Perguntas do paciente (79)
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Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?
Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Vamos simplificar: a monogamia é um modelo de relacionamento onde duas pessoas estão comprometidas exclusivamente uma com a outra, sem abrir espaço para envolvimentos com outras pessoas. A não-monogamia, por outro lado, é um termo mais amplo que engloba diferentes formas de relacionamentos consensuais onde isso não acontece.
Por exemplo, um relacionamento aberto é uma forma de não-monogamia em que o casal permite que um ou ambos se envolvam com outras pessoas, mas continuam com o vínculo principal entre eles. Já outras formas de não-monogamia, como o poliamor, envolvem a possibilidade de múltiplos relacionamentos afetivos simultâneos, também de forma consensual e com diferentes dinâmicas.
Se você tem dúvidas ou vive alguma situação que parece confusa, a psicanálise pode ajudar a entender melhor os seus desejos, os significados por trás das escolhas e até as inseguranças que podem surgir em relações como essas. É um espaço para você refletir e se conhecer mais profundamente.
Até mais!
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Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum,
Comecei a namorar fazem 2 meses e já decidimos morar juntos. Temos muito objetivos de vida em comum, gostamos das mesmas coisas, somos atenciosos e carinhosos um com o outro.
Porém esses 2 meses foram marcados por muitas brigas. Acredito que eu tenha me esforçado tanto pra conquistar ela, que agora que estamos juntos, não consegui manter o nível de intensidade em atitudes e gestos para surpreender. Gosto muito dela, só não consigo entender pq não consigo demonstrar tanto todos os dias.
No dia a dia nossa convivência é muito boa, mas sinto que falho nos pequenos gestos. Por não deixar um bilhete, uma flor inesperada, coisas assim que ela gosta, e então vem as cobranças! Pq eu não preparei algo enquanto ela saiu de casa, pq eu saí e não trouxe qualquer coisa que mostrasse que lembrei dela. Etc…
Parece que tudo que faço durante o dia, os carinhos, beijos, cuidado com ela, isso nada tem relevância. É isso parece que me afasta por ser cobrado e não conseguir fazer espontaneamente. Quando faço fica parecendo que só fiz pq fui cobrado.
Isso me deixa em dúvida sobre a relação, começar um relacionamento com um clima tão pesado, é bem difícil.
Como entender pq não consigo dar o que ela me pede?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Começar um relacionamento e já decidir morar junto é algo que pode intensificar as dinâmicas do casal, tanto nas partes boas quanto nos desafios. As brigas frequentes podem ser reflexo de diferenças na forma de lidar com o dia a dia, expectativas ou até questões emocionais que cada um traz consigo.
Na psicanálise, exploramos como essas dificuldades podem estar relacionadas não apenas à relação atual, mas também a experiências passadas que influenciam a forma como nos conectamos com os outros. Entender esses padrões pode ajudar a construir um relacionamento mais saudável e a lidar com os conflitos de forma mais produtiva.
Se essas brigas estão afetando vocês, buscar apoio profissional, seja individual ou como casal, pode ajudar a encontrar caminhos para melhorar a convivência e fortalecer a relação.
Espero ter ajudado! Até mais!
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O que fazer no momento de uma crise de Ansiedade Patológica?
O que fazer no momento de uma crise de Ansiedade Patológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Lidar com uma crise de ansiedade pode ser desafiador, mas existem estratégias que podem ajudar a aliviar os sintomas no momento em que eles acontecem. Um dos recursos mais eficazes é a respiração controlada. Experimente inspirar pelo nariz contando até quatro, segure o ar por alguns segundos e expire lentamente pela boca, contando até oito. Isso ajuda a acalmar o sistema nervoso e a reduzir a sensação de sufocamento.
No entanto, é importante lembrar que uma crise de ansiedade não surge do nada: ela é frequentemente um sinal de que algo está acontecendo no nível emocional ou psicológico. Na psicanálise, trabalhamos para compreender o que está na base dessas crises, ajudando você a identificar os gatilhos e lidar de forma mais saudável com suas emoções.
