúvidas e inseguranças sobre o futuro, mas é importante compreender que a expressão “sem possibilidade de cura” não significa que a pessoa não possa ter melhora, autonomia, desenvolver habilidades ou construir novos projetos de vida. A esquizofrenia é uma condição que pode ser controlada com tratamento adequado, acompanhamento psiquiátrico, suporte psicossocial e estratégias de reabilitação.

    O desejo de cursar Psicologia demonstra interesse, empatia e busca por propósito, características muito importantes. A possibilidade de estudar e exercer uma profissão deve ser avaliada individualmente, considerando evolução dos sintomas, funcionamento cognitivo, estabilidade clínica e capacidade funcional ao longo do tempo. Um diagnóstico, por si só, não define todos os limites de uma pessoa.

    Sentimentos de tristeza, desânimo, falta de motivação e perda de esperança podem ocorrer após receber um diagnóstico psiquiátrico e também podem estar relacionados a sintomas depressivos associados. Uma avaliação contínua com o psiquiatra pode ajudar a compreender suas possibilidades, fortalecer sua autonomia e construir metas realistas. O conhecimento adquirido na Psicologia também pode ser uma fonte de crescimento pessoal e, dependendo da evolução do quadro, abrir diferentes caminhos para contribuir com outras pessoas.


  • Comecei hj o desmame da sertralina pelo o bup,fk 1 mês em meio tomando sertralina,estou tomando 1 di

    Comecei hj o desmame da sertralina pelo o bup,fk 1 mês em meio tomando sertralina,estou tomando 1 dia sim um dia não a sertralina e o bup vou começar TDS?
    Só q estou tontura é normal será q estou fazendo o certo?eu comecei ter crise de ansiedade depois q parei fumar aí tive crise muita crise, agora estou bem por isso o desmame da sertralina será que estou fazendo o certo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A troca da sertralina pela bupropiona (BUP) pode causar alguns sintomas de adaptação, e a tontura que você está sentindo pode estar relacionada tanto à redução da sertralina quanto ao início da bupropiona. Mesmo após apenas algumas semanas de uso, algumas pessoas podem apresentar sintomas de retirada quando há redução ou mudança na forma de tomar o antidepressivo.

    A estratégia de tomar sertralina em dias alternados é utilizada em algumas situações, mas nem sempre é a melhor forma para todos os pacientes, pois pode causar oscilações na quantidade do medicamento no organismo e favorecer sintomas como tontura, ansiedade, irritabilidade ou mal-estar. A forma ideal de desmame depende da dose que você usava, do seu histórico e da resposta clínica.

    A bupropiona pode ser uma boa opção em alguns casos, principalmente quando há sintomas depressivos, baixa energia ou quando foi escolhida como auxílio após parar de fumar. Porém, em algumas pessoas ela pode aumentar inicialmente ansiedade, inquietação ou insônia, principalmente nas primeiras semanas.

    Como você relata que teve crises de ansiedade intensas após parar de fumar e agora está estável, vale conversar com o psiquiatra que orientou a troca para confirmar se o ritmo do desmame está adequado. Não faça ajustes sozinho, pois o objetivo é evitar retorno de sintomas como crise de ansiedade, ataques de pânico, irritabilidade, insônia ou piora do humor.

    Se puder informar:

    qual era a dose da sertralina que você tomava (50 mg, 100 mg, 150 mg?);
    qual dose de bupropiona iniciou (150 mg ou 300 mg);
    há quantos dias parou de fumar;

    consigo explicar melhor se essa tontura é compatível com a fase de transição.


  • Estou fazendo uso do lítio(900mg) (há duas semanas aumentei mais um comprimido), porém não senti mel

    Estou fazendo uso do lítio(900mg) (há duas semanas aumentei mais um comprimido), porém não senti melhoras da depressão bipolar. Ele não consegue tratar essa parte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    O lítio é uma das medicações mais importantes no tratamento do transtorno bipolar, mas a resposta dele pode variar bastante conforme a fase da doença. Ele tem excelente evidência principalmente na prevenção de novas crises, especialmente episódios de mania, além de possuir efeito antidepressivo em parte dos pacientes. Porém, em algumas pessoas, o lítio não é suficiente sozinho para tratar completamente a depressão bipolar.

