Perguntas do paciente (3193)

  • “O que desencadeia crises emocionais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    “O que desencadeia crises emocionais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    As crises emocionais costumam ser desencadeadas por situações que ativam medo de abandono, rejeição ou insegurança nas relações, sendo momentos em que o suporte adequado faz toda a diferença.


  • Como lidar quando uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exagera o rompimento d

    Como lidar quando uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exagera o rompimento de confiança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Nesses casos, é importante lidar com bastante clareza e consistência, validando o sentimento da pessoa sem necessariamente concordar com interpretações distorcidas. Manter limites saudáveis e uma comunicação calma pode ajudar a reduzir a intensidade das reações e trazer mais segurança para a relação.


  • O que pode acontecer se alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sentir traído por

    O que pode acontecer se alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se sentir traído por algo pequeno ou interpretado erroneamente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando alguém com TPB se sente traído, mesmo que por algo pequeno ou interpretado de forma equivocada, a reação pode ser bastante intensa. Podem surgir sentimentos de rejeição, raiva ou tristeza profunda, além de mudanças bruscas na forma de ver o outro, passando de uma visão positiva para negativa rapidamente.


  • Quais passos ajudam a reconstruir a confiança com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderl

    Quais passos ajudam a reconstruir a confiança com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Reconstruir a confiança leva tempo e precisa de consistência. Pequenas atitudes coerentes, comunicação clara e previsibilidade ajudam muito. Também é importante validar os sentimentos da pessoa sem reforçar distorções, mostrando, na prática, que a relação pode ser segura novamente.


  • Como o rompimento de confiança afeta amizades e relacionamentos amorosos de alguém com Transtorno de

    Como o rompimento de confiança afeta amizades e relacionamentos amorosos de alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O rompimento de confiança pode impactar bastante as relações, trazendo oscilações entre proximidade intensa e afastamento, além de dificuldades em manter uma percepção mais estável do outro. Isso pode gerar conflitos, inseguranças e sofrimento, tanto para a pessoa quanto para quem está ao redor, especialmente se não houver um espaço de cuidado e elaboração dessas experiências.


  • Quais comportamentos podem indicar que alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) perde

    Quais comportamentos podem indicar que alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) perdeu a confiança em outra pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando alguém com TPB perde a confiança em outra pessoa, isso pode aparecer em mudanças intensas no comportamento, como afastamento repentino, desconfiança, necessidade maior de confirmação ou até reações emocionais mais fortes, como raiva ou tristeza. Muitas vezes isso vem acompanhado de uma sensação profunda de rejeição ou abandono.


  • Quais abordagens são recomendadas para lidar com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e rupt

    Quais abordagens são recomendadas para lidar com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e ruptura de confiança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    As abordagens mais recomendadas envolvem consistência, validação emocional e reconstrução gradual do vínculo. É importante compreender o que levou à ruptura de confiança e trabalhar isso dentro da relação terapêutica, respeitando o tempo do paciente.


  • Bom, ultimamente tenho me distraído muito com redes sociais e conteúdo +18, e isso tem atrapalhado b

    Bom, ultimamente tenho me distraído muito com redes sociais e conteúdo +18, e isso tem atrapalhado bastante o meu foco.
    Às vezes eu até me analiso e sei o que preciso fazer para alcançar o que quero, mas acabo me perdendo e ficando sem foco.
    Quero começar alguns cursos técnicos, mas está difícil, rs.
    Percebi que essas distrações com conteúdo +18 e redes sociais estão interferindo na minha evolução, tanto pessoal quanto profissional, e entendi que preciso largar isso.
    Atualmente sou solteiro, não bebo nem fumo. Vejo conteúdo +18 de vez em quando há dias em que consigo ficar sem, mas em outros é mais difícil.
    Preciso me libertar disso. Alguma dica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    É muito positivo que você já tenha percebido o impacto disso na sua vida e tenha esse desejo de mudança, isso já é um passo importante. Esse tipo de comportamento costuma estar muito ligado a hábito e busca de alívio imediato, então não é só “força de vontade”. Pode ajudar começar reduzindo aos poucos, criando limites claros de tempo, tirando gatilhos do ambiente e preenchendo esses momentos com outras atividades que te gerem prazer e senso de progresso. Se perceber que está difícil sozinho, buscar apoio psicológico pode te ajudar a entender melhor o que esse comportamento está regulando em você e encontrar estratégias mais sustentáveis.


