Perguntas do paciente (53)
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Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um sit
Antes de tudo, quero agradecer ao site por disponibilizar os médicos. Poder ao menos estar em um site como este com profissionais já dá uma mínima sensação de acolhimento.
Sou mulher. Tive pais que sempre trabalharam muito e não tinham uma linguagem de amor muito forte, não tenho e não tive apoio emocional e inclusive cresci os vendo em conflito. Meus pais não me deram pilares e tudo que senti.. eu me fazia não sentir e continuava vivendo.
Sofri traição de amizades na escola, abandono e muita rejeição desde os 14 anos, ainda que desde criança já me sentisse sozinha. Tudo o que colegas me xingavam eu jogava para baixo do tapete seguindo em frente até que agora na vida adulta aos 20 percebi que no final tudo ficou realmente guardado, e lido com sentimentos muito fortes de rejeição. Tudo está voltando e me torturando à ponto de piorar o meu perfeccionismo e minha visão do mundo. O que há estava ruim só piorou.
A questão é que não tenho grana para psicólogo, e estou tentando evitar o psicológo público não por questão de espera (acredito que há muitas pessoas precisando de ajuda) e sim por simplesmente viver um dia depois do outro, confesso que tenho receio de me recomendarem somente fazer caminhada então acabo procrastinando e não marcando consulta.
Mesmo que não me deem um diagnóstico aqui, o que é compreensível, eu só quero ao menos um conselho breve... sentir como é ter a resposta direta de um profissional. Não sei se estou com quadro de boderline, depressão, burnout, já sofro de ansiedade e estou tentando meditação, chá e autocuidado (o que eu posso) mas está difícil seguir com sentimentos de tristeza muito fortes e padrões de sobrevivência por mais tempo. Não está dando certo focar no trabalho ou futuro e à cada vez meu sentimento de tristeza e cansaço só pioram, sempre ajudei meus pais e deu muito de meu tempo à cuidar das coisas por conta da ausência dos meus pais... sinto que estou cansada.
Há dias em que tudo o que penso é em desistir porque nem em terapia me vejo sendo em paz ou amando à mim mesma no futuro, apenas com uma cicatriz enorme tampada com um band aid... Como embrulhar um saco de lixo com papel presente. Não apenas aparência mas até de alma, sinto que sou um erro e não consigo gostar de mim mesma, quero me deletar como um erro de programação, quero renascer como algo que dê certo, alguém feliz desde berço.
É como se eu não quisesse mais estar aqui. Não sofri tanto como muitos, sei que não posso comparar... mas sinto que estou sendo mimada e fraca por entrar em exaustão e simplesmente não seguir em frente como os outros que sofrem jovens. Tudo o que vejo são mensagens positivas, "siga em frente" "mude seu mindset" ou "se você ficar se lamentando não vai evoluir" isso é verdade mas... Estou tão cansado. Eu não tive uma vida de sofrimento além da ausência e rejeição e me culpo por me sentir tão vazia, há pessoas piores que seguem em frente e são fortes... por que não sou como eles? Me sinto covarde.
Não aceito estar cansada, não aceito errar, não aceito me sentir triste, não aceito não poder me curar. Não me aceito. Tudo o que eu queria era não ser eu.
Mudar de personalidade e ser capaz de esquecer quem você é, é possível? Tudo para não lidar ou me encarar novamente. Enquanto eu for eu, sempre serei rejeitada. É algo meu.
O que eu posso fazer? O que eu posso fazer? Não aguento mais posts de Instagram e autoajuda. Eu só quero que minha mente e culpa por ser o que sou me deixem em pazRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá minha querida. Primeiramente sinta-se acolhida e abraçada. Que bom que pode se dar a oportunidade de escrever sobre aquilo que sente e de buscar ajuda. Talvez isso ja tenha sido uma ação de cuidado com você mesma. É muito duro lidar com as dores do nosso passado e com o sofrimento psíquico, que muitas vezes são considerado frescura ou de menor importância. Mas acredite; não é fraqueza, não se entenda como alguém "pior", cada um tem as sua dor. Seu relato é bastante intenso, e muitos dos conteúdos da internet, que falam sobre autocuidado, e outros temas, podem se configurar como uma positividade toxica e nos afetar negativamente, principalmente em momentos que estamos mais sensíveis. É preciso filtrar bastante. Como a colega disse, existem muitas universidades, institutos, ONGs, CAPS e outros serviços que oferecem atendimento psicológico gratuito. Você pode buscar um perto de você. Fico a disposição se quiser conversar. Deixo aqui meu abraço apertado e estimas de melhoras
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Existe algum remédio para a cura da dependência química?
