Perguntas do paciente (1079)

  • Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me a

    Como lidar com baixa estima e ansiedade social?Não consigo criar conexões com as pessoas, acabo me afastando e afastando elas de mim, não me divirto e tenho pensamentos negativos que afetam o lado profissional...isso me afeta muito, quase 22 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Lídar com a baixa estima e a ansiedade social pode ser bastante desafiador, mas é possível desenvolver ferramentas e estratégias para superar esses problemas. A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) é uma abordagem amplamente utilizada e eficaz para tratar a fobia social pois trabalha tanto os pensamentos disfuncionais, quanto os comportamentos evitativos que perpetuam o problema. É importante entender o que é a ansiedade social, como ela funciona e o que a mantém. Normalmente pessoas com ansiedade social tem pensamentos automáticos distorcidos que surgem nas situações sociais e é necessário substitui-los por pensamentos mais realistas e funcionais Ex: Eu vou parecer ridiculo e as pessoas vão me julgar. O Terapeuta ajuda a identificar esses pensamentos automáticos e reconhecer como eles aumentam a ansiedade. A partir da identificação dos pensamentos é feita uma reestruturação cognitiva cuja finalidade é substituir esses pensamentos distorcidos por interpretações mais realistas e equilibradas: Ex: Talvez eu fique nervoso mas isso não significa que os outros vão me julgar de forma negativa. Ao mesmo tempo é feita uma exposição gradual (do que da menos medo para o que da mais medo) a situações sociais cujo objetivo é enfrentar de modo progressivo e controlado as situações sociais temidas para reduzir a ansiedade associada a elas. O terapeuta ajuda a criar uma hierarquia de exposições começando com a menos ameaçadora para as mais desafiadoras. A exposição repetida ajuda a dessensibilizar a pessoa, mostrando que suas previsões catastróficas geralmente não se concretizam. Além disso caso necessário sao dadas estrategias para melhorar as habilidades sociais para que a pessoa se sinta mais confiante nas interações; comunicação assertiva; treinamento para iniciar e manter conversas. Ensinar estratégias para lidar com a ansiedade quando ela surgir (relaxamento, mindfulness). Sendo assim a primeira fase da terapia é identificar os pensamentos e comportamentos que sustentama fobia social. Intermediária: implementar as técnicas cognitivas e realizar exposições graduais; no final consolidar as habilidades aprendidas, fortalecer a autoconfiança e prevenir recaidas. Espero ter ajudado. Abraço


  • Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do m

    Desde que tive episódios de alucinações há uns 4 anos (as vezes eu acho que está ligada à morte do meu pai, já tem 8 anos que ele se foi) eu não consigo dormir sozinha mesmo com sono, nesses casos o cansaço que me vence quando já está amanhecendo. O que posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Ter dificuldade em dormir sozinho após episódios de alucinações é compreensível, pois essas experiências podem ser assustadoras e deixar um impacto duradouro. No entanto, há estratégias e tratamentos que podem ajudar a lidar com isso. Para melhorar sua relação com o sono e reduzir o impacto desse medo você pode: Buscar ajuda profissional. É essencial procurar um psiquiatra para avaliar se há uma condição subjacente, como transtornos de ansiedade, transtorno do sono ou algo relacionado às alucinações anteriores. Eles podem sugerir um tratamento apropriado, como medicamentos para ansiedade ou distúrbios do sono. Psicoterapia: Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ajudar a lidar com os medos associados a dormir sozinho e a reduzir pensamentos intrusivos que interferem no sono. Criar uma rotina de sono reconfortante: Transforme o quarto em um espaço confortável. Use luzes suaves, cobertores que você gosta e evite objetos que possam causar desconforto à noite. Ritual de relaxamento: Antes de dormir, pratique atividades que induzam ao relaxamento, como tomar um banho quente, ler algo leve ou ouvir música calma. Enfrentar o medo gradualmente:Comece dormindo sozinha em pequenas etapas. Por exemplo: Primeiro, tenha alguém por perto no mesmo cômodo. Depois, passe para um cômodo próximo, com portas abertas. Gradualmente, aumente sua autonomia. Use exercícios de respiração profunda ou mindfulness para lidar com a ansiedade quando estiver tentando dormir sozinha. Reduza o consumo de mídia perturbadora e limite o uso de eletronicos. Use itens que te façam sentir segura, repita frases tranquilizadoras: Estou segura aqui, nada pode me machucar;. É possivel superar esse medo com tempo e estratégias adequadas. A busca por ajuda profissional será um passo fundamental para quebrar esse ciclo e recuperar a tranquilidade ao dormir.


