Perguntas do paciente (146)

  • Sou completamente apaixonado pela minha psi bem antes de iniciar a terapia com ela. Já trocamos olha

    Sou completamente apaixonado pela minha psi bem antes de iniciar a terapia com ela. Já trocamos olhares e até ficamos desconcertados perto um do outro algumas vezes antes da terapia. Chamei ela pra ser minha psicóloga pra eu não deixar de ver ela e já estava a procura de uma mesmo e chamei ela. Já chorei várias vezes por não saber o que fazer. Já tem 2 anos e o sentimento não mudou e sofro por não saber o que fazer. Seria necessário eu falar com ela sobre isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Sentimentos intensos pelo terapeuta não são incomuns e fazem parte do que chamamos de transferência. Isso não significa que algo “errado” esteja acontecendo, mas indica que conteúdos importantes estão sendo mobilizados na relação terapêutica.

    No entanto, iniciar ou manter uma terapia motivado por um interesse amoroso prévio compromete o processo. Além disso, qualquer envolvimento afetivo ou romântico entre terapeuta e paciente é eticamente inadequado e pode gerar ainda mais sofrimento.

    Falar sobre esses sentimentos é importante, mas talvez não com a expectativa de correspondência. Em muitos casos, a melhor decisão é levar esse tema para outro espaço terapêutico, onde ele possa ser elaborado com mais segurança. Um acompanhamento psicanalítico pode ajudar muito a compreender o que esse amor representa. Estou disponível para essa escuta.


  • Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao? Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempr

    Que tipo de profissional devo procurar, e se tem soluçao?

    Creio que tenho uma Bipolaridade, Sempre acho que tou curado e minha vida torna se andar em um circulo quase que igual.. Acredito que posso conquistar o mundo em um dia, e no dia seguinte me sinto como se nao fosse ninguem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    A sensação de viver em ciclos de euforia e desânimo pode estar relacionada a diferentes quadros, incluindo o transtorno afetivo bipolar, mas também a outras formas de sofrimento psíquico. O diagnóstico deve ser feito por um psiquiatra, a partir de uma avaliação clínica cuidadosa e ao longo do tempo.

    Independentemente do diagnóstico, o sofrimento que você descreve é real e merece atenção. A psicoterapia oferece um espaço para compreender esses movimentos repetitivos, identificar gatilhos e construir maior estabilidade emocional.

    Há tratamento e há possibilidade de mudança, desde que o cuidado não se limite apenas ao controle dos sintomas. Um acompanhamento terapêutico pode ser um passo importante para sair desse ciclo e construir uma relação mais estável consigo mesmo. Estou disponível para essa escuta.


  • Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ain

    Olá quais são as dicas para controlar a ansiedade aumentei a dose do remédio mais não fez efeito ainda, sinto muito ansiosa, tenho síndrome do pânico tbm, sinto uma onda de calor e tontura, uma sensação ruim tenho medo de desmaiar e entro em pânico minha ansiedade e muito forte meus pensamentos e sempre negativos de que vou passar mal e isso nunca vai passar, sinto que a técnica da respiração não funciona muito comigo, já me senti assim a 4 anos atrás mas agora a ansiedade voltou denovo fico muito triste por isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Quando a ansiedade persiste mesmo após o aumento da medicação, isso pode ser extremamente angustiante. Sensações como ondas de calor, tontura, medo de desmaiar e pensamentos catastróficos são comuns em quadros de ansiedade intensa e síndrome do pânico, mas isso não significa que você esteja em perigo real.

    É fundamental manter o acompanhamento médico para avaliar a medicação, mas também é importante reconhecer que o remédio, sozinho, nem sempre dá conta do sofrimento. Técnicas como respiração nem sempre funcionam para todos, o que pode gerar ainda mais frustração.

