Perguntas do paciente (19)

  • Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e ba

    Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e baixos agora ele pediu um tempo ele chora bastante,fala q dói por está fazendo isso ,parece está confuso ,todos os domingos ele fica comigo a gente namora temos uma ótima conexão quando volta pra casa da mãe no dia seguinte ele já fica distante,agora ele fala q fica lembrando de coisas q aconteceu no casamento q não resolvemos e está ferindo ele aí começa a falar só as feridas q eu fiz as q ele fez ele nem comenta .agora está se sentindo mal por agente fazer sexo aos domingos e ele está achando q está me usando.de uma certa forma eu sei q é errado a gente fazer isso .mas ele falou tbm q não tem vontade de voltar a dormir em casa que está quase sem vontade de voltar , mas sempre chora quando vai se abrir com alguém.então eu acho q ele deve está com esse bloqueio.oq podemos fazer para resolver outra coisa falei pra ele procurar ajuda profissional ele fala q não confia nesses profissionais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Olá! Pelo seu relato, é possível perceber que seu esposo está vivendo um sofrimento emocional importante, com muita confusão interna, culpa e dor. Os altos e baixos, o choro frequente e a dificuldade de se posicionar indicam que ele não está indiferente, mas sim emocionalmente sobrecarregado.
    Relembrar feridas antigas que não foram elaboradas pode intensificar esse sofrimento e gerar ambivalência: momentos de proximidade seguidos de afastamento. Isso não significa necessariamente falta de amor, mas aponta para conflitos emocionais que precisam ser cuidados.
    O mais indicado, nesse momento, é que ele tenha um espaço seguro de escuta profissional, onde possa compreender melhor o que sente e elaborar essas dores de forma saudável. Caso ele tenha resistência à terapia, você pode, se possível, buscar apoio para si, pois isso também ajuda a lidar com a situação de forma mais clara e protegida emocionalmente.
    Evite assumir sozinha a responsabilidade por esse processo. Relações saudáveis exigem cuidado de ambas as partes. Se o sofrimento persistir ou se intensificar, a ajuda profissional se torna ainda mais importante.


  • Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem

    Quais são os sinais de ansiedade que indicam que é importante procurar ajuda profissional, mesmo sem ter uma crise de pânico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Não é preciso ter uma crise de pânico para a ansiedade merecer atenção. Alguns sinais importantes são: preocupação constante e difícil de controlar, cansaço excessivo e sensação de esgotamento, tensão muscular frequente, insônia ou sono não reparador, irritabilidade e sensibilidade emocional, dificuldade de concentração, sintomas físicos recorrentes (taquicardia, falta de ar leve, dor no estômago), evitar situações por medo ou insegurança, pensamentos acelerados e autocrítica intensa, quando a ansiedade começa a prejudicar a rotina ou os relacionamentos.
    Se esses sinais são frequentes e trazem sofrimento, já é recomendado buscar apoio psicológico. A terapia ajuda a identificar gatilhos, reorganizar pensamentos e desenvolver estratégias para recuperar o bem-estar.


  • Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    Para ansiedade precisa de psiquiatra e psicóloga? É bom passar nos dois profissionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Nem sempre é necessário passar pelos dois profissionais ao mesmo tempo. Na maioria dos casos, a psicoterapia é o primeiro passo recomendado, pois o psicólogo(a) trabalha os pensamentos, emoções e comportamentos que mantêm a ansiedade, ajudando o paciente a desenvolver estratégias reais de enfrentamento. O psiquiatra é indicado quando: os sintomas são intensos ou persistentes; há grande prejuízo na rotina (sono, apetite, trabalho, relacionamentos); a pessoa apresenta crises frequentes, pensamentos muito acelerados, medo constante ou dificuldade de realizar atividades do dia a dia.
    Os medicamentos ajudam a reduzir os sintomas físicos e emocionais, possibilitando estabilidade, mas não tratam as causas profundas. Por isso, mesmo quando o psiquiatra entra no cuidado, a psicoterapia continua essencial.
    Em muitos casos, a combinação de psicoterapia + psiquiatria é o tratamento mais eficaz, pois um profissional complementa o trabalho do outro.


