Perguntas do paciente (546)
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É possível que mesmo tomando lítio as minhas oscilações de humor estejam sendo devido a suspeita de
É possível que mesmo tomando lítio as minhas oscilações de humor estejam sendo devido a suspeita de uma possível epilepsia (crise de ausência)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível que sintomas neurológicos coexistam com alterações do humor mesmo durante o uso de lítio, mas crises de ausência geralmente não provocam oscilações de humor prolongadas. Elas costumam causar episódios breves de alteração da consciência, como olhar fixo e interrupção momentânea da atividade. Se existe suspeita de epilepsia, é importante realizar avaliação neurológica, geralmente com EEG, além do acompanhamento psiquiátrico. Também pode ser necessário revisar a litemia e outros exames de monitorização. Não suspenda nem altere o lítio por conta própria. A investigação conjunta ajuda a diferenciar transtorno bipolar, epilepsia e outras causas dos sintomas.
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Ate o momento estou com laudo de TAB, mas a psiquiatra falou que pode ser transtorno de personalidad
Ate o momento estou com laudo de TAB, mas a psiquiatra falou que pode ser transtorno de personalidade.. tem perguntas que posso fazer para mim e para psiquiatra pra ter uma base melhor de laudo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferenciação entre Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) e Transtornos de Personalidade pode ser desafiadora, porque alguns sintomas podem se sobrepor, como instabilidade emocional, impulsividade, irritabilidade, ansiedade, alterações de humor e dificuldades nos relacionamentos. O mais importante é avaliar o padrão dos sintomas ao longo da vida, e não apenas um momento específico.
Para levar uma investigação mais organizada ao psiquiatra, algumas perguntas podem ajudar:
Sobre possíveis episódios de TAB:
Meus períodos de euforia, energia aumentada ou irritabilidade intensa duram dias ou semanas, com início e fim bem definidos?
Durante esses períodos eu durmo menos e mesmo assim sinto pouca necessidade de dormir?
Já tive fases em que me senti mais confiante que o normal, com pensamentos acelerados, fala aumentada ou comportamento impulsivo?
Pessoas próximas perceberam que eu estava “diferente do meu habitual”?
Já tive aumento importante de gastos, decisões arriscadas ou atitudes que depois me arrependi?
Existe histórico familiar de transtorno bipolar?
Sobre padrão de personalidade:
Minhas mudanças emocionais acontecem principalmente após conflitos, rejeições, críticas ou medo de abandono?
Minha opinião sobre uma pessoa muda rapidamente entre “ela é maravilhosa” e “ela é horrível”?
Tenho dificuldade em saber quem sou ou sinto minha identidade muito instável?
Tenho sensação frequente de vazio?
Tenho medo intenso de ser abandonado(a)?
Tenho reações emocionais muito intensas em comparação com a situação?
Tenho comportamentos impulsivos para aliviar sofrimento emocional?
Perguntas importantes para fazer ao psiquiatra:
“Quais critérios eu preencho atualmente para o diagnóstico de TAB?”
“Quais características fazem você considerar um transtorno de personalidade?”
“Meu padrão parece mais episódico (como no bipolar) ou contínuo desde a adolescência/início da vida adulta?”
“É possível ter TAB e um transtorno de personalidade ao mesmo tempo?”
“Quais informações da minha história são mais importantes para diferenciar esses diagnósticos?”
“O tratamento atual está direcionado para qual hipótese?”
Uma diferença prática frequentemente analisada é:
No TAB, as alterações de humor costumam ocorrer em episódios, com períodos de mudança marcante do funcionamento habitual.
Nos transtornos de personalidade, as dificuldades tendem a representar um padrão persistente de funcionamento, envolvendo identidade, relações, emoções e comportamentos, embora possam existir oscilações intensas.
Levar um histórico escrito com datas aproximadas de crises, duração dos episódios, alterações de sono, comportamentos impulsivos, relacionamentos e resposta às medicações pode ajudar bastante o psiquiatra a construir um diagnóstico mais preciso.
O diagnóstico correto é fundamental porque muda a estratégia terapêutica, incluindo abordagens para transtorno bipolar, transtornos de personalidade, ansiedade, depressão, impulsividade, irritabilidade, insônia e instabilidade emocional.
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Idoso com 80 anos e ansiedade moderada mertazapina funciona apesar de ser antidepressivo?
