Perguntas do paciente (539)

  • Como posso parar de mexer na minha namorada enquanto ela dorme ? Sinto desejo por ela , mas às vez

    Como posso parar de mexer na minha namorada enquanto ela dorme ?
    Sinto desejo por ela , mas às vezes acordo com vontade de ter coisas com ela. Já senti vontade de fazer , mas quando tive raiva dela.
    Estou doente ou será uma mania ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que você está lidando com um desejo intenso de se conectar fisicamente com sua namorada, mesmo enquanto ela dorme. Essa situação pode ser complexa e envolve não apenas os seus sentimentos, mas também o respeito pela autonomia e pelo espaço da outra pessoa.

    A vontade de ter intimidade com alguém que você ama é natural, mas agir impulsivamente, especialmente quando a outra pessoa não está consciente ou não pode consentir, pode levar a consequências negativas para o relacionamento. É importante refletir sobre o que está por trás desse desejo. Às vezes, sentimentos de raiva ou frustração podem se manifestar em impulsos, e é fundamental reconhecer essas emoções. A raiva, por exemplo, pode distorcer a maneira como percebemos as situações e influenciar nossos comportamentos, levando a ações que não condizem com o respeito que temos pela pessoa amada.

    Uma abordagem útil pode ser praticar a regulação emocional. Isso envolve aprender a identificar e gerenciar suas emoções antes que elas se transformem em ações. Técnicas de mindfulness podem ajudar a aumentar a consciência sobre seus desejos e sentimentos, permitindo que você tome decisões mais ponderadas. Além disso, a comunicação aberta com sua namorada é essencial. Falar sobre seus sentimentos e limites pode fortalecer a relação e ajudar a estabelecer um espaço seguro para ambos.

    Se você sente que esses impulsos estão fora de controle ou que causam sofrimento, considerar o suporte de um profissional pode ser muito benéfico. Um psicólogo pode ajudá-lo a explorar as causas subjacentes desses desejos e desenvolver estratégias saudáveis para lidar com eles. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil na Doctoralia aqui ou visitar o site Humanamente Falando, onde há recursos adicionais sobre saúde mental.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • boa tarde uma pergunta mulheres com borderline se perceberem que estão sendo amadas por outra mulher

    boa tarde uma pergunta mulheres com borderline se perceberem que estão sendo amadas por outra mulher aceitam?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode influenciar como uma pessoa percebe e reage às relações afetivas, independentemente do gênero. As pessoas com TPB frequentemente enfrentam desafios relacionados à instabilidade emocional, medo de abandono e questões de identidade, o que pode afetar a forma como elas vivenciam o amor e o apego.

    Se uma mulher com TPB percebe que está sendo amada por outra mulher, sua aceitação dessa relação pode depender de vários fatores, incluindo seu nível de autoconhecimento, as experiências passadas e o suporte terapêutico que está recebendo. A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a desenvolver habilidades para lidar com emoções intensas e melhorar a qualidade dos relacionamentos.

    É importante que essa pessoa esteja em um ambiente de apoio e compreensão, onde possa explorar seus sentimentos com segurança. O suporte profissional é essencial para ajudar a gerenciar os sintomas do TPB e promover relacionamentos saudáveis.

    Para mais informações e apoio, você pode acessar meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • ter TOC de pensamentos pode aguçar o medo de enlouquecer?

    ter TOC de pensamentos pode aguçar o medo de enlouquecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Ter Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com foco em pensamentos pode, sim, intensificar o medo de enlouquecer. No TOC, pensamentos intrusivos e recorrentes são comuns e podem ser extremamente perturbadores. Esses pensamentos geralmente são percebidos como incontroláveis, levando a uma preocupação excessiva sobre seu significado ou a possibilidade de perder o controle mental. Essa dinâmica pode criar um ciclo de ansiedade, onde o medo de enlouquecer se torna um dos principais focos de preocupação.

    Na perspectiva da psicoterapia cognitivo-comportamental, é essencial entender que esses pensamentos não refletem a realidade, mas sim distorções cognitivas. O tratamento visa ajudar o indivíduo a desafiar e reestruturar essas cognições disfuncionais, reduzindo a ansiedade associada. Técnicas como a exposição e prevenção de resposta são frequentemente utilizadas para ajudar a pessoa a confrontar seus medos de maneira controlada e segura, promovendo uma nova compreensão sobre seus pensamentos.