  • Como indivíduos com autismo entendem suas emoções? O processo deles é semelhante ao de indivíduos ne

    Como indivíduos com autismo entendem suas emoções? O processo deles é semelhante ao de indivíduos neurotípicos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Cada pessoa vivencia as emoções de maneira única, e no caso do Transtorno do Espectro Autista, o que observamos não é a ausência de sentimentos, mas um processo diferente de reconhecimento, compreensão e expressão emocional.
    Muitas pessoas no espectro sentem emoções de forma intensa, porém podem ter dificuldade em identificar, nomear ou comunicar o que estão sentindo. Com acompanhamento psicológico, é possível desenvolver maior consciência emocional, estratégias de regulação e formas mais adaptativas de lidar com essas vivências, sempre respeitando a singularidade de cada indivíduo.


  • A "confusão mental" é um sintoma da desregulação emocional?

    A "confusão mental" é um sintoma da desregulação emocional?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Sim, a confusão mental é um sintoma da desregulação emocional, e a psicoterapia ajuda a regular as emoções, reduz a hiperativação do sistema nervoso e fortalece recursos de autorregulação. Com isso, a clareza mental tende a melhorar gradualmente. Técnicas de psicoeducação, regulação emocional, organização de pensamentos e manejo do estresse são especialmente eficazes.


  • A rigidez cognitiva é um sintoma central do autismo?

    A rigidez cognitiva é um sintoma central do autismo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Sim, a rigidez cognitiva é considerada um sintoma central e bastante característico do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
    Ela se refere à dificuldade de flexibilizar pensamentos, rotinas, comportamentos ou maneiras de resolver problemas.
    Apesar de ser frequente no TEA, a intensidade varia muito de pessoa para pessoa, e intervenções terapêuticas (como TCC, treino de habilidades sociais, regulação emocional e estratégias comportamentais) podem ajudar bastante a promover flexibilidade cognitiva.


  • Acho que tenho TOC de pensamento relacionado a pornografia. Foram 16 anos de consumo desde a infânci

    Acho que tenho TOC de pensamento relacionado a pornografia. Foram 16 anos de consumo desde a infância marcados por um abuso leve aos 5 anos. Decidi parar faz duas semanas, mas conteúdos sexuais do passado que me envergonho de ter consumido me atormentam. Sinto que está ficando pior a cada dia. Também já tive compulsões no passado após sofrer assaltos (não cheguei a tratar).
    Às questões principais são: a TCC que tanto falam pode me ajudar sem que eu tenha que ver diretamente as imagens de cunho erótico?Como posso me tratar sem que isso me incomode ou cause alguma resposta groinal? Existe outra forma de tratar?
    Agradeço qualquer resposta.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Primeiramente, quero reconhecer a sua coragem em falar sobre um assunto tão delicado e em buscar ajuda. O que você descreveu demonstra muito sofrimento, e é importante reconhecer o passo significativo que você deu ao procurar apoio, isso já faz parte do processo de recuperação.

    Respondendo à sua pergunta: sim, a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode te ajudar e muito. Essa abordagem não exige que você veja imagens de conteúdo sexual. O foco da terapia é identificar e compreender os pensamentos obsessivos, com o objetivo de reduzir o impacto emocional e fisiológico que eles causam.

    Durante o processo terapêutico, você aprenderá a lidar de forma mais saudável com a culpa e a ansiedade, além de modificar crenças distorcidas e padrões de evitação que alimentam o ciclo do TOC. A TCC oferece ferramentas práticas para que você recupere o controle sobre seus pensamentos e viva com mais leveza e autocompaixão.


