Perguntas do paciente (61)

  • É normal se sentir vazio e sem propósito por não conseguir um relacionamento amoroso? Sou homem, ten

    É normal se sentir vazio e sem propósito por não conseguir um relacionamento amoroso? Sou homem, tenho 26 anos e nunca namorei. Sempre quis um relacionamento desde minha adolescência, e meu sonho sempre foi me casar. Estou começando a ficar preocupado que isso nunca ocorra. É errado eu visar um relacionamento como propósito? Atualmente, estou na faculdade, mas sinto que tudo que eu faço é em vão; nada preenche essa falta de propósito e vazio que eu sinto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    O que é ou deixa de ser normal se avalia a partir da presença ou não de prejuízos que ocorrem na vida da pessoa.
    Pelo o que você relatou, esse sentimento é intenso e interfere em outros âmbitos de sua vida.
    Sugiro que procure psicoterapia para compreender o que está em jogo em uma relação e como você se relaciona com a ausência dela.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É normal se sentir uma pessoa inútil e apenas um gasto para os outros? como saber se o que eu sinto

    É normal se sentir uma pessoa inútil e apenas um gasto para os outros? como saber se o que eu sinto é realmente o que eu sou ou só são coisas da minha cabeça? me sinto um fracasso e também sinto que se as pessoas não me conhecessem, a vida delas seria melhor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    É muito normal esse sentimento quando há ocorrência de um diagnóstico de depressão ou semelhantes.
    Sugiro que faça acompanhamento com psiquiatra e psicoterapia para trabalhar nesses sentimentos e no que os circundam.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido

    Estou em um relacionamento, ele me pediu em namoro diversas vezes, mas eu falei que queria um pedido especial, com aliança e tal, o pedido que eu mencionei nunca aconteceu, porém eu e ele consideramos que estamos em um namoro, trocamos presente de dia dos namorados, ele é uma pessoa que posta bastante coisa em redes sociais mas nunca postou nada de nós dois, já cobrei ele mas não adiantou, já tentei terminar por causa disso, mas sinto que tenho uma dependencia emocional pois ele me trata muito bem e sinto muita atração fisica com ele, mas tenho receio desse não postar dele, de ele ter algum rolo e não querer que a pessoa saiba, quando eu tentei terminar, ele me implorou pra não terminar e me deu um perfume de presente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Relacionamentos nem sempre são simples!
    Como anda o diálogo de vocês, quando você expressa os seus desejos, se sente entendida? Você sente que consegue entendê-lo?
    É muito importante, também, ter certeza do que você quer e do que sente para conseguir ser entendida. Se você acha que esse relacionamento não atende as suas expectativas e que prefere terminar, como um presente ou uma postagem em rede social te fariam mudar de ideia? Qual a importância que você dá para o relacionamento e qual a importância que você dá para receber presentes ou estar em uma postagem?
    Além disso, a confiança é outro aspecto que deve ser trabalhado. Você mencionou que desconfia dele. Ele sabe disso? Você gostaria de se manter em um relacionamento em que você desconfia da pessoa?
    Essas são apenas algumas perguntas que você pode se fazer para entender o que está acontecendo antes de tomar alguma decisão.
    É muito importante salientar, também, que não existe resposta certa ou errada. Isso se dá porque as pessoas são complexas em si e, consequentemente, se relacionam de maneira complexa. Não é porque ele nunca postou nada que tem outra pessoa em jogo, mas também não é pq ele te implorou pra não terminar que vai garantir que não tenha outra pessoa em jogo. Por isso o diálogo e a confiança são tão importantes.
    Pergunte-se o que você quer, expresse e depois veja se consegue decidir.


  • Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram v

    Meu filho tem 2 anos e 8 meses e é muito apegado à minha irmã e sua cachorrinha, porém ambas foram viajar e ele não demonstrou sentir falta, nem saudade delas. É normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Sim! Os sentimentos são manifestados de formas diferentes e variam de pessoa para pessoa.


