Perguntas do paciente (23)

  • Quanto tempo vale um laudo neuropsicológico? . .

    Quanto tempo vale um laudo neuropsicológico? . .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Um laudo neuropsicológico tem validade de dois anos, segundo a resolução mais recente do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de 2022. Essa validade se aplica ao conteúdo do documento gerado após a avaliação psicológica, como em casos de registro e porte de arma de fogo, entre outros contextos. No entanto, é importante considerar que a utilidade prática do laudo pode variar dependendo da finalidade.


  • Como ocorre a aprendizagem da pessoa com funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    Como ocorre a aprendizagem da pessoa com funcionamento intelectual borderline (limítrofe) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    A aprendizagem de pessoas com funcionamento intelectual borderline — também chamado de limítrofe — pode ser bastante singular e exige estratégias específicas para favorecer seu desenvolvimento. Esse perfil cognitivo está geralmente associado a um quociente de inteligência (QI) entre 70 e 85, o que não configura deficiência intelectual, mas pode trazer desafios em áreas como raciocínio abstrato, resolução de problemas e adaptação social. Cacterísticas Cognitivas: A pessoa pode precisar de mais tempo para compreender e responder a estímulos ou tarefas. Conceitos abstratos, simbólicos ou muito complexos podem ser mais difíceis de entender. Pode haver dificuldade em manter e manipular informações temporariamente, o que afeta a resolução de problemas e o aprendizado sequencial. Aprendem melhor com exemplos práticos, visuais e situações reais do cotidiano.
    Imagine uma aula de matemática sobre frações. Em vez de começar com definições abstratas, o professor pode usar uma pizza cortada em pedaços para mostrar visualmente o conceito. Depois, reforçar com atividades concretas e jogos. Esse tipo de abordagem torna o conteúdo mais acessível e significativo.


  • Vim aqui pela terceira vez, sempre contando um pensamento que sempre vem na cabeça, primeiro começou

    Vim aqui pela terceira vez, sempre contando um pensamento que sempre vem na cabeça, primeiro começou que pensei que não amava mais meu namorado pq era tranquilo de mais, depois sonhei que estava apaixonada pelo meu amigo (senti nojo depois que acordei), agora depois que eu fui ver um filme com a minha amiga veio no meu pensamento "e se eu gostasse dela?", eu não sou nem bi e nem lésbica, achei isso estranho, pois ela sempre foi atenciosa, e ninguém pode ser atencioso que eu acho que já é algo pra ficar alerta, tentei deixar pra lá, mas sempre vem pra eu analisar esse pensamento, isso é tão exaustivo, sempre esses pensamentos nunca me deixam em paz e nem consigo me sentir melhor para meu namorado, ele é uma pessoa incrível, legal, leal e maravilhosa, não vejo uma vida sem ele. Esses pensamentos me parecem toc, mas não quero me autodiagnosticar, me ajudem por favor, esses pensamentos não param e nem se dissipam.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá! Primeiro, quero agradecer por compartilhar algo tão pessoal e reconhecer sua coragem em buscar ajuda. Vamos trabalhar juntos para entender o que está acontecendo e encontrar estratégias que possam aliviar sua angústia. Os pensamentos que você descreve são intrusivos (surgem sem sua vontade) e geram ansiedade porque conflitam com seus valores e identidade. É comum que, quanto mais você tenta suprimi-los ou analisá-los, mais eles se intensificam. Isso ocorre porque nossa mente tende a fixar em conteúdos que percebemos como ameaçadores.
    Exemplo: Se eu disser "Não pense em um elefante rosa", seu cérebro automaticamente imaginará o elefante. O mesmo acontece com pensamentos como "E se eu gostasse dela?". Quanto mais você luta contra eles, mais eles voltam.

