Perguntas do paciente (1079)
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é normal que o TOC sexual bloqueie sua atração? não consigo mais ficar excitado com nada, pois qualq
é normal que o TOC sexual bloqueie sua atração? não consigo mais ficar excitado com nada, pois qualquer excitação me lembra o problema.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é comum que o TOC sexual afete a atração sexual e a excitação, criando um bloqueio emocional ou físico devido à natureza dos pensamentos obsessivos e ansiosos relacionados a questões sexuais. O TOC sexual geralmente envolve pensamentos intrusivos e indesejados relacionados a conteúdos sexuais que são contrários aos valores ou desejos da pessoa. Isso gera uma forte resposta de ansiedade, que pode ser tão intensa que acaba inibindo a excitação sexual. A ansiedade associada aos pensamentos obsessivos pode ativar o sistema nervoso de forma que desvia a atenção do prazer e foca no medo ou na necessidade de controlar esses pensamentos. As pessoas com TOC sexual frequentemente se preocupam em ter "desejos inapropriados" ou se sentem culpadas por ter uma reação física (como excitação) a pensamentos que consideram repulsivos. Esse conflito interno pode resultar em uma bloqueio emocional, onde a mente não consegue se permitir sentir prazer por causa da culpa ou do medo de que isso signifique que há algo "errado" com a pessoa. O TOC faz com que a pessoa monitore constantemente seus pensamentos e reações, o que impede uma resposta sexual natural. O foco excessivo na excitação (ou na falta dela) e no medo de não estar "no controle" da própria mente pode paralisar a capacidade de experimentar prazer. Quando os pensamentos obsessivos estão relacionados a algo que você não quer ou teme, a excitação física pode ser confundida com uma validação do medo. Ou seja, o fato de o corpo responder de alguma forma pode ser interpretado como um "sinal" de que o desejo ou atração é real, o que apenas reforça a ansiedade. A excitação física não é uma confirmação de desejo. O TOC pode fazer você associar a excitação com o conteúdo dos pensamentos obsessivos, mas é importante entender que isso não significa que você tem o desejo ou a intenção de agir sobre esses pensamentos. A excitação é uma resposta biológica e não está necessariamente ligada à vontade ou à moralidade. A TCC, especialmente com a técnica de Exposição e Prevenção de Resposta (ERP), é eficaz para ajudar a pessoa a lidar com os pensamentos obsessivos e com as reações físicas que eles causam. O objetivo da ERP é ajudar a tolerar os pensamentos sem reagir a eles ou tentar neutralizá-los, o que pode reduzir a intensidade da obsessão e da ansiedade. Quanto mais você tenta monitorar suas reações, mais dificuldade pode ter para se permitir sentir prazer. Trabalhar na aceitação dos pensamentos intrusivos sem tentar controlá-los ou eliminá-los pode ajudar a aliviar a pressão que você coloca sobre si mesma. Técnicas como mindfulness, respiração profunda e meditação podem ajudar a reduzir a ansiedade associada aos pensamentos sexuais e permitir que você recupere uma sensação de controle sem julgá-los. Isso pode facilitar a experiência de prazer sem o peso da culpa. Evite a busca por "certezas": Tentar buscar certeza de que você "não é atraído por isso" pode apenas reforçar o ciclo do TOC. Lembre-se de que os pensamentos intrusivos são normais no TOC e não refletem sua identidade ou desejos reais. O TOC sexual pode ser muito angustiante, mas é importante lembrar que a falta de excitação ou a confusão sobre as reações físicas não é um reflexo do seu desejo real, mas sim uma consequência do transtorno. Com paciência, autocompaixão e tratamento adequado, você pode aprender a lidar com isso e a recuperar sua saúde sexual e emocional. Se precisar de mais apoio ou ajuda para entender como aplicar essas estratégias, estarei aqui para ajudar.
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A seis anos atrás tive um relacionamento que não foi legal. E hoje em dia não sinto mais nada por el
A seis anos atrás tive um relacionamento que não foi legal. E hoje em dia não sinto mais nada por ele. Mais eu tenho medo de conhecer outras pessoas de vez em quando tenho crise de choro não consigo dormir direito e durante a noite eu escuto vozes as vezes não queria comer tomar banho e as vezes não tenho vontade de fazer nada . Não gosto de ficar perto mais das pessoas prefiro fica só.
Isso é depressão ou ansiedade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você está descrevendo podem ser relacionados a depressão, ansiedade ou até uma combinação dos dois. O que você está sentindo, como medo de se relacionar com outras pessoas, crises de choro, dificuldade para dormir, falta de apetite ou motivação, e o desejo de se isolar, são sinais comuns de distúrbios emocionais. Possíveis causas para os seus sintomas:
Transtorno de Ansiedade: O medo de conhecer outras pessoas pode estar relacionado a ansiedade social ou um medo generalizado de novas experiências, possivelmente originado pelo trauma emocional de um relacionamento tóxico. A ansiedade pode se manifestar como preocupações excessivas, medos irracionais ou medo de rejeição. A dificuldade de se relacionar pode ser uma forma de evitar situações que te causam desconforto. Crises de choro e a sensação de estar "preso" em pensamentos podem ser um reflexo da ansiedade constante.
