Perguntas do paciente (539)
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Há uns 6 meses tive a primeira crise de ansiedade, sensação de medo, medo da morte, coração saindo p
Há uns 6 meses tive a primeira crise de ansiedade, sensação de medo, medo da morte, coração saindo pela boca. Percebi nas crises posteriores que a intensidade dependia do meu medo, então consegui me controlar e não tenho mais crises, porém sinto muitos sintomas de ansiedade, tais como: temores nos músculos e pálpebras, as vezes dores no corpo e taquicardia, percebi tb que esses sintomas ocorrem 90% quando estou em casa, quando estou no trabalho, praia ou academia não ocorre. Devo procurar um cardiologista antes de procurar um psicólogo? Ou se meu caso já é de TAG?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Os sintomas que você descreve são comuns em casos de ansiedade e transtorno de ansiedade generalizada (TAG). No entanto, é importante abordar a situação de maneira abrangente. Como você mencionou sintomas físicos como taquicardia e dores no corpo, é prudente buscar uma avaliação médica inicial para descartar quaisquer condições físicas subjacentes, como problemas cardíacos. Um cardiologista pode ajudá-lo a entender melhor esses sintomas físicos.
Paralelamente, a psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser extremamente eficaz para lidar com a ansiedade. Essa abordagem terapêutica trabalha com a identificação e modificação de padrões de pensamento que alimentam o seu medo e ansiedade. O fato de os sintomas ocorrerem principalmente em casa sugere que pode haver gatilhos específicos nesse ambiente que merecem ser explorados.
É essencial buscar apoio profissional para entender e gerenciar esses sintomas de maneira saudável. Estou disponível para acompanhá-lo nessa jornada. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Quando estou com raiva\entediado\sem paciência,sinto vontade de bater a minha cabeça ou me auto-mach
Quando estou com raiva\entediado\sem paciência,sinto vontade de bater a minha cabeça ou me auto-machucar,mais seguro essas vontades,oque isso pode significar??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sentir raiva, tédio ou impaciência são emoções normais, mas quando essas sensações se transformam em desejos de automutilação, como bater a cabeça ou se machucar, é importante prestar atenção ao que isso pode indicar. Como psicólogo especializado em saúde mental e psicoterapia cognitivo-comportamental, posso dizer que essas manifestações muitas vezes são uma forma de lidar com uma dor emocional intensa que não conseguimos expressar de maneira saudável.
A automutilação, mesmo que não seja intencionalmente grave, pode ser um sinal de que você está lutando para gerenciar emoções difíceis. Muitas vezes, as pessoas buscam essas formas de autolesão como uma maneira de liberar a tensão interna ou de se sentirem no controle em momentos de desespero. É crucial entender que essas reações podem oferecer alívio temporário, mas não resolvem as causas subjacentes da dor emocional.
Uma abordagem mais eficaz seria explorar formas alternativas de lidar com essas emoções. Técnicas de relaxamento, exercícios físicos, ou até mesmo a prática de mindfulness podem ajudar a regular suas emoções e a encontrar outras maneiras de expressar o que você está sentindo. A terapia cognitivo-comportamental também pode ser muito útil, pois permite identificar pensamentos distorcidos e desenvolver estratégias mais saudáveis para enfrentar momentos de crise.
Por fim, é fundamental buscar suporte profissional para entender melhor esses sentimentos e desenvolver habilidades de enfrentamento. Estou disponível para ajudar e você pode acessar mais informações sobre minha prática nos seguintes links: Doctoralia e Humanamente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Com o tratamento de TCC, posso ficar curada do Toc?
Com o tratamento de TCC, posso ficar curada do Toc?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma das abordagens mais eficazes para o tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Embora a "cura" completa possa variar de pessoa para pessoa, a TCC pode ajudar significativamente a reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
A TCC trabalha com técnicas específicas, como a exposição e prevenção de resposta, que ajudam a confrontar e modificar os padrões de pensamento e comportamento associados ao TOC. Muitos pacientes experimentam uma redução substancial nos sintomas e aprendem a gerenciar melhor suas obsessões e compulsões.
