Perguntas do paciente (1079)
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Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por
Geralmente meu namorado não sabe o que dizer nos momentos que estamos conversando por mensagens. Por ele não conseguir se comunicar eu fico estressada e triste, pois parece que estou sozinha nos momentos que preciso dele. Por isso, guardo muita coisa pra mim e ultimamente tenho ficado triste em qualquer coisa que nos leve ao mesmo assunto dele não se comunicar. O que eu faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lidar com a dificuldade de comunicação em um relacionamento pode ser desafiador e frustrante, especialmente quando você sente que suas necessidades emocionais não estão sendo atendidas. É compreensível que, em momentos de dificuldade, você se sinta triste e sozinha, principalmente se você busca apoio e reciprocidade emocional em seu namorado.
Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar a lidar com essa situação:
1. Converse abertamente sobre seus sentimentos:
É importante expressar como você se sente em relação à falta de comunicação, mas também buscar um momento adequado e tranquilo para isso. Ao invés de acusar ou criticar, tente focar no que você sente. Por exemplo, "Eu me sinto sozinha e triste quando não consigo me comunicar com você de maneira fluida, e isso afeta como me sinto em relação à nossa conexão."
2. Entenda as dificuldades dele:
Tente explorar as razões pelas quais ele tem dificuldades em se comunicar. Ele pode não estar ciente do impacto emocional disso ou pode ter suas próprias barreiras de comunicação, como timidez, insegurança ou até dificuldades emocionais. Compreender as dificuldades dele pode ajudar a criar empatia mútua.
3. Estabeleça expectativas claras:
Defina juntos o que vocês esperam um do outro nas conversas, especialmente em momentos de necessidade emocional. Pode ser útil acordar que, mesmo que ele não saiba exatamente o que dizer, que ele apenas ouça e demonstre apoio, seja com palavras simples como "Eu entendo como você está se sentindo" ou até um "Estou aqui para você". A presença, mesmo que silenciosa, pode ser reconfortante.
4. Dê espaço para a comunicação crescer gradualmente:
Mudanças na comunicação podem não acontecer imediatamente. Seja paciente, permitindo que ele se sinta confortável para se expressar mais ao longo do tempo, sem a pressão de ter que dar respostas perfeitas.
5. Reserve um tempo para cuidar de si mesma:
Quando as emoções estão mais intensas, é importante não esquecer de cuidar de si mesma. Procure atividades que te tragam bem-estar e relaxamento, como meditação, exercícios físicos ou hobbies, para não sobrecarregar seus sentimentos de tristeza e frustração.
6. Considere a ajuda de um profissional:
Se a comunicação continuar sendo um ponto de frustração, talvez seja interessante considerar uma terapia de casal para trabalhar esses aspectos juntos, com o auxílio de um profissional que possa orientar a ambos de forma construtiva.
Lembre-se de que a comunicação é uma habilidade que pode ser desenvolvida, e é importante que ambos estejam dispostos a entender as necessidades do outro e se apoiar mutuamente.
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Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade
Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade. Mas normalmente a nossa média está em duas vezes por semana.
Existem técnicas que posso aplicar para aumentar o desejo sexual da minha esposa?
Em algumas vezes eu vejo que ela nua na minha frente e fica olhando para ver se estou olhando ela. Porém se tenho a iniciativa ela corta e diz que não quer fazer.
Já conversamos algumas vezes sobre este tema e sinto que vai ser assim sempre. Então penso que possa ter algo que eu tenha que fazer, agir diferente… alguma dica sobre?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A falta de libido pode envolver diversos fatores; fisicos, emocionais e psicológicos. Conversar abertamente sobre o assunto é um primeiro passo; falar sobre os sentimentos e preocupações de ambos; criar ambientes mais relaxantes e romanticos (ambientes diferentes, musica, massagem, jantar etc); fortaleça a conexão emocional (façam mais atividades juntos); reduzir o estresse ou ansiedade através de exercicios, meditaçao , yoga; consultar um profissional caso essa falta de libido persista (descartar causas organicas ou emocionais); suplementos que melhorem a libido.
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O que fazer para parar com a automutilação? Tenho sérios problemas com isso desde os 12 anos de idad
O que fazer para parar com a automutilação? Tenho sérios problemas com isso desde os 12 anos de idade (atualmente tenho 23 e tomo sertralina). E parece que esse ciclo não tem fim.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A automutilação é um sinal de que você vem lutando com emoções ou situações muito dificeis e lhe traz um alivio momentaneo, entretanto a longo prazo acaba trazendo mais dor. Se você ainda não faz terapia inicie um tratamento com um Terapeuta da linha comportamental ou cognitivo comportamental ou DBT ou Terapia do ESquema, o psicologo vai te ajudar a encontrar estratégias mais saudaveis e melhores para lidar com os seus sentimentos; identificar os gatilhos que te levam a se automutilar; substituir a automutilação por outros comportamentos alternativos.
