Perguntas do paciente (546)
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Estava tomando 1200mg de carbonato de lítio mas minha litemia deu muito baixa, então meu psiquiatra
Estava tomando 1200mg de carbonato de lítio mas minha litemia deu muito baixa, então meu psiquiatra trocou pelo carbolitium CR 900mg. Minha pergunta é não se trata do mesmo medicamento? Ou tem alguma diferença entre eles? O carbolitium CR é superior ao carbonato de lítio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os dois medicamentos têm o mesmo princípio ativo: carbonato de lítio. A diferença está principalmente na forma de liberação do medicamento. O Carbolitium CR® é uma formulação de liberação controlada, que libera o lítio de maneira mais gradual e prolongada no organismo, enquanto o carbonato de lítio convencional apresenta uma liberação mais imediata.
O Carbolitium CR® não é necessariamente mais forte ou superior ao carbonato de lítio comum. A mudança de 1200 mg para 900 mg não significa obrigatoriamente redução de eficácia, pois a resposta ao lítio depende da litemia atingida, da absorção individual, do horário da coleta do exame em relação à última dose, função renal, hidratação, consumo de sal e outros medicamentos utilizados.
Em alguns pacientes, a formulação de liberação controlada pode oferecer vantagens, como maior estabilidade dos níveis séricos ao longo do dia e melhor tolerabilidade de alguns efeitos colaterais. Porém, o objetivo principal continua sendo alcançar uma faixa terapêutica adequada de lítio no sangue e controlar os sintomas clínicos.
Após a troca, é comum o psiquiatra solicitar uma nova litemia após o período adequado de adaptação, além de acompanhar função renal e tireoide. O ajuste deve ser sempre individualizado, pois a dose em miligramas não determina sozinha a potência do tratamento.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial no tratamento de transtorno bipolar, transtornos de humor, depressão resistente, ansiedade associada e instabilidade emocional, além de sintomas como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtorno depressivo e TDAH em adultos, quando presentes.
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Estou tomando sertralina há um tempo, mas qnd tomo da geolab eu sinto menos eficácia. É normal?
Estou tomando sertralina há um tempo, mas qnd tomo da geolab eu sinto menos eficácia. É normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, algumas pessoas relatam perceber diferença ao trocar o laboratório da sertralina, mas é importante entender que, de acordo com as normas regulatórias, os medicamentos genéricos aprovados devem apresentar o mesmo princípio ativo, dose, qualidade e equivalência terapêutica esperada em relação ao medicamento de referência.
A sertralina da Geolab contém o mesmo princípio ativo da sertralina de outros fabricantes. Porém, na prática clínica, alguns pacientes relatam sentir alterações ao trocar a marca, como mudança na percepção da eficácia, retorno parcial de sintomas de ansiedade, piora do sono, maior irritabilidade ou alteração da disposição. Isso pode ocorrer por diferenças individuais na absorção, nos excipientes da formulação ou até pela coincidência com períodos de maior estresse ou oscilação do próprio transtorno.
Se você percebe um padrão consistente de que fica melhor com uma determinada apresentação e piora com outra, vale conversar com seu psiquiatra. Ele pode avaliar se faz sentido manter um laboratório específico ou investigar se existe outro fator influenciando a resposta ao tratamento.
Não é recomendado interromper ou trocar a sertralina por conta própria, pois a estabilidade depende muito da regularidade do uso.
O acompanhamento psiquiátrico é fundamental para ajustar o tratamento de ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, quando presentes.
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Por que o Anafranil não fabrica mais? Ele era um medicamento maravilhoso.
Por que o Anafranil não fabrica mais? Ele era um medicamento maravilhoso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Anafranil (clomipramina) é realmente um medicamento com uma história importante na Psiquiatria, especialmente no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), além de alguns quadros de depressão, ansiedade e transtorno do pânico. Muitas pessoas relatam uma resposta muito positiva com ele devido à sua potente ação sobre o sistema serotoninérgico.
Entretanto, dificuldades de fabricação, disponibilidade comercial, decisões da indústria farmacêutica ou mudanças no mercado podem fazer com que algumas apresentações deixem de ser encontradas em determinados locais. Isso não significa que o medicamento tenha deixado de ser eficaz ou que tenha sido considerado inadequado.
A clomipramina continua sendo uma medicação reconhecida na Psiquiatria, porém exige acompanhamento devido ao seu perfil de efeitos colaterais e necessidade de ajuste individualizado. O psiquiatra avalia alternativas conforme o caso, considerando sintomas como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtornos de humor, TOC e qualidade de vida, buscando o melhor equilíbrio entre eficácia e segurança.