É importante ter expectativas realistas e compreender que o TOC pode ser uma condição crônica. No entanto, com o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem viver de forma mais plena e tranquila.
O acompanhamento contínuo com um profissional de saúde mental é fundamental para sustentar essas melhorias. Para mais informações e suporte, recomendo visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explorar o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em
Estar sempre com vergonha e medo de erros do passado.Que não se repetem.Mas não me deixam seguir em frente.Que posso fazer para deixar de estar sempre escondido dentro do meu mundo onde não deixo ninguém entrar, nem mesmo os especialistas. Obrigada.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sentir vergonha e medo dos erros do passado é algo que muitas pessoas enfrentam, e esses sentimentos podem realmente dificultar o avanço em direção a uma vida mais plena. A primeira coisa a reconhecer é que todos cometemos erros, e eles não definem quem somos hoje.
Uma abordagem eficaz para lidar com esses sentimentos é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que ajuda a identificar e reestruturar pensamentos negativos e crenças limitantes sobre si mesmo. Trabalhar esses pensamentos pode permitir que você veja o passado sob uma nova perspectiva, promovendo o perdão e a aceitação pessoal.
É compreensível que você se sinta reticente em se abrir para os outros, incluindo especialistas. No entanto, permitir-se explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e sem julgamento pode ser um passo poderoso em direção à cura. Lembre-se de que os profissionais estão ali para ajudar, e dar o primeiro passo para se abrir pode ser transformador.
O suporte de um psicólogo pode ser crucial nesse processo. Recomendo visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explorar o site HumanaMente Falando para mais informações.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, poré
Olá, sou casado minha esposa foi diagnosticada com borderline a cerca de 13 anos atrás ou mais, porém ela parou de tomar os medicamentos, que ela acredita e eu tbm que Deus a curou, porém alguns fatos me faz pensar que ela ainda está com esse transtorno, tipo, agressões comigo, oscilações de humor, mentiras , pq acho que ela mente pra mim? Pq não confio nela ainda ? Depois de dez anos de casado? Pq ela perdeu a vontade de ter relações sexuais comigo ? é normal uma mulher ficar meses sem ter relação ? Pq me sinto como se não fosse suficiente pra ela? Enfim .... Obrigado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A situação que você descreve é complexa e envolve diversos aspectos emocionais e relacionais. É comum que pessoas diagnosticadas com transtorno de personalidade borderline (TPB) apresentem flutuações de humor, dificuldades em manter relacionamentos saudáveis e comportamentos que podem ser interpretados como agressivos ou manipulativos. Quando uma pessoa para de usar medicamentos, essas características podem retornar ou se intensificar, mesmo que ela acredite estar "curada".
As mentiras podem surgir de várias razões, incluindo a dificuldade em lidar com a realidade ou o medo de rejeição. Muitas vezes, isso pode ser uma forma de proteção emocional, mas acaba criando um ciclo de desconfiança que pode ser doloroso para ambos. A falta de confiança que você sente, mesmo após anos de casamento, pode ser resultado de experiências passadas que não foram resolvidas, além das dificuldades que surgem devido ao comportamento da sua esposa.
A diminuição do desejo sexual também é um sinal que pode estar relacionado a fatores emocionais, estresse, ou mesmo a dinâmica do relacionamento. É importante lembrar que a libido pode variar por uma série de razões, e não necessariamente reflete o amor ou a atração que ela sente por você.
Sentir-se insuficiente é uma experiência comum em relacionamentos onde há desarmonia emocional. É fundamental que ambos possam comunicar abertamente suas necessidades e preocupações, de modo a restabelecer uma conexão emocional saudável.
