Perguntas do paciente (539)

  • A tecnologia tem impacto nos transtornos mental?

    A tecnologia tem impacto nos transtornos mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, a tecnologia tem um impacto significativo nos transtornos mentais, tanto de maneira positiva quanto negativa. Por um lado, o acesso à informação e aos recursos online pode oferecer suporte valioso para aqueles que enfrentam problemas de saúde mental. Plataformas digitais, aplicativos de meditação e terapia online proporcionam acesso a ferramentas de autocuidado e à terapia, permitindo que mais pessoas busquem ajuda, especialmente em áreas onde o suporte presencial é limitado.

    Por outro lado, o uso excessivo de tecnologia, especialmente das redes sociais, pode contribuir para o aumento da ansiedade, depressão e outros transtornos mentais. O ambiente online pode promover comparações sociais prejudiciais, cyberbullying e uma sensação de desconexão, o que pode afetar a autoestima e o bem-estar emocional. Além disso, a exposição constante a informações negativas pode ser sobrecarregante e gerar estresse.

    É importante encontrar um equilíbrio saudável no uso da tecnologia e estar atento a como ela impacta seu estado emocional. Se você perceber que a tecnologia está afetando negativamente sua saúde mental, pode ser útil estabelecer limites e buscar formas de se desconectar.

    Caso você esteja enfrentando desafios relacionados a esses aspectos, procurar suporte profissional pode ser um passo importante. Estou disponível para ajudar a explorar essas questões e desenvolver estratégias para um uso mais saudável da tecnologia. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá tenho uma questão. Quando tinha 1 ano de idade comecei a ter movimentos repetitivos e foi até m

    Olá tenho uma questão.
    Quando tinha 1 ano de idade comecei a ter movimentos repetitivos e foi até meus 18 anos, de 1 ano até 6 anos tapava o ouvido, de 1 ano até 4 anos falava errado, não consigo interagir com as pessoas e tenho dificuldade de participar de atividades em grupo, girava roda de carrinho, pelúcia e ventilador; alguns barulhos como som alto, panelas, falatórios, liquidificador e construções barulhentas me incomodam muitíssimo de doer os tipanos. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    O que você descreve pode estar relacionado a questões sensoriais e de processamento, que não são incomuns e podem estar presentes em várias condições neuropsicológicas.

    Os movimentos repetitivos e a sensibilidade a estímulos sensoriais, como sons altos, podem indicar uma hipersensibilidade sensorial. Isso é comum em algumas condições do espectro autista, mas também pode ocorrer isoladamente.

    A dificuldade em interagir socialmente e participar de atividades em grupo pode estar relacionada a desafios na comunicação social, que também podem ser parte de um espectro mais amplo de condições. É importante entender que essas experiências não são "anormais", mas sim parte de como você vivencia o mundo.

    A terapia cognitivo-comportamental pode oferecer estratégias úteis para gerenciar a sensibilidade sensorial e melhorar habilidades sociais, promovendo um maior bem-estar. Além disso, buscar uma avaliação profissional pode fornecer um melhor entendimento de suas experiências e necessidades.

    Estou à disposição para ajudar a explorar essas questões e encontrar formas de melhorar sua qualidade de vida. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia e no nosso site.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • tenho muita sensação de sufocamento e falta de ar, várias vezes ao dia sinto necessidade de respirar

    tenho muita sensação de sufocamento e falta de ar, várias vezes ao dia sinto necessidade de respirar fundo e quando não consigo parece o fim do mundo, tudo piora!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A sensação de sufocamento e falta de ar pode ser bastante angustiante e, em muitos casos, está associada a sintomas de ansiedade. Esses sintomas podem criar um ciclo de preocupação e desconforto, intensificando a sensação de que algo está errado.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar os gatilhos e padrões de pensamento que contribuem para esses sintomas. Técnicas de respiração controlada e relaxamento muscular progressivo podem ajudar a aliviar a sensação de sufocamento, oferecendo uma forma prática de retomar o controle sobre seu corpo e mente.

    É fundamental também explorar as causas subjacentes da ansiedade, permitindo que você desenvolva estratégias para lidar com ela de maneira eficaz. Em alguns casos, considerar uma consulta médica pode ser importante para descartar outras condições físicas que possam estar contribuindo para os sintomas.

