Perguntas do paciente (15)
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Quem é vegetariano pode consumir alimentos que contém lactobacilos?
Quem é vegetariano pode consumir alimentos que contém lactobacilos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas vegetarianas podem consumir alimentos com lactobacilos, pois eles são bactérias e não animais. O ponto importante é verificar se o meio de cultivo e o produto final não contêm ingredientes de origem animal, como leite ou cápsulas de gelatina.
Lactobacilos e Dieta Vegetariana
Lactobacilos são micro-organismos que produzem ácido lático durante a fermentação.
Eles não são animais, portanto não entram em conflito com o vegetarianismo.
O nome “lacto” vem de ácido lático, não de leite.
Fontes Comuns de Lactobacilos
Iogurte e kefir → contêm lactobacilos, mas são derivados de leite (adequados apenas para lactovegetarianos).
Chucrute, kimchi, miso e tempeh → fontes vegetais e totalmente compatíveis com vegetarianos estritos e veganos.
Suplementos probióticos → podem ser cultivados em meios vegetais ou animais; é essencial verificar se possuem certificação vegetariana/vegana.
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Qual o diferencial do Body strong da Equaliv? Algo que justifique seu valor alto?
Qual o diferencial do Body strong da Equaliv? Algo que justifique seu valor alto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O diferencial do Body Strong da Equaliv está na combinação exclusiva de dois peptídeos bioativos de alta tecnologia — BodyBalance® (colágeno específico para músculos) e PeptiStrong™ (peptídeos da fava) — que atuam diretamente na síntese proteica, recuperação muscular e prevenção da perda de massa magra. Essa fórmula inovadora justifica o preço mais alto em relação às proteínas comuns.
Principais Diferenciais
BodyBalance®: colágeno bioativo desenvolvido para atuar especificamente na musculatura, ajudando no ganho de massa magra e na redução de gordura corporal.
PeptiStrong™: peptídeos da fava criados com tecnologia avançada, que estimulam a síntese proteica, combatem a atrofia muscular e aceleram a regeneração das fibras.
Perfil nutricional limpo: zero açúcar, zero lactose, zero glúten, com cacau puro e adoçantes naturais.
Enriquecimento funcional: contém vitamina D e magnésio, essenciais para força muscular, saúde óssea e desempenho.
Suporte metabólico: auxilia no controle da saciedade via hormônio GLP-1, favorecendo equilíbrio metabólico e definição corporal.
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Bom dia toma 3 café por dia, após a refeição; precis tomar vitaminas do complexo B: como posso tomar
Bom dia toma 3 café por dia, após a refeição; precis tomar vitaminas do complexo B: como posso tomar vitamina sem interferir com o café. Obg.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como conciliar café e vitaminas?
Intervalo de 1 hora: tome o suplemento de complexo B pelo menos 1 hora antes ou depois do café.
Tomar com refeição: ingerir junto a uma refeição principal (café da manhã ou almoço) ajuda na absorção e reduz desconforto gástrico.
Evitar jejum: vitaminas do complexo B podem causar náusea se tomadas sem alimento.
Hidratação: sempre tomar com um copo de água, não com café ou chá.
Sugestão prática para sua rotina:
Café da manhã: tome seu café normalmente.
Após 1 hora → ingerir o suplemento de complexo B com água.
Almoço: pode repetir o café depois da refeição sem problema.
Jantar: se preferir, pode tomar a vitamina nesse horário também, desde que não coincida com o café.
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Quero tomar um whey com sabor neutro com preço acessível. Qual você você me recomendaria?
Quero tomar um whey com sabor neutro com preço acessível. Qual você você me recomendaria?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você busca um whey neutro com preço acessível, há algumas opções bem avaliadas no mercado que equilibram qualidade e custo-benefício. O sabor neutro é ótimo porque não interfere nas receitas e pode ser usado tanto em preparações doces quanto salgadas.
Aqui estão as melhores escolhas:
Integralmedica Whey 100% Pure Neutro
Melhor custo-benefício para uso diário
Custo-benefício
20g proteína
Oferece 20g de proteína por dose, fórmula simples e confiável. Excelente para quem quer algo acessível e funcional.
