Perguntas do paciente (539)

  • Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina

    Minha filha tem 13 anos, nunca teve nenhum relacionamento. Agora diz está apaixonada por uma menina pela rede social
    Estou com medo, não sei lidar com tudo isto e preciso de orientação para mim e ela.
    Gratidão
    Mãe

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que lidar com a descoberta da sexualidade de sua filha pode trazer muitas dúvidas e preocupações. Primeiro, é importante lembrar que a adolescência é um período de exploração e autoconhecimento, onde os jovens começam a entender melhor suas identidades e sentimentos.

    O fato de sua filha se sentir apaixonada por uma menina é uma parte natural desse processo de descoberta. O mais importante é oferecer um ambiente acolhedor e seguro para que ela possa expressar seus sentimentos sem medo de julgamento. Conversar abertamente com ela, mostrando interesse genuíno e respeito por suas experiências, pode fortalecer o vínculo entre vocês e ajudá-la a se sentir apoiada.

    A psicoterapia pode ser um recurso valioso tanto para você quanto para sua filha. Um psicólogo pode ajudar a orientar essa jornada, promovendo a compreensão e aceitação, além de oferecer estratégias para lidar com as emoções envolvidas.

    Estou à disposição para oferecer suporte e esclarecer qualquer dúvida. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Treinar o cérebro para adormecer sempre que ouve a mesma música todas as noites dará certo? O sono s

    Treinar o cérebro para adormecer sempre que ouve a mesma música todas as noites dará certo? O sono será forte?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sua pergunta é bastante interessante, pois aborda estratégias práticas que muitas pessoas tentam utilizar para melhorar a qualidade do sono. De fato, nosso cérebro possui uma capacidade incrível de aprender por associação, ou seja, ele pode ligar determinadas músicas, sons ou estímulos a estados emocionais e fisiológicos específicos. Ao criar rotinas de sono, como ouvir sempre a mesma música antes de dormir, estamos condicionando nosso cérebro a entender que aquele momento é hora de desacelerar, relaxar e se preparar para dormir.

    Contudo, é importante lembrar que cada indivíduo reage de maneira única aos estímulos e que o sono possui múltiplas influências: fatores emocionais, físicos, hormonais e ambientais interferem diretamente em sua qualidade. A técnica de associar determinada música ao sono pode sim facilitar o adormecimento por meio do condicionamento, especialmente se for combinada com bons hábitos de higiene do sono. Porém, não necessariamente garantirá um sono mais profundo ou reparador para todas as pessoas. Algumas pessoas podem obter excelentes resultados, enquanto outras talvez precisem combinar diferentes estratégias.

    Além disso, embora técnicas comportamentais sejam muito eficazes, é fundamental observar outros possíveis fatores que possam interferir no sono, como ansiedade, estresse, preocupações excessivas, questões médicas ou emocionais não tratadas. Nesses casos, pode ser necessária uma intervenção mais ampla e especializada, incluindo avaliação médica e psicoterapia para compreender e trabalhar as causas subjacentes.

    Se você busca melhorar sua qualidade de sono e bem-estar emocional, recomendo fortemente buscar o suporte profissional da psicoterapia. Como psicólogo clínico especialista em saúde mental e terapia cognitivo-comportamental, estou à disposição para ajudá-lo(a) nesse processo de autoconhecimento, saúde emocional e desenvolvimento de estratégias eficazes para melhorar sua qualidade de vida.

    Para mais informações, fique à vontade para acessar meu perfil no Doctoralia ou visitar o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acont

    Pessoas com TDAH podem tem maior dificuldade em lembrar de avisar outras pessoas de eventos ou acontecimentos importantes? Se sim o que pode se fazer para melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Pessoas com TDAH frequentemente enfrentam desafios em relação à memória e à organização, o que pode incluir dificuldades em lembrar de avisar outras pessoas sobre eventos ou acontecimentos importantes. Isso ocorre devido ao impacto que o TDAH pode ter nas funções executivas do cérebro, que são responsáveis por planejar, organizar e gerenciar tarefas.

