Perguntas do paciente (68)
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Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada po
Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua crise mostrou o quanto você estava sobrecarregado e sozinho com essa situação. Foi um desabafo, não uma traição intencional. Ela pode ter se sentido exposta, mesmo sem você citar o nome. Recuperar a confiança leva tempo e exige conversas honestas: reconhecer o impacto do que aconteceu, explicar que não foi por mal e ouvir o que ela sente sem se defender. Também é importante combinarem juntos como lidar com o segredo e com as pressões do ambiente de trabalho. Se o vínculo for forte, é possível reconstruir, mas talvez vocês precisem de um espaço neutro, terapia individual para cada um, e eventualmente terapia de casal, para reorganizar essa relação com mais segurança.
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Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O primeiro passo é não brigar com ele por causa da medicação. Muitas vezes, o medo de remédios vem de informações erradas ou do receio de perder o controle. Você pode mostrar que está ao lado dele, sem pressionar. Ofereça presença, escuta e afeto. Pergunte como ele se sente em relação ao tratamento e o que ele gostaria de tentar. A psicoterapia pode ser uma porta de entrada, pois não exige medicação e ajuda a entender o que está acontecendo. Se ele se recusar a ir, talvez você mesma possa procurar um psicólogo para orientação de como lidar com essa situação sem se desgastar tanto. O importante é que ele sinta que não está sozinho.
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É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo
É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe uma relação entre corpo e mente. Uma postura encurvada, ombros tensos e respiração curta podem manter o corpo em estado de alerta, como se estivesse sempre se protegendo. Isso pode aumentar a sensação de ansiedade, mesmo quando você está tranquilo. As dores nas costas e o desconforto na garganta podem ser sinais de tensão acumulada. Cuidar do corpo, com alongamentos, caminhadas, respiração consciente e, se possível, acompanhamento postural, ajuda a acalmar o sistema nervoso. A psicoterapia também pode ajudar a perceber as raízes de como suas emoções se expressam no corpo.
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Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesm
Estou em fase de negação? Não sei exatamente se é isto, mas eu ainda vejo meu ex todos os dias, mesmo tendo inúmeras brigas diárias
O pior, sou eu quem procuro e ainda ele me humilha por isso, mas eu não sei como agir e nem como sair desse ciclo que já se repetiu por várias vezes, ele também sempre volta
Eu reconheço, que estou errado, que isso não pode continuar, mas não consigo sair disso
É muito dolorido e vergonhoso, muitas vezes eu acho que nunca vou sair disso e que parece o novo jeito de estar neste relacionamento
Ninguém nem imagina que vivemos issoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece um vínculo muito intenso e doloroso, que vai além da lógica. Mesmo sabendo que faz mal, algo dentro de você busca essa pessoa, talvez por medo da solidão, por culpa ou por uma necessidade antiga de ser aceito. Não é falta de força de vontade: é uma ferida emocional que pede cuidado. A vergonha que sente só aumenta o peso. Você não precisa passar por isso sozinho. Um psicólogo pode ajudar a compreender por que esse ciclo se mantém e, aos poucos, devolver a você o poder de escolha.
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Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabe
Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan
O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabeça e medo ansiosa e fobia sosialRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A troca de marca de um medicamento pode, sim, gerar diferenças na forma como o corpo reage, mesmo com o mesmo princípio ativo. Isso pode incluir sintomas de abstinência ou retorno da ansiedade. É importante conversar com seu psiquiatra sobre o que está sentindo. Ele pode ajustar a dose, voltar para a marca anterior ou propor outra alternativa. Enquanto isso, a psicoterapia pode ajudar a sustentar esse momento de instabilidade, aprofundar a compreensão das raízes da ansiedade, oferecendo ferramentas para lidar com o medo e a fobia social.
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A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
A ansiedade social me deixa muito irritada na rua, e em meio de pessoas, como enfrentar com calma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A irritação pode ser uma forma de defesa: quando você se sente invadida ou observada, o corpo reage com raiva para se proteger. Uma estratégia é começar aos poucos, sem se cobrar demais. Antes de sair, respire fundo e lembre-se de que você não precisa agradar ninguém. Tente se concentrar em algo neutro, como a paisagem ou os sons ao redor, em vez de observar as pessoas. Se a irritação vier, acolha-a sem se culpar. A análise pode ajudar muito a transformar essa reação automática em uma presença mais tranquila, pois buscará as raízes da ansiedade.