Depressão: A falta de vontade de comer, tomar banho ou fazer atividades diárias é um sintoma clássico da depressão. A falta de prazer ou energia para as atividades cotidianas, também conhecida como anedonia, é um sinal de que sua saúde emocional pode estar sendo impactada.
O isolamento social e a preferência por ficar sozinho são comuns em quem sofre de depressão. Isso pode ocorrer devido ao cansaço mental e físico, bem como a sensação de que estar perto de outros é difícil ou insuportável. A dificuldade para dormir, junto com as vozes que você ouve à noite, pode ser um sinal de insônia associada à depressão. As vozes também podem ser um reflexo de um estado de angústia profunda.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): O fato de o seu sofrimento ter começado após um relacionamento tóxico pode indicar que você está lidando com trauma não resolvido. O TEPT pode ocorrer após experiências negativas intensas e pode se manifestar com sintomas como flashbacks, pesadelos, ou até vozes ou imagens perturbadoras. As crises de choro, o medo de se relacionar e o distanciamento de outras pessoas podem ser uma forma de autoproteção do seu cérebro contra o estresse emocional.
É possível que o trauma gerado por esse relacionamento tóxico tenha causado dificuldades emocionais a longo prazo. Essas dificuldades podem se manifestar em forma de ansiedade, depressão ou até sintomas dissociativos (como ouvir vozes, que pode ser um reflexo de um estado de angústia). Medo de confiar novamente: O medo de se relacionar com outras pessoas pode ser uma forma de proteger-se de uma possível dor emocional. Isso é muito comum após experiências tóxicas e pode ser um reflexo de traição, abuso emocional ou manipulação.
É fundamental consultar um psicólogo ou psiquiatra para um diagnóstico preciso. Eles podem avaliar se você está lidando com ansiedade, depressão ou TEPT e indicar o melhor tratamento, que pode incluir terapia cognitivo-comportamental (TCC), terapia focada no trauma ou medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos. Expor suas emoções de forma segura: Falar sobre seus sentimentos, especialmente relacionados ao relacionamento passado, pode ajudar a processar o trauma. A terapia ajuda a identificar esses sentimentos de uma forma estruturada. Cuidar de si mesma: Embora a vontade de se isolar seja natural em momentos de sofrimento emocional, tente manter uma rotina básica de cuidados, como alimentação saudável, exercícios leves e um horário regular de sono. Essas ações podem ajudar a melhorar sua saúde mental. Evitar julgamentos internos: Evite se culpar por não conseguir "superar" imediatamente. O processo de cura pode levar tempo, especialmente quando se lida com traumas passados.
O que você está sentindo não é incomum após experiências emocionais intensas. No entanto, é importante tratar esses sintomas de forma cuidadosa e estruturada, para que você possa encontrar uma maneira de se curar e seguir em frente. Com o tratamento adequado, você pode aprender a lidar com esses sentimentos e a se abrir para novas possibilidades, sem carregar o peso do passado. Se precisar de mais orientações ou apoio, estarei aqui para ajudar!
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é possível transitar entre "esferas" do TOC? como ter preocupação com doenças por meses e quando sen
é possível transitar entre "esferas" do TOC? como ter preocupação com doenças por meses e quando sentir uma ligeira diminuição dos sintomas, acabar indo para TOC sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível transitar entre diferentes esferas do TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), como mudanças nas obsessões e nas preocupações, Isso pode ocorrer de maneira gradual, e muitas vezes pode parecer que um "substitui" o outro, mas ambos os tipos de obsessões têm em comum o núcleo do transtorno: pensamentos intrusivos, ansiosos e difíceis de controlar. O TOC é um transtorno com flutuação nos sintomas. Ou seja, as obsessões podem mudar ao longo do tempo, e a pessoa pode sentir que seus pensamentos obsessivos se deslocam de um tema para outro. Por exemplo, pode começar com uma obsessão relacionada a doenças (como hipocondria) e, depois, evoluir para preocupações com conteúdo sexual. Isso pode ocorrer porque a ansiedade associada ao TOC é geralmente muito forte, e o cérebro, na tentativa de aliviar esse desconforto, pode transferir o foco obsessivo de uma área para outra. Ciclo de alívio temporário: Quando você sente uma diminuição nos sintomas de um tipo de obsessão (como o medo de doenças), isso pode criar uma sensação temporária de alívio. O cérebro, então, pode automaticamente buscar outro tipo de preocupação obsessiva, como o TOC sexual, para substituir o foco de ansiedade. Isso pode criar uma sensação de que, independentemente de