    Na abordagem da psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), buscamos entender e modificar padrões de pensamento e comportamento que podem estar contribuindo para esses desafios. A TCC oferece estratégias práticas para melhorar a gestão de tempo e organização, como o uso de listas de tarefas, alarmes e lembretes visuais. Essas técnicas ajudam a criar uma estrutura mais previsível e a reduzir o esquecimento.

    É importante considerar que cada pessoa é única, e a combinação de abordagens terapêuticas pode ser necessária. Em alguns casos, uma consulta médica pode ser indicada para avaliar a necessidade de intervenções adicionais, como medicação.

    O suporte psicológico é fundamental para explorar essas estratégias de forma personalizada e encontrar o que melhor funciona para cada indivíduo. A psicoterapia não apenas auxilia na gestão dos sintomas, mas também promove autoconhecimento e fortalecimento emocional.

    Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

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  • Terminei um namoro de 10 meses, voltei pra casa dos meus pais, e desde então sinto que a relação com

    Terminei um namoro de 10 meses, voltei pra casa dos meus pais, e desde então sinto que a relação com a minha mãe ficou difícil. Minha relação nunca foi fácil. Desde adolescente tenho atritos e discussões constantes com minha mãe. É uma pessoa controladora e muitas vezes crítica e insensível comigo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Primeiramente, quero acolher e valorizar sua atitude de compartilhar algo tão importante e sensível. Compreendo que o término de um relacionamento amoroso pode trazer grandes mudanças emocionais e contextuais, especialmente quando essas mudanças envolvem o retorno à casa dos pais. É natural que, ao retornar para o ambiente familiar após um período de maior independência, conflitos anteriores possam ressurgir ou até mesmo se intensificar.

    A relação mãe e filha, por vezes, pode ser complexa, especialmente quando há elementos como crítica frequente, controle excessivo ou dificuldade na comunicação afetiva. Frequentemente, esses padrões surgem desde a adolescência e podem se manter ao longo da vida adulta se não forem trabalhados adequadamente. A dinâmica familiar é formada por hábitos de comunicação e comportamentos que, quando não são identificados e compreendidos, acabam gerando desgaste emocional e aumento de sofrimento para ambas as partes.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, buscamos compreender justamente esses padrões de interação, identificando pensamentos disfuncionais e crenças limitantes que sustentam conflitos familiares. Juntos, exploramos estratégias para melhorar a comunicação, expressar com clareza seus sentimentos e necessidades e desenvolver habilidades para lidar com críticas e comportamentos controladores de maneira mais assertiva. Além disso, trabalhamos para fortalecer sua autoestima, autonomia emocional e capacidade de estabelecer limites saudáveis nas relações interpessoais.

    É importante considerar que, em algumas situações, também pode ser benéfico o envolvimento de outros profissionais ou abordagens complementares, como uma avaliação médica ou uma terapia familiar, dependendo da complexidade do caso ou das necessidades específicas identificadas durante o processo terapêutico.

    Se você está identificando dificuldades frequentes de comunicação com sua mãe e percebe que esses conflitos afetam sua qualidade de vida e saúde emocional, aconselho a busca por suporte profissional especializado. A psicoterapia pode oferecer um espaço acolhedor e seguro para que você compreenda melhor essas relações e desenvolva recursos internos para enfrentá-las.

    Estou à disposição para ajudá-la nesse percurso de autoconhecimento e construção de relações mais saudáveis e satisfatórias. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou visite o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • O ser humano é normal ficar sempre pensando,tem como não pensar ???

    O ser humano é normal ficar sempre pensando,tem como não pensar ???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O ser humano é naturalmente um ser pensante. Nosso cérebro está constantemente processando informações, refletindo sobre o passado, planejando o futuro ou simplesmente reagindo ao presente. Essa atividade mental contínua é uma parte normal de nossa existência.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos como os pensamentos podem influenciar nossas emoções e comportamentos. Aprender a observar e gerenciar esses pensamentos é fundamental para alcançar um estado de maior tranquilidade e equilíbrio emocional.