Se as crises forem recorrentes, é fundamental buscar ajuda profissional para que você não enfrente isso sozinho.
Espero ter ajudado!
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O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?
O que leva uma pessoa a desenvolver o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é resultado de uma combinação de fatores que podem incluir predisposição genética, experiências traumáticas, ambiente de alta pressão e até hábitos de pensamento que aumentam as preocupações. Não há uma única causa, mas é comum que pessoas com TAG sintam dificuldades para relaxar ou confiar que as coisas vão dar certo.
Na psicanálise, buscamos compreender o que está por trás desse constante estado de alerta. Muitas vezes, o TAG está relacionado a padrões inconscientes construídos ao longo da vida, que levam a uma sensação de insegurança ou medo diante do futuro.
Reconhecer e tratar essas questões pode ser transformador. Se você sente que está sempre preocupado ou sobrecarregado, buscar ajuda pode ser um passo importante.
Espero que essa explicação tenha ajudado!
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Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
Existe relação do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) com depressão?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É comum que o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e a depressão estejam interligados. Muitas vezes, quem sofre com TAG vive em constante estado de alerta e preocupação, o que pode levar a um esgotamento emocional e abrir espaço para sintomas depressivos, como desânimo e falta de energia. Da mesma forma, a depressão pode intensificar a ansiedade, criando um ciclo difícil de romper.
Na psicanálise, exploramos como essas condições estão ligadas à história de cada pessoa e às maneiras como ela lida com seus desafios internos. Em muitos casos, essas dificuldades têm raízes profundas que podem ser compreendidas e transformadas ao longo do tratamento.
Se você está enfrentando sintomas de ansiedade e depressão, não hesite em buscar apoio. É possível encontrar formas mais leves e saudáveis de lidar com essas questões.
Até mais!
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É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?
É verdade que a ansiedade patológica causa problemas no sono?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é verdade. A ansiedade pode interferir no sono de várias maneiras, como dificultar o momento de pegar no sono ou fazer com que o sono seja superficial e pouco reparador. Isso ocorre porque a mente ansiosa tende a ficar "ligada", dificultando o relaxamento necessário para descansar.
Na psicanálise, investigamos como a ansiedade pode estar conectada a conflitos internos ou situações não resolvidas que se manifestam no corpo, como no caso do sono. Ao compreender essas ligações, é possível não apenas aliviar os sintomas, mas também melhorar a qualidade do descanso.
Se o sono está sendo afetado de forma constante, buscar ajuda profissional pode fazer toda a diferença.
Espero ter esclarecido!
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Quando a ansiedade patológica se torna um problema?
Quando a ansiedade patológica se torna um problema?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A ansiedade faz parte da nossa vida e, em muitos casos, pode até ser útil, ajudando-nos a enfrentar situações desafiadoras. No entanto, ela se torna um problema quando é constante e intensa, dificultando as tarefas do dia a dia, como trabalho, estudo ou convivência social.
Na psicanálise, buscamos compreender o que está por trás dessa ansiedade excessiva. Muitas vezes, ela é um sinal de algo mais profundo que precisa ser escutado e acolhido. O tratamento oferece um espaço para entender as raízes desse sentimento e encontrar formas mais saudáveis de lidar com ele.
Se você sente que a ansiedade está atrapalhando sua vida, buscar ajuda profissional pode ser o primeiro passo para mudanças positivas.
Até mais!
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Gostaria de saber se existem diferenças entre a Síndrome de asperger e o autismo?
Gostaria de saber se existem diferenças entre a Síndrome de asperger e o autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Síndrome de Asperger e o autismo são ambos considerados transtornos do espectro autista (TEA), mas existem algumas diferenças importantes entre eles.
1. Desenvolvimento da Linguagem: Indivíduos com Síndrome de Asperger geralmente apresentam um desenvolvimento da linguagem dentro do esperado. Eles podem ter vocabulário avançado e habilidades de comunicação, embora possam enfrentar dificuldades em entender nuances sociais ou manter conversas. Em contraste, algumas crianças com autismo podem ter atrasos significativos na linguagem ou não desenvolver a fala.