    Também é importante considerar o tempo de ação. Você aumentou a dose há cerca de duas semanas, e muitas vezes é necessário aguardar mais tempo após atingir uma dose adequada para avaliar o benefício. Além disso, a dose em miligramas (900 mg) não informa sozinha se o nível do medicamento no organismo está dentro da faixa terapêutica. O psiquiatra costuma acompanhar por meio do nível sérico do lítio, além de exames como função renal e tireoide.

    Quando os sintomas depressivos persistem, o psiquiatra pode avaliar outras estratégias, como associação com medicamentos que tenham maior ação na depressão bipolar, sempre com cuidado para evitar indução de mania ou piora da instabilidade do humor.

    Não aumente, reduza ou suspenda o lítio por conta própria, pois ele possui uma margem de segurança estreita e precisa de acompanhamento.

    Se puder informar:

    se o diagnóstico é transtorno bipolar tipo 1 ou tipo 2;
    há quanto tempo está em tratamento com lítio;
    qual nível do lítio no sangue (se já fez exame);
    quais sintomas depressivos continuam (tristeza, falta de energia, perda de prazer, ansiedade, insônia, pensamentos negativos);

    consigo contextualizar melhor o que pode estar acontecendo.


  • Trabalho a noite, e vou ter que iniciar o escitalopram para tag,pode me fazer mal iniciar?

    Trabalho a noite, e vou ter que iniciar o escitalopram para tag,pode me fazer mal iniciar? Tenho receio dos efeitos colaterais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    O escitalopram é uma medicação bastante utilizada para o tratamento do transtorno de ansiedade generalizada (TAG) e, de modo geral, é bem tolerada. Trabalhar no período noturno não impede o uso, mas é importante observar como seu organismo reage, principalmente nas primeiras semanas.

    No início do tratamento (principalmente nas primeiras 1 a 3 semanas), algumas pessoas podem apresentar efeitos de adaptação, como:

    aumento passageiro da ansiedade ou inquietação;
    náusea ou desconforto gastrointestinal;
    dor de cabeça;
    alteração do sono (insônia ou sonolência);
    sensação de cansaço ou dificuldade de concentração.

    Esses efeitos geralmente tendem a melhorar com a continuidade do tratamento. O benefício para a ansiedade costuma aparecer de forma mais consistente após 4 a 8 semanas de uso regular.

    Como você trabalha à noite, o horário da tomada pode ser ajustado conforme sua resposta. Algumas pessoas preferem tomar pela manhã por sentirem mais disposição ou insônia; outras se adaptam melhor tomando antes do período de descanso. O ideal é seguir a orientação do seu psiquiatra e observar como você se sente.

    Não suspenda o medicamento por medo dos efeitos iniciais sem conversar com o médico, pois a melhora da ansiedade, crises de ansiedade, sintomas físicos do estresse e preocupação excessiva costuma depender do uso contínuo.

    Se puder informar qual dose foi prescrita (5 mg, 10 mg ou 20 mg), em que horário você pretende tomar e se sua TAG vem acompanhada de crises de ansiedade ou ataques de pânico, consigo orientar melhor sobre o que esperar no início.


  • Olá tudo bem? Estou tomando aymee a noite mas não tenho costume de jantar, como só 1 pão com manteig

    Olá tudo bem?
    Estou tomando aymee a noite mas não tenho costume de jantar, como só 1 pão com manteiga e queijo e suco. Será que é suficiente para absorção do remédio, ou seria melhor mudar para o almoço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    (lurasidona) precisa ser tomado junto com alimento, pois a presença de uma refeição aumenta significativamente a absorção do medicamento. A recomendação é que seja ingerido com uma refeição de aproximadamente 350 calorias ou mais.