    Embora não possamos "parar" de pensar completamente, é possível desenvolver estratégias para reduzir o impacto dos pensamentos intrusivos ou negativos. Técnicas de relaxamento e foco no presente podem ajudar a criar uma sensação de calma e clareza mental.

    Se os pensamentos excessivos estiverem causando desconforto ou ansiedade, buscar suporte profissional pode ser muito benéfico. A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar essas questões e encontrar maneiras de viver de forma mais plena e consciente.

    Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

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    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e

    Olá! Tenho 19 anos me sinto culpada por ter pedido demissão Eu chegava em casa e acabava dormindo e o ciclo se repetia até chegar no ponto onde eu ponderei o que realmente valia apena, mas queria entender porque sinto tanta culpa. O que eu posso fazer para não me sentir culpada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender o sentimento de culpa após pedir demissão é um passo importante para o autoconhecimento. A culpa pode surgir de expectativas pessoais ou sociais sobre trabalho e sucesso. Frequentemente, somos levados a acreditar que devemos aguentar qualquer situação, mesmo que prejudicial, o que pode intensificar esse sentimento.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e reavaliar crenças que contribuem para a culpa. Podemos explorar juntos quais valores e prioridades são realmente importantes para você, ajudando a alinhar suas decisões com seu bem-estar e objetivos de vida.

    Também é útil desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos de forma saudável, como a autoaceitação e o estabelecimento de limites claros. Compreender que suas escolhas são válidas e que sua saúde mental deve ser priorizada é fundamental.

    Se a culpa persistir, considerar outras intervenções, como uma consulta médica, pode ser apropriado para garantir que não haja outras questões subjacentes.

    A psicoterapia oferece um espaço acolhedor para explorar esses sentimentos e encontrar maneiras construtivas de seguir em frente. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

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  • Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de perso

    Olá! Queria saber se uma pessoa que tem fatores genéticos (ou algo do tipo) para transtorno de personalidade antissocial, mas passou por traumas na infância que fizeram o transtorno borderline se desenvolver, pode ter uma amígdala hipoativa ao invés de hiperativa. E queria saber também caso se isso for possível, como funcionaria as emoções, impulsos etc dessa pessoa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É fascinante explorar como fatores genéticos e experiências de vida interagem na formação de nossa saúde mental. Em casos onde há predisposição genética para o transtorno de personalidade antissocial, mas traumas na infância contribuem para o desenvolvimento do transtorno borderline, a dinâmica cerebral pode ser complexa.

    A amígdala, uma estrutura cerebral crucial no processamento emocional, pode apresentar variações de atividade dependendo do transtorno. No transtorno borderline, é comum observar uma amígdala hiperativa, resultando em respostas emocionais intensas e impulsividade. Contudo, em casos onde características antissociais estão presentes, a atividade amigdalar pode ser reduzida, afetando a capacidade de empatia e a resposta ao medo.

    Se uma pessoa apresenta uma amígdala hipoativa, as emoções podem ser experimentadas de maneira menos intensa, o que pode influenciar na capacidade de se conectar emocionalmente com os outros e na regulação de impulsos. Essa interação única pode resultar em desafios específicos na gestão emocional e no comportamento social.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental pode oferecer suporte valioso, ajudando a identificar padrões de pensamento e comportamento, além de desenvolver estratégias para melhorar a regulação emocional e as relações interpessoais. Entretanto, é sempre importante considerar a avaliação médica para um entendimento mais completo, podendo incluir outras abordagens terapêuticas.

    O suporte profissional é essencial para navegar nessas complexidades com segurança e eficácia. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

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  • Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?

    Psicologo pode solicitar internação psiquiátrica de paciente com ideação suicida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A decisão de solicitar uma internação psiquiátrica é complexa e geralmente envolve uma equipe multidisciplinar. Como psicólogo clínico, minha prioridade é garantir a segurança e o bem-estar do paciente. Se um paciente manifesta ideação suicida, é crucial avaliar o risco de forma cuidadosa e responsável.