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Boa tarde estou tomando sertralina a 1 mês e 4 dias ! Nesse primeiro mês estava tomando sertralina
Boa tarde estou tomando sertralina a 1 mês e 4 dias ! Nesse primeiro mês estava tomando sertralina de 50 mg do laboratório tolrest agora entrando nesse segundo mês estou tomando do laboratório Zoloft 50mg as crises de ansiedade e de pânico passaram ! Só estou sentindo sensação de olhos pesados parecendo que acabou de acordar ! E cansaço e normal esse efeito já que tem 1 mês ? O médico me passou ansitec de 5 mg na minha segunda consulta será que o ancitec ajuda a combater esse cansaço nos olhos ? E sono vontade de ficar deitado ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A sensação de olhos pesados, sonolência e cansaço pode ocorrer durante o tratamento inicial com sertralina, mesmo após 1 mês de uso, pois algumas pessoas apresentam uma adaptação mais lenta ao medicamento. A melhora das crises de ansiedade e dos ataques de pânico é um sinal positivo de resposta terapêutica, porém sintomas residuais como fadiga e baixa energia podem permanecer por algumas semanas.
A troca entre laboratórios (Tolrest e Zoloft) geralmente mantém o mesmo princípio ativo, a sertralina 50 mg, mas algumas pessoas podem perceber pequenas diferenças individuais de tolerabilidade. O Ansitec (buspirona) é uma medicação utilizada principalmente como auxiliar no tratamento da ansiedade, mas não costuma ser uma medicação específica para combater sonolência ou sensação de olhos pesados. Em alguns pacientes pode melhorar sintomas ansiosos que contribuem para o cansaço.
É importante conversar com o psiquiatra antes de qualquer ajuste, pois pode ser necessário avaliar horário da sertralina, qualidade do sono e outras causas de fadiga. O acompanhamento busca manter o controle da ansiedade, depressão, crise de ansiedade, estresse, irritabilidade, transtornos de humor e qualidade de vida, ajustando o tratamento conforme sua evolução.
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Meu pai e diagnósticado com transtorno dde bordeline, mas ele não aceita a anos que ele tem algo, e
Meu pai e diagnósticado com transtorno dde bordeline, mas ele não aceita a anos que ele tem algo, e não quer ir a um especialista. Nem remédios, ele fala que não funciona mas com ele. No caso ele fica muito agressivo, inventa coisas que não acontecerem, uma situação minina ele aumenta muito, não sei mas oque fazer, pois está prejudicando nossa família, e ele não aceita que ninguem vai embora, ele mobiliza a gente dizendo que vai cometer suicídio. Eu marcando com algum especialista, eles podem me passar algum medicamento que eu oferte a ele?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode envolver intensa dificuldade de regulação emocional, medo de abandono, impulsividade, irritabilidade, explosões de raiva e, em alguns casos, ameaças de suicídio durante momentos de sofrimento emocional. Esses comportamentos podem gerar grande impacto nos relacionamentos familiares e exigem uma abordagem cuidadosa.
Um psiquiatra pode avaliar o quadro e orientar a família, porém não é adequado oferecer uma medicação sem que seu pai seja avaliado e sem que ele saiba do tratamento. Não existe um medicamento específico que “cure” o TPB; as medicações, quando indicadas, costumam ser utilizadas para sintomas associados, como ansiedade, depressão, insônia, irritabilidade, impulsividade e crises emocionais.
Como ele não aceita ajuda, a família pode buscar uma consulta de orientação com um psiquiatra para receber estratégias de manejo, entender como estabelecer limites e como agir diante de ameaças de autoagressão. Se ele falar em suicídio com intenção, planejamento ou acesso a meios, é necessário procurar atendimento de urgência.
O tratamento adequado envolve principalmente psicoterapia especializada e acompanhamento psiquiátrico, buscando melhorar a estabilidade emocional, os relacionamentos e a qualidade de vida. A avaliação profissional também ajuda a diferenciar sintomas do TPB, transtornos de humor, depressão, ansiedade ou outras condições que podem estar contribuindo para esse comportamento.
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Tomo paroxetina há 30 anos pela manhã. Há 24 dias, a psiquiatra mudou o horário para a tarde devido
Tomo paroxetina há 30 anos pela manhã. Há 24 dias, a psiquiatra mudou o horário para a tarde devido a sonolência. Desde então, sinto ansiedade extrema e depressão grave (como se o remédio fosse água). Acordo às 2h da manhã com sintomas fortes de abstinência. Além disso, tentei reduzir o Rivotril de 10 para 8 gotas (com quetiapina 25mg à noite) e piorei muito. Essa piora na madrugada é pela mudança de horário da paroxetina ou o remédio pode ter perdido a eficácia aos 60 anos? Como estabilizar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo seu relato, existem alguns fatores que podem estar contribuindo para essa piora, e é importante analisar o conjunto, não apenas a paroxetina isoladamente.
A mudança do horário da paroxetina da manhã para a tarde pode, em algumas pessoas, alterar a percepção dos sintomas, principalmente após muitos anos usando a mesma rotina. A paroxetina tem uma meia-vida relativamente curta em comparação com alguns outros antidepressivos, e algumas pessoas são mais sensíveis a variações nos níveis do medicamento ao longo do dia. Isso pode gerar sensação de “falha” do remédio, ansiedade, piora do humor ou sintomas parecidos com descontinuação.