  • Qual é o papel da psicoterapia no tratamento dos transtornos de personalidade?

    Qual é o papel da psicoterapia no tratamento dos transtornos de personalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A psicoterapia tem um papel central no tratamento dos transtornos de personalidade, pois oferece um espaço seguro para compreender padrões emocionais, desenvolver novas formas de lidar com os sentimentos e construir relações mais saudáveis ao longo do tempo.


  • . É possível reconstruir o vínculo de confiança no transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    . É possível reconstruir o vínculo de confiança no transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Sim, é possível reconstruir o vínculo de confiança. Esse processo exige tempo, transparência e uma relação terapêutica estável, onde o paciente possa, aos poucos, voltar a se sentir seguro.


  • O que acontece se o rompimento do vínculo de confiança não for trabalhado no transtorno de personali

    O que acontece se o rompimento do vínculo de confiança não for trabalhado no transtorno de personalidade borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando o rompimento de confiança não é trabalhado no TPB, ele tende a se repetir e se intensificar, gerando ciclos de afastamento, conflitos e sofrimento emocional. Isso pode dificultar a construção de vínculos mais estáveis e reforçar sentimentos de abandono e insegurança ao longo do tempo.


  • . É comum pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) romperem com o terapeuta?

    . É comum pessoas com transtorno de personalidade borderline (TPB) romperem com o terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Sim, pode acontecer. Em alguns momentos, a relação terapêutica pode ativar sentimentos intensos, como medo de abandono ou desconfiança, levando a afastamentos ou rupturas. Ainda assim, quando isso é trabalhado dentro do processo terapêutico, pode se tornar uma oportunidade importante de compreensão e fortalecimento emocional.


  • Superdotação e ansiedade social é confundivel? Por exemplo a sensação de hipervigilancia e muita con

    Superdotação e ansiedade social é confundivel? Por exemplo a sensação de hipervigilancia e muita consciência é devido a ansiedade ativada?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Sim, a superdotação e a ansiedade social podem se confundir em alguns aspectos, principalmente porque ambas podem envolver alta percepção do ambiente e de si mesmo. A hipervigilância e a sensação de muita consciência podem estar relacionadas à ansiedade ativada, mas também podem fazer parte de um funcionamento mais sensível e atento. A diferença costuma estar no impacto: quando há sofrimento, tensão constante e prejuízo nas relações, é importante olhar com mais cuidado para a ansiedade.


  • Ao chegar no meu trabalho,sinto um pouco de angustia, sencacao de estar no piloto automatico, tenho

    Ao chegar no meu trabalho,sinto um pouco de angustia, sencacao de estar no piloto automatico, tenho medo constante de perde o controle da minha vida, sinto estagnado, nao tenho prazer em estar no meu trabalho, tenho medo de perder minha sanidade, meu homor oscila bastante, sinto como se estivesse sem saida . o que issso pode ser ? quando não estou no trabalho sinto isso diminuir, porém de uns tempos pra cá, tenho enxergado tudo como se fosse obrigação porque isso acontece ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Essa sensação de estar no “piloto automático”, junto com angústia, medo de perder o controle, falta de prazer e oscilação de humor, pode estar relacionada a um estado de esgotamento emocional ou ansiedade prolongada. O fato de melhorar fora do ambiente de trabalho pode indicar que esse contexto está contribuindo para o que você sente.


  • Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito

    Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito fragilizada. Ela tem demência e alzheimer e a cada dia decai mais. Os médicos dizem que a passagem dela pode ocorrer a qualquer momento, pode ser dias, semanas ou alguns meses apenas em um cenário otimista. Eu não estou sabendo lidar bem com a situação, sempre fui muito próxima dela e é como se eu estivesse me despedindo com ela aqui ainda. É uma dor e angústia constante. Será que a terapia poderia ajudar nesse processo e como faria isso? Ou devo procurar ajuda terapêutica depois que as coisas ocorrerem? Estou confusa nesse momento.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Acompanhar alguém tão importante em um processo de despedida é profundamente doloroso, e essa sensação de já estar se despedindo antes da hora é mais comum do que parece — é uma forma do nosso emocional tentar se preparar para a perda.

    A terapia pode, sim, ajudar muito agora. Não é preciso esperar que tudo aconteça para buscar apoio. Pelo contrário, esse é um momento em que você está vivendo um luto antecipatório, cheio de angústia, amor e impotência, e ter um espaço para falar sobre isso pode trazer acolhimento e um pouco mais de sustentação emocional.

    Na terapia, você pode elaborar esse processo aos poucos, encontrar formas de estar presente com sua avó dentro do possível e também cuidar de você, que também precisa de apoio nesse momento.

    E, se depois a perda acontecer, esse acompanhamento pode continuar te ajudando no luto, mas você não precisa atravessar tudo isso sozinha até lá.

    Você não está errada por se sentir assim — é um reflexo do vínculo forte que vocês têm. Buscar ajuda agora pode ser um gesto importante de cuidado com você mesma.


  • Qual é o papel da escuta ativa no fortalecimento do vínculo de confiança?

    Qual é o papel da escuta ativa no fortalecimento do vínculo de confiança?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    A escuta ativa tem um papel fundamental no fortalecimento do vínculo de confiança, pois permite que a pessoa se sinta realmente compreendida e validada. Quando alguém percebe que pode falar sem ser julgado, isso cria um espaço seguro para se abrir e se desenvolver.


  • Como utilizar o vínculo de confiança para prevenir crises de comportamento impulsivo?

    Como utilizar o vínculo de confiança para prevenir crises de comportamento impulsivo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    O vínculo de confiança pode, inclusive, ser um fator de proteção. Quando bem estabelecido, ele ajuda o paciente a buscar apoio antes de agir impulsivamente, criando um espaço interno de pausa e reflexão.


  • Como lidar com quebra de vínculo de confiança causada por atrasos ou imprevistos do terapeuta?

    Como lidar com quebra de vínculo de confiança causada por atrasos ou imprevistos do terapeuta?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Quando há atrasos ou imprevistos por parte do terapeuta, é natural que isso impacte a sensação de confiança, especialmente para quem já tem uma sensibilidade maior a rupturas de vínculo. Esses momentos podem despertar sentimentos de frustração, insegurança ou até rejeição.


  • Pode relacionar ansiedade social com superdotação? Ou ter ambos em conjunto. Me pergunto se minha m

    Pode relacionar ansiedade social com superdotação? Ou ter ambos em conjunto.
    Me pergunto se minha minha hipervigilancia e sensação de muita consciência é apenas a ansiedade ativada.
    Como não se confundir?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    É possível, sim, que uma pessoa tenha superdotação e ansiedade social ao mesmo tempo. Nesses casos, a alta capacidade de percepção pode até intensificar a autocrítica ou a preocupação com o julgamento dos outros. Para não se confundir, é importante observar quando essa consciência vem acompanhada de sofrimento, medo ou evitação.


  • Como lidar com demandas de atenção excessiva ou urgência do paciente com Transtorno de Personalidade

    Como lidar com demandas de atenção excessiva ou urgência do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Rosângela Fatori

    Lidar com demandas excessivas de atenção envolve compreender a necessidade emocional por trás desses comportamentos, ao mesmo tempo em que se estabelecem limites claros e consistentes. Isso ajuda o paciente a desenvolver maior autonomia sem se sentir abandonado.


Perguntas frequentes

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