    O suporte profissional em psicoterapia é essencial para entender e enfrentar essas dificuldades, promovendo um maior bem-estar. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,

    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Pessoas com bordeline podem ter dificuldade em se concentrar e se manter em um emprego ou objetivo?

    Pessoas com bordeline podem ter dificuldade em se concentrar e se manter em um emprego ou objetivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem, de fato, enfrentar dificuldades em manter a concentração e se engajar em empregos ou objetivos de longo prazo.

    Esse transtorno é caracterizado por instabilidade emocional, impulsividade e um padrão de relacionamentos intensos e instáveis. Essas características podem interferir na capacidade de focar e persistir em tarefas, especialmente em ambientes de trabalho que demandam estabilidade e consistência.

    A terapia cognitivo-comportamental, especialmente a Terapia Dialética Comportamental (DBT), pode ser muito eficaz para ajudar a desenvolver habilidades de regulação emocional e melhorar a capacidade de concentração e persistência.

    Buscar suporte profissional é fundamental para aprender estratégias que promovam o foco e a estabilidade. Estou disponível para ajudar e orientar nesse processo. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É normal estar em um relacionamento sério mas se masturbar pensando em outras pessoas?

    É normal estar em um relacionamento sério mas se masturbar pensando em outras pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O tema da sexualidade é vasto e complexo, e a imaginação sexual é uma parte natural da experiência humana. Masturbar-se pensando em outras pessoas enquanto está em um relacionamento sério pode gerar dúvidas e preocupações, mas é importante entender que a fantasia sexual é uma expressão comum e geralmente não ameaça a intimidade ou o compromisso com o parceiro.

    As fantasias são, muitas vezes, formas de explorar desejos e curiosidades sem a intenção de agir sobre eles. Elas não necessariamente refletem insatisfação no relacionamento, mas sim uma parte da vida sexual individual que pode coexistir com vínculos afetivos saudáveis.

    No entanto, se isso gera desconforto ou afeta a dinâmica do relacionamento, pode ser útil explorar esses sentimentos em psicoterapia. A terapia pode oferecer um espaço seguro para refletir sobre seus desejos e como eles se encaixam em sua vida amorosa. A abordagem cognitivo-comportamental pode ajudar a entender melhor esses comportamentos e a integrar suas experiências pessoais de forma saudável.

    Se sentir necessidade de apoio, estou à disposição para ajudar. Considere visitar meu perfil no Doctoralia (bit.ly/Doctoralia-Leonir) ou meu site Humanamente Falando (bit.ly/HumanamenteFalando).

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como lidar com um homem bipolar que foi ex-marido e tenho uma filha menor com ele? Ele é incompreens

    Como lidar com um homem bipolar que foi ex-marido e tenho uma filha menor com ele? Ele é incompreensivo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Lidar com um ex-marido com transtorno bipolar pode ser desafiador, especialmente quando há uma filha envolvida.

    Primeiro, é importante estabelecer uma comunicação clara e respeitosa, focando nas necessidades da sua filha. Tentar manter as interações o mais estáveis e previsíveis possível pode ajudar a reduzir conflitos.

    Compreender os sintomas do transtorno bipolar, como as mudanças de humor, pode aumentar a empatia e ajudar a ajustar suas expectativas. Durante episódios de mania ou depressão, a paciência e a flexibilidade são essenciais.

    Considere a possibilidade de mediação familiar ou sessões de terapia familiar, que podem facilitar a comunicação e ajudar a desenvolver estratégias eficazes de co-parentalidade.

    Buscar apoio profissional para você também pode ser benéfico nesse processo. Estou disponível para ajudar e orientar. Você pode acessar meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki – Doctoralia ou visitar HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • É normal eu ser obcecada por mim mesma, como perder alguns compromissos apenas por ficar 1 hora me o

    É normal eu ser obcecada por mim mesma, como perder alguns compromissos apenas por ficar 1 hora me observando no espelho, cada detalhe e cada canto (admirando mesmo, sem observar defeitos, vendo apenas "perfeição")?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O comportamento que você descreve pode indicar uma tendência a focar intensamente em si mesma, o que, em algumas situações, pode ser normal. No entanto, quando essa prática começa a interferir em suas responsabilidades ou compromissos, pode se tornar uma questão a ser examinada mais de perto.