    O lanche que você descreveu (1 pão integral com manteiga e queijo + suco) pode ser suficiente ou não, dependendo das quantidades. Se for um pão pequeno, pouco queijo e pouco suco, pode ficar abaixo da quantidade necessária e, com isso, a absorção do medicamento pode ser reduzida, diminuindo o efeito esperado.

    Não é obrigatório tomar no jantar. Se no almoço você costuma fazer uma refeição mais completa, pode ser uma opção melhor, desde que mantenha o uso conforme orientação da sua psiquiatra. Outra alternativa é reforçar o lanche da noite, acrescentando uma fonte de proteína ou aumentando a quantidade de alimentos.

    Como o Aymée é utilizado em tratamentos psiquiátricos, como depressão bipolar, transtornos do humor e sintomas associados à ansiedade, manter uma absorção adequada é importante para que a dose prescrita tenha o efeito esperado.

    Não faça a mudança de horário sem confirmar com sua médica, principalmente se você está em fase de ajuste do tratamento.

    Se puder informar qual dose do Aymée você usa (20 mg, 40 mg, 60 mg ou outra) e se foi prescrito para depressão, bipolaridade ou outro quadro, consigo orientar de forma mais específica.


  • Estou sem tomar Rivotril a 15 dias parei por conta, só depois de 5 dias fui a médica,estou tomando o

    Estou sem tomar Rivotril a 15 dias parei por conta, só depois de 5 dias fui a médica,estou tomando outra medicação,mais minha cabeça, está aérea, confusão mental,formigando de um lado,ouvidos entupido,pode ser falta da medicação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A interrupção do Rivotril® (clonazepam) após uso contínuo pode, em algumas pessoas, causar sintomas de descontinuação, principalmente quando a retirada é feita de forma abrupta. Sensações como “cabeça aérea”, estranheza, dificuldade de concentração, ansiedade aumentada, tontura, formigamentos e alterações de percepção podem estar relacionadas à redução repentina do medicamento.

    Entretanto, o formigamento em apenas um lado do corpo, confusão mental importante ou alterações neurológicas precisam ser avaliados com cuidado, pois nem sempre são explicados apenas pela retirada do clonazepam. É importante informar sua médica sobre esses sintomas para que ela avalie a necessidade de ajustes no tratamento ou investigação de outras causas.

    O acompanhamento com o psiquiatra é fundamental durante mudanças de medicação, especialmente em quadros envolvendo ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, insônia, estresse, irritabilidade, depressão, transtornos de humor e outros sintomas emocionais. Não reinicie ou altere o Rivotril por conta própria. Caso o formigamento unilateral venha acompanhado de fraqueza, alteração da fala, assimetria facial, perda de força ou piora súbita, procure atendimento médico imediato.


  • Tomo a sertralina 50mg ja faz um ano e me trouxe otimos efeitos, porem recentemente tenho sentido uma

    Tomo a sertralina 50mg ja faz um ano e me trouxe otimos efeitos, porem recentemente tenho sentido uma falta de energia grande, devo estar com a b12 baixa, ansiedade que me causa compulsao alimentar, de carboidratos e industrializados
    Parar pode ser uma boa opção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A sertralina pode continuar sendo eficaz por longo período, mas o surgimento de falta de energia, aumento da ansiedade ou mudanças no comportamento alimentar após um ano de uso merece uma avaliação cuidadosa antes de pensar em suspender. Nem sempre esses sintomas significam que a medicação “parou de funcionar”; podem estar relacionados a fatores como alterações do sono, estresse, deficiências nutricionais (como vitamina B12, ferro ou vitamina D), alterações hormonais, mudanças de rotina ou uma possível retomada parcial dos sintomas ansiosos.

    A interrupção da sertralina por conta própria não é recomendada, pois pode causar sintomas de descontinuação e aumento da ansiedade. O ideal é conversar com o psiquiatra, que poderá avaliar exames, resposta ao tratamento e se há necessidade de ajuste de dose, troca de medicação ou associação de outras estratégias terapêuticas.

