Perguntas do paciente (463)
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Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,
Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Bom dia! Imagino o quanto isso possa estar sendo angustiante, principalmente depois de você ter se sentido tão bem. Como os sintomas voltaram há poucos dias, o mais importante é não ajustar ou suspender a venlafaxina por conta própria. Entre em contato com o médico que acompanha você para avaliar o que está acontecendo. E, se os sintomas ficarem muito intensos ou diferentes do habitual, procure atendimento.
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Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu
Olá, boa noite.
Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
Eu deveria procurar ajuda?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, eu procuraria ajuda. O que você está sentindo merece ser acolhido, principalmente porque você relata pensamentos de acabar com tudo. Você não precisa esperar piorar para buscar um psicólogo ou psiquiatra.
E, se sentir que pode se machucar, não fique sozinho: procure alguém de confiança e um serviço de urgência. Você não precisa enfrentar isso sozinho.
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Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr
Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo esse pensamento. Quando algumas relações terminam, pode parecer mais seguro não criar vínculos para não sentir a perda depois.
Mas talvez a questão não seja escolher entre ser totalmente autossuficiente ou depender das pessoas. É possível construir vínculos sabendo que eles podem mudar de forma ou terminar. O valor de uma amizade não está apenas em ela durar para sempre, mas também no que ela proporciona enquanto existe.
Talvez valha investigar: “Estou escolhendo a solitude porque ela combina comigo ou porque estou tentando me proteger da dor de perder alguém?”
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Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas cris
Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas crises psicóticas (esquizofrenia em questionamento)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo. Se você sente que seus pais usam suas crises para te controlar ou desestabilizar, tente evitar confrontos, estabelecer limites e buscar apoio fora de casa.
Também é importante conversar com seu psicólogo/psiquiatra sobre essas situações, especialmente porque durante crises a percepção das relações pode ficar mais difícil. Você não precisa lidar com isso sozinho.
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Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi
Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É possível sentir tudo isso e ainda amar seu bebê. A gravidez pode trazer medo e a sensação de perder a própria vida, mas você não deixa de existir como pessoa e ter seus próprios sonhos por ser mãe.
Converse com um psicólogo e com seu pré-natal. Você não precisa descobrir toda a sua vida agora — só dar um passo de cada vez.
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Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico
Tenho um relacionamento há 5 anos e, às vezes, quando vejo alguém que já foi um paquera antigo, fico preocupada com a forma como essa pessoa vai me enxergar. Penso que preciso parecer bonita, legal e mostrar que estou bem, e por isso acabo agindo de forma estranha. Não tenho intenção de chamar atenção ou de ficar com essas pessoas, mas sinto culpa por esses pensamentos e atitudes, como se fossem uma forma de traição.
Gostaria de saber se isso pode ser considerado traição ou se pode estar relacionado à ansiedade, ao TOC ou simplesmente à baixa autoestima e à preocupação excessiva com a opinião dos outros.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso não significa, por si só, uma traição. Pensamentos e preocupações com a forma como somos vistos não definem nossas intenções nem nosso compromisso. Pode estar relacionado à ansiedade, autoestima ou pensamentos obsessivos — o importante é perceber o quanto isso gera culpa e sofrimento. Você não precisa se culpar por pensamentos que não escolheu ter.
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como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
como se livrar do vicio em pornografia teleguiada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Não é falta de força de vontade. Tente entender o que o uso está regulando (ansiedade, solidão, tédio), reconhecer os gatilhos e criar alternativas para atravessar o impulso. O objetivo não é perfeição, mas recuperar a sensação de escolha, sem culpa ou vergonha.
Minha agenda está aberta para falarmos mais sobre esse e outros assuntos.
Aguardo você!
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Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.
Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não há uma idade específica para iniciar. Aos 3 anos, já é possível falar sobre a morte de forma simples, concreta e gradual, respeitando o que a criança consegue compreender. Nesse caso, é importante validar a existência do pai biológico sem retirar o lugar afetivo do padrasto. O mais importante é acompanhar as perguntas, brincadeiras e manifestações da criança, sem antecipar além do que ela demonstra precisar.
