Perguntas do paciente (1079)
-
É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?
É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, penso são transtornos de personalidade muito diferentes na estrutura. Pessoas com TP antissocial segundo o DSM 5 TR são egocentricas e seu foco está em obter ganhos pessoais, exercer poder ou se satisfazer. Não se preocupam com o sentimento e as necessidades das outras pessoas e não tem remorso ou arrependimento, seu relacionamento com as outras pessoas é somente de uso. Geralmente são manipuladores, insensíveis, impulsivos, com tendencia a serem desonestos e se exporem a riscos. Já pessoas com TP Border tem uma autoestima geralmente baixa, são instáveis, autocriticos, com sentimentos cronicos de vazio, relacionamentos interpessoais marcadamente instaveis e com altos e baixos, oscilação de humor; ansiedade e angustia e disforia em relação a rejeição e medo do abandono. Em comum com o antissocial esta somente o fato de ambos serem impulsivos e a tendencia a se colocar em risco; algumas vezes hostilidade. Portanto os dois transtornos são bem distintos. O Antissocial tem mais similaridade com o narcisista. Nem todo narcisista é antissocial mas todo antissocial é narcisista. Abraço.
-
O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (excet
O que pode ser quando a pessoa é multitarefa e o pensamento não fica parado em nenhum momento (exceto quando estou dormindo)? Por exemplo, eu mal acordo de manhã e já estou pensando em pelo menos umas 3 coisas diferentes contra a minha vontade. Além disso, raramente consigo fazer 1 coisa de cada vez, porque me desconcentro rápido.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, nesse caso podem existir algumas hipóteses diagnósticas (ansiedade; TDAH; hiperatividade; transtorno do humor; etc). Pelo que você descreve esses sintomas acabam trazendo transtornos em seu dia a dia e impedem que você viva plenamente o seu aqui e agora. Aconselho você a buscar um profissional (psicologo, psiquiatra, neurologista, neuropsicologo) que faça uma avaliação de seu caso para que possa oferecer ou recomendar o tratamento mais adequado para o seu caso (psicoterapia, avaliaçào neuropsicologica com neuropsicologo; reabilitação, entre outros). Espero ter ajudado. Abraço.
-
Não consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo, nem falar em grupo, somente consigo conversar com uma
Não consigo fazer duas coisas ao mesmo tempo, nem falar em grupo, somente consigo conversar com uma pessoa só. Se estou conversando e alguém me fala alguma coisa eu não consigo pensar, preciso parar uma pessoa para entender a outra. Também não consigo contar nenhuma história, facilmente perco a linha do raciocínio e não sei mais o que estou falando, o que ia falar, queria melhorar isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, acredito que o primeiro passo seja entender o que está ocasionando essas alterações cognitivas. Como já dito por outros colegas uma avaliação neuropsicológica pode ser de grande valia posto que consegue mensurar e diagnosticar a intensidade dessas dificuldades a fim de entender o que está acontecendo. Irá avaliar sua capacidade de atenção alternada e dividida que está relacionada (entre outras coisas) a capacidade fazer duas coisas ao mesmo tempo e acompanhar uma conversa em grupo. Vai medir também sua atenção concentrada (capacidade de manter o foco ao longo do tempo sem perder o fio da meada). Vai medir também a sua memória operacional (capacidade de manter uma informação na mente por tempo suficiente para executar uma tarefa); vai avaliar a sua memória no geral, entre outras funções que fazem parte (eficiencia intelectual; funções executivas; linguagem), etc. Com isso é possível entender o que está por trás da sua dificuldade (algum transtorno como TDAH; ansiedade, ou alguma outra questão neurológica). A partir do laudo diagnóstico é possível dai propor um tratamento para sua dificuldade e sugerir o acompanhamento necessário (psicologo, TO, neurologista, psiquiatra, reabilitação cognitiva), etc. Espero ter ajudado.
-
É possível uma pessoa conseguir diferenciar uma queda de pressão com crise de ansiedade? Uma pessoa
É possível uma pessoa conseguir diferenciar uma queda de pressão com crise de ansiedade?
Uma pessoa que sofre dos dois problemas consegue saber a diferença já que os sintomas tendem a ser muito parecidosRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Apesar dos sintomas serem parecidos é possível identificar sim. Acho que um passo importante seria você comprar um medidor de pressão; seria a forma mais objetiva. A ansiedade também pode alterar a pressão já que ativa o sistema nervoso simpático (ativa o sistema de luta e fuga que vão trazer os sintomas - taquicardia, falta de ar, sudorese, etc). A pressão baixa pode melhorar com um pouco de sal ou alimento salgado. De qualquer forma somente um médico poderia te orientar. Se você está apresentando esses sintomas e ainda não procurou um medico sugiro que o faça. A psicoterapia pode ajudar muito no caso da ansiedade. Abraço.