Considerando a complexidade da situação, buscar apoio profissional pode ser uma excelente opção. A terapia de casal, por exemplo, pode ajudar a abordar essas questões de maneira estruturada e segura, promovendo um espaço para que ambos expressem suas emoções e necessidades. Estou aqui para ajudar nesse processo. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Qualquer coisinha é gatilho pra mim chorar, sinto formigamento nas minhas mãos e uma adrenalina pass
Qualquer coisinha é gatilho pra mim chorar, sinto formigamento nas minhas mãos e uma adrenalina passando pelo meu corpo, eu sinto a energia e tenho uma vontade enorme de chorar, como se eu tivesse acumulado choros e mágoas passadas. Oque pode ser? Ansiedade, depressão ou só tristeza?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O que você descreve pode estar relacionado a vários fatores, incluindo ansiedade, depressão ou mesmo uma tristeza acumulada ao longo do tempo. O formigamento nas mãos e a sensação de adrenalina são sintomas frequentemente associados a respostas de ansiedade, enquanto a vontade de chorar pode indicar que você está lidando com emoções não processadas.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, podemos explorar juntos esses sentimentos e identificar quais pensamentos ou situações funcionam como gatilhos emocionais. A partir disso, trabalhamos para desenvolver estratégias que ajudem a gerenciar essas respostas emocionais de forma mais saudável e equilibrada.
É importante considerar que cada pessoa é única, e uma avaliação detalhada pode ajudar a entender melhor o que está acontecendo. Em alguns casos, uma consulta médica pode ser indicada para descartar outras condições que possam estar contribuindo para seus sintomas.
O suporte profissional pode oferecer um espaço seguro para processar essas emoções e promover um maior bem-estar. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
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É normal sentir desejo por personagens fictícios (novelas, séries). Às vezes eu sinto que queria ter
É normal sentir desejo por personagens fictícios (novelas, séries). Às vezes eu sinto que queria ter um relacionamento com aquele personagem. Sempre fui assim desde mocinha mas ao mesmo tempo tenho uma atração; e acho q é pelo fato deles serem muito bonitos, tbem me sinto intimidada pela figura masculina real, principalmente se for um homem muito bonito ou atraente. Sou casada e sempre acreditava que era uma ilusão de menina mas agora está me atrapalhando. Eu já faço terapia mas não consigo contar isso pra ela.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
É comum sentir-se atraído por personagens fictícios, especialmente em novelas e séries. Isso ocorre porque esses personagens são frequentemente idealizados para serem encantadores e atraentes, o que pode despertar fantasias e desejos em nós. Essa sensação pode ser intensificada se houver uma dificuldade em lidar com figuras masculinas reais, principalmente quando são vistas como intimidadoras ou excessivamente atraentes.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos como nossos pensamentos e crenças influenciam nossos sentimentos e comportamentos. Essa abordagem pode ajudar a entender a origem desses desejos e como eles impactam sua vida. É importante reconhecer que esses sentimentos não anulam seu compromisso e afeto em seu relacionamento real, mas podem indicar áreas de crescimento pessoal e autoconhecimento.
Conversar sobre essas experiências em terapia pode ser libertador e essencial para seu bem-estar emocional. Lembre-se de que o ambiente terapêutico é um espaço seguro para expressar suas preocupações sem julgamentos.
Recomendo que busque o suporte de profissionais especializados. Você pode acessar mais informações e apoio em Doctoralia ou visitar HumaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Olá, eu gostaria de saber, homens (e meninos) podem ter anorexia?
Olá, eu gostaria de saber, homens (e meninos) podem ter anorexia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sim, homens e meninos podem, de fato, desenvolver anorexia. Embora muitas vezes associada a mulheres, a anorexia afeta pessoas de todos os gêneros. Nos homens, a anorexia pode se manifestar de maneira semelhante, com uma preocupação intensa com o peso e a forma corporal, levando à restrição alimentar severa e outros comportamentos prejudiciais à saúde.
