Perguntas do paciente (539)

  • Eu me vitimizo, faço dramas , me sinto uma vítima e tal. Será que tenho algum problema mental ?

    Eu me vitimizo, faço dramas , me sinto uma vítima e tal. Será que tenho algum problema mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sentir-se como vítima e dramatizar situações pode ser um mecanismo de defesa que muitas pessoas utilizam para lidar com emoções difíceis ou inseguranças. Essa sensação de vitimização pode surgir em resposta a experiências estressantes ou desafiadoras, levando a um padrão de pensamento que foca nas dificuldades e nas injustiças que você percebe.

    É importante reconhecer que esses comportamentos podem ser uma forma de proteção emocional, mas também podem dificultar o seu bem-estar e a sua capacidade de enfrentar os desafios da vida. Quando nos vemos constantemente como vítimas, podemos perder a oportunidade de assumir o controle sobre nossas vidas e emoções.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para explorar esses padrões de pensamento e compreender suas origens. Isso envolve identificar os pensamentos automáticos que surgem quando você se sente assim e reavaliar esses pensamentos para encontrar uma perspectiva mais equilibrada e saudável. O objetivo é ajudá-lo a desenvolver habilidades que promovam a autoconfiança e a resiliência emocional, permitindo que você enfrente as dificuldades de forma mais construtiva.

    Além disso, a terapia pode oferecer um espaço seguro para você expressar suas emoções e entender mais profundamente o que está por trás desse sentimento de vitimização. Isso é crucial para a sua jornada de autoconhecimento e crescimento pessoal.

    Buscar suporte profissional pode ser um passo muito benéfico nessa jornada. Ao trabalhar com um psicólogo, você pode aprender a transformar esses sentimentos em oportunidades de mudança e crescimento. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia e conferir o site HumanaMente Falando para mais informações sobre como posso ajudá-lo.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Qual abordagem psicólogica é indicada para quem tem transtorno obssessivo compulsivo e hipocondria ?

    Qual abordagem psicólogica é indicada para quem tem transtorno obssessivo compulsivo e hipocondria ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Para o tratamento do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e da hipocondria, a psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) é amplamente recomendada. Essa abordagem é eficaz porque foca em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais que alimentam essas condições.

    No caso do TOC, a técnica de exposição com prevenção de resposta é frequentemente utilizada. Ela envolve a exposição gradual a pensamentos ou situações que desencadeiam obsessões, enquanto se evita a realização de compulsões. Isso ajuda a reduzir a ansiedade e a reestruturação dos hábitos.

    Para a hipocondria, a TCC ajuda a desafiar crenças irracionais sobre a saúde e a interpretar de forma mais realista os sinais corporais. O objetivo é reduzir a preocupação excessiva com doenças e promover um entendimento mais equilibrado do próprio corpo.

    Se você está enfrentando esses desafios, buscar suporte profissional é essencial para desenvolver estratégias eficazes de enfrentamento. Estou aqui para oferecer orientação e apoio personalizados.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou à disposição para ajudar.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Qual distúrbio mental q leva a ter alucinações (ex: um pai e irmão mortos, falando com a pessoa) sób

    Qual distúrbio mental q leva a ter alucinações (ex: um pai e irmão mortos, falando com a pessoa) sóbrio e até sobre efeito de álcool?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Alucinações, como ver ou ouvir pessoas falecidas, podem ocorrer em diversos transtornos mentais. Uma condição comum associada a essas experiências é a esquizofrenia, que pode envolver alucinações auditivas e visuais. Além disso, o Transtorno Psicótico Breve e o Transtorno Esquizoafetivo também podem apresentar sintomas semelhantes.

    O consumo de álcool pode exacerbar essas alucinações, especialmente se houver uma predisposição subjacente para transtornos psicóticos. Mesmo em momentos de sobriedade, algumas pessoas continuam a experienciar esses sintomas, o que pode indicar a presença de um transtorno mental que requer atenção clínica.