  • Meu marido não me procura dorme em outro quarto ,tenho certeza que está viciado em pornografia pois

    Meu marido não me procura dorme em outro quarto ,tenho certeza que está viciado em pornografia pois já peguei a um tempo atrás até um fake tinha ,vive de mal humor não tem um pingo de paciência e pelo que vejo já não sente falta de mim..ainda sofro com isso pois já tentei de tudo pra ele voltar para cama ...hoje me tornei sem paciência,engordei vivo em crise de ansiedade como melhorar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sinto muito que você esteja passando por essa situação tão desgastante emocionalmente. É importante lembrar que o bem-estar emocional e mental de ambos é essencial para que o relacionamento seja saudável. Como sugestão priorize o autocuidado: Cuide da sua saúde física e mental: Busque formas de aliviar a ansiedade, como atividade física, meditação, ou hobbies que você gosta.Se possível, procure ajuda de um terapeuta para trabalhar as emoções relacionadas à sua autoestima, ansiedade e frustração no relacionamento. Invista em si mesma: Redescubra coisas que você gosta de fazer e que te tragam alegria. Fortalecer sua autoestima é crucial para lidar com esse momento difícil. Converse abertamente. Crie um espaço para diálogo: Escolha um momento calmo para conversar com seu marido, sem acusações ou julgamentos. Diga como você se sente e pergunte como ele está se sentindo. Use frases como: "Eu sinto falta de estarmos mais próximos. Podemos conversar sobre como você se sente em relação ao nosso relacionamento?" Ouça o que ele tem a dizer: Esteja aberta para entender a perspectiva dele, mesmo que seja difícil. Isso pode trazer clareza sobre o que está acontecendo.Considere a possibilidade do vício em pornografia. Reconheça o impacto: Se o uso excessivo de pornografia está interferindo no relacionamento, pode ser que ele precise de ajuda para lidar com isso. Sugira ajuda profissional: Um terapeuta especializado em vícios ou sexualidade pode ser útil para ele, caso esteja disposto a reconhecer o problema e buscar mudanças. Avalie suas expectativas e limites. Pense no que você quer e precisa:
    Pergunte a si mesma: “O que eu espero deste relacionamento? O que eu preciso para ser feliz e sentir-me valorizada?” Estabeleça limites saudáveis: Se o comportamento dele está afetando negativamente sua saúde mental, é importante definir até onde você está disposta a ir para manter o relacionamento.Trabalhem juntos, se possível. Se ambos estiverem dispostos, a terapia de casal pode ajudar a criar um ambiente seguro para explorar as questões do relacionamento e buscar soluções em conjunto. Reacender a conexão emocional: Comecem com pequenos gestos de proximidade, como conversas sinceras, tempo juntos sem distrações, ou até atividades que ambos gostem de fazer. Prepare-se para possíveis decisões difíceis Reflita sobre o futuro: Se, após suas tentativas de resgatar o relacionamento, não houver mudança, é importante considerar o que será melhor para você a longo prazo. Coloque sua felicidade em primeiro lugar: Relacionamentos precisam ser mutuamente gratificantes. Se ele não estiver disposto a mudar ou a participar desse processo, você pode precisar considerar outras alternativas. Busque apoio emocional: Compartilhe o que está passando com amigos próximos ou familiares de confiança. Não enfrente essa situação sozinha. A melhora começa com você se priorizando. Se o relacionamento puder ser recuperado, será porque ambos trabalharam nisso juntos. Caso contrário, a força que você ganhar cuidando de si mesma te ajudará a tomar as melhores decisões para seu bem-estar. Espero ter ajudado. Abraço.


  • Olá, de um tempo para ca venho tenho pensamento onde eu tenho alguma doenca seria na minha cabeça, e

    Olá, de um tempo para ca venho tenho pensamento onde eu tenho alguma doenca seria na minha cabeça, e com isso eu vivo entrando no google e pesquisando tudo o que possa imaginar, eu sinto que minha mente vai desligar ou me sinto distante da realidade, sinto como se eu estivesse vivendo para dentro... tenho medo da morte e ate mesmo dos meus pensamentos serem reais, fico achando que minha cabeça esta diferente/estranha e fico imagiando que nada que eu faça vai me fazer melhorar, nem remedio e nem nada fico com medo da morte ou de ficar doente... me sinto incapaz de realizar tarefas ou de ate mesmo crescer na vida... morro de medo de ficar com a cabeça assim