-
Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está
Faço terapia há 2 anos e tenho uma ótima relação com minha terapeuta, e ela me ajudou até onde está o alcance dela. Desses dois anos, mais 6 anos foram usando várias medicações que não surtiram nenhuma melhora, nada, não ajudou em nada. Fui diagnosticado com depressão resistente e simplesmente não sei o que fazer. As crises estão cada vez piores e tenho medo de não resistir. Como a psicologia lida em casos como esse? Que outros recursos posso procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Segundo a TCC o nosso humor está intimamente relacionado a forma com que pensamos; com nossas crenças sobre nós mesmos, como enxergamos o mundo e o nosso futuro. Pessoas deprimidas tem padrões de pensamento que mantem o humor deprimido. Quando estamos deprimidos apresentamos pensamentos negativos sobre nós mesmos na forma de autocrítica exacerbada; apresentamos uma atenção seletiva somente sobre o ponto de vista negativo (vemos as situações que vivemos em nossa vinda somente pela lente negativa; só conseguimos ver o que está ruim) e não temos esperança no futuro. A depressão também tem um aspecto neuroquímico e é uma doença que necessita de medicação para equilibrar os neurotransmissores). A medicação equilibra a quimica cerebral e a terapia faz novas conecções neuronais a fim de mudar os padrões de pensamento. Algumas depressões podem realmente serem resistentes a medicações e para isso existem outras alternativas que você deve avaliar com o seu médico que vão desde interações medicamentosas até estimulação transcraniana, entre outras); existem coisas além de remédio e terapia, mas como esse tratamento é padrão ouro as tentativas tem que ser esgotadas. O objetivo da terapia seria identificar esses padrões de pensamento; testa-los de acordo com a realidade e modifica-los. Quando mudo essas crenças passo a ter um sentimento neutro ou positivo. O terapeuta auxilia a como fazer essas mudanças em seu pensamento para que você possa sentir-se melhor. Existe ainda a possibilidade de haver uma comorbidade (outra patologia - distimia, transtorno de personalidade, transtorno bipolar, etc) em conjunto com a depressão que precisa ser avaliada (isso pode dificultar a melhora). Além disso é importante entendermos o meio em que vivemos (familiar, relacionamentos, ambiente de trabalho, etc. ) que também podem ser tóxicos e sustentarem o humor depressivo - se for o caso é necessário efetuarmos mudanças em nossa vida. Espero ter ajudado. Abraço.
-
O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profiss
O que devo fazer já que tenho medo social ? Devo arrumar um trabalho primeiro ou procurar um profissional para depois tentar arrumar um trabalho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, a ansiedade social pode limitar muito a qualidade de vida das pessoas podendo trazer inibição social; sentimentos de inadequação e medo de ser avaliado negativamente. Isso faz com que os eventos sociais sejam sempre permeados por muita ansiedade que pode interferir em todas as áreas de vida. A pessoa pode apresentar ter dificuldade para falar em publico; pedir informações; falar no telefone; em sala de aula; entrevista de emprego; reuniões; festas. Pode apresentar sintomas fisicos; ficar vermelho, ficar vermelho, suar, gaguejar, ficar com a boca seca ou ter tiques nervosos; quando fala, pode se atrapalhar com as palavras ou ter um branco. O individuo teme que os outros percebam esses sinais e o julguem por eles, o que intensifica a ansiedade. Como resultado tende a evitar os encontros sociais quando possível. Ficar só parece mais seguro do que interagir com outras pessoas. Pessoas com ansiedade social tem uma imagem negativa de si mesmos; são autocríticos; presumem que as outras pessoas estão sempre percebendo sua inadequação. A terapia cognitivo comportamental é um tratamento eficaz para essa dificuldade. Sendo assim acredito que você possa buscar um profissional da TCC para uma avaliaçào.
-
minha mãe gostar de me controlar o tempo todo. As vezes me sinto um criança ou
minha mãe gostar de me controlar o tempo todo. As vezes me sinto um criança ou como se eu não fosse uma pessoa normal. Estou sempre seguindo as ordens dela, mas quando falo “não” ou reclamo da situação, sou chata ou reclamona demais. Não sou de pedir favores, tento sempre resolver tudo sozinha mas fico irritada por ela me mandar fazer tantas coisas. Como fazer para não me sentir tão sufocada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá; algumas vezes é dificil para os pais reconhecerem quando um filho cresceu e para alguns filhos é dificil colocar limites nesses pais em relação a isso. É normal sentir-se sufocada nessa situação. Dessa forma acredito que uma psicoterapia poderia te ajudar a aprender a desenvolver habilidades e estratégias para se posicionar de uma forma mais consistente nessa situação. Procure ajuda de um psicólogo.