Existe algum remédio para a cura da dependência química?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Não existe um medicamento para curar a dependência, pois a dependência de alguma substancia química tem sua base multifatorial, ou seja, envolve não apensas os processos biológicos e químicos do corpo, como também questões do ambiente no qual o sujeito esteja inserido. Aspectos sociais, culturais, fisiológicos, políticos, económico, familiares, individuais, de trabalho todos esse fatores podem estar envolvido. Para o tratamento é indicado acompanhamento psicoterapêutico, grupos de apoio, e outras terapias integrativas. O CAPS AD, oferece tratamento integral para essa demanda e é gratuito oferecido pelo SUS. Para o tratamento farmacológico podem ser usadas medicações que auxiliem no controle da ansiedade, depressão, sintomas decorrentes da falta da substancia e outros sintomas que devem ser avaliado junto com os profissionais. Mas é importante lembrar que cada caso é um caso e o tratamento deve ser pensado de forma singular.
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Eu vou resumir pra ser direto ao ponto. Eu estou casado há quase 2 anos, mas raramente fizemos sexo
Eu vou resumir pra ser direto ao ponto. Eu estou casado há quase 2 anos, mas raramente fizemos sexo vaginal, acho que dá pra contar nos dedos (e quando fizemos foi bem ruim e mecânico). Durante o sexo anal é perceptível a vontade excitação dela, mas nas poucas vezes do vaginal é como se o libido dela não existisse e percebo uma certa "má vontade". Pesquisando sobre isso na internet descobri que isso pode estar associado a dor do vaginismo, já tentei conversar sobre isso, mas ela recusa e diz que não há problema e que está feliz com nossa vida sexual, além de me acusar de mudar depois do casamento, visto que só fazíamos sexo anal durante o namoro/noivado. Eu tento ignorar essa acusação em nome da harmonia, pois ela que sempre quis preservar o sexo vaginal após o casamento. A minha questão não é meramente sexual, eu realmente me preocupo com a minha esposa e o que pode gerar essa preferência nela e qual a melhor forma para investigar essa situação. Esse "gosto" dela é algo comum ou um desvio que merece algum acompanhamento terapêutico especializado? Que tipo de profissional poderia ajudar esse caso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá bom dia. Que bom que vc está preocupado com a saude sexual de vocês e a forma respeitosa com a qual vc trouxe o tema. Há muitas coisas envolvidas nisso que você trouxe. É bem difícil te orientar por aqui pois esse tema merece uma avaliação muito mais aprofundada e talvez envolva outros profissionais como outros colegas disseram. É possível que ela prefira simplesmente o sexo anal, e isso não é necessariamente um problema. Se ela está bem com isso, então esta tudo bem. Se para você esse é um problema, então seria importante você buscar ajudar e conversar com ela para que vocês possam encontrar juntos formas de prazer para os dois. A relação precisa ser prazerosa para os dois.
No caso dela sentir dores e desconfortos, pode ser que vcs consigam encontrar formas de estimulação que causem maior lubrificação, relaxamento e ela possa explorar outras formas de encontrar prazer no corpo, não apenas na penetração vaginal, mas também. Sempre com muito carinho, conversa e consentimento. Uma terapia de casal pode ser bem legal para vocês e/ou cada um poder fazer a sua terapia. Caso ela não queira, você pode fazer a sua: a transformação de uma das partes do casal transforma o todo. Espero ter conseguido te ajudar um pouquinho
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Olá boa ! Como posso saber o QI dos meu filhos? Tenho 1 de 10 anos que aprendeu a ler aos 3 anos e
Olá boa ! Como posso saber o QI dos meu filhos?
Tenho 1 de 10 anos que aprendeu a ler aos 3 anos e sempre teve muita facilidade para aprender.
Tenho outro de 4 anos autista e que também aprendeu a ler aos 3 anos, ele fala porém não forma frases, ama assistir em inglês e fala muitas palavras em inglês, conhece cores, formas geométricas, letras e números até o 100, tem hiperfoco em letras e números, escreve palavras ditadas e também copia.
A escola pediu para que eu fizesse um teste de QI neles pois ambos tem muitas facilidades no aprendizado.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, para fazer o teste de QI, propriamente dito, você precisa buscar um psicólogo que trabalhe aplicação de testes e/ou avaliação neuropsicológica.