Além disso, a redução do Rivotril® (clonazepam) de 10 para 8 gotas após uso prolongado pode ter um papel importante. Mesmo uma redução considerada pequena pode causar sintomas de retirada em algumas pessoas, como ansiedade intensa, despertar de madrugada, sensação de angústia, insônia, piora da depressão e sintomas físicos. Quando há mais de uma alteração ao mesmo tempo (mudança do horário do antidepressivo + redução do benzodiazepínico), fica mais difícil identificar qual fator está predominando.
Aos 60 anos, não significa necessariamente que a paroxetina “perdeu o efeito”. Porém, ao longo dos anos podem ocorrer mudanças na resposta do organismo, no metabolismo, no sono, nos hormônios, em condições clínicas e na própria evolução do transtorno, fazendo com que seja necessário reavaliar o tratamento.
Para estabilizar, o ideal é conversar novamente com sua psiquiatra antes de fazer novas mudanças. Pode ser necessário avaliar:
se o melhor horário da paroxetina é novamente pela manhã;
se a redução do Rivotril foi rápida demais para o seu caso;
se a dose atual da paroxetina continua adequada;
se existem outros fatores contribuindo para a piora.
Não faça aumentos ou reduções por conta própria, principalmente com clonazepam, pois ajustes muito rápidos podem intensificar os sintomas.
O acompanhamento psiquiátrico é fundamental em situações envolvendo ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo e transtorno do pânico, para ajustar o tratamento de forma segura e individualizada.
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Estou no 14 dias do escitalopram ainda amanheci com enjôo e um pouco de tontura isso é normal?
Estou no 14 dias do escitalopram ainda amanheci com enjôo e um pouco de tontura isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ser normal. Com 14 dias de uso do escitalopram, o organismo ainda pode estar em fase de adaptação ao medicamento. Alguns efeitos colaterais são relativamente comuns no início, como náuseas, tontura, desconforto no estômago, alteração do sono, cansaço ou uma sensação de mal-estar ao acordar.
Em geral, esses efeitos tendem a melhorar ao longo das primeiras semanas, frequentemente entre 2 e 6 semanas, enquanto o efeito terapêutico para sintomas de ansiedade e depressão costuma ficar mais evidente após 4 a 8 semanas de uso contínuo.
Algumas medidas podem ajudar, como tomar a medicação sempre no mesmo horário, evitar jejum se o seu médico orientou que pode ser tomada com alimento e manter boa hidratação. Porém, não altere dose ou horário sem conversar com o psiquiatra.
É importante procurar orientação médica se houver piora intensa da ansiedade, agitação importante, pensamentos de autoagressão, desmaios, vômitos persistentes ou tontura incapacitante.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial no tratamento de ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, avaliando a resposta ao escitalopram e possíveis ajustes no tratamento.
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Hoje minha mãe tomou o venlift OD 150mg pela primeira vez e ela perdeu a vontade de urinar e tem pou
Hoje minha mãe tomou o venlift OD 150mg pela primeira vez e ela perdeu a vontade de urinar e tem pouco apetite.Pode ser efeito colateral do medicamento ou não?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, esses sintomas podem estar relacionados ao início do uso do Venlift OD® (venlafaxina de liberação prolongada), principalmente por ter sido a primeira dose. A venlafaxina pode causar alguns efeitos adversos nas primeiras semanas, como redução do apetite, náuseas, boca seca, tontura, sonolência ou dificuldade para iniciar o sono.
A diminuição da vontade de urinar merece uma atenção maior. Embora não seja um dos efeitos mais comuns, a venlafaxina pode, em algumas pessoas, contribuir para dificuldade de esvaziar a bexiga (retenção urinária). É importante observar se ela está apenas com menos vontade de urinar ou se está tentando urinar e não consegue, sente dor/pressão na parte baixa da barriga ou passa muitas horas sem eliminar urina.
Se houver incapacidade de urinar, dor abdominal, confusão, agitação intensa ou piora importante do estado geral, é recomendado procurar atendimento médico. Caso contrário, vale avisar o psiquiatra que prescreveu, especialmente porque a dose de 150 mg já é uma dose terapêutica significativa e a adaptação pode variar bastante entre as pessoas.
Não é recomendado suspender ou alterar a dose por conta própria sem orientação, pois a venlafaxina precisa de ajuste individualizado.
O acompanhamento psiquiátrico é fundamental no tratamento de ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo e TDAH em adultos, avaliando benefícios, efeitos colaterais e segurança do tratamento.
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A vitamina vivament ajuda na falta de foco e concentração calsada pelo surto? e quantas semanas apó
A vitamina vivament ajuda na falta de foco e concentração calsada pelo surto? e quantas semanas após da início melhora ??
Alguns.paciente que usaram melhoram?
Meu médico passou para eu tomar só que esqueci de pergunta a ele.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A vitamina Vivament® pode auxiliar em alguns casos de cansaço, disposição e suporte nutricional, especialmente quando existe alguma deficiência de vitaminas ou nutrientes que estejam contribuindo para fadiga e dificuldade de concentração. Porém, ela não é um tratamento específico para falta de foco e concentração causada por um surto psiquiátrico, nem substitui o tratamento indicado pelo médico para a causa principal dos sintomas.