  • . O que é rigidez cognitiva e como ela afeta a comunicação não verbal no Transtorno do Espectro Auti

    . O que é rigidez cognitiva e como ela afeta a comunicação não verbal no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Rigidez cognitiva é a dificuldade de mudar pensamentos, crenças, hábitos ou comportamentos diante de novas informações ou contextos. Em termos simples, é quando a pessoa fica presa a uma forma de pensar ou agir, mesmo que exista uma alternativa mais adequada ou eficiente. Ela torna a comunicação não verbal mais rígida e menos adaptativa, dificultando a interação social. Entender isso é fundamental para criar estratégias de ensino, terapia e intervenção, como suporte visual, ensaio de situações sociais e exercícios de flexibilidade cognitiva.


  • Quais são as consequências do diagnóstico tardio do autismo em adultos?

    Quais são as consequências do diagnóstico tardio do autismo em adultos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    O diagnóstico tardio pode trazer sérias consequências para a saúde mental, favorecendo o desenvolvimento de quadros de depressão e transtornos de ansiedade, além de impactar negativamente a vida social e o bem-estar geral da pessoa.


  • Por que autismo é um espectro e não uma doença? .

    Por que autismo é um espectro e não uma doença? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    O autismo não é uma doença porque não se trata de algo a ser curado. É um espectro, pois se manifesta de formas e intensidades diferentes em cada pessoa. Cada indivíduo autista tem suas próprias habilidades, desafios e formas únicas de ver o mundo. O autismo é uma condição relacionada ao desenvolvimento do cérebro que afeta a forma como uma pessoa percebe o mundo e se socializa.


  • Estereotipia é sinal de autismo? .

    Estereotipia é sinal de autismo? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    As estereotipias são comportamentos frequentemente observados em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). As estereotipias ajudam a regular a entrada sensorial e manter um estado de equilíbrio, ajuda a reduzir a ansiedade, é uma forma de expressar as emoções, e também uma alternativa para expressar sentimentos e pensamentos.


  • Quais são os transtornos da neurodiversidade? .

    Quais são os transtornos da neurodiversidade? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Dislexia, Disgrafia e Síndrome de Tourette. A neurodiversidade também abrange transtornos como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), Altas Habilidades/Superdotação, e outros transtornos de aprendizado e de desenvolvimento neurológico.


  • Como a psicologia pode ajudar um paciente com névoa do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?

    Como a psicologia pode ajudar um paciente com névoa do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    A psicologia auxilia não só nos sintomas emocionais, mas também nos cognitivos, ajudando o paciente com LES a recuperar funcionalidade, reduzir sofrimento e desenvolver uma rotina mais leve e organizada, mesmo com a névoa mental.


  • Quais são os benefícios da atenção plena para o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    Quais são os benefícios da atenção plena para o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    A mindfulness pode ser integrada ao tratamento do Transtorno Obsessivo- Compulsivo (TOC) como um recurso complementar dentro da Terapia Cognitivo Comportamental. Ela ajuda o paciente a observar pensamentos intrusivos sem reagir a eles, reduzindo a urgência de realizar compulsões.
    A prática de atenção plena também melhora a tolerância à ansiedade e à incerteza, habilidades fundamentais para o processo de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR), que é o tratamento mais eficaz para o TOC. Com o mindfulness, o paciente aprende a reconhecer gatilhos, regular emoções e permanecer no momento presente, tornando a terapia mais efetiva ao longo do tempo.


  • Qual o papel do terapeuta na promoção da neuroplasticidade?

    Qual o papel do terapeuta na promoção da neuroplasticidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    O terapeuta promove neuroplasticidade ao guiar o paciente na prática repetida de novos padrões mentais e comportamentais, permitindo que o cérebro se reorganize e funcione de forma mais equilibrada. Por meio da psicoeducação, identificação e mudança de padrões disfuncionais, exposição gradual a novas experiências, treino de habilidades, e relação terapêutica segura.