    A compulsão alimentar associada à ansiedade também deve ser investigada, pois pode envolver mecanismos emocionais e comportamentais que respondem bem à psicoterapia. O acompanhamento adequado busca controlar sintomas como ansiedade, crise de ansiedade, estresse, irritabilidade, insônia, depressão, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, quando presentes, promovendo melhor qualidade de vida e equilíbrio emocional.


  • Há interação entre lamotrigina e cicloprimogyna?? Cicloprimogyna corta o efeito da lamotrigina?

    Há interação entre lamotrigina e cicloprimogyna??
    Cicloprimogyna corta o efeito da lamotrigina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Existe uma possível interação importante entre lamotrigina e Cicloprimogyna®, principalmente devido ao componente estrogênico da terapia hormonal. O estrógeno pode aumentar o metabolismo da lamotrigina pelo fígado, reduzindo a concentração desse medicamento no sangue e, consequentemente, podendo diminuir seu efeito terapêutico em algumas pessoas.

    Essa interação é mais relevante em pacientes que utilizam lamotrigina para transtorno bipolar, controle de oscilações do humor ou outras condições em que a estabilidade emocional depende de níveis adequados da medicação. Também pode ocorrer alteração dos níveis de lamotrigina quando há início, suspensão ou mudanças na dose de medicamentos contendo estrogênio.

    Por isso, é importante informar ao psiquiatra e ao médico que prescreveu o Cicloprimogyna® sobre o uso concomitante, para avaliar a necessidade de acompanhamento de sintomas e possíveis ajustes. Não faça alterações na dose da lamotrigina por conta própria. O acompanhamento é essencial para manter o controle de sintomas como ansiedade, depressão, irritabilidade, transtornos de humor, insônia, crises emocionais e outros sintomas associados.


  • Quetiapina 25mg ajuda a potencializar a venlafaxina 225mg para tratamento de sintomas ansiosos resid

    Quetiapina 25mg ajuda a potencializar a venlafaxina 225mg para tratamento de sintomas ansiosos residuais / resposta parcial após nova crise / oscilação da ansiedade?
    N foi modificada a dose da venla por otima resposta há mais de 2 anos, porém alguns sintomas desconfortáveis ainda persistiram após 30 dias da crise e do período “pior”.
    Com 6 dias de uso ja ajudou no sono e na angústia diurna nas primeiras horas da manhã.
    Sd pânico.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A associação de quetiapina 25 mg à venlafaxina 225 mg pode ser considerada em alguns casos como estratégia de potencialização, especialmente quando permanecem sintomas residuais de ansiedade, alterações do sono, inquietação ou sofrimento emocional apesar de uma boa resposta prévia ao antidepressivo. A quetiapina, mesmo em doses baixas, apresenta efeito sedativo e pode auxiliar na melhora do sono e da hiperativação ansiosa, embora a resposta varie entre os pacientes.

    O fato de você ter percebido melhora após 6 dias, principalmente no sono e na angústia das primeiras horas da manhã, pode ocorrer devido aos efeitos iniciais da medicação. Entretanto, a avaliação da resposta completa geralmente exige acompanhamento ao longo das semanas, considerando benefícios e possíveis efeitos adversos, como sonolência excessiva, aumento de apetite, alterações metabólicas e ganho de peso.

    Como há histórico de síndrome do pânico e sintomas ansiosos residuais após uma crise, o acompanhamento com o psiquiatra é essencial para definir a melhor estratégia. O tratamento integrado, incluindo psicoterapia, pode ajudar no controle de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, insônia, irritabilidade, transtornos de humor e sintomas depressivos associados, favorecendo maior estabilidade emocional e prevenção de recaídas.


  • O médico tirou a paroxetina e me deu venlafaxina de 150 ela é para pânico como a paroxetina?

    O médico tirou a paroxetina e me deu venlafaxina de 150 ela é para pânico como a paroxetina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Sim, a venlafaxina 150 mg pode ser utilizada no tratamento da síndrome do pânico, assim como a paroxetina. Ambas são antidepressivos com eficácia comprovada para transtornos de ansiedade, porém pertencem a classes diferentes e atuam de formas distintas no cérebro.