    É importante reconhecer a relevância do suporte profissional nesse processo. Um psicólogo especializado pode oferecer estratégias personalizadas e apoio contínuo, essenciais para o manejo eficaz do TOC. Se você ou alguém que conhece está enfrentando esses desafios, recomendo buscar suporte profissional. Estou à disposição para ajudar e orientá-lo nessa jornada. Para mais informações, você pode visitar meu perfil no Doctoralia ou o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Sempre que tenho um sonho específico acordo tremendo, o que pode ser ?

    Sempre que tenho um sonho específico acordo tremendo, o que pode ser ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Ter um sonho que provoca uma reação física intensa, como acordar tremendo, pode ser uma experiência perturbadora. Na psicoterapia cognitivo-comportamental, isso pode ser explorado como uma resposta do corpo a um estado elevado de ansiedade ou estresse durante o sono.

    Os sonhos podem refletir preocupações ou medos que não estão completamente resolvidos em nossa mente consciente. A reação física de tremer pode indicar que o corpo está reagindo ao aumento dos níveis de adrenalina, semelhante a uma resposta de "luta ou fuga".

    Uma abordagem inicial pode ser manter um diário de sonhos, anotando detalhes do sonho e os sentimentos associados a ele. Isso pode ajudar a identificar padrões ou temas recorrentes. Além disso, técnicas de relaxamento e de respiração antes de dormir podem ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade do sono.

    Se esses sonhos persistirem e afetarem sua qualidade de vida, a psicoterapia pode oferecer estratégias para abordar as causas subjacentes da ansiedade e trabalhar na regulação emocional.

    Estou à disposição para ajudar você a explorar essas questões e encontrar formas de melhorar seu bem-estar. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que

    Descobri hoje que o meu filho com 15 anos de corta, ele tem um problema de escoliose que faz com que tenha uma deficiência física bem notável . A não se ama e nem vontade de viver tem. Não sei o que fazer

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que descobrir algo assim sobre seu filho pode ser angustiante e desafiador. O ato de se cortar, muitas vezes, é uma maneira que os jovens encontram para lidar com dores emocionais intensas, especialmente quando se sentem sobrecarregados. No caso do seu filho, a escoliose e a deficiência física podem estar contribuindo para sentimentos de baixa autoestima e desesperança.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para ajudar os jovens a desenvolverem maneiras saudáveis de enfrentar suas dificuldades emocionais. Um dos focos é identificar e reestruturar pensamentos negativos que possam estar alimentando a falta de amor próprio e a vontade de viver. Esse processo pode proporcionar ao seu filho uma nova perspectiva sobre si mesmo e suas capacidades.

    Além disso, a terapia pode oferecer um espaço seguro para que ele expresse suas emoções e aprenda a lidar com elas de maneira mais construtiva. A integração de atividades que promovam o bem-estar, como exercícios físicos apropriados e técnicas de relaxamento, também pode ser benéfica.

    É crucial buscar o apoio de um profissional qualificado para acompanhar seu filho nesse momento. A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa, não apenas para ele, mas também para você, oferecendo suporte e orientação sobre como lidar com essa situação.

    Para mais informações ou para iniciar esse processo, sinta-se à vontade para acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, po

    Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, porém não faz tratamento adequado, apenas se entope de remédios quando o governo disponibiliza (posto de saúde). Essa pessoa passou por um relacionamento abusivo/controlador, acha que fez má decisões na vida e atualmente, não possui emprego. Já tomei ciência do problema, comecei a ajuda na autoestima fornecendo coisas que estimulem mas não está dando resultado. Também possui um(a) neto(a), é colocado muito amor nessa nele(a), porém agora moram em locais distantes. O que fazer? Como abordar esse assunto com familia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É compreensível que você esteja preocupado com a situação dessa pessoa, que está enfrentando desafios significativos relacionados à saúde mental. A automutilação, como o uso de um isqueiro, é um sinal de sofrimento emocional profundo e uma forma de lidar com a dor interna. Muitas vezes, essas pessoas se sentem sobrecarregadas por sentimentos de depressão e ansiedade, especialmente quando não recebem o tratamento adequado. A experiência de um relacionamento abusivo pode agravar esses sentimentos, levando a uma autocrítica severa e a uma percepção distorcida de suas próprias decisões e valor.