-
Existe algum teste para saber se tenho TOC sexual de pedofilia? Se sim, qual o nome?
Existe algum teste para saber se tenho TOC sexual de pedofilia? Se sim, qual o nome?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, tudo bem? Sim, existem algumas escalas que verificam os subtipos de TOC. O TOC é um transtorno que tem apresentações clínicas muito variadas. Os subtipos de apresentação clinica do TOC mas comuns são: contaminação e limpeza; dúvidas e verificações; pensamentos repugnantes (agressivos/sexuais/blasfemos); simetria e ordem; acumulação compulsiva. O tipo de TOC que você se refere está dentro dos pensamentos repugnantes: A queixa que você traz se encaixa no subtipoObsessões de conteúdo sexual inaceitável composto por pensamentos, impulsos ou visualizações de cenas de conteúdo sexual inaceitável e até repugnante que acometem a pessoa. Podem gerar angústia, medo, culpa e tristeza. Diferente das fantasias sexuais comuns que causam excitação e prazer esses pensamentos são desagradáveis e contrariam os desejos e a moral do indivíduo. Confundem a pessoa porque ela pensa que: "se eu penso nisso significa que eu tenho um desvio de caráter e que no fundo eu gosto disso". A pessoa costuma sentir vergonha e acaba não buscando tratamento e isso piora cada vez mais o quadro. Os profissionais (psicólogos ou psiquiatras) estão acostumados com esse tipo de TOC que é muito comum. De cada 10 pacientes com TOC pelo menos um tem esse tipo de conteúdo. Recomendo que você busque ajuda de um Terapeuta Cogitivo Comportamental e rapidamente vai te ajudar a lidar com esse desconforto. As escalas podem ser aplicadas por psicologos ou psiquiatras. LISTA DE SINTOMAS DO TOC; YBOCS; INVENTÁRIO DE OBSESSÕES E COMPULSÕES; ETC.
-
Eu namoro há 8 meses e nunca sonhei com minha amada.Sonho com diversas coisas e pessoas, mas ela nun
Eu namoro há 8 meses e nunca sonhei com minha amada.Sonho com diversas coisas e pessoas, mas ela nunca esteve no meu sonho. Tem alguma explicação ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, Os sonhos para a abordagem cognitivo comportamental por exemplo são vistos como uma produção pessoal cujo conteúdo tem relação com as próprias experiências e crenças atuais. Os sonhos auxiliam na formação da memória, resolução de problemas ou são um produto de ativação cerebral aleatória. Segundo a psicanálise todos os personagens de um sonho somos nós mesmos em algum aspecto e se referem a nossas questões mais internas. Para Freud os sonhos se referem a nossos anseios e emoções mais ocultas. Provavelmente não sonhar com sua namorada não tem nenhum significado e não tem relação com o que você sente por ela.
-
E possivel curar a afantasia, nao vejo sentido em viver sem imaginar ou lembrar porfavor ?
E possivel curar a afantasia, nao vejo sentido em viver sem imaginar ou lembrar porfavor ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A afantasia é uma condição em que a pessoa não consegue visualizar imagens mentalmente, mesmo quando tenta. Embora isso possa ser frustrante, é importante lembrar que a afantasia não define seu valor ou a qualidade da sua vida, e muitas pessoas com afantasia levam vidas significativas e criativas. Atualmente, não há uma cura conhecida para a afantasia, porque ela parece estar ligada a como o cérebro processa informações visuais. No entanto, há relatos de pessoas que experimentaram mudanças em sua capacidade de visualizar por meio de práticas como meditação, hipnose ou exercícios cognitivos. Ainda assim, a ciência sobre isso é limitada. Embora você não consiga criar imagens mentais, há muitas outras maneiras de viver uma vida rica e significativa. A imaginação não depende apenas de imagens visuais. Você pode imaginar ideias, conceitos, sons, sensações ou emoções. Explore sua criatividade em outras dimensões, como escrita, música ou lógica. Aprimore outras memórias sensoriais: Foque em lembrar detalhes emocionais, táteis ou auditivos. Por exemplo, ao lembrar de uma experiência, pense em como você se sentiu ou nos sons que ouviu. Ferramentas como desenhos, fotos ou listas podem ajudar a "compensar" a falta de imagens mentais. Isso pode enriquecer sua vida e suas lembranças. Pratique mindfulness e atenção plena: Concentre-se no momento presente e nos estímulos ao seu redor. Isso pode ajudar a criar uma conexão mais profunda com o mundo, mesmo sem visualizações internas. Algumas pessoas relatam que práticas como hipnose ou meditações guiadas ajudam a desenvolver uma forma de visualização parcial. Embora não garantido, pode valer a pena explorar com um profissional. O sentido da vida não depende exclusivamente da capacidade de imaginar ou visualizar. Muitas pessoas com afantasia encontram significado em conexões humanas, aprendizado, criação e em suas experiências sensoriais e emocionais. Talvez o que você esteja sentindo seja menos sobre a afantasia em si e mais sobre como ela afeta a forma como você se relaciona com o mundo, considere um suporte psicológico A vida é muito ampla e cheia de possibilidades além da visualização mental. Espero ter ajudado. Abraço
-
Autismo com alucinações e comobirdade aumenta o grau do autismo ?