    A paroxetina é um ISRS (inibidor seletivo da recaptação de serotonina), enquanto a venlafaxina, em doses como 150 mg, atua como IRSN (inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina). Essa ação adicional sobre a noradrenalina pode ser útil em algumas pessoas, principalmente quando existem sintomas associados como baixa energia, dificuldade de concentração ou ansiedade persistente.

    A troca entre medicamentos pode ocorrer quando há necessidade de melhorar resposta terapêutica, reduzir efeitos adversos ou buscar uma alternativa mais adequada ao perfil do paciente. Durante as primeiras semanas da mudança, podem surgir sintomas de adaptação, como aumento transitório da ansiedade, alterações do sono ou desconfortos físicos.

    O acompanhamento com o psiquiatra é fundamental para ajustar a dose e avaliar a evolução dos sintomas. A psicoterapia também contribui para o controle da ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, insônia, irritabilidade, depressão, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, quando presentes.


  • Olá. Estou em acompanhamento psicológico e psiquiátrico para tratar ansiedade. Estou em uso de Sertr

    Olá. Estou em acompanhamento psicológico e psiquiátrico para tratar ansiedade.
    Estou em uso de Sertralina há 19 dias.
    Sinto extremo alívio na ansiedade, porém sinto "tranquilidade extrema", mas que não atrapalha em minha rotina, mas causa muita estranheza, pois por consequência, acabo me sentindo lenta. Ao questionar a psicóloga, ela comentou que isto é comum de uma mente não ansiosa e a psiquiatra comentou que a expectativa é que esta sensação seja cada vez mais comum para mim.
    Esta expectativa é correta? A tendência é que com o andar dos tratamentos, essa sensação seja meu novo normal e eu me sinta bem deste modo ou pode ser sinal do tratamento incorreto ainda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A sensação de “tranquilidade extrema” nas primeiras semanas de uso da sertralina pode acontecer durante a fase de adaptação ao tratamento. Muitas pessoas que passaram muito tempo em estado de hiperalerta pela ansiedade estranham a redução intensa dos pensamentos acelerados, da preocupação constante e da tensão, podendo interpretar essa mudança como uma sensação de lentidão ou “não me reconhecer”.

    Com a continuidade do tratamento, é possível que o cérebro se adapte a esse novo padrão de menor ativação emocional, e a tendência é que a pessoa consiga vivenciar essa calma de forma mais natural, mantendo energia, concentração e funcionamento adequado. Porém, é importante diferenciar uma tranquilidade saudável de efeitos como sedação excessiva, apatia, redução importante de motivação ou sensação de “estar desligada”, que devem ser comunicados ao psiquiatra.

    Como você está com apenas 19 dias de uso, ainda está em uma fase inicial de ajuste. A avaliação da evolução ao longo das próximas semanas ajudará a definir se essa sensação faz parte da adaptação ou se necessita de algum ajuste terapêutico. O acompanhamento psiquiátrico e psicológico é essencial para tratar ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, insônia, depressão, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e outros sintomas associados, buscando equilíbrio entre tranquilidade e vitalidade.


  • Trei o tramadol de uma vez, depois de muitos anos tomando, na fisioterapia fiquei sem dor. Aí não ac

    Trei o tramadol de uma vez, depois de muitos anos tomando, na fisioterapia fiquei sem dor. Aí não achei necessário tomar mais. Porém estou sentindo falta de ar durante o dia. A noite tomo aprazolam e a falta de ar vai passando. A pergunta é , essa falta de ar tá relacionada a retirada da falta de ar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    A retirada abrupta do tramadol após uso prolongado pode, em algumas pessoas, causar sintomas de descontinuação, especialmente quando o organismo estava adaptado ao medicamento. Entre os sintomas possíveis estão ansiedade, inquietação, alterações do sono, sensação de mal-estar, irritabilidade e manifestações físicas que podem se parecer com uma crise ansiosa, incluindo sensação de falta de ar ou aperto no peito.