Idoso com 80 anos e ansiedade moderada mertazapina funciona apesar de ser antidepressivo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a mirtazapina pode funcionar para ansiedade em um idoso de 80 anos, mesmo sendo classificada como um antidepressivo. Ela possui efeitos que podem auxiliar em sintomas de ansiedade, preocupação excessiva, agitação emocional e insônia, especialmente quando esses sintomas estão associados a depressão, perda de apetite ou alterações do sono.
Em idosos, a escolha da medicação deve ser feita com cuidado, pois há maior sensibilidade aos efeitos adversos. A mirtazapina pode causar sonolência, tontura, aumento do apetite, ganho de peso e risco de quedas, principalmente no início do tratamento ou após ajustes de dose. Por isso, geralmente é iniciada com doses menores e acompanhada de perto pelo médico.
É importante lembrar que nem toda ansiedade em idosos é igual. O psiquiatra avalia se existe relação com transtorno de ansiedade, depressão, alterações do sono, luto, doenças clínicas, uso de outras medicações ou alterações cognitivas. A resposta ao tratamento também costuma ser gradual, podendo levar algumas semanas para uma melhora mais consistente.
O acompanhamento adequado permite ajustar a estratégia terapêutica para sintomas como ansiedade, depressão, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda, falta de motivação, transtorno de ansiedade e transtornos de humor, buscando equilíbrio entre eficácia e segurança, principalmente nessa faixa etária.
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Um profissional online pode emitir um laudo oficial comprovando que um paciente tem autismo? Minha f
Um profissional online pode emitir um laudo oficial comprovando que um paciente tem autismo? Minha familia acha que esse é meu caso e busca suporte do INSS, entretanto creio que o sistema publico de saude vai levar anos para responder e agendar um Psicologo/Psiquiatra.
Se sim, que tipo de profissional eu deveria procurar para agendar sessões e possivelmente obter um diagnóstico de TEA? Psiquiatra ou Psicologo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma avaliação online (telemedicina/teleatendimento) pode ser utilizada para investigação de Transtorno do Espectro Autista (TEA), desde que realizada por profissional habilitado e seguindo critérios técnicos adequados. O diagnóstico de TEA é clínico, baseado em uma avaliação detalhada da história de desenvolvimento, comunicação, interação social, padrões de comportamento, interesses restritos, sensibilidades sensoriais e impacto dessas características na vida diária.
Para fins de documentação oficial, como solicitações relacionadas ao INSS, é importante que o laudo seja elaborado por profissional legalmente habilitado e contenha informações clínicas suficientes sobre diagnóstico, funcionamento e limitações, quando presentes. Os critérios de aceitação podem variar conforme o tipo de solicitação, por isso é importante verificar quais documentos serão exigidos no seu caso.
O profissional mais indicado para iniciar a investigação costuma ser o psiquiatra com experiência em TEA em adultos, pois ele pode realizar diagnóstico médico, avaliar diagnósticos diferenciais e emitir documentação médica quando indicado. O psicólogo também tem papel fundamental, especialmente na avaliação psicológica, investigação de aspectos cognitivos e comportamentais e aplicação de instrumentos específicos, quando disponíveis.
Na prática, uma avaliação completa pode envolver perguntas como:
Essas dificuldades de interação social existem desde a infância ou surgiram apenas na vida adulta?
Tenho dificuldade para interpretar ironias, expressões faciais ou regras sociais implícitas?
Tenho necessidade intensa de rotina e dificuldade com mudanças inesperadas?
Tenho interesses muito específicos e intensos?
Possuo sensibilidades aumentadas a sons, luzes, cheiros, texturas ou estímulos?
Essas características causam prejuízo no trabalho, estudos, relacionamentos ou autonomia?
Também é importante diferenciar TEA de outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes, como TDAH em adultos, ansiedade, depressão, transtornos de personalidade e transtornos de humor, que podem inclusive coexistir.
Uma boa estratégia seria procurar inicialmente um psiquiatra com experiência em diagnóstico de TEA em adultos e, se necessário, complementar com avaliação psicológica. O objetivo não é apenas obter um documento, mas compreender o funcionamento individual e direcionar o tratamento e os suportes adequados.