    A admiração excessiva por si mesma pode estar ligada a uma necessidade de validação ou autoestima elevada, mas também pode sugerir aspectos de narcisismo ou uma tentativa de controle sobre a própria imagem. Embora seja saudável ter uma boa autoestima, é importante manter um equilíbrio para que isso não impacte negativamente outras áreas da sua vida.

    Se você sentir que esse comportamento está afetando seu cotidiano ou suas relações, pode ser útil explorar essas questões com um profissional. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a entender as motivações por trás desse comportamento e a desenvolver estratégias para gerenciar o tempo e as prioridades de forma mais eficaz.

    Recomendo procurar apoio profissional para discutir essas questões de maneira mais detalhada. Para mais informações, sugiro visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Eu não tenho problema de falar com as pessoas, mas tenho problema de olhar nos olhos quando não esto

    Eu não tenho problema de falar com as pessoas, mas tenho problema de olhar nos olhos quando não estou falando com elas....eu não sei o que fazer, isso ta me travando aos poucos, não consigo agir naturalmente na frente de estranhos....e nem olhar para os outros...tenho medo de ser mal interpretada....o que eu faço ????

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que a dificuldade em manter contato visual pode ser desconfortável e impactar suas interações sociais. Esse comportamento é comum e pode estar relacionado à ansiedade social, onde o medo de ser julgado ou mal interpretado provoca um aumento da tensão em situações sociais.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), trabalhamos para identificar pensamentos automáticos que contribuem para essa ansiedade e desenvolvemos estratégias para enfrentá-los. Técnicas como a exposição gradual podem ajudar a aumentar seu conforto em manter o contato visual. Além disso, exercícios de relaxamento e respiração podem reduzir a ansiedade em situações sociais.

    É importante lembrar que a prática e o apoio profissional podem facilitar esse processo. Recomendo buscar ajuda para explorar essas questões mais a fundo e desenvolver habilidades sociais de forma segura e eficaz.

    Para mais detalhes e suporte, você pode acessar meus perfis no Doctoralia e no site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • pessoas que tem TOC podem ter gatilhos que agravam os sintomas? Fui diagnosticado recentemente e per

    pessoas que tem TOC podem ter gatilhos que agravam os sintomas? Fui diagnosticado recentemente e percebi que quando vejo algum conteúdo específico me dá gatilhos e piora o meu TOC, me dando ansiedade, tremedeira, calafrio e suor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Compreendo como pode ser desafiador lidar com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e os gatilhos que intensificam seus sintomas. O TOC é caracterizado por pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos que podem ser exacerbados por determinados estímulos ou situações. Esses gatilhos são frequentemente específicos a cada indivíduo e podem causar um aumento significativo na ansiedade, levando a reações físicas como tremores, calafrios e suor.

    Identificar esses gatilhos é um passo crucial no manejo do TOC. Ao reconhecer o que desencadeia suas reações, você pode começar a trabalhar em estratégias para reduzir seu impacto. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é particularmente eficaz nesse contexto, pois oferece técnicas para modificar padrões de pensamento e comportamento, ajudando a diminuir a resposta aos gatilhos.

    É importante lembrar que você não está sozinho nesse processo. Buscar o apoio de um profissional de saúde mental pode proporcionar um espaço seguro para explorar essas experiências e desenvolver ferramentas práticas para lidar com elas. A terapia pode ajudar a construir resiliência e encontrar um equilíbrio mais saudável.

    Se precisar de apoio, estou à disposição para ajudar. Sinta-se à vontade para visitar minha página no Doctoralia ou conhecer mais sobre meu trabalho em Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Gostaria de saber quanto tempo de tratamento começa a dar resultado e a melhora do toq.

    Gostaria de saber quanto tempo de tratamento começa a dar resultado e a melhora do toq.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O tempo necessário para observar resultados no tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pode variar bastante de pessoa para pessoa. Em geral, quando utilizamos a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), muitos pacientes começam a perceber uma melhoria nos sintomas em algumas semanas, geralmente entre 8 a 12 sessões. No entanto, é importante considerar que o progresso depende de fatores como a gravidade dos sintomas, a adesão ao tratamento e o suporte disponível.