2. Habilidades Cognitivas: A Síndrome de Asperger é frequentemente associada a inteligência média ou acima da média. Muitas pessoas com Asperger têm habilidades cognitivas intactas e podem ser bastante talentosas em áreas específicas, como matemática, ciência ou arte. No autismo, especialmente em casos mais severos, pode haver uma gama mais ampla de habilidades cognitivas, incluindo deficiências intelectuais.
3. Comportamentos e Interesses: Embora tanto indivíduos com Asperger quanto com autismo possam apresentar comportamentos repetitivos ou interesses restritos, aqueles com Asperger tendem a manifestar esses interesses de forma mais intensa e específica, frequentemente se especializando em tópicos de interesse. Indivíduos com autismo podem ter uma variedade mais ampla de comportamentos repetitivos.
4. Interação Social: Pessoas com Asperger podem querer interagir socialmente, mas têm dificuldades em compreender as normas sociais, enquanto aqueles com autismo podem ter menos interesse em interações sociais em geral.
É importante lembrar que o espectro é amplo, e cada indivíduo é único, com suas próprias características e desafios. A compreensão dessas diferenças pode ajudar na abordagem terapêutica e no suporte oferecido a cada pessoa.
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Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que m
Olá, eu percebi uma coisa, eu sinto muitas empatia, o problema é que tenho empatia por pessoas que me fizeram mal ou já me assediaram. E eu fico me sentindo mal por elas e por mim e ao mesmo tempo que tenho nojo delas eu tenho empatia. E isso tá me deixando mal, pq eu não deveria sentir pena por pessoas que me feriram a nível emocional ou físico. E eu estou frustrada, eu não consigo brigar ou falar mal de quem me magoou ou me assediou pq eu fico com pena da pessoa, mesmo que eu tenha sido a vítima. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sentir empatia por quem te feriu, como no caso de um assédio, pode ser muito confuso e angustiante. Essa empatia pode, em alguns casos, funcionar como uma forma de proteger o outro, especialmente se ele for alguém próximo, mas também pode ser uma maneira inconsciente de evitar lidar com sentimentos intensos, como raiva, mágoa ou culpa.
Na psicanálise, exploramos como essas emoções estão conectadas às experiências de vida e aos vínculos que você estabeleceu ao longo do tempo. Às vezes, proteger quem nos machucou é uma maneira de proteger a nós mesmos, evitando enfrentar os conflitos internos e externos que surgem ao lidar com o que aconteceu. Esse processo pode ser doloroso, mas compreendê-lo pode abrir caminhos para se libertar dessas amarras emocionais e cuidar melhor de si mesma.
Se essa situação tem causado sofrimento, buscar um espaço terapêutico pode ser um passo importante para compreender o que está por trás dessa empatia e trabalhar os sentimentos envolvidos.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , ma
Olá! E quando a mãe tem o filho como “marido/homem” mas sem desejo real em ter relações sexuais , mas todos os movimentos de enxerga-lo como homem dela e não filho? Também é complexo de Édipo, ou tem outro nome?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa dinâmica pode estar relacionada ao Complexo de Édipo, mas é importante lembrar que cada caso deve ser analisado em seu contexto único. O Complexo de Édipo, na psicanálise, refere-se a um conjunto de desejos, identificações e conflitos inconscientes na relação com os pais. Quando a relação mãe-filho assume características diferentes das esperadas, como enxergá-lo como um parceiro em vez de filho, isso pode apontar para questões emocionais e inconscientes que precisam ser compreendidas.
Na psicanálise, buscamos entender essas configurações singulares, explorando o que elas representam para cada pessoa e como podem influenciar outras áreas da vida. Essa escuta cuidadosa ajuda a trazer novas perspectivas e a lidar com os desafios que surgem.