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sinto muito que você esteja enfrentando isso. Os pensamentos e sentimentos que você descreve podem ser muito angustiantes, mas é importante saber que existem caminhos para compreender o que está acontecendo e buscar alívio. A preocupação excessiva com doenças e a busca constante por informações médicas na internet (o que frequentemente agrava a ansiedade) são características comuns de um transtorno conhecido como hipocondria ou ansiedade de saúde. Sentir-se “distante da realidade” ou como se estivesse “vivendo para dentro” pode ser um sintoma de ansiedade elevada ou estresse extremo, conhecido como despersonalização ou desrealização. A obsessão com doenças e o medo da morte podem estar relacionados à ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou até depressão. Evite a pesquisa excessiva. Consultar o Google constantemente pode reforçar suas preocupações e gerar interpretações catastróficas. Sempre que sentir vontade de pesquisar, tente se lembrar de que isso tende a piorar a ansiedade.Confie em profissionais de saúde: Se estiver preocupado com sua saúde, marque uma consulta com um médico para discutir seus sintomas. Após uma avaliação, aceite as orientações médicas e evite buscar mais informações fora disso. Cuide da sua mente: Exercícios de respiração profunda, meditação guiada ou mindfulness podem ajudar a reduzir a ansiedade e o foco nos pensamentos negativos. Quando surgir a ideia de que “algo está errado com minha cabeça”, pergunte a si mesmo:
    “O que evidencia isso de forma concreta?” “Estou tirando conclusões precipitadas?” “E se isso for apenas minha ansiedade falando?” Tente distrair sua mente com atividades prazerosas ou envolventes, como hobbies, leitura ou exercícios físicos. Busque apoio profissional: Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são altamente eficazes para ansiedade, TOC e hipocondria, ajudando a identificar e reestruturar padrões de pensamento disfuncionais. Um psiquiatra pode avaliar se o uso de medicação seria útil para aliviar os sintomas, especialmente se você sente que está preso em um ciclo de ansiedade. Estabeleça uma rotina saudável: Tente manter horários regulares de sono, evitando estímulos antes de dormir, como celular ou televisão. A atividade física regular ajuda a liberar endorfina, que pode reduzir a ansiedade e melhorar o humor. Evite excessos de cafeína e açúcar, que podem piorar os sintomas de ansiedade. Traga sua atenção para o agora, notando sons, texturas, aromas ou sensações ao seu redor. Isso pode ajudar a reduzir a sensação de “desconexão” da realidade. Planeje pequenas metas: Tente realizar tarefas simples no dia a dia, como arrumar um cômodo ou fazer uma caminhada. Isso ajuda a retomar a sensação de controle sobre sua vida. Reconheça que você não está sozinho: Muitas pessoas enfrentam medos e ansiedades semelhantes, e é possível superá-los com ajuda. Procure apoio profissional. Você não precisa passar por isso sozinho, e não é vergonha nenhuma pedir ajuda. Com o suporte certo, você pode entender a origem desses medos, desenvolver estratégias para enfrentá-los e redescobrir a confiança para viver plenamente.


  • Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não

    Tenho dificuldade em sair de casa, fora dos momentos de trabalho e de estudo, foco muito nisso. Não consigo me sentir bem no meio social, onde sinto que por muitas vezes a minha "bateria" acaba e preciso me ausentar o quanto antes do local, preciso ficar isolada/em um canto. Sinto que não consigo me manter com habilidades sociais ou interpessoais e na comunicação ativas.
    Tenho padrões e rituais que eu não posso encontrar com as pessoas de um contexto específico (ex: escola) em outro local. Sinto que a minha cabeça se emite uma mensagem de "erro".
    Venho tentando lutar com isso por muitos anos. Quais são as alternativas possíveis para isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O que você descreveu pode estar relacionado a características de ansiedade social; TOC (pensando em padrões e rituais); Transtorno do Espectro do Autismo (TEA); etc. É importante entender que cada caso é unicio e que diferentes abordagens podem ajudar. Em primeiro lugar uma avaliação neuropsicologica ou psiquiatrica poderia entender a origem do que está acontecendo com vc e a partir dai sugerir o melhor tipo de tratamento ex> Buscar ajuda de um psicoterapeuta (TCC) pode ajudar a identificar pensamentos e comportamentos que dificultam sua interação social e trabalhar forma de enfrenta-los e treinar habilidades sociais. Reduzir o impacto dos rituais. Gerencie sua energia social: Respeite seus limites e evite superexposição.


  • Qual o tempo máximo para se ficar em acompanhamento psicoterapêutico?

    Qual o tempo máximo para se ficar em acompanhamento psicoterapêutico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Não há uma resposta especifica. Vai depender a abordagem e da dificuldade da pessoa. Psicoterapias psicodinâmicas (psicanalise) pode durar uma vida. As terapias cognitivas e comportamentais costumam ser mais rapidas, mas dependo da dificuldade. Enfim o ideal é conversar com seu terapeuta e ver qual o plano de tratamento e a previsao de alta.


  • A hipnose nao é mais considerada uma abordagem de eficácia para tratamentos psicanalíticos sérios.

    A hipnose nao é mais considerada uma abordagem de eficácia para tratamentos psicanalíticos sérios?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O próprio Freud abandonou o uso da hipnose ao desenvolver a psicanalise. Ele não era contra a hipnose em si e a utilizou em seus primeiros anos de prática. No entanto acabou por abandonar a tecnica devido a dificuldades na aplicação e a questoes eticas e teóricas. Nem todas as pessoas sõ sugestionaveis a hipnose. Na hipnose o paciente não esta sob influencia total de seu ego o que segundo ele seria contraproducente já que o objetivo é tornar consciente o que esta no inconsciente. A hipnose poderia encorajar falsas memórias por sugestionabilidade. Freud então aplicou a talking cure. A cura pela fala em conjunto com a associação livre. Isso não quer dizer que a hipnoterapia não tenha seus adeptos e que não seja util. Mas não dentro de uma psicanalise convencional.