É importante reconhecer que o estigma pode dificultar o diagnóstico e o tratamento em homens, já que os transtornos alimentares neles são, por vezes, subdiagnosticados. A busca por um padrão corporal específico ou a pressão para ter um corpo "perfeito" pode contribuir para o desenvolvimento desse transtorno.
A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), é eficaz no tratamento da anorexia, ajudando a modificar pensamentos distorcidos sobre alimentação, corpo e autoimagem. O apoio de profissionais de saúde mental é crucial para a recuperação e para desenvolver estratégias saudáveis de enfrentamento.
Se você ou alguém que conhece está enfrentando esses desafios, recomendo procurar apoio especializado. Para mais informações, visite o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explore o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Tenho síndrome do pânico e tenho medo de ter doenças , como: botulismo e apendicite. Acho que sou hi
Tenho síndrome do pânico e tenho medo de ter doenças , como: botulismo e apendicite. Acho que sou hipocondríaco. Acho que um dia vou ter e fico com isso na cabeça , o que devo fazer ? Passo horas achando que vou ter apendicite e fico pensando em cirurgias , que posso morrer, que um dia poderei ter sintomas parecidos, etc e evito o máximo possível comer alguns alimentos com medo do botulismo. Tomo dois anti depressivos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entender suas preocupações é o primeiro passo para lidar com elas. A combinação de síndrome do pânico e preocupações excessivas com a saúde pode indicar sintomas de hipocondria, ou transtorno de ansiedade de doença.
É comum que a ansiedade amplifique temores sobre a saúde, fazendo com que pensamentos catastróficos se tornem frequentes. Isso pode levar a comportamentos de evitação, como evitar certos alimentos ou atividades.
A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser muito eficaz nesse contexto. A TCC ajuda a identificar e reestruturar pensamentos distorcidos, além de desenvolver estratégias para gerenciar a ansiedade de forma mais saudável.
Também é importante discutir com seu psiquiatra sobre a eficácia dos antidepressivos que você está tomando, para garantir que estejam ajudando de maneira adequada.
Buscar apoio profissional é fundamental para lidar com essas questões. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e no site: HumaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Perdi minha mãe faz 3 meses, tá muito difícil, tenho medo de procurar ajuda psicológica pois sou eva
Perdi minha mãe faz 3 meses, tá muito difícil, tenho medo de procurar ajuda psicológica pois sou evangélica,
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Sinto muito pela sua perda, e compreendo que este é um momento de grande dor e desafio. O luto é um processo natural, mas também pode ser profundamente solitário e difícil de lidar sozinho. É importante lembrar que buscar apoio psicológico não conflita com suas crenças religiosas; na verdade, pode complementar a sua fé, oferecendo um espaço seguro para expressar suas emoções e encontrar formas de lidar com a dor.
A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ajudar a entender melhor seus sentimentos e a desenvolver estratégias para enfrentar esse período difícil. O apoio profissional pode proporcionar alívio e ajudar a encontrar um caminho para a cura emocional, respeitando sempre seus valores e crenças pessoais.
Você não precisa passar por isso sozinha. Estou disponível para oferecer suporte nessa jornada. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pe
É comum um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline leve sentir raiva intensa e muitos pensamentos automáticos negativos, após a reitrada do medicamento Aripiprazol (que já estava com a dose mais baixa - o humor já estava estabilizado)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
É possível que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) experimentem raiva intensa e pensamentos negativos automáticos, especialmente após a retirada de um medicamento como o Aripiprazol.
O Aripiprazol é um antipsicótico que pode ajudar na estabilização do humor e na redução de sintomas emocionais intensos. A retirada desse medicamento, mesmo em doses baixas, pode levar à reemergência de alguns sintomas, como a raiva e pensamentos automáticos negativos.
É importante acompanhar de perto essas mudanças com o psiquiatra responsável pelo tratamento, que pode avaliar a necessidade de ajustar a abordagem terapêutica.
