Perguntas do paciente (605)
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As emoções intensas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são uma expressão autêntica do q
As emoções intensas no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são uma expressão autêntica do que a pessoa sente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, sim — no Transtorno de Personalidade Borderline, as emoções intensas são uma expressão real do que a pessoa está sentindo naquele momento. Não são “falsas” ou inventadas.
O ponto importante é que essas emoções podem ser muito rápidas, fortes e difíceis de regular, o que faz com que a reação pareça desproporcional ou difícil de entender para quem está de fora.
Então, elas são autênticas em relação ao sentimento, mas podem vir com uma intensidade maior do que a situação exigiria, por dificuldade de regulação emocional.
Psicoterapia é um passo importante. Estou à disposição.
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O que é o "camaleonismo social" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como ele afeta a a
O que é o "camaleonismo social" no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e como ele afeta a autenticidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O “camaleonismo social” no Transtorno de Personalidade Borderline é quando a pessoa muda muito o jeito de agir, falar, gostos ou opiniões para se adaptar a quem está perto dela — muitas vezes para evitar rejeição, abandono ou conflito. Geralmente é uma forma de proteção emocional que surgiu para ajudar a pessoa a se sentir segura e conectada aos outros.
A psicoterapia irá te ajudar a entender-se melhor.
Estou à disposição.
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Por que a expressão autêntica é tão desafiadora para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline
Por que a expressão autêntica é tão desafiadora para quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Porque a pessoa muitas vezes vive emoções muito intensas e rápidas, o que dificulta entender com clareza o que está sentindo no momento.
Além disso, o medo de rejeição e a insegurança em relação à própria identidade podem fazer com que ela mude sua forma de agir dependendo da situação ou das pessoas ao redor, tentando se proteger ou ser aceita.
Com isso, nem sempre é fácil se expressar de forma constante e “sem filtros”, já que as emoções e o contexto social influenciam muito o comportamento.
Psicoterapia pode ajudar muito. Estou à disposição.
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Como alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) começa a construir estabilidade?
Como alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) começa a construir estabilidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No Transtorno de Personalidade Borderline, a estabilidade começa a ser construída aos poucos, principalmente com autoconhecimento e apoio psicológico.
Com a psicoterapia, a pessoa aprende a reconhecer suas emoções com mais clareza, entender seus gatilhos e reagir de forma menos impulsiva. Isso ajuda a trazer mais controle emocional no dia a dia.
Com o tempo, isso vai trazendo mais equilíbrio emocional, segurança interna e constância nas relações e na forma de agir.
Estou à disposição.
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O que é autenticidade saudável para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O que é autenticidade saudável para alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Autenticidade saudável no Transtorno de Personalidade Borderline é conseguir ser verdadeiro sobre o que sente e pensa, sem deixar que emoções intensas definam totalmente quem você é ou controlem suas ações. É aprender a reconhecer: “Isso é o que estou sentindo agora” sem concluir “isso é tudo o que eu sou”.
A psicoterapia pode te ajudar bastante a entender essa questão e outras relativas a TPB.
Estou à disposição.
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O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode causar sensação de “falsidade”?
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode causar sensação de “falsidade”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim. No TPB, mudanças intensas na percepção de si podem fazer a pessoa sentir que está sendo “falsa” ou que não sabe quem realmente é. Ela pode se adaptar muito às relações e às emoções do momento, e depois questionar qual versão de si é a verdadeira. Isso não significa necessariamente falsidade, mas pode refletir uma identidade mais instável e uma dificuldade de integrar diferentes partes de si.
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O vazio no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é tristeza?
O vazio no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é tristeza?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não exatamente.
No Transtorno de Personalidade Borderline, a sensação de “vazio” não é só tristeza, embora possa vir junto dela em alguns momentos.
Esse vazio costuma ser mais uma sensação de “falta de algo”, como se a pessoa não conseguisse se sentir completa, conectada consigo mesma ou com a vida. Às vezes vem como tédio intenso, desconexão emocional, solidão ou a sensação de não saber quem se é.
A tristeza pode aparecer junto, mas o vazio em si é mais amplo e menos definido — não é apenas estar triste, mas sentir uma ausência interna difícil de nomear.
A psicoterapia é essencial porque ajuda a pessoa a entender melhor suas emoções, construir uma identidade mais estável e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com o que sente, reduzindo gradualmente essa sensação de vazio.
Estou à disposição.
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Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sabem que suas reações podem ser intensas?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) sabem que suas reações podem ser intensas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em muitos casos, sim — pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline têm algum grau de consciência de que suas reações emocionais podem ser muito intensas ou desproporcionais.
Porém, essa consciência nem sempre vem no momento da reação. Muitas vezes, a pessoa só percebe depois, quando a emoção já diminuiu. Isso acontece porque, durante situações de estresse emocional, o controle dos impulsos e da intensidade emocional pode ficar mais difícil.
Com o tempo e com psicoterapia, essa percepção costuma melhorar, e a pessoa passa a reconhecer mais cedo os sinais de que está ficando emocionalmente ativada, conseguindo se regular melhor.