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Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam
Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.
Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como essa dúvida pode ser angustiante, principalmente quando existe carinho, história e vontade de fazer a relação dar certo. E você não precisa se cobrar para ter uma resposta imediata sobre o que sente. Às vezes, é justamente quando conseguimos olhar com calma para nossos sentimentos, sem culpa ou pressão, que as coisas começam a ficar mais claras.
Na terapia, podemos acolher esse momento juntas, entender o que mudou e diferenciar o que pode estar relacionado à rotina, à ansiedade ou à própria relação. E, se fizer sentido para você, também podemos pensar em caminhos para reconstruir essa conexão de forma genuína, sem forçar sentimentos.
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Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm
Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pelo que você conta, você já teve uma evolução muito importante nesses 6 meses. E sentir ansiedade ou ficar incomodada com esses comentários não significa que você não esteja melhorando.
Se “curar” da ansiedade social não significa necessariamente deixar de ser quieta ou tímida, mas conseguir se relacionar com mais liberdade, sem se cobrar para ser diferente de quem você é. Podemos trabalhar também essa sensação de não pertencimento e a forma como esses comentários afetam você.
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Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico
Estou passando por um momento muito difícil,tenho depressão e pesquisei muito sobre crises de pânico e fobia social,não estou conseguindo sair de casa sozinho mais,e não consigo fazer terapia online já comecei a tomar os medicamentos mais as pesquisas sobre os sintomas agravaram meu caso,está muito difícil pra mim,as pesquisas excessivas acabaram com meu psicológico, preciso sair dessa e voltar a ter uma vida normal,como reverter as ideias negativas lidas nas pesquisas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode ser muito angustiante, mas é possível recuperar sua qualidade de vida com o tratamento adequado. Quando estamos muito ansiosos, é comum que as pesquisas na internet acabem alimentando ainda mais o medo e as preocupações. Aos poucos, na terapia, é possível compreender esses pensamentos, reduzir o impacto deles e reconstruir a confiança para retomar a rotina, sempre no seu tempo.
Minha agenda está aberta. Se sentir que faz sentido para você, pode agendar uma consulta pelo meu perfil aqui no Doctoralia. Será um prazer acolher você e caminhar junto nesse processo.
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Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintom
Tenho depressão e toda vez que estou passando por um momento difícil começo a pesquisar sobre sintomas de doenças,dessa vez foi sobre fobia social,já tinha dificuldade de ter interações sociais mais depois que comecei a pesquisar começei a dar crises quando saio de casa,daí me isolei, começei a tomar escitalopram mais ainda não deu resultados,ainda tenho medo de ter crises se eu for sair de casa, pesquisar sintomas atrapalha no meu tratamento?
A terapia pode me ajudar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pesquisar sintomas com frequência pode acabar aumentando a ansiedade e reforçando os medos, principalmente quando já existe um sofrimento emocional. Isso não significa que você esteja "criando" os sintomas, mas que esse ciclo pode manter o desconforto.
A terapia pode ajudar bastante a compreender o que está acontecendo, desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade e retomar sua rotina de forma gradual, respeitando o seu tempo. E, como você iniciou o escitalopram recentemente, é importante manter o acompanhamento com o médico, pois o efeito costuma levar algumas semanas para aparecer.
Se sentir que faz sentido para você, estou com a agenda aberta. Você pode agendar uma consulta pelo meu perfil no Doctoralia. Será um prazer te acompanhar nesse processo.