Autismo com alucinações e comobirdade aumenta o grau do autismo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diagnóstico de autismo e a presença de comorbidades, como alucinações ou outras condições psiquiátricas, não necessariamente "aumentam o grau do autismo", mas podem influenciar a forma como os desafios associados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) se manifestam e são vivenciados. O autismo atualmente é classificado com base na necessidade de suporte em áreas como comunicação, socialização e comportamento. Nível 1: Necessita de pouco suporte; Nível 2: Necessita de suporte moderado e Nível 3: Necessita de suporte intenso. A presença de comorbidades pode aumentar a necessidade de suporte, mas isso não altera o diagnóstico ou "eleva o grau" do autismo. Em vez disso, as comorbidades são tratadas como condições adicionais. Alucinações não são características típicas do TEA, mas podem ocorrer em situações específicas em comorbidade com transtornos psiquiátricos como esquizofrenia ou transtorno bipolar; sob ansiedade ou estresse extremos, que podem causar percepções alteradas. Em um transtorno dissociativo ou episódios relacionados a traumas. Se alucinações estão presentes, é importante investigá-las com um profissional de saúde mental para determinar sua origem. Comorbidades como transtornos de ansiedade, depressão, TDAH, epilepsia ou esquizofrenia podem dificultar a gestão dos sintomas do TEA, aumentando os desafios diários e a necessidade de suporte.O foco do tratamento, nesse caso, é abordar tanto os desafios relacionados ao autismo quanto as comorbidades. Se alucinações estão presentes, é essencial procurar um psiquiatra ou neurologista para uma avaliação detalhada. Eles poderão determinar se as alucinações são um sintoma de uma condição separada ou estão relacionadas a um episódio temporário ou a fatores externos (como estresse ou medicação). Isso é crucial para garantir um plano de tratamento eficaz e personalizado. A presença de alucinações ou outras comorbidades não altera a essência do diagnóstico de TEA, mas pode tornar a experiência mais complexa. Com o suporte adequado e uma abordagem personalizada, é possível melhorar significativamente a qualidade de vida e o bem-estar.
-
Olá! Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou te
Olá!
Algum tempo venho passando por um período acredito que seja depressivo e ansioso, já estou tendo consultas com psicólogo e já vou iniciar também um processo com um psiquiatra para que não aja desenvolvimento do problema, caso realmente seja esse o problema, porém, tenho algumas dúvidas!
Existe algum tempo médio de evolução do quadro depressivo? Se sim, qual?
Qual a melhor forma de indentificar a origem do quadro depressivo?
Existe algum sintoma infantil da depressão que afete a memória e apague algumas lembranças da sua infância? Se sim, quais?
Obrigado, desde já!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A depressão é uma condição complexa e pode variar muito de pessoa para pessoa em termos de duração, origem e impacto, inclusive em crianças. Não existe um tempo exato de evolução do quadro depressivo mas há algumas tendências observadas clinicamente: Depressão episódica: Pode durar semanas ou meses. Um episódio depressivo maior geralmente dura cerca de 6 a 9 meses, se não tratado. Depressão crônica: Em alguns casos, como na distimia (transtorno depressivo persistente), os sintomas podem durar anos, ainda que de intensidade moderada. Com o tratamento a maioria das pessoas começa a sentir melhora significativa em 4 a 12 semanas, dependendo do tipo de intervenção (terapia, medicação ou ambos). A depressão tem origem multifatorial e depende de uma vulnerabilidade genética; meio ambiente (eventos traumaticos ou estressores diversos: perdas, mudanças, questoes familiares, etc); fatores biológicos, etc. Ela é biopsicosocial. Quanto a sintomas infantis da depressão poderem afetar a memória e apagar lembranças da infância a resposta é sim. A depressão infantil pode afetar a memória e as lembranças, direta ou indiretamente. Pode ocorrer uma alteração na capacidade de formar memórias. A depressão pode dificultar a atenção e a concentração, o que afeta a capacidade da criança de codificar e armazenar memórias. Lacunas de memória relacionadas a traumas. O cérebro pode "bloquear" lembranças como mecanismo de defesa (amnésia dissociativa). Pessoas com depressão podem ter dificuldade em lembrar momentos felizes ou enxergar o passado de forma negativa, o que pode parecer um "apagamento" das lembranças. Depressão e estresse crônico na infância pode interferir em áreas do cérebro relacionadas à memória, como o hipocampo. Sinais de depressão infantil que afetam a memória: Esquecimento frequente (mesmo de informações recentes). Dificuldade em relembrar eventos positivos ou neutros. Falta de interesse em atividades ou eventos passados. Isolamento social, que pode levar a menos eventos significativos para serem lembrados. Espero ter ajudado. Abraço.