qual obsessão esteja "em foco", há uma necessidade constante de encontrar algo para se preocupar, o que mantém o ciclo do TOC ativo. Mecanismo de fuga da ansiedade: Quando a ansiedade não é totalmente resolvida, ela pode se manifestar de maneiras diferentes, criando novos tipos de obsessões. Isso pode ser visto como uma forma do cérebro tentar lidar com o estresse, ainda que de forma disfuncional. Natureza do TOC e suas obsessões: O TOC pode se manifestar de diversas maneiras, dependendo da pessoa. A natureza obsessiva do transtorno faz com que a mente busque novas fontes de preocupação para manter o ciclo de obsessão e compulsão. Por exemplo, se você teve uma obsessão com doenças, uma vez que esse medo diminui (ainda que temporariamente), o foco pode se deslocar para outra preocupação, como a sexualidade, sentimentos de culpa ou dúvidas sobre a moralidade. A TCC, especialmente a Exposição e Prevenção de Resposta (ERP), é eficaz no tratamento do TOC. Ela ensina você a lidar com as obsessões sem recorrer a compulsões (como a necessidade de buscar respostas para aliviar a ansiedade). Isso pode ajudar a evitar a transferência de obsessões, pois o foco está em aprender a tolerar a ansiedade sem alimentá-la. Trabalhar com um terapeuta para entender como suas obsessões se movem entre diferentes áreas pode ser útil. Muitas vezes, é possível aprender a reconhecer os padrões e trabalhar na prevenção de novas obsessões de forma eficaz. Uma abordagem importante no TOC é aceitar os pensamentos sem julgamento, entendendo que ter pensamentos intrusivos não significa que você tenha a intenção de agir sobre eles ou que eles definem quem você é. Com isso, o ciclo de ansiedade pode ser reduzido. O TOC tem a característica de ser fluido em relação aos seus conteúdos obsessivos. Pode ser que você perceba que, à medida que um tipo de obsessão diminui, outro toma seu lugar. No entanto, a chave para lidar com isso está em não se apegar aos pensamentos, mas sim em aprender a enfrentá-los de maneira saudável com a ajuda de terapia e, se necessário, medicação. O mais importante é não se culpar por esses pensamentos e buscar ajuda profissional, o que pode ser um passo importante para retomar o controle sobre a sua vida.
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é normal sentir uma diminuição dos pensamentos obsessivos e se sentir um pouco menos angustiado após
é normal sentir uma diminuição dos pensamentos obsessivos e se sentir um pouco menos angustiado após descobrir que esses pensamentos são resultado de TOC? especialmente TOC sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é completamente normal sentir uma diminuição da angústia e dos pensamentos obsessivos após identificar que eles são resultado do TOC, especialmente no caso de TOC sexual. Esse alívio pode ocorrer por várias razões: Entendimento e normalização do transtorno: Quando você descobre que seus pensamentos obsessivos fazem parte de um transtorno, como o TOC, isso pode ajudar a despersonalizar os pensamentos. Ou seja, ao entender que esses pensamentos não são representações reais de seus desejos ou intenções, você começa a perceber que eles são apenas uma parte do transtorno, não da sua identidade. Esse entendimento pode trazer um certo alívio emocional, pois você começa a ver esses pensamentos como intrusivos e indesejados, mas não significativos ou reais. Isso pode reduzir a culpa e a angústia associadas a esses pensamentos.
Redução da ansiedade: O TOC, especialmente o TOC sexual, muitas vezes gera medo e ansiedade porque a pessoa se sente preocupada em agir sobre os pensamentos ou que esses pensamentos revelam algo sobre sua sexualidade ou moralidade. Ao entender que esses pensamentos são obsessões compulsivas e não refletem a realidade, a ansiedade e a culpa podem diminuir. A diminuição da angústia é uma resposta natural quando você compreende que o TOC é um transtorno psicológico e não um reflexo de seus verdadeiros desejos ou intenções.
Maior distanciamento dos pensamentos: Quando você identifica os pensamentos obsessivos como parte do TOC, pode se tornar mais fácil desvincular sua identidade desses pensamentos. Ao reconhecer que o TOC está causando esses pensamentos, você pode não se identificar mais com eles e, portanto, não se sentir tão angustiado ou culpado. Essa dissociação pode permitir que você veja os pensamentos como passageiros e sem significado, em vez de um reflexo de sua verdadeira natureza.
Estabilização emocional temporária: O alívio que você sente pode ser temporário, especialmente no início, enquanto você trabalha para entender melhor o TOC e como lidar com os pensamentos intrusivos. No entanto, esse alívio inicial é um sinal de que o entendimento do transtorno pode ser um passo importante para reduzir o impacto emocional que os pensamentos causam.