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O toc causa dúvida sobre dúvida sobre qualquer tema?
O toc causa dúvida sobre dúvida sobre qualquer tema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As dúvidas e intolerância a incerteza e consequentemente as verificações são uma das manifestações do TOC.A dúvida e a necessidade de ter certeza podem gerar comportamentos de checagem para que se tenha garantia a pessoa pode perguntar, checar e confirmar repetidamente sobre o tema de sua duvida.
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Como reconhecer o comportamento passivo-agressivo?.
Como reconhecer o comportamento passivo-agressivo?.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento passivo-agressivo é uma forma indireta e dissimulada de expressar emoções negativas, como raiva, insatisfação ou frustração. Em vez de lidar diretamente com os conflitos, a pessoa usa ações ou palavras sutis que refletem sua hostilidade. A comunicação de pessoas passivo agressivas é ambígua ou evasiva e ela evita falar diretamente o que sente ou pensa. Utiliza-se de sarcasmo ou comentários duplos (dupla mensagem) que parecem inofensivos, mas carregam um tom de crítica ou provocação. Pode apresentar uma resistência passiva procrastinando ou atrasando intencionalmente tarefas que lhe foram delegadas. Concorda verbalmente com algo, mas age de forma contrária. Tendência a se colocar como vítima em situações para evitar responsabilidade ou desviar a atenção do conflito. Comportamentos de exclusão ou "castigo silencioso": Ignorar ou excluir deliberadamente alguém em resposta a um conflito ou ressentimento.Deixa de responder mensagens, evita contato visual ou age como se a outra pessoa não estivesse presente. Uso de frases aparentemente educadas ou positivas, mas com tom crítico ou depreciativo.A pessoa nega estar irritada ou insatisfeita, mesmo que seus comportamentos indiquem o contrário. Sabotagem sutil: Agir de forma que dificulte o sucesso ou o andamento de algo, mas de forma velada. Faz comentários irônicos ou utiliza sarcasmo como forma de expressar sua insatisfação. Age com "educação forçada", mas com gestos ou tons de voz que mostram irritação.
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Existe a possiblidade de um paciente ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e comportament
Existe a possiblidade de um paciente ter Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e comportamento hostil ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum que alguns pacientes com TPB tenham comportamentos hostis com outras pessoas.
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O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?
O Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode prejudicar o desempenho escolar ou profissional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode prejudicar o desempenho escolar e profissional devido às questões emocionais, comportamentais e cognitivas que fazem parte do transtorno. A constante instabilidade emocional fazem com que a pessoa apresente mudanças bruscas de humor, dificuldade em lidar com frustrações e sensibilidade a críticas que podem gerar conflitos no ambiente escolar ou profissional. A dificuldade em regular emoções pode trazer crises emocionais intensas podem levar à desmotivação, abandono de tarefas ou perda de prazos. A dificuldade com o abandono e a rejeição e conflitos interpessoais pode trazer relacionamentos instáveis com colegas, professores ou chefes que podem gerar tensões e dificultar o trabalho em equipe; fazendo a pessoa reagir de forma desproporcional a críticas ou sentir-se rejeitado facilmente, mesmo em situações neutras. A impulsividade nas decisões podem fazer a pessoa abandonar projetos ou compromissos importantes repentinamente. Situações estressantes podem provocar dificuldades em manter o foco, memórias confusas ou episódios de dissociação. A baixa autoestima e autocrítica excessiva leva a sentimentos de inadequação ou medo de falhar podem levar à procrastinação ou até à desistência de oportunidades. Os comportamentos autossabotadores e a tendência a agir de forma prejudicial a si mesmo pode afetar o desempenho, como atrasar entregas ou se envolver em conflitos desnecessários.
Embora o TPB possa gerar dificuldades, com tratamento adequado e suporte, é possível alcançar estabilidade emocional e melhorar significativamente o desempenho escolar e profissional.
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Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Quais são as comorbidades do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O TPB frequentemente pode estar associado a outras condições psiquiatricas (assim como boa parte dos transtornos), tais como: transtornos do humor (depressão e TAB); transtornos de ansiedade (TAG; Panico, T do estresse pos traumatico (TEPT); transtornos alimentares (bulimia, anorexia,compulsão); uso de substâncias; transtornos dissociativos (despersonalizaçao, desrealização, amnesia dissociativa); sintomas psicóticos transitórios (sob estresse extremo); somatização (dores cronicas e fadiga); transtornos relacionados ao controle do impulso (TEi ou autolesao e comportamentos suicidas) ou transtornos de personalidade associados.