    A psicoterapia oferece um espaço para compreender o que sustenta essa ansiedade, trabalhar o medo do próprio sintoma e reduzir o ciclo de antecipação e pânico. Um acompanhamento terapêutico pode ajudar a atravessar esse momento com mais segurança. Estou disponível para essa escuta.


  • Como identificar relacionamento abusivo ?

    Como identificar relacionamento abusivo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Um relacionamento abusivo não se define apenas por agressões físicas. Ele pode se manifestar de forma emocional, psicológica, sexual ou simbólica. Alguns sinais comuns incluem controle excessivo, desqualificação constante, manipulação, ciúmes extremos, isolamento de amigos e familiares, inversão de culpa e medo de desagradar o outro.

    Muitas vezes, o abuso não aparece de forma explícita no início. Ele se instala gradualmente, fazendo com que a pessoa duvide de si, minimize o sofrimento e normalize situações que geram dor. A dificuldade em sair desse tipo de relação costuma estar ligada a vínculos afetivos profundos e a repetições inconscientes.

    A psicoterapia ajuda a reconhecer esses padrões, fortalecer a percepção de limites e reconstruir a autoestima. Um espaço de escuta pode ser fundamental para compreender o que está sendo vivido e pensar saídas possíveis. Estou disponível para essa escuta.


  • O que significa o esquecimento para a psicanálise?

    O que significa o esquecimento para a psicanálise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Para a psicanálise, o esquecimento não é simples falha da memória. Muitas vezes, ele indica que algo foi recalcado porque gera conflito, angústia ou dor. Aquilo que não pôde ser simbolizado tende a retornar de outras formas, como lapsos, sonhos, sintomas ou repetições.

    Esquecer não é apagar. É uma maneira do psiquismo lidar com o que ainda não encontrou palavras. O trabalho analítico permite que esses conteúdos retornem de forma elaborável, sem forçar lembranças nem impor sentidos.

    A psicoterapia oferece um espaço para compreender o que o esquecimento está tentando proteger ou esconder. Estou disponível para essa escuta.


  • Gostaria de saber se a abordagem de um psicanalista é diferente de um psicólogo ?

    Gostaria de saber se a abordagem de um psicanalista é diferente de um psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Sim, pode ser diferente. O psicólogo é formado em Psicologia e pode atuar em diversas abordagens. O psicanalista se orienta especificamente pela psicanálise, privilegiando a fala livre, as repetições e o inconsciente, sem protocolos fechados.

    Nem todo psicólogo é psicanalista e nem todo psicanalista é psicólogo. A diferença principal está na direção do trabalho e na forma de escutar o sofrimento.

    Mais do que o rótulo, importa o vínculo e o método que fazem sentido para você. Uma primeira conversa pode ajudar a decidir. Fico à disposição.


  • Qual a diferença entre o psicólogo e o psicanalista?

    Qual a diferença entre o psicólogo e o psicanalista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    O psicólogo é um profissional formado em Psicologia, com registro no conselho da categoria, e pode atuar em diferentes abordagens terapêuticas. Já o psicanalista é alguém que se forma especificamente na prática da psicanálise, o que envolve estudo teórico contínuo, supervisão clínica e, sobretudo, o próprio processo de análise pessoal.

    Nem todo psicólogo é psicanalista, e nem todo psicanalista é psicólogo. A diferença central não está apenas no diploma, mas no modo de trabalho. A psicanálise se baseia na escuta da fala, das repetições e do inconsciente, sem protocolos fechados ou respostas prontas.

    Mais importante do que o título é a forma de condução do trabalho e o vínculo estabelecido. A psicoterapia psicanalítica oferece um espaço de elaboração profunda do sofrimento. Estou disponível para esclarecer essas diferenças em uma primeira conversa, se fizer sentido.