Por ser concentrado, pode ter menor absorção comparado ao isolado.
Dux Whey Concentrado Neutro
Fórmula limpa e versátil para receitas
Alta qualidade
22g proteína
Matéria-prima importada, 22g de proteína e 5,6g de BCAAs por dose. Boa digestibilidade e rápida absorção.
Preço um pouco mais alto que concorrentes concentrados.
NewNutrition Whey Neutro
Enriquecido com glutamina e BCAA
Completo
Glutamina+BCAA
24g de proteína por dose, com glutamina e BCAA extras para imunidade e saúde intestinal.
Pode custar mais que opções básicas.
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Tenho 180cm, Homem, 20 anos, 75kg. Não faço exercícios nem academia. Porém vou começar a trabalhar e
Tenho 180cm, Homem, 20 anos, 75kg. Não faço exercícios nem academia. Porém vou começar a trabalhar em uma empresa como ajudante de produção, e queria saber qual seria meu gasto total calórico para manter peso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Vamos calcular seu gasto calórico total (TDEE) considerando seu perfil e a nova rotina de trabalho.
Etapas do cálculo
Taxa Metabólica Basal (TMB)
Fórmula de Mifflin-St Jeor para homens:
=(10⋅) + (6,25⋅) − (5⋅)+5 = (10⋅75) + (6,25⋅180) −(5⋅20)+5=750+1125−100+5=1780 /
Fator de atividade
Sedentário: 1,2
Leve: 1,375
Moderado: 1,55
Intenso: 1,725
Muito intenso: 1,9
Como você vai trabalhar como ajudante de produção, a atividade é moderada a intensa.
Gasto total (TDEE)
Moderado (1,55): 1780⋅1,55 ≈ 2760 /
Intenso (1,725): 1780⋅1,725 ≈ 3070 /
Resultado
Seu gasto calórico diário para manter o peso ficará entre 2760 e 3070 kcal/dia, dependendo da intensidade do trabalho.
Observações
Se o trabalho for bem puxado fisicamente, considere o valor mais alto (~3070 kcal).
Se for mais leve, próximo de 2760 kcal.
Esse cálculo é uma estimativa; fatores como metabolismo individual e pausas influenciam.
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Ola Para o tratamento da disbiose é necessário também tomar o antibiótico Rifaximina ou so fazer a d
Ola
Para o tratamento da disbiose é necessário também tomar o antibiótico Rifaximina ou so fazer a dieta FODMAPs, retirar açúcar e glúten?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O tratamento da disbiose geralmente não envolve antibióticos como a rifaximina — na maioria dos casos, mudanças na dieta, uso de probióticos e hábitos saudáveis são suficientes. A rifaximina só é indicada em situações específicas, como supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO) ou casos graves, e sempre sob prescrição médica.
Tratamento da disbiose
Mudanças na dieta
Aumentar fibras (frutas, legumes, grãos integrais).
Incluir prebióticos (aveia, alho, banana verde, batata yacon).
Evitar excesso de açúcar, ultraprocessados e gorduras saturadas.
Dieta FODMAP pode ser útil em alguns casos, mas deve ser acompanhada por nutricionista.
Probióticos
Lactobacillus e Bifidobacterium ajudam a restaurar o equilíbrio da microbiota.
Podem ser obtidos em alimentos fermentados (iogurte, kefir, kombucha) ou suplementos.
Estilo de vida
Reduzir estresse, praticar atividade física, manter hidratação adequada.
Evitar uso desnecessário de antibióticos e laxantes.
Antibióticos como rifaximina
Não são rotina no tratamento da disbiose.
Podem ser usados em casos de SIBO ou quando há crescimento bacteriano patológico confirmado.
Sempre precisam de avaliação médica, pois podem eliminar bactérias benéficas e causar efeitos colaterais.
Pontos de atenção
Não use rifaximina sem orientação médica: pode ser desnecessária e até prejudicial.