Além disso, a terapia cognitivo-comportamental, especialmente a Terapia Dialética Comportamental (DBT), pode ser muito eficaz para ajudar a manejar essas emoções intensas e trabalhar os padrões de pensamento negativos.
Se precisar de suporte profissional, estou disponível para ajudar e orientar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA
BOA NOITE, MINHA EX ESPOSA E BORDERLINE DE ALTO FUNCIONAMENTO, MAIS ELA NAO ACEITA DIAGNOSTICO, ESTA COM A TENDENCIA DE REAPARECER COM MESSAGENS DE WATSAPP (CICLO DE AMOR E ODIO), EU DECIDI SAIR DE VEZ DO RELACIONAMENTO( CONTATO ZERO ) MAIS ELA SEMPRE DA UM JEITO DE ENVIAR ISCAS. ESTA CONDUTA NO BORDER ( REAPARECER ) E ASSIM MESMO ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
O comportamento que você descreve pode ser característico de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), especialmente o padrão de ciclos de amor e ódio e a dificuldade em aceitar o diagnóstico. Pessoas com TPB frequentemente experimentam emoções intensas e instabilidade nos relacionamentos, o que pode levar a tentativas repetidas de contato, mesmo após o término de uma relação.
A não aceitação do diagnóstico é algo relativamente comum. Isso pode ocorrer devido ao estigma associado ao transtorno, à dificuldade em reconhecer os próprios comportamentos e à oscilação emocional intensa que caracteriza a condição. Muitas vezes, a pessoa pode não perceber o impacto de suas ações sobre si mesma e sobre os outros, o que torna o reconhecimento do diagnóstico desafiador.
Para alguém com TPB, admitir o diagnóstico pode significar enfrentar vulnerabilidades e medos profundos, o que pode ser assustador. Essa resistência também pode ser uma forma de proteger-se de sentimentos de vergonha ou culpa.
O "contato zero" pode ser uma estratégia eficaz para proteger seu bem-estar emocional, mas é importante estar ciente de que a outra pessoa pode tentar restabelecer a conexão, como você mencionou. Recomendo que você mantenha limites claros e consistentes. Se possível, evite responder às tentativas de contato, a menos que seja absolutamente necessário.
Abordar essa questão exige paciência e compreensão. É importante que o apoio venha de um lugar de empatia, encorajando a busca de tratamento e mostrando que o diagnóstico é um passo para alcançar uma vida mais equilibrada e satisfatória. Considerar seu próprio bem-estar é essencial. Se houver abertura, sugerir que a pessoa busque ajuda profissional pode fazer a diferença.
Para lidar com a situação de maneira saudável, pode ser útil buscar apoio profissional para entender melhor como gerenciar essa dinâmica. Para mais suporte, sugiro visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explorar o site HumanaMente Falando.
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Olá meu nome e Anderson e vivo contando números e repetindo palavras de trás pra frente e virse e ve
Olá meu nome e Anderson e vivo contando números e repetindo palavras de trás pra frente e virse e versa na minha mente pode ser toc?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá Anderson!
O que você descreve pode estar relacionado a sintomas de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O TOC é caracterizado por pensamentos intrusivos e repetitivos (obsessões) e comportamentos ou rituais mentais (compulsões) que as pessoas sentem a necessidade de realizar para aliviar a ansiedade causada por essas obsessões.
Contar números e repetir palavras de trás para frente são exemplos clássicos de compulsões que podem surgir no TOC. Esses comportamentos são geralmente realizados para tentar controlar ou neutralizar pensamentos indesejados.
É importante procurar avaliação de um profissional de saúde mental para um diagnóstico adequado. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz no tratamento do TOC, ajudando a modificar esses padrões de pensamento e comportamento.
Recomendo que considere buscar apoio profissional. Para mais informações, visite o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explore o site HumanaMente Falando.