Se você percebe algo similar na sua experiência ou busca entender melhor essas dinâmicas, um acompanhamento profissional pode ajudar muito.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Entrei na fase idosa e tenho tido muita dificuldade de relacionar com minha mãe que é 23 anos mais q
Entrei na fase idosa e tenho tido muita dificuldade de relacionar com minha mãe que é 23 anos mais que eu,como resolver essa questão sem essa culpa terrível?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Relacionar-se com a mãe, especialmente em fases mais avançadas da vida, pode trazer à tona dinâmicas emocionais complexas, que envolvem tanto amor quanto conflitos e, muitas vezes, culpa. Esses sentimentos são comuns, especialmente quando há dificuldades de comunicação ou expectativas diferentes sobre o relacionamento.
Na psicanálise, exploramos como esses vínculos foram construídos ao longo da vida e o que eles significam para você hoje. Muitas vezes, a culpa pode estar relacionada a um desejo de corresponder a expectativas que, talvez, não reflitam o que você realmente sente ou precisa. Entender essas emoções pode ajudar a encontrar um equilíbrio mais saudável e aliviar o peso que você carrega.
Se essa situação tem sido um desafio constante, buscar ajuda profissional pode ser um caminho para trabalhar esses sentimentos e construir um relacionamento mais leve e verdadeiro.
Espero ter ajudado! Até mais!
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minha mãe gostar de me controlar o tempo todo. As vezes me sinto um criança ou
minha mãe gostar de me controlar o tempo todo. As vezes me sinto um criança ou como se eu não fosse uma pessoa normal. Estou sempre seguindo as ordens dela, mas quando falo “não” ou reclamo da situação, sou chata ou reclamona demais. Não sou de pedir favores, tento sempre resolver tudo sozinha mas fico irritada por ela me mandar fazer tantas coisas. Como fazer para não me sentir tão sufocada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sentir-se controlado em excesso por alguém, especialmente por uma figura tão próxima como a mãe, pode gerar um grande impacto emocional. Essa dinâmica muitas vezes está ligada a padrões de relacionamento que se formam ao longo da vida e que podem ser difíceis de mudar sem apoio.
Na psicanálise, exploramos como essas relações influenciam a forma como nos vemos e como nos posicionamos no mundo. Entender por que você se sente preso a essas ordens e reclamações pode ajudá-lo a encontrar formas mais saudáveis de se relacionar, equilibrando o respeito pelos outros com o cuidado de si mesmo.
Se você sente que essa situação está afetando sua vida e bem-estar, buscar ajuda profissional pode ser um caminho para construir novas formas de lidar com essas questões.
Espero ter ajudado! Até mais!
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É normal da pessoa sentir que ela está vivendo em um sonho?
É normal da pessoa sentir que ela está vivendo em um sonho?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Essa sensação de "estar vivendo em um sonho" é conhecida como despersonalização, um sintoma que pode surgir em momentos de estresse, ansiedade ou exaustão. É como se você se sentisse desconectado da realidade ou de si mesmo, o que pode ser muito incômodo.
Na psicanálise, entendemos que essa sensação pode ser uma forma de o inconsciente lidar com emoções ou situações difíceis de enfrentar. Explorar o que está por trás dessa experiência pode ajudar a compreendê-la e a aliviar o desconforto.
Se isso está acontecendo com frequência, é importante buscar apoio profissional para investigar e cuidar dessas questões.
Espero que tenha esclarecido!
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Eu sinto vontade de esfaquear alguma pessoa do sexo masculino (sou mulher tenho 26 anos) não tem nin
Eu sinto vontade de esfaquear alguma pessoa do sexo masculino (sou mulher tenho 26 anos) não tem ninguém em específico.(a pesar de que quando sinto raiva de alguém, o foco vira ela.) Me imagino fazendo isso e olhando dentro dos olhos dela. (Não que eu vá fazer.) Mas eu posso ser uma sociopata? , ou será que de vez enquanto todo mundo pensa nisso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pensamentos como esses podem parecer assustadores, mas é importante entender que eles não necessariamente indicam um desejo real de agir dessa forma. Muitas vezes, pensamentos intensos ou até agressivos surgem como uma expressão de emoções reprimidas, como raiva ou frustração, que podem estar relacionadas a situações do dia a dia.