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Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
Existem sinais comportamentais precoces que anunciam o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante a infância e adolescência?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Embora seja indicado que o fechamento do diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) deva ser feito na idade adulta (quando a personalidade já está formada,) existem alguns sinais comportamentais precoces que podem surgir na infância e adolescência, que podem indicar um risco maior de desenvolvimento do transtorno. Esses sinais não confirmam o diagnóstico, mas são importantes para que os pais e profissionais da saúde fiquem atentos e possam intervir precocemente. Entre eles estão : Instabilidade Emocional: Mudanças de humor abruptas: Alternância rápida entre felicidade, irritação, tristeza ou ansiedade sem uma razão aparente.Dificuldade em regular emoções: Reações emocionais desproporcionais a eventos, como crises intensas de raiva ou choro por situações pequenas. Sensibilidade extrema a rejeições ou críticas: Sentir-se facilmente magoado, abandonado ou inadequado. Relações Interpessoais Intensas e Instáveis. Busca por atenção ou aprovação: Comportamentos exagerados para agradar ou ser aceito por amigos e familiares. Conflitos frequentes: Dificuldade em manter amizades devido a desentendimentos, ciúmes ou atitudes possessivas. Medo excessivo de abandono: Reações dramáticas a separações (mesmo temporárias), como crises quando os pais saem ou mudam de rotina. Comportamentos Impulsivos: Decisões impensadas: Atitudes sem considerar as consequências, como mentir, roubar ou se expor a riscos desnecessários. Abuso de substâncias: Uso precoce de álcool, drogas ou medicamentos como forma de lidar com emoções. Comportamentos autodestrutivos ou impulsivos. Insegurança sobre identidade: Oscilação entre diferentes estilos, interesses ou grupos sociais na busca de aceitação. Baixa autoestima: Sentimentos persistentes de inadequação, vazio ou não pertencimento. Autojulgamento severo: Insatisfação extrema com a aparência ou habilidades. Comportamentos Autolesivos: Autolesão: Cortar-se, bater-se ou outros atos de automutilação como tentativa de aliviar sofrimento emocional. Ameaças ou tentativas de suicídio: Exibir pensamentos suicidas ou realizar gestos como forma de lidar com dores emocionais ou chamar atenção para seu sofrimento. Dificuldades Cognitivas: Pensamento preto e branco (dicotômico): Ver pessoas ou situações como "totalmente boas" ou "totalmente ruins". Paranoia transitória: Momentos de desconfiança ou sensação de perseguição em situações de estresse intenso. Dificuldade em focar ou lembrar informações: Especialmente em momentos de instabilidade emocional. Alta Reatividade ao Estresse: Explosões de raiva: Reações exageradas ou agressivas quando frustrado ou desafiado.Dissociação ou fuga mental: Sensação de "estar fora de si" em situações de alto estresse emocional. Histórico de Traumas ou Adversidades: Embora não seja uma causa direta, muitas crianças e adolescentes que desenvolvem TPB têm histórico de: Ambiente familiar instável: Conflitos familiares, negligência emocional ou abuso (físico, emocional ou sexual). Separações frequentes: Como divórcios conturbados ou perda de cuidadores importantes.
Se esses sinais forem identificados, é essencial buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra especializado. A intervenção precoce pode prevenir o agravamento dos sintomas e promover habilidades de regulação emocional e resiliência.