-
É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e
É normal não ter desejo de se empenhar em alguma área? Tipo, eu vejo pessoas que gostam de design, e elas procuram muito sobre aquilo, querem sempre aprender algo novo e sempre praticam pq gostam mesmo, vejo gente assim com arte, com musica, com maquiagem, com psicologia, com esporte, com escrita, e eu não sinto nada disso por nada, quando aparece algo é passageiro, nada faz eu querer me fixar dessa forma. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode ser uma experiência comum em diferentes momentos da vida, mas também pode estar relacionado a fatores emocionais ou psicológicos. Não ter um desejo constante ou profundo de se empenhar em algo específico pode ser desconfortável, mas não necessariamente indica um problema por si só. No entanto, é importante explorar as possíveis causas. Situações de estresse, ansiedade ou depressão podem reduzir a energia e o entusiasmo por hobbies ou áreas de interesse. Uma exploração insuficiente de interesses. Às vezes, as pessoas não encontraram algo que realmente ressoe com seus valores ou paixões porque ainda estão em fase de descoberta. Perfeccionismo ou medo de falhar: Se você sente que precisa ser perfeita em algo, isso pode desencorajar o empenho, tornando mais fácil abandonar interesses. Personalidade exploratória: Algumas pessoas têm personalidade mais voltada para explorar diversos tópicos e atividades, ao invés de se fixarem em uma área específica. Anedonia: A incapacidade de sentir prazer em atividades antes prazerosas pode ser um sintoma de depressão ou outro transtorno emocional. Falta de propósito claro: Sem um propósito definido ou conexão emocional com uma atividade, o interesse pode ser difícil de sustentar. É comum passar por períodos de desinteresse ou dificuldade em se fixar em algo. A vida nem sempre tem um propósito claro, e interesses podem levar tempo para se desenvolver. Contudo, se isso é uma constante em sua vida e está te incomodando, pode ser um sinal de algo mais profundo: uma desconexão emocional (de si mesma ou do que te cerca). Transtornos como depressão ou apatia generalizada. Busca por algo "ideal" ou "perfeito", que pode nunca parecer suficiente. Reflita sobre o que realmente importa para você, mesmo que pareça pequeno. Pergunte-se: O que eu gostava de fazer quando era mais jovem? Qual tipo de atividade me relaxa ou me faz sentir bem?
Há algo que eu gostaria de aprender, mesmo que apenas por curiosidade? Tente atividades novas sem a pressão de se "dedicar completamente". Explore hobbies, cursos ou mesmo pequenas tarefas. Nem todo mundo tem uma "paixão fixa". Talvez você seja alguém que gosta de aprender um pouco sobre várias coisas, e isso também é válido. Crie objetivos pequenos e tente metas simples, ler um artigo por dia ou praticar algo por 10 minutos. Se a falta de interesse está associada a tristeza, ansiedade ou sensação de vazio, considere buscar um psicólogo para ajudar a explorar essas emoções. Nem todos precisam de uma grande paixão para levar uma vida plena. Às vezes, pequenos prazeres diários e momentos de curiosidade são suficientes. Permita-se explorar sem pressão e entenda que sua jornada é única. Se precisar de apoio, estarei aqui para ajudar a encontrar caminhos!