A dieta e os probióticos são a base do tratamento na maioria dos casos.
Procure gastroenterologista ou nutricionista para confirmar diagnóstico e definir a melhor estratégia.
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Quais problemas de saúde podem estar associados ao consumo frequente de macarrão tradicional (feito
Quais problemas de saúde podem estar associados ao consumo frequente de macarrão tradicional (feito com farinha de trigo refinada), considerando uma pessoa que o consome quase todos os dias?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O consumo frequente de macarrão tradicional feito com farinha de trigo refinada pode aumentar o risco de obesidade, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e problemas intestinais, especialmente quando substitui alimentos integrais e variados na dieta. Estudos recentes mostram que altas quantidades de grãos refinados elevam mortalidade e eventos cardíacos, além de estarem associados a doenças inflamatórias intestinais.
Principais problemas de saúde associados
Doenças cardiovasculares
Estudos internacionais (PURE) mostram que quem consome grandes quantidades de grãos refinados (como macarrão, pão branco, bolos) tem 29% mais risco de mortalidade e 33% mais risco de eventos cardiovasculares (infarto, AVC, insuficiência cardíaca).
Isso ocorre porque os carboidratos simples elevam rapidamente a glicose e a insulina, favorecendo resistência insulínica e acúmulo de gordura.
Doenças inflamatórias intestinais
O consumo frequente de grãos ultraprocessados está ligado a maior risco de doença de Crohn e colite ulcerativa.
Pessoas que ingerem mais de 19 g/dia de grãos ultraprocessados têm 86% mais risco de desenvolver essas condições.
Sensibilidade ao glúten
Mesmo sem doença celíaca, cerca de 10% da população relata sintomas como inchaço, fadiga, dor de cabeça e desconforto abdominal após consumir trigo refinado.
Isso pode estar ligado à sensibilidade não celíaca ao glúten ou à síndrome do intestino irritável.
Obesidade e descontrole alimentar
Por serem rapidamente digeridos, os carboidratos refinados provocam picos de glicose seguidos de queda, estimulando fome precoce e maior ingestão calórica.
Isto favorece ganho de peso e compulsão alimentar.
Recomendações práticas:
- Prefira macarrão integral ou de leguminosas (grão-de-bico, lentilha, ervilha).
- Modere a frequência: evite consumo diário de massas refinadas.
- Combine com vegetais e proteínas magras para reduzir o impacto glicêmico.
- Varie os carboidratos: arroz integral, quinoa, batata-doce e aveia são boas alternativas.
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Tenho visto muito sobre suplementar iodo na gestação. Toda grávida precisa suplementar ?
Tenho visto muito sobre suplementar iodo na gestação. Toda grávida precisa suplementar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem toda gestante precisa suplementar iodo — a recomendação depende da dieta, do acesso ao sal iodado e da avaliação médica. Em países como o Brasil, onde o sal é iodado por lei, muitas mulheres atingem a necessidade apenas pela alimentação, mas estudos mostram que até 36% das grávidas ainda apresentam deficiência. Por isso, a decisão deve ser individualizada pelo obstetra ou endocrinologista.
Necessidade de iodo na gestação
Recomendação diária: 220–250 mcg/dia (vs. 150 mcg/dia fora da gestação).
Na lactação: sobe para cerca de 290 mcg/dia.
Função: essencial para produção de hormônios tireoidianos, fundamentais para o desenvolvimento cerebral e neurológico do bebê.
Situação global
OMS/UNICEF: recomendam suplementação apenas em países/regiões onde menos de 20% das casas têm acesso a sal iodado.
Em locais com iodação parcial (20–90%), pode ser necessário avaliar suplementos ou alimentos fortificados.
O excesso também é prejudicial: doses muito altas podem causar disfunção da tireoide fetal.
Contexto brasileiro
O sal vendido no Brasil é iodado por lei, mas nem todas as gestantes atingem os níveis ideais.
Estudos recentes mostram 36,7% de gestantes com deficiência, mesmo com a política de iodação.
Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM) recomenda suplementação individualizada (100–150 mcg/dia) apenas em casos de risco ou deficiência confirmada.