    Pergunte-se: "Qual a evidência real de que esse pensamento é verdadeiro?".
    "Quantas vezes me senti atraída por mulheres antes? Há ações minhas que confirmem isso?". Seu relato mostra que você valoriza muito seu namorado, mas a tranquilidade do relacionamento pode estar gerando medo de "perder o controle" ou "não sentir o suficiente".
    Pergunte-se: "O que o amor significa para mim? Será que estou confundindo tranquilidade com falta de emoção?"
    Lembre-se: Você não é seus pensamentos. Eles são apenas "ruído mental" gerado pela ansiedade. Com as ferramentas certas, é possível reduzir seu impacto e recuperar sua paz. Estou aqui para apoiá-la nessa jornada. Você já deu o passo mais importante: pedir ajuda!


  • Preocupo-me em fazer algo bem feito ou faço o que é certo?

    Preocupo-me em fazer algo bem feito ou faço o que é certo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá obrigado por sua pergunta. Essa é uma questão interessante e importante. Em uma abordagem de terapia cognitivo comportamental (TCC), eu te encorajaria a refletir sobre algumas questões específicas para ajudar a clarificar seus pensamentos e sentimentos sobre o assunto:

    Entendimento de "Bem Feito" e "Certo". O que exatamente você entende por fazer algo "bem feito"? E o que significa para você fazer o "certo"? Muitas vezes, essas definições podem variar e compreender suas próprias interpretações pode ser esclarecedor.

    Quais são os seus valores principais? Existem situações em que seus valores podem entrar em conflito com o desejo de perfeição? Entender suas prioridades pode ajudar a equilibrar essas duas preocupações.

    Quais são os pensamentos automáticos que surgem quando você enfrenta a escolha entre fazer algo bem feito e fazer o certo? Esses pensamentos são realistas e úteis?

    Há maneiras de encontrar um meio-termo entre fazer algo bem feito e fazer o certo? Pode haver situações em que ambos os objetivos possam ser alcançados de forma equilibrada.

    Como você se sente quando faz algo "bem feito" versus quando faz o "certo"? Explore os efeitos emocionais dessas ações e como elas impactam seu bem-estar geral.

    Há alguma situação específica que você está pensando? Às vezes, analisar um caso particular pode ajudar a fornecer mais clareza sobre como aplicar esses conceitos na prática.

    É fundamental encontrar um equilíbrio que respeite seus valores pessoais e ao mesmo tempo mantenha uma abordagem prática e saudável para suas ações. A TCC pode ajudar a explorar essas questões de forma estruturada e apoiar o desenvolvimento de estratégias para lidar com esses dilemas.


  • Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?

    Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por sua pergunta. Vou tentar te ajudar, vamos lá. O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é uma condição complexa e multifacetada, e embora o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) não reconheça subtipos específicos, alguns especialistas, como o psicólogo Theodore Millon, propuseram quatro tipos principais de TPB. Esses tipos são:

    Borderline Impulsivo: Caracterizado por comportamentos excitados, impulsividade, dificuldade de controlar impulsos e tentativas de automutilação.
    Borderline Desencorajado: Pessoas com isolamento, sensação de vulnerabilidade, medo intenso de abandono e comportamentos passivos.
    Borderline Autodestrutivo: Marcado por sentimentos de ódio e desgosto de si mesmo, comportamentos autodestrutivos e busca por atenção de outras pessoas.
    Borderline Petulante: Comportamentos passivo agressivos, teimosia, rancor e manipulação de outras pessoas. Cada pessoa pode apresentar uma combinação desses tipos ou variar em termos de intensidade e expressão dos sintomas. É importante lembrar que a categorização desses tipos não é oficialmente reconhecida para o diagnóstico clínico, mas pode ajudar a entender melhor as diferentes manifestações do TPB. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


  • Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me a

    Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me afastando e afastando elas de mim, não me divirto e tenho pensamentos negativos que afetam o lado profissional...isso me afeta muito, quase 22 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Entendo como pode ser difícil lidar com baixa autoestima e ansiedade social. É importante reconhecer esses sentimentos e buscar maneiras saudáveis de enfrentá-los. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar. Primeiro preste atenção aos pensamentos automáticos que surgem em situações sociais e desafie-os. Pergunte-se se há evidências concretas que sustentem esses pensamentos. E substitua pensamentos negativos por pensamentos mais realistas e positivos. Por exemplo, ao invés de pensar "Ninguém gosta de mim", substitua por "Eu tenho valor e mereço ser amado". Depois enfrente situações sociais de forma gradual, começando com situações menos desafiadoras e avançando para mais difíceis. Isso pode ajudar a reduzir a ansiedade ao longo do tempo. Trabalhe no desenvolvimento de habilidades sociais, como manter conversas, fazer perguntas e mostrar interesse nas pessoas. Praticar essas habilidades pode aumentar a confiança em situações sociais. Pratique a autocompaixão e seja gentil consigo mesmo. Reconheça que todos cometem erros e que é normal sentir-se ansioso às vezes. Encontre atividades que lhe tragam prazer e satisfação. Participar de hobbies ou atividades que você goste pode ajudar a melhorar o humor e aumentar a autoestima. Considere buscar ajuda de um psicólogo, ele podem fornecer suporte personalizado e ajudar a desenvolver estratégias específicas para suas necessidades. Lembre-se de que trabalhar esses aspectos leva tempo e paciência. Celebrar pequenos progressos pode fazer uma grande diferença. Você não está sozinho e merece encontrar maneiras de se sentir melhor consigo mesmo e nas interações sociais.


  • Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum,

    Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum, gostamos das mesmas coisas, somos atenciosos e carinhosos um com o outro.

    Porém esses 2 meses foram marcados por muitas brigas. Acredito que eu tenha me esforçado tanto pra conquistar ela, que agora que estamos juntos, não consegui manter o nível de intensidade em atitudes e gestos para surpreender. Gosto muito dela, só não consigo entender pq não consigo demonstrar tanto todos os dias.

    No dia a dia nossa convivência é muito boa, mas sinto que falho nos pequenos gestos. Por não deixar um bilhete, uma flor inesperada, coisas assim que ela gosta, e então vem as cobranças! Pq eu não preparei algo enquanto ela saiu de casa, pq eu saí e não trouxe qualquer coisa que mostrasse que lembrei dela. Etc…

    Parece que tudo que faço durante o dia, os carinhos, beijos, cuidado com ela, isso nada tem relevância. É isso parece que me afasta por ser cobrado e não conseguir fazer espontaneamente. Quando faço fica parecendo que só fiz pq fui cobrado.

    Isso me deixa em dúvida sobre a relação, começar um relacionamento com um clima tão pesado, é bem difícil.

    Como entender pq não consigo dar o que ela me pede?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por seu questionamento. Vejo que vocês estão tendo dificuldades na relação. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar. Primeiro vocês devem analisar as expectativas, importante conversarem sobre as expectativas de ambos no relacionamento. Entender o que cada um valoriza pode ajudar a criar um equilíbrio. Pergunta para discussão: "O que você espera de mim em termos de demonstração de carinho no dia a dia?. Segundo um planejamento de pequenos gestos, que pode ser útil incorporar pequenos gestos de carinho de maneira planejada para que eles se tornem parte natural da rotina. Sugestão: "Vou deixar um bilhete uma vez por semana ou comprar uma flor inesperada a cada quinzena." E terceiro uma comunicação Aberta e Assertiva, sendo importante comunicar seus sentimentos e necessidades de forma clara e assertiva, sem se sentir culpado por ser você mesmo. Use "eu" em vez de "você" nas frases (ex.: "Eu me sinto pressionado quando sinto que não estou atendendo suas expectativas"). Mas é importante ambos estarem em terapia para o aprimoramento pessoal e da relação. Precisando de alguma ajuda não e hesite em me procurar.