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Sou fumante e o psiquiatra me receitou escitalopram tenho medo de passar mal
Sou fumante e o psiquiatra me receitou escitalopram tenho medo de passar mal
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fato de você ser fumante não impede o uso do escitalopram e, na maioria dos casos, não significa que você terá uma reação ruim ao medicamento. O escitalopram é um antidepressivo da classe dos ISRS, utilizado principalmente no tratamento de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, ataques de pânico e transtornos de humor.
É muito comum sentir medo ao iniciar um antidepressivo, principalmente por relatos de outras pessoas ou pela preocupação com efeitos colaterais. Nas primeiras semanas, algumas pessoas podem apresentar sintomas de adaptação, como náusea, desconforto no estômago, dor de cabeça, alteração do sono, sensação de inquietação ou uma piora passageira da ansiedade. Geralmente, esses efeitos tendem a melhorar conforme o organismo se adapta.
A nicotina não costuma reduzir de forma importante a eficácia do escitalopram. Porém, o cigarro pode estar relacionado a maior nível de ansiedade, pior qualidade do sono e maior dificuldade no controle de alguns sintomas emocionais. Caso futuramente você reduza ou pare de fumar, é importante informar seu médico para que ele acompanhe possíveis mudanças no tratamento.
O ideal é iniciar conforme a orientação do psiquiatra e não interromper por conta própria por medo de passar mal. Se os efeitos forem intensos ou difíceis de suportar, converse com o médico para avaliar ajustes de dose ou estratégia de adaptação.
O acompanhamento psiquiátrico é importante para tratar sintomas como ansiedade, depressão, insônia, irritabilidade, estresse, tristeza profunda, falta de motivação, transtorno de ansiedade e transtorno depressivo, buscando uma melhora segura e individualizada.
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É possivel fraccionar o Venvance? Ou então Ritalina LA? pois tenho crash com os 2 ao final do dia.
É possivel fraccionar o Venvance? Ou então Ritalina LA? pois tenho crash com os 2 ao final do dia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O fracionamento do Venvanse® (lisdexanfetamina) ou da Ritalina LA® (metilfenidato de liberação prolongada) não deve ser feito por conta própria, pois são formulações desenvolvidas para liberar o medicamento de uma determinada forma e qualquer alteração pode modificar a previsibilidade do efeito.
No caso do Venvanse, a cápsula contém uma dose única de lisdexanfetamina, que é convertida no organismo em dexanfetamina de maneira gradual. Dividir a dose sem orientação médica pode levar a uma administração inadequada.
A Ritalina LA possui cápsulas com sistema de liberação modificada. A manipulação incorreta (como triturar ou alterar a estrutura das cápsulas) pode interferir no perfil de liberação do medicamento.
O “crash” no final do dia é uma queixa relativamente comum em pacientes com TDAH em adultos e pode acontecer quando o efeito começa a diminuir. O psiquiatra pode avaliar estratégias como:
ajuste do horário de tomada;
mudança de dose;
troca entre formulações de liberação prolongada e imediata;
associação planejada de apresentações diferentes em horários específicos, quando indicada;
investigação de fatores que podem piorar a queda do efeito, como privação de sono, ansiedade, estresse, alimentação irregular ou sintomas depressivos.
Uma forma útil de ajudar o médico é anotar durante alguns dias: horário que toma o medicamento, quando começa a sentir efeito, quanto tempo dura, horário do crash e quais sintomas aparecem (cansaço, irritabilidade, ansiedade, fome, tristeza ou perda de foco).
Também é importante avaliar se existe algum sintoma associado de ansiedade, depressão, irritabilidade, insônia, estresse ou transtornos de humor, pois essas condições podem influenciar a percepção de duração e resposta ao estimulante. O ajuste ideal costuma ser individualizado para manter benefício terapêutico sem causar quedas importantes ao longo do dia.
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Tomo escitalopram desde 2009 mas agora me deu crise de pânico e a depressão voltou, a psiquiatra me
Tomo escitalopram desde 2009 mas agora me deu crise de pânico e a depressão voltou, a psiquiatra me deu zetron xl 150. Mas estou com muito enjôo é tontura. Já estou na segunda semana e só piorou. Estou muito mal. Muita tontura e sem apetite. Devo continuar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Zetron XL (bupropiona) pode causar náuseas, tontura, redução do apetite e, em algumas pessoas, aumento da ansiedade, especialmente nas primeiras semanas. Entretanto, como você relata piora importante na segunda semana, com tontura intensa e falta de apetite, é importante entrar em contato com sua psiquiatra o quanto antes para reavaliar a medicação e a dose. Não suspenda nem continue por conta própria sem orientação médica. Como houve retorno da depressão e crises de pânico após anos de escitalopram, também é importante avaliar a estratégia terapêutica e possíveis efeitos da combinação. Se houver desmaio, confusão, convulsão, falta de ar ou piora intensa, procure atendimento imediatamente.
