Perguntas do paciente (68)

  • Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do

    Olá, tenho 19 anos e estou com depressão profunda que me dificulta com tarefas básicas e em sair do quarto, moro com a minha mãe, mas me sinto estagnada aqui e
    eu queria muito trabalhar, mas deixei oportunidades passar por conta do meu estado, eu passo no caps as vezes e tomo antidepressivo, mas preciso de mais acompanhamento e algo mais efetivo pra sair disso, por isso pensei em internação, mas queria a ajuda de vocês sobre o que posso fazer nessa situação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. Pelo que relata, você está vivenciando um sofrimento importante e merece um acompanhamento mais próximo.
    A internação não é indicada apenas pela intensidade da depressão. Ela depende de uma avaliação individual, principalmente das condições atuais e da existência de risco à sua segurança. Como você já passa pelo CAPS e utiliza medicação, converse com a equipe sobre a piora dos sintomas e a necessidade de reavaliar o tratamento. A psicoterapia também pode ser importante nesse processo de retomada gradual da rotina.


  • Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, às vezes, quando a gente se preocupa demais em ser interessante e atraente para os outros, acaba esquecendo de uma coisa importante: como tem sido a nossa relação com nós mesmos.

    Ser uma pessoa interessante para si não significa precisar ter uma vida extraordinária, estar sempre bem ou ter muitas coisas para contar. Pode começar de coisas bem simples: descobrir o que você gosta, ter curiosidade, experimentar coisas novas, cuidar de si, desenvolver interesses e, principalmente, se permitir conhecer melhor quem você é.

    Quando você se sente mais à vontade na própria companhia, também fica menos preso à necessidade de agradar ou impressionar. E isso costuma tornar os relacionamentos mais leves e autênticos.

    Talvez a pergunta não seja “como faço para ser interessante para os outros?”, mas “o que faria minha própria vida ser mais interessante para mim?”.


  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! O perfeccionismo e a dificuldade em lidar com incertezas podem estar relacionados à ansiedade, mas isso não significa, necessariamente, que exista um TOC. No TOC, é comum haver pensamentos intrusivos e recorrentes que provocam ansiedade, acompanhados de comportamentos ou rituais realizados na tentativa de aliviar esse desconforto. Por isso, uma avaliação profissional é importante para compreender esses padrões e identificar se há, de fato, um transtorno.


  • Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

    Olá!
    Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
    Eu também tenho a sensação de não pertencimento
    O que de fato é está se curando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, como vai ?
    Pelo que você relata, já houve uma mudança importante: situações que antes geravam muita ansiedade e faziam você se sentir travada hoje parecem mais possíveis de enfrentar. Isso é um sinal relevante de evolução. Melhorar da ansiedade social não significa necessariamente deixar de ser uma pessoa mais quieta ou nunca mais se incomodar com comentários.
    Esses comentários podem tocar justamente em uma história em que ser tímida e se sentir diferente trouxe sofrimento. Por isso, ainda incomodarem não significa que você não esteja evoluindo. A terapia pode ajudar a pessoa a conseguir se relacionar e se posicionar com mais liberdade, sem que o medo da avaliação dos outros determine tanto o que você faz.


  • Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico

    Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Sinto muito que esteja passando por um momento tão difícil. Quando percebemos que determinadas pesquisas aumentam a ansiedade e o medo, pode ser importante interromper esse ciclo de buscas, pois ele pode acabar mantendo e intensificando o sofrimento.

    Essas ideias e medos podem ser trabalhados em psicoterapia, assim como a dificuldade de sair de casa, de forma gradual e respeitando o seu momento. Como você relata que não consegue realizar terapia online, a terapia presencialmente pode ser inclusive o começo dessa exposição gradual em relação a dificuldade de sair de casa. Procure pela abordagem comportamental, é uma abordagem que trabalha com esse tipo de exposição.


  • Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus

    Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Dificuldades de foco podem estar relacionadas a diferentes fatores, e a mudança de rotina durante e após a pandemia pode ter contribuído para a perda de alguns hábitos e para o aumento do tempo em atividades de recompensa imediata, como as redes sociais.