    Além da TCC, o uso de medicação, como inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS), pode complementar o tratamento e potencializar os resultados. A combinação de terapia e medicação é muitas vezes a abordagem mais eficaz.

    Cada pessoa responde de maneira única ao tratamento, e ajustes podem ser necessários ao longo do tempo. O mais importante é manter um diálogo aberto com seu terapeuta ou psiquiatra para garantir que o tratamento esteja alinhado com suas necessidades.

    Para obter mais informações e suporte, recomendo visitar o perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e explorar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Alguém que consegue manipular, subjugar, alternar atitudes de cuidados intensos com atitudes de desp

    Alguém que consegue manipular, subjugar, alternar atitudes de cuidados intensos com atitudes de desprezo (a distância)se valendo de um momento de carência e solidão , fazendo uso até de vários perfis fakes que usam frases de encorajamento para abordar a mesma pessoa pode ser considerado um Narcisista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O comportamento que você descreveu pode ser característico de uma pessoa com traços narcisistas, mas é importante considerar o contexto e a intensidade desses comportamentos. O narcisismo envolve uma necessidade excessiva de validação e atenção, e indivíduos com essas características podem manipular os outros para obter o que desejam. Essa manipulação pode incluir alternar entre comportamentos de cuidado e desprezo, criando um ciclo emocional que mantém a pessoa alvo em um estado de insegurança e dependência.

    Além disso, o uso de perfis falsos para encorajar ou manipular pode indicar uma falta de empatia e uma necessidade de controle sobre os sentimentos dos outros. Esse tipo de comportamento pode ser muito prejudicial e causar danos emocionais significativos à pessoa que está sendo manipulada.

    É fundamental que a pessoa afetada por essas dinâmicas busque apoio para entender melhor a situação e desenvolver estratégias de enfrentamento. A terapia pode ser um espaço seguro para explorar esses sentimentos, aprender a estabelecer limites e fortalecer a autoestima.

    Se você ou alguém que você conhece está lidando com essa situação, estou aqui para ajudar. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Uma pessoa com border, que cria afeto por alguém específico, mesmo sabendo que a pessoa não tem os m

    Uma pessoa com border, que cria afeto por alguém específico, mesmo sabendo que a pessoa não tem os mesmo sentimentos, deixa claro que é apenas amizade, o border pode continuar atrás dessa pessoa e não querer conhecer pessoas novas? Ficar em função desse alguém que não quer nada, influência a não ter vontade de conhecer alguém novo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, uma pessoa com transtorno de personalidade borderline (TPB) pode desenvolver um afeto intenso por alguém, mesmo que essa pessoa não compartilhe os mesmos sentimentos. Esse tipo de apego pode ser uma forma de busca por validação emocional e segurança, características comuns no TPB. A pessoa pode se sentir atraída por essa conexão, mesmo sabendo que a relação é limitada a uma amizade.

    Ficar fixada em uma única pessoa, especialmente quando essa pessoa não corresponde ao mesmo nível de interesse, pode, de fato, dificultar a vontade de conhecer novos relacionamentos. Esse comportamento pode ser influenciado pela intensa necessidade de conexão emocional que quem tem TPB frequentemente experimenta. A ideia de rejeição ou abandono pode ser muito dolorosa, levando a um ciclo de dependência emocional que torna difícil abrir-se para novas experiências ou conexões.

    Além disso, essa fixação pode ser uma forma de evitar a dor de novos relacionamentos, que podem ser percebidos como ameaçadores. O medo de ser ferido novamente pode levar a pessoa a se manter em uma zona de conforto, ainda que essa situação não seja saudável.

    É importante que a pessoa busque apoio profissional para explorar esses sentimentos e desenvolver estratégias que ajudem a lidar com a intensidade das emoções e a abertura para novas relações. A terapia pode proporcionar ferramentas para entender melhor esses padrões e promover um crescimento emocional saudável.