    Embora o psicólogo não possa realizar a internação diretamente, ele pode recomendar essa medida quando considera que é a melhor forma de proteger a vida do paciente. Essa recomendação é feita em conjunto com psiquiatras e outros profissionais de saúde, que possuem a autoridade para efetivar a internação.

    No contexto da psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar pensamentos e comportamentos que contribuem para o sofrimento, oferecendo estratégias para lidar com eles de forma mais saudável. No entanto, quando o risco é elevado, a internação pode ser uma medida temporária necessária para garantir a segurança e possibilitar um tratamento mais intensivo.

    Sempre é importante considerar todas as opções disponíveis, e o suporte profissional é essencial nesse processo. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

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  • Tenho 30 anos e sinto que tenho crises existenciais cada vez mais frequentes. Sinto que gosto de um

    Tenho 30 anos e sinto que tenho crises existenciais cada vez mais frequentes. Sinto que gosto de um pouco de tudo mas profundamente de nada. Isso me atrapalha muito no dia a dia, especialmente na área profissional. Já sou formada há 5 anos e não consegui achar meu caminho e tenho incertezas sobre tudo, até sobre mim. Não aguento mais viver nessa angústia.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entender e lidar com crises existenciais pode ser um desafio significativo, mas é também uma oportunidade para o autoconhecimento e crescimento pessoal. É comum, especialmente em certas fases da vida, sentir que estamos explorando muitos interesses sem encontrar uma paixão singular. Essa sensação pode gerar angústia e incerteza, impactando diversas áreas, como a vida profissional.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, podemos trabalhar juntos para identificar e desafiar pensamentos que contribuem para essa sensação de estagnação. A TCC ajuda a esclarecer valores e metas pessoais, promovendo uma compreensão mais profunda de si mesmo. Explorar o que realmente importa para você e quais passos práticos podem ser dados é fundamental para encontrar um caminho mais satisfatório.

    Além disso, é importante lembrar que não há problema em ter múltiplos interesses e que o percurso para encontrar seu propósito pode ser diverso e não-linear. Em alguns casos, considerar outras terapias ou até mesmo uma consulta médica pode ser útil para descartar questões subjacentes que possam estar contribuindo para o desconforto.

    O suporte profissional oferece um espaço seguro para explorar essas questões e desenvolver estratégias para viver de forma mais plena. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!

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  • É normal conseguir dormir sem nenhuma sonolência completamente sem sono?? Com 0% de sono??

    É normal conseguir dormir sem nenhuma sonolência completamente sem sono?? Com 0% de sono??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Dormir sem sentir sonolência pode parecer incomum, mas algumas pessoas conseguem relaxar e adormecer mesmo sem a sensação típica de cansaço. Isso pode acontecer devido a diversos fatores, como um ambiente propício para o sono ou rotinas de relaxamento que facilitam o adormecer.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, exploramos hábitos e padrões que podem influenciar o sono. Técnicas de higiene do sono, por exemplo, ajudam a criar um ambiente e uma rotina que favorecem o descanso. No entanto, se a ausência de sonolência está acompanhada de dificuldades para dormir ou manter o sono, pode ser importante investigar mais a fundo.

    Considerar outras abordagens, como uma consulta médica, pode ser útil para descartar condições que afetem o sono. Avaliar o estilo de vida e possíveis estressores também faz parte do processo terapêutico.

    A psicoterapia oferece um espaço seguro para entender e melhorar a qualidade do sono, promovendo bem-estar geral. Para mais informações sobre como posso ajudar, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

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  • Qual é o autocuidado para quem sofre com o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) ?

    Qual é o autocuidado para quem sofre com o Transtorno Da Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O autocuidado para quem vive com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é fundamental e pode fazer uma diferença significativa na qualidade de vida. Aqui estão algumas estratégias que podem ser úteis:

    Primeiramente, é importante estabelecer uma rotina diária que inclua hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada, exercícios regulares e sono adequado. Esses elementos básicos ajudam a estabilizar o humor e a fortalecer a resiliência emocional.