-
O toc sexual pode causar a perda do libido, por conta do estresse e ansiedade? fazendo a pessoa acre
O toc sexual pode causar a perda do libido, por conta do estresse e ansiedade? fazendo a pessoa acreditar ainda mais que possa de fato haver uma atração real na obsessao do toc sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) com conteúdo sexual pode causar perda de libido devido ao estresse, à ansiedade intensa e ao sofrimento emocional que acompanham as obsessões. Essa perda de libido, por sua vez, pode reforçar as dúvidas e os medos característicos do TOC sexual. Como o TOC sexual afeta a libido? O TOC gera níveis elevados de ansiedade, que ativam a resposta de "luta ou fuga". Esse estado reduz as funções não essenciais, incluindo o desejo sexual, como parte da resposta ao estresse. As obsessões de conteúdo sexual frequentemente vêm acompanhadas de sentimentos de culpa, vergonha ou nojo, o que pode inibir a libido. A constante análise e monitoramento de pensamentos ou sensações relacionados à obsessão podem sobrecarregar a mente, deixando pouco espaço para o desejo sexual espontâneo. O TOC pode fazer a pessoa acreditar que a obsessão é real isso é chamado de dúvida patológica, um dos principais aspectos do TOC. No caso do TOC com conteúdo sexual a pessoa pode ter pensamentos ou imagens sexualmente perturbadores que são automáticos e indesejados. A ansiedade causada por esses pensamentos é erroneamente interpretada como uma "prova" de que eles são verdadeiros. A perda de libido cria uma evidência falsa: A pessoa pode interpretar a falta de desejo sexual como um "sinal" de que está realmente atraída pela obsessão (o que não é verdade). Isso cria um ciclo: Pensamentos intrusivos →Ansiedade e estresse → Redução da libido → Mais dúvidas e reforço da obsessão. É importante que a pessoa reconheça os sintomas como parte do TOC. Os pensamentos intrusivos não refletem desejos reais, mas sim o funcionamento do TOC. A Terapia Cognitivo-Comportamental, especialmente com técnicas de Exposição e Prevenção de Resposta (ERP), é eficaz para tratar o TOC. Ela ensina a tolerar os pensamentos sem ceder aos rituais mentais ou físicos. Práticas como meditação, exercícios físicos e respiração profunda podem ajudar a reduzir o estresse, o que, por sua vez, pode melhorar a libido. Evite buscas excessivas de confirmação: Procurar constantemente "certezas" só reforça o ciclo obsessivo. Um especialista pode ajudar a abordar a relação entre o TOC, a ansiedade e a sexualidade de forma mais específica. É essencial lembrar que o TOC sexual é um transtorno de ansiedade, e não uma representação dos desejos reais da pessoa. A redução da libido é uma consequência do sofrimento emocional, não uma evidência da obsessão. Com tratamento adequado e paciência, é possível recuperar a qualidade de vida e a saúde emocional. Espero ter ajudado. Encontro-me a disposição para eventuais duvidas.
-
Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz f
Eu tenho uma amizade com uma pessoa que sinto que ela não tem vontade de falar comigo. Isso me faz ficar chateada, pois sinto que ela não se importa tanto assim e eu queria que ela fosse mais minha amiga, pois não sinto isso dela. Entretanto, eu não quero cortar laços com ela, pois ela é alguém importante para mim. O que eu poderia fazer nessa situação? Penso em procurar ajuda com psicólogo para tentar ficar bem mentalmente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. É bem dificil quando gostamos de alguém e não sentimos reciprocidade dessa pessoa. Entretanto você está falando da sua percepção da situação. Em algum momento talvez seja importante você questionar a pessoa sobre a sua percepção. Reciprocidade é uma característica fundamental no conceito de amizade; assim como honestidade e sinceridade. Se isso está te magoando tão profundamente talvez deva tentar um dialogo a respeito disso com essa pessoa. De toda forma acredito que a psicoterapia possa ser fundamental para você compreender a situação e entender seus sentimentos para ficar bem com isso. Abraço.
-
O que faço para ser mais próxima dos meus amigos? Além do mais, outra dúvida que tenho é que já fui
O que faço para ser mais próxima dos meus amigos? Além do mais, outra dúvida que tenho é que já fui criticada como uma amiga ruim, como eu posso melhorar como amiga também? Não só para meu bem, mas também para o bem dos outros.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, sua pergunta é bastante ampla e complexa. Primeiro seria importante saber quais são as suas dificuldades; o que te impede de se aproximar mais de seus amigos; timidez; falta de habilidade social; dificuldade de empatia; egocentrismo; medo de se envolver e se machucar; dificuldade de expor os sentimentos e pensamentos. Em segundo lugar: O que é ser um bom amigo? Algumas caracteristicas são importantes; sinceridade e honestidade; seja você mesmo; respeite o outro; faça para o outro aquilo que gostaria que fizessem com vc; conheça bem a si mesma; evite julgamentos (a si mesmo e ao proximo); não tenha medo de ser vulnerável; não fique na defensiva; construa relações de confiança baseadas no dialogo; divida suas experiências; ajude seus amigos em horas de necessidade e peça ajuda quando precisar. Amizade é antes de tudo uma troca (reciprocidade é importante). Todas essas habilidades podem ser aprendidas e construidas; um processo psicoterapeutico pode ajudar muito nesses casos. Abraço
-
Eu gostaria de saber se os pensamentos intrusivos sexuais podem trazer prazer sexual. Por exemplo,
Eu gostaria de saber se os pensamentos intrusivos sexuais podem trazer prazer sexual.