    O fato de a falta de ar melhorar após o uso de alprazolam sugere que pode haver participação de ansiedade ou hiperativação do sistema nervoso, mas não permite afirmar sozinho que a causa seja exclusivamente a retirada do tramadol. É importante avaliar outras possibilidades, principalmente se a falta de ar for nova, intensa ou vier acompanhada de dor no peito, palpitações importantes, desmaio, chiado ou piora ao esforço.

    O ideal é conversar com o médico que acompanha seu caso para avaliar a retirada do tramadol e a necessidade de uma estratégia mais gradual, além de investigar sintomas de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, insônia, irritabilidade, depressão e outros fatores emocionais ou clínicos associados. Evite ajustar ou retomar medicamentos por conta própria.


  • Um psiquiatra pode negar o encaminhamento neuropsicológico, recomendado previamente por um psicólogo

    Um psiquiatra pode negar o encaminhamento neuropsicológico, recomendado previamente por um psicólogo, só porque o paciente não apresenta os sintomas estereotipados de autismo ou pelo psiquiatra acreditar que isso é estar "procurando pelo em ovo"? Baseado em uma opinião pessoal dele sobre o tema

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Na perspectiva psiquiátrica, a solicitação de uma avaliação neuropsicológica deve ser analisada com base em critérios clínicos, histórico do paciente e objetivos diagnósticos, e não apenas pela presença ou ausência de características estereotipadas de uma condição como o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O autismo apresenta grande variabilidade de manifestações, especialmente em adultos, podendo existir apresentações menos evidentes ou com mecanismos compensatórios desenvolvidos ao longo da vida.

    O psiquiatra pode, sim, avaliar que uma avaliação neuropsicológica não é necessária naquele momento, desde que essa decisão esteja fundamentada em uma análise clínica individualizada. Entretanto, uma recusa baseada exclusivamente em uma opinião pessoal ou na ideia de que a investigação seria “procurar pelo em ovo” não representa uma conduta alinhada ao raciocínio científico, pois pode desconsiderar hipóteses diagnósticas relevantes.

    A boa prática psiquiátrica envolve escuta, investigação adequada e discussão dos motivos técnicos para aceitar ou não um encaminhamento. Quando existe divergência entre profissionais, a comunicação entre psiquiatra e psicólogo ou uma segunda avaliação especializada pode contribuir para uma decisão mais fundamentada.


  • após uma nova crise de ansiedade , em quanto tempo a venlafaxina (225mg) volta a “assumir o controle

    após uma nova crise de ansiedade , em quanto tempo a venlafaxina (225mg) volta a “assumir o controle “? Já estava em uso há mais de 2 anos e mto bem, sem crises
    Já faz mais de 1 mês desde a última crise e eu vinha usando um benzo de suporte diariamente, dose baixa, 2x ao dia .
    Após nova consulta foi adicionada a quetiapina 25mg (ha 2 dias) devido a sintomas residuais ainda bem desconfortáveis (desrealizacao, sensação de distanciamento, ansiedade antecipatória etc).

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Johnny Gabriel

    Após uma nova crise de ansiedade, mesmo em uso de venlafaxina 225 mg há anos, é possível que ocorra uma fase de desestabilização temporária dos sintomas. A medicação não perde necessariamente o efeito, mas o cérebro pode precisar de um período para recuperar novamente o equilíbrio. Em geral, após uma piora dos sintomas, pode haver melhora progressiva ao longo de algumas semanas, especialmente quando são realizados ajustes no tratamento.

    A introdução da quetiapina em baixa dose pode ser uma estratégia complementar para auxiliar no controle de sintomas residuais, como desrealização, sensação de distanciamento, ansiedade antecipatória e alterações do sono, porém seus efeitos também costumam ser avaliados gradualmente.

    O uso contínuo de benzodiazepínicos como suporte deve ser acompanhado pelo psiquiatra, pois a manutenção e a retirada precisam ser planejadas de forma individualizada. A evolução deve ser observada considerando sintomas de ansiedade, crise de ansiedade, transtorno do pânico, insônia e possíveis transtornos de humor associados. O acompanhamento próximo permite ajustar o tratamento e favorecer a retomada da estabilidade emocional.


Perguntas frequentes

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