  • Quanto tempo leva uma avaliação neuropsicologica para autismo em adolescentes?

    Quanto tempo leva uma avaliação neuropsicologica para autismo em adolescentes?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Olá. Leva em media de 6 a 10 encontros dependendo da demanda.


  • Não gosto que meu namorado fique passando a mão em mim toda hora, ele faz isso toda hora e eu não go

    Não gosto que meu namorado fique passando a mão em mim toda hora, ele faz isso toda hora e eu não gosto, me sinto estranha as vezes me sinto nojenta, mas eu gosto dele e sinto atração mas isso toda vez me incomoda e me dá vontade de chorar quando eu não tô afim. As vezes ele chega do nada passando a mão nem é por mal mas eu não gosto. Ele não me força a nada mas eu não gosto disso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O que você sente é totalmente válido e importante. É fundamental em qualquer relacionamento que os limites de cada pessoa sejam respeitados, especialmente quando se trata de contato físico. Mesmo que você goste do seu namorado e sinta atração por ele, é normal e saudável ter momentos em que você simplesmente não quer ou não está confortável com certos toques. Isso não diminui o afeto ou a conexão que vocês têm. Algumas pessoas têm uma sensibilidade maior em relação ao toque frequente ou inesperado. Isso não significa que há algo de errado com você. Talvez ele não saiba o quanto isso te incomoda, especialmente se ele vê esses gestos como demonstrações de carinho. O contexto e o estado emocional em que você está podem influenciar muito. Se você está cansada, estressada ou apenas precisa de espaço, esses gestos podem ser mais incômodos. Escolha um momento tranquilo e explique com calma como você se sente. Reforce que voce gosta dele e sente atração mas se sente desconfortavel quando ele passa a mão em vc sem estar preparada ou quando não está afim. Reforce que não é que vc não goste dele, mas que às vezes precisa de um pouco de espaço. Não tenha medo de ser clara sobre os momentos ou contextos em que você prefere evitar esse tipo de toque. Se isso continuar te deixando angustiada, conversar com um terapeuta pode ajudar a processar seus sentimentos e em formas de lidar melhor com essa situação. Seus sentimentos são importantes e uma boa comunicação pode fortalecer ainda mais a conexão entre vocês


  • Tenho transtorno de ansiedade generalizada e pânico , esses dias me sinto estranho sofro com a disso

    Tenho transtorno de ansiedade generalizada e pânico , esses dias me sinto estranho sofro com a dissociação, muita oscilação no meu humor me sinto feliz em momentos que deveria ficar irritado , sinto que minhas emoções estão descontroladas, sinto que estou perdendo o controle , fico tonto de vez em quando e sem disposição, me pergunto qual o sentido de viver , o porque de tudo isso ? Me desespero achando que estou ficando louco

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você descreve é muito desafiador, mas é importante lembrar que você não está sozinho e que há formas de aliviar esse sofrimento. Transtornos de ansiedade, crises de pânico, dissociação e oscilações de humor podem criar um ciclo de pensamentos e sensações intensas que parecem incontroláveis, mas existem caminhos para melhorar. Procure Ajuda Profissional. É essencial que você tenha o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajudar a identificar as causas do que você está sentindo e oferecer estratégias de enfrentamento ou, se necessário, prescrever medicação para aliviar os sintomas. Compartilhar suas emoções com alguém de confiança, seja um amigo, parente ou profissional, pode aliviar o peso que você está carregando. Você não precisa enfrentar isso sozinho. Exercícios de respiração, meditação ou yoga podem ajudar a diminuir a ansiedade e trazer mais calma ao seu dia. Mesmo que pareça difícil no começo, tente reservar alguns minutos para essas práticas. Embora seja comum querer se afastar das pessoas em momentos difíceis, tentar manter-se conectado com outras pessoas pode trazer conforto e distração. Foque em pequenos passos diários. Mesmo tarefas simples, como se alimentar, dormir adequadamente e manter-se hidratado, podem fazer uma grande diferença no seu bem-estar. Lembre-se de Que Isso é Temporário
    Os sentimentos intensos de descontrole e desespero são assustadores, mas eles passam. A sensação de “estar perdendo o controle” é um sintoma e não define quem você é. Você não está ficando louco, e há esperança para superar esse momento difícil. ESpero ter ajudado. Abraço


  • É possivel uma pessoa se transformar por causa do álcool?