    É crucial buscar avaliação e suporte profissional para entender melhor a origem dessas alucinações e receber o tratamento adequado. Estou à disposição para ajudar nesse processo. Para mais informações ou para agendar uma consulta, você pode visitar meu perfil no Doctoralia ou acessar o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quando o tratamento para timidez com psicoterapia não surte efeito algum com nenhum profissional de

    Quando o tratamento para timidez com psicoterapia não surte efeito algum com nenhum profissional de psicologia, mesmo depois de anos de tratamento, qual é a saída? Medicamentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Quando a psicoterapia para timidez não apresenta os resultados esperados, é importante reavaliar a abordagem utilizada. A timidez pode ser complexa, e o tratamento pode necessitar de ajustes ou de uma combinação de estratégias.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, é essencial explorar se todas as técnicas foram aplicadas de forma eficaz, como a exposição gradual a situações sociais e a reestruturação cognitiva de pensamentos limitantes. Também é importante considerar fatores externos que podem estar influenciando o progresso.

    Se, mesmo com ajustes, os resultados não forem satisfatórios, uma consulta com um psiquiatra pode ser benéfica. Embora medicamentos não sejam a primeira linha de tratamento para timidez, em alguns casos, eles podem ajudar a reduzir a ansiedade associada e potencializar os efeitos da terapia.

    O suporte de um profissional qualificado é crucial para determinar a melhor abordagem para cada caso individual. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações, e conferir o site HumanaMente Falando para explorar mais opções.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?

    Para um adulto que é autista , existe algum tratamento para facilitar o convívio social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Para adultos autistas, existem abordagens que podem facilitar o convívio social, e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma delas. Na TCC, trabalhamos para identificar e modificar padrões de pensamento que possam estar dificultando interações sociais. Usamos técnicas de habilidades sociais que ajudam a desenvolver comunicação eficaz, empatia e resolução de conflitos.

    Além disso, podemos utilizar simulações e práticas em ambiente seguro para que o paciente se sinta mais confiante em situações sociais reais. Outro aspecto importante é o desenvolvimento de estratégias para lidar com a ansiedade que muitas vezes acompanha esses encontros.

    É essencial adaptar o tratamento às necessidades individuais de cada pessoa, respeitando seu ritmo e suas particularidades. A colaboração de profissionais qualificados é fundamental para garantir o suporte adequado durante esse processo.

    Estou à disposição para auxiliar, e recomendo visitar meu perfil no Doctoralia e o site Humanamente Falando para mais informações e apoio.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Sinto vontade o tempo todo de respirar fundo e quando não consigo, acho q vou morrer, oq eu faço?

    Sinto vontade o tempo todo de respirar fundo e quando não consigo, acho q vou morrer, oq eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Sentir uma vontade constante de respirar fundo, acompanhada de uma sensação de que você pode não conseguir, é uma experiência angustiante e pode estar relacionada a questões de ansiedade. Muitas pessoas enfrentam essa sensação, que pode ser provocada por estresse, preocupações ou até mesmo situações cotidianas que geram tensão emocional.

    Primeiramente, é importante lembrar que você não está sozinho nessa experiência e que existem maneiras de lidar com isso. Uma técnica que pode ajudar é a prática de respiração controlada. Tente inspirar profundamente pelo nariz, contando até quatro, segure a respiração por alguns segundos e, em seguida, expire lentamente pela boca, contando até seis. Essa técnica pode ajudar a acalmar o sistema nervoso e reduzir a sensação de falta de ar.

    Além disso, considerar a possibilidade de buscar suporte profissional é fundamental. A psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, pode ser muito eficaz para trabalhar com a ansiedade e ajudar a identificar e modificar os padrões de pensamento que podem estar contribuindo para essas sensações. Um profissional pode guiá-lo no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento e no entendimento das causas subjacentes a essa angústia.

    Estou à disposição para ajudar nesse processo e forneço apoio para que você possa encontrar um caminho mais leve e saudável. Para mais informações e para agendar uma consulta, você pode acessar os seguintes links: Doctoralia e Humanamente Falando.

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Olá, então. Eu suspeito que eu tenho HOCD, me identifico com todos os sintomas. Mas pelo o que eu es

    Olá, então. Eu suspeito que eu tenho HOCD, me identifico com todos os sintomas. Mas pelo o que eu estava lendo na internet, várias pessoas foram procurar ajuda psicológica e acabaram tendo o diagnóstico como pessoas Bissexuais, ou que estavam apenas "Saindo do armário". E isso eu tenho certeza que não sou essas coisas aí. Qual o profissional que eu devo procurar? O que eu devo fazer se ele me diagnosticar erroneamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá e bem-vindo(a)!