    Se você ou alguém que você conhece está lidando com essas questões, estou aqui para ajudar. Para mais informações ou para agendar uma consulta, acesse meu perfil no Doctoralia: Leonir Troscki - Psicólogo ou visite o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Tenho dúvidas sobre minha orientação sexual, gosto de mulheres e homens, mas sempre com intensidade

    Tenho dúvidas sobre minha orientação sexual, gosto de mulheres e homens, mas sempre com intensidade diferente, como saber minha orientação sexual ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender a própria orientação sexual pode ser um processo complexo e único. É importante lembrar que a sexualidade é fluida e pode variar ao longo do tempo. Sentir atração por diferentes gêneros em intensidades variadas é uma experiência válida e pode indicar uma orientação bissexual ou pansexual, por exemplo.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos pensamentos e sentimentos para ajudar você a compreender melhor suas experiências e desejos. Essa reflexão pode proporcionar clareza sobre sua identidade e como você se sente em relação a diferentes gêneros.

    O mais importante é que você se permita explorar esses sentimentos sem pressão para se encaixar em rótulos específicos. O suporte profissional pode ser valioso nesse caminho, oferecendo um espaço seguro para discussão e autodescoberta.

    Estou à disposição para ajudar nesse processo. Você pode agendar uma consulta através do Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia ou visitar meu site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Minha parceira quer beijar outras pessoas, diz estar incontrolável a vontade e que é apenas sexual,

    Minha parceira quer beijar outras pessoas, diz estar incontrolável a vontade e que é apenas sexual, me ama e não quer nada com mais ninguém, sóquer explorar essa vontade. Mas eu não gosto disso, e acho que vai afetar muito nosso relacionamento, sou muito exclusiva e ciumenta... Mas não quero ela sofrendo. Como resolver?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você está vivendo é uma situação delicada que toca em aspectos profundos do relacionamento, como confiança, limites e necessidades individuais. É natural sentir-se inseguro ou desconfortável quando desejos de exploração surgem, especialmente se esses desejos não estão alinhados com suas próprias necessidades emocionais.

    A comunicação aberta e honesta é essencial. É importante compartilhar seus sentimentos, medos e expectativas com sua parceira, buscando entender também a perspectiva dela sem julgamentos imediatos. Isso cria um espaço para que ambos explorem suas emoções e necessidades de forma segura.

    A exclusividade e o ciúme são questões que podem ser trabalhadas em conjunto, talvez com o auxílio de um terapeuta. A psicoterapia pode ajudar a esclarecer como os valores individuais e de casal podem coexistir ou ser negociados. A terapia cognitivo-comportamental pode ser particularmente útil para identificar e desafiar padrões de pensamento que geram ciúmes.

    Buscar o apoio de um profissional pode oferecer novas perspectivas e estratégias para lidar com essa situação. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia e explorar recursos no Humanamente Falando para encontrar o suporte que você merece.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Tenho sono, os olhos até doem, porém quando deito não consigo dormir, tomo remédio pra pressão alta,

    Tenho sono, os olhos até doem, porém quando deito não consigo dormir, tomo remédio pra pressão alta, mas fico sem dormir até dois dias , só com pequenos cochilos e quando levanto, tenho a sensação que nada dormi, obrigada Deus abençoe

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É compreensível que você esteja passando por um momento desafiador com a sua saúde mental e o sono. A dificuldade para dormir, que pode ser acompanhada por uma sensação de cansaço constante, é um sinal de que algo não está funcionando bem em seu corpo e mente.

    Quando falamos sobre sono, ele desempenha um papel crucial na nossa saúde mental. A privação do sono pode afetar nosso humor, nossa capacidade de concentração e até mesmo a forma como lidamos com o estresse. É comum que, ao tentarmos dormir, a mente fique agitada, dificultando a transição para o sono. Isso pode ser exacerbado por fatores como a ansiedade e preocupações diárias, que muitas vezes nos acompanham até o momento de deitarmos.

    É importante considerar que, mesmo que você esteja tomando medicação para pressão alta, isso não necessariamente resolve questões relacionadas ao sono. Algumas medicações podem ter efeitos colaterais que influenciam a qualidade do sono, e esse é um aspecto que deve ser discutido com seu médico.

    Utilizar técnicas de relaxamento, como a respiração profunda, a meditação ou até mesmo uma rotina noturna relaxante, pode ajudar a preparar seu corpo e mente para o sono. Além disso, criar um ambiente propício para dormir — escuro, silencioso e confortável — pode fazer uma grande diferença.