    É possivel uma pessoa se transformar por causa do álcool?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sim, o alcool pode alterar a personalidade da pessoa. O álcool libera neurotransmissores como a que ativam os centros de prazer e recompensa que causa uma sensação de bem-estar, relaxamento, desinibição e euforia. Pode alterar a forma de sentir, raciocinar e planejar e dificultar a elaboração emoções e pensamentos complexos. Uma pessoa alcoolizada pode em um momento estar alegre e feliz, mas ou mesmo tempo tornar-se violenta.
    De acordo com a psicóloga Rachel Winograd, da Universidade do Missouri, é possível identificar quatro tipos diferentes de "bêbados". No entanto, um estudo da SUPER Abril indica que, apesar de as pessoas parecerem mais extrovertidas quando estão bêbadas, não há diferenças profundas em relação a quem elas são sóbrias.


  • Sei que exposição gradual na ansiedade é uma técnica extremamente importante. Porém, na ansiedade ge

    Sei que exposição gradual na ansiedade é uma técnica extremamente importante. Porém, na ansiedade generalizada os medos em muitas vezes são hipotéticos. Como fazer isso então? É possível se expor a medos hipotéticos? (Medo de perder os pais, ficar doente, sozinho, medo da morte). Como poderia estar fazendo isso? É eficaz igual as pessoas que se expõem a medos reais como em quadros de fobia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O TAG se caracteriza por ansiedade duradoura e preocupação excessiva e incontrolável com diversos temas da vida. A preocupação envolve um foco na ameaça futura exagerado (pensamento catastrófico), uma tentativa de reduzir a incerteza mediante a resolução de problemas infrutífera e busca de reasseguramento e esforços ineficazes de deter o processo de preocupação. Trata-se de uma preocupação raramente produtiva ou útil para a pessoa. Ao contrário, são preocupações improdutivas que envolvem cenários imaginários da pior hipótese (E se???) sob as quais elas tem mínimo controle e nas quais as tentativas de resolver problemas as deixam assustadas, impotentes e inseguras. Para se derrotar a preocupação improdutiva é necessário identificar os temas de sua preocupação e reconhecer como você catastrofiza sobre o futuro; descobrir as crenças centrais sobre preocupação e criar estratégias de controle de preocupações maladaptativas. No TAG a TCC vai buscar corrigir os pensamentos catastróficos e fazer um exposição imaginária ao pior desfecho possivel. reduzir os esforços de controle, ensinar a lidar com os riscos, técnicas de mindfulness para ficar no aqui e no agora. Aprender a aceitar a incerteza e a novidade. Não há controle sobre o futuro independente da preocupação ou do que você possa fazer. Você não tem controle sobre nenhuma das perguntas que você fez e caso qualquer uma dessas coisas acontecer você vai ter que lidar com elas. Mas elas estão acontecendo nesse momento? Se a resposta for não adie a preocupação para o caso de elas acontecerem. E viva o presente. Como você vai lidar com essas situações não há como saber... somente quando elas acontecerem; também não da pra se preparar para elas. Mas sempre somos mais fortes do que imaginamos para lidar com a vida. Abraço.


  • Como lidar com pensamentos intrusivos que te deixam mal e ansioso?

    Como lidar com pensamentos intrusivos que te deixam mal e ansioso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Pensamentos intrusivos são comuns mas podem ser bastante angustiantes,existem algumas estratégias que ajudam lidar com eles e reduzir seu impacto emocional: Em primeiro lugar é importante reconhecer o pensamento sem julgar. Aceite que o pensamento apareceu, sem tentar lutar contra ele ou se culpar. É importante lembrar que pensamentos intrusivos são apenas pensamentos, não representam a realidade nem definem quem você é. Pratique a atenção plena (mindfulness) Foque no presente, observando o pensamento como se fosse uma nuvem passando pelo céu. Tente não se apegar a ele nem deixar que ele controle você. Desafie o pensamento: Pergunte-se: "Esse pensamento é real? Não será exagerado? Corresponde a minha realidade?" Muitas vezes, pensamentos intrusivos são irracionais e baseados no medo. Desvie o foco: Concentre-se em algo que você goste ou que exija sua atenção, como ouvir música, desenhar, ler, ou praticar um hobby. Pratique técnicas de relaxamento: Exercícios de respiração, meditação ou relaxamento muscular progressivo ajudam a reduzir a ansiedade associada aos pensamentos. Evite a ruminação: Não fique "mastigando" o pensamento. Reconheça-o e, em seguida, redirecione sua atenção para algo produtivo. Busque apoio: Compartilhar seus sentimentos com pessoas de confiança pode ajudar a aliviar a carga emocional. Também pode ser útil conversar com um terapeuta para compreender melhor o que está causando esses pensamentos. Adote hábitos saudáveis: Praticar exercícios físicos, dormir bem e manter uma alimentação equilibrada pode melhorar sua saúde mental e ajudar no controle da ansiedade.
    Se esses pensamentos forem muito frequentes ou estiverem prejudicando significativamente sua vida, é essencial buscar ajuda profissional, como um psicólogo ou psiquiatra. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são especialmente eficazes nesse contexto.