    Entender suas preocupações em relação ao HOCD (Transtorno Obsessivo-Compulsivo Homossexual) é um passo importante. Esse tipo de TOC se manifesta por meio de obsessões sobre a orientação sexual, causando ansiedade significativa. É crucial procurar um profissional especializado em saúde mental, preferencialmente um psicólogo ou psiquiatra com experiência em transtornos obsessivo-compulsivos.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para distinguir entre obsessões e a realidade da orientação sexual. Se você tem certeza de sua orientação, é importante comunicar isso claramente ao profissional. A terapia pode ajudar a gerenciar a ansiedade e as obsessões sem redefinir sua identidade sexual.

    Se em algum momento você sentir que o diagnóstico não reflete sua experiência, discuta abertamente com seu terapeuta. A relação terapêutica deve ser baseada em confiança e diálogo aberto.

    Considere buscar apoio profissional para explorar esses sentimentos com segurança. Estou disponível para ajudar e você pode agendar uma consulta através do Doctoralia: Leonir Troscki no Doctoralia ou visitar meu site: Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Tenho 30 anos Atualmente estou passando por um momento muito complicado na minha vida e da minha fam

    Tenho 30 anos
    Atualmente estou passando por um momento muito complicado na minha vida e da minha familia, estou com um quando não sei se de depressão, ansiedade ou sindrome do pânico, é que eu desde criança tive medo de escuro e de quem morreu, porem ultimamente devido a falta de segurança eu estou com muito medo e ja esta atrapalhando meu convivio, por exemplo, não tenho nenhum intrigado sou uma pessoa que me dou bem com todo mundo e ultimamente eu estou passando por um quadro de medo se vou para uma praça fico inquieto como se tivesse com medo de uma pessoa vim e me matar, tipo quando vejo algumas pessoas tipo "noias" eu fico com medo, meu problema é como se eu tivesse um inimigo e tivesse com medo dele mandar alguém me executar, mas eu não tenho nenhum inimigos
    Isso é o que ?
    Me ajudem por favor, na minha cidade só tem um psiquiatra e ele tá de ferias

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Sinto muito que você esteja passando por esse momento difícil. O que você descreve parece ser uma experiência intensa de ansiedade, que pode estar relacionada a uma série de fatores, incluindo ansiedade generalizada ou até mesmo sintomas de transtorno do pânico. O medo exacerbado e a sensação de ameaça iminente podem ser desencadeados por experiências passadas ou atuais de insegurança.

    Esses sentimentos são reais e podem ser debilitantes, mas é importante lembrar que há formas de lidar com eles. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para identificar e modificar pensamentos e comportamentos que alimentam a ansiedade. Ela pode ajudar a criar estratégias de enfrentamento que reduzam o impacto desse medo em sua vida cotidiana.

    Embora o psiquiatra local esteja de férias, considere procurar um psicólogo para começar esse processo de apoio. Estou disponível para ajudá-lo a entender melhor o que está vivenciando e a encontrar caminhos para o alívio. Você pode visitar meu perfil no Doctoralia e conhecer mais sobre nosso trabalho no site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Quais são as diferenças entre estresse pós-traumático e transtorno delirante persistente?

    Quais são as diferenças entre estresse pós-traumático e transtorno delirante persistente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Quando abordamos questões complexas como o estresse pós-traumático (TEPT) e o transtorno delirante persistente, é crucial entender suas diferenças fundamentais. O TEPT surge após a exposição a eventos traumáticos e é caracterizado por sintomas como revivência do trauma, evitação, alterações cognitivas e emocionais, além de hiperexcitação. Esses sintomas refletem uma resposta intensa ao trauma vivido, impactando a vida diária de forma significativa.

    Por outro lado, o transtorno delirante persistente é marcado pela presença de delírios que são fixos e não bizarros, ou seja, crenças que, embora improváveis, poderiam ser plausíveis. Esses delírios não decorrem de uma experiência traumática específica e geralmente não vêm acompanhados de alterações significativas no funcionamento geral ou de outros sintomas psicóticos.