  • "A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode me ajudar a lidar com a hipervigilância somática mesm

    "A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode me ajudar a lidar com a hipervigilância somática mesmo que ela seja causada por traumas?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Sim. A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) pode ajudar de forma significativa na hipervigilância somática, mesmo quando ela está relacionada a experiências traumáticas.
    Na TCC, o paciente aprende a identificar padrões de pensamentos e sensações, compreende como o trauma influencia o corpo e desenvolve respostas mais equilibradas.
    Além disso, a psicoeducação, a reestruturação cognitiva, o treino de habilidades de regulação emocional e as práticas de grounding ajudam a reduzir o medo das sensações corporais e a restaurar a sensação interna de segurança.


  • Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?

    Desejaria de saber qual é a diferença do psicólogo e do psiquiatra?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    A principal diferença está na formação e no tipo de tratamento oferecido. O psicólogo é o profissional que trabalha com psicoterapia. Ele ajuda o paciente a compreender seus pensamentos, emoções e comportamentos, identificando padrões e desenvolvendo estratégias para lidar melhor com os desafios emocionais. A atuação é focada em acolhimento, reflexão, mudanças comportamentais e fortalecimento emocional e sem uso de medicamentos.
    Já o psiquiatra é um médico especializado na saúde mental. Ele realiza diagnóstico médico e pode prescrever medicamentos quando necessário. Sua atuação é especialmente importante em casos moderados ou graves, como ansiedade intensa, transtornos de humor, depressão severa, transtorno bipolar, entre outros.
    Na prática, psicoterapia e psiquiatria podem se complementar. Enquanto o psiquiatra ajuda a estabilizar sintomas biológicos com medicamentos, o psicólogo trabalha as causas emocionais e comportamentais, promovendo mudanças duradouras.


  • Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalist

    Lido com Transtorno de ansiedade, depressão e pânico. Como complemento, devo procurar um psicanalista ou um psicólogo?
    Já fazia acompanhamento com um psiquiatra.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Tanto o psicólogo quanto o psicanalista podem ajudar, mas a escolha depende do tipo de tratamento que você busca.

    Como você já trata com um psiquiatra e apresenta ansiedade, depressão e pânico, o mais recomendado é procurar um(a) psicólogo(a) de abordagem baseada em evidências, como a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC).
    A TCC ajuda a reduzir sintomas, identificar gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com crises.
    A Psicanálise também pode ser útil, mas geralmente é um processo mais longo e introspectivo, voltado ao autoconhecimento. Pode complementar, mas não substitui o trabalho estruturado da psicoterapia voltada para sintomas.


  • Como faço para me acalmar quando tenho crises de ansiedade?

    Como faço para me acalmar quando tenho crises de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Márcia Varella Alves da Silva

    Durante uma crise de ansiedade, o corpo entra em estado de alerta máximo, e isso pode gerar sintomas intensos como falta de ar, tremores, coração acelerado e sensação de perda de controle. Algumas estratégias podem ajudar a reduzir essa ativação:

    1. Respiração diafragmática
    Inspire pelo nariz contando até 4, segure por 2 segundos e solte lentamente pela boca contando até 6. Isso sinaliza ao cérebro que o corpo pode relaxar.

    2. Aterramento
    Use os sentidos para voltar ao momento presente.
    Por exemplo: nomeie 5 coisas que você vê, 4 que você toca, 3 que você ouve, 2 que você cheira e 1 que você sente o gosto.

    3. Relaxamento muscular
    Tensione e relaxe grupos musculares aos poucos, começando pelos pés e subindo até o rosto. Isso reduz a tensão acumulada.

    4. Falar consigo mesmo de forma calma
    Frases como “Isso vai passar”, “Estou segura(o)”, “É uma crise, não um perigo real” ajudam a reduzir o medo.

    5. Técnicas de respiração breve (respirar em saco de papel não é recomendado)
    Manter o foco na respiração é suficiente para regular o corpo.

    6. Buscar psicoterapia
    A terapia ensina a identificar gatilhos, antecipar crises e desenvolver estratégias personalizadas para preveni-las e reduzi-las com o tempo.

    Se as crises forem frequentes ou intensas, é importante buscar acompanhamento psicológico e, em alguns casos, avaliação psiquiátrica.


Perguntas frequentes

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