  • Minha filha tem 9 anos e disse q gosta de fica sozinha as vezes isso é normal? E tb já teve uma cris

    Minha filha tem 9 anos e disse q gosta de fica sozinha as vezes isso é normal? E tb já teve uma crise qundo a colega n quis falar com ela ela se arranhou isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por sua pergunta. Entendo sua preocupação. É bastante comum para crianças, especialmente na idade de 9 anos, ter momentos em que preferem ficar sozinhas. Gostar de passar um tempo sozinha pode ser uma parte normal do desenvolvimento infantil e pode indicar que sua filha está aprendendo a valorizar seu tempo e espaço pessoal. Cada criança é diferente, e algumas podem precisar de mais tempo sozinhas do que outras para recarregar suas energias.
    No entanto, o comportamento de se arranhar durante uma crise quando uma colega tentou falar com ela merece atenção especial. Isso pode indicar que sua filha está passando por altos níveis de estresse ou ansiedade em certas situações sociais. Aqui estão algumas etapas que você pode considerar para entender melhor e ajudar sua filha: Monitore os momentos em que sua filha prefere ficar sozinha e os que desencadeiam crises. Tente identificar padrões ou situações específicas que podem estar contribuindo para seu comportamento. Converse com sua filha de forma calma e empática. Pergunte como ela se sente e o que a incomoda, incentivando-a a expressar seus sentimentos sem julgamento. Pergunta exemplo: "O que você sente quando prefere ficar sozinha ou quando alguém tenta falar com você e isso a incomoda?"
    Ajude sua filha a desenvolver habilidades sociais e estratégias para lidar com situações sociais desconfortáveis. Pratique com ela cenários de interação social, ensinando formas de comunicar suas necessidades e sentimentos de maneira assertiva. Crie um ambiente em casa onde sua filha se sinta segura e apoiada. Ofereça consistência e estrutura, o que pode ajudar a reduzir a ansiedade. Promova atividades que ela goste e onde se sinta confortável e valorizada. Considerando a intensidade da crise descrita, pode ser benéfico procurar a orientação de um psicólogo infantil. Um profissional pode ajudar a avaliar a situação de maneira mais detalhada e desenvolver um plano de intervenção personalizado. Cada criança tem suas próprias necessidades e modos de enfrentar desafios. Um profissional pode realizar uma avaliação completa para entender melhor as causas subjacentes do comportamento da sua filha. Intervenções com um especialista em Psicoterapia Cognitivo Comportamentais que podem incluir técnicas específicas para ajudar sua filha a manejar sua ansiedade, desenvolver habilidades de enfrentamento e melhorar suas habilidades sociais. Sua preocupação é um passo importante para garantir o bem-estar da sua filha. Estou aqui para ajudar com mais informações ou dicas específicas, caso precise.


  • Tenho depressão e ansiedade não consigo me decidir em nada fico com dúvida em tudo, tenho muito conf

    Tenho depressão e ansiedade não consigo me decidir em nada fico com dúvida em tudo, tenho muito confusão mental, isso está me atrapalhando muito! O que posso fazer para mudar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Entendo que isso deve ser muito desafiador para você, e agradeço por compartilhar suas preocupações comigo. Abaixo estão algumas estratégias que podem ajudar a lidar com essa situação:

    1. Identificar e Desafiar Pensamentos Negativos

    Muitas vezes, a indecisão e a confusão mental estão relacionadas a pensamentos negativos ou distorcidos. Identificar esses pensamentos e desafiá-los pode ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar a clareza mental.

    2. Dividir as Decisões em Passos Menores

    Tente quebrar decisões grandes em etapas menores e mais gerenciáveis. Isso pode tornar o processo menos avassalador e mais fácil de lidar.

    3. Estabelecer Prioridades

    Determine quais decisões são mais urgentes e importantes, e concentre-se nelas primeiro. Isso pode ajudar a reduzir a sensação de sobrecarga.

    4. Praticar Técnicas de Relaxamento

    Técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou exercícios de relaxamento muscular, podem ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar a clareza mental.

    5. Manter um Diário de Pensamentos e Sentimentos

    Registrar seus pensamentos e sentimentos pode ajudar a identificar padrões e gatilhos de ansiedade e confusão mental. Isso também pode ser útil para discutir com seu terapeuta.

    6. Buscar Suporte Social

    Conversar com amigos, familiares ou grupos de apoio pode proporcionar uma perspectiva externa e oferecer apoio emocional.