    Ambos os transtornos requerem abordagens terapêuticas específicas. O TEPT responde bem à terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a processar e integrar o trauma de forma saudável. Já o tratamento do transtorno delirante pode envolver uma combinação de medicação antipsicótica e intervenções psicoterapêuticas focadas em desafiar e reestruturar as crenças delirantes.

    A importância do suporte profissional é essencial em ambos os casos. Recomendo buscar acompanhamento especializado para um tratamento eficaz e adaptado às suas necessidades. Estou disponível para orientar e oferecer suporte. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia e o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Tenho uma leve fobia social e tenho problemas de lidar com dois traumas de meu passado (uma traição

    Tenho uma leve fobia social e tenho problemas de lidar com dois traumas de meu passado (uma traição ha 7 anos e episódios de assalto/sequestro ha 5 anos).Normalmente estas coisas ficam dormentes em meu consciente mas em algumas épocas elas se tornam agudas. Qual tipo de terapia eu deveria procurar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Diante dos desafios que você está enfrentando, a psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser uma abordagem bastante eficaz. A TCC ajuda a identificar e reestruturar pensamentos negativos associados a traumas passados, como a traição e os episódios de assalto/sequestro. Além disso, técnicas de exposição graduada podem ser utilizadas para reduzir a ansiedade associada à fobia social, permitindo que você enfrente situações sociais com mais confiança.

    Outra abordagem que pode ser benéfica é a Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares (EMDR), que é especialmente eficaz no tratamento de traumas. O EMDR facilita o reprocessamento de memórias traumáticas, ajudando a reduzir seu impacto emocional.

    É fundamental contar com o suporte de um profissional qualificado para desenvolver um plano de tratamento personalizado. Estou aqui para oferecer ajuda e explorar as melhores estratégias para sua situação. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito

    Boa tarde. Tenho 21 anos e fui diagnosticada com transtorno bipolar. Fui internada por estar com muito medo de morrer de taquicardia e de q me
    machucariam, insonia, sem comer eu pensava que queriam pegar as minhas coisas, além da morte da minha avó um pouco antes. Esses sintomas são de bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Os sintomas que você descreve podem ser associados ao transtorno bipolar, especialmente em episódios de mania ou depressão severa. Durante esses episódios, é comum experimentar ansiedade intensa, insônia, medos irracionais e mudanças no apetite. A perda de sua avó pode ter atuado como um gatilho emocional, intensificando esses sintomas.

    No transtorno bipolar, as oscilações de humor podem vir acompanhadas de sintomas físicos e psicológicos, como taquicardia e preocupações paranoicas. Esses sentimentos de medo e desconfiança podem ser exacerbados durante fases de instabilidade emocional.

    A psicoterapia cognitivo-comportamental pode ser uma aliada valiosa, ajudando a identificar e modificar padrões de pensamento que alimentam a ansiedade e as preocupações. Técnicas de relaxamento e estratégias de regulação emocional podem proporcionar alívio e promover uma maior estabilidade.

    O acompanhamento profissional é crucial para desenvolver um plano de tratamento eficaz. Além da terapia, a medicação pode ser necessária para estabilizar o humor e reduzir os sintomas.

    Recomendo que continue buscando suporte especializado. Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou aqui para oferecer apoio e orientação.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Fagofobia tem tratamento medicamentoso ou só psicoterapia? Já tentei psicoterapia mas não surtiu muito

    Fagofobia tem tratamento medicamentoso ou só psicoterapia? Já tentei psicoterapia mas não surtiu muito efeito...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A fagofobia, que é o medo intenso de engolir, pode ser uma experiência profundamente angustiante. Esse medo frequentemente está ligado a preocupações com sufocamento ou problemas de saúde, e pode afetar significativamente a qualidade de vida. Como psicólogo clínico, compreendo o quanto isso pode ser desafiador.