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Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou
Bom, não sei muito bem como explicar minha situação, porque até criar um simples texto pra mim virou uma dificuldade. Ah uns 4 anos, vivia uma vida normal, me entendia muito bem, era sociável, tinha minhas peculiaridades de personalidade, uma pessoa considerada brava, mas nada fora do normal. Fazia amizades tranquilamente, conversava muito bem e tudo mais, a vida era boa! Em 2020 entrei em um trabalho, e desde então tudo mudou, nesse trabalho fiquei 1 ano, mas desde o primeiro dia senti um desconforto fora do normal, mas não sabia o porque, trabalhava como caixa de supermercado, não sei se era estresse, mas desde o primeiro dia foi assim, logo na primeira semana não conseguia dormir direito, acordava várias vezes a noite sonhando que estava trabalhando, e assim foi, fui tentando levar o máximo que pude pois precisava do trabalho, nisso eu tinha 19 anos. Com o tempo as coisas foram mudando, minha cabeça parece que foi entrando em colapso, não conseguia mais conversar, tudo eu ficava muito nervosa, uma simples conversa pra mim sentia que ia morrer, toda hora ia pro banheiro pra ficar sozinha, porque ficava um pouco no caixa e já ficava reparando em tudo, parecia que todos estavam reparando em mim também, em fim. No começo, me sentia assim apenas no trabalho, depois de um tempo passei a me sentir assim o tempo todo, parece que desaprendi a me comunicar, minha cabeça vive em pensamentos, e com o tempo passei a não me lembrar mais como é ter uma mente normal, eu penso o dia inteiro, aí as vezes tento não pensar, e aí parece que fico paralisada sem saber o que fazer, é terrível nem eu sei explicar direito o que acontece comigo. Parece que desaprendi tudo, nessa trajetória perdi meu namorado, me afastei da família e dos amigos, vivo comigo mesma, mas nem sozinha consigo ficar em paz, me sinto cansada 24 horas por dia, parece que durmo e não descanso. Minha vida virou um mártires, e não sei como sair disso, se estou ficando louca, no começo cheguei a procurar um psicólogo, fiz coisa de duas consultas, ela chegou a falar numa possível síndrome do Pânico, ansiedade, mas parei de ir por falta de condição, gostaria de saber ou ouvir de alguém se isso é normal, uma opinião ou algo do tipo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sinto muito por estar se sentindo dessa forma, imagino o quanto deve estar sendo dificil para você. Independente de ser ansiedade, sindrome do panico ou qualquer outra coisa você está em sofrimento e sozinha vai ser muito dificil se livrar disso. Se te traz sofrimento não é "normal"mas eu nao diria que vc está louca. Existe na rede publica e nas faculdades atendimentos gratuitos, busque ajuda, tenho certeza que você pode melhorar.
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Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se manifesta por uma instabilidade emocional intensa, marcada por mudanças bruscas de humor, dificuldade em regular emoções e reações desproporcionais a situações. As relações interpessoais são frequentemente intensas e instáveis, caracterizadas por um medo extremo de abandono e comportamentos possessivos ou conflituosos. Pessoas com TPB também apresentam impulsividade em áreas como gastos, abuso de substâncias ou comportamentos de risco, além de autolesões ou pensamentos suicidas em momentos de crise emocional. Há uma sensação constante de vazio, baixa autoestima e autoimagem instável, que podem gerar dificuldades no trabalho, nos estudos e nos relacionamentos. Em situações de estresse, podem ocorrer episódios de paranoia ou dissociação. O transtorno exige acompanhamento profissional para manejo adequado.
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Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?
Como a terapia pode ajudar no tratamento do transtorno borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O objetivo da psicoterapia no caso do TPB é ensinar ao paciente a lidar com seus comportamentos, emoções e pensamentos que lhe causam infelicidade ou mal estar. Visa diminuir sentimentos de vazio, postura julgadora, falta de contato consigo mesmo e com os outros; conflitos e estresse interpessoal; diminuir o isolamento; melhorar a flexibilidade e ensinar a lidar com mudanças; regular os altos e baixos e emoções extremas; regular as emoçoes;diminuir a impulsividade; ensinar a aceitar a realidade como ela é; melhorar a disposiçao e trabalhar adições quando há; ensinar a tolerar o mal estar; etc.
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É possível levar uma vida feliz com transtorno borderline?
É possível levar uma vida feliz com transtorno borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, com o tratamento adequado a pessoa com TPB pode levar uma vida que valha a pena ser vivida.
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Como o apoio social pode ser benéfico para pessoas com transtorno borderline?
Como o apoio social pode ser benéfico para pessoas com transtorno borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O apoio social é muito importante para pessoas com transtorno de personalidade borderline.
Os grupos de terapia com outras pessoas que também tem TPB ajuda a validar sentimentos, lidar com emoções e desenvolver habilidades sociais. É importante ter alguém que seja capaz de ouvir e apoiar sem julgamentos e Incentivar que a pessoa procure ajuda profissional. Pessoas com TPB necessitam de paciência, empatia e compreensão.
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Quais são as principais dificuldades enfrentadas por pessoas com transtorno borderline?