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Qual a maneira correta de fazer o desmame do Olanzapina 2,5mg?
Qual a maneira correta de fazer o desmame do Olanzapina 2,5mg?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A retirada da olanzapina deve ser individualizada, pois depende do tempo de uso, motivo da prescrição e risco de retorno dos sintomas. Mesmo na dose de 2,5 mg, não é recomendável interromper abruptamente. Em geral, quando a suspensão é indicada, o psiquiatra realiza uma redução gradual, podendo ajustar o ritmo conforme sintomas de abstinência ou recaída.
Durante a retirada podem ocorrer insônia, ansiedade, irritabilidade, náuseas, inquietação ou retorno dos sintomas psiquiátricos. O ideal é combinar com o psiquiatra um esquema progressivo e acompanhamento próximo. Não reduza ou suspenda sozinho, especialmente se a olanzapina estiver sendo utilizada para transtorno bipolar ou sintomas psicóticos.
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Passei por um término de relacionamento e estou bem triste. Após 2 meses ainda tenho crises de ansie
Passei por um término de relacionamento e estou bem triste. Após 2 meses ainda tenho crises de ansiedade, dificuldade para dormir, pensamento ruminante e, atualmente, tenho sentido uma apatia muito grande. Sem vontade de fazer as coisas. Faço terapia, acho que estou melhorando, mas queria melhorar logo. Devo procurar um psiquiatra? A fluoxetina seria uma opção?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Após um término, tristeza e ansiedade podem fazer parte de uma reação de adaptação, mas a persistência por dois meses de crises de ansiedade, insônia, pensamentos ruminantes e apatia merece avaliação psiquiátrica, principalmente se estiver prejudicando sua rotina. O fato de você perceber melhora com a terapia é positivo e indica que o acompanhamento está contribuindo. A fluoxetina pode ser considerada em algumas situações, especialmente quando há transtorno depressivo ou de ansiedade, mas não deve ser iniciada sem avaliação individualizada. O psiquiatra poderá diferenciar transtorno de adaptação, depressão e transtornos de ansiedade e definir se psicoterapia isolada ou associação com medicação é mais adequada.
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Tomei so dois comprimido de fluoxetina um sexta e o último sábado e não me adaptei com os efeitos co
Tomei so dois comprimido de fluoxetina um sexta e o último sábado e não me adaptei com os efeitos colaterais horrível, hoje ja e quarta feira e ainda to sentindo os efeitos colaterais, oque faço pra melhorar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como foram apenas dois comprimidos, a fluoxetina ainda pode permanecer no organismo por vários dias devido à sua meia-vida longa. Náusea, ansiedade, tontura, dor de cabeça, alteração do sono e sensação de mal-estar podem persistir por algum tempo após a suspensão, mas a intensidade deve diminuir progressivamente.
Como você descreve os efeitos como “horríveis”, é importante avisar o médico que prescreveu antes de iniciar qualquer outro antidepressivo ou medicamento para aliviar os sintomas. Evite tentar compensar por conta própria com outros remédios. Hidratação, alimentação leve e repouso podem ajudar enquanto os sintomas diminuem.
Se houver agitação intensa, confusão, febre, tremores importantes, rigidez muscular, desmaio, falta de ar, palpitações intensas ou pensamentos de autoagressão, procure atendimento imediatamente. Para o tratamento de ansiedade, depressão, crise de ansiedade ou transtorno do pânico, existem alternativas à fluoxetina caso a tolerabilidade realmente seja ruim.
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Médico me passou paroxetina de manhã, revotril e mitarzapina a noite, tem algum problema problema se
Médico me passou paroxetina de manhã, revotril e mitarzapina a noite, tem algum problema problema seguir essa regra
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, esse esquema pode ser utilizado quando prescrito pelo psiquiatra: paroxetina pela manhã e mirtazapina + clonazepam (Rivotril®) à noite. A mirtazapina e o clonazepam podem causar sonolência, por isso o uso noturno costuma ser conveniente.