Associação Americana de Tireoide (ATA) sugere 150 mcg/dia para todas, mas essa diretriz não é universalmente adotada.
Pontos de atenção
Excesso de iodo pode causar hipotireoidismo congênito no bebê.
Fontes naturais: leite de vaca (≈85 mcg por copo), peixes, frutos do mar, ovos. Bebidas vegetais não fortificadas têm quase nada de iodo.
Algas e kelp: podem conter doses muito altas e não são recomendadas sem orientação médica.
Conclusão
Nem toda grávida precisa suplementar iodo.
A decisão depende da dieta, do uso de sal iodado e da avaliação médica.
O ideal é conversar com o obstetra ou endocrinologista para verificar se há necessidade de suplemento ou se a alimentação já cobre a demanda.
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Tenho visto muito sobre suplantar iodo na gestação. Toda grávida precisa suplementar ?
Tenho visto muito sobre suplantar iodo na gestação. Toda grávida precisa suplementar ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nem toda gestante precisa suplementar iodo — a necessidade depende da dieta, do uso de sal iodado e da avaliação médica.
Recomendação geral
Gestantes: precisam de cerca de 220–250 mcg/dia de iodo (mais que os 150 mcg/dia fora da gestação).
Função: essencial para a produção de hormônios da tireoide, que são fundamentais para o desenvolvimento cerebral e neurológico do bebê.
Diretrizes internacionais
OMS/UNICEF: suplementação só é indicada em regiões onde menos de 20% das casas têm acesso a sal iodado.
Associação Americana de Tireoide (ATA): recomenda 150 mcg/dia para todas as gestantes, mas essa diretriz não é adotada universalmente.
Excesso de iodo também é prejudicial, podendo causar disfunções da tireoide no bebê.
Situação no Brasil
O sal vendido no Brasil é iodado por lei, o que cobre boa parte da necessidade.
Mesmo assim, estudos mostram que até 36% das gestantes apresentam deficiência.
Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM): recomenda suplementação individualizada (100–150 mcg/dia) apenas em casos de risco ou deficiência confirmada.
Pontos de atenção
Fontes naturais: leite, ovos, peixes e frutos do mar.
Bebidas vegetais: geralmente não têm iodo.
Algas (kelp): podem conter doses muito altas e não são recomendadas sem orientação médica.
Consulta médica é essencial: só o obstetra ou endocrinologista pode avaliar se há necessidade de suplemento.
Em resumo: nem toda grávida precisa suplementar iodo. A decisão depende da dieta e da avaliação médica, já que tanto a deficiência quanto o excesso podem trazer riscos.
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Tenho 51 anos, busco melhorar meu corpo via musculação, o que posso ingerir para crescer?
Tenho 51 anos, busco melhorar meu corpo via musculação, o que posso ingerir para crescer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para ganhar massa muscular aos 51 anos com musculação, o foco deve ser em proteínas de alta qualidade distribuídas ao longo do dia (25–30 g por refeição), combinadas com treino de resistência. Ovos, peixes, carnes magras, laticínios e leguminosas são aliados fundamentais, além de nutrientes como leucina, creatina e colágeno.
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Boa noite Por que alguns alimentos congelados têm o aviso de "não congelar novamente depois de desc
Boa noite
Por que alguns alimentos congelados têm o aviso de "não congelar novamente depois de descongelado"? Qual o problema de fazer isso?
Muito obrigado pelas respostas!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Este aviso nos alimentos congelados — “não congelar novamente depois de descongelado” — existe por dois motivos principais: segurança alimentar e qualidade do produto.
Segurança alimentar
Multiplicação de bactérias: ao descongelar, o alimento entra em uma faixa de temperatura (entre 5 °C e 60 °C) onde bactérias se multiplicam rapidamente.
Se você recongela, essas bactérias ficam “preservadas” e, ao descongelar de novo, podem atingir níveis perigosos, aumentando risco de intoxicação alimentar.
Isso é especialmente crítico em carnes, peixes, frutos do mar e pratos prontos.
