Perguntas do paciente (605)

  • A reconstrução da identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige descoberta ou con

    A reconstrução da identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige descoberta ou construção?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A reconstrução da identidade no TPB envolve os dois movimentos: descobrir aspectos de si que foram silenciados e construir novas formas de existir, integrando desejos, emoções, valores e experiências. Não é encontrar uma identidade pronta, mas desenvolver um senso de si mais coerente, autêntico e contínuo, respeitando a própria singularidade.

    Minha agenda está aberta para quem deseja percorrer esse caminho com acolhimento e cuidado. Será um prazer te acompanhar nesse processo.


  • A instabilidade identitária no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) desafia modelos clássico

    A instabilidade identitária no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) desafia modelos clássicos de personalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim. A instabilidade identitária no TPB questiona modelos clássicos que compreendem a personalidade como uma estrutura estável e contínua. Ela nos convida a pensar a identidade como um processo dinâmico, influenciado pelas emoções, pelos vínculos e pelas experiências vividas. Mais do que uma identidade inexistente, pode haver uma dificuldade em manter um senso de si integrado e consistente.

    Minha agenda está aberta para quem deseja compreender melhor a própria história e construir uma relação consigo mais segura e autêntica. Será um prazer te acolher nesse processo.


  • O tempo psicológico no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é linear ou episódico?

    O tempo psicológico no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é linear ou episódico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No TPB, o tempo psicológico pode ser vivenciado de forma mais episódica do que linear, especialmente em momentos de intensa instabilidade emocional. O presente pode assumir uma força tão grande que dificulta conectar passado, presente e futuro em uma narrativa contínua de si. Isso não significa que ocorra da mesma forma em todas as pessoas.

    Na psicoterapia, é possível trabalhar a integração das experiências e a construção de uma continuidade subjetiva, favorecendo uma relação mais estável consigo e com a própria história. Minha agenda está aberta para acolher quem deseja iniciar esse processo. Será um prazer te acompanhar.


  • A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é relacional por definição?

    A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é relacional por definição?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    No TPB, a identidade é profundamente influenciada pelas relações, mas não é exclusivamente relacional. O olhar do outro pode impactar intensamente a percepção de si, tornando mais difícil sustentar uma identidade estável diante de mudanças nos vínculos e nas emoções. O desafio terapêutico é construir um senso de si que possa existir no encontro com o outro, sem se perder nele.

    Minha agenda está aberta para quem deseja explorar essas questões com acolhimento e cuidado. Será um prazer te acompanhar nesse processo.


  • Existe relação entre autenticidade e identidade borderline?

    Existe relação entre autenticidade e identidade borderline?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim. No TPB, a autenticidade pode ser um desafio quando há dificuldade em reconhecer os próprios desejos, valores e sentimentos, especialmente diante da necessidade de pertencimento ou do medo de rejeição. O processo terapêutico pode favorecer a construção de uma identidade mais integrada, na qual a pessoa consiga reconhecer quem é sem precisar se moldar constantemente ao olhar do outro.

    Minha agenda está aberta para quem deseja aprofundar esse caminho de autoconhecimento, com acolhimento e respeito à própria história. Será um prazer te acompanhar.


  • O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser visto como uma perturbação da identidade nar

    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser visto como uma perturbação da identidade narrativa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim. O TPB pode ser compreendido, sob a perspectiva da identidade narrativa, como uma dificuldade em manter uma história de si coerente e contínua, integrando experiências, emoções e vínculos ao longo do tempo. Não se trata de ausência de identidade, mas de uma dificuldade em sustentar um sentido estável de quem se é diante das mudanças internas e relacionais.

    Na psicoterapia, é possível reconstruir essa narrativa com acolhimento, atribuindo novos sentidos à própria história. Minha agenda está aberta para quem deseja iniciar esse processo. Será um prazer te acolher.


  • O vazio no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser entendido como ausência de intencio

    O vazio no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser entendido como ausência de intencionalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    O vazio no TPB pode ser compreendido, em algumas perspectivas fenomenológicas, como uma dificuldade de sustentar direção, sentido e continuidade na própria experiência. Não significa necessariamente ausência de intencionalidade, mas uma sensação de desconexão dos próprios desejos, projetos e propósitos.

    Na psicoterapia, é possível explorar esse vazio e construir, gradualmente, sentidos que favoreçam uma relação mais autêntica consigo. Minha agenda está aberta para quem deseja percorrer esse caminho com acolhimento e cuidado. Será um prazer te acompanhar.


  • A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é epistemologicamente instável?