  • É normal ficar depressiva e com um vazio quando vc não tem nada pra ficar obcecada?por exemplo quand

    É normal ficar depressiva e com um vazio quando vc não tem nada pra ficar obcecada?por exemplo quando eu fico obcecada pra fazer alguma coisa ou ir pra algum lugar eu fico ansiosa, e só foco naquilo, mas quando o dia chega eu já fico depressiva, aí se não tiver nada pra eu ficar obcecada eu fico angustiada com pensamentos depressivs

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Sim, é normal se sentir assim, mas pode ser um sinal de algo mais profundo que merece atenção. O que você descreve pode estar relacionado a um ciclo de ansiedade e vazio emocional, que muitas vezes acontece quando usamos a antecipação de eventos ou objetivos como uma forma de preencher um vazio interno. Quando o evento passa ou não há algo novo para focar, a sensação de vazio, angústia ou até pensamentos depressivos podem surgir. O que pode estar acontecendo com você pode se tratar de uma busca constante por estímulo: Ficar obcecada por algo pode ser uma maneira de evitar lidar com sentimentos internos desconfortáveis, como vazio, solidão ou baixa autoestima. Quando o estímulo desaparece, esses sentimentos vêm à tona. Pode ser uma ansiedade antecipatória: A ansiedade antes de algo importante pode criar uma expectativa intensa. Quando o evento acontece, pode haver uma sensação de "e agora?", que leva à decepção ou tristeza. Pode haver uma falta de conexão interna: Você pode estar se desconectando de suas próprias emoções e valores, dependendo de estímulos externos para sentir propósito ou entusiasmo. Ciclo de reforço emocional: A antecipação pode gerar dopamina (o "hormônio do prazer"), mas quando o evento termina, os níveis caem, levando a sentimentos de vazio. Um terapeuta pode ajudar você a entender por que sente esse vazio e a encontrar formas de preenchê-lo de maneira saudável. Terapias como a TCC podem ser muito úteis nesse caso.



    7. Conecte-se emocionalmente com outras pessoas

    Ter relações significativas pode ajudar a diminuir o vazio emocional, já que muitas vezes ele está ligado à falta de conexão.




    Reflexão:

    Esses sentimentos podem ser difíceis, mas também são uma oportunidade para você se conhecer melhor. Com o tempo e com as estratégias certas, é possível sair desse ciclo e encontrar um equilíbrio emocional mais duradouro.


  • Passei por uma situação traumática, na qual não me sinto bem em citar, mas não sei o que fazer, eu m

    Passei por uma situação traumática, na qual não me sinto bem em citar, mas não sei o que fazer, eu me lembro dessa situação todo momento e em vários lugares, as memórias vem e me desconcentram ou fico triste ou com raiva delas e nervosa, seria estresse pós traumático?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    O que você está descrevendo pode sim ser um sinal de Estresse Pós-Traumático (TEPT), especialmente se as lembranças intrusivas e as emoções intensas estão afetando sua vida cotidiana. O TEPT geralmente ocorre após experiências traumáticas e pode envolver lembranças intrusivas. Os pensamentos ou memórias do evento que surgem involuntariamente, muitas vezes acompanhados de emoções intensas como tristeza, raiva ou ansiedade. Você pode sentir-se nervosa, com raiva ou extremamente triste ao lembrar do trauma. Tentar evitar lugares, pessoas ou situações que possam trazer à tona as memórias do trauma. Sentir-se constantemente alerta ou em perigo, mesmo em situações seguras. Dificuldade em se concentrar ou dormir (Os pensamentos intrusivos podem interferir na sua capacidade de focar ou relaxar). É importante validar o que você está sentindo. O trauma afeta o cérebro e o corpo, e buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Procure um profissional de saúde mental: Um psicólogo ou psiquiatra pode avaliar seus sintomas e, se necessário, iniciar um tratamento.
    Quando as memórias intrusivas surgirem, tente voltar ao momento presente usando seus sentidos. Observe 5 coisas ao seu redor. Sinta a textura de algo em suas mãos. Respire profundamente, focando no ar entrando e saindo. Estabeleça uma rotina que a façam sentir mais calma (meditar, ouvir musica). Falar sobre o que aconteceu pode aliviar a carga emocional. Seus sentimentos são válidos e o trauma não define quem você é. Com apoio e estratégias adequadas é possivel aliviar os sintomas e retomar a sua vida, Você merece ser cuidada e acolhida nesse momento. Não espere para buscar ajuda pois esses sentimentos podem se cronificar. Espero ter ajudado de alguma forma. Boa sorte.