Processo de cura e enfrentamento: Descobrir que seus pensamentos fazem parte de um transtorno pode ser o início de um processo de cura e enfrentamento. O primeiro passo para superar o TOC é entender sua natureza, e esse entendimento pode ser um ponto de partida para a implementação de estratégias terapêuticas eficazes, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem eficaz para tratar o TOC. Ela envolve exposição gradual aos pensamentos obsessivos sem reagir a eles, o que ajuda a reduzir a ansiedade associada a esses pensamentos. Prevenção de resposta: Em TCC, a prevenção de resposta é uma técnica onde você aprende a não realizar comportamentos compulsivos ou "rituais" para neutralizar os pensamentos, ajudando a reduzir a influência desses pensamentos sobre sua vida. Aceitação: A técnica de aceitação e compromisso (ACT) também pode ser útil, pois ajuda você a aceitar os pensamentos intrusivos sem dar-lhes poder ou significado, permitindo que você se concentre em viver sua vida sem se deixar dominar pelas obsessões.
Apoio profissional: Caso você sinta que os sintomas voltam ou que a angústia aumenta, é importante procurar o apoio de um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem ajustar as estratégias e fornecer o suporte necessário para ajudá-la a lidar com o TOC de forma mais eficaz.
É normal sentir alívio ao compreender que seus pensamentos obsessivos são um sintoma de TOC, mas o importante é continuar trabalhando para reduzir o impacto desses pensamentos, seja por meio de terapia ou técnicas de enfrentamento. Com o tratamento certo, é possível diminuir cada vez mais a angústia e aprender a viver de forma mais tranquila, sem que os pensamentos intrusivos dominem sua vida. Se precisar de mais orientações ou ajuda, estou aqui para apoiar você.
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quero saber como se diferencia parafilias e toc sexual?
quero saber como se diferencia parafilias e toc sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A parafilia e o TOC sexual (Transtorno Obsessivo-Compulsivo Sexual) envolvem questões relacionadas à sexualidade, mas são condições muito diferentes em termos de origem, natureza e impacto sobre a vida da pessoa. Parafilias referem-se a padrões de interesse sexual que envolvem objetos, situações ou comportamentos que são não convencionais ou não sociais, e que podem causar sofrimento ou prejudicar outras pessoas (ou não se for consensual). Em uma parafilia, a pessoa sente uma atração sexual intensa e persistente por algo ou alguém que não se alinha com as normas culturais ou sociais típicas, como fetichismo, pedofilia, voyeurismo, sadismo, entre outros. Para ser considerado um transtorno, a parafilia precisa causar sofrimento significativo ou prejuízo à pessoa ou a outros (por exemplo, uma parafilia envolvendo comportamento ilegal ou prejudicial). Já o TOC sexual é uma manifestação do Transtorno Obsessivo-Compulsivo, onde a pessoa sofre com pensamentos obsessivos e intrusivos relacionados à sexualidade. Esses pensamentos são frequentemente indesejados, perturbadores e vão contra os princípios ou valores da pessoa. O TOC sexual não envolve desejo sexual real ou prazer com o conteúdo dos pensamentos, mas sim uma angústia intensa causada por esses pensamentos. A pessoa com TOC sexual pode ter medos irracionais, como achar que pode estar atraída por algo ou alguém contra sua vontade, ou que pode ser um monstro ou alguém com pensamentos "pervertidos", embora esses pensamentos não reflitam seus verdadeiros desejos. A parafilia está ligada a uma preferência sexual persistente que pode ser prazerosa ou excitante para a pessoa que a sente. Ela geralmente envolve a atração sexual por algo específico, como um objeto ou uma atividade, e não causa ansiedade (a não ser que haja rejeição social ou legal). As parafilias não causam o nível de angústia ou sofrimento emocional que caracteriza o TOC. A pessoa pode se sentir confortável com suas preferências sexuais, desde que essas não causem danos a si mesma ou aos outros. No caso do TOC sexual, a pessoa geralmente não sente prazer com os pensamentos intrusivos, mas sim angústia, vergonha e ansiedade. Os pensamentos podem ser completamente contra os valores da pessoa, e ela pode ter medo de que esses pensamentos signifiquem algo errado, como estar atraída por algo inapropriado. Em vez de buscar ativamente esses pensamentos, ela tenta evitar ou neutralizá-los, o que pode gerar compulsões, como buscar reassurances (garantias), fazer rituais ou mentalizar outras ideias para "limpar" o pensamento obsessivo. Pessoas com parafilias podem ter desejo sexual real e recorrente por objetos, comportamentos ou figuras específicas, e sentem prazer com esses interesses. Em muitos casos, o comportamento é consensual (se envolvendo outra pessoa) ou não prejudicial. Não há a mesma angústia associada à sexualidade. A pessoa sente atração e deseja satisfazê-la. No TOC sexual, a pessoa experimenta pensamentos intrusivos que podem ser muito desagradáveis. Por exemplo, a pessoa pode ter uma obsessão com a ideia de estar atraída por algo considerado imoral ou inapropriado para ela, como sexo com crianças ou fetiches que ela considera repulsivos. A angústia provém da ideia de que esses pensamentos podem ser reais ou indicar algo que ela teme, como um desejo oculto ou uma falha moral.