  • gosto da sensação de tristeza que algumas músicas me dão, porém a dor que me trazem é algo que me fa

    gosto da sensação de tristeza que algumas músicas me dão, porém a dor que me trazem é algo que me faz querer morrer sempre que essa tristeza se faz presente. sinto que estou morrendo aos poucos e não sei o que fazer para mudar isso. me sinto "bem" na tristeza e péssima quando estou relativamente alegre ou bem com o dia. o que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Um acompanhamento em terapia seria o ideal para te ajudar a desvendar essa situação.
    Parece que existe conforto em sua tristeza, seria interessante se perguntar desde quando se sente assim e tentar descrever como esse sentimento se dá, como esse conforto se mostra e como você o entende.
    Essas e outras questões, quando respondidas, te ajudam a criar um panorama da situação para que tudo esteja mais claro pra você.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    É possível ter transtorno de personalidade antissocial e borderline, ao mesmo tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Sim, é possível. Para ter certeza, porém, indico acompanhamento médico com psiquiatra e avaliação psicológica.


  • Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha m

    Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha mãe morrer e como seria depois, sem poder falar com ela, não ter o carinho dela e nunca mais poder ver ela, da mesma maneira meu pai. Mas em relação ao meu pai, sei que se intensificou pq ele passou 1 ano com soluços de duravam meses e sem explicação. E pelas noites que dormia com ele acordava pela manhã para ver se ele ainda respirava e não dormia de maneira nenhuma. E a cada situação no dia que envolve falar dos meus pais eu começo a sentir um aperto do peito, vontade de chorar e fico toda hora pensando em como seria horrível minha vida se isso acontecesse, em que momentos que eu mais iria sentir falta e da um vontade de ir correndo para os meus pais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    A morte é um tema sensível pois nos atenta para o fato de que somos finitos. É perfeitamente natural se sentir angustiado frente a morte de pessoas queridas ou da sua própria, é muito importante, porém, avaliar os prejuízos que estão causando no seu dia-a-dia. Não é disfuncional pensar em morte, é, na verdade, um tema importantíssimo pois trata-se de um processo natural de todo ser vivo.
    Em terapia você poderá conversar com um profissional que acolha esses sentimentos e te dê oportunidade de elaborá-los.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Estou no ultimo ano da faculdade, sou extremamente apaixonada no meu curso, porem meu curso tem dive

    Estou no ultimo ano da faculdade, sou extremamente apaixonada no meu curso, porem meu curso tem diversas areas de atuação e nesse ultimo ano estou estagiando por um periodo em cada uma delas, o problema é eu não sei qual area escolher, gosto muito de tres areas diferentes e gosto muito dos meus professores e de estar na faculdade
    Entao fico com o sentimento de que “nao quero sair da faculdade” eu amo estar la
    Mas ta chegando no fim
    Cheguei a fazer terapia esse ano, mas quanto a esse assunto meus sentimentos nao mudaram nada, é o mesmo medo e angustia de saber que eu tenho menos de 6 meses pra escolher minha area e seguir a vida pos faculdade
    Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Uma das maiores dificuldades de escolher uma única coisa é precisar, necessariamente, abandonar todas as outras.
    O processo de aceitação dessa perda pode ser intenso e variar de pessoa para pessoa.
    Parece que você está muito angustiada com essa realidade, espero que procure ajuda profissional especializada.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É normal sentir culpa ou ficar sem reação quando é tratado bem? Sempre que sou tratado bem ou ganho

    É normal sentir culpa ou ficar sem reação quando é tratado bem? Sempre que sou tratado bem ou ganho algo (seja elogio, material ou financeiro), me sinto constrangido, como se eu não merecesse aquilo. Fico sem jeito e acaba me desencadeando uma crise de ansiedade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    É uma ótima pergunta. Você também pode se perguntar desde quando se sente assim e se o mesmo sentimento ocorre em outras situações. Assim, vai conseguir dimensionar a questão por esses e outros ângulos e poder responder a sua pergunta inicial.
    As angústias de nossa existência não possuem necessariamente uma causa e efeito, somos mais complexos que isso.
    O primeiro passo para o autoconhecimento é se estranhar assim como está fazendo.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tenho ansiedade diagnosticada, ontem quando estava deitada meu coração ficou acelerado e hoje a noit