    7. Implementar Técnicas de Mindfulness

    Praticar mindfulness pode ajudar a aumentar a consciência do momento presente e reduzir a ruminação sobre o passado ou o futuro.

    8. Estabelecer Rotinas

    Ter uma rotina diária estruturada pode proporcionar uma sensação de estabilidade e previsibilidade, o que pode ajudar a reduzir a ansiedade e a confusão mental.

    Lembre-se de que essas são estratégias gerais e que a eficácia delas pode variar de pessoa para pessoa. É importante trabalhar em conjunto com seu terapeuta para desenvolver um plano de tratamento personalizado que atenda às suas necessidades específicas. Se houver algo mais que eu possa fazer para ajudar, por favor, me avise. Você não está sozinho nessa jornada, e juntos podemos encontrar maneiras de melhorar seu bem-estar.


  • É possível que uma pessoa saudável tenha um surto devido a fatores ambientais, como traumas e meio e

    É possível que uma pessoa saudável tenha um surto devido a fatores ambientais, como traumas e meio estressante?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por sua pergunta. Claro que sim, uma pessoa saudável pode ter um surto devido a fatores ambientais como traumas ou um ambiente altamente estressante. Esses fatores podem sobrecarregar o sistema nervoso e desencadear uma crise, mesmo em indivíduos sem um histórico prévio de transtornos mentais. Situações como a perda de um ente querido, abuso, ou até mesmo estresse crônico no trabalho ou em casa podem ser gatilhos significativos.

    Nosso cérebro e nosso corpo têm limites para o quanto de estresse conseguem suportar antes de apresentarem sinais de esgotamento. Quando ultrapassamos esses limites, mesmo pessoas consideradas psicologicamente saudáveis podem ter surtos ou crises de ansiedade, depressão ou outros transtornos.

    Já ouviu falar de alguém que teve uma crise desse tipo? Caso precise posso te ajudar nessa situação.


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  • O que não fazer quando se tem ansiedade e depressão ?

    O que não fazer quando se tem ansiedade e depressão ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá obrigado por sua pergunta. O que você pode observar, se você fica muito sozinho(a) pode piorar os sintomas. Tente manter contato com amigos e familiares. Evite álcool e drogas, essas substâncias podem intensificar a ansiedade e a depressão e Ignorar sintomas. Não tente "aguentar firme". Buscar ajuda é crucial. O que você deve fazer é procurar terapia e a terapia cognitivo- comportamental é altamente eficaz. Atividade física regular pode melhorar o humor e reduzir a ansiedade. Técnicas de relaxamento ajudam a acalmar a mente. E medicamentos que em alguns casos, podem ser necessários. Sempre com orientação médica. Cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da física. Se precisar de mais informações, estou aqui!


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  • As pessoas mentirosas compulsivas podem ou não ter um transtorno mental?

    As pessoas mentirosas compulsivas podem ou não ter um transtorno mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá obrigado por sua pergunta. Sim, pessoas que mentem compulsivamente podem ter um transtorno mental conhecido como mitomania ou pseudologia fantástica. Esse transtorno é caracterizado pela tendência persistente e excessiva de mentir, mesmo sem um motivo aparente. No entanto, nem todas as pessoas que mentem compulsivamente têm um transtorno mental diagnosticável. A mitomania pode ser um sintoma de outros transtornos psicológicos, como transtorno de personalidade borderline ou transtorno de personalidade antissocial. O tratamento geralmente envolve psicoterapia para ajudar a pessoa a entender e controlar seu comportamento. Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, estou aqui para ajudar!