Estou à disposição.
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Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem aprender regulação emocional?
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem aprender regulação emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim — e essa é uma das partes mais importantes e positivas do tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline.
Pessoas com TPB podem, sim, aprender regulação emocional. Isso significa desenvolver habilidades para reconhecer, entender e lidar melhor com emoções intensas, sem que elas tomem completamente o controle das ações.
Ou seja, sim — através, inclusive, da psicoterapia, aprender regulação emocional não só é possível, como é um dos caminhos mais eficazes para melhora real e consistente da qualidade de vida.
Estou à disposição.
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. Qual a diferença entre autenticidade e impulsividade?
. Qual a diferença entre autenticidade e impulsividade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Autenticidade é agir de acordo com aquilo que você realmente sente, pensa e valoriza, enquanto impulsividade é agir no calor do momento, muitas vezes sem pensar nas consequências. Ser verdadeiro consigo mesmo não significa fazer tudo o que sente vontade; também envolve escolher como agir de uma forma que faça sentido para você.
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Eu queria entender tenho um filho de 4 anos meu filho fica falando o tempo inteiro que ele quer ir e
Eu queria entender tenho um filho de 4 anos meu filho fica falando o tempo inteiro que ele quer ir embora não sei pra onde se ele esta na casa dele
Ai as vezes eu pergunto pra ele quer ir embora pra onde ? Ele me diz pra casa da minha vó lá é a minha casa
E ele fala isso que quer ir embora
Sem eu tá brigando com ele
Não tô entendendo essa atitude dele
Será que eu devo de levar ele a um psicólogo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser uma forma de expressar algum sentimento ou necessidade que ele ainda não consegue explicar bem, especialmente porque aos 4 anos a criança muitas vezes comunica emoções mais pelo comportamento do que pelas palavras. Tente perguntar com calma o que ele quer dizer quando fala “ir embora” e observe quando isso acontece. Se for algo frequente, vier acompanhado de tristeza, medo, mudanças de comportamento ou estiver causando sofrimento, vale conversar com um psicólogo infantil para entender melhor.
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Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que
Tenho 29 anos e namoro há 4 anos. Amo minha namorada, ela é minha parceira pra tudo, mas percebo que meu desejo sexual diminuiu muito nos últimos anos. Acabei criando o hábito de consumir pornografia escondido porque é mais “fácil” do que iniciar relação, conversar ou lidar com a pressão de transar. O problema é que agora parece que quanto mais pornografia vejo, menos vontade tenho de estar presente de verdade com ela. Quando tentamos ter relação eu fico ansioso, às vezes perco a ereção ou termino rápido. Ela já percebeu que tem algo errado e acha que não sinto mais atração por ela, mas não é isso. Tenho vergonha de falar sobre o quanto isso virou um ciclo. Isso pode ter relação com pornografia, ansiedade ou problema no relacionamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode existir relação, mas não é possível dizer que a pornografia seja a causa. A ansiedade, o estresse e a própria pressão para “dar conta” sexualmente podem ter um papel importante, e o uso frequente de pornografia pode acabar funcionando como uma forma de evitar a intimidade e reforçar esse ciclo.
O mais importante é não concluir que a falta de ereção significa falta de atração pela parceira. Conversar com ela com honestidade e buscar ajuda pode ser um bom começo.
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O que é o "Efeito Cinderela" na recuperação da autonomia epistêmica no Transtorno de Personalidade B
O que é o "Efeito Cinderela" na recuperação da autonomia epistêmica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O efeito Cinderela pode ser entendido como a expectativa de que alguém venha “salvar” ou devolver à pessoa um senso de valor, identidade e segurança. Quando isso acontece, a confiança na própria percepção pode ficar enfraquecida. A recuperação da autonomia envolve, aos poucos, aprender a confiar mais no próprio julgamento, sem deixar de buscar apoio nas relações.
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De que forma a simbiose epistêmica se manifesta no ambiente de trabalho e acadêmico?
De que forma a simbiose epistêmica se manifesta no ambiente de trabalho e acadêmico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A simbiose epistêmica pode se manifestar como uma dependência excessiva da validação de colegas, professores ou superiores para confiar no próprio conhecimento. A pessoa pode ter dificuldade em sustentar opiniões, tomar decisões ou reconhecer sua própria competência sem confirmação externa.
Agenda aberta!
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O que é confiança epistêmica no contexto psicológico?
O que é confiança epistêmica no contexto psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Confiança epistêmica é a capacidade de confiar que aquilo que aprendemos com outras pessoas pode ser verdadeiro, útil e relevante para nós. Quando essa confiança fica abalada, podemos começar a duvidar muito do que os outros dizem, das nossas próprias percepções e até da nossa capacidade de entender as situações.
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Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afe
Cresci em um ambiente com muita negligência, sofrimento emocional e situações traumáticas que me afetaram desde pequeno. Hoje sinto que isso ainda influencia muito minha vida diária.
Eu vivo um conflito constante:
Por um lado, sinto que preciso conquistar autonomia, independência financeira, rotina, trabalho e eventualmente sair de casa, porque o ambiente em que vivo ainda me faz mal emocionalmente.