Na psicanálise, esses pensamentos são vistos como manifestações do inconsciente, que pode trazer à tona conteúdos difíceis de lidar diretamente. Explorar essas emoções em um espaço de escuta e acolhimento pode ajudar a entender de onde vêm esses impulsos e o que eles representam na sua história.
Se esses pensamentos te preocupam ou causam sofrimento, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para trazer mais clareza e alívio.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Qual a diferença de psicoterapia comportamental e fenomenológica existencial?
Qual a diferença de psicoterapia comportamental e fenomenológica existencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagine a seguinte situação: você tem medo de falar em público e quer superar isso.
Como as duas abordagens diferentes tratariam esse mesmo cenário?
Na psicoterapia comportamental, o foco estaria em entender o que desencadeia seu medo e como ele se manifestaria. Você poderia ser orientado a falar em público em um ambiente controlado. E, sempre que você o fizesse com sucesso, receberia um reforço positivo, como aplausos ou elogios.
Isso é o que chamamos de “condicionamento operante”: estamos reforçando o comportamento que queremos ver mais. A ideia aqui é condicionar sua mente a associar falar em público com experiências positivas.
Já na abordagem fenomenológica existencial, o foco seria mais profundo. O terapeuta poderia te fazer perguntas como: "O que o ato de falar em público significa para você?".
É um espaço para você refletir sobre questões como liberdade, responsabilidade e até mesmo o sentido da vida. Talvez seu medo não seja apenas um "medo", mas uma manifestação de preocupações mais amplas sobre como você se vê no mundo.
Resumindo, enquanto a abordagem comportamental é mais "mão na massa" e focada em mudar comportamentos específicos através de técnicas práticas, a fenomenológica existencial busca explorar as camadas mais profundas do seu ser.
Nada melhor do que a experiência vivida para sentir com qual linha se identifica mais. Então, minha sugestão é que experimente fazer pelo menos uma sessão com alguém que atenda nessas abordagens.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?
Existe relação abusiva dentro da relação terapeuta-paciente? Como saber se estou em uma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A relação terapêutica é um espaço de confiança e acolhimento, mas é importante ficar atento a sinais de que algo não está saudável. Alguns exemplos de comportamentos inadequados incluem: invasão de privacidade, comentários desrespeitosos, cobranças emocionais ou até a falta de um limite claro entre o profissional e o paciente.
Na psicanálise e em outras abordagens, o respeito ao espaço do paciente é essencial para o trabalho terapêutico. Se você sente desconforto ou percebe que seus limites estão sendo ultrapassados, é importante avaliar a relação e, se necessário, buscar outro profissional para garantir um ambiente seguro.
Se precisar, não hesite em conversar com alguém de confiança ou buscar uma segunda opinião.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Qual o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização
Qual o impacto da falta de autoconhecimento da nossa sexualidade e da repressão - ou não realização - de desejos sexuais na nossa vida (como desejo de se relacionar com pessoa do mesmo gênero, mesmo sendo feliz em se relacionar com pessoas do gênero oposto)? Pode nos trazer sofrimentos que, para leigos no assunto, não teria a ver com essa temática? Obrigada!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! A falta de autoconhecimento pode impactar profundamente a sexualidade. Muitas vezes, desejos e conflitos internos não reconhecidos podem interferir na maneira como vivemos e expressamos nossa sexualidade, gerando insatisfação ou dificuldades nos relacionamentos.
Na psicanálise, entendemos que a sexualidade é um aspecto central da subjetividade. Explorar suas raízes pode trazer mais clareza sobre quem você é e como seus desejos se conectam com sua história de vida. Esse processo não é apenas sobre "resolver" questões, mas sobre criar um espaço para entender e viver sua sexualidade de forma mais livre e autêntica.