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Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tive
Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tivemos várias recaídas , mas meu racional me dizia que não valia a pena voltar, nossas ideias de futuro não se enquadrava( ela queria que eu aceitasse morar no porão da casa dela onde é o único espaço que daria para construir algo , se fosse para comprar um apê ou alugar algo ela disse que eu que teria que me virar sozinho por que já que tinha o porão da casa dela e eu não quis ir então eu que me virasse ,certa vez ela ameaçou terminar comigo por que eu disse que não iria na casa dela naquele dia por que eu estava cansado ,eu trabalhava e fazia faculdade, e ela disse que se caso eu não fosse ela terminaria e depois de terminar eu perguntei se ela se arrependia de ter ameaçado tá tas vezes terminar comigo se ela estava certa , e ela disse que estava certa si. Por que eu deveria dar mais prioridade a ela e disse que não se arrependia e dentre outras coisas que não concordamos ,porém paramos de ficar e ela começou a namorar com outra pessoa e eu implorei pra voltar e disse que aceitaria o que ela me propôs e que me doaria mais no relacionamento para ela enfim me aceitar de volta , estou sofrendo com isso tudo as vezes me pego angustiado mesmo sabendo lá no fundo que se eu realmente estivesse com ela não iríamos tão longe assim haja vista que ela não queria mudança alguma eu quero que essa dor passe.obs: trabalhamos no mesmo trabalho o pai dela e nosso chefe e frequentamos a mesma igreja ao qual ela irá começar a levá-lo , como esquecer como me curar disso tudo ??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A razão sabe, mas o coração insiste. Isso acontece porque a rejeição toca feridas profundas de valor próprio. Você se viu implorando por alguém que não queria ceder, e isso gera uma dor misturada com humilhação e luto. A cura passa por reconhecer que o que você sente não é exatamente amor, mas o medo de não ser suficiente. Conviver com ela no trabalho e na igreja torna tudo mais difícil, mas também mostra a importância de fortalecer seu espaço interno. A psicoterapia pode ajudar a reconstruir sua autoestima e a atravessar esse luto com mais dignidade e menos angústia.
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Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
Como saber se o que eu sinto é amor ou somente apego aos momentos bons que o relacionamento tinha ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O amor costuma trazer paz, confiança e desejo de crescimento mútuo. O apego, por outro lado, vem com medo de perda, necessidade de controle e lembranças idealizadas de momentos que já não sustentam a relação. Se você sente angústia, ansiedade e um vazio quando pensa em ficar sem a pessoa, talvez esteja mais apegado à ideia do que ao vínculo real. A terapia pode ajudar a olhar para essa relação com mais clareza e a descobrir o que você realmente valoriza no afeto.
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Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacioname
Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacionamento indo para frente no quesito casamento ! Porém depois de terminar ficamos 2 anos tendo recaídas , logo após os dois anos ela se afastou e disse que estava conhecendo outro pessoa , depois de saber disso eu fiquei extremamente chateado e comecei a fazer o que eu nunca achei que iria fazer , comecei a mandar mensagem implorando para voltar , prometi até casamento, como explicar esse sentimento de querer voltar para uma pessoa que lá no fundo eu não a amo ! Mas gostaria de tentar novamente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse desejo pode estar ligado ao medo da perda definitiva, à sensação de rejeição ou à dificuldade de encerrar ciclos. Quando a pessoa se afasta, algo em nós desperta, não por amor, mas pelo pânico de ficar sem o que era conhecido. É como se a mente dissesse: "volta, porque sem você eu não sei quem sou". A psicoterapia pode ajudar a entender o que essa relação representava para você e a construir uma saída mais saudável, sem se prender a promessas que não vêm do coração.