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  • Quais as características neuropsicológicas das pessoas com Transtorno da personalidade Borderline (

    Quais as características neuropsicológicas das pessoas com Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por sua pergunta. As pessoas com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) apresentam várias características neuropsicológicas distintas. Algumas das principais incluem: Instabilidade Emocional que são flutuações extremas de humor e dificuldade em regular emoções. Comportamentos impulsivos e, às vezes, de risco para o paciente. Relacionamentos Interpessoais, sendo hipersensíveis e instáveis nos relacionamentos, com medo intenso de abandono. A Autoimagem
    com instabilidade na identidade. Apresenta alterações no processamento emocional, com aumento da atividade na amígdala e alterações no volume do hipocampo e hipotálamo. Com prejuízo em funções executivas, como tomada de decisão, planejamento e inibição. E ainda problemas na memória visual e verbal, atenção e vigilância. Essas características podem levar a um impacto significativo na vida diária e nas interações sociais. O tratamento geralmente envolve psicoterapia, e às vezes, medicamentos para ajudar a gerenciar os sintomas. Qualquer duvidas, estou aqui para ajudar! Um grande abraço


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  • O que a Síndrome de Savant tem a ver com o autsimo?

    O que a Síndrome de Savant tem a ver com o autsimo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado pela sua pergunta. Vou te esclarecer alguns pontos.
    A Síndrome de Savant é uma condição rara em que pessoas com deficiência intelectual ou transtornos do desenvolvimento possuem habilidades excepcionais em áreas específicas, como música, matemática ou artes visuais. Essa síndrome é frequentemente associada ao autismo, mas nem todas as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm a Síndrome de Savant, e vice-versa. Embora ambas as condições compartilhem algumas características, como dificuldades de interação social e comunicação, elas não são a mesma coisa. Cerca de 50% dos casos de Síndrome de Savant estão associados ao TEA, mas apenas cerca de 10% das pessoas com TEA apresentam essa síndrome. Espero ter ajudado. Qualquer coisa estou a disposição.
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    Teleconsulta

  • Qual a diferença entre a Síndrome de Savant e a Síndrome de Asperger?

    Qual a diferença entre a Síndrome de Savant e a Síndrome de Asperger?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Obrigado por sua pergunta. Vamos ver se eu consigo te esclarecer.
    A Síndrome de Savant é uma condição rara em que pessoas com habilidades excepcionais coexistem com deficiências de desenvolvimento ou intelectuais. Pense em alguém com dificuldades em atividades diárias, mas que, surpreendentemente, possui talentos extraordinários em áreas específicas, como cálculo mental ou habilidades musicais. A Síndrome de Asperger, por outro lado, é um tipo de Transtorno do Espectro Autista (TEA), caracterizada principalmente por dificuldades na interação social e comunicação, além de comportamentos repetitivos e interesses restritos. Pessoas com Síndrome de Asperger geralmente têm inteligência normal ou alta e não apresentam atrasos significativos no desenvolvimento da linguagem. Então, enquanto a Síndrome de Savant é marcada por habilidades especiais, a Síndrome de Asperger é mais focada nas dificuldades sociais e de comunicação, mas sem aquelas habilidades excepcionais que caracterizam a Síndrome de Savant. Essas duas síndromes podem coexistir, mas são condições distintas.


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  • Quando a avaliação neuropsicológica é indicada para adultos?

    Quando a avaliação neuropsicológica é indicada para adultos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá , obrigado pela sua pergunta. A avaliação neuropsicológica é indicada para adultos em várias situações. Aqui estão algumas das principais:
    Quando há indícios de déficit cognitivo, isso é se uma pessoa apresenta dificuldades em memória, atenção, linguagem ou outras funções cognitivas. Após lesões neurológicas, isso porque lesões como AVC, traumatismo craniano ou outras lesões que possam afetar funções mentais. Em casos de transtornos neurológicos, aonde condições como demência, doenças neurodegenerativas, ou transtornos do espectro do autismo (TEA). E para um diagnóstico diferencial, sendo necessário diferenciar entre diferentes condições psicológicas ou neurológicas que possam apresentar sintomas semelhantes. Essas avaliações ajudam a entender melhor o funcionamento do cérebro e a desenvolver um plano de tratamento adequado. Se você ou alguém que conhece está passando por esses sintomas, pode ser uma boa ideia procurar um profissional especializado. Você gostaria de saber mais sobre algum desses pontos específicos? Entre em contato comigo. Grande abraço


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  • Qual a diferença entre o tratamento da depressão resistente com terapia gestalt e outras abordagens?