Quais são as principais dificuldades enfrentadas por pessoas com transtorno borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As principais dificuldades encontradas por quem tem um transtorno de personalidade borderline podem ser sentimentos de vazio; problemas atencionais; postura julgadora; conflitos e estresse interpessoal; isolamento social; falta de flexibilidade; dificuldades com mudanças; altos e baixos com emoções extremas; comportamento dependente do humor; dificuldade para regular as emoções; comportamentos impulsivos; agir sem pensar; dificuldade para aceitar a realidade como ela é; falta de disposição; preocupação com abandono; relacionamentos afetivos tempestuosos; ansiedade crônica; etc
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Existe alguma forma de prevenir o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
Existe alguma forma de prevenir o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é possível prevenir totalmente o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), pois ele resulta de uma interação complexa entre fatores genéticos, ambientais e biológicos. No entanto, é possível reduzir o risco de desenvolvimento ou a gravidade dos sintomas através de intervenções preventivas e estratégias que promovam saúde emocional que são: Apoio Durante a Infância e Adolescência: Criação em um ambiente seguro: Garantir um ambiente familiar estável, acolhedor e livre de abuso ou negligência pode reduzir o impacto de fatores ambientais. Desenvolvimento de habilidades emocionais: Ensinar crianças e adolescentes a identificar e regular suas emoções desde cedo ajuda na formação de resiliência emocional. Intervenção em traumas: Oferecer suporte psicológico para crianças que passaram por experiências adversas, como abuso, negligência ou perda de cuidadores, é essencial para prevenir impactos psicológicos graves.
Tratamento de Transtornos Mentais Precoces: Atenção a problemas emocionais e comportamentais: Condições como ansiedade, depressão ou impulsividade em crianças e adolescentes devem ser tratadas para evitar complicações futuras. Diagnóstico e manejo do TDAH: O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade pode estar associado a dificuldades emocionais que, quando não tratadas, aumentam o risco de TPB. Promoção de Habilidades Sociais e de Resiliência: Ensino de resolução de conflitos: Ajudar jovens a lidar com problemas interpessoais de forma saudável pode prevenir padrões de relacionamentos instáveis.Educação sobre autocuidado: Incentivar práticas como meditação, atividades físicas e expressão criativa pode melhorar a regulação emocional. Apoio Psicológico Precoce: Psicoterapia preventiva. Treinamento para pais e cuidadores: Ensinar técnicas de comunicação empática e manejo de comportamentos desafiadores pode prevenir a escalada de conflitos familiares. Intervenção em situações de risco: Prevenir ou minimizar a exposição a abusos, negligência ou bullying. Tratamento precoce de traumas: Buscar apoio profissional após eventos traumáticos para evitar o desenvolvimento de sintomas graves. investir em intervenções precoces e suporte contínuo pode minimizar os impactos e favorecer um desenvolvimento emocional mais saudável.
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É verdade que o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode ser “hereditário”?
É verdade que o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) pode ser “hereditário”?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Alguns estudos indicaram que sim, pessoas que tem parentes com TPB podem ter uma tendencia maior a desenvolver o transtorno; entretanto como a maioria dos transtornos sua etiologia é multifatorial (biopsicosocial). Existe uma vulnerabilidade emocional (hereditaria ou não) que aliada ao ambiente invalidante pode dar origem ao transtorno.
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O que acontece se uma pessoa não trata o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
O que acontece se uma pessoa não trata o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) não for tratado, a pessoa pode enfrentar diversas dificuldades emocionais, sociais e funcionais ao longo da vida. Isso ocorre porque o TPB envolve padrões intensos e persistentes de instabilidade emocional, relacionamentos conturbados e comportamentos impulsivos que tendem a se perpetuar sem intervenções terapêuticas.
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Tenho o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) posso ter uma vida normal?
Tenho o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) posso ter uma vida normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sim, você pode ter uma vida normal apesar de seu transtorno; entretanto deve estar em tratamento. A terapia mais indicada nesse caso é a dialética (DBT).
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É verdade que a instabilidade emocional é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa co
É verdade que a instabilidade emocional é um dos principais sintomas para diagnosticar uma pessoa com Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diagnostico do TPB é um conjunto de sintomas e a instabilidade emocional constante é um deles mas não é o unico. Os padroes de comportamento sao vulnerabilidade emocional (dificuldade em regular as emoções, hipersensibilidade emocional; autoinvalidação; dificuldade em resolver problemas; competencia aparente. Do ponto do vista do afeto podem existir: depressão cronica; sentimentos de desamparo/desesperança/impotencia e culpa cronica; raiva ou atos de raiva cronicos; ansiedade cronica; solidao/tédio ou vazio cronicos; do ponto de vista dos pensamentos: pensamentos estranhos ou inusitados, pensamentos paranóides nao delirantes; impulsividade em vários ambitos; preocupações com abandono, relacionamentos conflituosos; etc.
Perguntas frequentes
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Eu fiz períneo a 7 dia como saber se meus pontos por dentro abriu. E pq fiz cocô duro e fiz força
Após uma perineoplastia, os pontos internos geralmente são absorvíveis e…