    Tenho ansiedade diagnosticada, ontem quando estava deitada meu coração ficou acelerado e hoje a noite mais cedo ele tbm está, a ansiedade pode causar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Sim, esse é um sintoma comum do diagnóstico! É muito importante, porém, acompanhamento médico e psicoterápico também, além da prática regular de exercícios físicos e boa alimentação para alívio dos sintomas.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Oi então tenho 17 anos e acho que tô sofrendo de fobia social, eu tenho entrado em pânico em ir para

    Oi então tenho 17 anos e acho que tô sofrendo de fobia social, eu tenho entrado em pânico em ir para escola ou só de pensar em ir tenho tido crises de ansiedade, dor de cabeça, dor de barriga não sinto mais fome e quando eu como sinto vontade de vomitar, não tenho vontade de fazer nada nem de mexer no celular mais e também não tenho conseguido falar com meus professores, apresentar trabalhos, falar com meus amigos etc... Tenho evitado sair por medo das pessoas perceberem o que está acontecendo comigo, na escola tenho sofrido bullying também, eu tenho faltado mas já tô com muitas faltas e não sei como devo contar isso para os meus (eles não sabem de nada que está acontecendo) eles já estão ficando bravos achando que eu quero largar a escola mas eu realmente não tenho conseguido ir mesmo que eu tentei

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    É extremamente importante que você procure ajuda profissional especializada assim que se sentir pronto para buscar melhora.
    As angústias são inerentes da vida e do cotidiano, é de grande ajuda um espaço para conversar sobre.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tenho 28 anos e aos 16 tive uma relação de 6 anos com minha primeira namorada (e eu o primeiro dela)

    Tenho 28 anos e aos 16 tive uma relação de 6 anos com minha primeira namorada (e eu o primeiro dela) que era 2 anos mais jovem que eu e eu achava muito linda, até demais pra mim, difícil de acreditar. O término foi conturbado, mas depois percebi que eu não conseguia mais ter relação com alguém. Eu sempre tive autoestima baixa (sofri bullying ensino na infância e parte do ensino médio) e na grande maioria das vezes, sempre procurava uma menina que eu achava menos atraente, por me sentir mais confortável dessa forma. Com essas, eu conseguia manter uma relação e até transar sem problema, na minha cabeça, eu estou em uma posição ''superior''. Quando tentava me envolver com mulher mais bonitas e que principalmente tiverem outros relacionamentos, eu sempre me sinto inseguro, fico pensando nos outros relacionamentos que ela teve e não considero aquele ato sexual é insignificante para ela, apenas mais um, minha libido baixa. Além disso, tudo, me apego muito e tenho muita dependÊncia emocional. Por mais que eu esteja com essa pessoa agora e não esteja bem, não esteja conseguindo transar direito, nem estar direito, eu não consigo deixar ela ir. Só a conheço a 4 meses e já sinto isso. Às vezes quando estou com ela, simplesmente fico pensando coisas como ''para ela é só um sexo, ela já transou com outros, etc''. Eu tenho consciência de que é um pensamento ilógico, mas não consigo me livrar... Não é que eu esteja apaixonado, mas não suporto a ideia de não conseguir fazer dar certo e outra pessoa poder fazer isso no meu lugar, por eu estar super inseguro, com baixa libido (já fiz exames e fisiologicamente está tudo normal). Eu quero iniciar a terapia, estou passando por isso agora com uma pessoa que conheci... Eu já li bastante e não sei se deveria ir a um sexólogo, psicanalista ou na TCC. Qual seria a mais indicada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Acho que sua questão está além da impotência sexual e baixa libido. É evidente que o que está em jogo são suas concepções sobre si e sobre como se posicionar com o outro e no mundo.
    Fico feliz que esteja procurando psicoterapia especializada, espero que encontre alguém com quem se identifique independente da abordagem, pois o vínculo terapêutico é igualmente importante para que as questões circundantes ao problema em si sejam também levantadas e levadas em consideração com cuidado.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Tenho pensamentos intrusivos frequentemente após um término de relacionamento, e isso já fazem mais