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Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo u
Sou diagnosticada com ansiedade a algum tempo, nunca tratei devidamente e recentemente vendo tendo um quadro de que como se o mundo não fosse real e nem eu. Não é como minhas crises anteriores onde eu tinha sintomas físicos muito fortes como: falta de ar, visão escurecendo, palpitações fortes e tontura, hoje eu não sinto nada disso apenas uma leve sensação de que o corpo está pesado e dormente mas não chega a estar. Eu tenho medo da morte súbita e isso vem afetando minha percepção das coisas, eu tento me confortar com meus exames que estão normais e minha idade que não se adequa a maioria dos casos de morte súbita, mas mesmo minha mente sossegando um pouco ainda fico com a impressão no fundo de que vou morrer amanhã ou daqui a pouco. Estou me cuidando apesar de tudo, comendo, dormindo, andando mesmo que pareça estranho fazer tudo isso e passando no psicólogo e logo no psiquiatra para fazer acompanhamento com medicação.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa sensação de estranheza com a realidade é comum em quadros de ansiedade intensa, principalmente quando ela se manifesta de forma diferente das crises anteriores. Seu cérebro está tentando proteger você de algo que ele considera perigoso, mas acaba criando uma névoa de desconexão. Você já está cuidando de si ao manter os exames, a alimentação, o sono e o acompanhamento profissional. Continue apostando nesses cuidados. A terapia pode ajudar a ancorar você no presente e a reduzir o medo constante. Aos poucos, a sensação de irrealidade tende a diminuir.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
sso parece muito sofrido: você tem muito a dizer, mas na hora a emoção transborda e trava. O choro pode ser a forma que seu corpo encontra para expressar o que a boca não consegue. Talvez, em algum momento da sua história, falar o que sentia tenha sido arriscado, e seu sistema aprendeu a se fechar. Você pode começar aos poucos: escrever o que sente antes de conversar, pedir pausas quando a pressão aumentar e combinar com seu parceiro formas mais leves de dialogar. A psicoterapia pode ajudar a destravar essa comunicação e a fazer você se sentir mais segura para se expressar.
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Tenho 18 anos, e desde de 2020/2021, eu venho sentindo uma sensação de tristeza, de um mundo cinza,
Tenho 18 anos, e desde de 2020/2021, eu venho sentindo uma sensação de tristeza, de um mundo cinza, como uma TV em preto e branco, sem brilho, eu faço as coisas normalmente, vivo minha rotina, tenho momentos felizes, porém esse vazio me segue sem motivo aparente, também não gosto muito de sair e nem de falar sobre sentimentos, mas tenho receio q possa ser algo próximo de uma depressão q ameaça vir. Qual especialista devo buscar? O que me orientam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece um estado de desânimo persistente, que tira o brilho da vida mesmo quando há momentos bons. Isso pode ser um sinal de depressão ou de algo que está pedindo para ser olhado com cuidado. O ideal é buscar um psicólogo para começar. Ele poderá avaliar a necessidade de encaminhamento a um psiquiatra, se for preciso. Não é preciso ter certeza do diagnóstico para procurar ajuda. O importante é não continuar carregando esse vazio sozinho.
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Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um
Tenho 33 anos e passo meu tempo livre inteiro jogando vídeo game como forma de escapismo. Possuo um bom emprego financeiramente falando, mas detesto o que faço. Não possuo amigos ou qualquer vida social ou amorosa (sou diagnosticado com fobia social e TEA suporte 1). Procuro usar o vídeo game para escapar da realidade e ir para mundos de fantasia. Chego a ficar mais apegado com personagens virtuais desses jogos do que com pessoas da vida real.
É possível que isso seja sinal de depressão? Sinto que se jogos de vídeo game deixassem de existir, a vida seria um total marasmo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O uso intenso do videogame como fuga pode ser um sinal de que a vida real está pesada demais. Quando os jogos se tornam o único lugar onde você se sente vivo e conectado, é como se a alma estivesse pedindo uma pausa, mas também um sentido. A falta de prazer fora desse mundo virtual, o isolamento e a insatisfação com o trabalho podem, sim, estar ligados a um quadro depressivo ou a um esvaziamento existencial. Procurar um psicólogo pode ajudar a entender o que os jogos representam para você e a encontrar formas de se reconectar com a vida real de maneira menos sofrida.
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Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A negação é uma proteção da mente diante da dor intensa. Querer apressá-la pode gerar mais sofrimento. Em vez de fugir dela, tente acolhê-la: permita-se sentir que a perda é real, fale sobre o que aconteceu, escreva, chore se precisar. A negação vai se dissolvendo quando a realidade se torna suportável. A psicoterapia pode ajudar a atravessar essa fase com mais consciência, sem se prender ao passado nem se cobrar por "superar logo".