    Praticar a atenção plena, ou mindfulness, pode ser particularmente benéfico. Essa prática ajuda a aumentar a consciência do momento presente e a reduzir a reatividade emocional, permitindo uma maior regulação das emoções.

    É vital também criar uma rede de apoio sólida. Isso inclui amigos, familiares e, potencialmente, grupos de apoio onde você possa compartilhar experiências e receber compreensão sem julgamento. Ter pessoas em quem confiar pode oferecer um alicerce seguro em momentos difíceis.

    A psicoterapia, especialmente a terapia dialética comportamental (DBT), é altamente recomendada para o TPB. Essa abordagem fornece ferramentas para gerenciar emoções intensas e melhorar os relacionamentos interpessoais. Além disso, é importante identificar e desafiar pensamentos negativos automáticos, uma técnica presente na terapia cognitivo-comportamental.

    Reconhecer e respeitar seus próprios limites é outra forma essencial de autocuidado. Saber quando dizer "não" e evitar situações que desencadeiam emoções extremas pode ajudar a manter o equilíbrio emocional.

    Se você estiver lidando com esses desafios, buscar o suporte de um profissional pode ser um passo crucial. Estou disponível para ajudar nesse processo e para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

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  • Sintomas de Desrealização tem como minimizar,ou até mesmo a cura ?

    Sintomas de Desrealização tem como minimizar,ou até mesmo a cura ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A desrealização é uma experiência desafiadora, onde o mundo ao redor pode parecer irreal ou distante. Embora esses sintomas possam ser perturbadores, é possível trabalhar para minimizá-los e, em muitos casos, reduzi-los significativamente.

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) oferece ferramentas eficazes para lidar com a desrealização. Um dos focos é ajudar a identificar e modificar pensamentos e crenças que podem estar contribuindo para essa sensação. Técnicas de grounding, que ajudam a ancorar a mente no presente, podem ser particularmente úteis. Elas incluem exercícios de respiração, atenção plena e o uso dos sentidos para se conectar com o ambiente atual.

    Além disso, é importante investigar possíveis fatores desencadeantes, como estresse, ansiedade ou falta de sono, que podem intensificar os sintomas. Desenvolver estratégias de gerenciamento de estresse e estabelecer uma rotina de sono saudável são passos valiosos nesse processo.

    Embora a desrealização possa ser desconcertante, é essencial lembrar que não está sozinho. O apoio de um profissional pode oferecer uma abordagem personalizada e suporte contínuo. Estou disponível para ajudá-lo nessa jornada, e você pode encontrar mais informações sobre meus serviços no Doctoralia ou no site HumanaMente Falando.

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  • É possível ter ereção do pênis para assuntos ou coisas sexuais sem que eu concordei ou goste disso?

    É possível ter ereção do pênis para assuntos ou coisas sexuais sem que eu concordei ou goste disso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sim, é possível que o corpo tenha reações físicas, como uma ereção, em situações que não correspondem a um desejo consciente ou aprovação. Isso ocorre porque as respostas do corpo nem sempre estão alinhadas com nossas intenções ou sentimentos. Fatores como estímulos visuais, táteis ou até mesmo o funcionamento natural do sistema nervoso podem desencadear essas reações involuntárias.

    Do ponto de vista da psicoterapia cognitivo-comportamental, é importante entender que essas reações corporais não definem seus desejos ou valores pessoais. Trabalhar para dissociar a resposta física de julgamentos morais pode aliviar sentimentos de culpa ou confusão.

    Se essa situação estiver causando desconforto significativo, pode ser útil explorar essas experiências em um ambiente terapêutico. Um psicólogo pode ajudar a entender melhor essas reações e desenvolver estratégias para lidar com elas.