    Qual a diferença entre o tratamento da depressão resistente com terapia gestalt e outras abordagens?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Que bom que você veio. Vou comentar sobre a abordagem que eu atendo a TCC.

    A depressão resistente é um desafio significativo, e tanto a Terapia Gestalt quanto a Terapia Cognitivo - Comportamental (TCC) oferecem abordagens distintas para seu tratamento.

    Terapia Gestalt

    A Terapia Gestalt é uma abordagem existencial - fenomenológica que se concentra na percepção e na tomada de consciência. Ela enfatiza o contato com o presente e a responsabilidade pessoal. No tratamento da depressão, a Gestalt - Terapia busca ajudar o paciente a se reconectar com suas emoções e experiências atuais, promovendo a auto - regulação e a satisfação de necessidades não atendidas. A ideia é que, ao tomar consciência de seus sentimentos e comportamentos, o indivíduo possa encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com suas dificuldades emocionais.

    Terapia Cognitivo - Comportamental (TCC)

    A TCC, por outro lado, é uma abordagem estruturada e orientada para a solução de problemas. Ela se concentra em identificar e modificar pensamentos automáticos e crenças disfuncionais que contribuem para a depressão. No tratamento da depressão resistente, a TCC utiliza técnicas como a reestruturação cognitiva, que ajuda os pacientes a desafiar e mudar pensamentos negativos, e a ativação comportamental, que incentiva o aumento de atividades prazerosas e significativas para quebrar o ciclo de inatividade e desânimo.

    Principais Diferenças:

    Foco Terapêutico: A Gestalt - Terapia foca na experiência presente e na auto - consciência, enquanto a TCC se concentra na modificação de pensamentos e comportamentos disfuncionais.

    Método de Intervenção: A Gestalt utiliza técnicas como o diálogo e a exploração de sentimentos, enquanto a TCC emprega estratégias estruturadas como a reestruturação cognitiva e a ativação comportamental.

    Objetivo: A Gestalt busca a integração e a auto - regulação emocional, enquanto a TCC visa a mudança de padrões de pensamento e comportamento para melhorar o humor e a funcionalidade do paciente.
    Ambas as abordagens têm suas vantagens e podem ser eficazes dependendo das necessidades e preferências individuais do paciente.

    Você tem interesse em alguma dessas abordagens específicas para o tratamento da depressão resistente?

    Espero ter ajudado. Qualquer coisa estou à disposição. Grande abraço


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  • Como distinguir a falta de ar relacionada a crises de ansiedade, da falta de ar por problemas cardía

    Como distinguir a falta de ar relacionada a crises de ansiedade, da falta de ar por problemas cardíacos e respiratórios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Que bom que você veio. Distinguir a falta de ar causada por crises de ansiedade de problemas cardíacos e respiratórios pode ser desafiador, mas existem algumas diferenças importantes a serem observadas:
    Falta de Ar por Ansiedade, você deve observar que geralmente ocorre em episódios, muitas vezes durante ou após situações estressantes ou crises de pânico. Pode vir acompanhada de hiperventilação, sensação de aperto no peito, palpitações, sudorese, tontura e sensação de formigamento. Os sintomas tendem a diminuir quando a pessoa se acalma ou a situação estressante passa. E a respiração pode ser rápida e superficial, conhecida como hiperventilação.
    Falta de Ar por Problemas Cardíacos, pode ser constante ou piorar progressivamente, especialmente durante atividades físicas. pode incluir dor no peito, palpitações, tontura, desmaios e inchaço nas pernas. Os sintomas não desaparecem facilmente e podem persistir mesmo em repouso. E pode ser difícil respirar profundamente, e a falta de ar pode piorar ao deitar-se.
    Falta de Ar por Problemas Respiratórios pode ser constante ou ocorrer durante atividades físicas. Pode incluir tosse, chiado no peito, produção de muco e dor no peito. Os sintomas podem persistir e não melhorar com o descanso. E pode haver dificuldade em respirar profundamente e sensação de aperto no peito.
    Se a falta de ar for persistente, piorar com o tempo, ou vier acompanhada de dor no peito, desmaios ou inchaço nas pernas, é importante procurar ajuda médica imediatamente, pois pode ser um sinal de uma condição médica grave.