    O tratamento da fagofobia geralmente envolve uma abordagem integrada. Embora a psicoterapia seja uma ferramenta fundamental, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, que ajuda a reestruturar pensamentos e comportamentos relacionados ao medo, em alguns casos, a medicação pode ser considerada como parte de um plano de tratamento abrangente. Medicamentos podem ajudar a controlar a ansiedade subjacente, tornando a psicoterapia mais eficaz.

    Entendo que você já tentou psicoterapia sem o efeito desejado, mas gostaria de enfatizar que cada abordagem pode ser ajustada e personalizada. Às vezes, explorar diferentes técnicas ou até mesmo buscar um novo terapeuta pode fazer uma diferença significativa.

    Recomendo fortemente a consulta com um profissional de saúde mental que possa avaliar suas necessidades específicas e elaborar um plano de tratamento adequado. Estou à disposição para oferecer suporte e orientação. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia e o site Humanamente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
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  • Bom rapidamente sempre fujo de consultas, Mais a alguns meses descobri que tenho bruxismo e pra piorar

    Bom rapidamente sempre fujo de consultas, Mais a alguns meses descobri que tenho bruxismo e pra piorar acho w minha gengiva esta a retrair estou muito apavorada. Preciso de ajuda pois tenho um medo de dentista. O que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que o medo de ir ao dentista pode ser bastante desafiador, especialmente quando se está lidando com questões como o bruxismo e a retração gengival. O bruxismo, muitas vezes associado ao estresse e à ansiedade, pode exacerbar suas preocupações dentárias. É importante abordar tanto o aspecto físico quanto o emocional dessa situação.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, podemos trabalhar juntos para enfrentar esse medo de forma estruturada. Através de técnicas de exposição gradual, você pode começar a se familiarizar com a ideia de consultas odontológicas em um ambiente seguro e controlado. Além disso, a reestruturação cognitiva pode ajudar a transformar pensamentos negativos sobre o dentista em percepções mais realistas e tranquilizadoras.

    Também é útil incorporar técnicas de relaxamento e mindfulness para reduzir a ansiedade geral, o que pode, por sua vez, aliviar o bruxismo.

    Buscar apoio profissional é um passo crucial para melhorar sua qualidade de vida. Estou à disposição para ajudar nesse processo e desenvolver estratégias personalizadas. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou visite o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Fui diagnosticada com tept após um evento que me deixou traumatizada no meu trabalho. estou a 9 meses

    Fui diagnosticada com tept após um evento que me deixou traumatizada no meu trabalho. estou a 9 meses assim e não consigo melhorar. Faço terapiacognitiva também é nada adianta. Quando alguma coisa acontece que me faz lembrar o meu trabalho eu tenho crises e regrido. Isso tem cura? Vou conseguir superar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que lidar com o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) pode ser extremamente desafiador, especialmente quando os sintomas persistem. É importante saber que, embora o processo possa ser demorado, a recuperação é possível. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem eficaz para o TEPT, mas pode ser necessário ajustar a estratégia para abordar melhor suas necessidades específicas.

    Uma técnica que pode ser particularmente útil é a Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares (EMDR). Essa abordagem ajuda a reprocessar memórias traumáticas de maneira menos angustiante. Além disso, a terapia de exposição prolongada pode ajudar a enfrentar gradualmente as lembranças dolorosas, reduzindo seu impacto emocional.

    O apoio contínuo de um profissional é crucial para adaptar as intervenções ao longo do tempo e encontrar a combinação certa de técnicas que funcionem para você. Estou aqui para ajudar nesse caminho e oferecer suporte personalizado. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

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  • Olá....tire uma crise de nervosismo há duas semanas,falta de ar,coração acelerado,tontura,fraqueza,suor

    Olá....tire uma crise de nervosismo há duas semanas,falta de ar,coração acelerado,tontura,fraqueza,suor e uma sensação estranha de que eu não estava no meu corpo,como se estivesse num sonho,os outros sintomas passaram com o tempo,mas essa sensação estranha ainda não passou,pode ser ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O que você descreve parece bastante com os sintomas de um ataque de pânico, que é uma manifestação aguda de ansiedade. Esses episódios podem incluir sintomas físicos intensos, como falta de ar, coração acelerado e suor, além de sensações dissociativas, como a impressão de estar fora do próprio corpo. Essa sensação de irrealidade ou despersonalização pode persistir mesmo após os outros sintomas diminuírem, e é comum em quadros de ansiedade.