    Estou disponível para oferecer apoio e orientações mais detalhadas. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

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  • Tive uma consulta hoje com uma psicóloga. Levei o meu problema com TOC. Achei que ela iria querer ou

    Tive uma consulta hoje com uma psicóloga. Levei o meu problema com TOC. Achei que ela iria querer ouvir sobre o meu histórico com a doença, mas ela me cortava e, de forma muito impositiva, dizia que eu deveria mudar minha rotina, por exemplo, indo para a academia de manhã ao invés de ir a noite.

    Eu questionei isso e ela perguntou se eu ia fazer o que eu quero ou o que ela quer.

    Sei que existe psicologia breve ou estratégica, mas achei ir longe demais escolher, por mim, o horário que eu devo ou não fazer minhas atividades.

    Além disso, ela mencionou ajustar o meu remédio para dormir, ou que ela me mandaria ir para uma psiquiatra paga.

    Esse tipo de atendimento é assim mesmo?

    Foi minha primeira vez com ela. Meu TOC atrapalha muito minha vida e eu fui achando que seria escutado, e não fui.

    Gostaria da opinião dos profissionais, porque estou muito decidido a procurar outro profissional.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    É compreensível que você se sinta frustrado após essa experiência. O processo terapêutico deve ser colaborativo e respeitar suas necessidades e perspectivas. Em psicoterapia, especialmente no tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), é fundamental que o paciente se sinta ouvido e compreendido.

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para o TOC, focando em identificar e reestruturar padrões de pensamento e comportamento. No entanto, a forma como as intervenções são propostas deve ser adaptada ao ritmo e às preferências do paciente. A sensação de imposição pode dificultar o engajamento no processo terapêutico.

    Quanto à medicação, é importante que qualquer ajuste seja discutido e coordenado com um psiquiatra, que é o profissional especializado nesse aspecto do tratamento.

    Buscar um terapeuta com quem você se sinta confortável e seguro é essencial para o sucesso do tratamento. Se a experiência não foi positiva, considerar procurar outro profissional pode ser uma decisão sábia. É fundamental encontrar alguém que valorize a escuta ativa e a colaboração.

    Estou disponível para ajudá-lo a explorar essas questões e oferecer o suporte necessário. Para mais informações sobre meus serviços, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

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  • A síndrome do impostor é uma doença mental? .

    A síndrome do impostor é uma doença mental? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A síndrome do impostor não é oficialmente classificada como uma doença mental, mas é uma experiência psicológica comum que muitas pessoas enfrentam. Ela envolve uma sensação persistente de não ser bom o suficiente, mesmo quando há evidências de sucesso e competência. Muitas vezes, quem passa por isso acredita que suas conquistas são fruto de sorte ou circunstâncias externas, e vive com medo constante de ser "descoberto" como uma fraude.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, abordamos a síndrome do impostor explorando os pensamentos automáticos e as crenças limitantes que alimentam essa sensação. Trabalhamos para ajudar a pessoa a reconhecer suas realizações e desenvolver uma autoavaliação mais equilibrada e realista.

    É importante não subestimar o impacto emocional da síndrome do impostor, pois ela pode afetar a autoestima e o bem-estar geral. Buscar apoio profissional pode ser um passo fundamental para superar esses sentimentos e construir uma confiança mais sólida. Estou disponível para ajudar você nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou visite o site HumanaMente Falando.

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  • Olá, os pensamentos intensivos estão ligados à ansiedade? É possível diminuir os pensamentos intensi

    Olá, os pensamentos intensivos estão ligados à ansiedade? É possível diminuir os pensamentos intensivos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Pensamentos intensivos, muitas vezes chamados de ruminativos, podem estar fortemente associados à ansiedade. Quando a mente se fixa em preocupações ou cenários hipotéticos, isso pode intensificar o ciclo de ansiedade, perpetuando o desconforto emocional.