    Espero ter ajudado. Qualquer coisa estou à disposição. Grande abraço


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  • Olá pessoal! Uns meses para cá, estou com um probleminha e queria uma orientação. Toda vez que vo

    Olá pessoal!
    Uns meses para cá, estou com um probleminha e queria uma orientação.
    Toda vez que vou me alimentar, eu mastigo muitas e muitas vezes até virar líquido por completo, para depois engolir. Às vezes eu até vou no banheiro e cuspo e não engulo. Estou evitando comer comidas sólidas, duras ou "difíceis" de mastigar pois ando tendo muito medo de me engasgar e não sei pq isso agora. É uma coisa contra minha vontade. Percebi que isso está me afetando pois outra pessoa disse que isso não era normal, visto que não tenho problema físico pra me engasgar.
    Mas dá última vez, eu quis engolir e meio que fiz voltar pra mastigar mais, e às vezes quando engulo meu coração até acelera. Não como nada na rua, ou sozinha pois tenho de me engasgar. O que eu deveria fazer ou qual especialista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Que bom que você veio. Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você descreveu pode estar relacionado a uma condição chamada disfagia, que é a dificuldade de deglutir, ou pode ser um reflexo de ansiedade ou medo de engasgar. É importante abordar essa questão com um profissional de saúde para obter um diagnóstico preciso e o tratamento adequado.
    Aqui estão alguns passos que você pode considerar:
    - Consulte um médico: Um clínico geral pode ser um bom ponto de partida. Ele pode avaliar seus sintomas e encaminhá-lo para um especialista, se necessário.
    - Visite um gastroenterologista: Esse especialista pode ajudar a identificar se há algum problema físico no seu sistema digestivo que esteja causando esses sintomas.
    - Considere um psicólogo ou psiquiatra: Se o problema estiver relacionado à ansiedade ou medo, um profissional de saúde mental pode ajudar a tratar essas questões.
    - Fonoaudiólogo: Esse profissional é especializado em problemas de deglutição e pode oferecer exercícios e técnicas para melhorar a mastigação e a deglutição.
    Enquanto você busca ajuda, tente manter uma alimentação balanceada com alimentos que você se sinta confortável em consumir. Evite comer sozinho e, se possível, tenha alguém por perto para ajudar a aliviar a ansiedade durante as refeições.
    Você já pensou em procurar algum desses profissionais?
    Espero ter ajudado. Qualquer coisa estou a disposição. Grande abraço


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  • Olá! Continuei em um relacionamento porque a pessoa ameaçou se matar, mas não sinto mais nada por e

    Olá!
    Continuei em um relacionamento porque a pessoa ameaçou se matar, mas não sinto mais nada por ela e não consigo mais disfarçar; o que eu faço?!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Pablo Braga Blanco

    Olá. Que bom que você veio. Sinto muito que você esteja passando por essa situação tão difícil. É importante lembrar que você não é responsável pelas ações de outra pessoa, especialmente quando se trata de ameaças de autoagressão. Pensei em algumas estratégias que você pode considerar. Primeiro procure ajuda profissional de um psicólogo(a) que possa te orientar sobre como lidar com essa situação de maneira segura e saudável para ambos. Se sentir seguro, primeiro tente ter uma conversa honesta e calma com a pessoa sobre seus sentimentos. Explique que você se preocupa com o bem-estar dela, mas que o relacionamento não está mais funcionando para você. Se possível, envolva amigos ou familiares da pessoa para que eles possam oferecer suporte emocional e monitorar a situação. Se a ameaça de suicídio parecer iminente, não hesite em ligar para serviços de emergência ou buscar ajuda imediata.
    O mais importante é você não negligenciar seu próprio bem-estar emocional. É importante que você também tenha suporte durante esse período. Lembre-se, você merece estar em um relacionamento que te faça feliz e segura. Se precisar de mais orientações, estou aqui para ajudar.


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Perguntas frequentes

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