Qualidade do alimento
Perda de textura: o processo de congelar e descongelar forma cristais de gelo que rompem fibras e células. Recongelar aumenta esse dano, deixando o alimento mais “aguado” e sem firmeza.
Alteração de sabor: além da textura, o sabor pode ficar comprometido.
Valor nutricional: algumas vitaminas e nutrientes se degradam mais rápido após descongelamento.
Exceções possíveis
Se o alimento foi descongelado dentro da geladeira e cozido depois, aí sim pode ser congelado novamente (já que o cozimento elimina bactérias).
Exemplo: descongelar carne crua → cozinhar → congelar o prato pronto.
Em resumo: não se deve recongelar alimentos crus ou prontos que já foram descongelados, porque isso aumenta risco de contaminação e piora a qualidade.
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Boa noite, nutris! Poderiam me explicar, por favor, qual a diferença entre alimento "fonte de" e "
Boa noite, nutris!
Poderiam me explicar, por favor, qual a diferença entre alimento "fonte de" e "rico em"? Ou me indicar o texto da Anvisa que explica isso em detalhes?
Desde já agradeço pelas respostas.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre “fonte de” e “rico em” está na quantidade mínima de nutriente que o alimento fornece por porção: “fonte de” indica um nível significativo, mas básico; “rico em” (ou “alto teor”) indica o dobro dessa quantidade. A regulamentação está detalhada na RDC nº 54/2012 da Anvisa e na Instrução Normativa nº 75/2020.
Critérios da Anvisa
Segundo a RDC nº 54/2012 e a IN nº 75/2020:
Fonte de
Para sólidos: pelo menos 15% do Valor Diário de Referência (VDR) por 100 g.
Para líquidos: pelo menos 7,5% do VDR por 100 mL.
Exemplo: um alimento com 3 g de fibras em 100 g pode declarar “Fonte de fibras”.
Rico em / Alto teor
Para sólidos: pelo menos 30% do VDR por 100 g.
Para líquidos: pelo menos 15% do VDR por 100 mL.
Exemplo: um alimento com 6 g de fibras em 100 g pode declarar “Rico em fibras”.
Observações importantes
Essas alegações são voluntárias: o fabricante só usa se quiser destacar o nutriente.
Devem ser calculadas no produto pronto para consumo, conforme instruções de preparo.
Não basta olhar o rótulo: é preciso considerar a porção real ingerida. Um alimento “rico em proteína” em porção pequena pode contribuir menos que um “fonte de” em porção maior.
A Anvisa exige que essas alegações sejam claras e não induzam o consumidor ao erro.
Referências oficiais
Resolução RDC nº 54/2012 – dispõe sobre Informação Nutricional Complementar.
Instrução Normativa nº 75/2020 – detalha os termos permitidos e critérios de composição.
RDC nº 429/2020 – atualiza regras de rotulagem nutricional.
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Tem algum problema tomar medicamentos e depois tomar creatina?
Tem algum problema tomar medicamentos e depois tomar creatina?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não há uma regra única, porque a segurança de combinar medicamentos com creatina depende do tipo de medicamento que você usa e da sua condição de saúde.
Pontos importantes:
Função renal: tanto medicamentos quanto creatina podem ser metabolizados ou filtrados pelos rins. Se houver histórico de insuficiência renal ou uso de remédios que afetam os rins, a combinação pode ser arriscada.
Interações possíveis: alguns medicamentos (como diuréticos, anti-inflamatórios ou antibióticos específicos) podem aumentar a carga renal, e somar creatina pode potencializar esse efeito.
Timing: não há problema em tomar creatina em horários diferentes dos medicamentos, mas o essencial é avaliar se existe interação farmacológica.
O que costuma ser seguro?
Em pessoas saudáveis, sem doenças renais ou hepáticas, a creatina é considerada um suplemento seguro e bem estudado.
