Perguntas do paciente (3193)
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Estou a 5 meses lutando contra a dermatite, toda vez que passo por uma fase mais difícil/ansiosa as
Estou a 5 meses lutando contra a dermatite, toda vez que passo por uma fase mais difícil/ansiosa as alergias aparecem! Os dermatologistas só falam que é emocional. E isso me deixa mais nervosa! Porque a TAG nós ataca não só emocionante, mas também fisicamente?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ansiedade, especialmente no TAG, ativa o sistema de estresse do corpo de forma contínua. Isso pode levar a alterações hormonais e inflamatórias que afetam diretamente a pele, tornando-a mais sensível e reativa. Ou seja, não é “só emocional”, existe uma resposta física real acontecendo no organismo. O cuidado ideal envolve olhar para os dois lados: tratar a pele e, ao mesmo tempo, cuidar da ansiedade, para reduzir esse ciclo.
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Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso
Sempre que tenho um compromisso eu passo mal, só penso nisso e não durmo, quando durmo nao descanso apenas sonhando com isso. Recentemente consegui um emprego na minha área, tenho muito medo muito mesmo. Estou ha 3 dias sem dormir, sem comer, com ânsia de vomito e com o intestino desregulado. Não consigo me concentrar. Nem me sentir feliz. Não consigo pensar em mais nada, só sinto medo e passo mal e choro. Me dar falta de ar e piriri. Choro que falta o ar. Sinto angústia e me dói o peito. Me disseram que é frescura ou preguiça, mas não é. Eu sinto a mesma coisa quando penso que todo mundo consegue fazer coisas simples ou básicas (como arrumar um emprego) e eu não. E agora que consegui um emprego, me sinto ainda pior. Eu não sei o que fazer. Eu quero desistir e deixar o emprego, mas é muito difícil arrumar emprego na minha cidade e eu não cumpri nenhum dia de serviço ainda. Como lidar com isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Isso ultrapassa um nervosismo comum e precisa de avaliação profissional rápida. Falta de ar, dor no peito, vômitos, ausência de alimentação e três dias sem dormir podem acontecer em crises intensas de ansiedade, mas também precisam de avaliação médica para descartar causas físicas. Procure atendimento hoje e, depois, acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Evite tomar uma decisão definitiva sobre o emprego no pico da crise; primeiro cuide da sua segurança e estabilização.
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Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não c
Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento
O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?
Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.
Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.
Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.
É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".
A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.
Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.
A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando valores pessoais entram em choque com crenças aprendidas, especialmente em algo tão importante como a fé, isso pode gerar culpa e sofrimento.
A sua relação com a espiritualidade é algo muito íntimo e pode ser construída de forma mais pessoal e significativa, sem que precise ser vivida apenas a partir de regras que não fazem sentido para você hoje.
A culpa, nesses casos, muitas vezes vem de uma tentativa de corresponder a expectativas externas que já não estão alinhadas com o que você sente. Olhar para isso com cuidado, sem se julgar, e se permitir questionar também faz parte de um processo de amadurecimento emocional e espiritual.
A terapia pode te ajudar a elaborar esse conflito, fortalecendo sua autonomia para construir uma relação com a fé que seja mais coerente com quem você é.
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Por que a terapia EMDR é o melhor tratamento para trauma?
Por que a terapia EMDR é o melhor tratamento para trauma?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A terapia EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares) é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como um tratamento altamente eficaz para trauma porque trabalha com a forma como o cérebro processa e armazena memórias traumáticas. Quando vivenciamos um trauma, a experiência fica "congelada" em nossa memória de forma fragmentada, mantendo as reações emocionais intactas. O EMDR utiliza movimentos oculares bilaterais para ativar o sistema de processamento natural do cérebro, permitindo que o trauma seja finalmente integrado e ressignificado. Dessa forma, a memória deixa de gerar sofrimento emocional, mantendo apenas o aprendizado histórico. É uma ferramenta poderosa que oferece alívio significativo para pessoas que carregam peso do trauma.
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Fui diagnosticada com TEPT (transtorno de Estresse Pós Traumático). Minha psiquiatra me encaminhou p
Fui diagnosticada com TEPT (transtorno de Estresse Pós Traumático). Minha psiquiatra me encaminhou para fazer tratamento EMDR pois é o melhor tratamento para trauma, segundo a OMS.
Poderia me explicar como funciona o tratamento?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O EMDR (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares) é uma abordagem terapêutica utilizada no tratamento do trauma, incluindo o TEPT. Ele parte da ideia de que algumas experiências traumáticas ficam “mal processadas” pelo cérebro, permanecendo muito vívidas e carregadas emocionalmente.
Durante o tratamento, o paciente é convidado a acessar memórias difíceis de forma gradual e segura, enquanto o terapeuta conduz estímulos bilaterais, como movimentos oculares, sons alternados ou toques. Esses estímulos ajudam o cérebro a reprocessar a memória, reduzindo a intensidade emocional associada a ela.
Com o tempo, aquela lembrança que antes causava sofrimento intenso passa a ser integrada de forma mais adaptativa, como algo do passado, e não mais como uma experiência que continua sendo revivida no presente.
O processo é estruturado e respeita o ritmo do paciente. Antes de trabalhar diretamente com as memórias traumáticas, o terapeuta ajuda a desenvolver recursos internos de segurança e regulação emocional.