A pessoa tenta evitar ou neutralizar os pensamentos obsessivos de alguma maneira, mas o prazer não faz parte da experiência. Em vez disso, existe uma sensação de nojo, culpa ou vergonha.
A parafilia pode ser considerada uma preferência sexual não convencional. Se for consensual, entre adultos e não causar dano, pode ser considerada uma expressão sexual válida. No entanto, se envolver comportamento prejudicial ou ilegal (como pedofilia ou voyeurismo sem consentimento), a parafilia pode ser considerada um transtorno e uma questão ética e legalmente séria. O TOC sexual está desconectado da moralidade ou do desejo sexual real. Não é uma escolha consciente de buscar algo que excita, mas um sofrimento causado por pensamentos intrusivos que desafiam a moralidade pessoal da pessoa. A pessoa pode ter medo de que seus próprios pensamentos representem desejos que ela repudia ou não tem, o que gera uma luta constante e dolorosa com sua própria mente. Se você sente que seus pensamentos estão causando sofrimento significativo ou interferindo na sua vida, é importante buscar ajuda profissional para entender melhor o que está acontecendo e aprender como lidar com isso. Terapias como a TCC são eficazes para lidar com o TOC, enquanto intervenções adequadas podem ajudar no manejo de parafilias que causam sofrimento.
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Adultos podem fazer avaliação neuropsicológica de forma remota?
Adultos podem fazer avaliação neuropsicológica de forma remota?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível. Com o advento da Pandemia foram criados novos instrumentos e formas de atendimento. Entretanto eu acho que deve ser feita totalmente de modo remoto somente se a distancia for um problema. Eu recomendo o modo híbrido, posto que alguns testes exigem manipulação do material. Eles até podem ser substituidos mas não é o melhor. Todavia um bom neuropsicólogo, com experiência, é capaz de conduzir uma boa avaliação de qualquer modo. Abraço
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É um pensamento errado, um homem que sempre esteve triste por estar sentimentalmente sozinho, acredi
É um pensamento errado, um homem que sempre esteve triste por estar sentimentalmente sozinho, acreditar que só encontrará a felicidade se um dia encontrar a mulher certa que o ame ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A crença de que encontrar a mulher certa será a solução para a felicidade pode ser um pensamento problemático, embora seja natural que as pessoas busquem amor e conexão para se sentirem realizadas. A ideia de que somente um parceiro amoroso pode trazer felicidade pode ser limitante, porque a felicidade verdadeira e duradoura geralmente vem de dentro de nós mesmos e do autoconhecimento. A felicidade não depende exclusivamente de fatores externos, como um relacionamento. Aprender a ser feliz consigo mesmo, cultivar autoconfiança e cuidar de sua saúde mental e emocional são fundamentais para sentir-se realizado. Relacionamentos não são a única solução: Embora um relacionamento saudável e amoroso possa trazer muitas alegrias, ele também vem com desafios. Colocar toda a responsabilidade da sua felicidade em um parceiro pode ser uma expectativa irreal e gerar frustração, caso a pessoa não consiga encontrar esse "relacionamento perfeito". Autoconhecimento e autocuidado: Antes de esperar que outra pessoa preencha um vazio emocional, é importante buscar crescimento pessoal e compreender suas próprias necessidades, desejos e objetivos. Isso pode ser alcançado por meio de autocuidado, terapia e autoconhecimento, o que permite a pessoa estar mais preparada para um relacionamento saudável. Relacionamentos saudáveis vêm de ambos os lados: A felicidade em um relacionamento depende de duas pessoas que compartilham de um mútuo respeito, compreensão e aperto emocional. Buscar um parceiro como meio de "curar" a solidão ou a tristeza pode colocar uma pressão desnecessária sobre a relação. Não é errado desejar um relacionamento, mas é importante reconhecer que a felicidade começa em você e não em outra pessoa. Trabalhar na sua própria saúde emocional e bem-estar pode trazer mais satisfação e, eventualmente, atrair relações mais saudáveis e equilibradas.
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Olá! Eu tenho 22 anos, e faz bastante tempo que tenho alguns problemas que me atrapalham bastante e
Olá! Eu tenho 22 anos, e faz bastante tempo que tenho alguns problemas que me atrapalham bastante e tem atrasado a minha vida.
Há anos eu tenho dificuldade em começar a fazer o planejado. Fora que ao começar a fazer, tenho muita dificuldade em continuar. Geralmente eu procrastino excessivamente e fico perdendo tempo com coisas que geram estímulos fáceis e não me acrescentam em nada, como redes sociais, enquanto deixo coisas que amo, como ler a bíblia, de lado.