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como saber se estou no relacionamento uma pessoa manipuladora
como saber se estou no relacionamento uma pessoa manipuladora
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Um relacionamento abusivo pode ser difícil de ser identificado, principalmente quando já há um grau de envolvimento profundo. Importante identificar o quanto você se sente vigiado(a), se você se sente à vontade para expressar suas opiniões e ser quem você é, o quanto o outro expressa palavras negativas e faz com que você se sinta mal sendo você mesme prejudicando sua autoestima. Situações de chantagem podem fazer parte da manipulação e podem aparecer de forma sutil quando o outro oferece algo como recompensa ou como punição para conseguir o que quer. Esse é um tema bem complexo e de difícil identificação mesmo. Se você quiser aprofundar mais, você pode ler sobre as definições dos tipos de violência:
I - violência física.
II - violência psicológica.
III - violência sexual.
IV - violência patrimonial.
V - violência moral.
Não deixe de buscar ajuda familiares e amigos dos quais confia e/ou e na rede de proteção institucional como as delegacias da mulher, delegacias de polícia, UBS, CRAS e CREAS.
Espero que essa resposta possa te ajudar.
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olá, eu falo rápido e as vezes as pessoas não entende e repito as vezes a mesma coisa que já falei ,
olá, eu falo rápido e as vezes as pessoas não entende e repito as vezes a mesma coisa que já falei , o que fazer?que especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, você pode procurar um fonoaudiólogo e também um(a) psicólogo(a) para que vc possa entender se essa velocidade está relacionada a uma questão de ansiedade, nervosismo, estresse ou pode ser apenas uma característica sua. Fico a disposição se quiser conversar mais
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Olá ! Interromper a terapia por alguns meses pode atrapalhar muito quando retornar a terapia?
Olá ! Interromper a terapia por alguns meses pode atrapalhar muito quando retornar a terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, atrapalhar o processo vai depender muito da situação. Se vc e o terapeuta entenderam que já trabalharam determinadas questões ou algum ponto especifico e fecharam um ciclo, fazer uma pausa na terapia pode até ser positivo. No entanto, se a pausa interromper o processo que está em construção, pode sim ser prejudicial. Ficou mais claro? A resposta da sua pergunta depende muito do contexto, da situação e do momento
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Boa tarde, depois que me tornei mãe me sinto incapaz de trabalhar fora, é como se eu não fosse conse
Boa tarde, depois que me tornei mãe me sinto incapaz de trabalhar fora, é como se eu não fosse conseguir exercer nenhuma atividade, como se eu não fosse saber fazer nada. Isso me causa uma sensação de nervoso e aceleramento. Possuo duas filhas a 1a eu trabalhava e voltei ao trabalho de forma normal a segunda eu saí do meu emprego e não me sinto capaz de voltar. Incapacidade, medo, nervoso tudo eu sinto. Fiz varias entrevistas mas acho que meu estado de nervos me atrapalharam. E minha cabeça só diz que eu não consigo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá querida! Saudações de mãe para mãe e de mulher para mulher! Os dilemas que envolvem a maternidade e o trabalho/vida profissional são tema muito atuais na vida das mulheres contemporâneas. Eu trabalho com grupo de mães e esse é um tema bastante frequente. Como falaram os outros colegas a cima, são campos que apresentam diversos desafios principalmente quando precisam ser conciliado sem ou com pouca rede de apoio. Entender o que vc vivenciou nos últimos ambientes de trabalhos, como está sua relação com sua vida profissional, sua relação com a maternidade, identificar seus desejos, sentimentos de culpas e emoções envolvidas nessas buscas vai ajudar a lidar com a situação e te ajudar na inserção no mercado de trabalho, ou não, na decisão de trabalhar em casa e nos cuidados dos filhos, se esse for um desejo seu.
Se quiser conversar mais, fico a disposição.
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sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com
sou mulher, faço acompanhamento psiquiátrico pra depressão e TPET. Fiz terapia durante 6 meses, com psicóloga que se identificava cognitiva comportamental. Porém,, não percebi trabalho concreto com instrumentos da referida abordagem e também vivi grande piora na depressão e ansiedade, crises nas sessões e após as sessões. Será que o fato de meus traumas ter sido provocados por mulheres é melhor que eu faça terapia somente com homem, já que em outro momento consegui melhoras com psicólogo emdr, por exemplo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá querida, sinto muito que tenha passado por experiências que te deixaram feridas assim tão profundas. Reforço a fala de outros colegas que o processo terapêutico é uma questão de vínculo e de vc se sentir a vontade com o outro. Nem sempre isso acontece com a primeira pessoa que vc busca. Pode ser que vc tenha preferencia por profissional de um sexo ou de outro, e tudo bem. Mas pode ser uma questão de buscar um profissional e uma abordagem que vc se identifique. Todas as abordagens, cientificamente reconhecidas, tem seu valor e podem ser utilizadas para te ajudar. Só não deixe de buscar ajuda.