    O primeiro passo crucial é promover um ambiente de apoio e compreensão. Conversar abertamente sobre os sentimentos e experiências dessa pessoa pode ser um caminho eficaz. É importante que ela saiba que não está sozinha e que há ajuda disponível. Além disso, encorajar a busca por um tratamento profissional é fundamental. O uso indiscriminado de medicamentos sem supervisão médica pode não ser suficiente e pode até agravar a situação. A psicoterapia cognitivo-comportamental, por exemplo, é uma abordagem que pode ajudar a reestruturar pensamentos negativos e desenvolver habilidades de enfrentamento mais saudáveis.

    Quanto à relação com o neto, é encorajador saber que essa pessoa tem alguém em quem colocar amor e esperança. Manter essa conexão, mesmo à distância, pode ser um fator motivador importante. Sugira que ela encontre maneiras criativas de se manter em contato, como videochamadas ou envio de mensagens, o que pode proporcionar um senso de propósito e pertencimento.

    Ao abordar o assunto com a família, é vital fazê-lo de maneira sensível. Explique a situação com honestidade, destacando a importância do apoio e da compreensão. O envolvimento familiar pode ser um recurso valioso, mas é essencial que todos estejam dispostos a ouvir e a aprender sobre a saúde mental.

    Por fim, a relevância do suporte profissional não pode ser subestimada. Um psicólogo qualificado pode fornecer as ferramentas necessárias para lidar com esses desafios. Estou disponível para ajudar e orientá-lo nesse processo. Você pode acessar mais informações sobre minha prática através dos links a seguir: Doctoralia e Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Ombros tensos e pescoço, fico puxando o ar constantemente, as veses sinto como se tivesse ar no ouvi

    Ombros tensos e pescoço, fico puxando o ar constantemente, as veses sinto como se tivesse ar no ouvido. Tô com uma dor de cabeça lado esquerdo como se tivesse se mechendo aí fico meio tonto. Dias bons e dias ruins. Dias com insônia como se tivesse fazendo força na face mais tento relachar. Seria ansiedade ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Os sintomas que você descreve podem, de fato, estar associados à ansiedade. Tensão nos ombros e pescoço, dificuldades respiratórias, sensação de pressão nos ouvidos, dores de cabeça e insônia são manifestações físicas comuns desse estado emocional. A ansiedade pode se manifestar de maneira intermitente, contribuindo para a alternância entre dias bons e ruins.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar os padrões de pensamento que intensificam a ansiedade. Esse processo envolve o desenvolvimento de habilidades para reconhecer gatilhos emocionais e aplicar técnicas de enfrentamento que ajudam a aliviar os sintomas físicos e emocionais.

    Além disso, a terapia pode proporcionar um espaço seguro para explorar suas preocupações e desenvolver estratégias personalizadas que promovam o relaxamento e o bem-estar. O objetivo é capacitar você a lidar com a ansiedade de maneira mais eficaz, melhorando a qualidade de vida.

    Buscar o apoio de um profissional pode ser um passo essencial para compreender melhor o que você está vivenciando e encontrar soluções práticas. A psicoterapia oferece não apenas alívio, mas também ferramentas duradouras para gerenciar a ansiedade.

    Para mais informações ou para iniciar esse processo, sinta-se à vontade para acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção

    Como trabalhar essa questão da automutilação em escola ,vídeos, roda de conversa seria uma boa opção ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Abordar a questão da automutilação no ambiente escolar é um passo crucial para promover a saúde mental e o bem-estar dos alunos. É fundamental criar um espaço seguro e acolhedor onde os estudantes possam discutir suas preocupações sem medo de julgamento. Iniciativas como vídeos educativos e rodas de conversa podem ser extremamente eficazes, pois oferecem informações valiosas e incentivam o diálogo aberto.

    Os vídeos podem servir como uma introdução ao tema, apresentando fatos e desmistificando preconceitos. Devem ser seguidos por rodas de conversa, que proporcionam um ambiente colaborativo para que os alunos expressem suas experiências e sentimentos. Nessas rodas, é importante a presença de um profissional qualificado, como um psicólogo escolar, para mediar as discussões e oferecer suporte adequado.