É importante, porém, observar sedação excessiva, tontura, dificuldade de concentração e redução dos reflexos, especialmente nas primeiras semanas. Evite álcool e dirigir se estiver sonolento. Não altere doses ou horários por conta própria, principalmente o clonazepam, devido ao risco de tolerância e dependência.
A combinação pode ser utilizada no tratamento de depressão, ansiedade, insônia, crise de ansiedade e transtorno do pânico, mas precisa de acompanhamento individualizado pelo psiquiatra.
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O que é o medicamento antietanol utilizado para tratar alcoólatras?
O que é o medicamento antietanol utilizado para tratar alcoólatras?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Antietanol® (dissulfiram) é utilizado como parte do tratamento do transtorno por uso de álcool. Ele não elimina diretamente a vontade de beber; seu objetivo é ajudar na manutenção da abstinência ao provocar uma reação desagradável quando há consumo de álcool.
Essa reação pode causar náuseas, vômitos, vermelhidão, dor de cabeça, palpitações, queda da pressão e mal-estar intenso. Por isso, o medicamento deve ser utilizado somente com acompanhamento médico e com orientação rigorosa sobre evitar álcool, inclusive em alguns produtos que podem conter álcool.
O tratamento da dependência de álcool deve ser individualizado e pode incluir acompanhamento psiquiátrico, psicoterapia e outros medicamentos, conforme o caso. Também é importante investigar depressão, ansiedade, insônia, transtornos de humor e outras condições associadas.
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Quais os sintomas de uma pessoa com epilepsia sem convulsões?
Quais os sintomas de uma pessoa com epilepsia sem convulsões?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A epilepsia pode ocorrer sem convulsões generalizadas. Algumas crises são mais discretas, como episódios breves de “desligamento”, olhar fixo, dificuldade momentânea para responder, perda de contato com o ambiente, lapsos de memória, confusão após o episódio, movimentos automáticos repetitivos, alterações súbitas de percepção, sensação inexplicável de medo, déjà-vu, cheiro ou gosto estranho e, em alguns casos, alterações breves da fala ou comportamento.
Esses sintomas, porém, não são exclusivos da epilepsia e podem ocorrer em ansiedade, crises de pânico, dissociação, alterações do sono ou efeitos de medicamentos. O diagnóstico depende da avaliação neurológica, história detalhada dos episódios e, quando indicado, eletroencefalograma (EEG) ou vídeo-EEG.
Para maior alcance no Doctoralia, termos relevantes incluem epilepsia, crises epilépticas, crises focais, ausência, neurologia, diagnóstico diferencial, transtorno de ansiedade e crise de pânico.
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Quando o carbolitium CR é tomado uma vez ao dia, por quanto tempo ele fica no organismo?
Quando o carbolitium CR é tomado uma vez ao dia, por quanto tempo ele fica no organismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Carbolitium CR® (carbonato de lítio de liberação controlada), quando tomado uma vez ao dia, permanece no organismo por um período relativamente prolongado devido às características farmacocinéticas do lítio.
O lítio possui uma meia-vida média de aproximadamente 18 a 36 horas em adultos (podendo variar conforme idade, função renal, hidratação e tempo de tratamento). Isso significa que, após uma dose única, o organismo leva em média alguns dias para eliminar praticamente todo o medicamento. De forma aproximada, após 3 a 7 dias sem novas doses, a maior parte do lítio já foi eliminada, embora pequenas quantidades possam permanecer por mais tempo em algumas pessoas.
Mesmo sendo tomado uma vez ao dia, o Carbolitium CR mantém níveis mais estáveis no sangue por causa da liberação prolongada. O efeito terapêutico, entretanto, não depende apenas de quanto tempo a substância fica no organismo, mas da manutenção de níveis adequados de lítio no sangue, que são acompanhados por exames de litemia.
Alguns fatores podem aumentar ou reduzir os níveis de lítio, como:
alteração na ingestão de água;
dietas com grande redução de sal;
uso de anti-inflamatórios, alguns diuréticos e certos medicamentos para pressão;
alterações da função renal.
Por isso, quem usa lítio deve realizar acompanhamento periódico com litemia, função renal e avaliação clínica, especialmente em tratamentos para transtorno bipolar, estabilização do humor, prevenção de recaídas depressivas ou episódios de mania.
A dose única diária é uma estratégia utilizada por alguns psiquiatras e pode facilitar a adesão e reduzir alguns efeitos adversos, mas o ajuste deve sempre ser individualizado conforme resposta clínica e exames.