    A identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é epistemologicamente instável?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim. Podemos pensar a identidade no TPB como epistemologicamente instável quando há dificuldade em sustentar certezas sobre quem se é, o que se sente e o que se deseja. A percepção de si pode variar conforme os estados emocionais e os vínculos, tornando o autoconhecimento mais vulnerável às experiências do momento. Isso não significa ausência de identidade, mas dificuldade em manter uma compreensão integrada e contínua de si.

    Na psicoterapia, é possível construir maior confiança na própria experiência e desenvolver um senso de si mais consistente. Minha agenda está aberta para quem deseja trilhar esse caminho com acolhimento e cuidado. Será um prazer te acompanhar.


  • O colapso afetivo pode acontecer mesmo em situações “boas”?

    O colapso afetivo pode acontecer mesmo em situações “boas”?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sim. No começo o colapso pode soar como um certo alívio, o que pode parecer como "uma situação boa". Porém essa sensação tende a não durar muito. Geralmente, em seguida, surgem um isolamento profundo e uma enxurrada de pensamentos negativos; nos quadros mais graves, podem aparecer comportamentos ainda menos desejáveis, numa tentativa de recuperar alguma sensação. Uma pessoa em colapso afetivo, simplesmente, pode não saber distinguir o que é verdadeiramente uma "situação boa" e isso pode ser bastante desafiador para ela.

    Espero ter ajudado.


  • Olá, tenho 18 anos e já fui diagnosticada com transtorno de ansiedade social. Desde a infância, sem

    Olá, tenho 18 anos e já fui diagnosticada com transtorno de ansiedade social.
    Desde a infância, sempre tive dificuldade em interações sociais, preferência por ambientes mais tranquilos e sensibilidade a estímulos como sons, cheiros e algumas texturas.
    Também percebo dificuldade em entender certos tipos de piadas ou linguagem indireta, além de desconforto com contato visual prolongado. Em ambientes muito movimentados, costumo ficar em estado de alerta e desconfortável.
    Gostaria de saber: esses sintomas podem estar relacionados apenas à ansiedade social ou podem indicar a necessidade de investigação para algo mais aprofundado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Olá. Sempre a recomendação será de você buscar um profissional qualificado para fins diagnósticos. Um psicólogo certamente poderá te ajudar muito. Perceba que muito do que você relata, expressa a sua percepção do mundo a sua volta e de si mesma. Portanto, é fundamental trabalhar isso, de maneira que fique consolidado que você tem sua personalidade própria e isso deve permanecer assim, inclusive sendo fortalecida a sua identidade; sendo necessário muitas das vezes apenas alguns pequenos ajustes no dia-a-dia. Mas em tudo isso seu psicólogo poderá te auxiliar.

    Espero ter ajudado.
    Tudo de bom!


  • Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso

    Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Seu corpo está reagindo com um nível muito alto de estresse, em decorrência da projeção que sua mente faz massivamente de possibilidades das coisas darem errado. São sim comportamentos clássicos de ansiedade, onde somente o profissional que te acompanha ou acompanhará poderá fechar um diagnóstico.É um ciclo gerado pelo seu Sistema Nervoso Simpático em decorrência da ativação do seu sistema de luta ou fuga, onde o cérebro entra em "modo de proteção", "imaginando" que essas situações cotidianas que você relata são situações de perigo para vocês. Acredito que seja importante que a sua terapia seja focada, além da escuta ativa, obviamente, em você realmente entender como os efeitos sentidos podem na verdade ser mais perturbadores do que qualquer diagnóstico ou evento cotidiano em si. Nossa mente faz projeções e nos leva a temermos coisas que racionalmente sabemos que não nos representam perigo. Um psicólogo experiente e capacitado, certamente te ajudará muito.

    Um abraço!


  • Quando a validação pode se tornar iatrogênica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    Quando a validação pode se tornar iatrogênica no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A validação pode se tornar iatrogênica no TPB quando é feita de forma **irrestrita ou confirmatória de interpretações distorcidas**, sem ajudar a pessoa a refletir ou regular a emoção. Em vez de aliviar, isso pode reforçar padrões de impulsividade, dependência emocional ou interpretações extremas. O ideal é uma validação equilibrada: reconhecer a emoção sem confirmar necessariamente a leitura do evento.

    Agenda aberta!


  • Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refleti

    Olá, recentemente passei por uma crise de ansiedade e perdi um tempo ao meu ex namorado para refletir oq estava acontecendo comigo pq nunca me havia acontecido isso e eu sentia ansiedade so de pensar nele. Depois que minha mente clareou percebi que não queria perder-lo, mas quando fui conversar novamente ele falou que ja queria terminar o relacionamento e que nao era culpa minha, mas sim ele que não estava conseguindo se doar para mim. Estou me sentindo péssima, sinto que estraguei tudo. E também muito confusa sobre essa situação, sinto vontade de ficar perguntando até saber oq significa não conseguir se doar, apesar de suspeitar que seja "não gosto o suficiente de você" me sinto meio traída.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Você não é responsável por nada, na verdade ambos não são; talvez por isso você se sinta tão confusa. Você não estragou nada. Busque ajuda de um psicólogo para te ajudar na questão da ansiedade e também no autoconhecimento. Estou à disposição para te ajudar nesse processo.