    Além disso, capacitar professores e funcionários para identificar sinais de automutilação e saber como intervir de maneira apropriada é essencial. O envolvimento de toda a comunidade escolar cria uma rede de apoio sólida, ajudando a prevenir casos e a oferecer ajuda a quem precisa.

    Enfatizo a relevância do suporte profissional nesse processo. Um psicólogo pode fornecer estratégias eficazes e suporte contínuo. Se você está buscando orientações adicionais, estou à disposição para ajudar. Visite meu perfil no Doctoralia ou o site Humanamente Falando para mais informações.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá. Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificulda

    Olá.
    Fobia Social pode causar dificuldade na fala como não conseguir falar uma palavra? A dificuldade de falar alguma palavra específica com alguém, ela não sai, por exempo em uma conversa. Sozinho pareço conseguir falar a palavra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A fobia social pode, sim, causar dificuldades na fala, especialmente em situações de interação com outras pessoas. Quando estamos diante de um quadro de ansiedade social, o medo do julgamento ou da avaliação negativa pode se manifestar de várias formas, incluindo a dificuldade de articular palavras em momentos de conversa.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para entender e modificar os pensamentos automáticos e crenças que geram esse medo. O processo terapêutico envolve a exposição gradual a situações sociais, permitindo que a pessoa desenvolva confiança e habilidades de comunicação em um ambiente seguro e controlado.

    Os benefícios desse tipo de abordagem incluem o fortalecimento da autoconfiança, a redução dos sintomas de ansiedade e a melhoria das habilidades sociais. Ao enfrentar e superar esses desafios, a pessoa pode experimentar uma maior liberdade e conforto em suas interações diárias.

    É importante considerar o apoio de um profissional para orientar esse processo de forma eficaz. A psicoterapia oferece um espaço de compreensão e desenvolvimento pessoal, proporcionando ferramentas práticas para lidar com a fobia social.

    Para mais informações ou para iniciar esse processo, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olar boa noite meu nome é Gustavo e sou casado minha mulher tem transtorno bipolar e esta internada

    Olar boa noite meu nome é Gustavo e sou casado minha mulher tem transtorno bipolar e esta internada no hospital quando fui visitar ela a segunda vez ela estava um pouco bem me tratou bem me chamou de amor falou que me amava, quando foi no outro dia eu liguei para ela e ela estava diferente mais na dela não falou muito e quando eu vou visitar ela aí ela fica meio que se esquivando quando vó fazer carinho nela aí ela fala que somos apenas amigos aí as vezes eu ligo para ela falar com a mãe dela por chamada de vídeo e ela meio que não quer fala mais com a mãe dela enfim esse comportamento que ela tem e do quadro da doença dela ??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O comportamento que você está observando em sua esposa pode estar relacionado ao transtorno bipolar. Esse transtorno é caracterizado por mudanças de humor que podem variar entre episódios de mania, hipomania e depressão, influenciando pensamentos, emoções e comportamentos.

    É comum que, durante essas fases, a percepção e os sentimentos em relação às pessoas próximas também mudem. Isso pode explicar por que ela, em alguns momentos, é afetuosa e, em outros, mais distante.

    O tratamento adequado, que pode incluir medicação e terapia, é crucial para ajudar a estabilizar o humor e melhorar a qualidade de vida. Durante a internação, é importante seguir as orientações médicas e oferecer apoio emocional, respeitando o espaço dela quando necessário.

    Reitero a importância de buscar suporte, tanto para ela quanto para você, no processo de entender e lidar com o transtorno. Estou disponível para ajudar e orientar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • No TOC sexual é normal sentir excitação mesmo morrendo de nojo daquele pensamento?

    No TOC sexual é normal sentir excitação mesmo morrendo de nojo daquele pensamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    No Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com temática sexual, é comum que algumas pessoas experimentem reações físicas, como excitação, mesmo quando os pensamentos são indesejados e causam repulsa. Isso ocorre porque a resposta do corpo pode ser automática e não necessariamente refletir os verdadeiros desejos ou valores da pessoa.