    É crucial compreender que esses sintomas, embora assustadores, são respostas do corpo ao estresse e à ansiedade. Eles não são perigosos, mas podem ser debilitantes se não forem tratados adequadamente. A psicoterapia pode ser uma ferramenta poderosa nesse contexto, ajudando a identificar os gatilhos de ansiedade e a desenvolver técnicas de enfrentamento.

    Considero que a terapia cognitivo-comportamental pode ser especialmente eficaz, pois foca na reestruturação de pensamentos e na redução de sintomas físicos associados à ansiedade. Se os sintomas persistirem, uma avaliação médica também pode ser útil para descartar outras condições.

    Estou à disposição para apoiar você nesse processo. Sinta-se à vontade para visitar meu perfil no Doctoralia (bit.ly/Doctoralia-Leonir) ou conhecer mais no site Humanamente Falando (bit.ly/HumanamenteFalando).

    Fico à disposição, fique bem!
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  • Uma pessoa com transtorno de estresse pós traumático combinado com ansiedade generalizada, tendo feito

    Uma pessoa com transtorno de estresse pós traumático combinado com ansiedade generalizada, tendo feito tratamento medicamentoso e psicoterapia por mais de três anos, sem novos sintomas, pode ter recaida de sintomas se colocada sob qualquer situação de tensão após 7 anos do trauma?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Quando consideramos a trajetória de alguém que enfrentou um transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) combinado com ansiedade generalizada, é fundamental reconhecer a complexidade e individualidade de cada caso. Mesmo após anos de estabilidade, a possibilidade de uma recaída nunca pode ser completamente descartada, especialmente quando a pessoa é exposta a novas situações de tensão.

    Tecnicamente, o cérebro humano tem uma capacidade notável de adaptação e recuperação, mas também mantém uma sensibilidade aos gatilhos que podem reativar memórias traumáticas. A neuroplasticidade permite que a mente se reorganize, o que é um aspecto positivo da recuperação. No entanto, em situações de tensão, o sistema de alerta do cérebro pode ser reativado, resultando em sintomas antigos.

    É crucial, portanto, que a pessoa continue a utilizar as ferramentas e estratégias adquiridas durante a psicoterapia. As terapias, especialmente a terapia cognitivo-comportamental, oferecem técnicas eficazes para reconhecer e gerenciar esses gatilhos potenciais. O suporte contínuo de profissionais de saúde mental pode ser fundamental para manter essa estabilidade.

    Recomendo a busca por apoio profissional regular, que pode ser um grande aliado na prevenção de recaídas. A psicoterapia não só ajuda a lidar com os sintomas, mas também a desenvolver resiliência para enfrentar futuras adversidades. Convido você a visitar meu perfil no Doctoralia e o site Humanamente Falando para mais informações e suporte.

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  • Um rapaz começou a querer ter relação sexual comigo de uma forma estranha,24horas por dia,24 horas

    Um rapaz começou a querer ter relação sexual comigo de uma forma estranha,24horas por dia,24 horas por noite,a semana inteira,30 dia no mês,365 dias no ano,dia e noite sem parar.Sera que ele tem algum problema não estou consiguindo aceitar essa situação. Por favor me ajude a entender o que esta acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Compreendo que essa situação possa ser bastante desconfortável e confusa para você. Quando alguém demonstra um desejo sexual excessivo e constante, é importante considerar uma variedade de fatores que podem estar influenciando esse comportamento.

    Do ponto de vista clínico, essa intensidade pode estar associada a questões como hipersexualidade, que pode ser um sintoma de condições subjacentes, como transtornos de humor ou de controle de impulsos. Também é possível que questões emocionais ou relacionais estejam contribuindo para esse comportamento.

    É crucial para ambos os envolvidos que haja comunicação aberta e honesta sobre limites e necessidades. Respeitar seus próprios limites é fundamental, e é importante encontrar um equilíbrio saudável que seja confortável para você.