    Fique bem!


  • Por onde é possível começar a perder o medo com mulheres após anos de depressão grave e isolamento

    Por onde é possível começar a perder o medo com mulheres após anos de depressão grave e isolamento (ansiedade social)?

    Contexto: Minha depressão começou no Ensino Médio. Terminei, fiquei quatro anos definhando, e então foi dado início ao tratamento (oito anos ao todo). Veio a pandemia, mais de um ano de lockdown, e então passei a ter uma grande melhora. Minha depressão entrou em remissão tem um ano, minha ansiedade social está controlada em boa parte. Faço acompanhamento com psiquiatra e psicóloga.
    Estou recomeçando a minha vida do zero após anos e anos de isolamento. Já aprendi dois idiomas, comecei a sair mais e sozinho, voltei a ter minha autonomia, cuidado comigo, faço academia, yoga, me matei de estudar pra entrar num curso muito concorrido na federal, voltei a sair com meus amigos e até fiz novas amizades e é isso. Acontece que quanto mais eu vou melhorando, maior a minha solidão vai ficando. O meu anseio por contato humano, desejo e a libido acabam ficando muito altos. Eu não quero pagar por profissional (não sou virgem), pois eu necessito de conexão. Sou introvertido.

    Agora para a questão da pergunta: Eu estou voltando a desenvolver minhas habilidades sociais. Consigo falar com mulheres normalmente quando não envolve atração física/sexual. Como esse desejo somado a solidão tem aumentado muito, abordei minha psicóloga para ver se há maneira de eu começar a me expor de forma gradual ou de contornar isso. Não tive êxito. Meu tratamento é pelo SUS. Então comecei a puxar assunto pelo instagram e whatsapp para ir me expondo. Só que esses dias tive uma crise de pânico após estar rodeado de mulheres na mesa em um pub. Consegui contornar a crise, mas percebi que eu ainda não consigo flertar pessoalmente ou ter um date ou qualquer coisa do tipo e eu quero muito melhorar isso, pois minha mente e meu corpo estão clamando por isso, mas a minha ansiedade social nesse quesito está me bloqueando.

    Não sei qual profissional procurar ou então qual outra forma de abordar esse assunto com a minha psicóloga para que eu possa ter o acompanhamento dela, de uma profissional da saúde. Só sei que isso está acabando comigo. É algo muito novo pra mim, pois passei boa parte da minha vida sem desejo algum.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Olá. Nunca existe uma resposta simples para uma questão complexa. Entenda, eu disse uma questão complexa e não um problema complexo. Todas as variáveis que você trouxe são importantes e eu já te parabenizo por tantas conquistas. Mas, existem algumas construções na vida, que embora possam nos ajudar em outras áreas, não garantem sucesso em tudo o que vamos fazer. Perceba, os estudos, os cuidados com você mesmo e até o aumento gradual da sua exposição, tendem a te projetar mais na vida social e isso é positivo. Contudo, todas as vezes que essa exposição ocorre de fato, alguns "gatilhos de proteção" do próprio cérebro são ativados e injetam sim uma grande quantidade de hormônios na sua corrente sanguínea em poucos segundos e isso faz com que você tenha sintomas indesejados e muitos deles ao mesmo tempo muita das vezes, como:

    Físicos:
    Batimentos cardíacos acelerados (taquicardia)
    Respiração rápida ou sensação de falta de ar
    Sudorese (mãos frias e suadas)
    Tensão muscular (principalmente em ombros e mandíbula)
    Tremores ou sensação de fraqueza
    Pupilas dilatadas
    Desconforto gastrointestinal (náusea, “frio na barriga”)

    Cognitivos/emocionais:
    Sensação de perigo iminente
    Hipervigilância (atenção excessiva ao ambiente)
    Pensamentos acelerados ou catastróficos
    Dificuldade de concentração
    Irritabilidade ou ansiedade intensa

    Comportamentais:
    Impulso de fugir da situação
    Evitação de locais ou pessoas
    Reações impulsivas ou defensivas

    Seu cérebro foi "ensinado" que "estar rodeado de mulheres na mesa em um pub", por exemplo, é algo perigoso e ele ativa toda essa complexa rede de proteção à revelia da sua racionalidade, através do Sistema Nervoso Simpático.