Por exemplo, sei que existe o TOC sexual, normalmente os pensamentos são incontroláveis e são contra aos princípios da pessoa. Eu tenho tudo isso, e isso me causa muito nojo e tristeza, porém eu realmente sinto prazer sexual com esses pensamentos. Traz muita culpa e dor, e eu sofro com isso desde criança. Eu não tenho nenhum comportamento obsessivo quanto a isso também. Mas me causa muito sofrimento.
Já fui diagnosticada com TOC por outras coisas há anos atrás, mas nunca contei essa questão sexual para ninguém. Na minha família também tem histórico de ansiedade e TOC.
Isso que eu tenho seria um toc sexual, mesmo que eu realmente sinta prazer quanto a isso e justamente o prazer me cause muita culpa ? Ou seria só pensamentos sexuais intrusivos ?.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É comum no TOC sexual (ou com pensamentos intrusivos de conteúdo sexual) que o indivíduo experimente reações corporais ou sensações de prazer sexual, o que pode causar ainda mais culpa, vergonha e angústia. Isso é parte da natureza do transtorno e não significa que esses pensamentos refletem seus desejos ou preferências reais. Os pensamentos intrusivos podem causar prazer sexual devido a uma resposta corporal automática: O corpo pode reagir a estímulos sexuais, mesmo quando o pensamento é indesejado ou repulsivo. Essa resposta é automática, gerada pelo sistema nervoso, e não tem relação direta com o que você deseja ou considera moralmente aceitável. O Paradoxo da ansiedade: No TOC, quanto mais você tenta bloquear ou resistir a um pensamento, mais ele se intensifica. Essa resistência pode aumentar a ansiedade e, paradoxalmente, amplificar as sensações físicas associadas. Confusão entre ansiedade e excitação: Ansiedade e excitação sexual podem causar sensações corporais semelhantes (ex.: aumento do batimento cardíaco, tensão muscular). Isso pode levar à interpretação errônea de que há prazer genuíno relacionado ao pensamento. Hipervigilância e foco excessivo: Quando você está constantemente monitorando suas reações corporais, fica mais sensível a qualquer sensação, o que pode criar a impressão de que o pensamento intrusivo está gerando prazer. Neurobiologia do TOC: No TOC, há uma disfunção na maneira como o cérebro processa pensamentos indesejados, fazendo com que estímulos que normalmente não seriam significativos pareçam ameaçadores ou intensos. O TOC sexual muitas vezes envolve pensamentos que são completamente opostos aos valores e princípios da pessoa, o que gera uma desconexão profunda e reforça a culpa. Confusão entre pensamento e intenção: Pessoas com TOC tendem a interpretar pensamentos como se fossem intenções, o que não é verdade. Vergonha internalizada: A sociedade pode reforçar a ideia de que até mesmo pensamentos indesejados refletem o caráter de uma pessoa, o que não é cientificamente correto. Aceite os pensamentos como apenas pensamentos. É importante lembrar que pensamentos intrusivos são automáticos e não refletem quem você é. A tentativa de lutar contra eles geralmente piora a situação. A TCC com técnicas de Exposição e Prevenção de Resposta (ERP), é eficaz no tratamento do TOC. Ela ensina você a tolerar os pensamentos sem reagir emocionalmente ou tentar eliminá-lo. Relembre-se de que sentir culpa ou nojo não faz de você uma má pessoa. Esses sentimentos são um sintoma do TOC, não um reflexo de quem você é. Ter um pensamento intrusivo ou sentir reações corporais não significa que você deseja agir sobre eles. Pensamentos não são intenções nem refletem sua moralidade.
Reações físicas não definem sua identidade ou valores. Reconheça que sao parte de uma resposta automática e nao algo intencional. O TOC sexual é um transtorno, não um reflexo de quem você é como pessoa. Sentir reações físicas ou prazerosas diante de pensamentos intrusivos não invalida sua dor ou seus valores. É parte do ciclo do TOC, que pode ser quebrado com tratamento adequado. Continue buscando ajuda, pois a melhora é possível e você não está sozinha. Se precisar de apoio para explorar estratégias ou compartilhar mais, estarei aqui para ajudar.