    Na terapia cognitivo-comportamental (TCC), trabalhamos para identificar e modificar esses padrões de pensamento. Uma técnica eficaz é a reestruturação cognitiva, onde você aprende a desafiar e substituir pensamentos negativos por perspectivas mais equilibradas. Além disso, a prática de mindfulness pode ajudar a trazer a atenção para o momento presente, reduzindo a influência dos pensamentos repetitivos.

    Outra estratégia útil é estabelecer limites de tempo para se preocupar. Isso significa reservar um período específico do dia para lidar com suas preocupações, permitindo que você libere sua mente ao longo do restante do dia.

    Exercícios de relaxamento, como respiração profunda e meditação, também podem ajudar a acalmar a mente e diminuir a intensidade dos pensamentos.

    Se esses pensamentos estiverem afetando sua qualidade de vida, buscar suporte profissional pode ser muito benéfico. Estou disponível para oferecer apoio e guiar você no desenvolvimento de estratégias personalizadas. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

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  • Estou me sentindo muito esgotada com o meu trabalho, faculdade e uma única folga na semana. O horári

    Estou me sentindo muito esgotada com o meu trabalho, faculdade e uma única folga na semana. O horário de trabalho está afetando minha saúde, e sinto que não tenho tempo para mim mesma nem para estágio. Quais estratégias eu poderia adotar para melhorar meu equilíbrio entre trabalho, estudos e cuidados pessoais? E como devo perceber que isso não serve para mim?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sentir-se esgotada diante de múltiplas responsabilidades é uma experiência comum em nossa sociedade atual, marcada pelo ritmo acelerado e alta exigência. Quando o trabalho, a faculdade e os poucos momentos de folga começam a impactar sua saúde mental e física, é essencial adotar estratégias que promovam um equilíbrio mais saudável.

    Primeiramente, a prática de uma gestão eficaz do tempo pode ser uma aliada poderosa. Tente organizar suas tarefas diárias em uma lista de prioridades, focando no que é realmente importante e urgente. Isso ajuda a diminuir a sensação de sobrecarga e a aumentar a produtividade. Além disso, estabelecer limites claros entre trabalho, estudos e o tempo pessoal é fundamental. Defina horários específicos para cada atividade e respeite-os tanto quanto possível.

    A autoconsciência é outra ferramenta essencial. Esteja atenta aos sinais que seu corpo e mente estão enviando. Sintomas como cansaço extremo, insônia, irritabilidade e falta de motivação podem indicar que você está se aproximando de um esgotamento. Quando isso acontece, é importante reavaliar suas rotinas e considerar ajustes ou mudanças.

    Incorporar práticas de autocuidado, mesmo que breves, pode trazer grandes benefícios. Reserve momentos para relaxar e realizar atividades que lhe proporcionem prazer e descanso. Pode ser uma caminhada, leitura ou meditação. Lembre-se de que cuidar de si mesma não é um luxo, mas uma necessidade.

    Ao perceber que as estratégias adotadas não estão trazendo melhorias, ou quando a situação continua a deteriorar, pode ser o momento de refletir sobre a adequação de suas escolhas de vida. Avaliar se o trabalho, os estudos e o estágio estão alinhados com seus valores e objetivos pessoais é crucial para seu bem-estar.

    O suporte de um profissional especializado pode ser inestimável nesse processo. Um psicólogo pode ajudá-la a explorar suas preocupações de forma mais profunda e desenvolver estratégias personalizadas para lidar com elas. Se precisar de mais orientações, estou disponível para atendimentos, e você pode encontrar mais informações no meu perfil no Doctoralia ou no site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
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  • Quais as consequências do ciúme patológico ? .

    Quais as consequências do ciúme patológico ? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O ciúme patológico é uma experiência emocional intensa que pode impactar significativamente a qualidade de vida de uma pessoa. Quando o ciúme ultrapassa os limites saudáveis, ele pode se transformar em um padrão de pensamento distorcido e comportamento compulsivo, afetando tanto a pessoa que sente ciúmes quanto seus relacionamentos.