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É comum a trazodona de 50mg de liberação imediata ajudar a iniciar o sono, mas perder o efeito de ma
É comum a trazodona de 50mg de liberação imediata ajudar a iniciar o sono, mas perder o efeito de manutenção após algumas semanas, causando despertares precoces? O que costuma ser feito nesses casos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, isso pode acontecer. A trazodona de liberação imediata (50 mg) possui efeito sedativo relativamente rápido, principalmente pela ação antagonista em receptores histaminérgicos H1 e serotoninérgicos 5-HT2A, o que pode facilitar o início do sono. Entretanto, por ter uma duração de ação mais curta, algumas pessoas percebem que ela ajuda a adormecer, mas não mantém o sono durante toda a noite, levando a despertares precoces após algumas semanas de uso.
Esse fenômeno pode ocorrer por alguns motivos: adaptação do organismo ao efeito sedativo inicial, persistência de fatores que mantêm a insônia (ansiedade, estresse, depressão, alterações do ritmo circadiano), ou porque a formulação de liberação imediata não cobre adequadamente a segunda metade da noite.
Na prática psiquiátrica, quando há melhora inicial para iniciar o sono, mas piora da manutenção, o médico costuma avaliar algumas possibilidades, como:
revisar a causa da insônia (ansiedade, depressão, transtornos de humor, hábitos de sono);
ajustar o horário da tomada da medicação;
avaliar mudança para uma formulação de liberação prolongada, quando disponível e indicada;
ajustar a dose de forma individualizada, considerando benefícios e efeitos adversos;
associar intervenções comportamentais, principalmente a Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia (TCC-I), que apresenta boa evidência científica.
Também é importante avaliar se os despertares estão associados a outros sintomas, como despertar com ansiedade intensa, pensamentos acelerados, piora do humor, redução da necessidade de sono ou alterações de energia, pois isso pode indicar outra condição psiquiátrica associada.
A perda do efeito sedativo não significa necessariamente que a trazodona “deixou de funcionar”; muitas vezes é necessário reavaliar o padrão de insônia e ajustar a estratégia terapêutica de acordo com o objetivo principal: iniciar o sono, manter o sono ou tratar sintomas associados como ansiedade e depressão.
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Uma pessoa pode ter epilepsia mesmo sem nunca ter apresentado sintomas? Como convulsões por exemplo?
Uma pessoa pode ter epilepsia mesmo sem nunca ter apresentado sintomas? Como convulsões por exemplo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, uma pessoa pode apresentar epilepsia sem nunca ter tido uma convulsão tônico-clônica generalizada (aquela com perda de consciência e abalos pelo corpo), porém é importante diferenciar alguns conceitos. A epilepsia é definida pela predisposição persistente do cérebro a gerar crises epilépticas, que podem se manifestar de várias formas, nem sempre como convulsões evidentes.
Existem crises epilépticas mais discretas, como crises focais com alteração da percepção, nas quais a pessoa pode apresentar episódios breves de “desligamento”, sensação de estranheza, medo súbito sem motivo aparente, alterações de memória, movimentos automáticos (como mexer a boca ou as mãos sem perceber) ou alterações sensoriais. Algumas pessoas podem não reconhecer esses eventos como crises.
Também existem situações em que exames, como eletroencefalograma (EEG) ou exames de imagem, mostram alterações sugestivas de maior predisposição epiléptica, mas isso isoladamente não significa necessariamente que a pessoa tenha epilepsia. O diagnóstico é principalmente clínico, baseado na história dos episódios e na avaliação neurológica.
Por outro lado, uma pessoa pode ter descargas epileptiformes no EEG sem nunca ter apresentado uma crise, e isso não obrigatoriamente significa epilepsia. Da mesma forma, algumas pessoas podem ter epilepsia com EEG normal entre as crises, pois o exame tem limitações.
Na avaliação psiquiátrica, é importante diferenciar sintomas que podem se parecer com crises epilépticas, como episódios de ansiedade intensa, ataques de pânico, dissociação, despersonalização ou alterações relacionadas ao estresse, que podem causar sensações físicas e emocionais intensas sem origem epiléptica.
Portanto, é possível ter epilepsia sem convulsões típicas, mas é incomum ter epilepsia completamente sem qualquer manifestação clínica. O diagnóstico depende da análise conjunta da história, exame neurológico, EEG e, quando necessário, ressonância magnética e outros exames complementares.