  • Olá, sofro de devaneio excessivo há cerca de 10 anos. Começou na infância, e trago comigo até hoje,

    Olá, sofro de devaneio excessivo há cerca de 10 anos. Começou na infância, e trago comigo até hoje, com 18 anos. Gostaria de saber como eu poderia tratar esse transtorno, pois me trás muitíssimos prejuízos, principalmente em relação aos meus estudos que não progridem, não tenho foco, não tenho atenção, procrastino muito. Não consigo estabelecer metas, sinto uma desorganização mental muito grande.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Essas dificuldades que você cita e que estão causando um impacto em sua rotina, nas responsabilidades diárias e no alcance de seus objetivos podem estar relacionadas a diversas condições cognitivas, emocionais ou neurológicas que devem ser avaliadas e tratadas com precisão. Recomendo que você faça uma avaliação neuropsicológica para identificar a causa que esta por trás desses sintomas e fazer um diagnóstico diferencial. A avaliação também pode com base nos resultados criar um plano específico para melhorar seu desempenho e qualidade de vida. O neuropsicólogo pode ajudar a criar métodos personalizados para lidar com suas dificuldades como técnicas de organização, gestão de tempo e foco. A avaiaçào utiliza testes específicos para entender como diferentes areas do seu cerebro estao funcionando: atenção, memória, planejamento e organização, etc. A partir dai eleger o melhor tratamento Terapia cognitivo comportamental; treino cognitivo; mudanças no estilo de vida, orientação para organização; etc.


  • eu nao sinto meu corpo, sinto ele anestesiado. Tenho esquisoafetivo. Algum profissional q tenha tecn

    eu nao sinto meu corpo, sinto ele anestesiado. Tenho esquisoafetivo. Algum profissional q tenha tecnicas p lidar c isso

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Essa sensação que você descreve pode estar relacionada a despersonalização; estado psicologico em que a pessoa sente uma desconexão de si mesma. Os sintomas mais comuns são; sentir-se como observador externo do proprio corpo ou pensamentos; sensação de estar desconectado das emoções; o corpo ou partes do corpo podem parecer irreais ou alterados; sensação de que o mundo ao redor é irreal ou nebuloso, dificuldade em sentir que está no controle de suas ações ou palavras. As causas podem ser estresse ou trauma; ansiedade e pânico; outros transtornos mentais. A Terapia Cognitivo comportamental ajuda a identificar e reestruturar pensamentos desadaptativos que perpetuam a despersonalização; técnicas de atenção plena (mindfulness) ajudam a focar no presente e a reconectar a pessoa com sua experiencia corporal e emocional. técnicas de grounding (aterramento) como tocar objetos texturizados, gelo e focar em sensações concretas ajudam a trazer a pessoa de volta ao momento presente e a seu corpo.


  • Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?

    Como investigar transtorno do espectro autista em adultos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    A avaliação neuropsicológica é uma ferramenta essencial para investigar o (TEA) em adultos. Diferentemente do diagnóstico infantil, que muitas vezes se baseia em observações comportamentais e marcos do desenvolvimento, o processo em adultos requer uma abordagem mais complexa, dado que muitos dos sinais podem ser sutis e frequentemente confundidos com outros transtornos.O objetivo principal da avaliação neuropsicológica é compreender as habilidades cognitivas, emocionais, comportamentais e sociais do indivíduo. Para adultos com suspeita de TEA, a avaliação ajuda a identificar padrões característicos do transtorno, como dificuldades na comunicação social, comportamentos restritivos ou repetitivos e especificidades no processamento sensorial.
    O processo começa com uma entrevista para coletar informações sobre o histórico de desenvolvimento, dificuldades atuais e contextos sociais e ocupacionais do indivíduo. Para adultos, é fundamental abordar experiências escolares, vida profissional e relações interpessoais. O envolvimento de familiares ou pessoas próximas pode fornecer uma visão complementar.
    Aplicação de Testes Neuropsicológicos: A avaliação inclui baterias de testes que exploram diferentes funções cognitivas, como memória, atenção, flexibilidade cognitiva e habilidades visuais e motoras. Além disso, instrumentos específicos, como o Autism Spectrum Quotient (AQ) ou o ADOS-2 (Módulos para adultos), ajudam a identificar traços característicos do TEA.
    Avaliação das Habilidades Sociais e Emocionais:Ferramentas padronizadas são usadas para avaliar a empatia, a compreensão de emoções e a capacidade de interpretar pistas sociais. A dificuldade em perceber nuances sociais ou em estabelecer relações interpessoais é uma característica comum no TEA, especialmente em adultos.
    Análise das Preferências e Comportamentos: Aspectos como hiperfoco em interesses específicos, intolerância a mudanças ou sensibilidades sensoriais são avaliados através de questionários e entrevistas estruturadas. Esses elementos ajudam a identificar o impacto do TEA na rotina diária e nas escolhas de vida do indivíduo.
    Relatório e Devolutiva: Após a avaliação, o neuropsicólogo elabora um relatório detalhado com os resultados e fornece uma devolutiva ao paciente. Além de confirmar ou descartar o diagnóstico, o relatório orienta intervenções terapêuticas, como terapia ocupacional, psicoterapia ou ajustes no ambiente de trabalho.
    A identificação do TEA em adultos é crucial para promover compreensão e apoio adequados. Muitos adultos, especialmente aqueles de alto funcionamento ou com diagnósticos tardios, enfrentam desafios significativos em suas vidas pessoais e profissionais sem entender suas origens. A avaliação neuropsicológica oferece um caminho para maior autoconhecimento, acesso a intervenções específicas e estratégias para melhorar a qualidade de vida.