-
Devaneio excessivo pode ser causado pela Fobia social?
Devaneio excessivo pode ser causado pela Fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Todas as pessoas tem o hábito de devanear (sonhar acordadas). Esse comportamento tem a função de nos auxiliar fugir de conflitos e estresse, realização de desejos imaginários, para escapar de situações dificeis da vida, etc. Entretanto quando em excesso esse devaneio pode ser tornar uma espécie de compulsão onde a pessoa passa muito tempo perdida em seus pensamentos e fantasias. Existe até um nome para nos falar dessa condição Maladaptive daydreaming. O devaneio é considerado mal adaptado quando ocorre por longos períodos de tempo e interfere nas atividades diárias e no sono. Não está propriamente relacionado a um quadro de Fobia Social, mas pode aparecer um muitos transtornos. Estudos indicam também que pessoas que tiveram uma história de vida dificil também podem apresentar esse devaneio excessivo. O devaneio não costuma ser um sintoma da Fobia social, mas pode sim acompanhar o quadro. Para saber isso é necessário conhecer o conteúdo dos pensamentos e se o devaneio acontece imaginando cenas onde o desempenho social ocorre dentro do esperado ou desejado pela pessoa que sonha acordada. Espero ter ajudado. Abraço.
-
Não consigo resolver nada sem minha mãe falando por mim e nem sair de casa sozinha, o que pode ser?
Não consigo resolver nada sem minha mãe falando por mim e nem sair de casa sozinha, o que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode estar relacionado a diversos fatores emocionais ou psicológicos, como ansiedade, dependência emocional ou até uma condição específica chamada transtorno de ansiedade de separação em adultos. A dependência emocional ocorre quando você sente que precisa de outra pessoa (como sua mãe) para tomar decisões ou enfrentar situações do dia a dia. Isso pode ser reforçado por: Medo de errar ou falhar; Falta de confiança em suas próprias capacidades; Experiências anteriores de superproteção ou insegurança. O medo de sair sozinha ou enfrentar situações pode ser sintoma de ansiedade pode incluir medo de julgamento ou crítica; sensação de que algo ruim pode acontecer se você estiver sozinha. Embora mais comum em crianças a ansiedade de separação também pode afetar adultos. Caracteriza-se por: Dificuldade em se separar de uma figura de apoio (como sua mãe). Medo constante de que algo aconteça a você ou à pessoa de quem depende emocionalmente. Baixa autoestima: Acreditar que não é capaz de resolver problemas ou tomar decisões sem ajuda pode dificultar a independência. Experiência de traumas ou insegurança passada: Se houve experiências de abandono, traumas ou eventos que geraram insegurança, isso pode aumentar a necessidade de ter sua mãe por perto para sentir-se segura. Reconheça suas dificuldades sem julgamento: O primeiro passo é aceitar que esse é um desafio que pode ser trabalhado. Sentir-se assim não é "errado", e buscar ajuda é um sinal de força. A terapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ajudar você a: Identificar os pensamentos e crenças que alimentam essa dependência. Desenvolver confiança em sua capacidade de resolver problemas. Trabalhar técnicas para reduzir a ansiedade. Se a dificuldade de sair sozinha ou resolver problemas está impactando significativamente sua vida diária ou causando sofrimento intenso, é importante buscar ajuda para entender melhor o que está acontecendo e desenvolver um plano para superar essas barreiras. É possível construir independência e confiança com prática e apoio.
-
um adolescente de 15 anos que tem suspeitas de borderline pode possivelmente receber diagnóstico com
um adolescente de 15 anos que tem suspeitas de borderline pode possivelmente receber diagnóstico com essa idade ou só quando adulto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá; segundo o manual diagnóstico de saude mental e atual consenso da psiquiatria os diagnósticos de transtorno de personalidade (Borderline é um transtorno de personalidade) só devem ser utilizados em definitivo na idade adulta (já que segundo estudos a personalidade está totalmente formada na idade adulta); entretanto, na adolescência já é possível se observar traços desse diagnóstico e, quando observados, já é possível oferecer ao paciente tratamento psicoterapico que vai ajudar muito na vida adulta da pessoa para que ela aprenda a lidar e manejar suas dificuldades. Veja mais importante que o diagnóstico e tratar as dificuldades do paciente (independentemente de fechar o diagnóstico). Espero ter ajudado. Abraço.
Perguntas frequentes
-
Estou tomando IUMI ES (sem pausa) e minha médica recomendou trocar pelo Onua. Estou na 2ª pílula da
Como sua médica já indicou a troca, o ideal é seguir exatamente a orientação…