    Esses pensamentos intrusivos são um dos aspectos mais desafiadores do TOC, e a reação emocional intensa, como o nojo, pode aumentar a ansiedade, criando um ciclo de preocupação e desconforto. É importante lembrar que esses pensamentos não definem quem você é e que podem ser gerenciados de forma eficaz com o tratamento adequado.

    A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para o TOC, ajudando a pessoa a entender e modificar os padrões de pensamento e resposta. Contar com o apoio de um psicólogo é essencial para desenvolver estratégias personalizadas e lidar com esses desafios de maneira saudável.

    Recomendo que busque orientação profissional para obter suporte especializado. Para mais informações, visite o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Minha filha 15 anos tem transtorno borderline e Cliotimia ela dizia ser bissexual agora fala em ser

    Minha filha 15 anos tem transtorno borderline e Cliotimia ela dizia ser bissexual agora fala em ser lésbica. O transtorno pode provocar dúvida nela ? A medicação e a terapia em si pode ajudá-la sobre a orientação sexual ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá e seja bem-vindo(a)!

    O transtorno borderline pode, sim, influenciar a maneira como sua filha percebe suas emoções e identidade, incluindo a orientação sexual. A instabilidade emocional característica do transtorno pode levar a questionamentos e mudanças em como ela se vê e se define.

    É importante entender que a orientação sexual é uma parte complexa e única da identidade de cada pessoa. A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar essas questões, ajudando sua filha a compreender melhor seus sentimentos e experiências.

    A medicação pode auxiliar na estabilização do humor, enquanto a psicoterapia, especialmente a cognitivo-comportamental, pode ajudar a desenvolver habilidades de regulação emocional e autoconhecimento. O objetivo é proporcionar suporte para que ela se sinta mais segura em sua identidade.

    Recomendo buscar apoio profissional especializado para garantir que ela receba o cuidado adequado. Estou à disposição para ajudar e você pode agendar uma consulta através do Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia ou visitar meu site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Existe outras formas de tratamento pra pensamento repetitivo além do psico terapia ?

    Existe outras formas de tratamento pra pensamento repetitivo além do psico terapia ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Além da psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), existem outras abordagens para tratar pensamentos repetitivos. Uma dessas opções é o uso de medicação, como os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS), que podem ajudar a reduzir a intensidade dos pensamentos intrusivos. É importante ressaltar que a medicação deve ser prescrita e monitorada por um psiquiatra.

    Outra alternativa é a prática de mindfulness, que envolve técnicas de meditação e atenção plena. Essa prática pode ajudar a aumentar a consciência do momento presente e a diminuir a reatividade aos pensamentos repetitivos.

    Além disso, hábitos saudáveis, como exercício físico regular, sono adequado e alimentação balanceada, podem ter um impacto positivo no bem-estar mental e ajudar a reduzir a frequência dos pensamentos indesejados.

    Embora existam essas alternativas, é fundamental buscar orientação profissional para encontrar a abordagem mais adequada ao seu caso específico. Para mais informações e suporte, visite o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Boa noite. Tenho um histórico de hipocondria, mesmo não diagnosticado, apenas ansiedade diagnosticad

    Boa noite. Tenho um histórico de hipocondria, mesmo não diagnosticado, apenas ansiedade diagnosticada. Eu queria saber se há como sentir sintomas inexistentes apenas psicológicos, já senti sensação de pontadas na região onde achava ter C. de pele mesmo sendo só uma mancha branca normal, dor na cervical e nos braços depois que a médica citou esses sintomas na consulta. Atualmente acredito estar tendo outra crise disso, senti uma sensação estranha na parte esquerda do corpo e relacionei imediatamente com hemiparesia fiquei com medo entãop fui pesquisar o que poderia causar isso e achei Tmr cerebral(perdão a abreviação do nome tenho medo até de escrever o nome das enfermidades) após ler os sintomas da doença comecei a senti-los no mesmo dia varia de acordo com o humor atualmente, quando me mantenho concentrado em algo eles somem quase que 100% ou fazendo esporte que some completamente, mas, quando em ócio ou quando lembro, eles voltam. É possível ter sintomas que não existem ou eu devo me preocupar com isso essa doença é extremamente incomum em pessoas da minha idade e tenho hábitos saudáveis e nenhum histórico familiar disso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Boa noite. Compreendo suas preocupações e gostaria de esclarecer que é bastante comum que pessoas com ansiedade, ou mesmo hipocondria, experimentem sintomas físicos que são gerados ou intensificados pela própria mente. Isso ocorre devido à maneira como nosso cérebro pode interpretar erroneamente sinais corporais inofensivos, amplificando-os ou associando-os a doenças graves.