Após um episódio de crise emocional intensa, ansiedade, depressão ou outros quadros psiquiátricos, é comum ocorrerem dificuldades de atenção, memória, concentração e sensação de “mente lenta”. A melhora desses sintomas geralmente depende principalmente da estabilização do quadro de base e pode ocorrer de forma gradual ao longo de semanas a meses, variando conforme cada pessoa.
Alguns pacientes relatam melhora de energia e disposição com suplementos quando havia uma necessidade nutricional, mas a resposta é individual. O ideal é seguir a orientação do seu médico, que provavelmente avaliou seu caso específico e indicou o uso como complemento.
Se a falta de foco persistir, é importante conversar novamente com o psiquiatra para avaliar fatores como ansiedade residual, depressão, alterações do sono, efeitos de medicamentos, estresse pós-crise ou outras condições associadas.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial para sintomas como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, buscando uma recuperação completa da função emocional e cognitiva.
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Olá. Estou há 4 dias com Sertralina de 75mg, antes estava com 50mg. Minha psiquiatra aumentou para t
Olá. Estou há 4 dias com Sertralina de 75mg, antes estava com 50mg. Minha psiquiatra aumentou para tratarmos o TOC (pensamentos obsessivos), não estou com efeitos colaterais como náuseas e dor de cabeça, porém notei grande aumento na disposição (para faxina, organização e demais atividades), mas consigo descansar a noite e dormir muito bem (desde o início do tratamento com a de 50mg).
Gostaria de saber se é comum esse "UP" de disposição nos primeiros dias e se isso vai se regulando com o passar dos dias/semanas? Ou se isto pode ser algo "natural" meu e está mais evidente pois estou mais em alerta comigo mesma?
Pergunto pois sinto que é uma disposição muito maior e enérgica do que me lembro de ter naturalmente.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O aumento de disposição nos primeiros dias após o aumento da sertralina de 50 mg para 75 mg pode acontecer, mas é importante observar com atenção a intensidade dessa mudança. Algumas pessoas relatam melhora de energia, iniciativa, motivação e redução da sensação de “travamento” quando o tratamento começa a controlar sintomas como ansiedade e pensamentos obsessivos do TOC.
Por outro lado, quando a mudança é descrita como uma energia muito acima do habitual, com sensação de estar mais acelerada, necessidade reduzida de descanso, aumento importante de atividades, impulsividade, fala mais rápida, irritabilidade ou sensação de estar “ligada no 220V”, é importante comunicar ao psiquiatra. Em algumas pessoas, antidepressivos podem provocar uma ativação excessiva, principalmente quando há uma predisposição para oscilações de humor.
O fato de você continuar dormindo bem e conseguir descansar é um ponto positivo. Além disso, com apenas 4 dias, ainda é cedo para concluir se essa disposição será mantida ou se é uma fase inicial de adaptação. Muitas vezes, os efeitos iniciais se ajustam ao longo das próximas semanas, enquanto a melhora do TOC costuma exigir um período maior de tratamento, frequentemente várias semanas.
Vale observar nos próximos dias:
se a energia vem acompanhada de bem-estar equilibrado ou de sensação de aceleração;
se há redução da necessidade de sono;
aumento de impulsos, gastos, decisões incomuns ou irritabilidade;
piora da ansiedade ou inquietação.
Não interrompa ou ajuste a dose por conta própria. O ideal é relatar essa mudança para sua psiquiatra, pois essa informação ajuda a avaliar a melhor condução do tratamento.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial no tratamento de TOC, ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, permitindo diferenciar melhora terapêutica de possíveis efeitos de ativação medicamentosa.
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Olá pessoa, tudo bem? Gostaria de tirar uma duvida conquanto ao medicamento Atentah. Estou usando a
Olá pessoa, tudo bem? Gostaria de tirar uma duvida conquanto ao medicamento Atentah. Estou usando a aproximadamente um mês onde comecei com 18mg e a cada 6 dias subia mais 18mg (assim entre 36, 54, 72) e nessa semana cheguei na dose indicada de 80mg. Desde que entrei na dosagem mais alta, tenho me sentido mais ansioso e "vulnerável", um sentimento de perda de controle mesmo. Tenho TEA e TDAH, e comecei essa medicação justamente porque não consigo manter o foco nas atividades... Além dele tomo Escitalopram 15mg... Minha pergunta é se essa ansiedade e sentimentos de vulnerabilidade/instabilidade são comuns durante a adaptação na dosagem de 80mg em casos como o meu... É algo que tem me deixado muito mal e pensativo... Podem me ajudar? Obrigado a todos!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A atomoxetina (Atentah®) pode causar aumento de ansiedade, inquietação, irritabilidade, sensação de vulnerabilidade emocional e desconforto interno, principalmente durante a fase de ajuste de dose. Esses efeitos podem ocorrer porque o medicamento atua aumentando a disponibilidade de noradrenalina no sistema nervoso central, o que pode gerar uma fase inicial de maior ativação antes da adaptação do organismo.