Se você sente que a sexualidade é um tema sensível, buscar ajuda pode ser um caminho enriquecedor.
Espero ter ajudado!
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Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar s
Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar sintomas de ansiedade, como: nó na garganta, angustia, coração acelerado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pode ser que em casa você não esteja com a mente ocupada com algo que lhe distraia e abra espaço para surgirem outras coisas que estão ligadas ao que sente nesses momentos.
Os colegas disseram poder estar relacionado com o contexto em casa. Realmente é uma possibilidade, mas também pode ser algo que venha de dentro.
A verdade é que por aqui só podemos levantar suposições.
Busque um espaço em que possam lhe escutar para entender melhor o que está acontecendo.
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De algum tempo pra cá tenho me sentido sentimental demais, eu mergulho em muitos pensamentos aleatór
De algum tempo pra cá tenho me sentido sentimental demais, eu mergulho em muitos pensamentos aleatórios da minha vida, de filmes que assisto e também com meu filho, hoje sou divorciado , e reconstruindo um futuro com minha noiva , mas o que eu quero dizer que até uma simples música já me dá uma vontade de chorar e enquanto escrevo isso já me encho de lágrimas. O que pode ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sentir-se mais sensível ou emotivo em determinados períodos é algo que muitas pessoas experimentam, mas quando isso se torna intenso ou frequente, pode ser um sinal de que algo mais profundo está acontecendo. Esse aumento da sensibilidade pode estar relacionado a momentos de transição na vida, questões emocionais acumuladas ou até a mudanças hormonais.
Na psicanálise, exploramos o que essas emoções podem estar comunicando sobre você e sua história. Muitas vezes, o que parece apenas uma "sensibilidade exagerada" pode ser uma forma de o inconsciente trazer à tona aspectos da sua vida que precisam ser ouvidos e compreendidos.
Se isso tem te causado desconforto ou impacto no dia a dia, buscar apoio profissional pode ser um passo importante para compreender melhor essas emoções e encontrar formas de lidar com elas.
Espero ter ajudado! Até mais!
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Sou mulher, 33 anos, casada há 10 anos, tenho um filho. E gostaria de entender porque me apaixono co
Sou mulher, 33 anos, casada há 10 anos, tenho um filho. E gostaria de entender porque me apaixono com frequência, por homens mais velhos e que sejam professores. Em 2018 tive um caso com um professor na faculdade. Achei que tinha superado, meu esposo me perdoou e permanecemos juntos. Agora na metade do ano de 2022, me apaixonei pelo professor do meu filho. Não tive nenhum tipo de envolvimento desta vez, senão algumas conversas que logo demos por encerradas, devido ambos já terem passado situações semelhantes no passado e reconhecer o quanto foi doloroso para todos os envolvidos. Porém,não estou sabendo lidar com isso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Uma coisas que pode te ajudar a entender melhor o que acontece é notar que o apaixonamento não é por uma pessoa específica, mas por essa figura que descreveu.
É claro que em certas ocasiões você encontra essa figura em algumas pessoas, mas seu interesse continua sendo mais pela figura do que pela pessoa em si. Tanto que os apaixonamentos são frequentes, mas sempre por quem representa essa figura para você.
Então, vale a pena pensar em como é a sua relação com essa figura.
E é possível se perguntar: como vê a si mesma em relação a essa figura? O que há de apaixonante nela para você?
Acredito que olhar para essa direção permita começar a entender melhor o que acontece.
Agora que tem esse novo ponto de vista, pense na possibilidade de ter um espaço para que possa falar sobre isso.
Minha indicação é que procure um psicanalista, mas diferentes profissionais da área psi vão poder te ajudar. Se oriente a partir do que se sentir mais confortável.
Perguntas frequentes
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Estou amamentando e meu bebê tem 10 meses. Posso tomar picolinato de cromo?
Picolinato de cromo durante a amamentação: Não há evidências suficientes…