    Tenho pensamentos intrusivos frequentemente após um término de relacionamento, e isso já fazem mais de 2 anos, e a cada dia que passa parece que esses pensamentos só pioram. Todos os dias fico na esperança de que ela vai voltar, de que tudo vai voltar a ser como era, e sinceramente, eu queria esquecer, algum conselho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    É comum ter lembranças de um relacionamento que nos marcou muito, mas entendo que possa fazer você se sentir angustiado. Sugiro que se pergunte o motivo de querer esquecer e se aproprie dos seus sentimentos antes de decidir fazer algo sobre eles.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Gostaria de saber como agir em uma situação em que quando a pessoa se encontra estressada e brava, a

    Gostaria de saber como agir em uma situação em que quando a pessoa se encontra estressada e brava, agride. Mas depois chora arrependida. Não são agressões longas, é empurrão, tapa, pegar no braço com firmeza.
    Como agir diante dessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Depende de qual relação é essa. Trata-se de seu amigo? Seu filho, irmão? Seu cônjuge? Quais são os impactos dessas agressões na sua vida e qual o seu sentimento por essa pessoa? É preciso que você avalie a situação e pergunte-se o que a mantém nela.
    Sigo a disposição caso queira conversar sobre esse ou outros assuntos.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7.

    Na minha pré-adolescência, quando tinha 14 anos, acabei abusando do meu primo que deveri ater uns 7. Sou homem e não possuo desejos homossexuais. Acredito que naquele tempo, eu estava curioso sobre o "mundo do sexo", me descobrindo e por algum motivo queria ver se conseguia estimular ele como eu fazia comigo. Então eu passava a mão perto de suas partes íntimas. Ele achava que era alguma brincadeira então só falava para eu parar quando notava e eu parava e não fazia mais, isso ocorreu em 4 dias diferentes num período de tipo 1 ano, ou 1 ano e meio. Uma vez ele dormiu em casa e cheguei a lamber seu órgão genital enquanto ele dormia, foi nesse momento que percebi as coisas nojentas que estava fazendo, pois instantaneamente me arrependi, achei nojento, como se meu lado racional tivesse voltado.
    Depois disso, só encarei como um erro e segui a vida, não fiz mais essas coisas. Porém quando via ele eu fica meio apreensivo, pois sabia que o que tinha feito era errado, poderia ser pior, poderia ter afetado ele psicologicamente.
    Atualmente, tenho 19. Conversando com uma amiga sobre o assunto de abuso sexual me lembrei desses acontecimentos. Fiquei pensando que já cometi atos que tanto repudio. Me sinto uma pessoa impura ou falsa, não sei. Até mesmo que não mereço ser amigo da pessoa com quem falava, pois ela contou sobre casos de pessoas que ela conhecia que sofreram abuso e como ela também detém ódio sobre o abusadores.
    Agora fico com isso na cabeça. Eu consegui entender os motivos que me levaram a cometer esse erro ( imaturidade, fui a presentado ao sexo e ao prazer na infância, eu estava curioso, mentalmente estável por causa da minha relação com família e amigos, eu sabia que era errado, mas não o quão horrível eram meus atos), aprendi minha lição e vi como isso afetou minha vida sexual desde então e estou consertando, e me perdoei.
    Porém agora a grande questão é: devo falar a ela sobre esse assunto ou superar por que pode gerar desconfiança por parte dela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Me parece que seu dilema passa por muitas questões importantes. Senso ético e moral, curiosidades naturais frente a maturação do corpo, desejo sexual, orientação, se foi um ato criminoso ou não foi. Percebo que te preocupa muito saber o que é o certo a se fazer e que o evento anterior é totalmente oposto ao que você acredita ser o correto hoje. Além disso, você ainda se questiona sobre o dever de contar ou não para uma amiga e quais os riscos dessa possibilidade, vejo que você se angustia tanto com a possibilidade de perder essa amizade, tanto com a possibilidade de manter esse segredo e "carregá-lo" por tempo indefinido. Como os colegas disseram, seria importante um acompanhamento terapêutico para que essas questões atinjam uma claridade sem julgamentos previamente estabelecidos, a escuta especializada deve te garantir um espaço seguro para conversar sobre tudo isso.


  • Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem di

    Olá, gostaria de saber se é normal uma pessoa se sentir vazia, senti ausência de pensamentos, tem dificuldade em refletir? Qual é a causa? E como tratá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    É normal dentro de alguns diagnósticos, como por exemplo a depressão. Para saber se esse é realmente o caso e como proceder, sugiro que inicie um processo terapêutico com psicólogo e acompanhamento médico com psiquiatra.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • É normal a transferência amorosa/afetiva? Me sinto muito agustiada e insegura de falar para a minha

    É normal a transferência amorosa/afetiva? Me sinto muito agustiada e insegura de falar para a minha psicóloga e ela decidir romper o meu tratamento... Devo falar para ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Sim, é comum. A relação terapêutica pode ser tema nas sessões, é importante, uma vez que você esteja confortável para tocar no assunto, que diga para que possam elucidar a situação.


  • O TDAH pode pior em pessoas adultas sujeitas a intenso estresse?

    O TDAH pode pior em pessoas adultas sujeitas a intenso estresse?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Não necessariamente "piorar", mas em situações de estresse a atenção e foco podem sim ficarem prejudicados como resposta natural. Isso ocorre também para pessoas típicas, mas como no TDAH essas dificuldades já aparecem, provavelmente por isso o sentimento de piora do quadro. Isso também pode ocorrer em ambientes com muitos estímulos também, seria importante acompanhamento médico e psicoterápico para dimensionar adequadamente os sintomas e seus possíveis tratamentos.


  • Sinto que tenho uma vontade extrema, quase como um anseio, por criação de história fictícias e narra

    Sinto que tenho uma vontade extrema, quase como um anseio, por criação de história fictícias e narrativas. Desde pequeno sempre amei essa parte criativa de contar histórias e passar sensações em livros, filmes, séries e etc. Contudo, acabei percebendo que essa vontade é quase compulsiva, eu preciso estar sempre criando algo, seja desenho, livro ou RPG, e quando não o faço me sinto mal, fico triste; como se eu não estivesse sendo produtivo o suficiente ( não trabalho na parte criativa, mas pretendo ). Será que posso considerar isso com algum tipo de Transtorno Compulsivo ou é normal me sentir assim por eu ter o hábito de criar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    Que pergunta interessante!
    O que podemos dizer sobre a principal característica dos transtornos é justamente a quantidade de sofrimento que gera na pessoa, se há algum prejuízo social, físico, emocional ou outros.
    É importante ressaltar, também, que existem pressões sociais que nos impulsionam desproporcionalmente a acreditar que quanto mais produtivo, melhor. Quando você ressalta que pretende trabalhar com a criação, por exemplo, poderíamos supor que a não-produção pode ser encarada como um prejuízo e, consequentemente, vista como um Transtorno Compulsivo. Mas, se considerarmos esse contexto que mencionei anteriormente, a situação se torna mais complexa.
    De qualquer forma, seria importante que você se colocasse em terapia para avaliar a situação, se perguntar se há, de fato, prejuízos e como você deseja saná-los.
    A criatividade pode ser terapêutica também.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

  • é normal sentir que gosta muito romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mas aleatoriame

    é normal sentir que gosta muito romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mas aleatoriamente todo esse sentimento some, como se nunca tivesse sentido nada, e isso te causa ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Patrícia Rios

    A medida do que é ou deixa de ser normal é relativo em muitos momentos. Como sua pergunta é bem específica para o seu caso, podemos avaliar a normalidade nos perguntando se há, ou não, prejuízo na sua vida e bem-estar como um todo.
    Me parece que você se sente culpada por não se sentir mais da mesma forma que sentia antes, e isso te angustia e causa ansiedade. Dependendo da dimensão desse sentimento de angústia que você pode avaliar se é, ou não é, normal e se deve buscar ajuda profissional especializada para possível "alívio" dessa angústia.


    Te convidamos para uma consulta

    Teleconsulta

Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.