Eu já comecei a fazer, estudar e aprender várias coisas, mas acabei desistindo. Eu já entrei em uma faculdade ead por exemplo, e desisti. Atualmente eu estou no segundo semestre de outra faculdade ead, mas também estou pensando em desistir. A minha mente é meio inquieta, e por pensar muito, eu não consigo prestar atenção nas coisas por tanto tempo, nem em conversas longas, pois enquanto a pessoa fala eu fico pensando em outra coisa.
Eu tenho alguns outros problemas, como falar coisas sem pensar(dps me arrependo), me sentir constantemente frustrado, e me sentir estranho e inseguro, mas as coisas que eu citei anteriormente são as que mais me atrapalham e me impedem de conquistar o que eu almejo. Eu sempre lutei contra essas coisas sozinho, mas agora eu estou pensando em procurar ajuda, pois elas estão me atrasando enquanto o tempo está passando comigo parado nele.
Um psicólogo ou psiquiatra conseguiria me ajudar com essas questões?
Agradeço pela resposta desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os comportamentos que você está descrevendo, relacionados a dificuldades de planejamento e organização, falta de foco; procrastinação e impulsividade estão relacionados a problemas nas funções executivas; um conjunto de habilidades cognitivas responsáveis pelo planejamento, organização, controle de impulsos, tomada de decisões e resolução de problemas. Elas permitem que a pessoa gerencie suas ações de forma coordenada e eficaz para estabelecer e alcançar metas (criar e seguir planos para atingi-las), controlando impulsos e resistindo a tentações ou distrações. As funções executivas sao fundamentais para a autogestão e o sucesso. Os déficits em funções executivas ocorrem em patologias como o TDAH (transtorno do deficit de atenção e hiperatividade) que impacta a capacidade de manter a atenção e concluir tarefas, mas também pode estar relacionada a outros transtornos. Somente um profissional especializado e uma avaliação detalhada poderão lhe oferecer um diagnóstico correto. A avaliação neuropsicologica é uma ferramenta essencial para esse processo pois permite um diagnóstico preciso e a exclusão de outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes ao TDAH. A avaliação neuropsicológica inclui uma série de testes que avaliam funções cognitivas, como memória, atenção, habilidades de resolução de problemas e controle executivo (a capacidade de planejar, organizar e controlar impulsos). Essas funções são frequentemente afetadas no TDAH, e uma avaliação detalhada ajuda a identificar as áreas específicas que necessitam de intervenção. Exclusão de comorbidades: Muitas condições podem apresentar sintomas semelhantes ao TDAH, como distúrbios de ansiedade, depressão e dificuldades de aprendizado. A avaliação neuropsicológica ajuda a diferenciar o TDAH de outras condições, permitindo que o diagnóstico seja mais preciso e evitando tratamentos desnecessários ou inadequados. Identificação de pontos fortes e fracos: Além de identificar as áreas comprometidas, a avaliação neuropsicológica também pode ajudar a destacar os pontos fortes do indivíduo, como habilidades cognitivas ou criativas. Isso é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de manejo e para o planejamento de intervenções personalizadas que otimizem o desempenho do paciente em diferentes contextos. Orientação para o tratamento adequado: Com um diagnóstico preciso, a avaliação neuropsicológica ajuda os profissionais a orientar o tratamento, que pode incluir uma combinação de terapias comportamentais, psicoeducação, medicamentos e ajustes no ambiente (como a organização do local de trabalho ou a estruturação das tarefas). A identificação clara do TDAH também contribui para o acompanhamento contínuo e ajustes no tratamento ao longo do tempo.
Embora os sintomas do TDAH possam ser identificados por observação, uma avaliação neuropsicológica detalhada é crucial para confirmar o diagnóstico e fornecer uma compreensão mais profunda do impacto da condição na vida do indivíduo. Através dessa avaliação, é possível realizar um diagnóstico preciso, excluir outras condições e planejar um tratamento adequado que melhore a qualidade de vida da pessoa afetada. Procure um neuropsicológo (psicologo especializado em neuropsicologia)
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Ola, Tenho muita dificuldade em me expressa e me comunicar e isso acabar atrapalhando muito no relac
Ola, Tenho muita dificuldade em me expressa e me comunicar e isso acabar atrapalhando muito no relacionamento, como faço para melhorar esses pontos
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a capacidade de se comunicar e expressar de modo eloquente é uma habilidade, e, como qualquer habilidade ela pode ser treinada. Existem estratégias e técnicas para isso. Boa parte das pessoas não sabe da possibilidade de treinamento porque observam pessoas que tem essa habilidade naturalmente mas ,qualquer um pode melhorar essa capacidade. Busque ajuda de um profissional (psicologo) de sua confiança. Abraço
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eu fico muito frustrada e muito fácil quando algo minimo nao sai como o que foi planejado na minha c