    Entretanto, se esses problemas persistirem, é fundamental buscar o suporte de um profissional especializado. A psicoterapia cognitivo-comportamental, por exemplo, pode ser extremamente eficaz para lidar com insônia e dificuldades emocionais associadas. Este tipo de terapia foca em identificar e modificar pensamentos e comportamentos que podem estar contribuindo para o seu desconforto.

    Estou aqui para apoiar você nessa jornada e encorajo a buscar ajuda profissional. Para mais informações, você pode acessar meu perfil na Doctoralia aqui ou visitar meu site Humanamente Falando. Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental é um passo importante e que você não está sozinho nessa.

    Fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Em 2021 houve uma tempestade muito forte onde eu moro, e isso acabou me deixando com medo. No mesmo

    Em 2021 houve uma tempestade muito forte onde eu moro, e isso acabou me deixando com medo. No mesmo ano, após alguns meses passou um ciclone que "destruiu" a cidade inteira, depois desses acontecimentos eu percebi que quando o tempo fica escuro, com raios, trovões e principalmente com vento seja fraco ou forte, eu fico com muito medo, meu coração acelera, minha barriga dói, começo a tremer, e até fico com vontade de chorar. Eu queria saber se posso ter desenvolvido um trauma, ou será que é apenas uma fobia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você descreve pode ser uma resposta emocional intensa a experiências passadas, e é possível que tenha desenvolvido tanto um trauma quanto uma fobia específica relacionada a tempestades. Os sintomas que mencionou, como coração acelerado, dor na barriga, tremores e vontade de chorar, são reações comuns de ansiedade quando confrontado com um gatilho que remete a experiências traumáticas.

    A diferença entre trauma e fobia pode ser sutil, mas importante. Um trauma geralmente está associado a uma experiência passada que foi aterrorizante ou avassaladora, enquanto uma fobia é um medo intenso e irracional de uma situação ou objeto específico. Em ambos os casos, a psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser eficaz, ajudando a reestruturar pensamentos e reações emocionais diante desses gatilhos.

    Buscar suporte profissional é um passo importante para lidar com essas reações de forma saudável e restaurar sua sensação de segurança. Estou disponível para apoiá-lo nesse processo. Para mais informações, você pode acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como ajudar uma pessoa que está viciada em cocaína?

    Como ajudar uma pessoa que está viciada em cocaína?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Ajudar alguém que enfrenta o vício em cocaína é um desafio que requer compreensão, paciência e apoio contínuo. Este é um caminho que demanda não apenas força de vontade, mas também um suporte estruturado, dada a complexidade do vício e seus impactos na saúde mental e física.

    O primeiro passo é encorajar a pessoa a buscar ajuda profissional. O tratamento para dependência química geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, combinando terapia individual, apoio médico e, muitas vezes, grupos de apoio. A psicoterapia, especialmente a cognitivo-comportamental, pode ser crucial, ajudando a identificar gatilhos para o uso e a desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira saudável.

    É vital criar um ambiente de apoio, livre de julgamentos, onde a pessoa se sinta segura para expressar suas dificuldades e progressos. Lembre-se de que a recuperação é um processo, com altos e baixos, e que o apoio emocional consistente pode fazer uma diferença significativa.

    Aconselho procurar um profissional qualificado para orientar nesse processo. Visite meu perfil no Doctoralia e explore recursos no Humanamente Falando para encontrar o suporte necessário.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sob

    Olá, eu tenho 17 anos e tenho muito, muito medo de vomitar ou de ver alguém vomitando. Pesquisei sobre e vi que se trata de uma fobia de fato. Tenho esse medo absurdo desde criança, depois de uma situação complicada na escola. No momento, psicólogos estão inacessíveis pra mim e esse meu medo está acabando com o meu dia a dia, com medo de qualquer coisa que pudesse desencadear alguma situação de vômito. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo como a sua fobia pode ser impactante no dia a dia. A emetofobia, ou medo intenso de vomitar, é mais comum do que se imagina e pode ser debilitante. Mesmo sem acesso imediato a um psicólogo, existem algumas estratégias que você pode tentar para aliviar essa ansiedade.