  • O que distingue a "antiga psicanálise" da psicanálise contemporânea? Seria a psicanálise lacaniana a

    O que distingue a "antiga psicanálise" da psicanálise contemporânea? Seria a psicanálise lacaniana a mais adequada atualmente para tratar diversos transtornos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    A psicanálise clássica tinha uma escuta mais centrada na reconstrução da história infantil e em interpretações mais diretas. A psicanálise contemporânea, por sua vez, ampliou seu campo de atuação, lidando melhor com os sintomas atuais, como ansiedade, vazio, adições, crises de identidade e sofrimento ligado ao trabalho e às relações.

    A psicanálise lacaniana trouxe contribuições importantes ao enfatizar a linguagem, o desejo e a singularidade do sujeito, evitando tratamentos padronizados. Isso não significa que exista uma “melhor” psicanálise, mas abordagens mais afinadas com o sofrimento contemporâneo.

    O mais relevante é encontrar um analista com quem seja possível falar livremente e sustentar um processo. Estou disponível para conversar sobre isso em uma primeira consulta, se desejar.


  • Eu falo mas tenho dificuldade pra conversar que devo fazer?

    Eu falo mas tenho dificuldade pra conversar que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Dificuldade de sustentar conversas pode estar ligada à ansiedade social, insegurança, medo de julgamento ou experiências anteriores de desqualificação.

    Não se trata apenas de “treinar conversa”, mas de compreender o que trava no encontro com o outro. Forçar-se costuma aumentar a ansiedade.

    A psicoterapia pode ajudar a trabalhar esses bloqueios e construir mais espontaneidade nos vínculos. Fico à disposição.


  • Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?

    Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    O relacionamento aberto costuma se referir a um vínculo principal no qual o casal permite envolvimentos sexuais com outras pessoas, mantendo uma hierarquia afetiva clara. Já a não-monogamia engloba diferentes modelos de relação, nos quais pode não haver essa hierarquia fixa entre parceiros.

    Mais importante do que os termos é compreender como cada pessoa vive esses acordos. Muitas dificuldades surgem não pelo modelo escolhido, mas pela falta de elaboração dos desejos, ciúmes, inseguranças e expectativas envolvidas.

    A psicoterapia pode ajudar a compreender o que está sendo buscado em determinado tipo de relação e se esse modelo está alinhado com o desejo de cada um. Um espaço de escuta permite evitar repetições dolorosas e conflitos desnecessários. Fico à disposição para conversar sobre isso.


  • Olá, Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entan

    Olá,

    Estou casado há 24 anos e, no geral, temos um excelente relacionamento, sem brigas. No entanto, tenho algumas questões que gostaria de entender melhor, especialmente no que diz respeito ao comportamento da minha esposa.

    No aspecto sexual, ela não tem muita vontade de transar com frequência e, quando o faz, prefere que seja no escuro. Além disso, ela não é muito fã de beijos prolongados. Por outro lado, ela gosta de se arrumar, cuidar do corpo e se vestir bem. Quando saímos para lugares públicos, percebo que ela frequentemente troca olhares com outros homens, independentemente de sua aparência. Ela se vira e fica olhando, como se estivesse buscando essa interação visual. Já conversei com ela sobre isso e ela afirmou não perceber que faz isso, e diz que, se um homem achar que tem chance, a malícia está na cabeça dele, não na dela.

    No entanto, essa situação me deixa desconfortável, pois sinto que ela está procurando e desejando a atenção de outros homens. Quando isso acontece, ela tende a se afastar, não me dá a mão e evita demonstrar afeto em público, como se estivesse "encantada" ou absorta na troca de olhares.

    Gostaria de entender se isso pode estar relacionado a algum transtorno ou se é um comportamento comum. Será que ela tem alguma insegurança ou uma necessidade de se sentir desejada? Como lidar com isso de maneira saudável para ambos?

    Agradeço pela sua ajuda!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    O que você descreve não permite afirmar a presença de um transtorno. Comportamentos como busca de olhares, cuidado com a aparência e ambivalência no contato íntimo podem estar ligados a inseguranças, necessidade de validação, conflitos com o desejo ou dificuldades na intimidade emocional.