eu fico muito frustrada e muito fácil quando algo minimo nao sai como o que foi planejado na minha cabeça (costumo fazer planos pra muitas coisas, até a forma que eu vou preparar um pão por exemplo, horas antes), a ponto de chorar ou quase chorar pelo menos. por exemplo uma vez que eu tive que engolir o choro quando eu planejei que ia fazer um pão de x jeito mas descobri que não tinha x ingrediente em casa. isso é normal? pode estar relacionado com algum problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve parece ser uma dificuldade em lidar com frustrações que pode estar relacionado a questões como ansiedade, necessidade de controle ou até mesmo transtornos obsessivos. Quando alguém fica excessivamente frustrado e angustiado por pequenos imprevistos, especialmente em atividades cotidianas, isso pode indicar uma dificuldade em lidar com a imprevisibilidade ou incerteza, o que é comum em quadros de ansiedade. Se o seu comportamento está causando sofrimento significativo, como o choro e a sensação de que as coisas não podem sair errado, pode ser útil refletir sobre algumas questões: Perfeccionismo: A tendência a planejar tudo com detalhes minuciosos e ficar muito frustrado quando as coisas não saem como esperado pode estar ligada a um perfeccionismo, onde há uma pressão interna para que tudo seja feito de maneira “perfeita”. Isso pode gerar grande frustração e estresse. Necessidade de controle: Se você sente a necessidade de controlar todos os aspectos da sua vida, isso pode gerar uma sensação de impotência e raiva quando as coisas saem do controle. Essa dificuldade pode ser um sinal de que a pessoa tem um medo de incertezas ou do que não pode ser controlado. Ansiedade: A ansiedade pode se manifestar em respostas emocionais intensas, como frustração extrema por pequenos erros ou imprevistos. A preocupação excessiva com o que pode dar errado e a necessidade de planejar tudo com antecedência também são sinais típicos da ansiedade.. Se esse comportamento está impactando a sua qualidade de vida ou trazendo sofrimento constante, buscar ajuda de um psicólogo pode ser muito útil. A terapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar a identificar e desafiar padrões de pensamento que alimentam essas reações emocionais e a lidar melhor com imprevistos de maneira mais equilibrada.
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Olá! Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não ve
Olá!
Como superar isso um embotamento afetivo tanto com relações pessoais/profissionais e o "não verbalizado" pela terapeuta após uma carta de declaração sentimental e até mesmo existencial? Minha T.O de referência mudou de estabelecimento e se foi sem nem um gesto de despedida. Eu tava na frente dela e ela simplesmente agiu como se eu não estivesse, não me olhou, não acenou, não nada.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sinto muito pelo que você vivenciou, sem dúvida deve ter sido muito doloroso, o fato de não ter obtido uma resposta ou a ausencia de uma despedida pode ter deixado marcas profundas em você. Imagino que tenha se sentido abandonado, desvalorizado e invalidado. Entretanto nunca vamos saber o porque isso aconteceu e quais os motivos que levam cada pessoa a agir como age. Veja o silêncio do outro não te define. Você não se sentiu acolhido como gostaria ou esperava. Talvez você possa elaborar essa ruptura abrupta com apoio de um psicólogo. Abraço.
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A terapia ABA também é aplicável em adultos autistas?
A terapia ABA também é aplicável em adultos autistas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, é sim. O método ABA serve para qualquer idade. A análise do comportamento é um tipo de terapia onde é feito um mapeamento das dificuldades e a partir disso se cria um plano de tratamento focado no aprendizado de novas habilidades e repertórios e/ou desenvolvimento de habilidades parcialmente adquiridas (habilidades sociais; flexibilização; dessensibilização; etc). O foco é mais na ação. Portanto pode ser utilizada em adultos, crianças e idosos (não somente que estejam no espectro). Espero ter ajudado. Abraço.
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Os formigamentos provocados pela ansiedade podem passar para fraqueza no corpo?
Os formigamentos provocados pela ansiedade podem passar para fraqueza no corpo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá; os sintomas que você descreve podem sim estar relacionados a ansiedade, mas é sempre bom buscar orientação de um médico responsável pois esses sintomas também podem estar relacionados a outros diagnósticos. Converse com o seu médico a respeito.
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Quando a pessoa não tem condições mentais para morar sozinha e não tem parentes, onde ela pode viver
Quando a pessoa não tem condições mentais para morar sozinha e não tem parentes, onde ela pode viver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olha, existem as residências terapeuticas; onde o paciente tem assistencia e pode sair para trabalhar e executar suas atividades.