    Primeiro, técnicas de respiração podem ajudar a acalmar o sistema nervoso. Experimente respirar profundamente, contando até quatro ao inspirar, segurar por quatro e expirar contando até quatro novamente. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade em momentos de estresse.

    Outra abordagem é a exposição gradual. Comece escrevendo sobre suas preocupações em um diário, expressando seus medos em um espaço seguro. Com o tempo, você pode tentar se expor a situações que desencadeiam o medo de forma controlada, começando com imagens ou vídeos que não sejam muito perturbadores.

    Praticar mindfulness também pode ser útil, ajudando você a focar no presente e a reduzir a fixação em pensamentos ansiosos. Existem muitos aplicativos e recursos online que oferecem meditações guiadas que podem ser acessíveis e úteis.

    Lembre-se, buscar apoio profissional é importante para tratamento a longo prazo. Para mais informações ou para quando estiver pronto para um atendimento, você pode visitar meu perfil no Doctoralia ou acessar o site HumanaMente Falando. Estou aqui para ajudar quando precisar.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá eu tenho 20 anos e só consigo ter prazer se eu sentir dor durante o sexo, eu gosto de apanhar, q

    Olá eu tenho 20 anos e só consigo ter prazer se eu sentir dor durante o sexo, eu gosto de apanhar, que me amarre etc e normal?. E além disso só consigo ficar com caras mais velho Aparti dos 30 será que e normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá! O que você descreve pode se relacionar com práticas conhecidas como BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), que são formas consensuais de explorar prazer e dor. É fundamental que essas práticas sejam seguras, consensuais e comunicativas.

    É importante entender que as preferências sexuais variam muito entre as pessoas e o que importa é o consenso e o respeito entre os envolvidos. Sentir-se atraído por pessoas mais velhas também é algo que muitas pessoas experienciam, e pode estar relacionado a fatores emocionais e psicológicos.

    Se essas preferências causam desconforto ou afetam negativamente sua vida, pode ser útil explorar esses sentimentos em um ambiente terapêutico. A terapia pode ajudar a compreender melhor suas necessidades e desejos, promovendo um autoconhecimento saudável.

    O suporte profissional pode oferecer um espaço seguro para discutir essas questões. Estou à disposição para ajudar. Para mais informações, acesse meus perfis no Doctoralia: Leonir Troscki - Doctoralia e no site: HumaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Oi, eu tenho dúvidas sobre a minha sexualidade, eu sou um homem e desde a minha adolescência eu sint

    Oi, eu tenho dúvidas sobre a minha sexualidade, eu sou um homem e desde a minha adolescência eu sinto atração sexual apenas pelo sexo feminino, mas a atração romântica acontece apenas para o sexo masculino. Quando eu me imagino em um relacionamento com uma mulher eu não consigo imaginar algo amoroso e romântico, apenas um significado sexual, já com os homens eu consigo ver carinho, romance, um amor de verdade e a única vez que eu me apaixonei foi por um homem. Além de que as vezes eu tenho o sentimento de que seria interessante ou melhor ser uma mulher. Eu sou gay ou bissexual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que você está explorando aspectos complexos da sua identidade, tanto em termos de sexualidade quanto de gênero, e é natural ter dúvidas.

    A orientação sexual e a identidade de gênero são partes distintas da nossa identidade. No seu caso, você descreve uma atração sexual por mulheres e uma atração romântica por homens. Essa distinção pode indicar que você está experimentando uma orientação que não se encaixa perfeitamente nos rótulos tradicionais de gay ou bissexual. É importante saber que há uma diversidade de orientações e que tudo bem não se encaixar em um rótulo específico.

    Além disso, você mencionou um interesse em explorar a identidade feminina. Isso pode indicar uma curiosidade ou uma conexão com o gênero feminino, mas é importante explorar esses sentimentos com calma e sem pressa para se rotular.

    Recomendo que você busque apoio de um profissional de saúde mental especializado. A psicoterapia pode ser um espaço seguro para explorar esses sentimentos e ajudar você a se entender melhor. Lembre-se, essa é uma jornada pessoal e única, e ter apoio pode ser muito valioso.

    Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações e para agendar uma consulta, você pode acessar: Doctoralia e Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.