No seu caso, a progressão de dose foi relativamente rápida, chegando a 80 mg em aproximadamente um mês. Embora essa seja uma dose utilizada no tratamento do TDAH, algumas pessoas, especialmente aquelas com TEA associado ao TDAH ou com maior sensibilidade a alterações de ativação emocional, podem apresentar mais efeitos adversos durante a titulação.
A presença de ansiedade aumentada, sensação de perda de controle, maior sensibilidade emocional ou instabilidade após o aumento da dose merece ser discutida com o psiquiatra. Em alguns pacientes esses sintomas diminuem após algumas semanas de adaptação, mas em outros indicam que a dose está acima da melhor tolerada ou que o ritmo de aumento precisa ser ajustado.
Como você também utiliza escitalopram 15 mg, é importante que o médico avalie o conjunto do tratamento, pois a combinação pode ser adequada em alguns casos, mas exige acompanhamento para observar resposta clínica, ansiedade, sono, irritabilidade e possíveis sinais de ativação excessiva.
Procure relatar ao seu psiquiatra:
quando exatamente os sintomas começaram em relação ao aumento para 80 mg;
se houve redução da necessidade de sono, aceleração dos pensamentos, impulsividade ou agitação;
se a ansiedade está apenas como uma adaptação inicial ou está causando prejuízo importante.
O objetivo do tratamento do TDAH é melhorar atenção, organização e funcionamento diário, sem gerar sofrimento emocional significativo. Muitas vezes o ajuste da dose, do tempo de titulação ou da estratégia terapêutica permite encontrar um equilíbrio melhor entre foco e estabilidade emocional.
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Meu pai tem 64 anos , ele está em uma depressão severa. Tomou varios medicamentos e não estava evol
Meu pai tem 64 anos , ele está em uma depressão severa.
Tomou varios medicamentos e não estava evoluindo , precisou ser internado e começou a ter uma melhoria.
Está tomando divalproato de sodio de 500 mg e olanzapina de 10 mg a noite.
E pela manhã Setralina metade comprimido 50 mg a 12 dias e recentemente o comprimido completo 4 dias.
O medico mandou aumentar para 2 comprimidos de 50 mg apartir de de segunda agora 2 comprimidos de 50 mg.
Ter confusões mentais , pensamentos desconexos da realidade ainda é normal ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em um paciente de 64 anos com depressão grave, que precisou de internação e está em fase recente de ajuste medicamentoso, é possível ocorrerem alterações cognitivas e comportamentais durante a recuperação, porém confusão mental e pensamentos desconexos da realidade não devem ser considerados simplesmente um efeito esperado do tratamento sem avaliação médica.
A sertralina pode causar alguns efeitos iniciais, como ansiedade, agitação, alteração do sono e, em pessoas mais sensíveis, piora transitória da inquietação nas primeiras semanas. Entretanto, confusão importante, desorganização do pensamento, desorientação ou alterações da percepção da realidade exigem investigação, especialmente em idosos.
No caso descrito, ele está utilizando divalproato de sódio e olanzapina, medicamentos que podem ser usados em quadros com maior gravidade, sintomas psicóticos, agitação ou suspeita de alteração do humor. A olanzapina pode causar sedação, lentificação cognitiva e, em alguns pacientes, alterações metabólicas. O divalproato também pode, em algumas situações, estar associado a efeitos cognitivos ou alterações como sonolência e confusão, sendo importante avaliar níveis, função hepática e outros exames quando indicado.
Além disso, em pessoas acima de 60 anos, sempre é necessário considerar outras causas de confusão, como infecções, alterações de sódio, desidratação, alterações da tireoide, interações medicamentosas, alterações metabólicas ou um quadro de delirium, que pode coexistir com a depressão.
É importante informar ao psiquiatra que acompanha o caso antes de aumentar a sertralina para 100 mg, principalmente se a confusão e os pensamentos desconexos estão presentes. O médico poderá avaliar se esses sintomas fazem parte do quadro depressivo grave, de sintomas psicóticos, de efeitos adversos ou de outra condição associada.
Procurem avaliação mais rápida se houver: piora súbita da confusão, desorientação (não saber onde está ou que dia é), alucinações intensas, agitação importante, sonolência excessiva, risco de queda ou pensamentos de autoagressão.
A melhora após internação é um sinal positivo, mas a fase de ajuste dos medicamentos exige acompanhamento próximo, especialmente em pacientes idosos com depressão grave.
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Estou tomando fluvoxamina 100mg do laboratório Biolab, mas o mesmo medicamento do laboratório Althai
Estou tomando fluvoxamina 100mg do laboratório Biolab, mas o mesmo medicamento do laboratório Althaia está com um bom desconto. Terá diferença no tratamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A fluvoxamina 100 mg do laboratório Biolab e a do laboratório Althaia possuem o mesmo princípio ativo, dose e indicação terapêutica, desde que sejam medicamentos registrados e aprovados pela Anvisa. Em geral, a troca entre laboratórios (medicamento genérico ou similar equivalente) não costuma causar diferença significativa no efeito antidepressivo ou ansiolítico, pois ambos devem demonstrar equivalência farmacêutica e atender aos padrões de qualidade.