    Recomendo que ele busque a orientação de um profissional de saúde mental para explorar as possíveis causas desse comportamento e encontrar maneiras de gerenciá-lo adequadamente. A psicoterapia, especialmente a cognitivo-comportamental, pode oferecer estratégias valiosas para lidar com impulsos e desenvolver relacionamentos saudáveis.

    Estou aqui para ajudar e orientar no que for necessário. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia e o site Humanamente Falando.

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  • Olá, gostaria de saber se a fobia social instalada já a muito tempo é mais difícil de tratar?

    Olá, gostaria de saber se a fobia social instalada já a muito tempo é mais difícil de tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    A fobia social, mesmo quando presente há muito tempo, pode ser tratada de forma eficaz. Embora o tratamento possa ser mais desafiador quando a condição está enraizada, ele ainda é possível e pode trazer resultados significativos. Na psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), focamos na identificação e modificação de padrões de pensamento que mantêm o medo social.

    Com a TCC, utilizamos técnicas de exposição gradual para enfrentar situações sociais de maneira controlada, ajudando a reduzir a ansiedade ligada a essas interações. Além disso, trabalhamos no desenvolvimento de habilidades sociais, o que pode aumentar a confiança e melhorar a qualidade das relações interpessoais.

    O suporte de um profissional é crucial para adaptar as técnicas às suas necessidades específicas e garantir um progresso contínuo. Estou à disposição para oferecer orientação e apoio nesse processo. Para mais informações, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem! Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso

    Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso trabalhar. Estou de licença médica mas ja estou sofrendo por ter q voltar.
    Tenho depressão bem forte tbm.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    Entendo que lidar com crises de pânico e depressão enquanto trabalha com crianças pode ser extremamente desafiador. As crises de pânico são episódios intensos de ansiedade que podem ocorrer em situações específicas ou de forma inesperada, e a depressão pode amplificar essa dificuldade ao afetar sua motivação e energia.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar os gatilhos das crises de pânico e desenvolver estratégias de enfrentamento, como técnicas de relaxamento e reestruturação cognitiva. É importante criar um plano que ajude a reduzir a ansiedade associada ao ambiente de trabalho. ‍

    Além disso, é fundamental tratar a depressão de maneira integrada, abordando tanto os sintomas emocionais quanto os comportamentais. Isso pode incluir a criação de rotinas saudáveis e o fortalecimento das habilidades de enfrentamento.

    Buscar suporte profissional é essencial para desenvolver essas estratégias de forma segura e eficaz. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações, e também conferir o site HumanaMente Falando.

    Fico à disposição, fique bem!
    Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.


  • tenho muito medo de enlouquecer um pânico msm e fui ver quais eram os sintomas de "um louco" agora eu

    tenho muito medo de enlouquecer um pânico msm e fui ver quais eram os sintomas de "um louco" agora eu tenho medo te de ter esses sintomas e fico o tempo todo checando todos os meus comportamos ex:ver se não estou com mania de perseguição(nunca tive)mas às vs acho que tenho fico assustada é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Leonir Troscki

    Olá!

    O medo de enlouquecer é uma preocupação mais comum do que parece e pode estar relacionado à ansiedade. Quando você pesquisa sobre sintomas e começa a monitorar constantemente seus comportamentos, isso pode alimentar ainda mais a ansiedade, criando um ciclo de preocupação e medo.

    Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar pensamentos automáticos e desafiá-los, ajudando a reduzir a ansiedade associada a esses medos. Técnicas de mindfulness e estratégias de enfrentamento podem ser úteis para manter o foco no presente e reduzir a necessidade de autoverificação constante.

    É importante lembrar que ter pensamentos intrusivos ou preocupações não significa que você está "enlouquecendo". Esses pensamentos podem ser gerenciados com a ajuda adequada, permitindo que você viva com mais tranquilidade.

    Buscar suporte profissional é um passo importante para lidar com essas preocupações de maneira eficaz. Estou aqui para oferecer orientação e estratégias personalizadas que podem ajudá-la a se sentir mais segura e confiante.

    Para mais informações ou para agendar um atendimento, visite meu perfil no Doctoralia ou acesse o site HumanaMente Falando. Estou à disposição para ajudá-la.

    Fique bem!

    Com afeto,
    Leonir Troscki - CRP12/12755.


Perguntas frequentes

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