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Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as
Minha filha tem 12 anos e se auto refere no masculino e descobri que usa um nome masculino entre as amigas. Mas ela age e se veste como menina, usa até maquiagem. Sendo que eu não imponho isso, ela que me pede. Ela estaria com algum conflito de gênero/sexualidade? Não sei como agir, se trato ela no masculino e deixo pra lá, pq pode ser só uma fase. Ou procuro ajuda com psicólogo pra tentar entender isso, pq eu não consigo ficar confortável tratando ela no masculino!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá saudações. Que bom que você está buscando orientações para lidar com o assunto. As questões da adolescência são bem difíceis de lidar mesmo. Os jovens, nessa fase de vida, passam por um intenso processo de transformação física, hormonal cognitiva e psíquica. Nesse momento estão buscando entender sua própria identidade, entender quem são, estão em processo intenso de questionamento e descobertas sobre si e sobre o mundo. Sua filha está no inicio da adolescência e pode estar ou passando por uma busca/conflito de identidade de gênero/sexualidade. Nesse primeiro momento, conforme outros colegas já sugeriram, o mais indicado seria você buscar se fortalecer, para estar bem para poder auxiliar sua filha nas próximas fazes. Espero ter contribuído.
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É normal se sentir triste com a felicidade do outro? Ou tendo a sensação que era pra ser seu?
É normal se sentir triste com a felicidade do outro? Ou tendo a sensação que era pra ser seu?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sim, esses sentimentos são normais e pertencem a experiência humana. Conforme já pontuado por outros colegas, a questão mais importante é a forma com a qual você vai lidar com esses sentimentos. A frequência e a dor que isso te causa e o que deve estar em foco. Sentir tristeza pela felicidade dos outros muitas vezes indicam nossas fragilidades. Apontam para aquilo que não está bem em nós. As vezes a conquista dos outros, pode nos lembrar uma derrota nossa, uma frustração, e isso faz com que a gente sinta tristeza nesses momentos. Importante você trabalhar essas frustrações, sensações de injustiças, inseguranças ou outras possíveis marcas que possam estar te causando esse sofrimento. Espero ter contribuído.
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O que fazer quando você esta numa roda de amigos do trabalho de seu marido, e se sente deixada de la
O que fazer quando você esta numa roda de amigos do trabalho de seu marido, e se sente deixada de lado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Super importante que você e seu marido conversarem sobre isso e que você busque entender o porquê de estar se sentindo deixada de lado. Alguns colegas já sugeriram algumas perguntas para você se fazer e eu sugiro que você reflita também sobre o contexto; o contexto, os amigos do trabalho dele buscam te incluir nas conversas? As conversas são sempre temas sobre trabalho ou assuntos dos quais vocês não participa? Você tem dificuldade de iniciar outros assuntos? Pode estar havendo um processo de silenciamento por parte do seu marido em relação à você? Seu marido busca te incluir nas conversas e no ambiente? São muitas as possibilidades de olhar e entender essa situação. Espero que essas repostas possam te ajudar.
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Depois de anos mais ou menos 8 anos ainda sonho com meu ex. Já estou casada a 6 anos morando em outr
Depois de anos mais ou menos 8 anos ainda sonho com meu ex. Já estou casada a 6 anos morando em outro estado mas não consigo se quer esquecer ele, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá querida. A pergunta aqui não é exatamente se isso é normal ou não; mas talvez você pudesse se perguntar se isso esta te causando sofrimento e angustia. Sonhar é uma forma de comunicação com seu inconsciente então é preciso entender os significados desses sonhos para você no momento atual . Se isso esta te causando incômodos, incertezas dores, busque fazer psicoterapia. pode te ajudar muito a entender e organizar os pensamentos.
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Perguntas frequentes
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Ouvir vozes dentro da cabeça caracteriza alucinaçõses no transtorno esquizoafetivo? Junto com oscila
Esse fenômeno se chama na verdade pseudoalucinações. São vozes dentro da…