    Eu confio muito no fato de que para vencer um inimigo você precisa conhecê-lo muito bem, para não ignorá-lo, não dimininuí-lo, mas principalmente não torná-lo maior do que ele realmente é. Ao meu ver, sua terapia deve focar nisso; focar em você entender os fatores que fazem você se sentir mal diante de situações específicas e assim você saberá, certamente, como enfrentar e conduzir tudo da melhor maneira possível.

    Espero ter ajudado. Abraço!


  • Eu penso o tempo todo que. Aí entrar alguém e vai me matar, penso que vai entrar alguém pra me rouba

    Eu penso o tempo todo que. Aí entrar alguém e vai me matar, penso que vai entrar alguém pra me roubar penso que vão pegar a minha filha e fazer maldades, já nem assisto notícias e nem gosto de ouvir nada eu hj pude perceber isso que eu fico com medo de acontecer isso eu já estou providenciando a consulta ao caps! Foi bom encontrar esses tantos de relatos idêntico ao meu

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Olá! Obrigado pelo seu relato. Fica claro que o medo constante e a preocupação com a sua segurança e a da sua família, estão afetando o seu cotidiano. Evitar notícias ruins e principalmente buscar o CAPS são boas medidas, inicialmente. Mas, para além disso, é muito interessante que você busque acompanhamento psicológico regular, pois a psicoterapia vai ser sua aliada no acolhimento e no fortalecimento do seu autoconhecimento. Estou à disposição para lhe ajudar.


  • Quais os desafios para o agressor sob perspectiva existencial?

    Quais os desafios para o agressor sob perspectiva existencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Sob a perspectiva existencial, o agressor pode enfrentar dificuldades na relação com a própria responsabilidade, com o reconhecimento do outro como sujeito e com a construção de sentido nas próprias escolhas. Muitas vezes, o ato agressivo pode estar ligado a modos empobrecidos de se relacionar com a liberdade, com a alteridade e com a culpa.

    Esse olhar não reduz o comportamento ao ato em si, mas amplia a compreensão sobre como a pessoa se posiciona diante da própria existência.

    Agenda aberta para atendimento.


  • Como a análise existencial se relaciona com o bullying?

    Como a análise existencial se relaciona com o bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A análise existencial compreende o bullying não apenas como um comportamento agressivo, mas como uma ruptura na forma como o sujeito vivencia liberdade, responsabilidade e reconhecimento do outro. Para quem sofre, pode gerar experiências de desvalorização e perda de sentido; para quem pratica, pode envolver dificuldades na relação com a alteridade e na assunção da própria responsabilidade.

    Nesse enfoque, o foco não está apenas no sintoma, mas no modo como cada pessoa se posiciona diante das próprias escolhas, vínculos e sentido de existir.

    Agenda aberta para atendimento.


  • O que a terapia existencial pode oferecer de diferente em relação a outras abordagens para o bullyin

    O que a terapia existencial pode oferecer de diferente em relação a outras abordagens para o bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A terapia existencial se diferencia por não focar apenas na redução do comportamento de bullying, mas na compreensão do modo de ser-no-mundo do sujeito. Ela investiga como a pessoa se relaciona com liberdade, responsabilidade, sentido e o outro, ampliando a consciência sobre escolhas e suas consequências.

    Enquanto outras abordagens podem priorizar técnicas de controle comportamental, a perspectiva existencial busca favorecer mudança a partir da reflexão e do reconhecimento do próprio posicionamento diante da vida.

    Agenda aberta para atendimento.


  • Quais são as ferramentas da terapia existencial usadas no tratamento do bullying?

    Quais são as ferramentas da terapia existencial usadas no tratamento do bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    Na abordagem existencial, o trabalho com bullying foca na ampliação da consciência sobre escolhas, responsabilidade e impacto das ações no outro. São utilizadas ferramentas como o diálogo fenomenológico, a exploração de sentidos pessoais, a reflexão sobre liberdade e limites, e a análise do modo como o sujeito se relaciona com a alteridade.

    O objetivo não é apenas interromper o comportamento, mas favorecer um posicionamento mais consciente e responsável diante de si e do outro.

    Agenda aberta para atendimento.


  • Qual o papel da busca por sentido na superação do bullying?

    Qual o papel da busca por sentido na superação do bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dr. Mário Sérgio da Silva Torreiro

    A busca por sentido pode ser um fator central na superação do bullying, tanto para quem sofre quanto para quem pratica. Ela ajuda a reorganizar a experiência vivida, reduzir sentimentos de vazio e ampliar a capacidade de atribuir significado às próprias emoções e escolhas.

    Quando há construção de sentido, torna-se possível sair de posições fixas — como vítima ou agressor — e abrir espaço para novas formas de se relacionar consigo e com o outro.

    Agenda aberta para atendimento.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.