    Mais do que rotular, é importante compreender o impacto disso em você e na relação. Seu desconforto é legítimo e merece espaço de elaboração.

    A terapia individual ou de casal pode ajudar a nomear esses movimentos e construir um diálogo mais claro. Estou disponível para essa escuta.


  • Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?

    Desejaria saber como consigo controlar a minha ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Controlar a ansiedade não significa eliminá-la completamente, mas aprender a lidar com ela. Estratégias pontuais ajudam, mas quando a ansiedade é intensa ou persistente, é importante compreender o que a sustenta.

    Muitas vezes, a tentativa de “controlar” aumenta o problema. A psicoterapia oferece um espaço para entender a função da ansiedade, reduzir o medo do sintoma e construir maior estabilidade emocional.

    Se a ansiedade está causando sofrimento, buscar ajuda é um passo importante. Fico à disposição.


  • Como os problemas familiares afetam a saúde mental?

    Como os problemas familiares afetam a saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Os problemas familiares têm impacto direto na saúde mental, pois a família é, para muitos, o primeiro espaço de vínculo, reconhecimento e pertencimento. Conflitos constantes, críticas excessivas, negligência emocional ou falta de diálogo podem gerar ansiedade, depressão, baixa autoestima e sensação de desamparo.

    Muitas vezes, o sofrimento atual está ligado a padrões relacionais antigos que se repetem sem serem questionados. Isso pode afetar não apenas o humor, mas também a forma como a pessoa se relaciona no trabalho, nos relacionamentos afetivos e consigo mesma.

    A psicoterapia oferece um espaço para compreender essas dinâmicas, elaborar feridas emocionais e construir formas mais saudáveis de se posicionar diante da família. Fico à disposição para acompanhar esse processo.


  • É verdade que qualquer pessoa pode sofrer de doença mental?

    É verdade que qualquer pessoa pode sofrer de doença mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Sim. Qualquer pessoa pode vivenciar sofrimento psíquico ou desenvolver um transtorno mental ao longo da vida. Saúde mental não é algo fixo ou garantido; ela é atravessada por fatores biológicos, emocionais, relacionais e sociais. Perdas, lutos, mudanças bruscas, estresse crônico, conflitos afetivos e exigências excessivas podem desencadear sofrimento em qualquer indivíduo.

    Isso não significa fragilidade pessoal. Ao contrário, reconhecer o sofrimento e buscar ajuda é um movimento de cuidado. Quanto antes o mal-estar é escutado e elaborado, menores tendem a ser seus impactos.

    A psicoterapia oferece um espaço para compreender o que está acontecendo e construir formas mais saudáveis de lidar com as dificuldades. Estou disponível para essa escuta.


  • Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?

    Minha família não acredita no meu sofrimento emocional, o que eu faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Quando a família não reconhece o sofrimento emocional, a dor costuma ser dupla. Além de lidar com a angústia interna, a pessoa se sente invalidada, sozinha e, muitas vezes, culpada por sentir o que sente. Isso é mais comum do que parece e não significa que o sofrimento não seja real.

    Nem sempre a família consegue escutar, seja por medo, desconhecimento ou dificuldade em lidar com fragilidades. Tentar convencer à força costuma gerar ainda mais conflito e frustração.

    A psicoterapia oferece um espaço onde esse sofrimento é legitimado e pode ser elaborado, independentemente do reconhecimento familiar. Com o tempo, o trabalho terapêutico também pode ajudar a construir limites e novas formas de se posicionar diante da família. Estou disponível para essa escuta.


  • Quais atividades eu posso fazer para melhorar a minha saúde mental?

    Quais atividades eu posso fazer para melhorar a minha saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Atividades físicas regulares, sono adequado, alimentação equilibrada e momentos de lazer contribuem para a saúde mental. Práticas como caminhadas, exercícios respiratórios, escrita, contato com a natureza e redução do uso excessivo de telas também podem ajudar.