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Ás vezes passo dias inteiros com uma sensação ruim de aperto/dor no peito. Desconfiança e preocupado
Ás vezes passo dias inteiros com uma sensação ruim de aperto/dor no peito. Desconfiança e preocupado com tudo. Chego a ter calafrios.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
A sensação de aperto no peito, acompanhada de desconfiança e preocupação, pode ser bastante desconfortável e é frequentemente associada a sintomas de ansiedade. Esses sentimentos podem levar a manifestações físicas, como calafrios, que reforçam o ciclo de preocupação e desconforto.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar os pensamentos e situações que podem estar contribuindo para essa sensação de ansiedade. Desenvolvemos juntos estratégias para desafiar esses pensamentos e criar respostas mais adaptativas.
É importante entender que esses sintomas não precisam ser enfrentados sozinhos. Explorar técnicas de relaxamento e respiração pode ajudar a aliviar a tensão física e emocional. Em alguns casos, considerar uma consulta médica pode ser relevante para descartar outras causas físicas.
O suporte profissional é fundamental para navegar por essas experiências e buscar um estado de maior equilíbrio emocional. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.
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sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz
sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz parte?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
É compreensível que você se preocupe com esses pensamentos. No transtorno bipolar e na depressão, é comum que pensamentos negativos ou indesejados surjam, especialmente durante episódios de humor alterado.
Esses pensamentos não definem quem você é e podem ser parte do ciclo do humor ou do estresse emocional. A terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a identificar e modificar esses padrões de pensamento, promovendo um maior controle emocional.
É importante discutir essas experiências com seu terapeuta ou psiquiatra, que podem ajustar o tratamento e oferecer estratégias para lidar com esses pensamentos de forma saudável.
Se precisar de suporte, estou disponível para ajudar e orientar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.
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sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz
sou bipolar e tenho depressão,costumo ter pensamentos que desejam coisas ruins as pessoas...Isso faz parte?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
No transtorno bipolar, é comum experimentar variações intensas de humor, que podem incluir períodos de depressão. Durante esses períodos, pensamentos negativos, incluindo aqueles que desejam coisas ruins a outras pessoas, podem surgir. É importante entender que esses pensamentos não definem quem você é, mas podem ser um sintoma do estado emocional em que se encontra.
A depressão pode distorcer a maneira como percebemos o mundo e intensificar sentimentos de raiva ou frustração. No entanto, é essencial abordar esses pensamentos de forma construtiva, sem se culpar por tê-los.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ser muito útil para aprender a identificar e modificar esses padrões de pensamento, ajudando a desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira mais saudável. Além disso, o acompanhamento psiquiátrico é fundamental para ajustar o tratamento medicamentoso, se necessário.
Recomendo buscar apoio profissional para explorar essas questões em um ambiente seguro. Para mais informações, visite o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explore o site HumanaMente Falando.
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Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra
Oi, como saber se é abuso? Tenho uma padrasto, ele me observa muito pelo os cantos das portas, entra no meu quarto, fica mexendo nas minhas coisas, certa vez ele me viu pela a janela do quarto e quando eu entrei no quarto da minha mãe , ele estava se tocando, logo após ter me visto, eu tenho muito medo dele, outra vez me mandou um figurinha horrível, com teor sexual, eu não sei oque faço? Alguém me ajuda, eu tenho medo de isso ser coisa da minha cabeça, ou eu está maluca, ou de realmente está certo que não é uma boa pessoa
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Estou aqui para ajudar a esclarecer suas dúvidas com base na psicologia cognitivo-comportamental. O que você descreveu são comportamentos preocupantes e que podem ser considerados abusivos.
Na psicologia, o abuso não se limita apenas à violência física, mas também inclui comportamentos que causam medo, desconforto e violam a privacidade pessoal. O fato de seu padrasto observá-la de forma invasiva, entrar em seu quarto sem permissão, e o envio de conteúdo inapropriado são sinais que não devem ser ignorados. Esses comportamentos invadem seus limites pessoais e emocionais, gerando medo e insegurança.
