Perguntas do paciente (68)

  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    O perfeccionismo pode ser um traço da personalidade, mas quando ele começa a trazer rituais, verificações constantes, pensamentos repetitivos e um desconforto grande diante da incerteza, vale a pena prestar atenção. No TOC, a pessoa sente que precisa fazer algo (mental ou físico) para aliviar uma angústia, e esse alívio dura pouco, criando um ciclo. Se esses comportamentos estão tomando tempo, causando sofrimento e interferindo na sua rotina, é um sinal importante para buscar avaliação. A psicoterapia pode ajudar a diferenciar o traço do transtorno e a lidar com a necessidade de controle.


  • Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A depressão, nessa visão, é como uma visita que já conhece os cômodos da nossa casa interna. Quando algo doloroso acontece, ela encontra as portas abertas, principalmente se ainda existem feridas antigas não cuidadas. Não é só o acontecimento ruim que traz a tristeza de volta, mas ele acorda dores que já estavam adormecidas dentro de nós. Por isso, quando a gente só tenta "tocar a vida" sem olhar para essas feridas, elas ficam esperando um novo tombo para reaparecer. Um processo terapêutico pode ajudar a cuidar dessas portas e feridas, para que as crises não tenham tanto poder sobre você.


  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Sentir tristeza quando nossos sentimentos não são acolhidos é uma reação humana e compreensível. Todos nós precisamos nos sentir ouvidos e validados, especialmente por quem amamos. Quando isso não acontece, uma parte nossa pode se recolher, como se dissesse: "não é seguro me mostrar". Esse choro que vem sem explicação pode estar contando uma história antiga, de outras vezes em que você se sentiu invisível ou não levada a sério. Acolher esses sentimentos com a ajuda de um terapeuta pode ajudá-la a entender de onde vem essa dor e a encontrar uma forma mais firme e gentil de se colocar.


  • Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

    Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Sim, pode ser ansiedade. Quando caminhamos sozinhos, a mente encontra espaço para se encher de pensamentos e preocupações, e isso gasta uma energia imensa – como se a cabeça corresse mais que o corpo. Quando você está conversando, sua atenção sai desse mundo interno e se volta para fora, e aí o cansaço desaparece. Isso mostra que seu corpo não está fraco, mas sim sobrecarregado de tensão mental. Investigar isso em um espaço terapêutico pode ajudar a entender o que sua mente tanto tenta processar nesses momentos.


  • Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado

    Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    O que você descreve mostra um desgaste emocional grande: você se sente constantemente avaliada, questionada e sem liberdade para viver os momentos bons. Relações saudáveis precisam de confiança e espaço para respirar, e quando isso falta, a nossa mente entra em estado de alerta. Esse tipo de dinâmica pode estar despertando algo em você que merece atenção, como a dificuldade de impor limites ou o medo de desagradar. Procurar um terapeuta pode ser muito útil para clarear o que você sente, entender por que aceita esse tipo de tratamento e se fortalecer para escolher o que é melhor para você.


  • Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepç

    Vivo v meu companheiro mas n amo já falei p ele.mas ele n acredita.estamos junto 8 anos .tive decepções C ele no passado hoje meu objetivo de está C ele somente é crescer juntos trabalhar juntos temos uma vida como marido e mulher nos respeitamos mas eu n amo.meu objetivo e vive C ele p um cuidar do outro na velhice e crescer juntos financeiramente.o q vcs me diz sobre???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Essa é uma situação delicada e mais comum do que se imagina. Muitas pessoas escolhem parcerias baseadas em segurança, companheirismo e projetos de vida, e isso tem seu valor. Porém, quando o amor deixa de existir e a relação vira uma espécie de acordo prático, algo dentro de nós pode começar a cobrar um preço silencioso, como tristeza, vazio ou sensação de estar se enganando. Jung diria que precisamos ouvir o que nossa alma anseia: só segurança basta para uma vida inteira? Talvez uma terapia possa ajudá-la a entender melhor seus sentimentos, medos e desejos, para que essa escolha seja feita com consciência e não apenas por conveniência.


  • Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não c

    Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento

    O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?

    Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.

    Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.

    Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.

    É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".

    A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.

    Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.