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Meu filho é autista,5 anos...não consigo dar medicação...preciso dar remédio p vermes,tenho o anita,
Meu filho é autista,5 anos...não consigo dar medicação...preciso dar remédio p vermes,tenho o anita,mas ele não toma nada doce...preciso de ajuda de como conseguir dar essa medicação para ele,aceito sugestões,ideias serão bem vindas
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — dar medicação para uma criança autista pode ser um grande desafio. Antes de qualquer coisa, é importante reforçar: sempre siga a orientação do pediatra ou médico que prescreveu o medicamento. Se houver dificuldade em administrar, vale conversar com o profissional para ajustar a forma de uso ou buscar alternativas seguras.
Estratégias práticas que costumam ajudar
Misturar em alimentos permitidos: se o medicamento puder ser triturado ou diluído (confirme com o médico ou farmacêutico), misture em comidas que ele aceite bem, como purês salgados, sopas ou sucos naturais sem açúcar.
Uso de seringa dosadora: muitas vezes funciona melhor que colher, porque permite colocar o líquido direto na lateral da boca, reduzindo rejeição.
Associação com rotina: crianças autistas respondem bem a previsibilidade. Transformar o momento do remédio em parte de uma rotina estruturada pode reduzir resistência.
Reforço positivo: após tomar, oferecer algo que ele goste (um brinquedo, elogio, tempo em atividade favorita).
Farmácia de manipulação: algumas conseguem preparar o mesmo princípio ativo em cápsulas, sachês ou formas neutras/salgadas, facilitando a aceitação.
Pontos de atenção
Nunca esconda o remédio sem orientação médica: alguns não podem ser triturados ou misturados, pois isso altera a eficácia.
Converse com o pediatra: explique a dificuldade; muitas vezes há alternativas de apresentação (gotas, comprimidos mastigáveis, sachês).
Segurança em primeiro lugar: se a criança recusar de forma persistente, não force — pode gerar aversão ou risco de engasgo.
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Glúten e ansiedade, qual a relação?, iniciei consumo de cevada (com orientação da nutricionista), ma
Glúten e ansiedade, qual a relação?, iniciei consumo de cevada (com orientação da nutricionista), mas tenho sentido flutuações. Agradeço
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Glúten pode estar relacionado a ansiedade em pessoas com doença celíaca ou sensibilidade não celíaca ao glúten, por meio da chamada “eixo intestino-cérebro”. Em quem não tem essas condições, a evidência científica não mostra benefício claro em retirar o glúten para controlar sintomas emocionais.
Como o glúten pode impactar a ansiedade
Doença celíaca
O consumo de glúten provoca inflamação intestinal, má absorção de nutrientes (como ferro, folato e vitamina B12) e alterações na microbiota.
Isso pode afetar neurotransmissores como a serotonina, aumentando risco de ansiedade e depressão.
Estudos mostram que até 30% dos celíacos não tratados apresentam sintomas ansiosos.
Sensibilidade não celíaca ao glúten
Pessoas sem doença celíaca, mas sensíveis ao glúten, também relatam sintomas como fadiga, dor de cabeça e ansiedade.
Em alguns estudos, seguir dieta sem glúten reduziu ansiedade em parte dos participantes, mas os resultados são inconsistentes.
Eixo intestino-cérebro
O intestino produz cerca de 90% da serotonina do corpo.
Inflamação intestinal ou disbiose causada pelo glúten em pessoas sensíveis pode alterar esse equilíbrio, afetando humor e estabilidade emocional.
Pontos importantes para você
Como você iniciou consumo de cevada (rica em glúten), é possível que esteja percebendo flutuações emocionais se tiver alguma sensibilidade.
Nem toda ansiedade está ligada ao glúten: fatores como estresse, sono, genética e ambiente também influenciam.
Se os sintomas forem persistentes ou intensos, é fundamental conversar com um médico ou nutricionista para avaliar se há necessidade de testes para doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.
Não suspenda alimentos por conta própria sem orientação profissional, pois isso pode levar a deficiências nutricionais.
Perguntas frequentes
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Quem é vegetariano pode consumir alimentos que contém lactobacilos?
O tipo Ovolactovegetariano não come carne, mas consome leite, ovos e derivados.…