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É comum sentir vontade de vingança tendo Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
É comum sentir vontade de vingança tendo Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir raiva ou até pensamentos de vingança pode acontecer em momentos de dor intensa, especialmente quando há sensação de injustiça ou rejeição. Esses sentimentos não definem a pessoa, mas indicam algo que precisa ser compreendido e elaborado com cuidado.
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“Como orientar familiares de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“Como orientar familiares de pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Orientar familiares envolve ajudá-los a entender que muitos comportamentos não são “manipulação”, mas formas de expressar sofrimento. Ao mesmo tempo, é importante incentivar limites saudáveis, para que a relação não se torne desgastante.
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“Como trabalhar a confiança em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“Como trabalhar a confiança em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Trabalhar a confiança é um processo gradual. Ela se constrói com consistência, previsibilidade e experiências repetidas de segurança dentro da relação terapêutica, respeitando o tempo do paciente.
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“Como a família pode ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“Como a família pode ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A família pode ajudar oferecendo um ambiente mais estável, com escuta, validação e limites claros. Buscar informação sobre o transtorno também é essencial, pois isso favorece uma compreensão mais empática e reduz conflitos.
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“Como medir a evolução de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“Como medir a evolução de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A evolução no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline não é medida apenas pela ausência de sintomas, mas por mudanças na forma como a pessoa lida com suas emoções e relações. Pequenos avanços, como maior consciência emocional, redução de impulsividade e melhora na estabilidade dos vínculos, já indicam progresso importante.
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“O que desencadeia crises emocionais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“O que desencadeia crises emocionais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As crises emocionais geralmente são desencadeadas por situações que envolvem sensação de rejeição, abandono, frustração ou insegurança nas relações. Esses gatilhos ativam emoções muito intensas, que podem ser difíceis de regular sem apoio adequado.
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O rompimento de vínculos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é mais interno (emocional)
O rompimento de vínculos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é mais interno (emocional) ou externo (comportamental)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O rompimento de vínculos pode acontecer tanto no nível interno quanto externo. Internamente, a pessoa pode sentir que perdeu a conexão ou a confiança; externamente, isso pode se refletir em afastamentos, conflitos ou términos. Ambos costumam estar interligados.
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O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) percebe seus comportamentos depois?
O paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) percebe seus comportamentos depois?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muitas vezes, a pessoa percebe seus comportamentos depois que a intensidade emocional diminui. Esse reconhecimento pode vir acompanhado de culpa ou vergonha, o que também precisa ser trabalhado com cuidado para não reforçar um ciclo de sofrimento.
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“Como ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com emoções intensas?”
“Como ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com emoções intensas?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ajudar alguém com TPB a lidar com emoções intensas envolve acolhimento e validação, sem minimizar o que a pessoa sente, ao mesmo tempo em que se incentiva a construção de formas mais seguras de expressar essas emoções. O desenvolvimento de estratégias de regulação emocional é um ponto importante nesse processo.
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“A impulsividade é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)? Como ela aparece?”
“A impulsividade é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)? Como ela aparece?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A impulsividade é, sim, comum no Transtorno de Personalidade Borderline e costuma aparecer em momentos de emoção muito intensa. Pode se manifestar em atitudes feitas no impulso, como decisões precipitadas, explosões de raiva, gastos, conflitos nas relações ou comportamentos que depois geram arrependimento.
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“Por que há tanta instabilidade emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
“Por que há tanta instabilidade emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A instabilidade emocional no TPB está relacionada a uma maior sensibilidade emocional e dificuldade em regular essas emoções. Sentimentos podem surgir com muita intensidade e variar rapidamente, o que torna a experiência interna mais desafiadora.
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“Como diferenciar um conflito comum de um rompimento ligado ao Transtorno de Personalidade Borderlin
“Como diferenciar um conflito comum de um rompimento ligado ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diferenciar um conflito comum de um rompimento ligado ao TPB envolve observar a intensidade, a rapidez da escalada emocional e o impacto no vínculo. No TPB, essas situações tendem a ser vividas de forma mais extrema, com maior sofrimento e dificuldade de retorno ao equilíbrio sem apoio.
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Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem alternar entre confiar muito
Por que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem alternar entre confiar muito e desconfiar rapidamente?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno pode impactar diretamente os vínculos de confiança, já que pequenas situações podem ser interpretadas como rejeição ou ameaça. Isso pode levar a reações intensas, afastamentos ou conflitos, mesmo quando há desejo de manter a relação.
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Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o rompimento de vínculos de confiança
Como o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o rompimento de vínculos de confiança?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A alternância entre confiar muito e desconfiar rapidamente costuma estar ligada à intensidade emocional e à dificuldade de integrar aspectos positivos e negativos do outro ao mesmo tempo. Assim, a percepção da relação pode mudar de forma rápida conforme o estado emocional.
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“Como o histórico de apego na infância influencia o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade B
“Como o histórico de apego na infância influencia o desenvolvimento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O histórico de apego na infância pode influenciar a forma como a pessoa se percebe e se relaciona ao longo da vida. Experiências de insegurança, instabilidade ou falta de previsibilidade emocional podem contribuir para dificuldades na regulação das emoções e no medo de abandono, que são comuns no TPB.
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Perguntas frequentes
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Usei o Inseris XR 300 mg por aproximadamente dois meses, conforme prescrição médica, e durante esse
Olá! Sim, dois meses é tempo suficiente, principalmente com a dose de 300mg.…