Apesar disso, algumas pessoas relatam perceber diferenças após a troca, geralmente relacionadas a excipientes (componentes que não são o princípio ativo, como corantes, revestimentos ou substâncias de preenchimento) ou à adaptação individual. Isso não significa que um laboratório seja necessariamente melhor, mas alguns pacientes podem notar alterações em tolerabilidade, como desconforto gastrointestinal, náusea ou sensação subjetiva de mudança no efeito.
Como a fluvoxamina é utilizada em condições como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtornos de ansiedade, depressão e outros quadros relacionados à regulação da serotonina, é importante evitar mudanças frequentes de fabricante, principalmente se o paciente está estável, pois pode dificultar a avaliação da resposta ao tratamento.
Se a medicação da Althaia for escolhida por questão de custo, geralmente é uma troca considerada segura. O ideal é:
manter a mesma dose e o mesmo horário de uso;
observar por algumas semanas se houve mudança de resposta ou efeitos adversos;
informar ao psiquiatra na próxima consulta, principalmente se houver piora de sintomas.
Em resumo: a troca da fluvoxamina Biolab pela Althaia tende a manter o mesmo efeito terapêutico, mas o acompanhamento é importante, pois a resposta individual pode variar.
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Faço tratamento com Escitalopram 15 mg, Fluvoxamina 50 mg, Alprazolam 0,25 mg duas vezes ao dia e La
Faço tratamento com Escitalopram 15 mg, Fluvoxamina 50 mg, Alprazolam 0,25 mg duas vezes ao dia e Lamotrigina 50 mg. Porém, como estou em tratamento de gastrite e tenho muitas náuseas, preciso recorrer com frequência a medicamentos antieméticos, até mesmo porque tenho grave fobia de vômito. Entretanto, li que não é recomendado o uso de Dramin associado às medicações que uso por causar excesso de sonolência e outros eventuais sintomas mais sérios e que a ondansetrona é contraindicada devido ao risco de síndrome serotoninérgica com o escitalopram e a fluvoxamina. Considerando que não posso fazer uso de bromoprida e metoclopramida por reações graves que já tive, o que seria mais indicado no meu caso? Será que tomar o Dramin em casos de urgência poderia gerar reações graves?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O seu caso envolve uma situação que merece uma avaliação individualizada, pois há uso simultâneo de medicamentos psiquiátricos com ação no sistema nervoso central e uma história de náuseas importantes, gastrite, fobia de vômito e reações prévias a alguns antieméticos.
O Dramin® (dimenidrinato) não é uma contraindicação absoluta para quem usa escitalopram, fluvoxamina, alprazolam e lamotrigina, mas exige cautela. O principal problema é o efeito somatório de sedação, sonolência, redução de atenção e lentificação psicomotora, especialmente pela associação com o alprazolam, que também é um depressor do sistema nervoso central. Em algumas pessoas pode causar tontura intensa, confusão, dificuldade de concentração e maior risco de quedas, mas uma dose eventual, quando indicada e orientada pelo médico, geralmente não está associada a reações graves na maioria dos pacientes.
Sobre a ondansetrona, existe uma preocupação teórica de aumento do risco de síndrome serotoninérgica quando associada a medicamentos serotoninérgicos, como escitalopram e fluvoxamina. Entretanto, esse risco é considerado baixo e a decisão depende do contexto clínico, das doses utilizadas e da avaliação médica. A síndrome serotoninérgica é rara, mas deve ser reconhecida por sinais como agitação importante, confusão, sudorese intensa, tremores, febre, diarreia, rigidez muscular ou aumento exagerado dos reflexos.
Como você não tolera metoclopramida e bromoprida, o ideal é que o médico que acompanha seu caso avalie alternativas considerando:
a causa das náuseas (gastrite, refluxo, ansiedade, efeito medicamentoso ou hipersensibilidade gastrointestinal);
a necessidade de tratar a própria fobia de vômito, que pode amplificar a percepção dos sintomas;
opções antieméticas com menor risco de interação no seu perfil.
Também é importante revisar se a combinação escitalopram + fluvoxamina foi planejada pelo psiquiatra, pois ambos atuam na serotonina e a associação exige acompanhamento cuidadoso, incluindo avaliação de efeitos adversos e interações.
Se o uso do Dramin for apenas em situações pontuais de crise, converse com seus médicos sobre uma estratégia de resgate segura. Evite tomar repetidamente por conta própria, principalmente junto ao alprazolam, e procure orientação caso as náuseas sejam frequentes, pois pode ser mais eficaz tratar a causa de base do que depender de antieméticos de forma recorrente.