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Quetros 50mg é um bom adjuvante para potencializar efeitos ansiolíticos da venlafaxina na dose de 22
Quetros 50mg é um bom adjuvante para potencializar efeitos ansiolíticos da venlafaxina na dose de 225mg?
e em quanto tempo para observar efeito mais consistente ? além da melhora do sono e do relaxamento q já aparece nos primeiros dias de uso .RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A associação de Quetros® (quetiapina) 50 mg como adjuvante à venlafaxina 225 mg pode ser utilizada em alguns contextos psiquiátricos, principalmente quando há sintomas associados que não respondem completamente ao antidepressivo isoladamente, como ansiedade persistente, insônia, agitação, irritabilidade, sintomas depressivos residuais ou instabilidade do humor. A indicação depende do diagnóstico, do perfil clínico do paciente e da avaliação do psiquiatra.
Em doses baixas, como 25–100 mg, a quetiapina apresenta principalmente efeitos relacionados ao bloqueio histaminérgico H1 e ação serotoninérgica, o que explica a melhora relativamente rápida de sono, relaxamento físico e redução da hiperativação nos primeiros dias. Entretanto, o efeito mais consistente sobre sintomas ansiosos e sobre a organização emocional costuma exigir um período maior de adaptação.
De modo geral, a avaliação de resposta clínica mais robusta costuma ocorrer após 2 a 6 semanas, podendo variar conforme o quadro tratado. A melhora inicial do sono pode surgir em poucos dias, enquanto a redução mais sustentada de ansiedade, ruminação, tensão interna e sintomas depressivos tende a aparecer progressivamente.
É importante acompanhar alguns possíveis efeitos da quetiapina, mesmo em doses baixas, como sonolência excessiva, aumento do apetite, ganho de peso, alterações metabólicas (glicemia e lipídios), tontura e hipotensão postural. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental, especialmente em uso prolongado.
Na prática psiquiátrica, a combinação venlafaxina + quetiapina pode ser uma estratégia válida em determinados pacientes, mas o objetivo não é apenas “sedar” a ansiedade; busca-se uma modulação mais ampla dos circuitos relacionados ao humor, ansiedade e regulação emocional. A resposta deve ser avaliada considerando melhora funcional, redução dos sintomas e tolerabilidade ao longo das semanas.
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Quem tem bipolaridade ou transtorno esquizoafetivo não pode tomar antidepressivo? No caso, só estabi
Quem tem bipolaridade ou transtorno esquizoafetivo não pode tomar antidepressivo? No caso, só estabilizador de humor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com transtorno bipolar ou transtorno esquizoafetivo podem, em alguns casos, utilizar antidepressivos, mas o uso exige muito mais cautela do que em uma depressão unipolar. A ideia de que “não pode usar antidepressivo” não é absoluta; a decisão depende do diagnóstico, do tipo de episódio depressivo, do histórico de sintomas de mania/hipomania, dos medicamentos em uso e da avaliação psiquiátrica.
No transtorno bipolar, os estabilizadores de humor (como lítio, valproato, lamotrigina ou alguns antipsicóticos com ação estabilizadora) geralmente são a base do tratamento, pois reduzem o risco de oscilações para mania ou hipomania. Antidepressivos, quando indicados, costumam ser considerados como tratamento complementar, frequentemente associados a um estabilizador, e não como monoterapia.
O principal cuidado é que alguns antidepressivos podem, em determinados pacientes predispostos, favorecer virada para mania/hipomania, aumento de agitação, impulsividade, redução da necessidade de sono ou aceleração do pensamento. Esse risco varia conforme o antidepressivo utilizado e as características individuais do paciente.
No transtorno esquizoafetivo, a abordagem geralmente envolve um antipsicótico como componente central, podendo haver associação com estabilizador de humor (quando há sintomas do espectro bipolar) e, em alguns casos, antidepressivo para sintomas depressivos, sempre com monitoramento.
Na avaliação psiquiátrica, é importante investigar:
histórico de episódios de euforia ou irritabilidade anormalmente elevada;
redução da necessidade de sono sem cansaço;
aumento de energia, impulsividade ou comportamentos de risco;
sintomas psicóticos;
resposta prévia e efeitos adversos a medicamentos.