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Estou namorando a 7 meses , minha namorada tem dois filhos pequenos de um relacionamento que a deixo
Estou namorando a 7 meses , minha namorada tem dois filhos pequenos de um relacionamento que a deixou muitas marcas pois o ex era abusivo , batia e torturava psicologicamente, eu tento fazer de tudo digo que amo e faço de tudo mas ela já me falou que não consegue mais amar ninguém por causa do sofrimento que ela teve mas que está tentando me amar mas não promete nada e nem a me tratar bem , fico sem saber o que fazer pq tem hora que estamos bem mas tem hora que ela se distância, estou tendo paciência, agora vamos morar juntos o que eu devo fazer ? Estou confuso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ela carrega feridas profundas de um passado violento, e isso afeta a forma como se relaciona agora. O fato de ela estar tentando, mesmo sem prometer, mostra que há esforço. Porém, morar juntos nesse momento pode aumentar a pressão sobre vocês. Antes de dar esse passo, talvez seja importante conversar com calma sobre expectativas, medos e limites. Você também precisa cuidar de si: amar alguém que não consegue retribuir plenamente pode ser desgastante. Um psicólogo pode ajudar você a entender o que é saudável para os dois e como apoiar sem se anular.
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Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca
Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca apresentou comportamento ou preferencias q sugerisse homossexualidade. Tudo se deu recentemente quando ela estreitou laços com uma colega de aula e começou a frequentar academia com a mesma. Falei pra minha cunhada procurar ajuda esoecializada para saber como agir nesse caso. Fiz o certo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua intenção foi boa, mas é importante lembrar que orientação sexual não é doença. O que ela vive é um processo de autodescoberta, comum na adolescência e no início da vida adulta. O mais útil é que ela encontre acolhimento e escuta, não que seja "tratada". Se a família tiver dificuldade para lidar com isso, pode procurar um psicólogo para orientar os pais, mas sempre com respeito à identidade dela. O ideal é que ela sinta que pode ser quem é sem medo.
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Sintomas de Desrealização,não dá pra saber quando vai passar ? Bom dia !!!!
Sintomas de Desrealização,não dá pra saber quando vai passar ? Bom dia !!!!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A desrealização é uma sensação angustiante de estranheza com o mundo. Ela costuma estar ligada a ansiedade intensa, estresse ou traumas. A boa notícia é que ela tende a diminuir quando a mente se sente mais segura e menos sobrecarregada. O tempo varia de pessoa para pessoa. Procurar ajuda psicológica é essencial para entender o que está mantendo esse estado e para aprender a ancorar a atenção no presente. Não é permanente, embora pareça.
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Como o pensamento dicotômico afeta o processo de luto ?
Como o pensamento dicotômico afeta o processo de luto ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pensamento dicotômico é aquele que divide tudo em extremos: certo ou errado, bom ou mau, superado ou fracassado. No luto, isso pode gerar cobranças como "eu já deveria estar bem" ou "se eu chorar, estou piorando". Essa rigidez impede a pessoa de viver as nuances do processo, que incluem dias bons e ruins, avanços e recuos. Acolher essas contradições é fundamental para atravessar o luto de forma saudável. A análise pode ajudar a flexibilizar essa forma de pensar.
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Quais são as estratégias e técnicas cognitivo comportamentais para luto em mortes repentinas ?
Quais são as estratégias e técnicas cognitivo comportamentais para luto em mortes repentinas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Algumas estratégias incluem: validar os sentimentos sem julgamento; registrar pensamentos e emoções em um diário; identificar e questionar culpas irreais; criar rituais de despedida; retomar atividades gradualmente; e trabalhar a aceitação da ausência. Também é importante aprender a lidar com lembranças e gatilhos sem evitá-los completamente. Um psicólogo com essa abordagem pode adaptar as técnicas ao seu ritmo, ajudando a transformar a dor em memória afetiva sem tanto sofrimento. Pode testar a análise que vai mais a fundo em configurações inconscientes... não se limite pela abordagem.
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É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes
É possível desenvolver transtorno de estresse pós-traumático em decorrência de bullying e ambientes inóspitos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza.
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Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…