    Em vez de tentar recuperar a produtividade de uma vez, pode ser mais efetivo retomar gradualmente atividades que exigem concentração, começando por períodos curtos e criando uma rotina que seja possível manter no dia a dia.

    Também é importante observar se essa dificuldade de atenção é persistente e está afetando outras áreas da vida, pois nesse caso uma avaliação psicológica pode ajudar a compreender melhor o que está contribuindo para isso.


  • Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Essa sensação pode acontecer, principalmente para quem já vivenciou episódios de depressão. Depois de acontecimentos difíceis, é possível que alguns padrões de pensamentos, sentimentos e comportamentos associados a episódios anteriores voltem a aparecer. Isso não significa que a depressão irá necessariamente retornar, mas pode indicar um período de maior vulnerabilidade, que merece atenção.


  • Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

    Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Dificuldade de concentração, agitação e pensamentos acelerados podem acontecer por diversos motivos, como estresse, sobrecarga, ansiedade, privação de sono ou até dificuldades relacionadas à própria rotina de trabalho.

    Por isso, antes de pensar em um diagnóstico, é importante compreender quando esses sintomas começaram, em quais situações aparecem e o quanto têm afetado sua rotina. Se estão frequentes e trazendo prejuízos, uma avaliação com um profissional pode ajudar a identificar o que está acontecendo e pensar nas estratégias mais adequadas.


  • Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro,

    Minha filha de 7 anos, tem um panico absurdo mesmo, de ficar travada gritando quando ve um cachorro, um pombo, um gato, etc....Qual especialista devo procurar?
    Muito obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! Quando esse medo é muito intenso, como você descreve, e interfere na rotina da criança, é importante buscar avaliação com um psicólogo infantil. Ele irá identificar os fatores que mantêm esse medo e propor um tratamento adequado. Se necessário, poderá indicar uma avaliação com um psiquiatra infantil. Com acompanhamento, esse tipo de dificuldade costuma apresentar boa evolução.


  • Por que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser "duas pessoas diferentes"

    Por que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser "duas pessoas diferentes" em contextos diferentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline podem parecer “diferentes” conforme o contexto, devido à instabilidade emocional e de identidade.

    Isso não significa que sejam duas pessoas, mas que suas reações variam de acordo com o ambiente e, principalmente, com a percepção de rejeição ou segurança nas relações.

    Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver mais estabilidade nessas respostas.


  • Como melhorar a tolerância à frustração no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    Como melhorar a tolerância à frustração no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    No Transtorno de Personalidade Borderline, a tolerância à frustração pode ser mais baixa devido à intensidade emocional e à sensibilidade a rejeições.

    O trabalho terapêutico costuma focar no desenvolvimento de estratégias de regulação emocional, ampliação do repertório de enfrentamento e construção de respostas mais flexíveis diante de situações difíceis. Esse processo, conduzido de forma estruturada, contribui gradualmente para maior estabilidade e manejo das frustrações.


  • Como o estresse influencia a “aparente incoerência” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    Como o estresse influencia a “aparente incoerência” no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, no Transtorno de Personalidade Borderline, o estresse pode intensificar a instabilidade emocional e a sensibilidade nas relações, o que pode dar a impressão de incoerência nos pensamentos, sentimentos e comportamentos.

    Na prática, essas mudanças costumam estar relacionadas à forma como a pessoa percebe e reage às situações, especialmente em contextos de maior sobrecarga emocional. O acompanhamento psicológico ajuda a compreender esses padrões e a desenvolver maior regulação emocional ao longo do tempo.


  • O que caracteriza o fim saudável da dependência terapêutica?

    O que caracteriza o fim saudável da dependência terapêutica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, o fim saudável da dependência terapêutica é marcado pelo aumento da autonomia do paciente, sem ruptura abrupta do vínculo.
    De modo geral, observa-se que o paciente passa a lidar melhor com suas emoções, utiliza estratégias aprendidas na terapia no dia a dia e consegue se autorregular com mais independência.
    Além disso, as sessões tendem a ser mais espaçadas, e o encerramento do processo ocorre de forma combinada e consciente.
    Ou seja, não se trata de “não precisar mais do terapeuta”, mas de ter desenvolvido recursos internos suficientes para seguir com mais segurança e autonomia.


  • Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode querer “agradar” o terapeut

    Por que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode querer “agradar” o terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem, em alguns momentos, tentar “agradar” o terapeuta como uma forma de lidar com inseguranças no vínculo.
    Isso geralmente está relacionado ao medo de abandono, à necessidade de validação e à sensibilidade à forma como são percebidos pelo outro. Em alguns casos, o paciente pode adaptar falas ou comportamentos buscando manter a relação terapêutica segura.

    Na terapia, ele é acolhido e trabalhado, favorecendo o desenvolvimento de maior autenticidade, autonomia emocional e relações mais estáveis.


  • Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm mais risco de dependência terapêutica

    Pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) têm mais risco de dependência terapêutica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, há, sim, maior risco de vínculos intensos, mas quando o processo é bem conduzido, a terapia não reforça dependência, ela promove mais autonomia, regulação emocional e relações mais saudáveis fora do setting terapêutico.


  • Qual o impacto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) nas relações terapêuticas de longo pr

    Qual o impacto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) nas relações terapêuticas de longo prazo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, o Transtorno de Personalidade Borderline pode trazer intensidade emocional, sensibilidade à rejeição e oscilações no vínculo terapêutico ao longo do tempo.

    Por isso, o processo exige consistência, limites claros e uma condução cuidadosa, favorecendo a construção de um vínculo estável e o desenvolvimento de regulação emocional.


  • Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a percepção de si mesmo?

    Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) afeta a percepção de si mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá. No Transtorno de Personalidade Borderline, é frequente uma instabilidade na autoimagem, com variações na forma como a pessoa se percebe, sente e se define.

    Essas oscilações podem gerar sensação de vazio, dúvidas sobre a própria identidade e maior sensibilidade nas relações, influenciando a percepção de si ao longo do tempo. Nesse contexto, o acompanhamento psicológico é um recurso importante para favorecer maior estabilidade e compreensão desses padrões.


  • Quais os prejuízos do hiperfoco no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    Quais os prejuízos do hiperfoco no Funcionamento Intelectual Limítrofe (FIL) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, o hiperfoco no Funcionamento Intelectual Limítrofe pode levar a uma visão muito restrita das próprias capacidades, fazendo com que a pessoa seja vista apenas pelas dificuldades. Isso pode aumentar insegurança, reduzir oportunidades de desenvolvimento e reforçar estigmas, em vez de considerar também habilidades, contexto e possibilidades de apoio.


  • Quais são as diferenças entre Hiperfoco e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Quais são as diferenças entre Hiperfoco e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá! É um tema com vários aspectos, então vou destacar as diferenças principais.

    Diferença principal: o hiperfoco é um estado de atenção intensa, enquanto o TOC é um transtorno caracterizado por obsessões e compulsões que geram sofrimento.
    Hiperfoco
    É a capacidade de manter a atenção profundamente em uma atividade de interesse. Pode ocorrer, por exemplo, em pessoas com TDAH. Em geral, não envolve medo, pensamentos intrusivos ou necessidade de rituais, e pode até ser produtivo, embora às vezes dificulte mudar de tarefa.

    TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo)
    Envolve pensamentos intrusivos e recorrentes (obsessões) que causam ansiedade, levando a comportamentos ou rituais repetitivos (compulsões) para aliviar esse desconforto. Costuma gerar sofrimento significativo e prejuízo no dia a dia.


  • Como a neuropsicologia avalia a criatividade? .

    Como a neuropsicologia avalia a criatividade? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Lucineide Maria Rocha Savazi

    Olá, a neuropsicologia avalia a criatividade de forma indireta, analisando processos cognitivos que a sustentam, como flexibilidade cognitiva, fluência de ideias, planejamento e controle inibitório.

    Isso é feito por meio de testes e tarefas que observam a capacidade de gerar diferentes soluções, fazer associações e se adaptar a novas situações.

    Mais do que medir “criatividade” em si, a avaliação busca compreender como esses processos estão funcionando no indivíduo.


Perguntas frequentes

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