    A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Conflitos entre fé, valores pessoais e desejos são bastante dolorosos, pois tocam em algo profundo: nossa busca por sentido e pertencimento. A culpa, nesse caso, pode ser vista como um conflito interno entre a pessoa que você é e aquilo que aprendeu que deveria ser. Jung acreditava que o caminho para a paz interior passa por integrar essas partes em vez de lutar contra elas. É possível ter uma relação viva com o sagrado sem seguir regras que não fazem sentido para você. Um acompanhamento terapêutico pode ajudá-la a escutar sua própria voz com mais clareza e a construir uma fé mais autêntica e menos punitiva.


  • Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza

    Tenho 35 anos e perdi minha mãe de forma repentina há quase um ano. No começo, achei que a tristeza fosse diminuindo, mas sinto que estou cada vez mais 'travada'. Não sinto prazer nas coisas que amava, sinto uma culpa constante por não ter feito mais por ela e um vazio que parece não ter fim. Choro todos os dias e me sinto exausta, sem ânimo para trabalhar ou sair com amigos. Como saber se o que estou vivendo ainda é o processo natural do luto ou se isso já se transformou em uma depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A perda de uma mãe é um rompimento muito profundo. O luto tem tempos próprios e não segue uma linha reta: há fases em que parece piorar antes de melhorar. Porém, quando sentimentos de culpa, vazio extremo, choro diário e falta de prazer persistem de forma intensa por muito tempo, vale a pena buscar ajuda. Não é preciso dar um nome exato para o que sente agora, o mais importante é não viver isso sozinha. Um terapeuta pode acolher esse sofrimento e ajudá-la a atravessar esse período com mais amparo.


  • Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A ansiedade pode surgir quando o encontro com alguém importante desperta medos internos, como medo de não ser aceito, de sofrer, de perder o controle ou de não corresponder às expectativas. Às vezes, a pessoa amada representa algo que nossa alma deseja muito, mas também teme muito. Essa mistura de desejo e insegurança pode se manifestar no corpo como crise. Acolher esses sentimentos com a ajuda de um psicólogo pode ajudá-lo a compreender o que está por trás dessa reação e a viver os encontros com mais leveza.


  • Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado

    Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado a ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Sim, a ansiedade muitas vezes se expressa no corpo dessa forma. Nosso organismo reage a estados de tensão e preocupação constantes como se estivesse diante de um perigo real, liberando hormônios que causam esses sintomas. É importante também descartar questões físicas com um médico. Depois disso, se os sintomas continuarem, vale a pena olhar para o que está acontecendo internamente, um psicólogo pode ajudar a entender o que sua mente e seu corpo estão tentando comunicar.


  • Minha cachorra morreu como superar isso e também a culpa?

    Minha cachorra morreu como superar isso e também a culpa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A perda de um animal amado é uma dor legítima e muitas vezes subestimada pelos outros. O vínculo que criamos com eles é feito de amor puro e presença constante. A culpa, nesse processo, costuma ser a forma que encontramos de tentar manter algum controle sobre algo que, na verdade, estava fora do nosso alcance. Talvez sua mente esteja repetindo cenas para tentar "consertar" o que já aconteceu. Superar não é esquecer, mas aprender a conviver com a saudade e ressignificar essa relação. Um espaço terapêutico pode acolher esse luto com o respeito que ele merece.


  • Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou

    Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Isso que você descreve é muito importante: perceber o ciclo já é um grande passo. Muitas vezes, crescemos em ambientes onde o amor vinha junto com instabilidade, cobrança ou distância. Aí, quando encontramos alguém que nos trata bem, algo dentro de nós estranha, como se não merecêssemos ou como se aquilo fosse "sem graça" ou perigoso. O medo de estragar ou de não amar de verdade pode ser uma forma de autossabotagem, uma parte sua tentando proteger você de uma dor antiga. Esse ciclo pode ser quebrado, sim, com autoconhecimento e acolhimento dessas feridas. Um psicólogo pode ajudar você a se sentir segura para viver um amor tranquilo sem fugir.


  • Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Sim, é possível melhorar muito, mesmo depois de dois anos. A desrealização, aquela sensação de estar desconectado da realidade, é uma defesa da mente quando a ansiedade fica intensa demais. Ela não é um defeito, mas uma tentativa de proteção. Com acompanhamento adequado, é possível entender o que mantém esse estado e, aos poucos, voltar a se sentir presente de novo. A melhora pode ser gradual, mas real. Procurar um profissional que acolha seu sofrimento é um passo fundamental nesse caminho.


  • Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapi

    Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
    Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Antes de tudo, saiba que seu filho confiar em você para contar algo tão íntimo é um gesto de coragem e mostra que há espaço para o diálogo. Questões de identidade de gênero e orientação sexual são diferentes: ele pode se identificar como menina e, ainda assim, sentir atração por meninas. Isso não se anula. Não é preciso ter "estereótipos femininos" para se sentir mulher. O importante agora é garantir que ele se sinta acolhido e amado, sem pressa de definir nada. A psicoterapia pode ajudá-lo a compreender melhor o que sente e a lidar com os desafios dessa fase. Procure um profissional para orientá-los.


  • Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e

    Estou como responsável da pastoral da Liturgia, mas não consigo ficar normal, estou sempre nervosa e com as mãos geladas,será que tenho que fazer algum desbloqueio emocional, pois minha vida desde a infância não foi normal igual de outras pessoas, tenho muitos traumas e já tive ansiedade e depressão.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Seus sintomas mostram que seu corpo está em estado de alerta constante, como se estivesse sempre se preparando para algo difícil. Quando carregamos traumas desde a infância, nosso sistema interno fica mais sensível ao estresse, mesmo em situações que não são ameaçadoras. Mais do que um "desbloqueio" imediato, talvez você precise de um espaço para cuidar dessas marcas antigas com calma e profundidade. A terapia pode ajudar a entender o que essa tensão quer comunicar e a construir uma relação mais gentil com sua história.


  • Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especia

    Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A tristeza passageira costuma ter relação com algo específico e vai diminuindo conforme a pessoa processa o acontecimento. Já a depressão é como uma névoa que entra sem pedir licença e fica, tirando o prazer, a energia e a esperança por semanas ou meses. Se a tristeza persiste por mais de duas semanas, vem acompanhada de desânimo intenso, alterações de sono e apetite, culpa, vazio e perda de interesse pela vida, é um sinal de que precisa de ajuda profissional. Não é frescura, é cuidado com a sua alma.


  • Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem

    Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Se você vive com preocupação constante, pensamentos acelerados, tensão no corpo, insônia, irritabilidade, medo de situações comuns, cansaço mental, dificuldade de concentração ou sensação de que algo ruim vai acontecer, já são motivos para buscar ajuda. A ansiedade pode existir de forma silenciosa, sem picos de pânico, mas ainda assim afetar sua qualidade de vida. Procurar um profissional nessa fase pode evitar que o quadro se agrave.


  • Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Muitas vezes, sim. O psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação para aliviar os sintomas mais intensos, enquanto o psicólogo ajuda a compreender as causas emocionais e a desenvolver ferramentas internas para lidar com a ansiedade. Os dois trabalhos se complementam. Não é obrigatório passar pelos dois, mas quando a ansiedade está muito intensa, a parceria entre eles costuma trazer melhores resultados.


  • Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino

    Peguei meu filho de 14 anos em um jogo de discorde tendo uma bate papo com alguém do sexo masculino assunto de punho sexual, com muitos palavrões, não sei o que fazer .
    Recolhi o celular dele por medo de ser um pedófilo do outro lado .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    Sua preocupação é legítima e agir com cautela foi importante para protegê-lo. Adolescentes têm curiosidade sobre sexualidade e testam limites, mas o ambiente virtual pode expô-los a riscos reais. Retirar o celular pode gerar revolta, mas também abre espaço para uma conversa franca sobre segurança, privacidade e respeito. É importante que ele sinta que pode falar com você sem medo de julgamento. Se a situação gerar muita angústia ou conflitos, buscar orientação com um psicólogo pode ajudar vocês a atravessarem esse momento com mais equilíbrio.


  • A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu

    A ansiedade social me isola muito, perdi amizades devido a antigo relacionamento e ele nao queria eu com meus amigos, enfim, acho q dei uma piorada, estou tomando remedios mas quero enfrentar sem e nao consigo, me sinto extremamente solitária

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucas Vitório

    A solidão que você sente é compreensível: a ansiedade social cria um muro entre você e as pessoas, e quanto mais você se afasta, mais difícil fica voltar. O remédio pode ser um apoio temporário, mas o que transforma é o trabalho interno de entender o que te faz sentir tão vulnerável diante dos outros. Você não precisa enfrentar isso sozinha. A psicoterapia pode ajudar a reconstruir, aos poucos, a confiança em si mesma e nos outros, para que os vínculos voltem a ser possíveis.


Perguntas frequentes

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