    Por fim, a avaliação neuropsicológica não se limita a rotular ou diagnosticar; ela busca compreender a singularidade de cada indivíduo, respeitando suas potencialidades e necessidades.


  • Estou fugindo dos problemas no lado financeiro e isso está se tornando uma bola de neve com desfecho

    Estou fugindo dos problemas no lado financeiro e isso está se tornando uma bola de neve com desfechos "trágico",tinha um dinheiro guardado que era pra ser usado pra zerar minhas dividas,mas fiquei com "pena"do dinheiro e comecei a gastar com coisas superficiais e o dinheiro está indo ralo a baixo e eu não crio vergonha em pagar as pendências numa vez só,está tudo certo minhas pendências no momento mas o que gastei fazera falta lá na frente,pq isso acontece comigo? tenho a faca e o queijo na mão e acabou jogando fora e fugindo das coisas...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Essa pergunta não é simples de responder pois essa situação pode estar relacionada tanto a questões emocionais quanto a comportamentais que acabam influenciando em suas escolhas financeiras. Você pode apresentar uma dificuldade em controlar os impulsos e resistir à tentação de gastar em algo que lhe dê prazer imediato e adiar a recompensa para o futuro, mesmo sabendo que irá se prejudicar a longo prazo. Pode ser uma tentativa de fugir de frustrações, aliviar o estresse e buscar conforto emocional quando vc está se sentindo sobrecarregado; pode se tratar também de crenças e padrões inconscientes de autosabotagem (sentir que não merece) ou evitar encarar de frente a gravidade da situação financeira. De qualquer forma, independentemente do motivo que o leva a ter esse comportamento a Terapia Cognitivo Comportamental poderia ajuda-lo a lidar com essa situação. Abraço.


  • Tenho uma namorada que tem uma filha de outro relacionamento. Agente se gosta muito mais a filha del

    Tenho uma namorada que tem uma filha de outro relacionamento. Agente se gosta muito mais a filha dela cobra muito ciúmes de mim é sempre fala do pai dela não sei se pra mim afetar ou só por falta mas não tô sabendo lidar com isso!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patricia De Lucia Nadruz

    Lidar com o ciúme de uma criança em situações como essa requer paciência, empatia e comunicação aberta. Em primeiro lugar é importante entender o ponto de vista dela. A filha da sua namorada pode sentir que sua presença ameaça a relação dela com a mãe ou que está "substituindo" o pai. Esses sentimentos são comuns em crianças que vivenciam mudanças na dinâmica familiar. Tente se colocar no lugar dela. Isso ajuda a responder com mais sensibilidade às atitudes dela. Não tente competir com o pai. É importante respeitar o lugar que o pai biológico ocupa na vida da criança. Quando ela fala dele, ouça com paciência e interesse, sem tentar desvalorizar ou minimizar o que ela sente. Isso pode ajudá-la a perceber que você não está tentando tomar o lugar dele. Construa um vínculo gradualmente. Crie oportunidades para conhecer a criança sem pressioná-la. Atividades neutras, como jogos, passeios ao parque ou assistir a um filme, podem ajudar a construir confiança. Mostre-se disponível e amigável, mas respeite o tempo dela para se sentir confortável com você.Evite levar as coisas como algo pessoal. O ciúme ou resistência que ela demonstra não é necessariamente sobre você, mas sim sobre as mudanças na dinâmica familiar. Ela pode estar lidando com insegurança, medo de perda ou lealdade ao pai. Converse abertamente com sua namorada: Alinhe com sua parceira uma abordagem conjunta. Ela pode ser a ponte entre você e a filha, ajudando a esclarecer que você não é uma ameaça à relação delas nem ao lugar do pai biológico. Peça a ela para reforçar para a filha que há espaço para todos na vida dela.
    Promova segurança e estabilidade:Assegure à criança, por meio de suas ações, que você está lá para somar e não para dividir ou mudar as coisas. Mantenha sua presença constante e positiva. Caso as coisas continuem iguais, se o comportamento nao mudar e a convivência se tornar muito difícil procure um terapeuta familiar ou psicólogo infantil. Com paciencia e cuidado vc pode ajudar a menina a aceitar sua presença como positiva na vida dela.


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