    No entanto, nenhuma atividade substitui a escuta do sofrimento psíquico. Quando a angústia persiste, repetir listas de hábitos saudáveis pode se tornar mais uma cobrança. Melhorar a saúde mental não é apenas fazer mais coisas, mas entender o que está sendo vivido.

    A psicoterapia oferece um espaço para essa compreensão, ajudando a transformar sintomas em elaboração. Um acompanhamento terapêutico pode orientar, inclusive, quais atividades fazem sentido para cada pessoa. Fico à disposição para essa escuta.


  • Quando devo procurar um médico para tratar da saúde mental?

    Quando devo procurar um médico para tratar da saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    É indicado procurar um médico quando os sintomas emocionais começam a interferir de forma significativa na vida diária, como prejuízo no sono, no trabalho, nos estudos, nas relações ou quando há sofrimento intenso e persistente. Pensamentos de autoagressão ou desesperança também exigem atenção imediata.

    O médico psiquiatra avalia a necessidade de medicação e acompanhamento clínico. Ao mesmo tempo, a psicoterapia é fundamental para compreender o contexto do sofrimento e evitar que o cuidado se limite apenas ao controle de sintomas.

    Buscar ajuda não precisa esperar uma crise grave. Uma escuta terapêutica precoce pode evitar o agravamento do sofrimento e favorecer escolhas mais cuidadosas. Estou disponível para conversar e avaliar o melhor caminho em cada caso.


  • Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?

    Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    Entre os principais transtornos de ansiedade estão o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), Transtorno do Pânico, Fobias específicas, Ansiedade Social, Agorafobia e Transtorno de Estresse Pós-Traumático.

    Cada um tem características próprias, mas todos envolvem medo excessivo, antecipação e sofrimento significativo.

    A psicoterapia ajuda a diferenciar esses quadros e orientar o tratamento adequado. Fico à disposição.


  • Quem tem o transtorno afetivo bipolar pode ter demência?

    Quem tem o transtorno afetivo bipolar pode ter demência?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    O Transtorno Afetivo Bipolar não leva automaticamente ao desenvolvimento de demência. No entanto, episódios frequentes e graves, especialmente quando mal tratados, podem estar associados a prejuízos cognitivos ao longo do tempo, como dificuldades de memória, atenção e funções executivas.

    Essas alterações não significam necessariamente um quadro demencial, mas podem impactar a qualidade de vida. Fatores como uso prolongado de medicamentos, comorbidades clínicas, abuso de substâncias e estresse crônico também influenciam esse risco.

    Além do acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia tem um papel importante ao ajudar o paciente a compreender sua relação com a doença, com o tratamento e com os efeitos subjetivos desses prejuízos cognitivos. Um trabalho terapêutico contínuo pode contribuir para maior estabilidade e qualidade de vida. Fico disponível para conversar sobre isso.


  • Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    Já nascemos com o transtorno afetivo bipolar (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ramon Andrade

    O transtorno afetivo bipolar envolve uma combinação de fatores genéticos, biológicos e ambientais. Existe, sim, uma predisposição genética, mas isso não significa que a pessoa já nasça com o transtorno manifestado. Muitas vezes, os primeiros episódios surgem na adolescência ou na vida adulta, após situações de estresse ou mudanças importantes.

    A predisposição não determina o destino. A forma como a pessoa lida com suas emoções, relações, perdas e exigências da vida influencia diretamente o curso do sofrimento psíquico. Por isso, nem todos que têm histórico familiar desenvolvem o transtorno.

    A psicoterapia permite compreender essa predisposição, reconhecer sinais precoces e construir recursos psíquicos para lidar melhor com as oscilações emocionais. Um acompanhamento terapêutico pode ser fundamental tanto na prevenção quanto no manejo do transtorno. Fico à disposição para essa escuta.


Autor

Psicanalista

Perguntas frequentes

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