É importante validar seus sentimentos e perceber que suas reações são compreensíveis diante de tais situações. Você não está "maluca" e é essencial confiar em suas percepções.
Recomendo fortemente que busque apoio de pessoas de confiança, como familiares ou amigos, e considere procurar a orientação de um profissional de saúde mental. A ajuda de um psicólogo pode ser crucial para lidar com essas situações e proteger seu bem-estar emocional. Para suporte profissional, você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.
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Tenho TAG e atualmente faço terapia cognitivo comportamental e também uso de medicamentos e obviamen
Tenho TAG e atualmente faço terapia cognitivo comportamental e também uso de medicamentos e obviamente na pandemia está muito difícil lidar com qualquer coisa. Tenho tido a sensação de que a terapia não está me ajudando mais como antigamente, isso é sinal de que a abordagem não está mais adequada de alguma forma, alguma piora do meu quadro no geral ou incompatibilidade com o profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
É natural sentir que a terapia às vezes não está trazendo os mesmos resultados, especialmente em momentos de maior estresse, como durante a pandemia.
A sensação de que a terapia não está ajudando pode ser influenciada por vários fatores:
Intensificação dos Sintomas: Situações como a pandemia podem aumentar a ansiedade, exigindo ajustes na abordagem terapêutica.
Necessidade de Revisão Terapêutica: Pode ser útil discutir com seu terapeuta a possibilidade de ajustar estratégias ou focar em novas áreas.
Alinhamento com o Terapeuta: Às vezes, uma conversa aberta sobre suas preocupações pode fortalecer a relação terapêutica e melhorar os resultados.
É essencial comunicar essas preocupações ao seu terapeuta. Juntos, vocês podem explorar maneiras de revitalizar o processo terapêutico ou considerar alterações, se necessário.
Se desejar uma segunda opinião ou suporte adicional, estou disponível para ajudar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.
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Eu tenho mania de olhar as horas toda hora, e por causa disso não presto muita atenção no que aconte
Eu tenho mania de olhar as horas toda hora, e por causa disso não presto muita atenção no que acontece ao meu redor e ficar fazendo isso às vezes me irrita.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo que olhar as horas constantemente pode estar afetando sua concentração e causando irritação. ⏰ Esse comportamento pode estar relacionado a uma forma de ansiedade ou a um hábito que se desenvolveu ao longo do tempo.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos como os pensamentos e comportamentos se conectam. Podemos trabalhar juntos para identificar o que leva a esse hábito de verificar as horas e desenvolver estratégias para reduzir sua frequência.
Uma abordagem inicial pode ser criar consciência sobre o ato de olhar o relógio e substituí-lo por outras atividades que ajudem a focar no presente. Técnicas de atenção plena, por exemplo, podem ser muito úteis para aumentar sua percepção do ambiente e diminuir a ansiedade.
É importante buscar o apoio de um profissional de saúde mental para entender melhor seus padrões de comportamento e encontrar maneiras eficazes de lidar com eles. Isso pode trazer mais tranquilidade ao seu dia a dia.
Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações ou para agendar uma consulta, visite: Doctoralia e Humanamente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.
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Boa noite morro de medo de sapos e pererecas me ajuda
Boa noite morro de medo de sapos e pererecas me ajuda
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entender e reconhecer o medo que você sente de sapos e pererecas é um passo importante. Medos específicos, como esse, podem ser bastante comuns e são conhecidos como fobias. A boa notícia é que a psicoterapia cognitivo-comportamental pode ajudar significativamente a gerenciar e superar esses medos.
Esse tipo de terapia trabalha com a exposição gradual e controlada ao objeto do medo, combinado com técnicas de relaxamento e reestruturação cognitiva. O objetivo é reduzir a resposta de ansiedade associada ao seu medo e permitir que você lide com essas situações de maneira mais tranquila.
Buscar apoio psicológico pode transformar sua experiência e trazer alívio para o seu dia a dia. Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
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