    No seu caso, o fato de os sintomas desaparecerem quando você está distraído ou praticando esportes sugere que eles possam estar ligados ao estado de ansiedade. A mente pode criar sensações físicas, como pontadas ou dores, que parecem muito reais, mas que não têm uma causa médica subjacente.

    É importante lembrar que a ansiedade pode ser muito poderosa e influenciar nosso corpo de maneiras surpreendentes. Na terapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para ajudar você a reconhecer padrões de pensamento que geram esses sintomas e desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade de forma mais eficaz.

    Eu recomendo buscar suporte profissional para explorar essas questões mais a fundo. Estou à disposição para ajudar nessa jornada. Para mais informações e agendamentos, você pode acessar meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando:

    Doctoralia
    Humanamente Falando

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Já sofro de ansiedade há mais ou menos um ano. Hoje já está bem controlada, mas ainda tenho algumas

    Já sofro de ansiedade há mais ou menos um ano. Hoje já está bem controlada, mas ainda tenho algumas quedas. Queria saber se ansiedade pode me deixar doente fisicamente. Sou relativamente saudável, porém ainda tenho esse medo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É natural se preocupar com os impactos da ansiedade na saúde física, especialmente quando já se passou por episódios intensos dessa condição. Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, posso afirmar que a ansiedade, quando persistente, pode sim manifestar-se fisicamente. Ela pode contribuir para sintomas como dores de cabeça, tensão muscular, problemas digestivos e distúrbios do sono, entre outros. Esses sintomas ocorrem porque nosso corpo reage ao estresse emocional através de respostas fisiológicas.

    No entanto, é importante ressaltar que essas manifestações físicas são geralmente reversíveis e podem ser geridas com estratégias adequadas. Técnicas de relaxamento, exercícios físicos regulares e uma alimentação equilibrada podem ajudar a mitigar esses sintomas. Além disso, a psicoterapia cognitivo-comportamental tem se mostrado eficaz no tratamento da ansiedade, pois auxilia na identificação e modificação de padrões de pensamento que perpetuam o estresse.

    É essencial manter um diálogo aberto sobre suas preocupações e buscar suporte profissional sempre que sentir necessidade. O acompanhamento psicológico não apenas proporciona alívio, mas também promove um entendimento mais profundo de si mesmo, fortalecendo a resiliência emocional.

    Lembro que estou à disposição para auxiliá-lo em sua jornada de saúde mental. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Bom dia! Nunca tive e estou tendo... Formigamento na face do rosto, não durmo a noite e as vezes ne

    Bom dia!
    Nunca tive e estou tendo... Formigamento na face do rosto, não durmo a noite e as vezes nem de dia... Tremedeira, falta de ar, taquicardia, formigamento nas mãos, as vezes sua frio.... O q pode ser? Meu indicaram seakalm e comprei o de 600mg
    E tenho uma leve depressão... Mas tenho vergonha de procurar ajuda medica

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que os sintomas que você descreve podem ser bastante desconfortáveis e assustadores. Formigamento na face, insônia, tremores, falta de ar, taquicardia e sudorese fria são sinais comuns de ansiedade elevada, que pode estar relacionada à sua leve depressão. É importante reconhecer que essas manifestações físicas são respostas do corpo ao estresse emocional e psicológico.

    Procurar ajuda médica e psicológica é um passo fundamental para compreender e gerenciar esses sintomas. Não há vergonha em buscar apoio; pelo contrário, é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo. A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser particularmente útil neste contexto, pois ajuda a identificar e modificar pensamentos e comportamentos disfuncionais que contribuem para o seu mal-estar.

    Além disso, é crucial discutir o uso de qualquer medicação, como o Seakalm, com um profissional de saúde qualificado, para garantir que seja seguro e apropriado para sua situação específica.