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Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus
Tenho muita dificuldade com foco, especialmente depois da pandemia. Até leitura, que era um dos meus maiores prazeres quando mais novo, agora parece mais um fardo do que qualquer outra coisa, mesmo tentando muito. Como lidar com isso? Como não me render a vontade de 'instagramar' e ser mais produtivo? Sinto que tem atrapalhado muito minha vida acadêmica.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo como isso pode ser frustrante. Você não está sozinho nessa experiência, e ela tem sido mais comum do que parece. Às vezes, não se trata de falta de força de vontade, mas de compreender o que está acontecendo com você e encontrar formas mais gentis e possíveis de retomar o foco, sem tanta cobrança. Com o apoio certo, isso pode mudar.
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A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion
A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pelo que você descreve, esse sofrimento tem sido intenso e está afetando várias áreas da sua vida. Esses sintomas podem estar relacionados à depressão, à ansiedade ou a outras condições que precisam ser avaliadas com cuidado, por isso é importante buscar ajuda profissional para entender o que está acontecendo e receber o suporte adequado.
Você não precisa enfrentar isso sozinha. Se fizer sentido para você, estou com minha agenda aberta e ficarei feliz em te acolher nesse processo, oferecendo um espaço seguro para que possamos compreender juntos o que você está vivendo e pensar nos próximos passos.
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Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins
Tenho 20 anos e meu namorado mora cerca de 40 km de mim. Normalmente só conseguimos nos ver nos fins de semana. Nos últimos dias passamos quatro dias seguidos juntos: viajamos, cozinhamos, dormimos juntos e aproveitamos muito a companhia um do outro. Foi uma experiência muito especial, porque pudemos viver um pouco da rotina como casal.
Hoje precisei voltar para casa e, desde que cheguei, estou com uma sensação de vazio e uma vontade de chorar. Não aconteceu nenhuma briga, não existe nenhum problema entre nós e também não tenho problemas em casa nem estou infeliz com a minha família. Pelo contrário, gosto muito de estar em casa e tenho uma boa convivência com a minha família.
As despedidas dos fins de semana normalmente já me deixam um pouco tristinha e com saudade, mas a despedida de hoje foi diferente. Depois desses quatro dias juntos, senti uma tristeza muito maior, um vazio que eu não esperava sentir. Não é medo de perder o relacionamento, nem insegurança. É simplesmente uma saudade muito intensa da companhia dele. Sinto falta de dividir a rotina, acordar juntos, cozinhar, conversar e terminar o dia ao lado dele.
Isso é normal? É comum sentir essa tristeza tão forte depois de passar vários dias tão felizes com a pessoa que amo, mesmo sabendo que nosso relacionamento está bem?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Claro!
Sim, é completamente normal. Depois de passarem vários dias vivendo uma rotina tão próxima, é natural sentir um vazio e uma saudade mais intensa quando cada um volta para a sua casa. Isso não significa que exista um problema no relacionamento, mas sim que a convivência foi muito significativa para você. Se essa tristeza diminuir nos próximos dias e você conseguir retomar sua rotina, tende a ser uma resposta saudável à saudade.
Se perceber que esse sofrimento está ficando muito intenso ou frequente, vale a pena buscar um acompanhamento psicológico para compreender melhor esses sentimentos. Estou com minha agenda aberta e ficarei feliz em te acolher nesse processo.
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Olá, tudo bem? Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso in
Olá, tudo bem?
Como sei se estou fazendo "transferência" pra minha psicóloga, ou gostando e tenso interesse amoroso/sexual por ela mesmo?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa é uma dúvida muito comum. Apenas pelo que você sente, não é possível diferenciar se é transferência ou um interesse amoroso, e até mesmo os dois podem coexistir. O mais importante é compreender o significado desse sentimento, e falar sobre isso na terapia pode ser muito enriquecedor.