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Quem tem transtornos como bipolaridade, esquizofrenia e transtorno esquizoafetivo não pode de jeito
Quem tem transtornos como bipolaridade, esquizofrenia e transtorno esquizoafetivo não pode de jeito nenhum tomar café? O café pode reagir com as medicações causando perda da eficácia esperada das medicações?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é necessário abolir o café em pessoas com transtorno bipolar, esquizofrenia ou transtorno esquizoafetivo. Entretanto, a cafeína pode aumentar ansiedade, agitação, tremores, palpitações e insônia e, em indivíduos vulneráveis, contribuir para piora da estabilidade do humor. Em relação aos medicamentos, não existe uma regra geral de que o café “corte” ou anule o efeito dos psicofármacos, mas algumas interações podem modificar níveis séricos ou efeitos de determinados medicamentos. Por isso, é recomendável manter consumo moderado e relativamente estável e evitar excesso, principalmente à tarde e à noite. Na psiquiatria, devem ser considerados também ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico e transtornos do humor.
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Quem faz uso de carbonato de lítio não pode tomar café? O café corta o efeito do lítio diminuindo o
Quem faz uso de carbonato de lítio não pode tomar café? O café corta o efeito do lítio diminuindo o seu efeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é necessário proibir o café para quem utiliza carbonato de lítio. Porém, a cafeína pode interferir na concentração do lítio no organismo, especialmente quando há mudanças importantes no consumo habitual. O aumento abrupto da ingestão de cafeína pode favorecer maior eliminação renal de lítio e, consequentemente, reduzir sua concentração; da mesma forma, reduzir ou suspender subitamente muito café pode elevar os níveis de lítio. Portanto, o mais importante é manter um consumo estável, além de hidratação e ingestão adequada de sal.
Também é importante acompanhar periodicamente a litemia, principalmente após mudanças relevantes na dieta, hidratação, cafeína ou medicamentos. Não ajuste a dose do lítio por conta própria. Em pacientes com transtorno bipolar, a estabilidade do tratamento é fundamental, e excesso de cafeína também pode piorar ansiedade, irritabilidade e insônia.
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Tomo fluoxetina há 15 anos e tive algumas crises. Foi aumentada a dose, as crises passaram mas a ten
Tomo fluoxetina há 15 anos e tive algumas crises. Foi aumentada a dose, as crises passaram mas a tensão não. Foi mantida a dose e mudado para Daforin. Há chances de melhora com essa troca?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. A fluoxetina e o Daforin® contêm o mesmo princípio ativo, a fluoxetina. Portanto, se a troca foi apenas de marca, mantendo a mesma dose, não é esperado que haja uma mudança significativa na eficácia ou nos efeitos terapêuticos. A persistência de tensão, mesmo com melhora das crises, pode indicar resposta parcial ao tratamento, necessidade de reavaliação diagnóstica ou presença de sintomas residuais de ansiedade.
O ideal é conversar com o psiquiatra antes de realizar novas alterações, avaliando duração do tratamento, dose utilizada, adesão, sono, estressores e possíveis comorbidades. Em alguns casos, pode ser necessário ajustar a estratégia terapêutica ou associar psicoterapia. Na avaliação de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, ataques de pânico e transtornos do humor, a resposta deve ser acompanhada de forma longitudinal.
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Boa tarde, prezados ! Faço tto para sd do pânico desde 2019. Vinha mto bem da ansiedade. Após uma n
Boa tarde, prezados !
Faço tto para sd do pânico desde 2019.
Vinha mto bem da ansiedade. Após uma nova crise, foi mantida a medicação de base (effexo 225mg q já usava há > 2 anos) e adc um alpraz 0,25 2x ao dia.
Após 30d ainda tinha mtos sintomas ansiosos e foi adc o Quetros 25mg, fiz por 16d. porem ainda persistiram sintomas dissociativos desconfortáveis (desper/desrealizacao), sensação de automatismo, ansiedade antec., oscilações diurnas (ex: impossibilidade de cochilar durante o dia)… Apesar de melhora em relação a apetite, sono, funcionalidade apesar do ruído de fundo / desconforto.
Médica aumentou a quet para 50mg.
O aumento da dose leva o mesmo para apresentar resultado? 2-4 sem. em média ou tende a ter uma resposta mais rápida ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No contexto do transtorno do pânico, é possível que alguns sintomas melhorem antes de outros. Pelo seu relato, houve melhora de aspectos como apetite, sono e funcionalidade, enquanto sintomas mais específicos, como despersonalização, desrealização, sensação de automatismo e ansiedade antecipatória, permaneceram como um “ruído de fundo”. Isso é relativamente observado em quadros ansiosos mais intensos, pois os sintomas dissociativos podem ser os últimos a regredir.
Com relação ao aumento do Quetros® (quetiapina) de 25 mg para 50 mg, o tempo para perceber uma resposta pode variar. A quetiapina, quando utilizada como adjuvante em quadros ansiosos, pode apresentar alguns efeitos iniciais mais rápidos, como melhora do sono, redução da agitação e menor hiperativação, mas a resposta mais consistente sobre sintomas emocionais e ansiosos costuma depender de algumas semanas de adaptação. Em muitos casos, é razoável observar evolução ao longo de 2 a 6 semanas após o ajuste da dose, embora algumas pessoas percebam mudanças antes.