    Lembre-se de que você não está sozinho e que o suporte profissional pode fazer uma diferença significativa em sua qualidade de vida. Estou à disposição para ajudar nessa jornada. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • O TOC aparece normalmente em que idade? Existe um padrão onde a maioria desenvolve o TOC?

    O TOC aparece normalmente em que idade? Existe um padrão onde a maioria desenvolve o TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) geralmente se manifesta na infância ou adolescência, mas também pode surgir na idade adulta.

    Os primeiros sinais frequentemente aparecem entre os 10 e 12 anos ou no início da adolescência. No entanto, não há uma regra fixa, e algumas pessoas podem começar a apresentar sintomas mais tarde.

    O TOC é caracterizado por obsessões — pensamentos intrusivos e indesejados — e compulsões, que são comportamentos repetitivos realizados para aliviar a ansiedade gerada por essas obsessões.

    Identificar e tratar o TOC precocemente é importante para ajudar a gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem eficaz nesse tratamento.

    Se você ou alguém que conhece estiver enfrentando esses sintomas, buscar o apoio de um profissional é fundamental. Estou disponível para ajudar e orientar nesse processo. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá, tudo bem? Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adre

    Olá, tudo bem?

    Sou homem, namoro à 4 anos com uma mulher. Tenho um fetiche (acredito ser) na adrenalina de "fazer coisas erradas" kkkk meio confuso, eu sei. Mas sempre fui criado para ser o "menino perfeito da família", minha família me limitava em muitas coisas. Hoje, com 28 anos, estou experimentando algumas coisas como bebidas, vapes, minha namorada entende, aprova e também participa comigo, ela é extremamente parceira em tudo. Mas, tem uma outra coisa que eu também curto e nunca tive coragem de falar pra ela, que é "curtir" homens, mas é aí que tá, eu não sei se eu curto os homens ou se curto a adrenalina de fazer "coisa errada" com eles (pois na religião que eu fui criado homem com homem não pode, enfim)... eu nunca desejei namorar um homem ou ter uma relação além de prazer momentâneo, e não desejo. Antes de namorar com ela, já me relacionei apenas sexualmente com homens, e ao terminar me sentia muito ruim (fazia tudo escondido), acredito ser uma forma de me "revoltar" com a vida, e da forma que fui criado, talvez. Enfim, hoje ainda tenho essa vontade de fazer coisas com homens, e faço virtualmente apenas (escondido sem ela saber) me excito muito com isso, porém, ao terminar me sinto um lixo, e fico mal por esconder isso dela. Tenho muito medo de contar pra ela e isso estragar nossa relação, que é muuuito top. Fazer com homens pessoalmente não tenho mais vontade, enquanto estiver namorando com ela pelo menos não.

    Enfim, porque esse fetiche em fazer "coisas erradas"? Isso seria um fetiche?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A sua experiência e os sentimentos que você compartilha são muito válidos e refletem uma complexidade que muitos enfrentam ao tentar compreender suas próprias emoções e desejos. O que você descreve pode estar relacionado à busca por adrenalina e à sensação de transgressão, que podem ser influenciadas por como você foi criado e pelas normas que foram impostas a você ao longo da vida.

    Desde a infância, muitas pessoas são moldadas por expectativas familiares e sociais que definem o que é considerado "certo" ou "errado". No seu caso, essa pressão para ser o "menino perfeito" pode ter gerado uma repressão natural de desejos e curiosidades. Ao experimentar coisas como bebidas e vapes, você parece estar buscando uma forma de libertação e autodescoberta, o que é totalmente compreensível.

    O fetiche por "fazer coisas erradas" pode, de fato, ser uma forma de explorar uma identidade que foi reprimida. Essa busca pode proporcionar uma sensação de liberdade e emoção, especialmente quando se sente que algo está sendo feito à margem das normas que foram ensinadas. A adrenalina associada a esses comportamentos pode se tornar um fator motivador significativo, pois ativa o sistema de recompensa do cérebro, gerando prazer e excitação.

    Além disso, a sua curiosidade em relação a experiências com homens pode ser uma manifestação dessa busca por transgressão e, ao mesmo tempo, uma exploração da sua sexualidade. É importante distinguir entre a excitação pelo ato de transgressão e qualquer atração genuína que você possa ter. Essa ambivalência é comum e pode exigir uma reflexão mais profunda sobre quem você é e o que realmente deseja.