    As consequências desse tipo de ciúme podem ser variadas e profundas. No âmbito emocional, pode levar a ansiedade, insegurança e baixo autoestima. A pessoa pode se sentir constantemente ameaçada ou preocupada com a possibilidade de perder alguém querido, mesmo sem razões concretas. Comportamentalmente, o ciúme patológico pode resultar em vigilância excessiva, questionamentos constantes e, em casos mais graves, comportamentos controladores ou possessivos.

    Em relacionamentos, essas dinâmicas podem gerar conflitos frequentes, perda de confiança mútua e, eventualmente, rupturas. A tensão constante pode minar a intimidade e a comunicação, tornando difícil para ambos os lados encontrar harmonia.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar e modificar os pensamentos automáticos e crenças subjacentes que alimentam o ciúme. Desenvolver estratégias de enfrentamento pode ajudar a restaurar um equilíbrio emocional e melhorar a saúde dos relacionamentos.

    É fundamental buscar apoio profissional para lidar com o ciúme patológico de maneira eficaz. Estou aqui para ajudar você nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou visite o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fa

    Como posso superar de vez o meu ex? Já estamos 1 ano separados (ele terminou comigo). O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Superar o término de um relacionamento pode ser desafiador, especialmente quando ainda há sentimentos não resolvidos. É importante lembrar que o processo de cura é único para cada pessoa e pode levar tempo.

    Primeiramente, permita-se sentir e processar suas emoções. Aceitar a dor, a tristeza ou a raiva como partes naturais do luto pode ajudar a seguir em frente. A prática da autocompaixão é essencial; trate-se com a mesma gentileza que ofereceria a um amigo.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma aliada valiosa nesse processo. Trabalhar com um terapeuta pode ajudá-la a identificar e reestruturar pensamentos negativos ou distorcidos sobre o relacionamento e sobre si mesma. Isso pode promover um entendimento mais claro e equilibrado da situação.

    Além disso, concentre-se em redescobrir atividades que lhe tragam alegria e satisfação. Investir em novos hobbies ou retomar interesses antigos pode ser revitalizante e ajudar a construir uma identidade fora do relacionamento.

    Fortaleça sua rede de apoio. Amigos e familiares podem oferecer suporte emocional e distração positiva. Compartilhar suas experiências com pessoas de confiança pode aliviar a carga emocional.

    Se sentir que ainda está presa ao passado, considerar o suporte profissional pode ser um passo importante. Estou disponível para ajudá-la a explorar essas questões mais a fundo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento

    Olá, minha namorada sofreu abuso sexual pelo próprio irmão quando tinha 8 anos, nosso relacionamento é bem complicado pois o abuso fez com que ela criasse uma visão de mundo errada sobre ela, sobre os homens e sobre a vida, queremos muito superar essa situação, como começamos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A situação que você descreve é profundamente delicada e exige abordagens sensíveis e cuidadosas. O impacto de um trauma como o abuso sexual pode ser vasto, afetando a percepção de si mesma, dos outros e do mundo ao redor.

    Um passo fundamental é buscar apoio terapêutico especializado. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode oferecer ferramentas para trabalhar as crenças distorcidas e os sentimentos resultantes do trauma. Além disso, a terapia focada em trauma, como a Terapia de Processamento Cognitivo (CPT) ou a EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares), pode ser extremamente eficaz.

    É importante criar um ambiente de apoio e segurança emocional. Sua compreensão e paciência são fundamentais nesse processo. Ouvir sem julgamento e validar os sentimentos dela pode ajudar a construir confiança e segurança no relacionamento.

    A comunicação aberta entre vocês é vital. Conversar sobre limites e confortos pode ajudar a fortalecer o vínculo e a criar um espaço seguro para ambos.

    Reconhecer que a jornada de cura é única para cada indivíduo é essencial. Não há um tempo específico para "superar" o trauma, e respeitar o ritmo dela é crucial.

    Se vocês estiverem prontos para buscar esse apoio, estou disponível para ajudar nesse caminho. Para mais informações sobre como posso apoiá-los, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

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