Também é importante considerar que a quetiapina pode ter efeitos diferentes conforme a dose utilizada. Doses mais baixas frequentemente apresentam maior efeito sedativo, enquanto o objetivo do ajuste pode ser alcançar uma ação mais estável sobre sintomas como ansiedade intensa, ruminação e desregulação emocional.
A persistência de sintomas dissociativos não significa necessariamente falha do tratamento. Esses sintomas podem ser mantidos pelo próprio ciclo da ansiedade: quanto mais a pessoa monitora a sensação de estranheza e teme que ela permaneça, maior pode ser a atenção direcionada a ela.
Como você já utiliza venlafaxina (Effexor®) 225 mg há anos e houve necessidade de associação de outras medicações, é importante manter o acompanhamento próximo com sua psiquiatra para avaliar resposta, efeitos adversos e necessidade de ajustes.
O seguimento psiquiátrico é essencial para o manejo de transtorno do pânico, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico, sintomas dissociativos, depressão, insônia, irritabilidade, estresse e transtornos de humor, buscando recuperar estabilidade emocional e qualidade de vida.
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Há algum tempo atrás tratei transtorno do pânico e até então convivo com ela. Porém recentemente apó
Há algum tempo atrás tratei transtorno do pânico e até então convivo com ela. Porém recentemente após uma separação de matrimônio notei que ela voltou. Porém todos os dias pela manhã já acordo trêmula e bem fraca, com leves tonturas. Ao final da noite começa a me dar muita crise de pânico com corpo queimando, braço dormente, enfim. A ansiedade nesse momento quadro pode fazer com que eu todo dia sinta esses tremores e essa fraqueza constantemente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade intensa e o transtorno do pânico podem causar sintomas físicos persistentes, inclusive tremores, fraqueza, tontura, sensação de corpo “estranho”, ondas de calor ou queimação, formigamentos e dormências. Esses sintomas podem acontecer porque o organismo permanece em um estado de hiperativação do sistema de alerta, com liberação de adrenalina e aumento da tensão muscular.
Após um evento emocional importante, como uma separação conjugal, é comum que pessoas com histórico de transtorno do pânico apresentem uma reativação dos sintomas. O cérebro pode interpretar determinadas sensações corporais como ameaçadoras, gerando um ciclo: sensação física → medo da sensação → aumento da ansiedade → intensificação dos sintomas.
O fato de você acordar diariamente com tremores e fraqueza também pode estar relacionado à ansiedade, pois pela manhã há naturalmente uma elevação do cortisol, hormônio envolvido na resposta ao estresse. Porém, é importante que sintomas físicos persistentes sejam avaliados para descartar outras causas, como alterações hormonais, anemia, alterações da tireoide, glicemia ou outros problemas clínicos.
A recorrência das crises de pânico após um período de estabilidade não significa necessariamente que o tratamento anterior deixou de funcionar. Muitas vezes é necessário reavaliar o momento atual, os fatores desencadeantes e se há necessidade de ajustes no tratamento, incluindo psicoterapia e, quando indicado, medicação.
O acompanhamento psiquiátrico é importante para avaliar e tratar transtorno do pânico, transtorno de ansiedade, crises de ansiedade, ataques de pânico, depressão, insônia, irritabilidade, estresse, transtornos de humor e sintomas físicos associados à ansiedade, buscando recuperar a sensação de segurança e o funcionamento diário.
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Estou tomando ecitalopran de 20mg , a 15 dias e hoje tive uma crise , porém eu mestruei hoje e minha
Estou tomando ecitalopran de 20mg , a 15 dias e hoje tive uma crise , porém eu mestruei hoje e minha menstruação adiantou 5 dias , pode estar ligado ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode haver relação. As variações hormonais do ciclo menstrual podem influenciar os sintomas emocionais e físicos, principalmente em pessoas com predisposição a ansiedade, transtorno do pânico ou depressão. No período próximo à menstruação e durante os primeiros dias do ciclo, alterações nos níveis de estrogênio e progesterona podem aumentar a sensibilidade ao estresse, favorecendo sintomas como ansiedade, irritabilidade, choro, piora do humor e crises de pânico.
Além disso, você está usando escitalopram 20 mg há apenas 15 dias, que ainda é uma fase inicial do tratamento. Embora algumas pessoas percebam melhora nas primeiras semanas, o efeito terapêutico mais completo geralmente ocorre após 4 a 8 semanas de uso contínuo. Durante a adaptação, algumas pessoas ainda podem apresentar oscilações de ansiedade ou até momentos de piora antes da estabilização.
Uma crise isolada nesse período não significa necessariamente que o medicamento não está funcionando ou que a dose esteja inadequada. É importante observar a evolução ao longo das próximas semanas e informar ao seu psiquiatra caso as crises continuem frequentes, intensas ou estejam prejudicando sua rotina.
O acompanhamento psiquiátrico permite avaliar a evolução do tratamento para transtorno de ansiedade, crise de ansiedade, ataques de pânico, depressão, insônia, irritabilidade, estresse e transtornos de humor, ajustando a abordagem quando necessário para alcançar maior estabilidade emocional.
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…