Por outro lado, sinto que estou tão desgastado emocionalmente que tenho dificuldade de manter constância, disciplina, foco, energia e estabilidade pra conseguir justamente construir essa independência.
Então entro num looping:
- não consigo crescer porque estou emocionalmente mal e vivendo num ambiente ruim;
- mas continuo preso nesse ambiente porque ainda não consegui crescer.
Queria entender:
- até que ponto o ambiente atual pode estar mantendo meus problemas emocionais?
- sair de casa costuma ajudar pessoas nesse tipo de situação?
- devo priorizar primeiro estabilidade emocional/terapia ou construir independência mesmo ainda estando emocionalmente mal?
- como diferenciar “preciso me esforçar mais” de “meu sistema emocional está realmente sobrecarregado”?
- qual seria uma forma saudável e realista de construir autonomia nesse estado?
- dá pra carregar todo esse sofrimento e todos esses traumas e ainda conseguir manter rotina, crescimento pessoal pra conseguir independência e sair de casa?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você vive pode formar um ciclo difícil: o ambiente mantém o desgaste emocional, e o desgaste dificulta construir a independência necessária para sair dele. Por isso, talvez não seja preciso escolher entre “ficar bem primeiro” ou “sair primeiro”. É possível trabalhar os dois caminhos ao mesmo tempo, com metas pequenas e realistas. Mais do que se cobrar mais, é importante entender seus limites atuais e construir autonomia sem exigir de si uma força que você ainda está tentando recuperar.
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Minha filha de 5 anos...está muito emotiva...chora por tudo..e na escola as amiguinhas muitas vezes
Minha filha de 5 anos...está muito emotiva...chora por tudo..e na escola as amiguinhas muitas vezes não quer brincar com ela..Como ajudá-la? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante acolher o que ela sente, sem dizer que está chorando “por tudo”, e tentar entender o que está acontecendo na escola. Converse também com a professora para perceber como são essas situações com as amiguinhas. Se isso for frequente ou estiver afetando a autoestima e a rotina dela, vale procurar um psicólogo infantil para orientar vocês.
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Eu estou gostando de uma pessoa a mais de 3 meses. A gente estava ficando, mas aí aconteceu muitas c
Eu estou gostando de uma pessoa a mais de 3 meses. A gente estava ficando, mas aí aconteceu muitas coisas na minha vida, minha vó descobriu que estava com câncer de mama e minha mãe quebrou o pé. Comecei a ficar numa onda depressiva novamente, como eu já estive em um relacionamento no qual a pessoa não estava bem emocionante, sei o quanto isso é ruim. Então falei pra ele meio que me dar um tempo até às coisas melhorarem.
Bom as coisas melhorarem, mas não sei como conversar com ele, só sei que gosto muito dele e quero fazer dar certoRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você passou por muita coisa ao mesmo tempo, então é compreensível ter se afastado para tentar se cuidar. Se você ainda gosta dele, talvez o mais importante seja conversar com sinceridade, sem tentar encontrar as palavras perfeitas. Se houver reciprocidade, vocês podem retomar com calma e sem precisar resolver tudo de uma vez.
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Quais os motivos mais comuns levam um psicólogo (a) a terminar um processo psicoterapêutico de meses
Quais os motivos mais comuns levam um psicólogo (a) a terminar um processo psicoterapêutico de meses de forma tão abrupta com o paciente? Não estou me referindo aos casos em que o psicólogo vai mudar de cidade ou trocar de profissão. E sim aos casos de término com um paciente de forma individual.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Importante pontuar que o processo terapêutico pode ser encerrado tanto pelo paciente como pelo psicólogo. No que se refere ao profissional, o encerramento sempre será pautado no código de ética da psicologia. Motivos: O Psicoterapêuta pode, por observação própria, se convencer de que não está mais ajudando o paciente ou que os objetivos iniciais foram alcançados, por exemplo. No fim das contas, cada profissional, através da sua prática, procederá de uma forma na interrupção da psicoterapia; mas, reforço, deve sempre observar o código de ética e tentar, sempre que possível, fazer esse encerramento em conjunto com o paciente.
Estou à disposição"
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Por que a comunicação no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costuma ser do tipo "8 ou 80"?
Por que a comunicação no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) costuma ser do tipo "8 ou 80"?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A comunicação no TPB pode assumir esse padrão de “8 ou 80” porque as emoções costumam ser vivenciadas com muita intensidade. Em momentos de insegurança, medo de rejeição ou abandono, a pessoa pode oscilar entre uma comunicação muito intensa e próxima e, de repente, tornar-se distante, irritada ou fechada. Isso não significa falta de vontade de se relacionar, mas pode refletir dificuldades em regular emoções e lidar com sentimentos ambivalentes.
Agenda aberta!
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Perguntas frequentes
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Como é possível melhorar a relação entre pais e filhos que moram juntos, sem brigas existentes, mas
Olá! Quando pais e filhos moram na mesma casa, não vivem em conflitos abertos,…