Portanto, o tratamento não é simplesmente “apenas estabilizador” ou “nunca antidepressivo”. O princípio é que, em transtornos com risco de bipolaridade ou psicose, o antidepressivo deve ser utilizado de forma criteriosa e geralmente dentro de uma estratégia que proteja contra desestabilização do humor.
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Já fui diagnosticado com todo tipo de transtorno e já tomei quase todo tipo de remédio e nunca estab
Já fui diagnosticado com todo tipo de transtorno e já tomei quase todo tipo de remédio e nunca estabilizo. O que pode estar acontecendo comigo? Será que devo procurar um neurologista em vez de frequentar um psiquiatra?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando uma pessoa já passou por vários diagnósticos, utilizou diferentes medicamentos e ainda apresenta dificuldade para estabilizar, é importante considerar a necessidade de uma reavaliação psiquiátrica aprofundada. Nem sempre a falta de melhora significa que “nenhum remédio funciona”; muitas vezes pode indicar que o diagnóstico precisa ser revisado, que existem condições associadas ou que fatores emocionais, ambientais e clínicos estão influenciando a evolução do quadro.
Em alguns casos, sintomas persistentes podem ocorrer por diagnósticos diferenciais ou combinações de transtornos, como transtornos de humor, transtorno de personalidade, transtornos de ansiedade, TDAH em adultos, traumas psicológicos, alterações do sono ou uso de substâncias. Também é importante revisar quais medicamentos foram usados, doses, tempo de tratamento, resposta obtida e efeitos colaterais.
O neurologista pode ser indicado quando existem sinais específicos de alteração neurológica, como convulsões, desmaios, alterações motoras, perda importante de memória, mudanças cognitivas ou outros sintomas neurológicos. Porém, quando a principal dificuldade é relacionada a humor, ansiedade, impulsividade, pensamentos recorrentes, crises emocionais ou resposta a psicofármacos, o psiquiatra continua sendo o especialista mais adequado. Em algumas situações, a avaliação conjunta entre psiquiatria e neurologia pode ser útil.
Uma consulta com um psiquiatra com experiência em casos complexos pode ajudar a reconstruir toda a história clínica e buscar uma formulação diagnóstica mais precisa, em vez de apenas trocar medicamentos sucessivamente.
O acompanhamento psiquiátrico é essencial para investigar e tratar sintomas como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, buscando um tratamento mais individualizado e eficaz.
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Qual a principal diferença entre o carbonato de lítio e o carbolitium CR? Qual dos dois é mais forte
Qual a principal diferença entre o carbonato de lítio e o carbolitium CR? Qual dos dois é mais forte ou mais potente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O carbonato de lítio e o Carbolitium CR® possuem o mesmo princípio ativo: carbonato de lítio. A principal diferença está na formulação farmacêutica: o Carbolitium CR® é uma apresentação de liberação controlada, que libera o medicamento de forma mais lenta e gradual no organismo, enquanto o carbonato de lítio convencional tende a ter uma liberação mais rápida.
Nenhum dos dois é considerado “mais forte” ou “mais potente” quando utilizados em doses equivalentes. A eficácia depende principalmente da concentração de lítio no sangue (litemia), da resposta clínica do paciente, da dose ajustada pelo psiquiatra e da tolerância aos efeitos adversos.
O Carbolitium CR® pode ser escolhido em algumas situações por proporcionar níveis séricos mais estáveis, reduzir oscilações ao longo do dia e, em alguns pacientes, melhorar a tolerabilidade. Entretanto, ele não significa necessariamente um tratamento superior ao carbonato de lítio comum.
O lítio é um medicamento amplamente utilizado como estabilizador do humor, especialmente no transtorno bipolar, transtornos de humor e alguns casos de depressão resistente. Seu uso exige acompanhamento regular com avaliação de litemia, função renal e tireoide, pois o ajuste correto é fundamental para garantir segurança e eficácia.
O acompanhamento psiquiátrico contínuo também é importante para avaliar sintomas associados como ansiedade, depressão, insônia, crise de ansiedade, ataques de pânico, estresse, irritabilidade, tristeza profunda, falta de motivação, burnout, transtorno de ansiedade, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico e TDAH em adultos, quando presentes.
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Perguntas frequentes
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Tem algum problema tomar Daforin de manha e sulpan a noite ?
Se por Daforin você se refere à fluoxetina e por Sulpan ao medicamento que…