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Fui um bebê que rejeitou mamar, 4 meses já não aceitava o peito mais, uma criança com muita rigidez
Fui um bebê que rejeitou mamar, 4 meses já não aceitava o peito mais, uma criança com muita rigidez a mudança e comportamento agressivo, seletividade alimentar e dificuldade de socializar desde nova. Minha mãe diz que eu sempre chorava pra não ir pra escola e que desde sempre dei muito trabalho, sendo taxada de mimada, frescurenta. Eu lembro que desde nova eu me batia escondido no banheiro e chorava só. Nunca fui de muitos amigos e sofro até hoje com isso. Eu tenho vários episódios de choros e mutilação, muita dificuldade para dormir, permanecer dormindo, tenho hiperfocos, tenho dificuldade de aceitar mudanças e fico muito estressada e as vezes agressiva. Tenho algumas manias com cores de roupa, com comida e amo ficar em casa com a pessoa que tenho apego. Sempre sofri muito com meu jeito, tenho a sensação de não pertencimento, e muita culpa por ser assim. Eu preciso ouvir que devo carregar o celular, beber água, comer... pq estou tão hiperfocada que algumas coisas básicas eu não faço. É como se minha mente não funcionasse pra certas coisas, e eu ando muito esgotada mentalmente. Que profissional devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como foi dito por outros colegas uma avaliação neuropsicológica poderia te ajudar muito. Você me descreve algumas características de pessoas que estão dentro do espectro do autismo (é claro que somente com esse pequeno trecho e sem conhecer todo o seu histórico e fazer os testes e escalas é leviano e impossível saber). Uma avaliação neuropsicologica poderia ajudar a descobrir se realmente isso faz sentido e também ajudar você a se entender melhor. A avaliação segundo os pacientes muda a vida da pessoa, traz clareza e entendimento. Espero ter ajudado.
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Mania de cheirar tudo, como cera de ouvido. Do couro cabeludo e de puxar pelo. O que seria??
Mania de cheirar tudo, como cera de ouvido. Do couro cabeludo e de puxar pelo. O que seria??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esses comportamentos podem ser uma especie de TIC ou estereotipia dependendo das circusntancias (tudo vai depender da quantidade de vezes e da intensidade e pode estar relacionado a várias questòes). Para saber o motivo desses comportamentos é necessária uma avaliação mais completa para entender o porque.
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Eu sinto vontade de esfaquear alguma pessoa do sexo masculino (sou mulher tenho 26 anos) não tem nin
Eu sinto vontade de esfaquear alguma pessoa do sexo masculino (sou mulher tenho 26 anos) não tem ninguém em específico.(a pesar de que quando sinto raiva de alguém, o foco vira ela.) Me imagino fazendo isso e olhando dentro dos olhos dela. (Não que eu vá fazer.) Mas eu posso ser uma sociopata? , ou será que de vez enquanto todo mundo pensa nisso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, somente pela sua descrição não é possível fazer qualquer tipo de diagnóstico. Quanto a isso ser "normal"vou dizer pra você que sim e não, é normal; todos nós temos pensamentos intrusivos eventualmente; é que a maioria das pessoas não dá atenção a eles e muitas vezes nem toma consciencia deles. Entretanto o que não é comum é quando você prende o pensamento (presta atenção nele) por longos períodos e fantasia com eles. Não é apenas a psicopatia que tem pensamentos de agredir outras pessoas; existem outros diagnósticos também. Se isso é algo que vem lhe incomodando eu sugiro que você busque fazer uma avaliação com um profissional de sua confiança. Abraço.
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Estou em desespero Memoria episódica pode voltar a funcionar estou triste por nao lembrar acontecime
Estou em desespero Memoria episódica pode voltar a funcionar estou triste por nao lembrar acontecimentos minha vida ta sem nexo sou border ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em primeiro lugar é necessário saber o que está ocasionando essa perda de memória; inúmeros fatores podem estar relacionados a isso; desde fatores emocionais e de humor (estresse, dissociação, emoções intensas); reações a medicamentos e questões neurológicas. Se o fator não for neurológico é possível sim melhorar essa função com o uso de estratégias adequadas.
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Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíc
Já faz um tempo, em que eu ando esquecendo algumas palavras ao falar, e não são palavras muito difíceis de serem lembradas. Isso é comum?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A anomia; dificuldade de lembrar nomes (coisas, pessoas) ou palavras específicas na fala pode acontecer com todo mundo, principalmente se você estiver passando por momentos de estresse ou ansiedade; muito cansaço; com o uso de determinados remédios ou com a idade. Você só deve se preocupar se ela começa a se tornar muito frequente e se está impactando sua vida e comunicaçao com as outras pessoas. Se isso estiver acontecendo é recomendável que você faça uma avaliação neuropsicológica e uma consulta com neurologista. Espero ter ajudado.
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Desenvolvi problemas metacognitivos Tipo refletir Queria voltar ser um filósofo e possivel e ate que
Desenvolvi problemas metacognitivos Tipo refletir Queria voltar ser um filósofo e possivel e ate que ponto os medicos podem me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pra te dar essa resposta seria necessário entender quais são exatamente esses problemas e o que os causou. Dependendo do motivo é possível um tratamento pode ajudar, não só medicamentoso mas uma reabilitação neuropsicológica.
Perguntas frequentes
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Estou tomando IUMI ES (sem pausa) e minha médica recomendou trocar pelo Onua. Estou na 2ª pílula da
Como sua médica já indicou a troca, o ideal é seguir exatamente a orientação…