    O fato de você ter se relacionado sexualmente com homens no passado, mas ter se sentido mal após essas experiências, indica que pode haver um conflito interno. Esse conflito pode surgir da combinação de fatores emocionais, como a culpa e a vergonha, que frequentemente acompanham a exploração da sexualidade, especialmente se ela não se alinha com os valores que você aprendeu. Sentir-se culpado ou "um lixo" após essas experiências é uma reação comum quando há uma tensão entre seus desejos e as expectativas que você internalizou.

    É compreensível que você tenha receio de compartilhar essas questões com a sua namorada, especialmente se o relacionamento é muito positivo e satisfatório. A comunicação aberta é fundamental em qualquer relação, mas é natural sentir medo da reação do outro. Antes de abordar o assunto, pode ser útil refletir sobre como você se sente e o que espera ao compartilhar essas informações. Estar preparado para uma conversa honesta pode ajudar a fortalecer a relação, mesmo que seja desafiador.

    Considere buscar apoio profissional para explorar esses sentimentos de maneira segura e sem julgamento. Um psicólogo pode ajudar você a entender melhor sua sexualidade, suas emoções e a maneira como pode se comunicar com sua namorada. Para mais suporte, sugiro visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Gostaria de saber se a ansiedade da uma leve dormência em uma parte do rosto e deixa com fraqueza

    Gostaria de saber se a ansiedade da uma leve dormência em uma parte do rosto e deixa com fraqueza

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A ansiedade pode, de fato, manifestar-se de várias formas físicas, incluindo dormência em partes do corpo, como o rosto, e uma sensação de fraqueza. Esses sintomas estão frequentemente relacionados à forma como nosso sistema nervoso reage ao estresse. Quando estamos ansiosos, nosso corpo entra em alerta, desencadeando reações físicas que podem resultar em tais sensações.

    É importante entender que essas manifestações são comuns e, embora possam ser desconfortáveis, geralmente não são perigosas. No entanto, isso não significa que devam ser ignoradas. A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar a gerenciar a ansiedade, identificando pensamentos que desencadeiam o estresse e desenvolvendo estratégias para lidar com eles de maneira mais eficaz.

    Procurar apoio psicológico é um passo importante para compreender melhor o que você está vivenciando e encontrar formas de aliviar esses sintomas. Estou aqui para ajudar nessa jornada. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • odeio meu corpo, rosto e aparência, não consigo fazer nada direito e fico mais deprimido quando vejo

    odeio meu corpo, rosto e aparência, não consigo fazer nada direito e fico mais deprimido quando vejo que os outras pessoas da minha idade conseguem serem melhores em tudo do que eu, de corpo a habilidades, existe alguma forma de parar isto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É comum enfrentarmos momentos de autocrítica intensa, especialmente quando nos comparamos aos outros. Essa percepção negativa sobre o corpo e as habilidades pode ser profundamente enraizada em crenças distorcidas que muitas vezes não refletem a realidade. Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, posso afirmar que esses sentimentos são desafiadores, mas existem maneiras de abordá-los.

    Primeiramente, é fundamental reconhecer que a comparação com os outros pode ser prejudicial. Cada pessoa tem suas próprias experiências, desafios e ritmos de desenvolvimento. Muitas vezes, as redes sociais e as imagens que consumimos exacerbam essa tendência de comparação, fazendo com que nos sintamos inadequados. Um passo importante é começar a desenvolver uma autoimagem mais positiva, o que pode ser feito através da prática de gratidão e da identificação de suas próprias qualidades e conquistas, por menores que sejam.

    A terapia cognitivo-comportamental pode ser uma ferramenta valiosa nesse processo. Ela ajuda a identificar e reestruturar pensamentos negativos, promovendo uma visão mais equilibrada de si mesmo. Além disso, técnicas de mindfulness podem auxiliar a criar uma relação mais saudável com o corpo e a mente, permitindo uma maior aceitação e compaixão por si mesmo.

    Por fim, buscar suporte profissional é extremamente relevante. Um psicólogo pode orientar você nesse caminho de autodescoberta e aceitação. Estou disponível para ajudar e você pode encontrar mais informações sobre minha prática acessando Doctoralia e Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.