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Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, ma
Olá, sou jovem e não sei lidar com minha própria cabeça, quando estou com meu namorado estou bem, mas quando tentamos algo mais íntimo, meus traumas tomam conta e eu choro e fico com medo(fui abusada com 5 anos e com 11 anos). Eu não sei o que fazer, sóbria eu fico mal, bêbada eu fico pior, pois eu tenho crises de pânico e vejo meus abusadores e começo a ter memórias dos abusos, não quero que meu namorado tenha uma namorada defeituosa. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito que você tenha passado por experiências tão dolorosas. O que você descreve é uma resposta muito comum em pessoas que viveram abusos, e isso não significa que você seja "defeituosa". Esses traumas podem ser trabalhados em um processo terapêutico, com cuidado e no seu tempo, para que você possa se sentir mais segura e recuperar sua qualidade de vida. Se fizer sentido para você, estou com agenda aberta e será um prazer acolher sua história em uma sessão. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
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Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sen
Bom... Eu sempre senti a necessidade de me conectar a alguém num nível mais íntimo. Eu lembro de sentir este desejo já nos meus 11/12 anos de idade. Desde então venho tentando lidar com o fato de nunca ter me relacionado com alguém profundamente e isso me deixa bastante triste às vezes. Não quero soar fútil, mas é algo que tem me trazido angústia genuína e não tenho sabido lidar com isso. Estou ficando preocupado pois tenho 25 e, como adulto, eu já deveria ter a resposta pra isso. Sei que tenho que focar em mim mesmo e me amar antes de qualquer coisa, contudo... Eu me sinto vulnerável e gostaria de estar num relacionamento que me proporcipnasse a experiência de partilha de vida. Eu já vivi alguns um tanto quanto superficiais e, em nenhum deles, senti que era a pessoa certa. Eu ainda estou buscando contruir uma carreira, estabilidade, felicidade... Mas será que eu tenho que esperar que minha vida fique estável para enfim procurar alguém? Eu deveria procurar por uma pessoa? Quando serei feliz? Estas coisas passam pela minha cabeça e eu não sei como lidar com todas elas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Obrigado por compartilhar isso com tanta sinceridade. O que você descreve revela um desejo humano muito legítimo: construir um vínculo profundo e significativo. Não existe uma idade em que essas respostas "deveriam" estar resolvidas, e buscar um relacionamento não precisa esperar que a vida esteja perfeita. Talvez a questão não seja apenas quando isso vai acontecer, mas como você tem vivido essa espera e o lugar que ela ocupa na sua vida. Se fizer sentido para você, minha agenda está aberta e podemos explorar essas questões juntos, com cuidado e profundidade.
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Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Antes de responder, vale dizer que essa dúvida é muito comum e, por si só, não significa que você esteja rejeitando o bebê.
Essa é uma pergunta importante. Nem sempre a dificuldade em sentir alegria ou conexão durante a gestação significa rejeição ao bebê. Muitas vezes, o que ainda não foi aceito é a mudança que a gravidez traz, as perdas, os medos e as transformações que ela provoca. Com o tempo, esses sentimentos podem mudar. Se essa dúvida tem gerado sofrimento ou culpa, podemos conversar sobre isso com mais profundidade. Minha agenda está aberta, e será um espaço seguro para acolher e compreender o que você está vivendo, sem julgamentos.
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Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
Porque a depressão está sempre na espreita pra nós pegar de novo, após acontecimentos ruins?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para quem já viveu um episódio de depressão, momentos difíceis podem reativar vulnerabilidades emocionais. Isso não significa que a depressão esteja "esperando para atacar", mas que o cérebro e a forma como lidamos com o estresse podem ficar mais sensíveis após uma experiência anterior. Por isso, é importante acolher os primeiros sinais sem entrar em pânico: recaídas podem ser prevenidas e cuidadas. Se essa é uma preocupação presente na sua vida, minha agenda está aberta para conversarmos e construirmos estratégias que fortaleçam sua saúde emocional.
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Perguntas frequentes
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Tenho laudo neuropsicologico, diagnosticada com autismo nivel 1. Eu tenho direito de solicitar o lau
No caso o laudo neuropsicológico é uma parte da avaliação. Durante a avaliação…